SlideShare uma empresa Scribd logo
Exemplos de soluções
proporcionadas pelas novas
tecnologias em cidades
inteligentes /sustentáveis
Casos retiradosda newsletter darevista Smart City
2
Numa parceria entre a Santa
Casa da Misericórdia do Porto
(SCMP) e a Fundação Vodafone,
em 4 de maio de 2018, foi
anunciado este projeto piloto
assente numa plataforma de
gestão da Internet das Coisas
(IoT) - “incremento, otimização e
transformação.” , sugestão de tradução de
Mário Vaz , CEO da Vodafone
Objetivo:
ü Monitorizar as condições de saúde em
tempo real diretamente a partir da
habitação dos idosos
ü Promover o controlo de doenças crónicas
ü Prevenir doenças
ü Disponibilizar cuidados, apoio social e
atividades de lazer.
Como?
ü Equipando as casas dos idosos com
tecnologia que permita recolher dados,
interpretar padrões e, depois, comunicar e
alertar.
ü Tirando partido da capacidade
interpretativa da plataforma, identificar
automaticamente disfunções, emitir
alertas e, assim, prevenir doenças e
detetar eventuais problemas de saúde na
sua fase inicial.
Primeira fase de implementação:
Participação de “entre 10 e 20 pessoas”,
TUB – Transportes Urbanos de Braga:
ü Trabalham em conjunto com a IBM, a Cisco, a
BOSCH, a Siemens, a BSB e outras
empresas nos sistemas críticos dos TUB
ü Pretendem ser reconhecidos no domínio da
mobilidade urbana integrada
ü Conduzem a sua atividade fixada em valores
como conforto e acessibilidade, informação e
partilha, património, transparência e pertença.
ü Buscam criar novos meios e mecanismos de
servir os seus clientes, reconhecendo a
importância e valor da informação e na
disponibilização desta.
A interoperabilidade e a implementação entre os
diversos SI, tecnologicamente diferentes, é o
mote para o Centro Nervoso da Cidade, em que
diversos sistemas, já em testes nos diversos
projetos vão permitir manter a cidade conectada
e alimentar uma nova mobilidade digital.
3
Qual a ligação entre a quarta revolução industrial – indústria
4.0 - e a mobilidade digital?
q Na quarta revolução industrial – a revolução tecnológica – a
mobilidade tem um destaque na proximidade entre as pessoas.
q A sociedade de hoje encara novas preocupações: alterações
climáticas, sobrepopulação, escassez de recursos naturais, procura
de soluções inteligentes e partilhadas.
q Hoje, temos os Millennials (Geração Y, nascidos entre 1980 e 1990) e
a Geração Z (indivíduos nativos digitais) - duas gerações mais
desapegadas aos bens materiais, mais ligadas à internet, a geração
mais multirracial e liberal que já existiu.
q São gerações que não têm carro próprio por opção e optam por
transportes inteligentes.
4
q Este comportamento geracional que se tem verificado tem uma forte
ligação à nova revolução industrial, a Indústria 4.0 - uma revolução
que se distingue pela rapidez com que as mudanças estão a
acontecer na sociedade.
q Esta revolução industrial interfere, obviamente, no mundo dos
transportes e da mobilidade.
q A tecnologia existente na cidade e no seu sistema de transportes
públicos (parte do sistema de transportes da cidade) é cada vez mais
fundamental para apoiar a gestão da mobilidade da cidade.
qOs sistemas de transportes públicos possuem sistemas críticos para o
seu funcionamento. Entre os diversos sistemas estão o SAE –
Sistema de Ajuda à Exploração e o Sistema de Bilhética.
5
FEUP revoluciona sistema de
bilhética dos transportes públicos no
Porto
(...) Anda, a nova aplicação móvel do
sistema Andante desenvolvida pelos
Transportes Intermodais do Porto (TIP) em
estreita colaboração com os operadores de
transportes e a Faculdade de Engenharia da
U.Porto (FEUP), é uma aplicação, totalmente
inovadora na área de bilhética:
ü Permite uma experiência de utilização
simplificada do sistema de transportes
públicos
ü Desmaterializa o título de transporte
numa App
ü É pioneira na capacidade de otimizar o
tarifário mensal apresentado a cada
cliente, tendo em conta a sua utilização
efetiva.
Raquel Pires, FEUP
6
A partir de abril vai ser possível
utilizar o Metro do Porto, os
autocarros da STCP e dos
operadores privados (nas linhas que
integram o Andante) e os comboios
urbanos do Porto validando, apenas
e só, com o telemóvel.
https://noticias.up.pt/feup-revoluciona-sistema-de-bilhetica-dos-
transportes-publicos-no-porto/
Foi lançado um novo serviço de mobilidade
fruto de uma parceria MobiCascais/Hertz,
que:
q É mais um sistema de transporte que
integra o Projeto MobiCascais
q Vai permitir a todos os que vivem, visitam
ou trabalham em Cascais usufruir do
transporte que mais se adequa às suas
necessidades
q Utiliza veículos 100% elétricos
q Implica a instalação da aplicação
24/7 City e respetivo registo do munícipe
aderente
q Possibilita fazer, na altura, a escolha do
carro disponível através de um
smartphone, tablet ou computador
7
Cascais ganha mais mobilidade com
lançamento do serviço 24/7 City
28-03-2018
O 24/7 City é fruto de uma parceria
MobiCascais/Hertz. Este serviço é
mais um sistema de transporte que
integra o MobiCascais, permitindo
assim, a todos os que vivem, visitam
ou trabalham em Cascais usufruir do
transporte que mais se adequa às
suas necessidades.https://www.mobicascais.pt/videos
O MobiCascais, surgiu em julho de 2016:
q Com o objetivo de integrar diferentes
modos de transporte
q Contribuindo para a transferência das
deslocações em transporte individual para
os transportes coletivos e mobilidade
suave.
q Contribuindo, ainda, para uma mobilidade
amiga dos utilizadores e do ambiente,
mais eficiente nos meios e com impacto
na área metropolitana de Lisboa
q Garantindo a coerência dos sistemas e
sustentabilidade dos processos.
8
https://youtu.be/ig37hNSdKOw
Autocarros, comboios, bicicletas e
estacionamento fazem parte de um
único sistema integrado que mudou
Cascais: nos serviços, nas
distâncias, para todos os que
vivem, trabalham ou visitam o
concelho.
Rock in Rio Lisboa e Vodafone
transformam Bela Vista numa
cidade inteligente
As soluções implementadas (...) têm como
base a tecnologia Internet of Things (IoT), o
que permitirá a monitorização em tempo
real de cinco áreas centrais para o festival –
energia, água, ambiente, mobilidade e
diversão – num único Centro de Controlo
Operacional:
q Energia - será feita a medição dos usos
e a gestão centralizada da rede com
exatidão nas zonas mais estratégicas do
evento... Através da monitorização, irá
ser possível implementar estratégias
preventivas e/ou corretivas em tempo
real
q Água – através de sensores instalados
nos depósitos de abastecimento é
permitido à organização atuar de forma
rápida quando os níveis se aproximem
do limite mínimo recomendável
9
15 junho 2018
(Fotografia: AgenciaZero.net)
Rock in Rio (RiR) Lisboa volta a
apostar em soluções inteligentes
(...) Em 2018, a Smart Rock City
dá lugar ao projeto Vodafone
Digital Rock.
.
qAmbiente – avaliação dos parâmetros ambientais (qualidade do ar,
concentração de CO2, gases, fumos ou partículas) através da solução
SmartAir; instalação de um anemómetro para registo da direção e velocidade
do vento durante os espetáculos para apoio da execução dos trabalhos em
altura e maximizar a segurança dos colaboradores.
qMobilidade - dar resposta às necessidades digitais dos participantes
disponibilizando Wi-Fi gratuito e a divulgando a agenda e outras novidades do
festival nos ecrãs dos autocarros que transportam os visitantes para o recinto.
qDiversão - solução Smart Check-in registará as inscrições nas atrações de
diversão existentes no recinto no formato digital. O utente descarrega a
aplicação do RiR, regista-se na atração que pretende utilizar e escolhe o
horário, dentro da disponibilidade existente. A aplicação confirmará a hora
prevista de entrada e gerará um QRCode que permitirá o acesso.
10
“A Digital Rock City mostra como o Rock in Rio-Lisboa evolui, ano após ano,
para acompanhar quer as tendências de um universo cada vez mais digital,
quer a evolução das necessidades, comportamentos e expetativas dos
diferentes públicos que passam pelo evento”
Câmara de Guimarães começou a
mudar iluminação pública para
tecnologia LED
Com a medida, a autarquia prevê reduzir até
65% o uso de eletricidade.
Estas mudanças surgem de uma parceria da
edilidade vimaranense com as empresas
Siemens e a Osram.
Os candeeiros possuem lâmpadas LED de
32W e 61W, que apresentam diversas
vantagens:
q Mais económicas
q De menor manutenção
q uma vida de útil mais extensa
Estas alterações mostram que a cidade
berço:
q Está a investir no futuro
q Poupa nos recursos
q Melhora as condições de vida dos seus
munícipes
q Aumenta a qualidade da iluminação
pública, a segurança dos munícipes
q Reforça a sustentabilidade da cidade
11
Guimarães está a reduzir a sua
fatura energética através da
substituição dos candeeiros de
iluminação pública por
equipamentos mais eficientes
com tecnologia LED.
Muralha de Guimarães cujas obras,, começadas no
reinado de Afonso III (por volta de 1265), terminaram
já no século XIV (em 1318)
Extraídos e adaptados da revista Smart City
12
A interação entre o espaço físico da cidade e
a comunidade implica que, os espaços
públicos, sejam atrativos e, para tal, é
importante a presença de capital humano
que crie atividade, que dinamize e revitalize
esses mesmos espaços. Uma das funções
urbanas que melhor responde a essa
pretensão é a comercial.
De facto, a relação interdependente entre a
cidade e o comércio é destacada por vários
autores que, por variadíssimas razões,
classificam o comércio como “uma função
eminentemente urbana”.
Pirenne afirma que “as cidades são filhas do
comércio”; Max Weber acredita que “a cidade
é um lugar de mercado”; e Teresa Barata
Salgueiro defende que estas atividades de
troca “explicam a localização das urbes em
pontos estratégicos das vias de
comunicação”
13
CIDADES OCUPADAS, CIDADES
COM VIDA
Publicado por Sara Leite | Mai 8,
2018
“As cidades são como os seres
humanos: têm um corpo e têm
uma alma. (…) O corpo das cidades
são as ruas, as praças, carros,
lojas, bancos, escritórios, fábricas,
coisas materiais. A alma, ao
contrário, são os pensamentos e
sentimentos dos que nela moram.”
A relação interdependente entre a cidade e o comércio traduz-se na sua
importância para a vitalidade e viabilidade da cidade em quatro pontos:
q Como elemento importante da economia urbana, participando diretamente na
criação de riqueza e de emprego;
q Como contributo para a definição de núcleos urbanos, com capacidade para
atrair visitantes e fixar moradores;
q Como elemento decisivo da paisagem urbana, moldando e transformando as
ruas e praças da cidade;
q Como meio de intervenção urbanística, tornando-se visível a importância
deste sector como forma de regenerar e revitalizar centros urbanos em
declínio.
Exemplo disso foram os programas municipais implementados à escala
nacional (ex. PROCOM, URBCOM) e projetos atuais de reabilitação e
regeneração urbana (ex. Porto Vivo, Rés-do-chão) que têm surgido nos últimos
anos.
14
Cidades ocupadas, Cidades com vida (cont.)
Os comerciantes:
q Trabalham diariamente na cidade
q Ativam todos os dias o sistema urbano, abrindo o seu estabelecimento para
receber os utilizadores da cidade
q Têm uma relação privilegiada com o espaço público dado o seu
posicionamento no piso térreo
q Influem diretamente nas dinâmicas da cidade
Afinal de contas, quando os pisos térreos se encontram abertos, é possível
trazer nova vida à cidade, atrair novos visitantes, incentivar à reabilitação do
edificado e à procura habitacional, fixando a população.
15
A Internet das Coisas (IoT), permite criar um
verdadeiro Ciberespaço com um enorme
potencial de aplicações.
A aplicação e a exploração das tecnologias
digitais disponíveis (no caso de equipamentos
digitais pessoais) no ambiente das cidades,
irão criar um ecossistema de informação cujo
aproveitamento será perfeitamente possível.
Mas haverá vontade e/ou engenho para
conduzir essa evolução, colocando-a ao
serviço da cidade e dos cidadãos?
Se a resposta for sim, então teremos
realmente Cidades Inteligentes.
Se a resposta for não, contudo, a miragem da
smart city continuará a ser um excelente tema
para promover a própria evolução da
tecnologia – num cenário mais monopolista,
teremos estacionamento “inteligente”, gestão
energética “inteligente”, tráfego “inteligente”,
etc., mas não necessariamente integrado,
como necessário para a Cidade Inteligente.
16
A tecnologia digital faz parte
integrante do estilo de vida
contemporâneo, de uma forma cada
vez mais ubíqua, seguindo uma
lógica evolutiva. Na condução dessa
evolução, existem dois
pressupostos: os componentes
microeletrónicos e as redes de
comunicação de dados.
Um pouco por todo o mundo, espera-se que
a pressão hídrica se vá acentuando. Portugal
não escapa e a Península Ibérica está
identificada como uma das zonas com mais
elevado risco de stress hídrico da Europa.
O tema da água é fundamental para alcançar
qualquer um dos 17 Objetivos para o
Desenvolvimento Sustentável (ODS) das NU.
A gestão sustentável deste recurso vai ser
determinante para garantir a segurança de
abastecimento alimentar, o acesso a energia
limpa ou ainda a saúde e bem-estar das
populações. Mas, até 2030, os desafios
serão imensos. Garantir a disponibilidade de
fontes de água potável nas áreas urbanas,
aponta para três grandes fatores a
considerar: o aumento da população urbana
(cerca de 5 mil milhões de pessoas); uma
diminuição de 40% na água potável
disponível; e um aumento na ordem dos 55%
das necessidades de consumo nos centros
urbanos.
17
A água não é um bem adquirido.
Nas nossas cidades, a gestão
da água vai muito além do
poupar na torneira. É, sim, lidar
com uma força da natureza.
§ A pressão exercida por estes fatores será imensa e, a eles, junta-se
ainda o grande vilão dos nossos tempos: as alterações climáticas.
§ As áreas urbanas têm um papel crucial e a batalha passa pelo
aumento da resiliência das cidades. Como? Na forma como gerem a
água.
§ “O grande drama é que as cidades foram crescendo sem qualquer
planeamento de escoamento, canalizaram-se os rios e
impermeabilizaram-se as bacias hidrográficas”. Esta falta de
planeamento sustentável e equilibrado do ponto de vista ecológico da
cidade traz consigo inúmeros riscos, que são agora agravados pelas
alterações climáticas. “Se construímos em zonas de risco de
inundação é certo que vamos ter cheias. Por causa da
impermeabilização, na cidade a água corre muito mais rapidamente do
que no campo”
§ O que fazer, então? “primeiro, restituir os rios às cidades e não
construir em zonas de risco de inundação; segundo, usar a inovação
tecnológica para monitorizar de forma eficiente a precipitação, o
escoamento, os caudais, etc., e, assim, evitar as cheias em zonas
urbanas”. E quando não chove? “planear, monitorizar, utilizar a
tecnologia ao nosso dispor para saber que água temos disponível e
gastá-la eficientemente, sempre com a perspetiva de ter uma almofada
confortável para o próximo ano, porque nunca sabemos o que vai
suceder”.
18
“Uma nova era digital começa a ter um impacto
enorme nas nossas vidas, na forma como nos
relacionamos, como fazemos negócios, tal
como a eletricidade o fez em finais do século
XIX, numa onda de inovação que está a tornar
indistintas as fronteiras entre a energia e o
espaço digital com novos modelos económicos
e oportunidades ... é fundamental continuar a
apostar nas soluções e nas tecnologias que
permitem uma reabilitação energética, que vão
além do básico da distribuição elétrica e que
são mais eficientes, fiáveis, seguras, escaláveis
e com elevado desempenho” Carlos Duarte.
A eficiência energética dos edifícios tem estado
debaixo de olho da Comissão Europeia e as
novas construções vão seguindo requisitos de
desempenho cada vez mais rigorosos,
impostos por diplomas com aplicação nas leis
nacionais de cada Estado-Membro. Embora
existam regras também para os edifícios
existentes, os requisitos não são ainda tão
exigentes como os para a nova construção.
19
Na busca da eficiência global das
cidades, a reabilitação urbana
tem uma palavra a dizer. A
inovação digital está entre as
soluções disponíveis para
melhorar o desempenho
energético dos edifícios e reduzir
a pegada ambiental das cidades.
A União Europeia é uma das áreas mais
urbanizadas do mundo. Atualmente, mais de
70% dos cidadãos europeus vivem em áreas
urbanas. As Nações Unidas preveem que em
2050 esta percentagem atinja 80%. O
desenvolvimento das Áreas Urbanas terá́ um
importante impacto no desenvolvimento
sustentável futuro (económico, ambiental e
social) da União Europeia e dos seus
cidadãos.
As Áreas Urbanas de todas as dimensões
têm a capacidade para ser forças motrizes da
economia, que impulsionam o crescimento,
criam emprego para os cidadãos e reforçam a
competitividade da Europa numa economia
globalizada. Atualmente, 73% de todos os
empregos e 80% dos cidadãos com idades
compreendidas entre os 25 e os 64 anos com
formação superior encontram-se nas vilas,
cidades e periferias urbanas europeias. No
entanto, as Áreas Urbanas são também locais
onde desafios como a segregação, o
desemprego e a pobreza se concentram.
20
As Aéreas Urbanas
desempenham um papel
fundamental na prossecução
dos objetivos da UE e na
resolução de muitos dos
desafios mais prementes,
incluindo a atual crise de
refugiados
Da lista inicial dos Temas Prioritários da Agenda Urbana, destacam-se:
qTransição energética
Visa uma alteração estrutural a longo prazo dos sistemas energéticos, i.e.,
promover a utilização de energias renováveis e a eficiência energética. A
tónica será́ colocada em melhorar a eficiência energética (também em
edifícios), desenvolver abordagens inovadoras para o fornecimento
energético (por exemplo, sistemas locais) e aumentar a produção local de
energias renováveis.
qUtilização sustentável do solo e soluções baseadas na natureza
O objetivo é assegurar que as alterações nas Áreas Urbanas
(crescimento, redução e regeneração) respeitam o ambiente, melhorando
a qualidade de vida. Será dada ênfase à dispersão urbana, ao
desenvolvimento de zonas industriais e à renaturalização/ecologização de
Áreas Urbanas.
21
qEconomia circular
O objetivo é aumentar a reutilização, reparação, renovação e reciclagem
de materiais e produtos existentes para promover o crescimento e novas
oportunidades de emprego. A tónica será́ colocada na gestão dos
resíduos (transformação de resíduos em recursos), na economia
colaborativa e na eficiência dos recursos.
qPobreza urbana
Visa a redução da pobreza e melhorar a inclusão de pessoas em situação
ou em risco de pobreza em áreas críticas. Este tema incide sobre
questões ligadas à concentração estrutural da pobreza nos bairros
desfavorecidos e às soluções que é necessário conceber e aplicar no
âmbito de uma abordagem integrada:
§ Soluções de base local: regeneração urbana dos bairros
desfavorecidos;
§ Soluções baseadas nas pessoas: integração socioeconómica de
pessoas a viver em bairros desfavorecidos.
§ A enfâse será colocada na concentração espacial da pobreza
estrutural em bairros desfavorecidos (e a regeneração dessas áreas)
e na pobreza infantil.
22
qTransição digital
O objetivo é fornecer melhores serviços públicos aos cidadãos e criar
oportunidades de negócio. Será dada ênfase: à recolha de dados, melhor
utilização de dados abertos, gestão de dados, aos serviços digitais
(incluindo novas tecnologias) e à acessibilidade de serviços públicos
digitais a cidadãos com deficiência e idosos.
qMobilidade urbana
Visa uma mobilidade urbana eficiente e sustentável. Com enfoque: nos
transportes públicos, na mobilidade suave (deslocações a pé́, de bicicleta,
espaço público), na acessibilidade (para pessoas com deficiência, idosos,
jovens, etc.) e num transporte eficiente com boa conectividade interna
(local) e externa (regional).
23
A Economia Circular é um modelo de
desenvolvimento sustentável que parte do
princípio de que, com uma gestão adequada
dos recursos que já possuímos, é possível
continuar a desenvolver o bem-estar de todos
nós, ao mesmo tempo que regeneramos e
protegemos o resto da natureza.
Num modelo de Economia Circular, os
recursos energéticos e materiais que o nosso
planeta oferece são utilizados e devolvidos ao
sistema bio-socio-económico, criando um ciclo
virtuoso.
Minimizando o desperdício e instaurando uma
mudança de paradigma em relação àquilo que
entendemos por riqueza e prosperidade, é
possível produzir tudo o que precisamos e
para todos, em harmonia com o nosso sistema
terrestre.
24
O tipo de
economia que
se pretende
O tipo de
economia ainda
prevalecente
Fonte -
Economia circular já é uma realidade
na região de lisboa e vale do tejo
16/03/2018
A redução do consumo dos materiais em
geral (água, energia, matérias-primas,
alimentação, etc.) e a sua valorização é o
mote da Economia Circular, pelo que o
conceito assenta na lógica de uma maior
longevidade dos materiais através da
redução, reparação, remanufaturação,
reutilização, recuperação e reciclagem.
Cascais é um dos municípios destacados ...
com iniciativas como a aposta nas energias
renováveis e na eficiência energética; a
estratégia Terras de Cascais que integra o
desenvolvimento de hortas urbanas, a
promoção da alimentação local e a
dinamização de um Banco de Terras; a
implementação da mobilidade sustentável
com o MOBI Cascais; a introdução de um
sistema de recolha de resíduos inovador
(projeto Waste4Think); a mobilização pela
Cidadania Ambiental, entre outros.
25
Horta urbana em Cascais
(...) uma cidade “circular” é
também uma cidade mais
inteligente, sustentável, e por
isso, centrada nas pessoas.
Lixo indiferenciado, uma
expressão que tem de passar à
história
SARA CAMPOS | Junnho 14, 2018
“Uma das ideias motrizes da economia
circular é ... a transição para sistemas de
gestão de resíduos em que estes não sejam
encarados como o culminar de um processo,
mas, sim, como o início de um novo ciclo,
graças ao seu potencial de transformação e
reincorporação na cadeia produtiva enquanto
‘nova’ matéria-prima”.
Por isso, quanto mais aperfeiçoados, eficazes
e abrangentes forem os sistemas municipais
de recolha seletiva de resíduos, mais valor
acrescentado estaremos a criar. As cidades
que mais bem conseguirem fazer esta
transição serão, certamente, as primeiras
onde a expressão “lixo indiferenciado”
deixará de fazer sentido.
26
PAYT, é uma taxa paga pelos munícipes
relativa à recolha dos resíduos sólidos
urbanos que é agravada ou bonificada em
função da quantidade de lixo produzida ou da
correta separação (ou não) das embalagens.
Funchal e Guimarães, já
implementaram o sistema PAYT
- pay as you throw - uma
solução mais justa que
recompensa quem tem um
comportamento ambientalmente
mais correto.
MUDAR E ADAPTAR AS CIDADES
Mário Meireles| Junho 19, 2018
Muitas mudanças nas cidades foram
respostas a alterações na forma de
locomoção: da invenção da roda e a
chegada de carroças ao meio urbano à
introdução de transportes públicos,
seguindo-se de velocípedes, as cidades
sempre se foram adaptando, sem nunca
perder a necessidade de manter a
“humanidade” da cidade. Todavia, nos
últimos 100 anos a face das cidades foi-se
transformando, deixando de se ver tantas
pessoas a usufruírem dos espaços públicos
e passando estas a deslocarem-se em
carros.
No caminho entre os pontos de partida e de
chegada, a cidade passou a ser apenas
paisagem.
Estamos a matar as cidades e o futuro.
Daí que, é preciso haver coragem política
para restringir o uso do carro e mudar a face
da cidade ... adotar a bicicleta e o transporte
público como o seu meio de transporte.
27
As cidades existemhá milhares de
anos. Muitas delas foramsendo
abandonadas, mas, pelo menos,
desde 9000 a.C. que há cidades
permanentemente povoadas (...)
apontando-se que a mais antiga seja
Jericó. Desde o momento da sua
fundação até aos dias de hoje, as
cidades sempre tiveramde mudar
As cidades existem há milhares
de anos. Muitas delas foram
sendo abandonadas, mas, pelo
menos, desde 9000 a.C. que há
cidades permanentemente
povoadas (...) Desde o momento
da sua fundação até aos dias de
hoje, as cidades sempre tiveram
de mudar e se adaptar a novas
realidades.

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TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
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Cidades/Espaço urbano

  • 1. Exemplos de soluções proporcionadas pelas novas tecnologias em cidades inteligentes /sustentáveis Casos retiradosda newsletter darevista Smart City
  • 2. 2 Numa parceria entre a Santa Casa da Misericórdia do Porto (SCMP) e a Fundação Vodafone, em 4 de maio de 2018, foi anunciado este projeto piloto assente numa plataforma de gestão da Internet das Coisas (IoT) - “incremento, otimização e transformação.” , sugestão de tradução de Mário Vaz , CEO da Vodafone Objetivo: ü Monitorizar as condições de saúde em tempo real diretamente a partir da habitação dos idosos ü Promover o controlo de doenças crónicas ü Prevenir doenças ü Disponibilizar cuidados, apoio social e atividades de lazer. Como? ü Equipando as casas dos idosos com tecnologia que permita recolher dados, interpretar padrões e, depois, comunicar e alertar. ü Tirando partido da capacidade interpretativa da plataforma, identificar automaticamente disfunções, emitir alertas e, assim, prevenir doenças e detetar eventuais problemas de saúde na sua fase inicial. Primeira fase de implementação: Participação de “entre 10 e 20 pessoas”,
  • 3. TUB – Transportes Urbanos de Braga: ü Trabalham em conjunto com a IBM, a Cisco, a BOSCH, a Siemens, a BSB e outras empresas nos sistemas críticos dos TUB ü Pretendem ser reconhecidos no domínio da mobilidade urbana integrada ü Conduzem a sua atividade fixada em valores como conforto e acessibilidade, informação e partilha, património, transparência e pertença. ü Buscam criar novos meios e mecanismos de servir os seus clientes, reconhecendo a importância e valor da informação e na disponibilização desta. A interoperabilidade e a implementação entre os diversos SI, tecnologicamente diferentes, é o mote para o Centro Nervoso da Cidade, em que diversos sistemas, já em testes nos diversos projetos vão permitir manter a cidade conectada e alimentar uma nova mobilidade digital. 3
  • 4. Qual a ligação entre a quarta revolução industrial – indústria 4.0 - e a mobilidade digital? q Na quarta revolução industrial – a revolução tecnológica – a mobilidade tem um destaque na proximidade entre as pessoas. q A sociedade de hoje encara novas preocupações: alterações climáticas, sobrepopulação, escassez de recursos naturais, procura de soluções inteligentes e partilhadas. q Hoje, temos os Millennials (Geração Y, nascidos entre 1980 e 1990) e a Geração Z (indivíduos nativos digitais) - duas gerações mais desapegadas aos bens materiais, mais ligadas à internet, a geração mais multirracial e liberal que já existiu. q São gerações que não têm carro próprio por opção e optam por transportes inteligentes. 4
  • 5. q Este comportamento geracional que se tem verificado tem uma forte ligação à nova revolução industrial, a Indústria 4.0 - uma revolução que se distingue pela rapidez com que as mudanças estão a acontecer na sociedade. q Esta revolução industrial interfere, obviamente, no mundo dos transportes e da mobilidade. q A tecnologia existente na cidade e no seu sistema de transportes públicos (parte do sistema de transportes da cidade) é cada vez mais fundamental para apoiar a gestão da mobilidade da cidade. qOs sistemas de transportes públicos possuem sistemas críticos para o seu funcionamento. Entre os diversos sistemas estão o SAE – Sistema de Ajuda à Exploração e o Sistema de Bilhética. 5
  • 6. FEUP revoluciona sistema de bilhética dos transportes públicos no Porto (...) Anda, a nova aplicação móvel do sistema Andante desenvolvida pelos Transportes Intermodais do Porto (TIP) em estreita colaboração com os operadores de transportes e a Faculdade de Engenharia da U.Porto (FEUP), é uma aplicação, totalmente inovadora na área de bilhética: ü Permite uma experiência de utilização simplificada do sistema de transportes públicos ü Desmaterializa o título de transporte numa App ü É pioneira na capacidade de otimizar o tarifário mensal apresentado a cada cliente, tendo em conta a sua utilização efetiva. Raquel Pires, FEUP 6 A partir de abril vai ser possível utilizar o Metro do Porto, os autocarros da STCP e dos operadores privados (nas linhas que integram o Andante) e os comboios urbanos do Porto validando, apenas e só, com o telemóvel. https://noticias.up.pt/feup-revoluciona-sistema-de-bilhetica-dos- transportes-publicos-no-porto/
  • 7. Foi lançado um novo serviço de mobilidade fruto de uma parceria MobiCascais/Hertz, que: q É mais um sistema de transporte que integra o Projeto MobiCascais q Vai permitir a todos os que vivem, visitam ou trabalham em Cascais usufruir do transporte que mais se adequa às suas necessidades q Utiliza veículos 100% elétricos q Implica a instalação da aplicação 24/7 City e respetivo registo do munícipe aderente q Possibilita fazer, na altura, a escolha do carro disponível através de um smartphone, tablet ou computador 7 Cascais ganha mais mobilidade com lançamento do serviço 24/7 City 28-03-2018 O 24/7 City é fruto de uma parceria MobiCascais/Hertz. Este serviço é mais um sistema de transporte que integra o MobiCascais, permitindo assim, a todos os que vivem, visitam ou trabalham em Cascais usufruir do transporte que mais se adequa às suas necessidades.https://www.mobicascais.pt/videos
  • 8. O MobiCascais, surgiu em julho de 2016: q Com o objetivo de integrar diferentes modos de transporte q Contribuindo para a transferência das deslocações em transporte individual para os transportes coletivos e mobilidade suave. q Contribuindo, ainda, para uma mobilidade amiga dos utilizadores e do ambiente, mais eficiente nos meios e com impacto na área metropolitana de Lisboa q Garantindo a coerência dos sistemas e sustentabilidade dos processos. 8 https://youtu.be/ig37hNSdKOw Autocarros, comboios, bicicletas e estacionamento fazem parte de um único sistema integrado que mudou Cascais: nos serviços, nas distâncias, para todos os que vivem, trabalham ou visitam o concelho.
  • 9. Rock in Rio Lisboa e Vodafone transformam Bela Vista numa cidade inteligente As soluções implementadas (...) têm como base a tecnologia Internet of Things (IoT), o que permitirá a monitorização em tempo real de cinco áreas centrais para o festival – energia, água, ambiente, mobilidade e diversão – num único Centro de Controlo Operacional: q Energia - será feita a medição dos usos e a gestão centralizada da rede com exatidão nas zonas mais estratégicas do evento... Através da monitorização, irá ser possível implementar estratégias preventivas e/ou corretivas em tempo real q Água – através de sensores instalados nos depósitos de abastecimento é permitido à organização atuar de forma rápida quando os níveis se aproximem do limite mínimo recomendável 9 15 junho 2018 (Fotografia: AgenciaZero.net) Rock in Rio (RiR) Lisboa volta a apostar em soluções inteligentes (...) Em 2018, a Smart Rock City dá lugar ao projeto Vodafone Digital Rock. .
  • 10. qAmbiente – avaliação dos parâmetros ambientais (qualidade do ar, concentração de CO2, gases, fumos ou partículas) através da solução SmartAir; instalação de um anemómetro para registo da direção e velocidade do vento durante os espetáculos para apoio da execução dos trabalhos em altura e maximizar a segurança dos colaboradores. qMobilidade - dar resposta às necessidades digitais dos participantes disponibilizando Wi-Fi gratuito e a divulgando a agenda e outras novidades do festival nos ecrãs dos autocarros que transportam os visitantes para o recinto. qDiversão - solução Smart Check-in registará as inscrições nas atrações de diversão existentes no recinto no formato digital. O utente descarrega a aplicação do RiR, regista-se na atração que pretende utilizar e escolhe o horário, dentro da disponibilidade existente. A aplicação confirmará a hora prevista de entrada e gerará um QRCode que permitirá o acesso. 10 “A Digital Rock City mostra como o Rock in Rio-Lisboa evolui, ano após ano, para acompanhar quer as tendências de um universo cada vez mais digital, quer a evolução das necessidades, comportamentos e expetativas dos diferentes públicos que passam pelo evento”
  • 11. Câmara de Guimarães começou a mudar iluminação pública para tecnologia LED Com a medida, a autarquia prevê reduzir até 65% o uso de eletricidade. Estas mudanças surgem de uma parceria da edilidade vimaranense com as empresas Siemens e a Osram. Os candeeiros possuem lâmpadas LED de 32W e 61W, que apresentam diversas vantagens: q Mais económicas q De menor manutenção q uma vida de útil mais extensa Estas alterações mostram que a cidade berço: q Está a investir no futuro q Poupa nos recursos q Melhora as condições de vida dos seus munícipes q Aumenta a qualidade da iluminação pública, a segurança dos munícipes q Reforça a sustentabilidade da cidade 11 Guimarães está a reduzir a sua fatura energética através da substituição dos candeeiros de iluminação pública por equipamentos mais eficientes com tecnologia LED. Muralha de Guimarães cujas obras,, começadas no reinado de Afonso III (por volta de 1265), terminaram já no século XIV (em 1318)
  • 12. Extraídos e adaptados da revista Smart City 12
  • 13. A interação entre o espaço físico da cidade e a comunidade implica que, os espaços públicos, sejam atrativos e, para tal, é importante a presença de capital humano que crie atividade, que dinamize e revitalize esses mesmos espaços. Uma das funções urbanas que melhor responde a essa pretensão é a comercial. De facto, a relação interdependente entre a cidade e o comércio é destacada por vários autores que, por variadíssimas razões, classificam o comércio como “uma função eminentemente urbana”. Pirenne afirma que “as cidades são filhas do comércio”; Max Weber acredita que “a cidade é um lugar de mercado”; e Teresa Barata Salgueiro defende que estas atividades de troca “explicam a localização das urbes em pontos estratégicos das vias de comunicação” 13 CIDADES OCUPADAS, CIDADES COM VIDA Publicado por Sara Leite | Mai 8, 2018 “As cidades são como os seres humanos: têm um corpo e têm uma alma. (…) O corpo das cidades são as ruas, as praças, carros, lojas, bancos, escritórios, fábricas, coisas materiais. A alma, ao contrário, são os pensamentos e sentimentos dos que nela moram.”
  • 14. A relação interdependente entre a cidade e o comércio traduz-se na sua importância para a vitalidade e viabilidade da cidade em quatro pontos: q Como elemento importante da economia urbana, participando diretamente na criação de riqueza e de emprego; q Como contributo para a definição de núcleos urbanos, com capacidade para atrair visitantes e fixar moradores; q Como elemento decisivo da paisagem urbana, moldando e transformando as ruas e praças da cidade; q Como meio de intervenção urbanística, tornando-se visível a importância deste sector como forma de regenerar e revitalizar centros urbanos em declínio. Exemplo disso foram os programas municipais implementados à escala nacional (ex. PROCOM, URBCOM) e projetos atuais de reabilitação e regeneração urbana (ex. Porto Vivo, Rés-do-chão) que têm surgido nos últimos anos. 14
  • 15. Cidades ocupadas, Cidades com vida (cont.) Os comerciantes: q Trabalham diariamente na cidade q Ativam todos os dias o sistema urbano, abrindo o seu estabelecimento para receber os utilizadores da cidade q Têm uma relação privilegiada com o espaço público dado o seu posicionamento no piso térreo q Influem diretamente nas dinâmicas da cidade Afinal de contas, quando os pisos térreos se encontram abertos, é possível trazer nova vida à cidade, atrair novos visitantes, incentivar à reabilitação do edificado e à procura habitacional, fixando a população. 15
  • 16. A Internet das Coisas (IoT), permite criar um verdadeiro Ciberespaço com um enorme potencial de aplicações. A aplicação e a exploração das tecnologias digitais disponíveis (no caso de equipamentos digitais pessoais) no ambiente das cidades, irão criar um ecossistema de informação cujo aproveitamento será perfeitamente possível. Mas haverá vontade e/ou engenho para conduzir essa evolução, colocando-a ao serviço da cidade e dos cidadãos? Se a resposta for sim, então teremos realmente Cidades Inteligentes. Se a resposta for não, contudo, a miragem da smart city continuará a ser um excelente tema para promover a própria evolução da tecnologia – num cenário mais monopolista, teremos estacionamento “inteligente”, gestão energética “inteligente”, tráfego “inteligente”, etc., mas não necessariamente integrado, como necessário para a Cidade Inteligente. 16 A tecnologia digital faz parte integrante do estilo de vida contemporâneo, de uma forma cada vez mais ubíqua, seguindo uma lógica evolutiva. Na condução dessa evolução, existem dois pressupostos: os componentes microeletrónicos e as redes de comunicação de dados.
  • 17. Um pouco por todo o mundo, espera-se que a pressão hídrica se vá acentuando. Portugal não escapa e a Península Ibérica está identificada como uma das zonas com mais elevado risco de stress hídrico da Europa. O tema da água é fundamental para alcançar qualquer um dos 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS) das NU. A gestão sustentável deste recurso vai ser determinante para garantir a segurança de abastecimento alimentar, o acesso a energia limpa ou ainda a saúde e bem-estar das populações. Mas, até 2030, os desafios serão imensos. Garantir a disponibilidade de fontes de água potável nas áreas urbanas, aponta para três grandes fatores a considerar: o aumento da população urbana (cerca de 5 mil milhões de pessoas); uma diminuição de 40% na água potável disponível; e um aumento na ordem dos 55% das necessidades de consumo nos centros urbanos. 17 A água não é um bem adquirido. Nas nossas cidades, a gestão da água vai muito além do poupar na torneira. É, sim, lidar com uma força da natureza.
  • 18. § A pressão exercida por estes fatores será imensa e, a eles, junta-se ainda o grande vilão dos nossos tempos: as alterações climáticas. § As áreas urbanas têm um papel crucial e a batalha passa pelo aumento da resiliência das cidades. Como? Na forma como gerem a água. § “O grande drama é que as cidades foram crescendo sem qualquer planeamento de escoamento, canalizaram-se os rios e impermeabilizaram-se as bacias hidrográficas”. Esta falta de planeamento sustentável e equilibrado do ponto de vista ecológico da cidade traz consigo inúmeros riscos, que são agora agravados pelas alterações climáticas. “Se construímos em zonas de risco de inundação é certo que vamos ter cheias. Por causa da impermeabilização, na cidade a água corre muito mais rapidamente do que no campo” § O que fazer, então? “primeiro, restituir os rios às cidades e não construir em zonas de risco de inundação; segundo, usar a inovação tecnológica para monitorizar de forma eficiente a precipitação, o escoamento, os caudais, etc., e, assim, evitar as cheias em zonas urbanas”. E quando não chove? “planear, monitorizar, utilizar a tecnologia ao nosso dispor para saber que água temos disponível e gastá-la eficientemente, sempre com a perspetiva de ter uma almofada confortável para o próximo ano, porque nunca sabemos o que vai suceder”. 18
  • 19. “Uma nova era digital começa a ter um impacto enorme nas nossas vidas, na forma como nos relacionamos, como fazemos negócios, tal como a eletricidade o fez em finais do século XIX, numa onda de inovação que está a tornar indistintas as fronteiras entre a energia e o espaço digital com novos modelos económicos e oportunidades ... é fundamental continuar a apostar nas soluções e nas tecnologias que permitem uma reabilitação energética, que vão além do básico da distribuição elétrica e que são mais eficientes, fiáveis, seguras, escaláveis e com elevado desempenho” Carlos Duarte. A eficiência energética dos edifícios tem estado debaixo de olho da Comissão Europeia e as novas construções vão seguindo requisitos de desempenho cada vez mais rigorosos, impostos por diplomas com aplicação nas leis nacionais de cada Estado-Membro. Embora existam regras também para os edifícios existentes, os requisitos não são ainda tão exigentes como os para a nova construção. 19 Na busca da eficiência global das cidades, a reabilitação urbana tem uma palavra a dizer. A inovação digital está entre as soluções disponíveis para melhorar o desempenho energético dos edifícios e reduzir a pegada ambiental das cidades.
  • 20. A União Europeia é uma das áreas mais urbanizadas do mundo. Atualmente, mais de 70% dos cidadãos europeus vivem em áreas urbanas. As Nações Unidas preveem que em 2050 esta percentagem atinja 80%. O desenvolvimento das Áreas Urbanas terá́ um importante impacto no desenvolvimento sustentável futuro (económico, ambiental e social) da União Europeia e dos seus cidadãos. As Áreas Urbanas de todas as dimensões têm a capacidade para ser forças motrizes da economia, que impulsionam o crescimento, criam emprego para os cidadãos e reforçam a competitividade da Europa numa economia globalizada. Atualmente, 73% de todos os empregos e 80% dos cidadãos com idades compreendidas entre os 25 e os 64 anos com formação superior encontram-se nas vilas, cidades e periferias urbanas europeias. No entanto, as Áreas Urbanas são também locais onde desafios como a segregação, o desemprego e a pobreza se concentram. 20 As Aéreas Urbanas desempenham um papel fundamental na prossecução dos objetivos da UE e na resolução de muitos dos desafios mais prementes, incluindo a atual crise de refugiados
  • 21. Da lista inicial dos Temas Prioritários da Agenda Urbana, destacam-se: qTransição energética Visa uma alteração estrutural a longo prazo dos sistemas energéticos, i.e., promover a utilização de energias renováveis e a eficiência energética. A tónica será́ colocada em melhorar a eficiência energética (também em edifícios), desenvolver abordagens inovadoras para o fornecimento energético (por exemplo, sistemas locais) e aumentar a produção local de energias renováveis. qUtilização sustentável do solo e soluções baseadas na natureza O objetivo é assegurar que as alterações nas Áreas Urbanas (crescimento, redução e regeneração) respeitam o ambiente, melhorando a qualidade de vida. Será dada ênfase à dispersão urbana, ao desenvolvimento de zonas industriais e à renaturalização/ecologização de Áreas Urbanas. 21
  • 22. qEconomia circular O objetivo é aumentar a reutilização, reparação, renovação e reciclagem de materiais e produtos existentes para promover o crescimento e novas oportunidades de emprego. A tónica será́ colocada na gestão dos resíduos (transformação de resíduos em recursos), na economia colaborativa e na eficiência dos recursos. qPobreza urbana Visa a redução da pobreza e melhorar a inclusão de pessoas em situação ou em risco de pobreza em áreas críticas. Este tema incide sobre questões ligadas à concentração estrutural da pobreza nos bairros desfavorecidos e às soluções que é necessário conceber e aplicar no âmbito de uma abordagem integrada: § Soluções de base local: regeneração urbana dos bairros desfavorecidos; § Soluções baseadas nas pessoas: integração socioeconómica de pessoas a viver em bairros desfavorecidos. § A enfâse será colocada na concentração espacial da pobreza estrutural em bairros desfavorecidos (e a regeneração dessas áreas) e na pobreza infantil. 22
  • 23. qTransição digital O objetivo é fornecer melhores serviços públicos aos cidadãos e criar oportunidades de negócio. Será dada ênfase: à recolha de dados, melhor utilização de dados abertos, gestão de dados, aos serviços digitais (incluindo novas tecnologias) e à acessibilidade de serviços públicos digitais a cidadãos com deficiência e idosos. qMobilidade urbana Visa uma mobilidade urbana eficiente e sustentável. Com enfoque: nos transportes públicos, na mobilidade suave (deslocações a pé́, de bicicleta, espaço público), na acessibilidade (para pessoas com deficiência, idosos, jovens, etc.) e num transporte eficiente com boa conectividade interna (local) e externa (regional). 23
  • 24. A Economia Circular é um modelo de desenvolvimento sustentável que parte do princípio de que, com uma gestão adequada dos recursos que já possuímos, é possível continuar a desenvolver o bem-estar de todos nós, ao mesmo tempo que regeneramos e protegemos o resto da natureza. Num modelo de Economia Circular, os recursos energéticos e materiais que o nosso planeta oferece são utilizados e devolvidos ao sistema bio-socio-económico, criando um ciclo virtuoso. Minimizando o desperdício e instaurando uma mudança de paradigma em relação àquilo que entendemos por riqueza e prosperidade, é possível produzir tudo o que precisamos e para todos, em harmonia com o nosso sistema terrestre. 24 O tipo de economia que se pretende O tipo de economia ainda prevalecente Fonte -
  • 25. Economia circular já é uma realidade na região de lisboa e vale do tejo 16/03/2018 A redução do consumo dos materiais em geral (água, energia, matérias-primas, alimentação, etc.) e a sua valorização é o mote da Economia Circular, pelo que o conceito assenta na lógica de uma maior longevidade dos materiais através da redução, reparação, remanufaturação, reutilização, recuperação e reciclagem. Cascais é um dos municípios destacados ... com iniciativas como a aposta nas energias renováveis e na eficiência energética; a estratégia Terras de Cascais que integra o desenvolvimento de hortas urbanas, a promoção da alimentação local e a dinamização de um Banco de Terras; a implementação da mobilidade sustentável com o MOBI Cascais; a introdução de um sistema de recolha de resíduos inovador (projeto Waste4Think); a mobilização pela Cidadania Ambiental, entre outros. 25 Horta urbana em Cascais (...) uma cidade “circular” é também uma cidade mais inteligente, sustentável, e por isso, centrada nas pessoas.
  • 26. Lixo indiferenciado, uma expressão que tem de passar à história SARA CAMPOS | Junnho 14, 2018 “Uma das ideias motrizes da economia circular é ... a transição para sistemas de gestão de resíduos em que estes não sejam encarados como o culminar de um processo, mas, sim, como o início de um novo ciclo, graças ao seu potencial de transformação e reincorporação na cadeia produtiva enquanto ‘nova’ matéria-prima”. Por isso, quanto mais aperfeiçoados, eficazes e abrangentes forem os sistemas municipais de recolha seletiva de resíduos, mais valor acrescentado estaremos a criar. As cidades que mais bem conseguirem fazer esta transição serão, certamente, as primeiras onde a expressão “lixo indiferenciado” deixará de fazer sentido. 26 PAYT, é uma taxa paga pelos munícipes relativa à recolha dos resíduos sólidos urbanos que é agravada ou bonificada em função da quantidade de lixo produzida ou da correta separação (ou não) das embalagens. Funchal e Guimarães, já implementaram o sistema PAYT - pay as you throw - uma solução mais justa que recompensa quem tem um comportamento ambientalmente mais correto.
  • 27. MUDAR E ADAPTAR AS CIDADES Mário Meireles| Junho 19, 2018 Muitas mudanças nas cidades foram respostas a alterações na forma de locomoção: da invenção da roda e a chegada de carroças ao meio urbano à introdução de transportes públicos, seguindo-se de velocípedes, as cidades sempre se foram adaptando, sem nunca perder a necessidade de manter a “humanidade” da cidade. Todavia, nos últimos 100 anos a face das cidades foi-se transformando, deixando de se ver tantas pessoas a usufruírem dos espaços públicos e passando estas a deslocarem-se em carros. No caminho entre os pontos de partida e de chegada, a cidade passou a ser apenas paisagem. Estamos a matar as cidades e o futuro. Daí que, é preciso haver coragem política para restringir o uso do carro e mudar a face da cidade ... adotar a bicicleta e o transporte público como o seu meio de transporte. 27 As cidades existemhá milhares de anos. Muitas delas foramsendo abandonadas, mas, pelo menos, desde 9000 a.C. que há cidades permanentemente povoadas (...) apontando-se que a mais antiga seja Jericó. Desde o momento da sua fundação até aos dias de hoje, as cidades sempre tiveramde mudar As cidades existem há milhares de anos. Muitas delas foram sendo abandonadas, mas, pelo menos, desde 9000 a.C. que há cidades permanentemente povoadas (...) Desde o momento da sua fundação até aos dias de hoje, as cidades sempre tiveram de mudar e se adaptar a novas realidades.