Europa 2020
Europa 2020
A estratégia de crescimento da União
Europeia para o período de 2014 - 2020
EUROPA 2020 • Uma estratégia para a
próxima década
UM PLANO PARA O
CRESCIMENTO
• Um crescimento que deve ser
• INTELIGENTE
• SUSTENTÁVEL
• INCLUSIVO, assente em
5 OBJETIVOS
PRIORITÁRIOS
7 INICIATIVAS
EMBLEMÁTICAS
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A estratégia Europa 2020 é …
 Um plano de dez anos da União Europeia a favor do crescimento: um
crescimento que se pretende
 inteligente - mediante o investimento na educação, na investigação e na
inovação
 sustentável -dando prioridade à transição para uma economia de baixo
teor de carbono e a uma indústria competitiva
 inclusivo - que dê especial atenção à criação de emprego e à redução da
pobreza..
 A sua concretização será assegurada por cinco objetivos principais que a UE
deverá atingir até ao fim da presente década
 A estratégia compreende também sete «iniciativas emblemáticas» que servem
de enquadramento para atividades conjuntas da UE e das autoridades
nacionais nas seguintes áreas: inovação, economia digital, emprego, política
industrial, pobreza e eficiência na utilização dos recursos.
Área de intervenção Objetivo
Emprego  Aumentar para 75% a taxa de emprego na faixa etária dos 20-64 anos
I&D  Aumentar para 3% do PIB o investimento da UE na I&D
Alterações climáticas e
sustentabilidade energética
 Reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em 20% (ou em
30%, se forem reunidas as condições necessárias) relativamente aos
níveis registados em 1990
 Obter 20% da energia a partir de fontes renováveis
 Aumentar em 20% a eficiência energética
Educação
 Reduzir a taxa do abandono escolar precoce para menos de 10%
aumentar para, pelo menos, 40% a percentagem da população na faixa
etária dos 30-34 anos que possui um diploma do ensino superior
Luta contra a pobreza e a
exclusão social
 Reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou
em situação de pobreza ou de exclusão social
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 «Uma União da inovação» para melhorar as condições gerais e o acesso ao
financiamento para a investigação e inovação ...
 «Juventude em movimento» para melhorar os resultados dos sistemas de ensino e
facilitar a entrada dos jovens no mercado de trabalho.
 «Agenda digital para a Europa» … tirar partido de um mercado único digital.
 «Uma Europa eficiente em termos de recursos» …assegurar a transição para
uma economia hipo carbónica, aumentar a utilização das fontes de energia renováveis,
modernizar o nosso sector dos transportes …
 «Uma política industrial para a era de globalização» …para apoiar o
desenvolvimento de uma base industrial forte e sustentável, suscetível de enfrentar a
concorrência mundial.
 «Agenda para novas qualificações e novos empregos» para modernizar os
mercados de trabalho e capacitar as pessoas desenvolvendo as suas qualificações ao
longo da vida …
 «Plataforma europeia contra a pobreza» … assegurar uma ampla distribuição dos
benefícios do crescimento e do emprego …
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NOVA POLÍTICA PARA OS TRANSPORTES:
os transportes são vitais para a economia europeia; sem boas ligações
a Europa não crescerá nem prosperará.
A política da RTE-T foi concebida para …
 Criar as infraestruturas e as interligações de transportes para
consolidar o mercado único
 Garantir a livre circulação de pessoas e mercadorias
 Apoiar o crescimento, o emprego e a competitividade da U.E.
 Facilitar a transferência de passageiros e mercadorias da
estrada para o caminho de ferro e outros modos de transporte
 Permitir que, gradualmente e até 2050, a grande maioria dos
cidadãos e empresas europeus estejam, no máximo, a 30
minutos de viagem da nova rede global.
Dados sobre a nova rede principal
 Ligações por caminho de ferro e estrada a 94 grandes portos
europeus
 Ligações, por caminho de ferro, de 38 aeroportos essenciais a
grandes cidades
 15 000 km de linhas férreas adaptadas à alta velocidade
 35 projetos transfronteiras para reduzir os estrangulamentos
 Criação de nove corredores essenciais
 Cada corredor tem de incluir três modos de transporte, três
Estados-Membros e dois troços transfronteiras
Corredores da rede principal – 9 corredores
 2 corredores com uma dimensão Norte-Sul:
 Escandinavo-Mediterrânico
 Reno-Alpes
 7 corredores com uma verdadeira dimensão Este-Oeste:
 Báltico-Adriático
 Mar do Norte-Báltico
 Mediterrânico
 Oriente-Mediterrâneo Oriental
 Atlântico
 Mar do Norte-Mediterrâneo
 Reno-Danúbio
Nova Rede Transeuropeia de
Infraestruturas
Corredores da rede principal — descrição sucinta
 Corredor Báltico—Adriático:
 eixo rodoferroviário, liga o Báltico ao Mar Adriático através de zonas
industrializadas: sul da Polónia (Alta Silésia), Viena e Bratislava, região
alpina oriental e norte da Itália
 Corredor Mar do Norte—Báltico:
 liga os portos da costa oriental do Mar Báltico aos portos do Mar do
Norte. Ligará a Finlândia à Estónia por transbordador (ferry) e oferecerá
ligações rodoviárias e ferroviárias modernas entre, por um lado, os três
Estados bálticos e, por outro, a Polónia, a Alemanha, os Países Baixos e
a Bélgica. Inclui ainda, entre o rio Oder e portos alemães, neerlandeses
e flamengos, ligações fluviais, como o «Mittelland-Kanal». O projeto mais
importante é o «Rail Baltic», uma linha ferroviária de bitola europeia
entre Taline, Riga, Kaunas e o nordeste da Polónia.
 Corredor Mediterrânico:
 liga a Península Ibérica à fronteira húngaro-ucraniana, é constituído
por ligações rodoviárias e ferroviárias.
 Corredor Oriente/Mediterrâneo Oriental:
 liga as interfaces marítimas do Mar do Norte, Mar Báltico, Mar Negro e
Mediterrâneo, otimizando a utilização dos portos em causa e das
respetivas «autoestradas do mar». Estende-se, por mar, da Grécia a
Chipre.
 Corredor Escandinavo—Mediterrânico:
 é um eixo norte—sul fundamental para a economia europeia que liga os
grandes centros urbanos e portos da Escandinávia e do norte da
Alemanha aos portos italianos e a Valeta, passando pelos centros
industrializados de elevada produção do sul da Alemanha, da Áustria e
do norte da Itália. Estende-se, por mar, do sul da Itália e da Sicília a
Malta.
 Corredor Reno—Alpes:
 é um corredor multimodal, uma das mais frequentadas vias de
transporte de mercadorias da Europa, ligando os portos de Roterdão e
Antuérpia, no Mar do Norte, à bacia mediterrânica, em Génova, através
da Suíça, de alguns dos grandes centros económicos das regiões
Reno—Ruhr e Reno—Meno—Neckar, e da aglomeração de Milão, no
norte da Itália.
 Corredor Atlântico:
 liga a parte ocidental da Península Ibérica e os portos de Havre e
Ruão a Paris e a Mannheim/Estrasburgo, com linhas ferroviárias de
alta velocidade e linhas convencionais, incluindo também o Sena como
via fluvial e uma vertente marítima com um papel fundamental.
 Corredor Mar do Norte—Mediterrâneo:
 corredor multimodal da Irlanda e do norte do Reino Unido até ao
Mediterrâneo, no sul de França, passando pelos Países Baixos,
Bélgica e Luxemburgo, inclui vias navegáveis interiores no Benelux e
em França.
 Corredor Reno—Danúbio:
 tem como espinha dorsal os rios Meno e Danúbio, liga as regiões
centrais vizinhas de Estrasburgo e Frankfurt, através do sul da
Alemanha, a Viena, Bratislava, Budapeste e, por último, o Mar Negro.
O que diz a mais
recente publicação do
INE – Instituto Nacional
de Estatística – sobre
os
Transportes
e
Comunicações
2012
Em 2012, em Portugal, …
 9,0% foi a redução da extensão da rede ferroviária (2 541,2 km)
correspondendo a 70,2% da extensão total (3 619,2 km)
 15,1% foi o aumento do número de veículos de tração,
principalmente no parque de automotoras a diesel
 -11,3% foi a redução do número de passageiros transportados no
sistema ferroviário
-14,5% foi a diminuição do número de passageiros no metropolitano
de Lisboa
 -2,2% foi a diminuição registada no metropolitano do Porto
 4,3% foi o aumento do volume de mercadorias transportadas por
comboio.
 31,4% foi o acréscimo de
mercadorias descarregadas
com origem externa
 -26,9% foi a redução verificada
nas mercadorias carregadas com
destino internacional
 16,4% da rede rodoviária nacional classificados como itinerários
principais
 13,0% da rede rodoviária classificados como itinerários
complementares
 Porto, Braga e Lisboa apresentaram os maiores índices de
densidade da rede rodoviária (nº de km por cada 1 000 km²)
 -32,9% foi registado na quantidade de mercadorias transportadas
 8,1 km foi a distância média percorrida por passageiro no serviço
nacional de transporte rodoviário
de passageiros
 1 208,6 km foi a distância média
percorrida por passageiro no
serviço internacional
 8,3% foi o aumento de mercadorias carregadas nos portos
nacionais
 -3,7% foi registado nas mercadorias descarregadas
 42,5% foi o peso do porto de Sines no movimento do tráfego
internacional, principalmente, “granéis líquidos” e “contentores”
 87,9% foi o peso do transporte fluvial na travessia do Rio Tejo
 Todas as travessias fluviais – Rio Tejo, Laguna de Aveiro e Rio
Sado – registaram decréscimos
Extensão da Rede Rodoviária
Nacional
Indicadores de Extensão da rede
rodoviária nacional, em 2012
Tipo de estradas %
IP 16
IC 13
Estradas nacionais 37
Estradas regionais 34
Total 100,0
Redes transeuropeias- síntese
Rede Objetivos/caraterização
RTE-Transporte (RTE-T) Abrangem o transporte rodoviário e combinado, as vias navegáveis e os
portos marítimos e a rede europeia de alta velocidade. Ainda, os
sistemas inteligentes de gestão de transportes e o Galileo, o sistema
europeu de radionavegação por satélite
RTE-Energia (RTE-E) Envolvem os setores da eletricidade e do gás natural.
Visam a criação de um mercado único de energia e a segurança dos
aprovisionamentos
RTE-Telecomunicações
(eTen)
Procuram desenvolver serviços eletrónicos baseados nas redes de
telecomunicações, com grande destaque para os serviços públicos,
serviços que estão no cerne da iniciativa “eEurope: uma sociedade de
informação para todos”.
Contribuições: FEDER, FC, BEI E FEI
Política comum dos transportes –
eliminar os obstáculos nas fronteiras
entre os Estados-Membros
Serviço de transporte nacional:
repartição dos passageiros-
quilómetro transportados (%) por
NUTS II, 2012
Serviço de transporte internacional:
repartição dos passageiros
transportados (%) por países de
origem/destino, 2012
Embarcações de
mercadorias nos portos
nacionais
Embarcações de passageiros
nos portos nacionais
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Mercadorias movimentadas nos portos, segundo o tipo de tráfego, 2012
Alguns conceitos
Fonte – INE, Estatísticas dos Transportes e
Comunicações 2012
 Autoestrada – estrada especialmente projetada dispondo de
faixas de rodagem separadas para cada sentido, que não se
cruza ao mesmo nível com qualquer outra via e está sinalizada
como tal.
 Circulação – movimento de veículos na rede considerada
 Contentor – equipamento de transporte de caráter duradouro,
suficientemente resistente para suportar utilizações sucessivas,
podendo ser transportado por um ou vários modos de transporte
e concebido para ser facilmente carregado e descarregado
 Linha – uma ou mais vias principais adjacentes que ligam dois
pontos da rede
 Rede – conjunto de linhas-férreas ou de vias de comunicação
 Transporte – movimento de pessoas ou de mercadorias numa
determinada rede
 Rede Nacional – rede de estradas que assegura as comunicações
públicas rodoviárias do Continente, desempenhando funções de
interesse nacional ou internacional integrando a Rede Nacional
Fundamental (IP) e a Rede Nacional Complementar (IC).
 Arqueação Bruta (GT) – medida do volume total de uma
embarcação
 Cais – estrutura para acostagem de embarcações, carga e descarga
de mercadorias e embarque e desembarque de passageiros
 Carga Roll-on/Roll-off (Carga Ro-Ro) – unidades Ro-Ro e
mercadorias (em contentor ou não) em unidades Ro-Ro que entrem
ou saiam do navio que as transporta por mar.
 Embarcação de cabotagem – a que navega dentro das zonas que
incluem
 Portos da costa atlântica da Europa, a sul de 61ºN, incluindo todos os portos do
Mar Báltico e Ilhas Britânicas
 Portos do Mediterrâneo e do Mar Negro
 Portos da Costa Africana, desde o Estreito de Gibraltar ao extremo sul da Serra
Leoa, incluindo Cabo Verde
 Todos os portos das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira
 Fundo do cais – altura da água referida ao nível do zero hidrográfico,
na bacia de acostagem junto ao cais.
 Terminal de contentores – terminal munido de equipamento
especializado para movimentação vertical e horizontal de contentores
e dotado de parques para o seu estacionamento
 Terminal Ro/Ro – terminal munido de uma ou mais rampas
destinadas à movimentação horizontal navio-terra, de veículos,
chassis ou cargas sobre rodas e dotado de parques para o seu
estacionamento.

Política de transportes da União Europeia - 2014/2020

  • 1.
  • 2.
    Europa 2020 A estratégiade crescimento da União Europeia para o período de 2014 - 2020
  • 3.
    EUROPA 2020 •Uma estratégia para a próxima década UM PLANO PARA O CRESCIMENTO • Um crescimento que deve ser • INTELIGENTE • SUSTENTÁVEL • INCLUSIVO, assente em 5 OBJETIVOS PRIORITÁRIOS 7 INICIATIVAS EMBLEMÁTICAS E S R A T É G I A E U R O P A 2 0 0 0
  • 4.
    A estratégia Europa2020 é …  Um plano de dez anos da União Europeia a favor do crescimento: um crescimento que se pretende  inteligente - mediante o investimento na educação, na investigação e na inovação  sustentável -dando prioridade à transição para uma economia de baixo teor de carbono e a uma indústria competitiva  inclusivo - que dê especial atenção à criação de emprego e à redução da pobreza..  A sua concretização será assegurada por cinco objetivos principais que a UE deverá atingir até ao fim da presente década  A estratégia compreende também sete «iniciativas emblemáticas» que servem de enquadramento para atividades conjuntas da UE e das autoridades nacionais nas seguintes áreas: inovação, economia digital, emprego, política industrial, pobreza e eficiência na utilização dos recursos.
  • 5.
    Área de intervençãoObjetivo Emprego  Aumentar para 75% a taxa de emprego na faixa etária dos 20-64 anos I&D  Aumentar para 3% do PIB o investimento da UE na I&D Alterações climáticas e sustentabilidade energética  Reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em 20% (ou em 30%, se forem reunidas as condições necessárias) relativamente aos níveis registados em 1990  Obter 20% da energia a partir de fontes renováveis  Aumentar em 20% a eficiência energética Educação  Reduzir a taxa do abandono escolar precoce para menos de 10% aumentar para, pelo menos, 40% a percentagem da população na faixa etária dos 30-34 anos que possui um diploma do ensino superior Luta contra a pobreza e a exclusão social  Reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou em situação de pobreza ou de exclusão social O B J E T I V O S D A E U R O P A 2 0 2 0
  • 6.
     «Uma Uniãoda inovação» para melhorar as condições gerais e o acesso ao financiamento para a investigação e inovação ...  «Juventude em movimento» para melhorar os resultados dos sistemas de ensino e facilitar a entrada dos jovens no mercado de trabalho.  «Agenda digital para a Europa» … tirar partido de um mercado único digital.  «Uma Europa eficiente em termos de recursos» …assegurar a transição para uma economia hipo carbónica, aumentar a utilização das fontes de energia renováveis, modernizar o nosso sector dos transportes …  «Uma política industrial para a era de globalização» …para apoiar o desenvolvimento de uma base industrial forte e sustentável, suscetível de enfrentar a concorrência mundial.  «Agenda para novas qualificações e novos empregos» para modernizar os mercados de trabalho e capacitar as pessoas desenvolvendo as suas qualificações ao longo da vida …  «Plataforma europeia contra a pobreza» … assegurar uma ampla distribuição dos benefícios do crescimento e do emprego … I N I C I A T I V A S E M B L E M Á T I C A S
  • 7.
    NOVA POLÍTICA PARAOS TRANSPORTES: os transportes são vitais para a economia europeia; sem boas ligações a Europa não crescerá nem prosperará.
  • 8.
    A política daRTE-T foi concebida para …  Criar as infraestruturas e as interligações de transportes para consolidar o mercado único  Garantir a livre circulação de pessoas e mercadorias  Apoiar o crescimento, o emprego e a competitividade da U.E.  Facilitar a transferência de passageiros e mercadorias da estrada para o caminho de ferro e outros modos de transporte  Permitir que, gradualmente e até 2050, a grande maioria dos cidadãos e empresas europeus estejam, no máximo, a 30 minutos de viagem da nova rede global.
  • 9.
    Dados sobre anova rede principal  Ligações por caminho de ferro e estrada a 94 grandes portos europeus  Ligações, por caminho de ferro, de 38 aeroportos essenciais a grandes cidades  15 000 km de linhas férreas adaptadas à alta velocidade  35 projetos transfronteiras para reduzir os estrangulamentos  Criação de nove corredores essenciais  Cada corredor tem de incluir três modos de transporte, três Estados-Membros e dois troços transfronteiras
  • 10.
    Corredores da redeprincipal – 9 corredores  2 corredores com uma dimensão Norte-Sul:  Escandinavo-Mediterrânico  Reno-Alpes  7 corredores com uma verdadeira dimensão Este-Oeste:  Báltico-Adriático  Mar do Norte-Báltico  Mediterrânico  Oriente-Mediterrâneo Oriental  Atlântico  Mar do Norte-Mediterrâneo  Reno-Danúbio
  • 11.
    Nova Rede Transeuropeiade Infraestruturas
  • 12.
    Corredores da redeprincipal — descrição sucinta  Corredor Báltico—Adriático:  eixo rodoferroviário, liga o Báltico ao Mar Adriático através de zonas industrializadas: sul da Polónia (Alta Silésia), Viena e Bratislava, região alpina oriental e norte da Itália  Corredor Mar do Norte—Báltico:  liga os portos da costa oriental do Mar Báltico aos portos do Mar do Norte. Ligará a Finlândia à Estónia por transbordador (ferry) e oferecerá ligações rodoviárias e ferroviárias modernas entre, por um lado, os três Estados bálticos e, por outro, a Polónia, a Alemanha, os Países Baixos e a Bélgica. Inclui ainda, entre o rio Oder e portos alemães, neerlandeses e flamengos, ligações fluviais, como o «Mittelland-Kanal». O projeto mais importante é o «Rail Baltic», uma linha ferroviária de bitola europeia entre Taline, Riga, Kaunas e o nordeste da Polónia.  Corredor Mediterrânico:  liga a Península Ibérica à fronteira húngaro-ucraniana, é constituído por ligações rodoviárias e ferroviárias.
  • 13.
     Corredor Oriente/MediterrâneoOriental:  liga as interfaces marítimas do Mar do Norte, Mar Báltico, Mar Negro e Mediterrâneo, otimizando a utilização dos portos em causa e das respetivas «autoestradas do mar». Estende-se, por mar, da Grécia a Chipre.  Corredor Escandinavo—Mediterrânico:  é um eixo norte—sul fundamental para a economia europeia que liga os grandes centros urbanos e portos da Escandinávia e do norte da Alemanha aos portos italianos e a Valeta, passando pelos centros industrializados de elevada produção do sul da Alemanha, da Áustria e do norte da Itália. Estende-se, por mar, do sul da Itália e da Sicília a Malta.  Corredor Reno—Alpes:  é um corredor multimodal, uma das mais frequentadas vias de transporte de mercadorias da Europa, ligando os portos de Roterdão e Antuérpia, no Mar do Norte, à bacia mediterrânica, em Génova, através da Suíça, de alguns dos grandes centros económicos das regiões Reno—Ruhr e Reno—Meno—Neckar, e da aglomeração de Milão, no norte da Itália.
  • 14.
     Corredor Atlântico: liga a parte ocidental da Península Ibérica e os portos de Havre e Ruão a Paris e a Mannheim/Estrasburgo, com linhas ferroviárias de alta velocidade e linhas convencionais, incluindo também o Sena como via fluvial e uma vertente marítima com um papel fundamental.  Corredor Mar do Norte—Mediterrâneo:  corredor multimodal da Irlanda e do norte do Reino Unido até ao Mediterrâneo, no sul de França, passando pelos Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo, inclui vias navegáveis interiores no Benelux e em França.  Corredor Reno—Danúbio:  tem como espinha dorsal os rios Meno e Danúbio, liga as regiões centrais vizinhas de Estrasburgo e Frankfurt, através do sul da Alemanha, a Viena, Bratislava, Budapeste e, por último, o Mar Negro.
  • 15.
    O que diza mais recente publicação do INE – Instituto Nacional de Estatística – sobre os Transportes e Comunicações 2012
  • 16.
    Em 2012, emPortugal, …  9,0% foi a redução da extensão da rede ferroviária (2 541,2 km) correspondendo a 70,2% da extensão total (3 619,2 km)  15,1% foi o aumento do número de veículos de tração, principalmente no parque de automotoras a diesel  -11,3% foi a redução do número de passageiros transportados no sistema ferroviário -14,5% foi a diminuição do número de passageiros no metropolitano de Lisboa  -2,2% foi a diminuição registada no metropolitano do Porto  4,3% foi o aumento do volume de mercadorias transportadas por comboio.
  • 17.
     31,4% foio acréscimo de mercadorias descarregadas com origem externa  -26,9% foi a redução verificada nas mercadorias carregadas com destino internacional
  • 18.
     16,4% darede rodoviária nacional classificados como itinerários principais  13,0% da rede rodoviária classificados como itinerários complementares  Porto, Braga e Lisboa apresentaram os maiores índices de densidade da rede rodoviária (nº de km por cada 1 000 km²)  -32,9% foi registado na quantidade de mercadorias transportadas  8,1 km foi a distância média percorrida por passageiro no serviço nacional de transporte rodoviário de passageiros  1 208,6 km foi a distância média percorrida por passageiro no serviço internacional
  • 19.
     8,3% foio aumento de mercadorias carregadas nos portos nacionais  -3,7% foi registado nas mercadorias descarregadas  42,5% foi o peso do porto de Sines no movimento do tráfego internacional, principalmente, “granéis líquidos” e “contentores”  87,9% foi o peso do transporte fluvial na travessia do Rio Tejo  Todas as travessias fluviais – Rio Tejo, Laguna de Aveiro e Rio Sado – registaram decréscimos
  • 20.
    Extensão da RedeRodoviária Nacional Indicadores de Extensão da rede rodoviária nacional, em 2012 Tipo de estradas % IP 16 IC 13 Estradas nacionais 37 Estradas regionais 34 Total 100,0
  • 21.
    Redes transeuropeias- síntese RedeObjetivos/caraterização RTE-Transporte (RTE-T) Abrangem o transporte rodoviário e combinado, as vias navegáveis e os portos marítimos e a rede europeia de alta velocidade. Ainda, os sistemas inteligentes de gestão de transportes e o Galileo, o sistema europeu de radionavegação por satélite RTE-Energia (RTE-E) Envolvem os setores da eletricidade e do gás natural. Visam a criação de um mercado único de energia e a segurança dos aprovisionamentos RTE-Telecomunicações (eTen) Procuram desenvolver serviços eletrónicos baseados nas redes de telecomunicações, com grande destaque para os serviços públicos, serviços que estão no cerne da iniciativa “eEurope: uma sociedade de informação para todos”. Contribuições: FEDER, FC, BEI E FEI Política comum dos transportes – eliminar os obstáculos nas fronteiras entre os Estados-Membros
  • 22.
    Serviço de transportenacional: repartição dos passageiros- quilómetro transportados (%) por NUTS II, 2012 Serviço de transporte internacional: repartição dos passageiros transportados (%) por países de origem/destino, 2012
  • 23.
    Embarcações de mercadorias nosportos nacionais Embarcações de passageiros nos portos nacionais
  • 24.
  • 25.
    Mercadorias movimentadas nosportos, segundo o tipo de tráfego, 2012
  • 27.
    Alguns conceitos Fonte –INE, Estatísticas dos Transportes e Comunicações 2012
  • 28.
     Autoestrada –estrada especialmente projetada dispondo de faixas de rodagem separadas para cada sentido, que não se cruza ao mesmo nível com qualquer outra via e está sinalizada como tal.  Circulação – movimento de veículos na rede considerada  Contentor – equipamento de transporte de caráter duradouro, suficientemente resistente para suportar utilizações sucessivas, podendo ser transportado por um ou vários modos de transporte e concebido para ser facilmente carregado e descarregado  Linha – uma ou mais vias principais adjacentes que ligam dois pontos da rede  Rede – conjunto de linhas-férreas ou de vias de comunicação  Transporte – movimento de pessoas ou de mercadorias numa determinada rede
  • 29.
     Rede Nacional– rede de estradas que assegura as comunicações públicas rodoviárias do Continente, desempenhando funções de interesse nacional ou internacional integrando a Rede Nacional Fundamental (IP) e a Rede Nacional Complementar (IC).  Arqueação Bruta (GT) – medida do volume total de uma embarcação  Cais – estrutura para acostagem de embarcações, carga e descarga de mercadorias e embarque e desembarque de passageiros  Carga Roll-on/Roll-off (Carga Ro-Ro) – unidades Ro-Ro e mercadorias (em contentor ou não) em unidades Ro-Ro que entrem ou saiam do navio que as transporta por mar.
  • 30.
     Embarcação decabotagem – a que navega dentro das zonas que incluem  Portos da costa atlântica da Europa, a sul de 61ºN, incluindo todos os portos do Mar Báltico e Ilhas Britânicas  Portos do Mediterrâneo e do Mar Negro  Portos da Costa Africana, desde o Estreito de Gibraltar ao extremo sul da Serra Leoa, incluindo Cabo Verde  Todos os portos das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira  Fundo do cais – altura da água referida ao nível do zero hidrográfico, na bacia de acostagem junto ao cais.  Terminal de contentores – terminal munido de equipamento especializado para movimentação vertical e horizontal de contentores e dotado de parques para o seu estacionamento  Terminal Ro/Ro – terminal munido de uma ou mais rampas destinadas à movimentação horizontal navio-terra, de veículos, chassis ou cargas sobre rodas e dotado de parques para o seu estacionamento.