A INSERÇÃO NAS
REDES
TRANSEUROPEIAS
REDE TRANSEUROPEIA DE TRANSPORTES
A Política Comum dos Transportes (PCT), apesar de institucionalizada
no Tratado de Roma, tardou a ser definida e aplicada. Só no Tratado de
Maastrich foram traçadas as suas bases políticas, institucionais e
orçamentais.
Fig. Noção de modo de transporte.
Pág. 178
REDE TRANSEUROPEIA DE TRANSPORTES
 Assimetrias geográficas ao nível das infraestruturas e das
empresas de transportes.
 Congestionamento de vários eixos europeus.
 Disparidades no crescimento dos diferentes modos de transporte,
com um largo predomínio do rodoviário.
 Crescimento da dependência do setor dos transportes face ao
petróleo.
 Aumento dos custos económicos e do impacte ambiental.
PROBLEMAS POR RESOLVER
Pág. 178
Fig. Tráfego rodoviário.
REDE TRANSEUROPEIA DE TRANSPORTES
Um dos grandes objetivos da PCT continua a ser a construção de uma
Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T).
Pág. 178
A INSERÇÃO DAS REDES NACIONAIS NA REDE TRANSEUROPEIA
DE TRANSPORTES
As redes
portuguesas dos
diferentes modos de
transporte tendem a
integrar-se cada vez
mais nas redes
europeias.
Pág. 180
Fig. Comboio de alta velocidade.
A INSERÇÃO DAS REDES NACIONAIS NA REDE TRANSEUROPEIA
DE TRANSPORTES
A construção da Rede Ferroviária de Alta Velocidade (RAVE) é uma
das condições necessárias para a integração de Portugal na Rede
Transeuropeia de Transportes.
OBJETIVOS
 Aproximar pessoas e
empresas.
 Gerar riqueza e
desenvolvimento económico
e preparar o país para o
futuro.
 Assegurar uma maior
eficiência energética e
reduzir a dependência dos
combustíveis fósseis.
Este projeto, devido à
situação económica e
financeira do país, sofreu um
adiamento e só deverá
avançar a partir de 2015.
Fig. Rede de Alta Velocidade.
Pág. 181
REDES TRANSEUROPEIAS DE DISTRIBUIÇÃO E TRANSPORTE DE
ENERGIA
Política energética que permita:
 Aumentar a competitividade da União face ao exterior.
 Fazer um melhor aproveitamento energético – aumentar a eficiência.
 Garantir o abastecimento em todo o território Comunitário.
Fig. Rede transporte de energia
REDES TRANSEUROPEIAS DE DISTRIBUIÇÃO E TRANSPORTE DE
ENERGIA
MERCADO INTERNO DA ENERGIA
Pág. 182
REDES TRANSEUROPEIAS DE DISTRIBUIÇÃO E TRANSPORTE DE
ENERGIA
PRIORIDADES:
1. Alcançar uma eficiência energética na Europa (limitar o consumo de
energia de modo a atingir 20% de poupança até 2020).
2. Construir um mercado europeu integrado de energia.
3. Capacitar os consumidores e alcançar o mais alto nível de segurança/
proteção.
4. Ampliar a liderança da Europa no desenvolvimento de tecnologia
energética e na inovação.
5. Reforçar a dimensão externa do mercado energético da UE.
ESTRATÉGIA ENERGÉTICA EUROPEIA
Pág. 182
Fig. Rede de transporte de energia elétrica.Fig. Rede de transporte gás natural.
 no setor do gás natural – a sua introdução em novas regiões, o
aumento da capacidade de receção e armazenamento e o alargamento
das redes de distribuição.
REDES TRANSEUROPEIAS DE DISTRIBUIÇÃO E TRANSPORTE DE
ENERGIA
Na construção das redes transeuropeias de energia são prioridades:
 no setor da eletricidade – a conexão de redes ainda isoladas, a
ligação entre as redes de todos os Estados-membros e o
desenvolvimento de ligações com Estados terceiros;
Pág. 182
REDES TRANSEUROPEIAS DE DISTRIBUIÇÃO E TRANSPORTE DE
ENERGIA
Fig. Rede Transeuropeia de Distribuição de Eletricidade.
Os projetos prioritários
da Rede
Transeuropeia de
Eletricidade têm em
conta não só o
mercado interno, mas
também as ligações
aos países candidatos
e ao Norte de África.
Fig. Rede Transeuropeia de Distribuição de Gás Natural.
A Rede Transeuropeia
de Gás Natural inclui
ainda ligações a todo o
Leste Europeu e a
vários países da Ásia.
Pág. 183
REDE TRANSEUROPEIA DE TRANSPORTES
ATIVIDADE:
Um dos grandes objetivos da Política Comum dos Transportes continua a
ser a construção de uma Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T). No
entanto existem ainda alguns problemas por solucionar.
1 – Diga quais são esses problemas.
Verificar respostaPág. 178
FIM DA
APRESENTAÇÃO

A inserção nas redes transeuropeias

  • 1.
  • 2.
    REDE TRANSEUROPEIA DETRANSPORTES A Política Comum dos Transportes (PCT), apesar de institucionalizada no Tratado de Roma, tardou a ser definida e aplicada. Só no Tratado de Maastrich foram traçadas as suas bases políticas, institucionais e orçamentais. Fig. Noção de modo de transporte. Pág. 178
  • 3.
    REDE TRANSEUROPEIA DETRANSPORTES  Assimetrias geográficas ao nível das infraestruturas e das empresas de transportes.  Congestionamento de vários eixos europeus.  Disparidades no crescimento dos diferentes modos de transporte, com um largo predomínio do rodoviário.  Crescimento da dependência do setor dos transportes face ao petróleo.  Aumento dos custos económicos e do impacte ambiental. PROBLEMAS POR RESOLVER Pág. 178
  • 4.
    Fig. Tráfego rodoviário. REDETRANSEUROPEIA DE TRANSPORTES Um dos grandes objetivos da PCT continua a ser a construção de uma Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T). Pág. 178
  • 5.
    A INSERÇÃO DASREDES NACIONAIS NA REDE TRANSEUROPEIA DE TRANSPORTES As redes portuguesas dos diferentes modos de transporte tendem a integrar-se cada vez mais nas redes europeias. Pág. 180
  • 6.
    Fig. Comboio dealta velocidade. A INSERÇÃO DAS REDES NACIONAIS NA REDE TRANSEUROPEIA DE TRANSPORTES A construção da Rede Ferroviária de Alta Velocidade (RAVE) é uma das condições necessárias para a integração de Portugal na Rede Transeuropeia de Transportes. OBJETIVOS  Aproximar pessoas e empresas.  Gerar riqueza e desenvolvimento económico e preparar o país para o futuro.  Assegurar uma maior eficiência energética e reduzir a dependência dos combustíveis fósseis. Este projeto, devido à situação económica e financeira do país, sofreu um adiamento e só deverá avançar a partir de 2015. Fig. Rede de Alta Velocidade. Pág. 181
  • 7.
    REDES TRANSEUROPEIAS DEDISTRIBUIÇÃO E TRANSPORTE DE ENERGIA Política energética que permita:  Aumentar a competitividade da União face ao exterior.  Fazer um melhor aproveitamento energético – aumentar a eficiência.  Garantir o abastecimento em todo o território Comunitário. Fig. Rede transporte de energia REDES TRANSEUROPEIAS DE DISTRIBUIÇÃO E TRANSPORTE DE ENERGIA MERCADO INTERNO DA ENERGIA Pág. 182
  • 8.
    REDES TRANSEUROPEIAS DEDISTRIBUIÇÃO E TRANSPORTE DE ENERGIA PRIORIDADES: 1. Alcançar uma eficiência energética na Europa (limitar o consumo de energia de modo a atingir 20% de poupança até 2020). 2. Construir um mercado europeu integrado de energia. 3. Capacitar os consumidores e alcançar o mais alto nível de segurança/ proteção. 4. Ampliar a liderança da Europa no desenvolvimento de tecnologia energética e na inovação. 5. Reforçar a dimensão externa do mercado energético da UE. ESTRATÉGIA ENERGÉTICA EUROPEIA Pág. 182
  • 9.
    Fig. Rede detransporte de energia elétrica.Fig. Rede de transporte gás natural.  no setor do gás natural – a sua introdução em novas regiões, o aumento da capacidade de receção e armazenamento e o alargamento das redes de distribuição. REDES TRANSEUROPEIAS DE DISTRIBUIÇÃO E TRANSPORTE DE ENERGIA Na construção das redes transeuropeias de energia são prioridades:  no setor da eletricidade – a conexão de redes ainda isoladas, a ligação entre as redes de todos os Estados-membros e o desenvolvimento de ligações com Estados terceiros; Pág. 182
  • 10.
    REDES TRANSEUROPEIAS DEDISTRIBUIÇÃO E TRANSPORTE DE ENERGIA Fig. Rede Transeuropeia de Distribuição de Eletricidade. Os projetos prioritários da Rede Transeuropeia de Eletricidade têm em conta não só o mercado interno, mas também as ligações aos países candidatos e ao Norte de África. Fig. Rede Transeuropeia de Distribuição de Gás Natural. A Rede Transeuropeia de Gás Natural inclui ainda ligações a todo o Leste Europeu e a vários países da Ásia. Pág. 183
  • 11.
    REDE TRANSEUROPEIA DETRANSPORTES ATIVIDADE: Um dos grandes objetivos da Política Comum dos Transportes continua a ser a construção de uma Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T). No entanto existem ainda alguns problemas por solucionar. 1 – Diga quais são esses problemas. Verificar respostaPág. 178
  • 12.