SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 18
Personal Training Studio
AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA
ANAERÓBIA LÁTICA
By: Paulo Pinheiro
RESISTÊNCIA
De uma forma generalizada é…
… a capacidade que o organismo tem de resistir
à fadiga provocada por uma atividade
prolongada e intensa, mantendo um equilíbrio
psíquico e funcional de forma a incutir uma
otimização dos processos de recuperação após os
esforços físicos, por parte do atleta.
(ZINTL, 1991; BOMPA, 1990).
RESISTÊNCIA AERÓBIA
(Barbanti, 1979)
RESISTÊNCIA ANAERÓBIA
RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA
Caracteriza-se por esforços intensos;
Tempo de atuação de 10s a 3min;
Organismo não recupera na totalidade;
Sangue abastece-se de ÁCIDO LÁTICO;
Efeitos negativos no rendimento.
• Metabolismo anaeróbio lático;
• Formação do lactato;
• Acúmulo de lactato muscular e sangüíneo;
• Destinos: suor e urina, coração e fígado;
• Lactato como substrato energético (Ciclo de Cori);
FISIOLOGIA DO LACTATO
CICLO DE CORI
Metodologia Direta
Dosagem Plasmática do
ACIDO LÁTICO
Método Floroclorimétrico
Método Enzimático
Depleção do Glicogénio por
biópsia muscular
Metodologia Indireta
Teste de Wingate
Teste de Matsudo
TESTE DOS 400M / 600M
RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA
RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA
Metodologia Indireta
Teste
de
Wingate
Tem duração de 30 segundos, durante a qual o indivíduo que está
a ser avaliado pedala o maior número possível de vezes contra
uma resistência fixa, com o objetivo de gerar a maior potência
possível nesse período de tempo.
A potência gerada durante os 30 segundos é denominada
potência média, e provavelmente reflete a resistência localizada
do grupo muscular em exercício, utilizando energia
principalmente das vias anaeróbias.
Índice de Fadiga (%) = (Potência de pico - Menor potência durante o teste) x 100
Potência de pico
RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA
Metodologia Indireta
Teste de
Matsudo
O objetivo do teste que é correr o mais rápido possível
durante o período de 40 segundos.
• Com as palavras “atenção” e “já”, inicia o teste sendo acionando o
cronômetro ao mesmo tempo, andando em direção ao avaliador auxiliar (B)
que esta posicionado em um ponto médio entre 200 e 300 metros.
• Na altura de 30 segundos, o avaliador A anuncia com a palavra “trinta”. No
momento dos 40 segundos o avaliador A novamente anuncia com as
palavras “atenção” e “já”.
RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA
Metodologia Indireta
Teste de
Matsudo
.
• Nesse momento o avaliador B observou o último pé que estava em contato
com o solo, e esse ponto foi assinalado como ponto de referência
determinando a distância percorrida.
• Cada indivíduo faz seu aquecimento; ao final do teste, o avaliado não
interrompe bruscamente a corrida; o teste foi realizado em uma pista de
atletismo com 338 metros; a capacidade anaeróbica láctica é o resultado em
metros da corrida de 40 segundos.
RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA
Metodologia Indireta
TESTE
DOS
400 M
O objetivo é mensurar a capacidade
anaeróbia lática para ambos os sexos
entre os 11 e os 16 anos.
Os avaliados têm de percorrer no menor
tempo possível a distância de 400 M
(feminino) e de 600 M (masculino).
Importância da avaliação do lactato
• Prescrição individualizada das cargas de treino;
• Determinação dos efeitos do treino ou destreino;
• Predição da performance em provas de predomínio aeróbio.
(Denadai, 2004)
Protocolos de avaliação do Lactato
• Carga crescente;
• Coleta em repouso;
• Ao final de cada estágio;
• Coletas no pós-teste.
RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA
Cuidados com assepsia:
• Pedir ao avaliado que lave as mãos
• Antes do teste;
• Limpar o lóbulo da orelha com álcool;
• Avaliador utilizar luvas cirúrgicas;
• Saco de lixo para algodão ou gaze usados
RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA
Teste de Lactato
LET’S
RUN?

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Saiba Tudo sobre Capacidades físicas
Saiba Tudo sobre Capacidades físicasSaiba Tudo sobre Capacidades físicas
Saiba Tudo sobre Capacidades físicasFelipe Alencar Barros
 
Hidroginastica manual basico
Hidroginastica manual basicoHidroginastica manual basico
Hidroginastica manual basicoJoana Vale
 
Metodologia da musculação teste de força
Metodologia da musculação   teste de forçaMetodologia da musculação   teste de força
Metodologia da musculação teste de forçawashington carlos vieira
 
Cineantropometria - (ProfºAmarildoCésar)
Cineantropometria - (ProfºAmarildoCésar)Cineantropometria - (ProfºAmarildoCésar)
Cineantropometria - (ProfºAmarildoCésar)Amarildo César
 
Avaliação indireta do vo2 max
Avaliação indireta do vo2 maxAvaliação indireta do vo2 max
Avaliação indireta do vo2 maxClaudio Pereira
 
PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO FÍSICA: YO YO TESTE (VO2 MAX) APLICADOS NO FUTEBOL E ...
PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO FÍSICA:  YO YO TESTE (VO2 MAX) APLICADOS NO FUTEBOL E ...PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO FÍSICA:  YO YO TESTE (VO2 MAX) APLICADOS NO FUTEBOL E ...
PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO FÍSICA: YO YO TESTE (VO2 MAX) APLICADOS NO FUTEBOL E ...LUCIANO SOUSA FISIOLOGISTA
 
Avaliação Neuromuscular
Avaliação NeuromuscularAvaliação Neuromuscular
Avaliação NeuromuscularAmarildo César
 
Plano de Treino de Musculação
Plano de Treino de MusculaçãoPlano de Treino de Musculação
Plano de Treino de MusculaçãoMarco Santos
 

Mais procurados (20)

Avaliacao de força
Avaliacao  de forçaAvaliacao  de força
Avaliacao de força
 
Avaliação das capacidades fisicas
Avaliação das capacidades fisicasAvaliação das capacidades fisicas
Avaliação das capacidades fisicas
 
Avaliação vo2
Avaliação vo2Avaliação vo2
Avaliação vo2
 
Mobilidade articular
Mobilidade articularMobilidade articular
Mobilidade articular
 
Saiba Tudo sobre Capacidades físicas
Saiba Tudo sobre Capacidades físicasSaiba Tudo sobre Capacidades físicas
Saiba Tudo sobre Capacidades físicas
 
Hidroginastica manual basico
Hidroginastica manual basicoHidroginastica manual basico
Hidroginastica manual basico
 
Metodologia da musculação teste de força
Metodologia da musculação   teste de forçaMetodologia da musculação   teste de força
Metodologia da musculação teste de força
 
Avaliação física
Avaliação físicaAvaliação física
Avaliação física
 
Cineantropometria - (ProfºAmarildoCésar)
Cineantropometria - (ProfºAmarildoCésar)Cineantropometria - (ProfºAmarildoCésar)
Cineantropometria - (ProfºAmarildoCésar)
 
Avaliação neuromotora
Avaliação  neuromotoraAvaliação  neuromotora
Avaliação neuromotora
 
Treinamento de força
Treinamento de força Treinamento de força
Treinamento de força
 
Avaliação indireta do vo2 max
Avaliação indireta do vo2 maxAvaliação indireta do vo2 max
Avaliação indireta do vo2 max
 
PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO FÍSICA: YO YO TESTE (VO2 MAX) APLICADOS NO FUTEBOL E ...
PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO FÍSICA:  YO YO TESTE (VO2 MAX) APLICADOS NO FUTEBOL E ...PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO FÍSICA:  YO YO TESTE (VO2 MAX) APLICADOS NO FUTEBOL E ...
PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO FÍSICA: YO YO TESTE (VO2 MAX) APLICADOS NO FUTEBOL E ...
 
Musculação conceitos e aplicações
Musculação   conceitos e aplicaçõesMusculação   conceitos e aplicações
Musculação conceitos e aplicações
 
Avaliação Neuromuscular
Avaliação NeuromuscularAvaliação Neuromuscular
Avaliação Neuromuscular
 
Aula 6 Prescricao De Exercicio E Treinamento Fisico
Aula 6   Prescricao De Exercicio E Treinamento FisicoAula 6   Prescricao De Exercicio E Treinamento Fisico
Aula 6 Prescricao De Exercicio E Treinamento Fisico
 
Plano de Treino de Musculação
Plano de Treino de MusculaçãoPlano de Treino de Musculação
Plano de Treino de Musculação
 
Aula 7 Testes De Esforco
Aula 7   Testes De EsforcoAula 7   Testes De Esforco
Aula 7 Testes De Esforco
 
Desenvolvimento de força e potencia
Desenvolvimento de força e potenciaDesenvolvimento de força e potencia
Desenvolvimento de força e potencia
 
Ciclos de treinamento
Ciclos de treinamentoCiclos de treinamento
Ciclos de treinamento
 

Destaque

Treinamento e aperfeiçoamento das capacidades físicas
Treinamento e aperfeiçoamento das capacidades físicasTreinamento e aperfeiçoamento das capacidades físicas
Treinamento e aperfeiçoamento das capacidades físicasRafael Laurindo
 
Adaptação Neural: Principal fator para ganho de força no inicio do treinamento
Adaptação Neural: Principal fator para ganho de força no inicio do treinamentoAdaptação Neural: Principal fator para ganho de força no inicio do treinamento
Adaptação Neural: Principal fator para ganho de força no inicio do treinamentoFernando Farias
 
Musculacao.periodização
Musculacao.periodizaçãoMusculacao.periodização
Musculacao.periodizaçãoEquipePrecision
 
Adaptações musculares esqueléticas ao treinamento de força
Adaptações musculares esqueléticas ao treinamento de forçaAdaptações musculares esqueléticas ao treinamento de força
Adaptações musculares esqueléticas ao treinamento de forçaAline Villa Nova Bacurau
 
E-book - Futebol: Bases Científicas da Preparação de Força (ISBN: 978-85-9203...
E-book - Futebol: Bases Científicas da Preparação de Força (ISBN: 978-85-9203...E-book - Futebol: Bases Científicas da Preparação de Força (ISBN: 978-85-9203...
E-book - Futebol: Bases Científicas da Preparação de Força (ISBN: 978-85-9203...Adriano Vretaros
 
treinamento neuromuscular
treinamento neuromusculartreinamento neuromuscular
treinamento neuromuscularClaudio Pereira
 
Pedro Ferrer - Metodologia para o treino de guarda-redes.
Pedro Ferrer - Metodologia para o treino de guarda-redes.Pedro Ferrer - Metodologia para o treino de guarda-redes.
Pedro Ferrer - Metodologia para o treino de guarda-redes.Pedro Ferrer
 
Protocolo de avaliação da resistência muscular localizada de membros superiores
Protocolo de avaliação da resistência muscular localizada de membros superioresProtocolo de avaliação da resistência muscular localizada de membros superiores
Protocolo de avaliação da resistência muscular localizada de membros superioresFernando Valentim
 
Comportamento das Capacidades Físicas
Comportamento das Capacidades FísicasComportamento das Capacidades Físicas
Comportamento das Capacidades FísicasRodrigo Saffi Mello
 
Programa Social "Comunidade Power"
Programa Social "Comunidade Power"Programa Social "Comunidade Power"
Programa Social "Comunidade Power"Marilia Coutinho
 
As inteligências múltiplas
As inteligências múltiplasAs inteligências múltiplas
As inteligências múltiplasMiguel Loureiro
 
Organograma do departamento de futebol
Organograma do departamento de futebolOrganograma do departamento de futebol
Organograma do departamento de futebolRodrigo Saffi Mello
 
Apresentação iniciação esportiva pablo novo - bartholo
Apresentação   iniciação esportiva pablo novo - bartholoApresentação   iniciação esportiva pablo novo - bartholo
Apresentação iniciação esportiva pablo novo - bartholopstec25
 

Destaque (20)

Treinamento e aperfeiçoamento das capacidades físicas
Treinamento e aperfeiçoamento das capacidades físicasTreinamento e aperfeiçoamento das capacidades físicas
Treinamento e aperfeiçoamento das capacidades físicas
 
O treino sem baliza
O treino sem balizaO treino sem baliza
O treino sem baliza
 
Adaptação Neural: Principal fator para ganho de força no inicio do treinamento
Adaptação Neural: Principal fator para ganho de força no inicio do treinamentoAdaptação Neural: Principal fator para ganho de força no inicio do treinamento
Adaptação Neural: Principal fator para ganho de força no inicio do treinamento
 
Musculacao.periodização
Musculacao.periodizaçãoMusculacao.periodização
Musculacao.periodização
 
Adaptações musculares esqueléticas ao treinamento de força
Adaptações musculares esqueléticas ao treinamento de forçaAdaptações musculares esqueléticas ao treinamento de força
Adaptações musculares esqueléticas ao treinamento de força
 
O sistema muscular (1)
O sistema muscular (1)O sistema muscular (1)
O sistema muscular (1)
 
E-book - Futebol: Bases Científicas da Preparação de Força (ISBN: 978-85-9203...
E-book - Futebol: Bases Científicas da Preparação de Força (ISBN: 978-85-9203...E-book - Futebol: Bases Científicas da Preparação de Força (ISBN: 978-85-9203...
E-book - Futebol: Bases Científicas da Preparação de Força (ISBN: 978-85-9203...
 
Aptidão ao longo da vida
Aptidão ao longo da vidaAptidão ao longo da vida
Aptidão ao longo da vida
 
treinamento neuromuscular
treinamento neuromusculartreinamento neuromuscular
treinamento neuromuscular
 
Pedro Ferrer - Metodologia para o treino de guarda-redes.
Pedro Ferrer - Metodologia para o treino de guarda-redes.Pedro Ferrer - Metodologia para o treino de guarda-redes.
Pedro Ferrer - Metodologia para o treino de guarda-redes.
 
Protocolo de avaliação da resistência muscular localizada de membros superiores
Protocolo de avaliação da resistência muscular localizada de membros superioresProtocolo de avaliação da resistência muscular localizada de membros superiores
Protocolo de avaliação da resistência muscular localizada de membros superiores
 
Desenvolvimento da força
Desenvolvimento da forçaDesenvolvimento da força
Desenvolvimento da força
 
Comportamento das Capacidades Físicas
Comportamento das Capacidades FísicasComportamento das Capacidades Físicas
Comportamento das Capacidades Físicas
 
Programa Social "Comunidade Power"
Programa Social "Comunidade Power"Programa Social "Comunidade Power"
Programa Social "Comunidade Power"
 
Prescrição de atividade física
Prescrição de atividade físicaPrescrição de atividade física
Prescrição de atividade física
 
Adaptações musculares ao treinamento
Adaptações musculares ao treinamentoAdaptações musculares ao treinamento
Adaptações musculares ao treinamento
 
Metodos de treinamento neuromuscular
Metodos de treinamento neuromuscularMetodos de treinamento neuromuscular
Metodos de treinamento neuromuscular
 
As inteligências múltiplas
As inteligências múltiplasAs inteligências múltiplas
As inteligências múltiplas
 
Organograma do departamento de futebol
Organograma do departamento de futebolOrganograma do departamento de futebol
Organograma do departamento de futebol
 
Apresentação iniciação esportiva pablo novo - bartholo
Apresentação   iniciação esportiva pablo novo - bartholoApresentação   iniciação esportiva pablo novo - bartholo
Apresentação iniciação esportiva pablo novo - bartholo
 

Semelhante a Avaliação da resistência lática

Metodos de treinamento_aerobico
Metodos de treinamento_aerobicoMetodos de treinamento_aerobico
Metodos de treinamento_aerobicoDeza Ribeiro
 
Curso sobre hipertrofia muscular
Curso sobre hipertrofia muscular  Curso sobre hipertrofia muscular
Curso sobre hipertrofia muscular Fernando Valentim
 
Dimensão funcional da af ligada à saúde prof daniela
Dimensão funcional da af ligada à saúde   prof danielaDimensão funcional da af ligada à saúde   prof daniela
Dimensão funcional da af ligada à saúde prof danielajorge luiz dos santos de souza
 
Balbino lizardo, 2008
Balbino lizardo, 2008Balbino lizardo, 2008
Balbino lizardo, 2008Florr Verasay
 
Treinamento aeróbico em pacientes neurológicos
Treinamento aeróbico em pacientes neurológicos Treinamento aeróbico em pacientes neurológicos
Treinamento aeróbico em pacientes neurológicos Gilmar Roberto Batista
 
Artigo conceitos fundamentais em fisio do exercicio
Artigo conceitos fundamentais  em fisio do exercicioArtigo conceitos fundamentais  em fisio do exercicio
Artigo conceitos fundamentais em fisio do exercicioCintia Melo
 
Métodos de avaliação física
Métodos de avaliação físicaMétodos de avaliação física
Métodos de avaliação físicaJoao P. Dubas
 
Recursos ergogênicos e doping - Aula de Pós Graduação - Professor Claudio Nov...
Recursos ergogênicos e doping - Aula de Pós Graduação - Professor Claudio Nov...Recursos ergogênicos e doping - Aula de Pós Graduação - Professor Claudio Nov...
Recursos ergogênicos e doping - Aula de Pós Graduação - Professor Claudio Nov...Claudio Novelli
 
Desempenho motor em séries múltiplas até a falha concêntrica
Desempenho motor em séries múltiplas até a falha concêntricaDesempenho motor em séries múltiplas até a falha concêntrica
Desempenho motor em séries múltiplas até a falha concêntricaFernando Farias
 
Epoc e recuperacao
Epoc e recuperacaoEpoc e recuperacao
Epoc e recuperacaoSilas Paixao
 
Treinamento personalizado e composição corporal
Treinamento personalizado e composição corporalTreinamento personalizado e composição corporal
Treinamento personalizado e composição corporalwashington carlos vieira
 
Efecto de la cafeina en el ejercicio
Efecto de la cafeina en el ejercicioEfecto de la cafeina en el ejercicio
Efecto de la cafeina en el ejercicioJuan Yucra
 
Efecto de la cafeina en el ejercicio
Efecto de la cafeina en el ejercicioEfecto de la cafeina en el ejercicio
Efecto de la cafeina en el ejercicioCerefindjye
 

Semelhante a Avaliação da resistência lática (20)

Metodos de treinamento_aerobico
Metodos de treinamento_aerobicoMetodos de treinamento_aerobico
Metodos de treinamento_aerobico
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Santos et al[1]. por - supl creatina - 2004
Santos et al[1].   por - supl creatina - 2004Santos et al[1].   por - supl creatina - 2004
Santos et al[1]. por - supl creatina - 2004
 
Curso sobre hipertrofia muscular
Curso sobre hipertrofia muscular  Curso sobre hipertrofia muscular
Curso sobre hipertrofia muscular
 
Dimensão funcional da af ligada à saúde prof daniela
Dimensão funcional da af ligada à saúde   prof danielaDimensão funcional da af ligada à saúde   prof daniela
Dimensão funcional da af ligada à saúde prof daniela
 
Potencia anaerobia
Potencia anaerobiaPotencia anaerobia
Potencia anaerobia
 
Balbino lizardo, 2008
Balbino lizardo, 2008Balbino lizardo, 2008
Balbino lizardo, 2008
 
Treinamento aeróbico em pacientes neurológicos
Treinamento aeróbico em pacientes neurológicos Treinamento aeróbico em pacientes neurológicos
Treinamento aeróbico em pacientes neurológicos
 
Artigo conceitos fundamentais em fisio do exercicio
Artigo conceitos fundamentais  em fisio do exercicioArtigo conceitos fundamentais  em fisio do exercicio
Artigo conceitos fundamentais em fisio do exercicio
 
Métodos de avaliação física
Métodos de avaliação físicaMétodos de avaliação física
Métodos de avaliação física
 
Recursos ergogênicos e doping - Aula de Pós Graduação - Professor Claudio Nov...
Recursos ergogênicos e doping - Aula de Pós Graduação - Professor Claudio Nov...Recursos ergogênicos e doping - Aula de Pós Graduação - Professor Claudio Nov...
Recursos ergogênicos e doping - Aula de Pós Graduação - Professor Claudio Nov...
 
Inic0000767ok
Inic0000767okInic0000767ok
Inic0000767ok
 
Desempenho motor em séries múltiplas até a falha concêntrica
Desempenho motor em séries múltiplas até a falha concêntricaDesempenho motor em séries múltiplas até a falha concêntrica
Desempenho motor em séries múltiplas até a falha concêntrica
 
Epoc e recuperacao
Epoc e recuperacaoEpoc e recuperacao
Epoc e recuperacao
 
Trabalho contra movimento
Trabalho contra movimentoTrabalho contra movimento
Trabalho contra movimento
 
Aula 11 capacidade cardiorrespiratória
Aula 11 capacidade cardiorrespiratóriaAula 11 capacidade cardiorrespiratória
Aula 11 capacidade cardiorrespiratória
 
ANÁLISE DA FORÇA EM ATLETAS JUVENIS DE PUNHOBOL
ANÁLISE DA FORÇA EM ATLETAS JUVENIS DE PUNHOBOLANÁLISE DA FORÇA EM ATLETAS JUVENIS DE PUNHOBOL
ANÁLISE DA FORÇA EM ATLETAS JUVENIS DE PUNHOBOL
 
Treinamento personalizado e composição corporal
Treinamento personalizado e composição corporalTreinamento personalizado e composição corporal
Treinamento personalizado e composição corporal
 
Efecto de la cafeina en el ejercicio
Efecto de la cafeina en el ejercicioEfecto de la cafeina en el ejercicio
Efecto de la cafeina en el ejercicio
 
Efecto de la cafeina en el ejercicio
Efecto de la cafeina en el ejercicioEfecto de la cafeina en el ejercicio
Efecto de la cafeina en el ejercicio
 

Avaliação da resistência lática

  • 1. Personal Training Studio AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA By: Paulo Pinheiro
  • 2. RESISTÊNCIA De uma forma generalizada é… … a capacidade que o organismo tem de resistir à fadiga provocada por uma atividade prolongada e intensa, mantendo um equilíbrio psíquico e funcional de forma a incutir uma otimização dos processos de recuperação após os esforços físicos, por parte do atleta. (ZINTL, 1991; BOMPA, 1990).
  • 5.
  • 6. RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA Caracteriza-se por esforços intensos; Tempo de atuação de 10s a 3min; Organismo não recupera na totalidade; Sangue abastece-se de ÁCIDO LÁTICO; Efeitos negativos no rendimento.
  • 7. • Metabolismo anaeróbio lático; • Formação do lactato; • Acúmulo de lactato muscular e sangüíneo; • Destinos: suor e urina, coração e fígado; • Lactato como substrato energético (Ciclo de Cori); FISIOLOGIA DO LACTATO
  • 9. Metodologia Direta Dosagem Plasmática do ACIDO LÁTICO Método Floroclorimétrico Método Enzimático Depleção do Glicogénio por biópsia muscular Metodologia Indireta Teste de Wingate Teste de Matsudo TESTE DOS 400M / 600M RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA
  • 10. RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA Metodologia Indireta Teste de Wingate Tem duração de 30 segundos, durante a qual o indivíduo que está a ser avaliado pedala o maior número possível de vezes contra uma resistência fixa, com o objetivo de gerar a maior potência possível nesse período de tempo. A potência gerada durante os 30 segundos é denominada potência média, e provavelmente reflete a resistência localizada do grupo muscular em exercício, utilizando energia principalmente das vias anaeróbias. Índice de Fadiga (%) = (Potência de pico - Menor potência durante o teste) x 100 Potência de pico
  • 11. RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA Metodologia Indireta Teste de Matsudo O objetivo do teste que é correr o mais rápido possível durante o período de 40 segundos. • Com as palavras “atenção” e “já”, inicia o teste sendo acionando o cronômetro ao mesmo tempo, andando em direção ao avaliador auxiliar (B) que esta posicionado em um ponto médio entre 200 e 300 metros. • Na altura de 30 segundos, o avaliador A anuncia com a palavra “trinta”. No momento dos 40 segundos o avaliador A novamente anuncia com as palavras “atenção” e “já”.
  • 12. RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA Metodologia Indireta Teste de Matsudo . • Nesse momento o avaliador B observou o último pé que estava em contato com o solo, e esse ponto foi assinalado como ponto de referência determinando a distância percorrida. • Cada indivíduo faz seu aquecimento; ao final do teste, o avaliado não interrompe bruscamente a corrida; o teste foi realizado em uma pista de atletismo com 338 metros; a capacidade anaeróbica láctica é o resultado em metros da corrida de 40 segundos.
  • 13.
  • 14. RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA Metodologia Indireta TESTE DOS 400 M O objetivo é mensurar a capacidade anaeróbia lática para ambos os sexos entre os 11 e os 16 anos. Os avaliados têm de percorrer no menor tempo possível a distância de 400 M (feminino) e de 600 M (masculino).
  • 15.
  • 16. Importância da avaliação do lactato • Prescrição individualizada das cargas de treino; • Determinação dos efeitos do treino ou destreino; • Predição da performance em provas de predomínio aeróbio. (Denadai, 2004) Protocolos de avaliação do Lactato • Carga crescente; • Coleta em repouso; • Ao final de cada estágio; • Coletas no pós-teste. RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA
  • 17. Cuidados com assepsia: • Pedir ao avaliado que lave as mãos • Antes do teste; • Limpar o lóbulo da orelha com álcool; • Avaliador utilizar luvas cirúrgicas; • Saco de lixo para algodão ou gaze usados RESISTÊNCIA ANAERÓBIA LÁTICA Teste de Lactato