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Fontes: Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas 2016, 28 de novembro de 2017
Destaques e Publicação
Síntese da evolução de 2013 para 2016
´ Aumento da dimensão média das explorações agrícolas em 0,3 hectares de SAU
(14,1 hectares em 2016)
´ Aumento da Dimensão Económica por exploração, mais 2,8 mil euros de Valor de
Produção Padrão Total (VPPT) (19,9 mil euros em 2016),
´ Aumento do número de sociedades agrícolas, mais 1,4 mil
´ Aprofundamento da Orientação Técnico Económica com maior especialização da
das explorações: 70,2% das explorações em 2016 eram especializadas (34,3%
do VPPT nacional em herbívoros e 21,1% do VPPT nacional em culturas
permanentes).
´ 4,4% das unidades produtivas em 2016 praticavam uma agricultura de grande
escala e cariz empresarial
Síntese da evolução de 2013 para 2016
´ As sociedades agrícolas (4,4% das unidades produtivas) foram responsáveis
pela ocupação de quase 1/3 da SAU e produziram 44,6% do efetivo pecuário
´ 36,2% do VPPT nacional em 2016 foram geradas pelas explorações que
regaram a maior parte da SAU, menos de ¼ do total de explorações e 10,9%
da SAU.
´ Agravamento do envelhecimento dos produtores agrícolas, os mais velhos
da UE28 - 63 anos de idade média em 2009 para os 65 anos em 2016.
´ Produtividade média da mão de obra agrícola foi de 16,2 mil euros de VPPT
por Unidade de Trabalho Ano (UTA), menos de metade do valor na UE28 em
2013
´ Eficiência da mão de obra agrícola - SAU por UTA - é inferior à média
europeia.
De 2009 para 2016:
Reduziu o número de explorações:
§ 305 300 em 2009
§ 264 400 em 2013
§ 259 000 em 2016 (–15,2% em
7 anos)
Aumentou a dimensão média das
explorações:
§ 12,0 hectares em 2009
§ 14,1 hectares em 2016
Manteve-se praticamente a SAU:
§ 3,6 milhões de hectares
§ 39,5% da superfície territorial
Fonte: Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas, 2016 – Destaque, INE
Grande variabilidade
regional :
Dimensão média das explorações
agrícolas:
§ Valor médio nacional - 14,1
hectares
§ Valor médio nas regiões Norte e
Centro – menos de 7 hectares
(predomínio dos minifúndios)
§ Valor médio na região Alentejo
– 56,4 hectares (expressão
notória dos latifúndios)
§ 14,1 ha na AM Lisboa
Fonte: Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas, 2016
Destaque, INE
Os dados confirmam o gráfico anterior: 57,7% da SAU são ocupados pelas 35 666
explorações da região Alentejo enquanto que, as 95 879 explorações do Norte são
responsáveis por 17,9% da SAU. Madeira, Norte e Centro são o predomínio do minifúndio. O
Alentejo é nitidamente de predomínio latifundiário. Entre 2009 e 2016, todas as regiões
registaram diminuição no número de explorações, com destaque para a AM Lisboa.
Explorações por classe de SAU (2009-2016)
As explorações que registaram, em 7 anos, aumento da dimensão média da SAU foram as de
média dimensão – entre 20 e100 ha. As superiores a 100 ha, pouco alteração sofreram.
Composição da SAU (2009-2016)
Entre 2009 e 2016 as alterações mais significativas na composição da SAU foram:
§ Redução do peso percentual das terras aráveis (-10,7%)
§ Aumento do espaço ocupado pelas pastagens permanentes (+5,7%)
§ Aumento da área correspondente às culturas permanentes (+3,7%)
Terras
aráveis
32,0 – 100 X= 89,3%
28,6 – X 89,3 -100= -10,7%
Pastagens
permanentes
48,7 – 100 X=105,7%
51,5 – X 105,7 – 100= 5,7%
Culturas
permanentes
18,8 – 100 X= 103,7%
19,5 – X 103,7 – 100= 3,7%
Fonte: Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas, 2016 - Destaque, INE
Composição regional da SAU (2006)
Reflexo das caraterísticas de localização, das especificidades climáticas e da dimensão das
explorações, vemos que:
§ No Norte e Centro há uma distribuição quase equitativa das terras aráveis, culturas e pastagens
permanentes
§ No Algarve e RAMadeira predominam as culturas permanentes
§ Na RAAçores dominam as pastagens permanentes e no Alentejo ocupam a maior parte da SAU
Número de explorações pecuárias e efetivos por espécie
(variação 2009-2016)
A leitura do gráfico permite-nos concluir que, em 7 anos:
§ O número de explorações pecuárias diminuiu em todas as espécies
§ A espécie bovina foi a única que reforçou o seu efetivo de cabeças
A principal causa para a redução do número de explorações foi o desaparecimento de
unidades produtivas de pequena dimensão.
Dimensão média dos efetivos, por espécie (2009-2016)
Com a eliminação de muitas das pequenas explorações e a aposta no aumento da
produção e da produtividade verificámos que, em relação a cada exploração
pecuária, houve um aumento do número de cabeças por espécie.
E
f
e
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1
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A região Alentejo é a primeira em percentagem de cabeças de suínos, bovinos e
ovinos. A região Centro é a primeira em percentagem de caprinos.
Estrutura dos efetivos por NUTS II (variação 2009-2016)
Do gráfico extraímos que, entre 2009 e 2016, em termos de variação relativa :
§ O Alentejo registou a maior variação positiva na suinicultura (+5,4%)
§ O Norte apresenta um ganho significativo em caprinos e ovinos (+3,2% e +1,8%)
§ O Centro mostra variações negativas acentuadas, com uma única variação positiva no
caso dos caprinos (+0,3%).
Dimensão Económica (DE) média das explorações, por
Orientação Técnico Económica (OTE) (2016)
O gráfico indicia que, das explorações consideradas, as dedicadas à pecuária
apresentam as mais elevadas DE: aviários, suiniculturas e explorações leiteiras,
respetivamente, 221,3 mil €, 192,9 mil € e 136,4 mil €, em 2016. As explorações com
menor DE são as especializadas em olivicultura e viticultura.
Dimensão Económica (DE)– categoria da
exploração agrícola baseada no Valor de
Produção Padrão Total (VPPT). A DE é
expressa em euros
VPPT (Valor de Produção Padrão Total)
da exploração - é a soma dos diferentes
VPP obtidos para cada atividade. Expressa
em euros por hectare ou cabeça de gado.
VPP – Valor de Produção Padrão - é o
valor monetário médio da produção agrícola
numa dada região
Orientação Técnico-Económica (OTE) de
uma exploração – categoria de classificação
de uma exploração baseada na contribuição
de cada atividade para o total do VPPT
dessa exploração
A OTE das explorações leva-nos a concluir que existe uma especialização acentuada da nossa agricultura:
70,2% são explorações especializadas e contribuíram, em 2016, para 88,1% do VPPT.
Número de explorações,
VPPT e SAU, por OTE
(2016)
Produtor agrícola singular segundo o género, classes
etárias, por nível de instrução (2016)
§ 66,2% dos
produtores
agrícolas são
homens
§ 55,2% têm 65 ou
mais anos de
idade
§ 71,4% apenas
possuem o ensino
básico
§ 54,5% têm
formação empírica
§ 18,2% estão na
exploração a
tempo completo
Os produtores singulares estão mais velhos e são pouco qualificados. 23,6% deles (9,8% com
menos de 40 anos e 79,6% com idades entre os 40 e os 64 anos) obtêm rendimentos de
outras atividades lucrativas.
Idade média do agricultor (2009-2016)
A análise aos três gráficos permite-nos ver a evolução etária desde o último Recenseamento
Agrícola (2009):
§ De 2009 para 2016, a idade média em Portugal agravou em 2 anos, de 63 para os 65 anos
§ Nestes 7 anos, todas as regiões registaram um aumento das idades médias
§ A RAAçores é a que apresenta agricultores de idade média mais jovem, 57 anos
De acordo com a DE das explorações, em 81,1% do total o produtor obtém rendimento de origem exterior à
exploração, valor que, no caso das explorações com DE <8 000€ corresponde a um peso de 90,9%. Nas
grandes explorações, mais lucrativas em rendimento e produtividade, o peso é somente de 15,9%.
Pensões e reformas constituem a origem do rendimento exterior à exploração para 143 198 explorações, isto
é, 58,2% do total (plurirrendimento). 29% das explorações cujo rendimento tem origem no exterior obtêm-no
de atividades secundárias e terciárias (pluriatividade)
Dimensão média das explorações
na UE, por NUTS II (2013)
Comparando Portugal com os seus
parceiros comunitários verificámos
que:
§ As regiões NUTS II, Norte,
Centro, Algarve e RA Madeira
apresentam predomínio das
pequenas explorações:
de 0 a <10 ha
§ A região Alentejo apresenta uma
dimensão média entre os
50 a < 100 ha
vulgares em países do Norte e
Centro da Europa
Os indicadores estruturais e sociais
da UE28 relativos a 2013 (daí
incluir o RU) mostram uma grande
diversidade entre os Estados
Membros.
Portugal, comparando com as
médias comunitárias, tem, por
exemplo,
§ Uma SAU média por exploração
inferior – 14,1 contra 16,1
ha/expl.
§ Mais explorações com menos de
2 ha – 45,8% contra 44,1%
§ DE muito inferior à média: 19
863 €/expl. Contra 30 550
€/expl.
§ SAU por unidade de trabalho
inferior: 11,4 ha/UTA contra
18,4ha/UTA
§ Mais de metade dos agricultores
idosos: 51,9% contra 31,1%
§ Um peso acentuado de
produção para autoconsumo:
42,0% contra 11,0%
Dimensão Económica média das
explorações na EU, por NUTS II
(2013)
A comparação entre Portugal e os
restantes Estados Membros leva-nos a
concluir que, no caso da dimensão
económica média por exploração, o
nosso país ocupa uma posição inferior
aos países do Norte e Centro sendo mais
próximo dos países periféricos do Sul e
do Leste europeu:
§ Norte, Centro, Alentejo, Algarve e
RA Açores apresentam um VPPT/expl.
(103 €) de 10 a <25
§ AML com um VPPT/expl. (103 €) de 25
a < 50
§ RA Madeira com um VPPT/expl.< a 10
ha
Valor da Produção Padrão Total (VPTT) por
Unidade de Trabalho Ano (UTA)
Os dados de 2013 mostram que a produtividade da
mão de obra agrícola nacional (16,1 mil €/UTA) estava
muito aquém da média europeia (34,8 mil €/UTA)
Representatividade dos dirigentes das
explorações com 65 anos ou mais (2013)
As explorações agrícolas portuguesas distinguiam-
se por apresentarem os dirigentes mais velhos da
UE 28
Inquérito à estrutura das explorações agrícolas - 2016
Ano de Edição: 2017
https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes&PUBLICACOESp
ub_boui=277088793&PUBLICACOESmodo=2
https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes&PUBLICACOESpub_boui=277088793&PUBLICAC
OESmodo=2
Explorações agrícolas 2016
Atividades complementares à agricultura
Além das atividades agrícolas sabemos que, cada vez mais, é necessário criar oportunidades de valorização do
espaço rural. Segundo o estudo em causa, 6,1% das explorações desenvolveram atividades complementares à
agricultura, tais como, turismo rural, transformação de produtos agrícolas, produção florestal, produção de
energias renováveis, etc. A produção florestal tem-se destacado como a principal atividade complementar. A
produção de energias renováveis foi a atividade lucrativa não agrícola da exploração que maior evolução registou
face a 2009 (+473,9%).

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  • 1. Fontes: Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas 2016, 28 de novembro de 2017 Destaques e Publicação
  • 2. Síntese da evolução de 2013 para 2016 ´ Aumento da dimensão média das explorações agrícolas em 0,3 hectares de SAU (14,1 hectares em 2016) ´ Aumento da Dimensão Económica por exploração, mais 2,8 mil euros de Valor de Produção Padrão Total (VPPT) (19,9 mil euros em 2016), ´ Aumento do número de sociedades agrícolas, mais 1,4 mil ´ Aprofundamento da Orientação Técnico Económica com maior especialização da das explorações: 70,2% das explorações em 2016 eram especializadas (34,3% do VPPT nacional em herbívoros e 21,1% do VPPT nacional em culturas permanentes). ´ 4,4% das unidades produtivas em 2016 praticavam uma agricultura de grande escala e cariz empresarial
  • 3. Síntese da evolução de 2013 para 2016 ´ As sociedades agrícolas (4,4% das unidades produtivas) foram responsáveis pela ocupação de quase 1/3 da SAU e produziram 44,6% do efetivo pecuário ´ 36,2% do VPPT nacional em 2016 foram geradas pelas explorações que regaram a maior parte da SAU, menos de ¼ do total de explorações e 10,9% da SAU. ´ Agravamento do envelhecimento dos produtores agrícolas, os mais velhos da UE28 - 63 anos de idade média em 2009 para os 65 anos em 2016. ´ Produtividade média da mão de obra agrícola foi de 16,2 mil euros de VPPT por Unidade de Trabalho Ano (UTA), menos de metade do valor na UE28 em 2013 ´ Eficiência da mão de obra agrícola - SAU por UTA - é inferior à média europeia.
  • 4. De 2009 para 2016: Reduziu o número de explorações: § 305 300 em 2009 § 264 400 em 2013 § 259 000 em 2016 (–15,2% em 7 anos) Aumentou a dimensão média das explorações: § 12,0 hectares em 2009 § 14,1 hectares em 2016 Manteve-se praticamente a SAU: § 3,6 milhões de hectares § 39,5% da superfície territorial Fonte: Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas, 2016 – Destaque, INE
  • 5. Grande variabilidade regional : Dimensão média das explorações agrícolas: § Valor médio nacional - 14,1 hectares § Valor médio nas regiões Norte e Centro – menos de 7 hectares (predomínio dos minifúndios) § Valor médio na região Alentejo – 56,4 hectares (expressão notória dos latifúndios) § 14,1 ha na AM Lisboa Fonte: Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas, 2016 Destaque, INE
  • 6. Os dados confirmam o gráfico anterior: 57,7% da SAU são ocupados pelas 35 666 explorações da região Alentejo enquanto que, as 95 879 explorações do Norte são responsáveis por 17,9% da SAU. Madeira, Norte e Centro são o predomínio do minifúndio. O Alentejo é nitidamente de predomínio latifundiário. Entre 2009 e 2016, todas as regiões registaram diminuição no número de explorações, com destaque para a AM Lisboa.
  • 7. Explorações por classe de SAU (2009-2016) As explorações que registaram, em 7 anos, aumento da dimensão média da SAU foram as de média dimensão – entre 20 e100 ha. As superiores a 100 ha, pouco alteração sofreram.
  • 8. Composição da SAU (2009-2016) Entre 2009 e 2016 as alterações mais significativas na composição da SAU foram: § Redução do peso percentual das terras aráveis (-10,7%) § Aumento do espaço ocupado pelas pastagens permanentes (+5,7%) § Aumento da área correspondente às culturas permanentes (+3,7%) Terras aráveis 32,0 – 100 X= 89,3% 28,6 – X 89,3 -100= -10,7% Pastagens permanentes 48,7 – 100 X=105,7% 51,5 – X 105,7 – 100= 5,7% Culturas permanentes 18,8 – 100 X= 103,7% 19,5 – X 103,7 – 100= 3,7% Fonte: Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas, 2016 - Destaque, INE
  • 9. Composição regional da SAU (2006) Reflexo das caraterísticas de localização, das especificidades climáticas e da dimensão das explorações, vemos que: § No Norte e Centro há uma distribuição quase equitativa das terras aráveis, culturas e pastagens permanentes § No Algarve e RAMadeira predominam as culturas permanentes § Na RAAçores dominam as pastagens permanentes e no Alentejo ocupam a maior parte da SAU
  • 10. Número de explorações pecuárias e efetivos por espécie (variação 2009-2016) A leitura do gráfico permite-nos concluir que, em 7 anos: § O número de explorações pecuárias diminuiu em todas as espécies § A espécie bovina foi a única que reforçou o seu efetivo de cabeças A principal causa para a redução do número de explorações foi o desaparecimento de unidades produtivas de pequena dimensão.
  • 11. Dimensão média dos efetivos, por espécie (2009-2016) Com a eliminação de muitas das pequenas explorações e a aposta no aumento da produção e da produtividade verificámos que, em relação a cada exploração pecuária, houve um aumento do número de cabeças por espécie.
  • 12. E f e t i v o s a n i m a i s p o r N U T S I I ( 2 0 1 6 ) A região Alentejo é a primeira em percentagem de cabeças de suínos, bovinos e ovinos. A região Centro é a primeira em percentagem de caprinos.
  • 13. Estrutura dos efetivos por NUTS II (variação 2009-2016) Do gráfico extraímos que, entre 2009 e 2016, em termos de variação relativa : § O Alentejo registou a maior variação positiva na suinicultura (+5,4%) § O Norte apresenta um ganho significativo em caprinos e ovinos (+3,2% e +1,8%) § O Centro mostra variações negativas acentuadas, com uma única variação positiva no caso dos caprinos (+0,3%).
  • 14. Dimensão Económica (DE) média das explorações, por Orientação Técnico Económica (OTE) (2016) O gráfico indicia que, das explorações consideradas, as dedicadas à pecuária apresentam as mais elevadas DE: aviários, suiniculturas e explorações leiteiras, respetivamente, 221,3 mil €, 192,9 mil € e 136,4 mil €, em 2016. As explorações com menor DE são as especializadas em olivicultura e viticultura.
  • 15. Dimensão Económica (DE)– categoria da exploração agrícola baseada no Valor de Produção Padrão Total (VPPT). A DE é expressa em euros VPPT (Valor de Produção Padrão Total) da exploração - é a soma dos diferentes VPP obtidos para cada atividade. Expressa em euros por hectare ou cabeça de gado. VPP – Valor de Produção Padrão - é o valor monetário médio da produção agrícola numa dada região Orientação Técnico-Económica (OTE) de uma exploração – categoria de classificação de uma exploração baseada na contribuição de cada atividade para o total do VPPT dessa exploração A OTE das explorações leva-nos a concluir que existe uma especialização acentuada da nossa agricultura: 70,2% são explorações especializadas e contribuíram, em 2016, para 88,1% do VPPT. Número de explorações, VPPT e SAU, por OTE (2016)
  • 16. Produtor agrícola singular segundo o género, classes etárias, por nível de instrução (2016) § 66,2% dos produtores agrícolas são homens § 55,2% têm 65 ou mais anos de idade § 71,4% apenas possuem o ensino básico § 54,5% têm formação empírica § 18,2% estão na exploração a tempo completo Os produtores singulares estão mais velhos e são pouco qualificados. 23,6% deles (9,8% com menos de 40 anos e 79,6% com idades entre os 40 e os 64 anos) obtêm rendimentos de outras atividades lucrativas.
  • 17. Idade média do agricultor (2009-2016) A análise aos três gráficos permite-nos ver a evolução etária desde o último Recenseamento Agrícola (2009): § De 2009 para 2016, a idade média em Portugal agravou em 2 anos, de 63 para os 65 anos § Nestes 7 anos, todas as regiões registaram um aumento das idades médias § A RAAçores é a que apresenta agricultores de idade média mais jovem, 57 anos
  • 18. De acordo com a DE das explorações, em 81,1% do total o produtor obtém rendimento de origem exterior à exploração, valor que, no caso das explorações com DE <8 000€ corresponde a um peso de 90,9%. Nas grandes explorações, mais lucrativas em rendimento e produtividade, o peso é somente de 15,9%. Pensões e reformas constituem a origem do rendimento exterior à exploração para 143 198 explorações, isto é, 58,2% do total (plurirrendimento). 29% das explorações cujo rendimento tem origem no exterior obtêm-no de atividades secundárias e terciárias (pluriatividade)
  • 19. Dimensão média das explorações na UE, por NUTS II (2013) Comparando Portugal com os seus parceiros comunitários verificámos que: § As regiões NUTS II, Norte, Centro, Algarve e RA Madeira apresentam predomínio das pequenas explorações: de 0 a <10 ha § A região Alentejo apresenta uma dimensão média entre os 50 a < 100 ha vulgares em países do Norte e Centro da Europa
  • 20. Os indicadores estruturais e sociais da UE28 relativos a 2013 (daí incluir o RU) mostram uma grande diversidade entre os Estados Membros. Portugal, comparando com as médias comunitárias, tem, por exemplo, § Uma SAU média por exploração inferior – 14,1 contra 16,1 ha/expl. § Mais explorações com menos de 2 ha – 45,8% contra 44,1% § DE muito inferior à média: 19 863 €/expl. Contra 30 550 €/expl. § SAU por unidade de trabalho inferior: 11,4 ha/UTA contra 18,4ha/UTA § Mais de metade dos agricultores idosos: 51,9% contra 31,1% § Um peso acentuado de produção para autoconsumo: 42,0% contra 11,0%
  • 21. Dimensão Económica média das explorações na EU, por NUTS II (2013) A comparação entre Portugal e os restantes Estados Membros leva-nos a concluir que, no caso da dimensão económica média por exploração, o nosso país ocupa uma posição inferior aos países do Norte e Centro sendo mais próximo dos países periféricos do Sul e do Leste europeu: § Norte, Centro, Alentejo, Algarve e RA Açores apresentam um VPPT/expl. (103 €) de 10 a <25 § AML com um VPPT/expl. (103 €) de 25 a < 50 § RA Madeira com um VPPT/expl.< a 10 ha
  • 22. Valor da Produção Padrão Total (VPTT) por Unidade de Trabalho Ano (UTA) Os dados de 2013 mostram que a produtividade da mão de obra agrícola nacional (16,1 mil €/UTA) estava muito aquém da média europeia (34,8 mil €/UTA) Representatividade dos dirigentes das explorações com 65 anos ou mais (2013) As explorações agrícolas portuguesas distinguiam- se por apresentarem os dirigentes mais velhos da UE 28
  • 23. Inquérito à estrutura das explorações agrícolas - 2016 Ano de Edição: 2017 https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes&PUBLICACOESp ub_boui=277088793&PUBLICACOESmodo=2
  • 26. Atividades complementares à agricultura Além das atividades agrícolas sabemos que, cada vez mais, é necessário criar oportunidades de valorização do espaço rural. Segundo o estudo em causa, 6,1% das explorações desenvolveram atividades complementares à agricultura, tais como, turismo rural, transformação de produtos agrícolas, produção florestal, produção de energias renováveis, etc. A produção florestal tem-se destacado como a principal atividade complementar. A produção de energias renováveis foi a atividade lucrativa não agrícola da exploração que maior evolução registou face a 2009 (+473,9%).