O documento descreve a concepção tradicional da política e o surgimento de ideias utópicas durante o Renascimento. A concepção tradicional ligava política e moralidade e via o Estado como forma de impor a ordem moral cristã. Pensadores utópicos como Thomas Morus, Campanella e Francis Bacon imaginaram sociedades ideais sem propriedade privada onde a razão e a ciência trariam felicidade. Suas obras continham forte crítica à realidade e influenciaram o pensamento político moderno.