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“Explore a história contínua da civilização humana no nível mais amplo,
por meio de pesquisa e visualização de dados”.
Max Roser, https://ourworldindata.org
1
Adaptado de
Max Roser e Esteban Ortiz-Ospina
https://ourworldindata.org/about/#team
2
Crescimento populacional mundial
q Há 200 anos, éramos cerca de 1 milhar de milhão a viver na Terra.
q Durante longo tempo a população cresceu muito lentamente.
q Hoje, já ultrapassámos os 7,6 mil milhões.
q Entre 1900 e 2000, o aumento da população mundial foi três vezes maior do que durante toda a
história anterior da humanidade - um aumento de 1,5 para 6,1 mil milhões em apenas 100 anos.
q Podemos considerar três períodos marcados por tendências distintas no crescimento
populacional:
q Primeiro período, a pré-modernidade, muito longo e de crescimento demográfico muito lento.
q Segundo período, com o início da modernidade - caracterizado pelo aumento dos padrões de vida
e melhoria da saúde – marcado por uma taxa de crescimento crescente até 1962.
q Terceiro período marcado, desde 1962, pela diminuição da taxa de crescimento da população , um
decréscimo que apresenta igual tendência ao longo deste século. 3
Crescimento da população mundial
1750-2100
4
Tempo necessário para a população mundial
aumentar 1 milhar de milhão
Reparemos que, a partir de 2011, são
necessários mais anos para acrescentar mais
um milhar de milhão
5
Gráfico interativo no original. Ao
passar com o rato sobre as curvas
lemos os valores da população do
país escolhido.
É possível, também, acrescentar o
país que selecionarmos e
acompanhar a evolução populacional
respetiva.
China e Índia surgem como exemplos
dos países que, desde meados do
século XX, registaram crescimento
populacional exponencial.
A tendência é para a manutenção do
ritmo de crescimento acelerado na
Índia e uma ligeira desaceleração no
ritmo de crescimento na China, fruto
da política do filho único que vigorou
de finais da década de 70 até outubro
de 2015.
População por país
https://ourworldindata.org/world-population-growth
6
Desde 1820, Ásia foi o continente
mais populoso. Desde meados
do século XX o seu contributo
populacional cresceu a um ritmo
acelerado.
África é o segundo continente
que, nas últimas décadas,
igualmente contribui para o
crescimento mundial da
população.
As projeções apontam para uma
continuidade destas tendências.
As regiões mais desenvolvidas –
Europa e América do Norte –
serão as regiões
demograficamente menos
expressivas.
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7
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Em 1955, nenhum país no mundo registava crescimento natural negativo. Em 2015, pelo contrário,
vários países já registavam mais nascimentos do que óbitos, por exemplo, Portugal, Rússia, Itália,
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Nestes dados não foram considerados os movimentos migratórios.
1955 2015
Obs: Mapas interativos no original
8
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Considerando, agora, quer os saldos naturais quer os saldos migratórios, podemos verificar o
crescimento populacional em cada país. Em 1950, somente apresentavam crescimento negativo
um reduzido número de países: Bielorrússia, Áustria, Emiratos Árabes Unidos e Coreia do Norte.
Desde os anos 60 do século passado, em muitos países houve queda de crescimento efetivo.
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0%; África Subsaariana, pelo contrário, apresenta taxas acima de 3%.
1950 2015
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9
Como mudará a demografia global?
Em 1950, a população era jovem e a
pirâmide tinha uma base larga e um
topo estreito: nascia-se muito e
morria-se, também, muito; cada 4
crianças morriam antes dos 5 anos
de idade.
Atualmente, e, ainda mais, no futuro,
a base da pirâmide é estreita e o topo
largo – forma de caixa. Morre-se mais
tarde, as crianças vivem muito mais
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continua a aumentar. É-se mais
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Ainda existem muitas mulheres em
idade reprodutiva (PVD) e, portanto,
continuará a aumentar a população
mundial mesmo se a taxa de
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10
A transição
demográfica
em cinco estádios
Fase 1 – Natalidade e
mortalidade com valores
muito altos
Fase 2 – Natalidade
elevada e mortalidade em
queda
Fase 3 – Natalidade em
queda e mortalidade
mantém-se baixa
Fase 4 – Natalidade e
mortalidade atingem
valores baixos e muito
próximos
Fase 5 – Aumento ligeiro
da fecundidade
11
Fase 1: Durante milénios em todo o mundo o crescimento
populacional foi praticamente nulo, pois ambas as variáveis,
natalidade e mortalidade, eram altas.
Fase 2: Com a saúde lentamente a melhorar, a taxa de
mortalidade começa a diminuir. Mas a fertilidade ainda
permanece tão alta quanto antes e, portanto, a população
aumenta rapidamente.
Fase 3: Taxas de mortalidade infantil baixas, despesas dos
filhos assumidas como custos, emancipação feminina e
alterações estruturais na economia provocam quebra
acentuada das taxas de fecundidade, principalmente, nos
países mais desenvolvidos.
Fase 4: O crescimento da população atinge praticamente o
crescimento nulo, à medida que a taxa de natalidade
alcança a baixa taxa de mortalidade.
Fase 5: Atingida apenas por poucas sociedades. Entre as
que já níveis muito altos de desenvolvimento registam
aumento ligeiro da fertilidade , à volta de 2 filhos por mulher.
Tal permitirá uma taxa de crescimento populacional natural
de 0% ou possivelmente um pouco acima.
Natalidade, mortalidade e fecundidade são variáveis
que influenciam o crescimento populacional desde
sempre. Mudanças significativas na saúde e nas
condições socioeconómicas a longo prazo justificam as
alterações no comportamento destas variáveis.
De um modo sucinto, o modelo de “transição
demográfica” dá conta das principais fases pelas quais
tem passado a evolução demográfica ao longo do
tempo.12
A Suécia é um dos poucos exemplos de país
que atingiu um elevadíssimo grau de
desenvolvimento – 7º lugar no IDH 2017 - e
que, presentemente, demonstra uma
tendência para um rejuvenescimento
demográfico fruto do aumento da natalidade e
da fecundidade.
Desde 1749 que se fazem registos dos
nascimentos e dos óbitos e, por isso, é
possível seguir o que sucedeu ao longo de
mais de 250 anos. Assim, vemos que, por
volta de 1800, a taxa de mortalidade começou
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vida dos suecos). Cerca de 1860, a taxa de
natalidade passou, também, a recuar mas,
como o gráfico revela, sempre houve uma
diferença notória entre a frequência das taxas
de nascimentos e de óbitos até meados do
século XX. Pensa-se que este hiato terá
permitido a recuperação que se verifica neste
século.
2017:
10 milhões de habitantes; TN=12‰; TM=9,5‰; TC=0,8%; Índice
de fecundidade=1,88 filhos/mulher; IDH=0,933 (7º lugar)
A Transição Demográfica na Suécia:
Declínio da taxa de mortalidade seguida pelo declínio da
taxa de natalidade
Ambas as taxas, de nascimentos e de óbitos, estão em permilagem
13
Obs: Mapas interativos no original 14
1953 2015
Expectativa de vida à nascença: número médio de anos que um recém-nascido viveria se os padrões prevalecentes de
mortalidade no momento do seu nascimento fossemos mesmos ao longo da sua vida
No mundo pré-moderno e pobre, as estatísticas dizem-nos que a expectativa de vida era de cerca de 30 anos
em todas as regiões do mundo. No início do século XIX, a expectativa de vida começou a aumentar nos
primeiros países industrializados, enquanto permaneceu baixa no resto do mundo. A desigualdade entre os
países foi-se agravando desde então até às últimas décadas. Desde aí, essa desigualdade global diminuiu.
Continuam a existir grandes diferenças entre países: as pessoas nos países da África Subsaariana têm uma
expectativa de vida de menos de 50 anos, enquanto no Japão excede 80 anos.
Esperança média
de vida em 1880,
1950 e 2011
1800 1950
2011
No alvor do século XIX, em todo o mundo, a expectativa de vida não ultrapassava os 44 anos sendo pouco
notórias as diferenças entre os países. Em meados do século XX, as diferenças eram gritantes entre África e
Ásia do Sul, onde a perspetiva de vida era inferior a 55 anos, e os países mais ricos onde este valor era superior
aos 64 anos. Em 2011, África continua a ser o continente com menor esperança média de vida genericamente.
Fonte - Max Roser,
Our World in Data
15
Obs: Mapas interativos no original 16
Menos pobreza e aumento do conhecimento e do serviço no setor da saúde, estão na base da diminuição
da mortalidade infantil em todo o mundo, de 18,2% em 1960 para 4,3% em 2015.
Grandes países como o Brasil e a China reduziram em 10 vezes suas taxas de mortalidade infantil nas
últimas 4 décadas. Outros países - especialmente na África - ainda apresentam altas taxas de mortalidade
infantil. Na África Subsaariana, a mortalidade infantil tem caído continuamente nos últimos 50 anos (1 em
cada 4 crianças morriam no início dos anos 60 - hoje é menos de 1 em 10).
Mortalidade infantil: óbitos em crianças entre os 0 meses e os 12 meses
1950
2015
As ligações entre educação feminina, desenvolvimento
humano e desenvolvimento económico
Segundo Brown e Barrett
17
q Uma população feminina mais escolarizada está
fortemente associada a taxas mais baixas de
mortalidade infantil, bem como ao
desenvolvimento humano e económico. Algumas
das razões sugeridas para essa relação surgem
na figura ao lado:
q Uma mulher escolarizada usufrui de mais higiene
na nutrição, de uma melhoria na sua saúde, de
cuidados de saúde preventivos e de maior
espaçamento entre gravidezes, fatores que vão
contribuir para a diminuição da mortalidade infantil
e maior sobrevivência das crianças, fatores, ainda,
que são sinal de melhor desenvolvimento humano.
q Uma mulher escolarizada goza de maior
rendimento pois tem acesso a formação
profissional (mesmo tratando-se de uma
agricultora), a uma atividade primária inovadora, a
uma maior produtividade e à solicitação de crédito
o que, no conjunto, vai resultar num incremento do
desenvolvimento económico
18
As ligações entre educação feminina,
desenvolvimento humano e desenvolvimento
económico
19
A "Taxa Total de Fertilidade" mede
o número de filhos que nasceriam
de uma mulher se ela vivesse até o
final de sua idade fértil e gerasse
filhos de acordo com as taxas de
fecundidade específicas para a
idade do ano específico.
Em 1790 cada mulher em média,
no mundo, tinha entre 4,5 e 6,2
filhos.
1901 1951
2015
Taxa total de
fertilidade
Obs: Mapas interativos no original
No início do século XX, os
países mais ricos já tinham
sofrido quedas substanciais.
Em 2015, quase todos os
países mostram baixas
taxas de fertilidade. As
exceções encontram-se na
África subsaariana.

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O Nosso Mundo em Dados

  • 1. “Explore a história contínua da civilização humana no nível mais amplo, por meio de pesquisa e visualização de dados”. Max Roser, https://ourworldindata.org 1
  • 2. Adaptado de Max Roser e Esteban Ortiz-Ospina https://ourworldindata.org/about/#team 2
  • 3. Crescimento populacional mundial q Há 200 anos, éramos cerca de 1 milhar de milhão a viver na Terra. q Durante longo tempo a população cresceu muito lentamente. q Hoje, já ultrapassámos os 7,6 mil milhões. q Entre 1900 e 2000, o aumento da população mundial foi três vezes maior do que durante toda a história anterior da humanidade - um aumento de 1,5 para 6,1 mil milhões em apenas 100 anos. q Podemos considerar três períodos marcados por tendências distintas no crescimento populacional: q Primeiro período, a pré-modernidade, muito longo e de crescimento demográfico muito lento. q Segundo período, com o início da modernidade - caracterizado pelo aumento dos padrões de vida e melhoria da saúde – marcado por uma taxa de crescimento crescente até 1962. q Terceiro período marcado, desde 1962, pela diminuição da taxa de crescimento da população , um decréscimo que apresenta igual tendência ao longo deste século. 3
  • 4. Crescimento da população mundial 1750-2100 4
  • 5. Tempo necessário para a população mundial aumentar 1 milhar de milhão Reparemos que, a partir de 2011, são necessários mais anos para acrescentar mais um milhar de milhão 5
  • 6. Gráfico interativo no original. Ao passar com o rato sobre as curvas lemos os valores da população do país escolhido. É possível, também, acrescentar o país que selecionarmos e acompanhar a evolução populacional respetiva. China e Índia surgem como exemplos dos países que, desde meados do século XX, registaram crescimento populacional exponencial. A tendência é para a manutenção do ritmo de crescimento acelerado na Índia e uma ligeira desaceleração no ritmo de crescimento na China, fruto da política do filho único que vigorou de finais da década de 70 até outubro de 2015. População por país https://ourworldindata.org/world-population-growth 6
  • 7. Desde 1820, Ásia foi o continente mais populoso. Desde meados do século XX o seu contributo populacional cresceu a um ritmo acelerado. África é o segundo continente que, nas últimas décadas, igualmente contribui para o crescimento mundial da população. As projeções apontam para uma continuidade destas tendências. As regiões mais desenvolvidas – Europa e América do Norte – serão as regiões demograficamente menos expressivas. População mundial por regiões mundiais 7
  • 8. Crescimento natural da população Em 1955, nenhum país no mundo registava crescimento natural negativo. Em 2015, pelo contrário, vários países já registavam mais nascimentos do que óbitos, por exemplo, Portugal, Rússia, Itália, Grécia, Alemanha, Japão... Nestes dados não foram considerados os movimentos migratórios. 1955 2015 Obs: Mapas interativos no original 8
  • 9. Crescimento populacional por país Considerando, agora, quer os saldos naturais quer os saldos migratórios, podemos verificar o crescimento populacional em cada país. Em 1950, somente apresentavam crescimento negativo um reduzido número de países: Bielorrússia, Áustria, Emiratos Árabes Unidos e Coreia do Norte. Desde os anos 60 do século passado, em muitos países houve queda de crescimento efetivo. Em 2015, existem diferenças substanciais entre países e regiões: Europa tem taxas perto dos 0%; África Subsaariana, pelo contrário, apresenta taxas acima de 3%. 1950 2015 Obs: Mapas interativos no original 9
  • 10. Como mudará a demografia global? Em 1950, a população era jovem e a pirâmide tinha uma base larga e um topo estreito: nascia-se muito e morria-se, também, muito; cada 4 crianças morriam antes dos 5 anos de idade. Atualmente, e, ainda mais, no futuro, a base da pirâmide é estreita e o topo largo – forma de caixa. Morre-se mais tarde, as crianças vivem muito mais anos: a esperança média de vida continua a aumentar. É-se mais saudável. Ainda existem muitas mulheres em idade reprodutiva (PVD) e, portanto, continuará a aumentar a população mundial mesmo se a taxa de fecundidade regista uma queda. 10
  • 11. A transição demográfica em cinco estádios Fase 1 – Natalidade e mortalidade com valores muito altos Fase 2 – Natalidade elevada e mortalidade em queda Fase 3 – Natalidade em queda e mortalidade mantém-se baixa Fase 4 – Natalidade e mortalidade atingem valores baixos e muito próximos Fase 5 – Aumento ligeiro da fecundidade 11
  • 12. Fase 1: Durante milénios em todo o mundo o crescimento populacional foi praticamente nulo, pois ambas as variáveis, natalidade e mortalidade, eram altas. Fase 2: Com a saúde lentamente a melhorar, a taxa de mortalidade começa a diminuir. Mas a fertilidade ainda permanece tão alta quanto antes e, portanto, a população aumenta rapidamente. Fase 3: Taxas de mortalidade infantil baixas, despesas dos filhos assumidas como custos, emancipação feminina e alterações estruturais na economia provocam quebra acentuada das taxas de fecundidade, principalmente, nos países mais desenvolvidos. Fase 4: O crescimento da população atinge praticamente o crescimento nulo, à medida que a taxa de natalidade alcança a baixa taxa de mortalidade. Fase 5: Atingida apenas por poucas sociedades. Entre as que já níveis muito altos de desenvolvimento registam aumento ligeiro da fertilidade , à volta de 2 filhos por mulher. Tal permitirá uma taxa de crescimento populacional natural de 0% ou possivelmente um pouco acima. Natalidade, mortalidade e fecundidade são variáveis que influenciam o crescimento populacional desde sempre. Mudanças significativas na saúde e nas condições socioeconómicas a longo prazo justificam as alterações no comportamento destas variáveis. De um modo sucinto, o modelo de “transição demográfica” dá conta das principais fases pelas quais tem passado a evolução demográfica ao longo do tempo.12
  • 13. A Suécia é um dos poucos exemplos de país que atingiu um elevadíssimo grau de desenvolvimento – 7º lugar no IDH 2017 - e que, presentemente, demonstra uma tendência para um rejuvenescimento demográfico fruto do aumento da natalidade e da fecundidade. Desde 1749 que se fazem registos dos nascimentos e dos óbitos e, por isso, é possível seguir o que sucedeu ao longo de mais de 250 anos. Assim, vemos que, por volta de 1800, a taxa de mortalidade começou a cair (melhorias na saúde e nos padrões de vida dos suecos). Cerca de 1860, a taxa de natalidade passou, também, a recuar mas, como o gráfico revela, sempre houve uma diferença notória entre a frequência das taxas de nascimentos e de óbitos até meados do século XX. Pensa-se que este hiato terá permitido a recuperação que se verifica neste século. 2017: 10 milhões de habitantes; TN=12‰; TM=9,5‰; TC=0,8%; Índice de fecundidade=1,88 filhos/mulher; IDH=0,933 (7º lugar) A Transição Demográfica na Suécia: Declínio da taxa de mortalidade seguida pelo declínio da taxa de natalidade Ambas as taxas, de nascimentos e de óbitos, estão em permilagem 13
  • 14. Obs: Mapas interativos no original 14 1953 2015 Expectativa de vida à nascença: número médio de anos que um recém-nascido viveria se os padrões prevalecentes de mortalidade no momento do seu nascimento fossemos mesmos ao longo da sua vida No mundo pré-moderno e pobre, as estatísticas dizem-nos que a expectativa de vida era de cerca de 30 anos em todas as regiões do mundo. No início do século XIX, a expectativa de vida começou a aumentar nos primeiros países industrializados, enquanto permaneceu baixa no resto do mundo. A desigualdade entre os países foi-se agravando desde então até às últimas décadas. Desde aí, essa desigualdade global diminuiu. Continuam a existir grandes diferenças entre países: as pessoas nos países da África Subsaariana têm uma expectativa de vida de menos de 50 anos, enquanto no Japão excede 80 anos.
  • 15. Esperança média de vida em 1880, 1950 e 2011 1800 1950 2011 No alvor do século XIX, em todo o mundo, a expectativa de vida não ultrapassava os 44 anos sendo pouco notórias as diferenças entre os países. Em meados do século XX, as diferenças eram gritantes entre África e Ásia do Sul, onde a perspetiva de vida era inferior a 55 anos, e os países mais ricos onde este valor era superior aos 64 anos. Em 2011, África continua a ser o continente com menor esperança média de vida genericamente. Fonte - Max Roser, Our World in Data 15
  • 16. Obs: Mapas interativos no original 16 Menos pobreza e aumento do conhecimento e do serviço no setor da saúde, estão na base da diminuição da mortalidade infantil em todo o mundo, de 18,2% em 1960 para 4,3% em 2015. Grandes países como o Brasil e a China reduziram em 10 vezes suas taxas de mortalidade infantil nas últimas 4 décadas. Outros países - especialmente na África - ainda apresentam altas taxas de mortalidade infantil. Na África Subsaariana, a mortalidade infantil tem caído continuamente nos últimos 50 anos (1 em cada 4 crianças morriam no início dos anos 60 - hoje é menos de 1 em 10). Mortalidade infantil: óbitos em crianças entre os 0 meses e os 12 meses 1950 2015
  • 17. As ligações entre educação feminina, desenvolvimento humano e desenvolvimento económico Segundo Brown e Barrett 17
  • 18. q Uma população feminina mais escolarizada está fortemente associada a taxas mais baixas de mortalidade infantil, bem como ao desenvolvimento humano e económico. Algumas das razões sugeridas para essa relação surgem na figura ao lado: q Uma mulher escolarizada usufrui de mais higiene na nutrição, de uma melhoria na sua saúde, de cuidados de saúde preventivos e de maior espaçamento entre gravidezes, fatores que vão contribuir para a diminuição da mortalidade infantil e maior sobrevivência das crianças, fatores, ainda, que são sinal de melhor desenvolvimento humano. q Uma mulher escolarizada goza de maior rendimento pois tem acesso a formação profissional (mesmo tratando-se de uma agricultora), a uma atividade primária inovadora, a uma maior produtividade e à solicitação de crédito o que, no conjunto, vai resultar num incremento do desenvolvimento económico 18 As ligações entre educação feminina, desenvolvimento humano e desenvolvimento económico
  • 19. 19 A "Taxa Total de Fertilidade" mede o número de filhos que nasceriam de uma mulher se ela vivesse até o final de sua idade fértil e gerasse filhos de acordo com as taxas de fecundidade específicas para a idade do ano específico. Em 1790 cada mulher em média, no mundo, tinha entre 4,5 e 6,2 filhos. 1901 1951 2015 Taxa total de fertilidade Obs: Mapas interativos no original No início do século XX, os países mais ricos já tinham sofrido quedas substanciais. Em 2015, quase todos os países mostram baixas taxas de fertilidade. As exceções encontram-se na África subsaariana.