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O que transmite cada uma delas?
Elementos geométricos da esfera
terrestre
Como se pode apreciar pelas figuras,
trata-se de:
q Formas tridimensionais - esferas
Portanto, os:
q Paralelos são círculos menores
paralelos ao Equador (círculo máximo
que divide a terra em dois hemisférios,
norte e sul)
q Meridianos são todos círculos
máximos (cada um deles divide a esfera
terrestre em dois hemisférios; só um é,
internacionalmente, considerado principal, o
de Greenwich que divide a Terra em
hemisfério ocidental e hemisfério oriental)
X SAIR GEOGRAFIA
http://slideplayer.com.br/slide/287452/
Oscilação do Atlântico Norte
q É o principal modo de variabilidade da
circulação atmosférica do Atlântico Norte
q É um índice que mede a diferença de
pressão à superfície entre os centros de
altas pressões subtropicais, como o
anticiclone dos Açores, e os centros de
baixas pressões subpolares, como a
depressão da Islândia
q Provoca um impacto vasto sobre uma
multiplicidade de elementos climáticos,
em especial a precipitação,
principalmente no período invernal
(novembro a março) na Península
Ibérica, e, necessariamente, sobre o
regime fluvial dos rios na península.
http://w w w.ldeo.colum bia.edu/res/pi/N A O /
http://visao.sapo.pt/am biente/clim a/a-autoestrada-das-tem pestades=f770159
NAO positiva – diferença de pressão entre os dois centro
superior à média – origina invernos mais frios e secos e caudais
mais reduzidos.
NAO negativa – diferença de pressão entre os dois centros
inferior à média – origina invernos mais amenos e chuvosos e
caudais mais volumosos
2017: um ano extremamente quente e extremamente seco em Portugal
Continental
O ano de 2017 foi extrem am ente seco e estará entre os 4 m ais secos desde
1931 (todos ocorreram depois de 2000), o valor m édio de precipitação total
anual será cerca de 60 % do norm al. O período de abril a dezem bro, com
anom alias de precipitação persistentem ente negativas, será o m ais seco
dos últim os 87 anos.
O ano de 2017 classifica-se com o extrem am ente quente e o valor de tem peratura
m édia do ar será cerca de +1.1 °C superior ao valor norm al correspondendo ao 2º
ano m ais quente desde 1931 (o m ais quente foi 1997). D e referir que os 5 anos
m ais quentes ocorreram nos últim os 30 anos.
A tem peratura m áxim a em 2017, cerca de +2.4 °C superior ao valor norm al, será
o valor m ais alto desde 1931... O valor m édio anual de tem peratura m ínim a estará
próxim o do norm al 1971-2000.Fonte:
B alanço C lim ático P relim inar do A no 2017 P ortugal C ontinental, IP M A
Eventos relevantes em 2017:
q 2º ano mais quente desde 1931 (o mais
quente foi em 1997). Os 5 anos mais
quentes ocorreram nos últimos 30 anos
q 3º valor médio de precipitação total anual
mais baixo desde 1931 (mais baixos em
2005 e 2007). Os 4 anos mais secos
desde 1931 ocorreram todos depois de
2003.
q Tempo frio em janeiro;
q Vento forte em fevereiro.
q Inundações no dia 11 de fevereiro no
sotavento Algarvio.
q Tempo extremamente quente em abril,
junho e outubro.
q Seca meteorológica entre abril e
dezembro.
q Época de incêndios florestais muito
severa.
Anomalias da Temperatura média e percentagem da
precipitação em relação à normal 1971-2000 (período
1931-2017)
O ano de 2017, em Portugal Continental, classificou-se
como extremamente quente e extremamente seco
A distribuição da precipitação é bastante
heterogénea. As regiões situadas a norte do
rio Tejo têm precipitações anuais superiores à
média do país, apresentando as regiões a sul
valores inferiores. As bacias hidrográficas dos
rios Minho e Lima apresentam os valores mais
elevados de precipitação anual média
(superiores a 2000 mm), enquanto a bacia
hidrográfica do rio Guadiana tem o valor de
precipitação anual média mais baixo, na
ordem de 580 mm.
A situação geográfica do território de Portugal
Continental é favorável à ocorrência de
episódios de seca, quase sempre associados
a situações meteorológicas de bloqueio em
que anticiclone subtropical do Atlântico Norte
se mantém numa posição que impede que as
perturbações da frente polar atinjam a
Península Ibérica.
Em Portugal ... a maior parte da água doce disponível encontra-se na
precipitação, na que escoa superficialmente através dos rios, na que se
infiltra (aquíferos) e na que está armazenada nas albufeiras.
Desde 1900 até ao censo de 2011
verificámos que:
q A população praticamente duplicou
passando de 5.4 para 10.6 milhões de
habitantes.
q Até meados do século XX o crescimento
da população foi generalizado.
q Entre 1911 e 1920 houve uma quebra
populacional devida aos efeitos da 1ª
Grande Guerra e a gripe pneumónica.
q Na segunda metade do século XX e nos
princípios do século XXI, o crescimento
quase se limita à zona litoral do País.
q Entre 1960 e 1970, a população diminuiu
em termos efetivos devido à forte
emigração e à reação dos jovens à guerra
no ultramar.
0
20 000 00
40 000 00
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Númerodehabitantes
Evolução da população total desde 1900
até 2011
q De 1900 a 1911 e de 1920 a 1950
praticamente todo o País cresceu em
termos populacionai
q A partir deste ano – 1950 - a evolução
da população portuguesa apresenta
um cenário bastante diferente.
q Embora o número total de habitantes
vá aumentando no País em quase
todos os censos (com uma exceção
pontual em 1970), verifica-se que
quase todos os distritos do interior,
designadamente os que se situam na
zona raiana, apresentam uma
significativa quebra populacional.
q Pelo contrário, a maioria dos distritos
do litoral registam ganhos
populacionais.
C rescim ento negativo C rescim ento positivo
J. Ferreira – censosdeportugal.blogspot.com
As projeções demográficas já realizadas
apontam para:
q Perda efetiva de população
q Redução da natalidade
q Aumento do número de idosos
q Inversão da pirâmide etária.
Causas:
q Redução da fecundidade
q Redução da mortalidade infantil
q Aumento da esperança média de vida
q Aumento da longevidade
População residente, 2014
Absoluta - 10 401 062 habitantes
Município mais populoso:
Lisboa – 513 064 habitantes
Município menos populoso:
Corvo (R.A.A) - 461
INE, PORDATA – © FFMS
Mapa A
Mapa B
Mapa A – deformação acentuada da
representação do espaço. O litoral à
volta das áreas metropolitanas
concentra a grande maioria da
população. O litoral algarvio mostra
alguma representatividade. Todo o
interior fica reduzido a uma estreita
faixa.
Densidade populacional, 2014
Média nacional:
112,8 hab/km2
Município de maior densidade
populacional:
Amadora - 7 385,1 hab/km2
Município de menor densidade
populacional:
Alcoutim 4,5 hab/km2
INE, PORDATA – © FFMS
Mapa C
Mapa D
À semelhança do mapa A, o mapa
C mostra fortes deformações
correspondentes à realidade do
país: um território muito assimétrico
onde a litoralização se impõe pelo
seu peso numérico
População estrangeira, 2014
Peso em relação ao total da
população nacional:
3,8%
Município com maior percentagem
de população estrangeira:
Albufeira – 22,3%
Município com menor percentagem
de população estrangeira:
Baião – 0,2%
Fonte: SEF/MAI, INE, PORDATA
Mapa E
Mapa F
Mapa E – a deformação sofrida
pela cartografia do mapa revela
as duas áreas mais atrativas para
os estrangeiros que se fixam em
Portugal Continental, o Algarve e
a região de Lisboa. Na Madeira,
Calheta, Funchal e Porto Santo.
Nos Açores, Lajes das Flores.
Saldo migratório, 2014
Valor nacional:
-30 003 indivíduos
Município com maior valor saldo
migratório e positivo (I>E):
Odivelas - 1 209 indivíduos
Município com maior valor
negativo e o mais baixo (I<E):
Lisboa - –6 207 indivíduos
Fonte: SEF/MAI, INE, PORDATA
Mapa G
Mapa H
No mapa G a deformação cartográfica
do espaço revela que, a grande
maioria dos municípios do país,
registaram saldos migratórios
negativos. Os municípios com ganhos
no seu saldo migratório concentraram-
se, em 2014, no Algarve e na Área
Metropolitana de Lisboa.
O mapa mostra o desequilíbrio da
distribuição da população residente nas
cidades:
7 cidades – 4,4% – tinham mais de 100
mil habitantes cada: Lisboa, Porto, V.N.
Gaia, Amadora, Braga, Funchal e Coimbra.
10 cidades – 6,3% – tinham entre 50 e
100 mil habitantes.
40 cidades – 25% – tinham entre 20 mil e
50 mil habitantes.
46 cidades – 29% - tinham entre 10 mil e
20 mil habitantes.
39 cidades – 25% - tinham entre 5 mil e 9
mil habitantes.
17 cidades – 11% - tinham menos de 5 mil
habitantes.
Em 2011, havia 159 cidades, onde
residiam 42% da população residente em
Portugal
População residente em cidades, 2011
NUTS I – 3:
q Continente, Região Autónoma dos
Açores e Região Autónoma da
Madeira
NUTS II – 7:
q Regiões Norte, Centro, Área
Metropolitana de Lisboa, Alentejo e
Algarve, no Continente, e as duas
Regiões Autónomas
NUTS III – 25:
q 23 sub-regiões no Continente e as
duas Regiões Autónomas
MAPA de PORTUGAL por NUTS II
De acordo com a mais recente versão
da nomenclatura das “Novas Unidades
Territoriais para Fins Estatísticos –
NUTS 2013”:
q As NUTS de nível 2 sofreram
algumas alterações, em especial:
q A antiga região de Lisboa e Vale do
Tejo espartilhada, em parte, pela
região Norte e, em parte, pela região
Alentejo
q A Área Metropolitana de Lisboa
continua constituída pelas NUTS III
Grande Lisboa e Península de
Setúbal.
Projeto Urban Audit é uma iniciativa conjunta
da Comissão Europeia, da Direção Geral da
Política Regional e do Eurostat.
O principal objetivo é fazer uma avaliação
individual de um conjunto de indicadores de
qualidade de vida e bem-estar de cada
cidade e da respetiva área urbana funcional.
Segundo a tipologia europeia em vigor, a
cidade é uma unidade local de alta densidade
(> 1 500 hab/km2) onde a maioria da
população vive num centro urbano com pelo
menos 50 000 habitantes.
Área funcional é constituída pela cidade e a
sua zona de deslocamento, isto é, as áreas
de deslocação para o trabalho numa cidade
onde, pelo menos, 15% dos seus residentes
têm o seu posto de trabalho.
Grande Cidade ou Cidade Maior - é um centro urbano que se alonga
para lá dos limites administrativos da cidade
Este gráfico relativo a dados do último
recenseamento da população confirma as
assimetrias próprias de um país com uma
administração pública altamente
centralizada, “macrocéfala”, onde os
poderes legislativo, executivo e judicial de
nível superior estão reunidos na capital.
Vejamos:
q 50% da população reside em 10% das
cidades com 50 000 ou mais habitantes
q 42% da população reside em 54% das
cidade entre os 10 000 e os 49 999
habitantes.
q 6% da população reside em 25% das
cidades com 5 000 ou mais habitantes
e menos de 10 000 habitantes.
Segundo o INE, todo o aglomerado com 2 000 ou mais habitantes é um
lugar urbano. De acordo com a lei nº11/82, para uma vila ascender a
cidade tem que reunir pelo menos 8 000 eleitores e ....
O sistema urbano fundamenta-se, em
geral, em cidades de média dimensão. O
sistema urbano nacional é composto por
quatro grupos distintos de cidades:
q Um formado por Lisboa e Porto com,
respetivamente, 500 mil e 200 mil
habitantes.
q Um com cidades dispersas pelo país –
V.N. Gaia, Amadora, Braga, Funchal e
Coimbra – entre 100 mil a 200 mil
habitantes cada.
q Um de 96 cidades entre 100 mil e 10
mil habitantes
q Um de 56 cidades, cada uma com
menos de 10 mil habitantes.
Um mapa para a
globalização
As velhas rivalidades Porto/Lisboa,
litoral/interior e a oposição cidade/campo ou
os limites das áreas metropolitanas, estão a
passar à História.
Uma das novidades do projeto da Gulbenkian
é precisamente o conceito de duas
macrorregiões, que ultrapassam em muito os
limites administrativos das Áreas
Metropolitanas do Porto e de Lisboa:
q o Noroeste, com centro no Porto, que vai
até Viana do Castelo, Braga, Guimarães e
Aveiro, tendo uma população de 3,7
milhões de pessoas;
q o Arco Metropolitano de Lisboa, com centro
na capital, que vai até Leiria, Santarém,
Tomar, Évora e Sines, e tem 4,1 milhões de
habitantes. Estudo apresentado em
fevereiro de 2016
Nosdoisgrandes
m
otoresde
desenvolvim
ento
do
paísvive
¾
da
população
O “país donut”“A geografia é
deformável
conforme o
problema que
queremos resolver.
Nós temos um país,
como um donut, que
tem uma parte
saborosa e outra
que é um buraco.
Esse buraco pode
unir as duas regiões
com que Portugal
entra na
globalização. A
região não tem
concentração, mas
distribui-se num
quadrado cheio de
iniciativa.”
As cidades médias da região Centro têm conseguido
encontrar o seu modelo de desenvolvimento e
podem retirar enormes vantagens da globalização.
O Centro do país pode mesmo tornar-se charneira
entre as duas grandes regiões que contam nos
mapas europeus: o nordeste, com o Porto, Braga e
Aveiro; e o arco metropolitano de Lisboa, de Leiria a
Sines e Évora.
C idades m édias com
m odelo de desenvolvim ento,
E xpresso, dezem bro de 2017
Grau de urbanização de unidades
locais de nível 2/municípios
O mapa mostra que:
q A maior extensão do espaço
comunitário é rural (verde)
q As cidades e subúrbios ocupam
áreas de densidade populacional
média (amarelo)
q As cidades de elevada densidade
populacional ocupam, no conjunto, a
área mais restrita
q A faixa que se estende de Inglaterra
até ao Norte de Itália – “Banana
Azul” – é a mais urbanizada.
Grau de urbanização de
unidades locais de nível
2/municípios
Portugal, neste mapa, revela que:
q Tem mais espaço rural do que
urbano
q A litoralização se traduz por um
maior grau de urbanização entre
- Viana do Castelo e
Aveiro
- Leiria e Sines
- Sotavento algarvio
O projeto Estatística das Cidades Europeias recolhe estatísticas comparáveis a nível europeu sobre
muitos tópicos em três níveis espaciais:
>>> a cidade central - uma unidade administrativa local (LAU), composta de cidades e cidades,
onde a maioria da população vive em um centro urbano de pelo menos 50.000 pessoas
>>> a cidade maior - onde a área urbana contínua se estende além da cidade central
>>> a área urbana funcional - representa a área econômica funcional mais ampla que circunda a
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  • 1. O que transmite cada uma delas?
  • 2. Elementos geométricos da esfera terrestre Como se pode apreciar pelas figuras, trata-se de: q Formas tridimensionais - esferas Portanto, os: q Paralelos são círculos menores paralelos ao Equador (círculo máximo que divide a terra em dois hemisférios, norte e sul) q Meridianos são todos círculos máximos (cada um deles divide a esfera terrestre em dois hemisférios; só um é, internacionalmente, considerado principal, o de Greenwich que divide a Terra em hemisfério ocidental e hemisfério oriental) X SAIR GEOGRAFIA http://slideplayer.com.br/slide/287452/
  • 3. Oscilação do Atlântico Norte q É o principal modo de variabilidade da circulação atmosférica do Atlântico Norte q É um índice que mede a diferença de pressão à superfície entre os centros de altas pressões subtropicais, como o anticiclone dos Açores, e os centros de baixas pressões subpolares, como a depressão da Islândia q Provoca um impacto vasto sobre uma multiplicidade de elementos climáticos, em especial a precipitação, principalmente no período invernal (novembro a março) na Península Ibérica, e, necessariamente, sobre o regime fluvial dos rios na península. http://w w w.ldeo.colum bia.edu/res/pi/N A O / http://visao.sapo.pt/am biente/clim a/a-autoestrada-das-tem pestades=f770159 NAO positiva – diferença de pressão entre os dois centro superior à média – origina invernos mais frios e secos e caudais mais reduzidos. NAO negativa – diferença de pressão entre os dois centros inferior à média – origina invernos mais amenos e chuvosos e caudais mais volumosos
  • 4. 2017: um ano extremamente quente e extremamente seco em Portugal Continental O ano de 2017 foi extrem am ente seco e estará entre os 4 m ais secos desde 1931 (todos ocorreram depois de 2000), o valor m édio de precipitação total anual será cerca de 60 % do norm al. O período de abril a dezem bro, com anom alias de precipitação persistentem ente negativas, será o m ais seco dos últim os 87 anos. O ano de 2017 classifica-se com o extrem am ente quente e o valor de tem peratura m édia do ar será cerca de +1.1 °C superior ao valor norm al correspondendo ao 2º ano m ais quente desde 1931 (o m ais quente foi 1997). D e referir que os 5 anos m ais quentes ocorreram nos últim os 30 anos. A tem peratura m áxim a em 2017, cerca de +2.4 °C superior ao valor norm al, será o valor m ais alto desde 1931... O valor m édio anual de tem peratura m ínim a estará próxim o do norm al 1971-2000.Fonte: B alanço C lim ático P relim inar do A no 2017 P ortugal C ontinental, IP M A
  • 5. Eventos relevantes em 2017: q 2º ano mais quente desde 1931 (o mais quente foi em 1997). Os 5 anos mais quentes ocorreram nos últimos 30 anos q 3º valor médio de precipitação total anual mais baixo desde 1931 (mais baixos em 2005 e 2007). Os 4 anos mais secos desde 1931 ocorreram todos depois de 2003. q Tempo frio em janeiro; q Vento forte em fevereiro. q Inundações no dia 11 de fevereiro no sotavento Algarvio. q Tempo extremamente quente em abril, junho e outubro. q Seca meteorológica entre abril e dezembro. q Época de incêndios florestais muito severa. Anomalias da Temperatura média e percentagem da precipitação em relação à normal 1971-2000 (período 1931-2017) O ano de 2017, em Portugal Continental, classificou-se como extremamente quente e extremamente seco
  • 6. A distribuição da precipitação é bastante heterogénea. As regiões situadas a norte do rio Tejo têm precipitações anuais superiores à média do país, apresentando as regiões a sul valores inferiores. As bacias hidrográficas dos rios Minho e Lima apresentam os valores mais elevados de precipitação anual média (superiores a 2000 mm), enquanto a bacia hidrográfica do rio Guadiana tem o valor de precipitação anual média mais baixo, na ordem de 580 mm. A situação geográfica do território de Portugal Continental é favorável à ocorrência de episódios de seca, quase sempre associados a situações meteorológicas de bloqueio em que anticiclone subtropical do Atlântico Norte se mantém numa posição que impede que as perturbações da frente polar atinjam a Península Ibérica. Em Portugal ... a maior parte da água doce disponível encontra-se na precipitação, na que escoa superficialmente através dos rios, na que se infiltra (aquíferos) e na que está armazenada nas albufeiras.
  • 7. Desde 1900 até ao censo de 2011 verificámos que: q A população praticamente duplicou passando de 5.4 para 10.6 milhões de habitantes. q Até meados do século XX o crescimento da população foi generalizado. q Entre 1911 e 1920 houve uma quebra populacional devida aos efeitos da 1ª Grande Guerra e a gripe pneumónica. q Na segunda metade do século XX e nos princípios do século XXI, o crescimento quase se limita à zona litoral do País. q Entre 1960 e 1970, a população diminuiu em termos efetivos devido à forte emigração e à reação dos jovens à guerra no ultramar. 0 20 000 00 40 000 00 60 000 00 80 000 00 10 000 00 0 12 000 00 0 19 00 19 11 19 20 19 30 19 40 19 50 19 60 19 70 19 81 19 91 20 01 20 11 Númerodehabitantes Evolução da população total desde 1900 até 2011
  • 8. q De 1900 a 1911 e de 1920 a 1950 praticamente todo o País cresceu em termos populacionai q A partir deste ano – 1950 - a evolução da população portuguesa apresenta um cenário bastante diferente. q Embora o número total de habitantes vá aumentando no País em quase todos os censos (com uma exceção pontual em 1970), verifica-se que quase todos os distritos do interior, designadamente os que se situam na zona raiana, apresentam uma significativa quebra populacional. q Pelo contrário, a maioria dos distritos do litoral registam ganhos populacionais. C rescim ento negativo C rescim ento positivo J. Ferreira – censosdeportugal.blogspot.com
  • 9. As projeções demográficas já realizadas apontam para: q Perda efetiva de população q Redução da natalidade q Aumento do número de idosos q Inversão da pirâmide etária. Causas: q Redução da fecundidade q Redução da mortalidade infantil q Aumento da esperança média de vida q Aumento da longevidade
  • 10. População residente, 2014 Absoluta - 10 401 062 habitantes Município mais populoso: Lisboa – 513 064 habitantes Município menos populoso: Corvo (R.A.A) - 461 INE, PORDATA – © FFMS Mapa A Mapa B Mapa A – deformação acentuada da representação do espaço. O litoral à volta das áreas metropolitanas concentra a grande maioria da população. O litoral algarvio mostra alguma representatividade. Todo o interior fica reduzido a uma estreita faixa.
  • 11. Densidade populacional, 2014 Média nacional: 112,8 hab/km2 Município de maior densidade populacional: Amadora - 7 385,1 hab/km2 Município de menor densidade populacional: Alcoutim 4,5 hab/km2 INE, PORDATA – © FFMS Mapa C Mapa D À semelhança do mapa A, o mapa C mostra fortes deformações correspondentes à realidade do país: um território muito assimétrico onde a litoralização se impõe pelo seu peso numérico
  • 12. População estrangeira, 2014 Peso em relação ao total da população nacional: 3,8% Município com maior percentagem de população estrangeira: Albufeira – 22,3% Município com menor percentagem de população estrangeira: Baião – 0,2% Fonte: SEF/MAI, INE, PORDATA Mapa E Mapa F Mapa E – a deformação sofrida pela cartografia do mapa revela as duas áreas mais atrativas para os estrangeiros que se fixam em Portugal Continental, o Algarve e a região de Lisboa. Na Madeira, Calheta, Funchal e Porto Santo. Nos Açores, Lajes das Flores.
  • 13. Saldo migratório, 2014 Valor nacional: -30 003 indivíduos Município com maior valor saldo migratório e positivo (I>E): Odivelas - 1 209 indivíduos Município com maior valor negativo e o mais baixo (I<E): Lisboa - –6 207 indivíduos Fonte: SEF/MAI, INE, PORDATA Mapa G Mapa H No mapa G a deformação cartográfica do espaço revela que, a grande maioria dos municípios do país, registaram saldos migratórios negativos. Os municípios com ganhos no seu saldo migratório concentraram- se, em 2014, no Algarve e na Área Metropolitana de Lisboa.
  • 14. O mapa mostra o desequilíbrio da distribuição da população residente nas cidades: 7 cidades – 4,4% – tinham mais de 100 mil habitantes cada: Lisboa, Porto, V.N. Gaia, Amadora, Braga, Funchal e Coimbra. 10 cidades – 6,3% – tinham entre 50 e 100 mil habitantes. 40 cidades – 25% – tinham entre 20 mil e 50 mil habitantes. 46 cidades – 29% - tinham entre 10 mil e 20 mil habitantes. 39 cidades – 25% - tinham entre 5 mil e 9 mil habitantes. 17 cidades – 11% - tinham menos de 5 mil habitantes. Em 2011, havia 159 cidades, onde residiam 42% da população residente em Portugal População residente em cidades, 2011
  • 15. NUTS I – 3: q Continente, Região Autónoma dos Açores e Região Autónoma da Madeira NUTS II – 7: q Regiões Norte, Centro, Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo e Algarve, no Continente, e as duas Regiões Autónomas NUTS III – 25: q 23 sub-regiões no Continente e as duas Regiões Autónomas
  • 16. MAPA de PORTUGAL por NUTS II De acordo com a mais recente versão da nomenclatura das “Novas Unidades Territoriais para Fins Estatísticos – NUTS 2013”: q As NUTS de nível 2 sofreram algumas alterações, em especial: q A antiga região de Lisboa e Vale do Tejo espartilhada, em parte, pela região Norte e, em parte, pela região Alentejo q A Área Metropolitana de Lisboa continua constituída pelas NUTS III Grande Lisboa e Península de Setúbal.
  • 17. Projeto Urban Audit é uma iniciativa conjunta da Comissão Europeia, da Direção Geral da Política Regional e do Eurostat. O principal objetivo é fazer uma avaliação individual de um conjunto de indicadores de qualidade de vida e bem-estar de cada cidade e da respetiva área urbana funcional. Segundo a tipologia europeia em vigor, a cidade é uma unidade local de alta densidade (> 1 500 hab/km2) onde a maioria da população vive num centro urbano com pelo menos 50 000 habitantes. Área funcional é constituída pela cidade e a sua zona de deslocamento, isto é, as áreas de deslocação para o trabalho numa cidade onde, pelo menos, 15% dos seus residentes têm o seu posto de trabalho. Grande Cidade ou Cidade Maior - é um centro urbano que se alonga para lá dos limites administrativos da cidade
  • 18. Este gráfico relativo a dados do último recenseamento da população confirma as assimetrias próprias de um país com uma administração pública altamente centralizada, “macrocéfala”, onde os poderes legislativo, executivo e judicial de nível superior estão reunidos na capital. Vejamos: q 50% da população reside em 10% das cidades com 50 000 ou mais habitantes q 42% da população reside em 54% das cidade entre os 10 000 e os 49 999 habitantes. q 6% da população reside em 25% das cidades com 5 000 ou mais habitantes e menos de 10 000 habitantes. Segundo o INE, todo o aglomerado com 2 000 ou mais habitantes é um lugar urbano. De acordo com a lei nº11/82, para uma vila ascender a cidade tem que reunir pelo menos 8 000 eleitores e ....
  • 19. O sistema urbano fundamenta-se, em geral, em cidades de média dimensão. O sistema urbano nacional é composto por quatro grupos distintos de cidades: q Um formado por Lisboa e Porto com, respetivamente, 500 mil e 200 mil habitantes. q Um com cidades dispersas pelo país – V.N. Gaia, Amadora, Braga, Funchal e Coimbra – entre 100 mil a 200 mil habitantes cada. q Um de 96 cidades entre 100 mil e 10 mil habitantes q Um de 56 cidades, cada uma com menos de 10 mil habitantes.
  • 20. Um mapa para a globalização As velhas rivalidades Porto/Lisboa, litoral/interior e a oposição cidade/campo ou os limites das áreas metropolitanas, estão a passar à História. Uma das novidades do projeto da Gulbenkian é precisamente o conceito de duas macrorregiões, que ultrapassam em muito os limites administrativos das Áreas Metropolitanas do Porto e de Lisboa: q o Noroeste, com centro no Porto, que vai até Viana do Castelo, Braga, Guimarães e Aveiro, tendo uma população de 3,7 milhões de pessoas; q o Arco Metropolitano de Lisboa, com centro na capital, que vai até Leiria, Santarém, Tomar, Évora e Sines, e tem 4,1 milhões de habitantes. Estudo apresentado em fevereiro de 2016 Nosdoisgrandes m otoresde desenvolvim ento do paísvive ¾ da população
  • 21. O “país donut”“A geografia é deformável conforme o problema que queremos resolver. Nós temos um país, como um donut, que tem uma parte saborosa e outra que é um buraco. Esse buraco pode unir as duas regiões com que Portugal entra na globalização. A região não tem concentração, mas distribui-se num quadrado cheio de iniciativa.” As cidades médias da região Centro têm conseguido encontrar o seu modelo de desenvolvimento e podem retirar enormes vantagens da globalização. O Centro do país pode mesmo tornar-se charneira entre as duas grandes regiões que contam nos mapas europeus: o nordeste, com o Porto, Braga e Aveiro; e o arco metropolitano de Lisboa, de Leiria a Sines e Évora. C idades m édias com m odelo de desenvolvim ento, E xpresso, dezem bro de 2017
  • 22. Grau de urbanização de unidades locais de nível 2/municípios O mapa mostra que: q A maior extensão do espaço comunitário é rural (verde) q As cidades e subúrbios ocupam áreas de densidade populacional média (amarelo) q As cidades de elevada densidade populacional ocupam, no conjunto, a área mais restrita q A faixa que se estende de Inglaterra até ao Norte de Itália – “Banana Azul” – é a mais urbanizada.
  • 23. Grau de urbanização de unidades locais de nível 2/municípios Portugal, neste mapa, revela que: q Tem mais espaço rural do que urbano q A litoralização se traduz por um maior grau de urbanização entre - Viana do Castelo e Aveiro - Leiria e Sines - Sotavento algarvio
  • 24. O projeto Estatística das Cidades Europeias recolhe estatísticas comparáveis a nível europeu sobre muitos tópicos em três níveis espaciais: >>> a cidade central - uma unidade administrativa local (LAU), composta de cidades e cidades, onde a maioria da população vive em um centro urbano de pelo menos 50.000 pessoas >>> a cidade maior - onde a área urbana contínua se estende além da cidade central >>> a área urbana funcional - representa a área econômica funcional mais ampla que circunda a cidade central ou a cidade maior com base em sua zona de deslocamento. Mais de 900 vilas e cidades são cobertas pelo projeto European City Statistics em todos os estados membros da UE, bem como Noruega, Suíça e Turquia. Cidade Cidade maior Área urbana funcional