Gráficos e mapas sobre temas vários, em sucessão aleatória (quase)
Informação
retirada de
PORTUGAL
2016
https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoe
s&PUBLICACOESpub_boui=311362272&PUBLICACOESmodo=2
Dinâmica de crescimento
da população (%)
Verificam-se as tendências de
evolução negativa da população
desde 2010:
• População residente diminui
• Taxas de crescimento natural e
migratória ambas negativas
Taxa de crescimento efetivo
fortemente influenciada pela taxa
de crescimento migratório:
• Aumento real se há surto
imigratório
Efeitos na estrutura etária
(%)
Envelhecimento progressivo:
• 72,1% em 1991
• 150,9% em 2016
• Por cada 100 ativos eram, em :
• 1990 - 21 idosos
• 2016 – 33 idosos
Aumento da longevidade e
diminuição da taxa de fecundidade
são fatores que contribuem para a
trajetória ascendente do peso da
população idosa
Esperança de Vida
A esperança de vida à nascença
aumentou:
• 74 anos em 1990 para
• 81 anos em 2016
A esperança de vida aos 65 anos,
também, tem vindo a aumentar:
• 15,6 anos em 1990
• 19,3 anos em 2016
Pirâmide etária, Portugal
(% de população)
A comparação entre as duas
pirâmides etárias reforça as
afirmações anteriores:
• Perda de população, neste caso,
juvenil – estrangulamento da
base
• Aumento do envelhecimento –
alargamento do topo da pirâmide
Maior expressão dos efetivos
femininos, principalmente, nos
grupos etários acima dos 45 anos
Portugal UE 27
Existe um
paralelismo entre o
que afeta a
estrutura etária
nacional e o que se
passa à escala
comunitária:
• Perda de
população juvenil
• Aumento da
população das
classes etárias
mais velhas
• Maior peso dos
grupos etários
femininos de
idade superior a
55 anos.
Indicadores de natalidade
A fecundidade geral mostra tendência para
diminuir:
• 47‰ em 1990
• 37‰ em 2016 (mínimo em 2013 de 34‰)
A fecundidade na adolescência também
diminui, especialmente, desde o ano de
2000:
• 8,1‰ em 2016
Fruto das alterações sociais, é crescente o
número de nascimentos fora do casamento:
• 11,0% em 1990
• 53% em 2016
Informação
retirada do
IPMA
(Instituto
Português do Mar
e da Atmosfera)
http://www.ipma.pt/pt/index.html
Novembro de 2017:
a) foi quente e muito seco
b) o valor médio da
temperatura máxima do ar foi
o 5º mais alto desde 1931 e o
mais alto dos últimos 36 anos
c) a precipitação registou
um valor médio que
corresponde a 50% do valor
normal
d) no final do mês existia
um aumento de percentagem
de água no solo, em
particular no litoral Norte e
Centro
e) o índice meteorológico
de seca mostrou um
território:
3% em seca moderada
46% em seca severa
51% em seca extrema
1
9
3
1
...
2
0
1
7
A irregularidade climática fruto
das influências atlântica,
mediterrânica e continental
Neste tipo de gráfico podemos visionar e
comparar o comportamento das duas
variáveis que mais condicionam o tempo e
o clima: a temperatura e a precipitação.
Vejamos os casos do outono em:
Outonos mais frios e bastante húmidos– 1976 e 1993
Mais quentes e húmidos – 1997, 2006 e 2014
Mais seco – 1971
Mais secos e mais quentes – 1948, e 2017
Ano Temperatura
Desvios em relação à normal (ºC)
Precipitação
em relação à normal (%)
1931 Mais frio (-1,00 ºC) Normal (100%)
2017 Mais quente (+1,00 ºC) Mais seco (40%)
Temperatura e precipitação no outono (setembro, outubro,
novembro) (período 1931 – 2017)
Informação retirada
de
Estudo sobre o
Poder de Compra
Concelhio 2015
(INE – Instituto Nacional de
Estatística, edição 2017)
https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes&PUBLICACOESpub_boui=277100143&PUBLICACOESmodo=2
ISSN 0872-5977
Edição2017
Estudo sobre o Poder
de Compra Concelhio 2015
oficiais
Estatísticas
e
Indicador per Capita (IpC) por
NUTS III, 2015
NUTS III com valor acima da média
nacional: AML (124,7%) e AMP (104,8%)
NUTS III com os menores valores de IpC:
Alto Tâmega, Tâmega e Sousa, Douro,
Beiras e Serra da Estrela e Alto Minho (IpC
inferior a 80% do valor da média nacional)
Poder de compra per capita:
• Mais elevado no Litoral continental
(tendencionalmente)
• Mais reduzido no Interior (sobretudo,
Norte e Centro)
Indicador per Capita por município, 2015Em 2015, dos 308 municípios nacionais:
• 26 apresentavam, simultaneamente,
um IpC acima do poder de compra per
capita médio nacional e regional – 5
municípios na AMP, Braga e Vila Real,
na região Norte; Coimbra, Aveiro,
Leiria, Entroncamento, Sobral de
Monte Agraço, Lisboa e Oeiras (AML),
na região Centro; Évora, Beja,
Portalegre, Santarém, Sines,
Azambuja e Castro Verde, na região
Alentejo; Faro, Albufeira e Portimão, na
região Algarve; Ponta Delgada e
Funchal.
• 244 apresentavam um poder de
compra per capita , simultaneamente,
aquém da média nacional e da
res.petiva média regional
Percentagem
de Poder de
Compra por
NUTS III,
2015
Percentagem
de Poder de
Compra por
município,
2015
A distribuição espacial da percentagem de poder de compra (PPC) é obtida pela conjugação das
concentrações espaciais do IpC e da população da área a que respeitam. A AML (34%) e a AMP (17%), em
conjunto, concentravam, em 2015, mais de metade do poder de compra do país. É nas regiões do Litoral
continental que há maior concentração de PPC. Nas sub-regiões do Interior Norte e Centro e no Alentejo
situam-se as áreas com menos PPC.
Indicador per Capita por município, na
região Norte, 2015
Municípios com valor de IpC superior à média
nacional: Braga, Vila Real, Maia, Matosinhos,
Porto, Espinho e S. João da Madeira
Divisão territorial da região NUTS II
Norte: NUTS III e municípios
NUTS III : Alto Minho, Cávado, Ave, AMP, Tâmega e
Sousa, Alto Tâmega, Terras de Trás-os-Montes e
Douro
Indicador per Capita por município, na região
Centro, 2015
Divisão territorial da região NUTS II Centro:
NUTS III e municípios
NUTS III: Região Aveiro, Região Coimbra, Região Leiria,
Oeste, Médio Tejo, Viseu Dão Lafões, Beiras e Serra da
Estrela e Beira Baixa
Municípios com valor de IpC acima da média nacional:
Aveiro, Coimbra, Leiria, Entroncamento e Sobral de Monte
Agraço.
Indicador per Capita por município, na
região Área Metropolitana de Lisboa, 2015
Município com valor de IpC acima da média nacional:
Lisboa
Divisão territorial da região NUTS II Área
Metropolitana de Lisboa: NUTS III e
municípios
NUTS III: Área Metropolitana de Lisboa
Indicador per Capita por município,
na região Alentejo, 2015
Divisão territorial da região NUTS II Alentejo: NUTS III
e municípios
Municípios com um
IpC de valor
superior ao da
média nacional:
Azambuja,
Santarém,
Portalegre, Évora,
Beja, Castro Verde
e Sines
NUTS III: Lezíria do Tejo, Alto Alentejo, Alentejo Central, Alentejo Litoral e
Baixo Alentejo.
Indicador per Capita por município, na
região Algarve, 2015
Municípios com IpC de valor superior ao da média
nacional: Portimão, Albufeira e Faro.
Divisão territorial da região NUTS II
Algarve: NUTS III e municípios
NUTS III: Algarve
Indicador per Capita por município,
na Região Autónoma dos Açores, 2015
Município com um IpC de valor superior
ao da média nacional: Ponta Delgada
Divisão territorial da região NUTS II Região Autónoma dos
Açores: NUTS III e municípios
NUTS III: Região Autónoma dos Açores
Indicador per Capita por município, na
Região Autónoma da Madeira
Município com IpC de valor superior ao da média
nacional: Funchal
Divisão territorial da região NUTS II Região
Autónoma da Madeira: NUTS III e municípios
NUTS III: Região Autónoma da Madeira
Indicador per Capita por NUTS II, 2015
O gráfico permite-nos concluir que:
• A AML é a única NUTS II com um valor acima do
poder de compra per capita médio nacional –
124,7
• As duas regiões autónomas são as de valor de
poder de compra per capita mais baixo.
Ao nível municipal, Lisboa destacava-se, em 2015, no
contexto nacional, por representar 10% do poder de
compra total. Somente mais 22 municípios, uns
integrados nas duas áreas metropolitanas, a de
Lisboa (Sintra, Oeiras, Cascais, Loures Almada,
Amadora, Seixal, V.F. de Xira, Odivelas e Setúbal) e a
do Porto (Porto, V.N. de Gaia, Matosinhos, Gondomar
e S.M. da Feira), bem como os municípios capitais de
distrito (Braga, Coimbra e Leiria) e, ainda, os
municípios do Funchal (RAM), de Guimarães e de
V.N. de Famalicão (ambos na sub-região do Ave),
eram, em 2015, os que concentravam individualmente
mais de 1% do poder de compra nacional
Partindo do coeficiente de variação do Rendimento bruto
declarado para efeitos de IRS per capita, foi calculado o
coeficiente de variação do IpC com base numa matriz de
16 variáveis.
A floresta tudo dá: gera riqueza,
pincela paisagens únicas, alberga
um sem-número de vidas, limpa os
ares, purifica águas, protege o
solo, dá emprego, deslumbra
turistas e ainda enriquece a
gastronomia. Dá resposta a cada
um dos três pilares do
desenvolvimento - economia,
sociedade e ambiente.
https://acervo.publico.pt/floresta-em-perigo/florest
No início, há uns 500 milhões de anos atrás, até onde a geologia
consegue ajudar a reconstruir a história, algo semelhante a musgos
cobria partes do que hoje é Portugal...
Há 20 milhões de anos, era a Laurisilva que cobria grande parte do
Península Ibérica. Típica de um clima subtropical húmido, resta hoje
apenas uma floresta muito semelhante nos Açores e na Madeira ...
Com a última glaciação (...) o frio destruiu a Laurisilva, deixando no seu
lugar um coberto semelhante à atual taiga que existe junto do círculo
polar ártico...
Até que os ventos começaram a soprar mais quentes e o clima
mediterrânico abraçou o território, desencadeando o aparecimento “de
um grande número de novas espécies de plantas, muitas das quais
adaptadas ao fogo ...
Estando parte do território também sob a influência do clima atlântico, a
diversidade das plantas que se adaptam e conquistam novos locais
enriquece-se.
É o advento das fagáceas, isto é, carvalhos, faias ou castanheiros,
acompanhados pelos amieiros, choupos, salgueiros, aveileiras, freixos ou
ulmeiros, assim como abetos. Ou seja, começa a formar-se a floresta
que agora conhecemos como autóctone
Zonas de predominância dos
carvalhos
https://acervo.publico.pt/floresta-em-perigo/florestaRica, versátil, generosa: eis a floresta portuguesa
a) A Floresta Portuguesa ocupa 3,2 milhões de hectares, o que
corresponde a 35,4% do território nacional;
b) A propriedade florestal em Portugal é maioritariamente privada, detida
praticamente em exclusivo por pequenos proprietários de cariz familiar,
com 2,8 milhões de hectares, ou seja, 84,2% da área total;
c) Somente 6,5% da área florestal privada são pertencentes a empresas
industriais;
d) Unicamente 2% ... são do domínio privado do Estado;
e) O eucalipto é a espécie florestal predominante, com 25,4% da
ocupação ... seguindo-se o sobreiro com 23% ... e o pinheiro bravo com
22,3 % ...;
f) A dimensão da propriedade florestal tem uma distribuição geográfica
muito marcada, sendo que o grande número de prédios se situa no Norte
e Centro, onde as explorações chegam a atingir dimensões com menos
de um hectare, estimando-se a existência de cerca de meio milhão de
proprietários florestais; http://tovi.blogs.sapo.pt/floresta-portuguesa-1058530
SOBRE OS DADOS: No âmbito de um projecto
de investigação em jornalismo computacional
(REACTION), compilámos numa só lista os
registos anuais dos incêndios entre 2001 e
2012, disponibilizados no site do ICNF (Instituto
de Conservação da Natureza e Florestas).
Retirámos não só a informação sobre a
localização geográfica (por município) como
também as horas e datas de alerta de cada um
dos incêndios, para construção da base de
dados. Cada incêndio corresponde a um fogo
em que ardeu pelo menos um hectare. Fora da
lista ficam as queimadas, os fogachos e os
falsos alarmes e os reacendimentos dos quais
tenha resultado uma área ardida inferior a um
hectare.
https://acervo.publico.pt/floresta-em-perigo/doze-anos-de-
incendios
Seguindo o link, encontra-se o mapa e a informação sobre
incêndios desde 2002 até 2012 de forma interativa
Projeto Floresta Comum, um projeto
que promove e apoia ações de produção e
arborização com espécies florestais
autóctones no território nacional,
contribuindo e incentivando dessa forma a
biodiversidade das florestas.
Nascido em 2012, o Projeto Floresta
Comum cria árvores autóctones nos
viveiros do Instituto de Conservação da
Natureza e das Florestas, para distribuição
gratuita pelos municípios e associações de
baldios, contribuindo dessa forma, para
reflorestação das nossas florestas.
http://noctula.pt/conferencia-comunica-2016-contribui-projeto-
floresta-comum/#!prettyPhoto
Informação retirada
de
Programa Nacional
para a
COESÃO
TERRITORIAL
https://www.portugal.gov.pt/pt/gc21/governo/programa/programa-
nacional-para-a-coesao-territorial-/ficheiros-coesao-territorial/programa-
nacional-para-a-coesao-territorial-pdf.aspx
Um retrato económico do Interior:
dificuldade em criar emprego, gerar
riqueza e, portanto, ser atrativo.
Causas:
• Estrutura empresarial pouco
diversificada, de base familiar
• unidades produtivas/prestação de
serviços de pequena dimensão (PME)
• baixos níveis de investimento e baixos
volumes de negócio
• mão de obra com baixas qualificações
• níveis de produtividade inferiores à
média do país
• Fraca capacidade exportadora e
insuficiente competitividade a maior
escala geográfica.
Localização geográfica – clima e relevo -, história e opções políticas
reforçam os aspetos pouco encorajadores da economia.
Os territórios do Interior são marcados por uma maior
preservação dos ecossistemas naturais e manutenção
da riqueza da biodiversidade. Tal resulta da própria
evolução demográfica dos territórios menos afetados
pela humanização que carateriza a urbanização.
Relembremos a importância que a União Europeia
devota à preservação do património rural e os apoios
que presta através da PDR (Política de
Desenvolvimento Rural).
Portugal tem vastas áreas integradas na Rede Natura e
criou outros espaços protegidos que são,
conjuntamente, uma mais-valia para o desenvolvimento
do Interior (criação de postos de trabalho, promoção do
turismo rural, do turismo da natureza, ...)
Mesmo tendo passado já 6 anos desde o
último Censo – 2011 -, o mapa das
centralidades e pendularidades mantém-se,
grosso modo, atualizado: as assimetrias
espaciais agravam-se em vez de
desvanecerem. E os acessos à Internet em
banda larga em local fixo reforça os
contrastes regionais, em especial, a
oposição Litoral/Interior e a concentração
nas áreas metropolitanas e áreas
envolventes.
Todavia, os centros urbanos e as cidades
médias desempenham funções centrais que
são essenciais na atratividade dos territórios
considerados Interiores.
A interação rural/urbano é uma
interdependência que não esgota.
Demograficamente, o país apresenta-se com:
• Uma litoralização progressiva
• Um despovoamento marcante do Interior
• Um envelhecimento crescente do Interior
• Um empobrecimento por falta de
investimento no Interior
• Assimetrias espaciais e humanas agravadas
O que fazer para atenuar as diferenças?
• Implementar políticas públicas estimulantes
para a criação da promoção e valorização
das regiões interiores
• Promover e valorizar os recursos
endógenos
• Reforçar as medidas disponibilizadas pela
Política Regional da União Europeia,
nomeadamente, dos Programas Interreg
População com mais de 75 anos (%),
por freguesia, 2011
Densidade populacional
(Hab/Km2)
GEO-IMAGENS_3

GEO-IMAGENS_3

  • 1.
    Gráficos e mapassobre temas vários, em sucessão aleatória (quase)
  • 2.
  • 3.
    Dinâmica de crescimento dapopulação (%) Verificam-se as tendências de evolução negativa da população desde 2010: • População residente diminui • Taxas de crescimento natural e migratória ambas negativas Taxa de crescimento efetivo fortemente influenciada pela taxa de crescimento migratório: • Aumento real se há surto imigratório
  • 4.
    Efeitos na estruturaetária (%) Envelhecimento progressivo: • 72,1% em 1991 • 150,9% em 2016 • Por cada 100 ativos eram, em : • 1990 - 21 idosos • 2016 – 33 idosos Aumento da longevidade e diminuição da taxa de fecundidade são fatores que contribuem para a trajetória ascendente do peso da população idosa
  • 5.
    Esperança de Vida Aesperança de vida à nascença aumentou: • 74 anos em 1990 para • 81 anos em 2016 A esperança de vida aos 65 anos, também, tem vindo a aumentar: • 15,6 anos em 1990 • 19,3 anos em 2016
  • 6.
    Pirâmide etária, Portugal (%de população) A comparação entre as duas pirâmides etárias reforça as afirmações anteriores: • Perda de população, neste caso, juvenil – estrangulamento da base • Aumento do envelhecimento – alargamento do topo da pirâmide Maior expressão dos efetivos femininos, principalmente, nos grupos etários acima dos 45 anos
  • 7.
    Portugal UE 27 Existeum paralelismo entre o que afeta a estrutura etária nacional e o que se passa à escala comunitária: • Perda de população juvenil • Aumento da população das classes etárias mais velhas • Maior peso dos grupos etários femininos de idade superior a 55 anos.
  • 8.
    Indicadores de natalidade Afecundidade geral mostra tendência para diminuir: • 47‰ em 1990 • 37‰ em 2016 (mínimo em 2013 de 34‰) A fecundidade na adolescência também diminui, especialmente, desde o ano de 2000: • 8,1‰ em 2016 Fruto das alterações sociais, é crescente o número de nascimentos fora do casamento: • 11,0% em 1990 • 53% em 2016
  • 9.
    Informação retirada do IPMA (Instituto Português doMar e da Atmosfera) http://www.ipma.pt/pt/index.html
  • 10.
    Novembro de 2017: a)foi quente e muito seco b) o valor médio da temperatura máxima do ar foi o 5º mais alto desde 1931 e o mais alto dos últimos 36 anos c) a precipitação registou um valor médio que corresponde a 50% do valor normal d) no final do mês existia um aumento de percentagem de água no solo, em particular no litoral Norte e Centro e) o índice meteorológico de seca mostrou um território: 3% em seca moderada 46% em seca severa 51% em seca extrema
  • 12.
  • 13.
    A irregularidade climáticafruto das influências atlântica, mediterrânica e continental Neste tipo de gráfico podemos visionar e comparar o comportamento das duas variáveis que mais condicionam o tempo e o clima: a temperatura e a precipitação. Vejamos os casos do outono em: Outonos mais frios e bastante húmidos– 1976 e 1993 Mais quentes e húmidos – 1997, 2006 e 2014 Mais seco – 1971 Mais secos e mais quentes – 1948, e 2017 Ano Temperatura Desvios em relação à normal (ºC) Precipitação em relação à normal (%) 1931 Mais frio (-1,00 ºC) Normal (100%) 2017 Mais quente (+1,00 ºC) Mais seco (40%) Temperatura e precipitação no outono (setembro, outubro, novembro) (período 1931 – 2017)
  • 14.
    Informação retirada de Estudo sobreo Poder de Compra Concelhio 2015 (INE – Instituto Nacional de Estatística, edição 2017) https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes&PUBLICACOESpub_boui=277100143&PUBLICACOESmodo=2 ISSN 0872-5977 Edição2017 Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio 2015 oficiais Estatísticas e
  • 15.
    Indicador per Capita(IpC) por NUTS III, 2015 NUTS III com valor acima da média nacional: AML (124,7%) e AMP (104,8%) NUTS III com os menores valores de IpC: Alto Tâmega, Tâmega e Sousa, Douro, Beiras e Serra da Estrela e Alto Minho (IpC inferior a 80% do valor da média nacional) Poder de compra per capita: • Mais elevado no Litoral continental (tendencionalmente) • Mais reduzido no Interior (sobretudo, Norte e Centro)
  • 16.
    Indicador per Capitapor município, 2015Em 2015, dos 308 municípios nacionais: • 26 apresentavam, simultaneamente, um IpC acima do poder de compra per capita médio nacional e regional – 5 municípios na AMP, Braga e Vila Real, na região Norte; Coimbra, Aveiro, Leiria, Entroncamento, Sobral de Monte Agraço, Lisboa e Oeiras (AML), na região Centro; Évora, Beja, Portalegre, Santarém, Sines, Azambuja e Castro Verde, na região Alentejo; Faro, Albufeira e Portimão, na região Algarve; Ponta Delgada e Funchal. • 244 apresentavam um poder de compra per capita , simultaneamente, aquém da média nacional e da res.petiva média regional
  • 17.
    Percentagem de Poder de Comprapor NUTS III, 2015 Percentagem de Poder de Compra por município, 2015 A distribuição espacial da percentagem de poder de compra (PPC) é obtida pela conjugação das concentrações espaciais do IpC e da população da área a que respeitam. A AML (34%) e a AMP (17%), em conjunto, concentravam, em 2015, mais de metade do poder de compra do país. É nas regiões do Litoral continental que há maior concentração de PPC. Nas sub-regiões do Interior Norte e Centro e no Alentejo situam-se as áreas com menos PPC.
  • 18.
    Indicador per Capitapor município, na região Norte, 2015 Municípios com valor de IpC superior à média nacional: Braga, Vila Real, Maia, Matosinhos, Porto, Espinho e S. João da Madeira Divisão territorial da região NUTS II Norte: NUTS III e municípios NUTS III : Alto Minho, Cávado, Ave, AMP, Tâmega e Sousa, Alto Tâmega, Terras de Trás-os-Montes e Douro
  • 19.
    Indicador per Capitapor município, na região Centro, 2015 Divisão territorial da região NUTS II Centro: NUTS III e municípios NUTS III: Região Aveiro, Região Coimbra, Região Leiria, Oeste, Médio Tejo, Viseu Dão Lafões, Beiras e Serra da Estrela e Beira Baixa Municípios com valor de IpC acima da média nacional: Aveiro, Coimbra, Leiria, Entroncamento e Sobral de Monte Agraço.
  • 20.
    Indicador per Capitapor município, na região Área Metropolitana de Lisboa, 2015 Município com valor de IpC acima da média nacional: Lisboa Divisão territorial da região NUTS II Área Metropolitana de Lisboa: NUTS III e municípios NUTS III: Área Metropolitana de Lisboa
  • 21.
    Indicador per Capitapor município, na região Alentejo, 2015 Divisão territorial da região NUTS II Alentejo: NUTS III e municípios Municípios com um IpC de valor superior ao da média nacional: Azambuja, Santarém, Portalegre, Évora, Beja, Castro Verde e Sines NUTS III: Lezíria do Tejo, Alto Alentejo, Alentejo Central, Alentejo Litoral e Baixo Alentejo.
  • 22.
    Indicador per Capitapor município, na região Algarve, 2015 Municípios com IpC de valor superior ao da média nacional: Portimão, Albufeira e Faro. Divisão territorial da região NUTS II Algarve: NUTS III e municípios NUTS III: Algarve
  • 23.
    Indicador per Capitapor município, na Região Autónoma dos Açores, 2015 Município com um IpC de valor superior ao da média nacional: Ponta Delgada Divisão territorial da região NUTS II Região Autónoma dos Açores: NUTS III e municípios NUTS III: Região Autónoma dos Açores
  • 24.
    Indicador per Capitapor município, na Região Autónoma da Madeira Município com IpC de valor superior ao da média nacional: Funchal Divisão territorial da região NUTS II Região Autónoma da Madeira: NUTS III e municípios NUTS III: Região Autónoma da Madeira
  • 25.
    Indicador per Capitapor NUTS II, 2015 O gráfico permite-nos concluir que: • A AML é a única NUTS II com um valor acima do poder de compra per capita médio nacional – 124,7 • As duas regiões autónomas são as de valor de poder de compra per capita mais baixo. Ao nível municipal, Lisboa destacava-se, em 2015, no contexto nacional, por representar 10% do poder de compra total. Somente mais 22 municípios, uns integrados nas duas áreas metropolitanas, a de Lisboa (Sintra, Oeiras, Cascais, Loures Almada, Amadora, Seixal, V.F. de Xira, Odivelas e Setúbal) e a do Porto (Porto, V.N. de Gaia, Matosinhos, Gondomar e S.M. da Feira), bem como os municípios capitais de distrito (Braga, Coimbra e Leiria) e, ainda, os municípios do Funchal (RAM), de Guimarães e de V.N. de Famalicão (ambos na sub-região do Ave), eram, em 2015, os que concentravam individualmente mais de 1% do poder de compra nacional Partindo do coeficiente de variação do Rendimento bruto declarado para efeitos de IRS per capita, foi calculado o coeficiente de variação do IpC com base numa matriz de 16 variáveis.
  • 27.
    A floresta tudodá: gera riqueza, pincela paisagens únicas, alberga um sem-número de vidas, limpa os ares, purifica águas, protege o solo, dá emprego, deslumbra turistas e ainda enriquece a gastronomia. Dá resposta a cada um dos três pilares do desenvolvimento - economia, sociedade e ambiente. https://acervo.publico.pt/floresta-em-perigo/florest
  • 28.
    No início, háuns 500 milhões de anos atrás, até onde a geologia consegue ajudar a reconstruir a história, algo semelhante a musgos cobria partes do que hoje é Portugal... Há 20 milhões de anos, era a Laurisilva que cobria grande parte do Península Ibérica. Típica de um clima subtropical húmido, resta hoje apenas uma floresta muito semelhante nos Açores e na Madeira ... Com a última glaciação (...) o frio destruiu a Laurisilva, deixando no seu lugar um coberto semelhante à atual taiga que existe junto do círculo polar ártico... Até que os ventos começaram a soprar mais quentes e o clima mediterrânico abraçou o território, desencadeando o aparecimento “de um grande número de novas espécies de plantas, muitas das quais adaptadas ao fogo ... Estando parte do território também sob a influência do clima atlântico, a diversidade das plantas que se adaptam e conquistam novos locais enriquece-se. É o advento das fagáceas, isto é, carvalhos, faias ou castanheiros, acompanhados pelos amieiros, choupos, salgueiros, aveileiras, freixos ou ulmeiros, assim como abetos. Ou seja, começa a formar-se a floresta que agora conhecemos como autóctone Zonas de predominância dos carvalhos https://acervo.publico.pt/floresta-em-perigo/florestaRica, versátil, generosa: eis a floresta portuguesa
  • 29.
    a) A FlorestaPortuguesa ocupa 3,2 milhões de hectares, o que corresponde a 35,4% do território nacional; b) A propriedade florestal em Portugal é maioritariamente privada, detida praticamente em exclusivo por pequenos proprietários de cariz familiar, com 2,8 milhões de hectares, ou seja, 84,2% da área total; c) Somente 6,5% da área florestal privada são pertencentes a empresas industriais; d) Unicamente 2% ... são do domínio privado do Estado; e) O eucalipto é a espécie florestal predominante, com 25,4% da ocupação ... seguindo-se o sobreiro com 23% ... e o pinheiro bravo com 22,3 % ...; f) A dimensão da propriedade florestal tem uma distribuição geográfica muito marcada, sendo que o grande número de prédios se situa no Norte e Centro, onde as explorações chegam a atingir dimensões com menos de um hectare, estimando-se a existência de cerca de meio milhão de proprietários florestais; http://tovi.blogs.sapo.pt/floresta-portuguesa-1058530
  • 30.
    SOBRE OS DADOS:No âmbito de um projecto de investigação em jornalismo computacional (REACTION), compilámos numa só lista os registos anuais dos incêndios entre 2001 e 2012, disponibilizados no site do ICNF (Instituto de Conservação da Natureza e Florestas). Retirámos não só a informação sobre a localização geográfica (por município) como também as horas e datas de alerta de cada um dos incêndios, para construção da base de dados. Cada incêndio corresponde a um fogo em que ardeu pelo menos um hectare. Fora da lista ficam as queimadas, os fogachos e os falsos alarmes e os reacendimentos dos quais tenha resultado uma área ardida inferior a um hectare. https://acervo.publico.pt/floresta-em-perigo/doze-anos-de- incendios Seguindo o link, encontra-se o mapa e a informação sobre incêndios desde 2002 até 2012 de forma interativa
  • 31.
    Projeto Floresta Comum,um projeto que promove e apoia ações de produção e arborização com espécies florestais autóctones no território nacional, contribuindo e incentivando dessa forma a biodiversidade das florestas. Nascido em 2012, o Projeto Floresta Comum cria árvores autóctones nos viveiros do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, para distribuição gratuita pelos municípios e associações de baldios, contribuindo dessa forma, para reflorestação das nossas florestas. http://noctula.pt/conferencia-comunica-2016-contribui-projeto- floresta-comum/#!prettyPhoto
  • 32.
    Informação retirada de Programa Nacional paraa COESÃO TERRITORIAL https://www.portugal.gov.pt/pt/gc21/governo/programa/programa- nacional-para-a-coesao-territorial-/ficheiros-coesao-territorial/programa- nacional-para-a-coesao-territorial-pdf.aspx
  • 33.
    Um retrato económicodo Interior: dificuldade em criar emprego, gerar riqueza e, portanto, ser atrativo. Causas: • Estrutura empresarial pouco diversificada, de base familiar • unidades produtivas/prestação de serviços de pequena dimensão (PME) • baixos níveis de investimento e baixos volumes de negócio • mão de obra com baixas qualificações • níveis de produtividade inferiores à média do país • Fraca capacidade exportadora e insuficiente competitividade a maior escala geográfica. Localização geográfica – clima e relevo -, história e opções políticas reforçam os aspetos pouco encorajadores da economia.
  • 34.
    Os territórios doInterior são marcados por uma maior preservação dos ecossistemas naturais e manutenção da riqueza da biodiversidade. Tal resulta da própria evolução demográfica dos territórios menos afetados pela humanização que carateriza a urbanização. Relembremos a importância que a União Europeia devota à preservação do património rural e os apoios que presta através da PDR (Política de Desenvolvimento Rural). Portugal tem vastas áreas integradas na Rede Natura e criou outros espaços protegidos que são, conjuntamente, uma mais-valia para o desenvolvimento do Interior (criação de postos de trabalho, promoção do turismo rural, do turismo da natureza, ...)
  • 35.
    Mesmo tendo passadojá 6 anos desde o último Censo – 2011 -, o mapa das centralidades e pendularidades mantém-se, grosso modo, atualizado: as assimetrias espaciais agravam-se em vez de desvanecerem. E os acessos à Internet em banda larga em local fixo reforça os contrastes regionais, em especial, a oposição Litoral/Interior e a concentração nas áreas metropolitanas e áreas envolventes. Todavia, os centros urbanos e as cidades médias desempenham funções centrais que são essenciais na atratividade dos territórios considerados Interiores. A interação rural/urbano é uma interdependência que não esgota.
  • 36.
    Demograficamente, o paísapresenta-se com: • Uma litoralização progressiva • Um despovoamento marcante do Interior • Um envelhecimento crescente do Interior • Um empobrecimento por falta de investimento no Interior • Assimetrias espaciais e humanas agravadas O que fazer para atenuar as diferenças? • Implementar políticas públicas estimulantes para a criação da promoção e valorização das regiões interiores • Promover e valorizar os recursos endógenos • Reforçar as medidas disponibilizadas pela Política Regional da União Europeia, nomeadamente, dos Programas Interreg População com mais de 75 anos (%), por freguesia, 2011 Densidade populacional (Hab/Km2)