HIPERTROFIA E RESISTÊNCIA MUSCULAR: ESTÍMULOS, MECANISMOS MOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Prof. Ms. Cássio Mascarenhas Robert Pires [email_address]
LITERATURA ESPECÍFICA
LITERATURA ESPECÍFICA
LITERATURA ESPECÍFICA
LITERATURA ESPECÍFICA
LITERATURA ESPECÍFICA
APLICAÇÕES DO TREINO RESISTIDO Fisiculturismo de competição Fisiculturismo amador (estética) Performance desportiva Programas de reabilitação motora Saúde e qualidade de vida
COMPONENTES OU VARIÁVEIS DA CARGA DE TREINO EM MUSCULAÇÃO Volume:   número de séries p/ cada exercício número de exercícios/grupo muscular número total de séries número de repetições Intensidade: peso a ser levantado (percentual ou absoluto) ordem dos exercícios combinação dos grupos musculares na sessão
COMPONENTES OU VARIÁVEIS DA CARGA DE TREINO EM MUSCULAÇÃO Densidade: tempo de descanso entre séries ??? Interferência na intensidade??? Freqüência:   número de sessões/semana Intervalo entre sessões
TEMPO DE RECUPERAÇÃO E RESPOSTA METABÓLICA
FATORES DETERMINANTES DO AUMENTO DA FORÇA MUSCULAR Fatores estruturais Fatores neurais Ciclo do alongamento-encurtamento Fatores hormonais (equilíbrio anabólico)
Estruturais Hipertrofia Fibras Recrutamento Coordenação intramuscular Coordenação intermuscular Alongamento- Encurtamento Reflexo miotático Elasticidade Hormonais Equilíbrio anabólico Hormônio de crescimento Testosterona Nervosos Cortisol
HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOS MOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Adaptações musculares:  hipertrofia (   área de secção transversa), hiperplasia (   n º  fibras musculares) e alterações fenotípicas (interconversão dos tipos de fibras musculares) * Hipertrofia: aumento da área de secção transversa    Hipertrofia aguda    deslocamento de fluido Hipertrofia metabólica ou sarcoplasmática     aumento do conteúdo sarcoplasmático   Hipertrofia miofibrilar ou tensional    síntese de novas miofibrilas       síntese de proteínas (actina e miosina)       n o.  sarcômeros em paralelo
H I P E R T R O F I A Miofibrilas Tecido conjuntivo Vascularização Fibras Musculares Tamanho Número Tamanho Número?
HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOS MOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Hipertrofia miofibrilar ou tensional    síntese de novas miofibrilas       síntese de proteínas (actina e miosina)  Sobrecarga funcional aumentada    hipertrofia muscular     tensão       resposta hipertrófica
HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOS MOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS tensão       incidência de microlesões Microlesões teciduais: desarranjo da  organização espacial dos sarcômeros
Microlesão induzida por esforço intenso
HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOS MOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS tensão       incidência de microlesões Microlesões teciduais: desarranjo da  organização espacial dos sarcômeros       expressão genética de fatores de crescimento locais (HGF, FGF, IGF-1, MGF) * Tensão  X  comprimento muscular
HIPERTROFIA E IGF-1
Hipertrofia e atividade proliferativa das células satélites
Fatores a influenciar a proliferação das células satélites
CURVA TENSÃO-COMPRIMENTO
TENSÃO-COMPRIMENTO  IN VIVO
HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOS MOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Tensão  X  regime de contração maior microlesão em regimes excêntricos    maior hipertrofia???
Contração excêntrica e lesão muscular
Crescimento muscular em função da posição muscular (encurtamento e alongamento)
HIPERTROFIA E IGF-1
HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOS MOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Tensão  X  regime de contração maior microlesão em regimes excêntricos    maior hipertrofia      “ faixa ótima de tensão” em regimes conc./exc.    65 a 85% 1RM
HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOS MOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Tensão/hipertrofia  X   n º  repetições    6 a 12 rep.    “faixa ótima de tensão”
Intensidade do peso levantado e número de repetições máximas
PERCENTUAL DE FORÇA E REPETIÇÕES MÁXIMAS
HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOS MOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Tensão/hipertrofia  X   tipos de fibras musculares maior hipertrofia em fibras Tipo II
Reposta hipertrófica de fibras tipo I e II após período de treinamento de força
REPOSTA HIPERTRÓFICA DE FIBRAS TIPO I e II
HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOS MOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS maior hipertrofia em fibras Tipo II   “ faixa ótima de tensão”    maior recrutamento das fibras Tipo IIb
INTENSIDADE DE CARGA E RECRUTAMENTO DE FIBRAS
INTENSIDADE DE CARGA E RECRUTAMENTO DE FIBRAS “ Princípio do tamanho”
HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOS MOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS maior hipertrofia em fibras Tipo II   “ faixa ótima de tensão”    maior recrutamento das fibras Tipo IIb * maior recrutamento de fibras IIb na fase excêntrica
Fatores determinantes do aumento da força em função do tempo de treinamento
Relação do aumento da força com a hipertrofia muscular ao longo do período de treinamento
HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOS MOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS * Hipertrofia e    força  X   tempo de treinamento 8 primeiras semanas       recrutamento motor (fator neural)   aumentos posteriores    hipertrofia muscular (fatores estruturais)
Fatores determinantes do aumento da força em função do tempo de treinamento
Relação do aumento da força com a hipertrofia muscular ao longo do período de treinamento
Relação do aumento da força com IEMG e hipertrofia
Readaptação hipertrófica após destreinamento
INTENSIDADES DE CARGA UTILIZADAS NO TREINO RESISTIDO INTENSIDADE  %1RM  CONTRAÇÃO Supra-máxima  >105  excêntrica Máxima  90-100  concêntrica Alta  80-90  concêntrica Sub-máxima  50-80  concêntrica Baixa  30-50  concêntrica
NÚMERO DE REPETIÇÕES E RESPOSTAS MUSCULARES OBJETIVO  ADAPTAÇÃO  REPET. Força máx.    recrutamento  1-5 Hipertrofia    volume musc.  6-12 RML    cap. metabólica  25-150  e definição
INTERVALOS EM VÁRIAS INTENSIDADES DE CARGA Int. (% 1RM)  Veloc. execução  Intervalo  Objetivo > 100 (excêntrico)  lenta  5-7 min.    força 90-100  lenta/média  3-5/7 min.    força 60-85  lenta/média  1-3 min.  Hipertrofia 50-60  rápida  3-5 min.  Potência 30-50  lenta/média  1-2 min  Definição
 
MÉTODOS DE TREINAMENTO RESISTIDO
MÉTODOS DE TREINAMENTO RESISTIDO Método de séries múltiplas: - 2-3 séries aquecimento    3-4 séries de 5-8 repetições Método de séries simples: - 1 série de 8-12 rep. -    rápida do nível de força
SISTEMAS DE TREINAMENTO RESISTIDO Método da “roubada”: alteração do padrão de movimento    aumento do peso levantado (5-10kg) cuidados com lesões
SISTEMAS DE TREINAMENTO RESISTIDO Método da exaustão: séries realizadas até a “falha concêntrica”, com técnica adequada maior recrutamento de U.M. Método da repetição forçada: séries de exaustão + 3-5 rep. com auxílio    força e RML
SISTEMAS DE TREINAMENTO RESISTIDO Método de queima: séries de exaustão + mov. incompletos s/ auxílio Método da Super-bomba: séries 90-95% 1RM    3-4 rep.    15 seg. intervalo    total de    15 séries
SISTEMAS DE TREINAMENTO RESISTIDO Flushing: execução de dois ou mais exercícios p/ o mesmo grupo muscular aumento do fluxo sanguíneo regional       hipertrofia Métodos piramidais ( intensidades entre 65-85% 1RM) pirâmide crescente pirâmide decrescente pirâmide crescente-decrescente
SISTEMAS DE TREINAMENTO RESISTIDO
SISTEMAS DE TREINAMENTO RESISTIDO Pirâmide decrescente
SISTEMAS DE TREINAMENTO RESISTIDO Método de pesos múltiplos (Drop set): início c/ 80-90% 1RM (5-6 rep.)    retirar    10% a cada 6-7 rep. adicionais, até completar um total de    25 rep. Método Blitz: um único grupo muscular/ sessão de treino    1x/semana (25 a 30 séries no total) * sistema parcelado: treinos 2 ª  e quintas, terças e sextas, quartas e sábados (   20 séries/sessão)
SISTEMAS DE TREINAMENTO RESISTIDO *  Método de super-séries: sucessão de exercícios p/ o mesmo grupo muscular    pré-fadiga do músculo principal (voador e supino) *  Circuito : 8 a 12 exercícios distintos    15-40 rep.    40-60% 1RM       30 seg. de intervalo    aptidão cardiorrespiratória -    mobilização de AGL
MÉTODOS DE TREINAMENTO RESISTIDO
MÉTODOS DE TREINAMENTO RESISTIDO
Diretrizes para Progressão do Treinamento da Força/Hipertrofia Muscular
MÉTODOS DE TREINAMENTO RESISTIDO
MÉTODOS DE TREINAMENTO RESISTIDO
MÉTODOS DE TREINAMENTO RESISTIDO
MÉTODOS DE TREINAMENTO RESISTIDO
FASE 1: Adaptação Anatômica (AA) Diretrizes para o planejamento individual da fase de adaptação anatômica Classificação do Atleta  Iniciante   Intermediário  Avançado Duração da fase de 6-12 6   3-6   adaptação anatômica No. de estações 9-12 9   9 No. de séries   2 3   3-4 Intervalo das séries (min)  2-3 2   2 Frequência semanal   2-3 3-4   3-5 Sessões de treinamento   1 1   2 aeróbio/semana
FASE 2: Hipertrofia (H) Diretrizes para treinamento na fase de Hipertrofia Classificação do Atleta  Iniciante   Intermediário  Avançado Duração da fase de 6 3-6   12   hipertrofia (semanas) No. de repetições/série 6-12 9-12   9-12 No. de séries/exercícios  2-3 4-5   3-7 Intervalo das séries (seg.)  60-120   45-60  30-45 Treinos/semana   2-3 4-5   5-6 Sessões de treinamento   1 1-2   2-3 aeróbio/semana
FASE 3: Força Máxima (FXM) Guia de treinamento para a fase de força máxima Classificação do Atleta  Iniciante   Intermediário  Avançado Repetições/séries 1-4 3-8 3-8 Séries/sessão 10-15 15-20 20-32 Intervalo (min) 4-5 3-5 3-5 Freq. Semanal: 100% 1RM não 2-3 2-3 Excêntrico não não  1 Ritmo/veloc. execução lento lento Ativo
MÉTODOS DE TREINAMENTO RESISTIDO DEFINIÇÃO MUSCULAR
MÉTODOS DE TREINAMENTO RESISTIDO DEFINIÇÃO MUSCULAR
EFICÁCIA DOS DISTINTOS EXERCÍCIOS PARA OS DIVERSOS GRUPOS MUSCULARES - Análises por meio de IEMG
Tabela - Máxima ativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Peitoral maior Supino declinado c/ halteres 93 Supino declinado c/ barra 89 Flexão de braços entre 2 bancos 88 Supino reto com halteres 87 Supino reto com barra 85 Crucifixo reto 84 Peitoral menor Supino inclinado c/ halteres 91 Supino inclinado c/ barra 85 Crucifixo inclinado 83 Supino reto com halteres 87 Supino inclinado (barra smith) 81
Tabela - Máxima ativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Deltóide medial Elevação lateral inclinado 66 Elevação lateral em pé 63 Elevação lateral sentado 62 Elevação lateral no cabo 47 Deltóide posterior Crucifixo inverso em pé 85 Crucifixo inverso sentado 83 Crucifixo inverso no cabo 77 Deltóide anterior Desenvolvimento pela frente c/ halteres 79 Elevação frontal em pé com halteres 73 Desenvolvimento pela frente sentado com barra 61
Tabela - Máxima ativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Bíceps braquial (porção longa) Rosca scott com barra 90 Rosca alternada inclinado 88 Rosca direta com barra (pegada fechada) 86 Rosca alternada com halteres 84 Rosca concentrada com halteres 80 Rosca direta com barra (pegada aberta) 63 Rosca direta na barra W (pegada aberta) 61
Tabela - Máxima ativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Tríceps braquial (porção lateral) Tríceps testa inclinado com barra 92 Tríceps na polia alta (barra triangular) 90 Mergulho entre 2 bancos 87 Tríceps na polia alta unilateral (pegada inversa) 85 Tríceps francês com a corda 84 Tríceps francês unilateral sentado (pegada neutra) 82 Supino fechado 72
Tabela - Máxima ativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Grande dorsal Remada curvada 93 Remada alternada 91 Remada cavalinho 89 Puxador pela frente 86 Remada sentado 83 Reto femoral Agachamento (90°) 88 Cadeira extensora 86 Agachamento hack (90°) 78 Leg press (110°) 76 Agachamento na barra smith (90°) 60
Tabela - Máxima ativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Bíceps femoral (isquiotibiais) Flexão de joelho em pé 82 Cama flexora 71 Cadeira flexora 58 Stiff ou peso morto 56 Semitendíneo Cadeira flexora 88 Flexor de joelho em pé 79 Cama flexora 70 Stiff ou peso morto 56
Tabela - Máxima ativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Gastrocnêmio (gêmeos) Gêmeos burrinho 80 Gêmeos em pé unilateral 79 Gêmeos em pé 68 Gêmeos sentado 61
Supercompensação de fibras IIx após período de treino de hipertrofia
BASES FISIOLÓGICAS DA CAPACIDADE DE RESISTÊNCIA MUSCULAR Definição: capacidade de realizar trabalho motor e resistir à fadiga * fadiga: perda momentânea da capacidade de manter uma determinada taxa de trabalho    Resistência muscular local: - recrutamento até 1/6-1/7 da massa muscular total    Resistência muscular geral: - recrutamento superior a 1/6-1/7 da massa muscular total
RESISTÊNCIA MUSCULAR: FORMAS BÁSICAS DE EXPRESSÃO
BASES FISIOLÓGICAS DA CAPACIDADE DE RESISTÊNCIA MUSCULAR    Resistência muscular local: - recrutamento até 1/6-1/7 da massa muscular total Ex.: rosca bíceps, tríceps no pulley, peck deck, etc.    Resistência muscular geral: - recrutamento superior a 1/6-1/7 da massa muscular total Ex.: ½ agachamento, leg-press, supino reto, etc. * Qual o motivo e a importância dessa classificação???
BASES FISIOLÓGICAS DA CAPACIDADE DE RESISTÊNCIA MUSCULAR - Limiar anaeróbio em musculação
LIMIAR ANAERÓBIO EM MUSCULAÇÃO
LACTACIDEMIA PARA GRUPO LP-T
LACTACIDEMIA PARA O GRUPO LP-NT
LACTACIDEMIA PARA O GRUPO RD-T
LACTACIDEMIA PARA O GRUPO RD-NT
INTENSIDADE DE PESO E RECRUTAMENTO DE FIBRAS Resistência muscular aeróbia Resistência muscular aeróbia/anaeróbia
-  Resistência muscular aeróbia    até 30% 1RM: 60-70  a 100-120 rep. - Resistência aeróbia/anaeróbia    40-50% 1RM: 20-40 rep. máximas  RESISTÊNCIA MUSCULAR AERÓBIA E MISTA
Vo 2máx.  após 8 semanas de treino resistido em atletas adolescentes de futebol   12 exercícios , 40 rep., 30seg. intervalo, 2 voltas , 3x/semana
Efeito de 8 semanas de treino resistido em atletas adolescentes de futebol sobre a função cardíaca   12 exercícios , 40 rep., 30seg. intervalo, 2 voltas , 3x/semana

Hipertrofia

  • 1.
    HIPERTROFIA E RESISTÊNCIAMUSCULAR: ESTÍMULOS, MECANISMOS MOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Prof. Ms. Cássio Mascarenhas Robert Pires [email_address]
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
    APLICAÇÕES DO TREINORESISTIDO Fisiculturismo de competição Fisiculturismo amador (estética) Performance desportiva Programas de reabilitação motora Saúde e qualidade de vida
  • 8.
    COMPONENTES OU VARIÁVEISDA CARGA DE TREINO EM MUSCULAÇÃO Volume: número de séries p/ cada exercício número de exercícios/grupo muscular número total de séries número de repetições Intensidade: peso a ser levantado (percentual ou absoluto) ordem dos exercícios combinação dos grupos musculares na sessão
  • 9.
    COMPONENTES OU VARIÁVEISDA CARGA DE TREINO EM MUSCULAÇÃO Densidade: tempo de descanso entre séries ??? Interferência na intensidade??? Freqüência: número de sessões/semana Intervalo entre sessões
  • 10.
    TEMPO DE RECUPERAÇÃOE RESPOSTA METABÓLICA
  • 11.
    FATORES DETERMINANTES DOAUMENTO DA FORÇA MUSCULAR Fatores estruturais Fatores neurais Ciclo do alongamento-encurtamento Fatores hormonais (equilíbrio anabólico)
  • 12.
    Estruturais Hipertrofia FibrasRecrutamento Coordenação intramuscular Coordenação intermuscular Alongamento- Encurtamento Reflexo miotático Elasticidade Hormonais Equilíbrio anabólico Hormônio de crescimento Testosterona Nervosos Cortisol
  • 13.
    HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOSMOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Adaptações musculares: hipertrofia (  área de secção transversa), hiperplasia (  n º fibras musculares) e alterações fenotípicas (interconversão dos tipos de fibras musculares) * Hipertrofia: aumento da área de secção transversa  Hipertrofia aguda  deslocamento de fluido Hipertrofia metabólica ou sarcoplasmática  aumento do conteúdo sarcoplasmático Hipertrofia miofibrilar ou tensional  síntese de novas miofibrilas   síntese de proteínas (actina e miosina)   n o. sarcômeros em paralelo
  • 14.
    H I PE R T R O F I A Miofibrilas Tecido conjuntivo Vascularização Fibras Musculares Tamanho Número Tamanho Número?
  • 15.
    HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOSMOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Hipertrofia miofibrilar ou tensional  síntese de novas miofibrilas   síntese de proteínas (actina e miosina) Sobrecarga funcional aumentada  hipertrofia muscular  tensão   resposta hipertrófica
  • 16.
    HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOSMOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS tensão   incidência de microlesões Microlesões teciduais: desarranjo da organização espacial dos sarcômeros
  • 17.
    Microlesão induzida poresforço intenso
  • 18.
    HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOSMOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS tensão   incidência de microlesões Microlesões teciduais: desarranjo da organização espacial dos sarcômeros   expressão genética de fatores de crescimento locais (HGF, FGF, IGF-1, MGF) * Tensão X comprimento muscular
  • 19.
  • 20.
    Hipertrofia e atividadeproliferativa das células satélites
  • 21.
    Fatores a influenciara proliferação das células satélites
  • 22.
  • 23.
  • 24.
    HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOSMOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Tensão X regime de contração maior microlesão em regimes excêntricos  maior hipertrofia???
  • 25.
  • 26.
    Crescimento muscular emfunção da posição muscular (encurtamento e alongamento)
  • 27.
  • 28.
    HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOSMOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Tensão X regime de contração maior microlesão em regimes excêntricos  maior hipertrofia  “ faixa ótima de tensão” em regimes conc./exc.  65 a 85% 1RM
  • 29.
    HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOSMOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Tensão/hipertrofia X n º repetições  6 a 12 rep.  “faixa ótima de tensão”
  • 30.
    Intensidade do pesolevantado e número de repetições máximas
  • 31.
    PERCENTUAL DE FORÇAE REPETIÇÕES MÁXIMAS
  • 32.
    HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOSMOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS Tensão/hipertrofia X tipos de fibras musculares maior hipertrofia em fibras Tipo II
  • 33.
    Reposta hipertrófica defibras tipo I e II após período de treinamento de força
  • 34.
    REPOSTA HIPERTRÓFICA DEFIBRAS TIPO I e II
  • 35.
    HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOSMOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS maior hipertrofia em fibras Tipo II  “ faixa ótima de tensão”  maior recrutamento das fibras Tipo IIb
  • 36.
    INTENSIDADE DE CARGAE RECRUTAMENTO DE FIBRAS
  • 37.
    INTENSIDADE DE CARGAE RECRUTAMENTO DE FIBRAS “ Princípio do tamanho”
  • 38.
    HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOSMOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS maior hipertrofia em fibras Tipo II  “ faixa ótima de tensão”  maior recrutamento das fibras Tipo IIb * maior recrutamento de fibras IIb na fase excêntrica
  • 39.
    Fatores determinantes doaumento da força em função do tempo de treinamento
  • 40.
    Relação do aumentoda força com a hipertrofia muscular ao longo do período de treinamento
  • 41.
    HIPERTROFIA: ESTÍMULOS, MECANISMOSMOLECULARES E PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS * Hipertrofia e  força X tempo de treinamento 8 primeiras semanas   recrutamento motor (fator neural)  aumentos posteriores  hipertrofia muscular (fatores estruturais)
  • 42.
    Fatores determinantes doaumento da força em função do tempo de treinamento
  • 43.
    Relação do aumentoda força com a hipertrofia muscular ao longo do período de treinamento
  • 44.
    Relação do aumentoda força com IEMG e hipertrofia
  • 45.
  • 46.
    INTENSIDADES DE CARGAUTILIZADAS NO TREINO RESISTIDO INTENSIDADE %1RM CONTRAÇÃO Supra-máxima >105 excêntrica Máxima 90-100 concêntrica Alta 80-90 concêntrica Sub-máxima 50-80 concêntrica Baixa 30-50 concêntrica
  • 47.
    NÚMERO DE REPETIÇÕESE RESPOSTAS MUSCULARES OBJETIVO ADAPTAÇÃO REPET. Força máx.  recrutamento 1-5 Hipertrofia  volume musc. 6-12 RML  cap. metabólica 25-150 e definição
  • 48.
    INTERVALOS EM VÁRIASINTENSIDADES DE CARGA Int. (% 1RM) Veloc. execução Intervalo Objetivo > 100 (excêntrico) lenta 5-7 min.  força 90-100 lenta/média 3-5/7 min.  força 60-85 lenta/média 1-3 min. Hipertrofia 50-60 rápida 3-5 min. Potência 30-50 lenta/média 1-2 min Definição
  • 49.
  • 50.
  • 51.
    MÉTODOS DE TREINAMENTORESISTIDO Método de séries múltiplas: - 2-3 séries aquecimento  3-4 séries de 5-8 repetições Método de séries simples: - 1 série de 8-12 rep. -  rápida do nível de força
  • 52.
    SISTEMAS DE TREINAMENTORESISTIDO Método da “roubada”: alteração do padrão de movimento  aumento do peso levantado (5-10kg) cuidados com lesões
  • 53.
    SISTEMAS DE TREINAMENTORESISTIDO Método da exaustão: séries realizadas até a “falha concêntrica”, com técnica adequada maior recrutamento de U.M. Método da repetição forçada: séries de exaustão + 3-5 rep. com auxílio  força e RML
  • 54.
    SISTEMAS DE TREINAMENTORESISTIDO Método de queima: séries de exaustão + mov. incompletos s/ auxílio Método da Super-bomba: séries 90-95% 1RM  3-4 rep.  15 seg. intervalo  total de  15 séries
  • 55.
    SISTEMAS DE TREINAMENTORESISTIDO Flushing: execução de dois ou mais exercícios p/ o mesmo grupo muscular aumento do fluxo sanguíneo regional   hipertrofia Métodos piramidais ( intensidades entre 65-85% 1RM) pirâmide crescente pirâmide decrescente pirâmide crescente-decrescente
  • 56.
  • 57.
    SISTEMAS DE TREINAMENTORESISTIDO Pirâmide decrescente
  • 58.
    SISTEMAS DE TREINAMENTORESISTIDO Método de pesos múltiplos (Drop set): início c/ 80-90% 1RM (5-6 rep.)  retirar  10% a cada 6-7 rep. adicionais, até completar um total de  25 rep. Método Blitz: um único grupo muscular/ sessão de treino  1x/semana (25 a 30 séries no total) * sistema parcelado: treinos 2 ª e quintas, terças e sextas, quartas e sábados (  20 séries/sessão)
  • 59.
    SISTEMAS DE TREINAMENTORESISTIDO * Método de super-séries: sucessão de exercícios p/ o mesmo grupo muscular  pré-fadiga do músculo principal (voador e supino) * Circuito : 8 a 12 exercícios distintos  15-40 rep.  40-60% 1RM   30 seg. de intervalo  aptidão cardiorrespiratória -  mobilização de AGL
  • 60.
  • 61.
  • 62.
    Diretrizes para Progressãodo Treinamento da Força/Hipertrofia Muscular
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    FASE 1: AdaptaçãoAnatômica (AA) Diretrizes para o planejamento individual da fase de adaptação anatômica Classificação do Atleta Iniciante Intermediário Avançado Duração da fase de 6-12 6 3-6 adaptação anatômica No. de estações 9-12 9 9 No. de séries 2 3 3-4 Intervalo das séries (min) 2-3 2 2 Frequência semanal 2-3 3-4 3-5 Sessões de treinamento 1 1 2 aeróbio/semana
  • 68.
    FASE 2: Hipertrofia(H) Diretrizes para treinamento na fase de Hipertrofia Classificação do Atleta Iniciante Intermediário Avançado Duração da fase de 6 3-6 12 hipertrofia (semanas) No. de repetições/série 6-12 9-12 9-12 No. de séries/exercícios 2-3 4-5 3-7 Intervalo das séries (seg.) 60-120 45-60 30-45 Treinos/semana 2-3 4-5 5-6 Sessões de treinamento 1 1-2 2-3 aeróbio/semana
  • 69.
    FASE 3: ForçaMáxima (FXM) Guia de treinamento para a fase de força máxima Classificação do Atleta Iniciante Intermediário Avançado Repetições/séries 1-4 3-8 3-8 Séries/sessão 10-15 15-20 20-32 Intervalo (min) 4-5 3-5 3-5 Freq. Semanal: 100% 1RM não 2-3 2-3 Excêntrico não não 1 Ritmo/veloc. execução lento lento Ativo
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    MÉTODOS DE TREINAMENTORESISTIDO DEFINIÇÃO MUSCULAR
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    MÉTODOS DE TREINAMENTORESISTIDO DEFINIÇÃO MUSCULAR
  • 72.
    EFICÁCIA DOS DISTINTOSEXERCÍCIOS PARA OS DIVERSOS GRUPOS MUSCULARES - Análises por meio de IEMG
  • 73.
    Tabela - Máximaativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Peitoral maior Supino declinado c/ halteres 93 Supino declinado c/ barra 89 Flexão de braços entre 2 bancos 88 Supino reto com halteres 87 Supino reto com barra 85 Crucifixo reto 84 Peitoral menor Supino inclinado c/ halteres 91 Supino inclinado c/ barra 85 Crucifixo inclinado 83 Supino reto com halteres 87 Supino inclinado (barra smith) 81
  • 74.
    Tabela - Máximaativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Deltóide medial Elevação lateral inclinado 66 Elevação lateral em pé 63 Elevação lateral sentado 62 Elevação lateral no cabo 47 Deltóide posterior Crucifixo inverso em pé 85 Crucifixo inverso sentado 83 Crucifixo inverso no cabo 77 Deltóide anterior Desenvolvimento pela frente c/ halteres 79 Elevação frontal em pé com halteres 73 Desenvolvimento pela frente sentado com barra 61
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    Tabela - Máximaativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Bíceps braquial (porção longa) Rosca scott com barra 90 Rosca alternada inclinado 88 Rosca direta com barra (pegada fechada) 86 Rosca alternada com halteres 84 Rosca concentrada com halteres 80 Rosca direta com barra (pegada aberta) 63 Rosca direta na barra W (pegada aberta) 61
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    Tabela - Máximaativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Tríceps braquial (porção lateral) Tríceps testa inclinado com barra 92 Tríceps na polia alta (barra triangular) 90 Mergulho entre 2 bancos 87 Tríceps na polia alta unilateral (pegada inversa) 85 Tríceps francês com a corda 84 Tríceps francês unilateral sentado (pegada neutra) 82 Supino fechado 72
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    Tabela - Máximaativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Grande dorsal Remada curvada 93 Remada alternada 91 Remada cavalinho 89 Puxador pela frente 86 Remada sentado 83 Reto femoral Agachamento (90°) 88 Cadeira extensora 86 Agachamento hack (90°) 78 Leg press (110°) 76 Agachamento na barra smith (90°) 60
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    Tabela - Máximaativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Bíceps femoral (isquiotibiais) Flexão de joelho em pé 82 Cama flexora 71 Cadeira flexora 58 Stiff ou peso morto 56 Semitendíneo Cadeira flexora 88 Flexor de joelho em pé 79 Cama flexora 70 Stiff ou peso morto 56
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    Tabela - Máximaativação de unidade motora por IEMG (eletromiografia) EXERCÍCIO % IEMG Gastrocnêmio (gêmeos) Gêmeos burrinho 80 Gêmeos em pé unilateral 79 Gêmeos em pé 68 Gêmeos sentado 61
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    Supercompensação de fibrasIIx após período de treino de hipertrofia
  • 81.
    BASES FISIOLÓGICAS DACAPACIDADE DE RESISTÊNCIA MUSCULAR Definição: capacidade de realizar trabalho motor e resistir à fadiga * fadiga: perda momentânea da capacidade de manter uma determinada taxa de trabalho  Resistência muscular local: - recrutamento até 1/6-1/7 da massa muscular total  Resistência muscular geral: - recrutamento superior a 1/6-1/7 da massa muscular total
  • 82.
    RESISTÊNCIA MUSCULAR: FORMASBÁSICAS DE EXPRESSÃO
  • 83.
    BASES FISIOLÓGICAS DACAPACIDADE DE RESISTÊNCIA MUSCULAR  Resistência muscular local: - recrutamento até 1/6-1/7 da massa muscular total Ex.: rosca bíceps, tríceps no pulley, peck deck, etc.  Resistência muscular geral: - recrutamento superior a 1/6-1/7 da massa muscular total Ex.: ½ agachamento, leg-press, supino reto, etc. * Qual o motivo e a importância dessa classificação???
  • 84.
    BASES FISIOLÓGICAS DACAPACIDADE DE RESISTÊNCIA MUSCULAR - Limiar anaeróbio em musculação
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  • 88.
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    INTENSIDADE DE PESOE RECRUTAMENTO DE FIBRAS Resistência muscular aeróbia Resistência muscular aeróbia/anaeróbia
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    - Resistênciamuscular aeróbia  até 30% 1RM: 60-70 a 100-120 rep. - Resistência aeróbia/anaeróbia  40-50% 1RM: 20-40 rep. máximas RESISTÊNCIA MUSCULAR AERÓBIA E MISTA
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    Vo 2máx. após 8 semanas de treino resistido em atletas adolescentes de futebol 12 exercícios , 40 rep., 30seg. intervalo, 2 voltas , 3x/semana
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    Efeito de 8semanas de treino resistido em atletas adolescentes de futebol sobre a função cardíaca 12 exercícios , 40 rep., 30seg. intervalo, 2 voltas , 3x/semana