O documento explora a influência do humanismo e naturalismo no Renascimento, destacando filósofos como Thomas More, Nicolau Maquiavel e Erasmo de Roterdã. More discute a utopia e a busca pela felicidade coletiva, enquanto Maquiavel foca na política pragmática e na manutenção do poder. Erasmo critica a filosofia aristotélica, enfatizando o autoconhecimento e a simplicidade dos evangelhos como caminho para a sabedoria.