Genética Humana  Enfº Eduardo Gomes da Silva – COREN 001790 Enfª .Juliana Lopes Figueiredo – COREN  99792 T.O. Fernanda Lopes Figueiredo – CREFITO  10840 Grupo Aliança de Enfermagem Salvando Vidas com Qualidade de Ensino
Cromatina Sexual 1949 Murray Barr observou células somáticas de fêmeas de mamíferos apresentavam no núcleo corpúsculos que se coravam Corresponde a um cromossomo X que permanece condensado na interfase Grupo Aliança de Enfermagem
Alterações Numéricas dos Cromossomos Surgem do processo de não disjunção (falha de separação de dois membros de um par cromossômico durante a meiose de modo que um recebe dois e outro nenhum) Euploidia Aneuploidia  Grupo Aliança de Enfermagem
Euploidia  Alteração do genoma todo (n-haploidia) 3n triploidia – 3 cópias de cada cromossomo 4n tetraploidia  Grupo Aliança de Enfermagem
Aneuploidia  Qualquer número cromossômico que não seja múltiplo exato do número haplóide de uma pessoa Existe uma perda ou acréscimo de um ou alguns cromossomos na célula Nulissomia Monossomia Trissomia Tetrassomia  Grupo Aliança de Enfermagem
Nulissomia  Perda de um par de cromossomos (2n-2) Grupo Aliança de Enfermagem
Monossomia  Perda de um cromossomo do par de homólogos Uma constituição cromossômica na qual um membro de um par cromossômico está ausente ex. Síndrome de Turner 45,x Grupo Aliança de Enfermagem
Trissomia  Acréscimo de um cromossomo (2n+1)É o estado de ter três representantes de um determinado cromossomo em vez de um par usual Trissomia do 21 – Síndrome de Down Grupo Aliança de Enfermagem
Trissomia do 13 Sua incidência é de 1 em 25.000 nascimentos  A trissomia do 13 é clinicamente grave e letal em quase todos os casos até os seis meses de idade  Metade dos indivíduos afetados morre no primeiro mês.  Assim como a maioria das outras trissomias, associa-se à idade materna avançada.  O cromossomo extra geralmente provém de não-disjunção na meiose I materna Grupo Aliança de Enfermagem
 
Trissomia do 13 O fenótipo da trissomia do 13 inclui malformações intensas do sistema nervoso central com arrinencefalia e holoprosencenfalia.  Atraso do crescimento e retardamento mental acentuado estão presentes.  A fronte é oblíqua, há hipertelorismo ocular e pode haver microftalmia, coloboma da íris, ou mesmo ausência dos olhos.  As orelhas são malformadas.  Com freqüência encontram-se fendas labial e palatina.  Grupo Aliança de Enfermagem
Trissomia do 13 As mãos e pés podem mostrar quinto dedo sobrepondo-se ao terceiro e quarto, como na trissomia do 18.  Os pés têm as plantas arqueadas. As palmas muitas vezes apresentam pregas simiescas.  Em geral há defeitos cardíacos congênicos específicos e defeitos urogenitais, incluindo criptorquidia nos meninos, útero bicornado e ovários hipoplásticos nas meninas, e rins policísticos.  Desta constelação de defeitos, os mais distintivos a primeira vista são a fácies com fendas labial e palatina e anormalidade oculares, a polidactilia, os punhos cerrados e as plantas arqueadas Grupo Aliança de Enfermagem
Trissomia do 13 Grupo Aliança de Enfermagem
Grupo Aliança de Enfermagem
Trissomia do 13 Grave retardo mental Mal formação do SNC Arrinencefalia Testa inclinada Microcefalia com alargamento das suturas Microftalmia ou ausência dos olhos Orelhas mal formadas Fendas labial e palatinas Polidactilia Mão cerrada – segundo e quinto dedo sobrepondo o terceiro e o quarto Pés em cadeira de balanço Defeitos cardíacos Grupo Aliança de Enfermagem
Trissomia do 18 A incidência desta afecção em nativivos é de aproximadamente 1 em 8.000  A sobrevida pós-natal também é baixa; a sobrevida durante mais do que alguns meses é rara, mas relataram-se crianças afetadas com 15 anos de idade ou mais.  Oitenta por cento dos pacientes são do sexo feminino, talvez por causa de sobrevida preferencial.  A exemplo da maioria das outras trissomias, a idade materna avançada é um fator  Grupo Aliança de Enfermagem
Síndrome de Edwards  Trissomia do 18 Retardo mental Mal formações cardíacas Hipertonia Mandíbula retraída Orelhas de implantação baixa e mal formadas Esterno curto Mão cerrada – segundo e quinto dedo sobrepondo o terceiro e o quarto Pés em cadeira de balanço Sulcos únicos nas palmas Padrões de arco nos dedos Unhas hipoplásticas Grupo Aliança de Enfermagem
Trissomia do 18 Grupo Aliança de Enfermagem
 
Trissomia do 21 Síndrome de Down, ou trissomia do 21, é sem dúvida o distúrbio cromossômico mais comum e mais bem conhecido e a causa genética mais encontrada de retardamento mental moderado  Langdon Down descreveu a síndrome clínica pela primeira vez em 1866, mas sua causa permaneceu um mistério durante quase um século  Grupo Aliança de Enfermagem
Trissomia do 21 A síndrome de Down geralmente pode ser diagnosticada ano nascimento ou logo depois por suas características dismórficas, que variam entre os pacientes Hipotonia pode ser a primeira anormalidade observada no recém-nascido.  Apresentam baixa estatura e branquicefalia, com um occipúcio achatado.  O pescoço é curto, com pele redundante na nuca.  A ponte nasal é plana, as orelhas são de implantação baixa e têm uma aparência dobrada típica,  Os olhos exibem manchas de Brushfield ao redor da margem da íris e a boca é aberta, muitas vezes mostrando a língua sulcada e saliente.  As mãos são curtas e largas, freqüentemente com uma única prega palmar transversa e quintos dedos defletidos, ou clinodactilia.  Os pés mostram um amplo espaço entre o primeiro e segundo dedos, com um sulco estendendo-se proximalmente na face plantar.  Grupo Aliança de Enfermagem
Trissomia do 21 Os dermatóglifos (padrões das cristas dérmicas) são altamente típicos. A maior causa de preocupação na síndrome de Down é o retardamento mental.  Embora no início da lactância o bebê não pareça ter atraso do desenvolvimento, ele é geralmente óbvio até o final do primeiro ano.  O quociente de inteligência costuma estar entre 25 a 50 quando a criança tem idade suficiente para fazer o teste.  Entretanto, muitas crianças com a síndrome de Down tornaram-se pessoas felizes e mesmo autoconfiantes a despeito de suas limitações Grupo Aliança de Enfermagem
Síndrome de Down  Trissomia do 21 Não disjunção paterna ou materna Translocação Idade materna Distribuição peculiar dentro da família Um pequeno cromossomo acrocêntrico designado como cromossomo 21 Total de 47 cromossomos Grupo Aliança de Enfermagem
 
Características da Síndrome de Down Pode ser diagnosticada logo ao nascimento – hipotonia nos neonatos Braquicefalia Baixa estatura Prega epicântica Fenda palpebral oblíqua Céu da boca ogival Língua sulcada e saliente Dentição tardia e irregular Pescoço curto e largo5º dedo encurvado Prega simiesca Orelhas de implantação baixa  Cardiopatias Leucemias Principal preocupação – retardo mental Grupo Aliança de Enfermagem
 
Tetrassomia  Acréscimo de 2 cromossomos (2n+2)  Grupo Aliança de Enfermagem Grupo Aliança de Enfermagem
Alterações Estruturais dos Cromossomos Inversões Deleções / Deficiências Duplicação  Translocação  Grupo Aliança de Enfermagem
Inversões  Provenientes de quebras ao longo do cromossomo Os fragmentos resultantes se reorganizam novamente geralmente após um giro de 180º Um rearranjo cromossômico no qual um segmento de um cromossomo é revertido de ponta a ponta Pericêntrica – caso o centrômero esteja envolvido na inversão Paracêntrica – não há envolvimento do centrômero na inversão Grupo Aliança de Enfermagem
Deleções ou Deficiências  Resultam de quebras nas extremidades ou na porção mediana de um cromossomo com conseqüente perda do fragmento quebrado Há uma perda de uma seqüência de DNA de um cromossomo O Dna deletado pode ser de qualquer tamanho,desde uma só base até uma grande parte do cromossomo Grupo Aliança de Enfermagem
Duplicação  Aberração cromossômica na qual o cromossomo apresenta uma porção duplicada, que pode ser dentro do próprio cromossomo ou ligado ao cromossomo ou ainda como um fragmento em separado Grupo Aliança de Enfermagem
Translocações  Transferência da parte de um cromossomo para outro não homólogo Os segmentos quebrados são soldados invertidos A transferência de um segmento cromossômico de um cromossomo para outro  Grupo Aliança de Enfermagem
Cariótipo  Constituição cromossômica de um indivíduo Grupo Aliança de Enfermagem
Gene  Unidade hereditária Seqüência de DNA que é necessária para produção de um produto funcional Grupo Aliança de Enfermagem
Gene  Cada 3 bases nitrogenadas DNA chama-se gene Código para um aminoácido ATA –gene CGC-gene, TTA-gene, GGA-gene Grupo Aliança de Enfermagem
Morfologia do Cromossomo  Metacêntrico Submetacêntrico Acrocêntrico Telocêntrico  Grupo Aliança de Enfermagem
Metacêntrico  Tipo de cromossomo com um centrômero central e braços de tamanhos aparentemente iguais Grupo Aliança de Enfermagem
Submetacêntrico  Tipo de cromossomo com braços de tamanhos diferentes Grupo Aliança de Enfermagem
Acrocêntrico  Tipo de cromossomo com centrômero perto de uma ponta Os cromossomos acrocêntricos possuem satélites nos braços curtos e possuem genes para RNA Grupo Aliança de Enfermagem
Telocêntrico  Centrômero na ponta do cromossomo Grupo Aliança de Enfermagem
Adaptabilidade  Probabilidade de alguém transmitir genes para geração seguinte Grupo Aliança de Enfermagem
Alelo  Uma versão alternativa em que um gene ocupa um locus Formas diferentes de um gene  Grupo Aliança de Enfermagem
Autossomo  Qualquer cromossomo que não seja sexual Existem 22 no cariótipo humano Doenças causadas por mutação em um gene autossômico ou par de genes apresenta herança autossômica Grupo Aliança de Enfermagem
Centrômero  Constrição primária de um cromossomo Uma região no qual as cromátides irmãs são mantidas juntas e onde se forma o cinetócoro (estruturas no centrômero que prendem as fibras do fuso) Grupo Aliança de Enfermagem
Diplóide  O número de cromossomos da maioria das células somáticas é o dobro do número encontrado nos gametas Humanos – 46 cromossomos Grupo Aliança de Enfermagem
Haplóides  Número de cromossomos de um gameta normal com apenas um membro de cada par cromossômico Humanos – 23 cromossomos Grupo Aliança de Enfermagem
Fenótipo  Características bioquímicas, fisiológicas e morfológicas observadas de um indivíduo Determinadas pelo genótipo e o ambiente no qual se expressa Grupo Aliança de Enfermagem
Genótipo  Constituição genética de uma pessoa  Conjunto de alelos que constitui sua composição genética Grupo Aliança de Enfermagem
Gêmeos Dizigóticos  Gêmeos produzidos por dois ovócitos separados, fecundados separadamente Gêmeos fraternos Grupo Aliança de Enfermagem
Gêmeos Monozigóticos  Gêmeos derivados de um único zigoto Geneticamente idênticos Grupo Aliança de Enfermagem
Genes Homólogos  Refere-se ao gene em uma única espécie Mesma forma, tamanho e seqüência genética Grupo Aliança de Enfermagem
Genes Alelos Genes na mesma direção dos cromossomos homólogos Grupo Aliança de Enfermagem
Heterozigoto Um indivíduo ou genótipo com dois alelos diferentes em um determinado locus em um par de cromossomos homólogos Aa Grupo Aliança de Enfermagem
Homozigotos  Um indivíduo ou genótipo com alelos idênticos em um determinado locus em um par de cromossomos homólogos AA aa Grupo Aliança de Enfermagem
Teratógeno  Agente que produz malformações congênitas ou aumenta sua incidência  Grupo Aliança de Enfermagem
Herança Quantitativa Não são condicionadas à um só tipo de gene É condicionada por mais de um par de gene ex cor da pele (2 pares), cor dos olhos (4 pares) Grupo Aliança de Enfermagem
Pleiotropia  Efeitos fenotípicos múltiplos de um único gene ou par de genes Um par de genes é o responsável por produzir várias características  Grupo Aliança de Enfermagem
Sexo Heterogamético Masculino - XY Grupo Aliança de Enfermagem
Sexo Homogamético Feminino - XX  Grupo Aliança de Enfermagem
Características da Herança Autossômica Recessiva Homens e mulheres tem a mesma chance de ser afetados Os genitores de um filho afetado são portadores assintomáticos de alelos mutantes Grupo Aliança de Enfermagem
Características da Herança Autossômica Dominante O fenótipo em geral aparece em todas as gerações com as pessoas afetadas tendo um genitor afetado Exceções – casos de mutações novas em um gameta de um genitor fenotipicamente normal Qualquer filho do genitor afetado tem risco de 50% de herdar a característica Homens e mulheres têm igual probabilidade de transmitir o fenótipo para seus filhos de ambos os sexos Pode ocorrer a transmissão de homem para homem e os homens podem ter filhas não afetadas Grupo Aliança de Enfermagem
Características da Herança Recessiva Ligada ao X Incidência da característica é mais alta nos homens que nas mulheres As mulheres heterozigotas em geral não são afetadas mas algumas podem expressar a condição com gravidade variável, determinada pelo padrão de inativação do XO gene responsável pela condição é transmitido por um homem afetado para todas as suas filhas  Qualquer filho de suas filhas tem risco de 50% de herdá-lo Grupo Aliança de Enfermagem
Características da Herança Recessiva Ligada ao X O gene em geral nunca é transmitido diretamente do pai para o filho, mas é transmitido por um homem afetado para todas as suas filhas O gene pode ser transmitido por uma série de mulheres portadoras. Caso isso ocorra, os homens afetados em uma família são relacionados através das mulheres Grupo Aliança de Enfermagem
Características da Herança Dominante ligada ao X Os homens afetados que se reproduzem com mulheres normais não têm filhos afetados nem filhas normais A prole tanto masculina quanto feminina de mulheres portadoras tem risco de 50% de herdar o fenótipo Para fenótipos raros, mulheres afetadas são cerca de duas vezes mais comuns que os homens afetados, mas é típico que mulheres afetadas tenham uma expressão mais branda Grupo Aliança de Enfermagem
Indicações Clínicas para Análise Cromossômica Problemas de crescimento e desenvolvimento iniciais Natimorto ou morte neonatal Problemas de fertilidade História familiar Neoplasia Gestação em uma mulher de idade avançada Grupo Aliança de Enfermagem
Anomalias Cromossômicas Numéricas  Estruturais Grupo Aliança de Enfermagem
Síndrome do Cri Du Chat  (miado de gato) Grande deleção do braço curto do cromossomo 5 Portadores de translocação Lactente afetado têm choro similar ao miado de gato Órgãos dos sentidos comprometidos Microcefalia Hipertelorismo Pregas epicânticas Orelhas de implantação baixa Micrognatia Grave retardo mental Defeitos cardíacos Grupo Aliança de Enfermagem
Grupo Aliança de Enfermagem
Síndrome de Klinefelter Erros na meiose paterna2n-47,XXY;48XXYY;48XXXY e 49XXXXY Grupo Aliança de Enfermagem
Síndrome de Klinefelter Altos Magros MMII longos Ginecomastia Testículos pequenos Quase sempre inférteis Grupo Aliança de Enfermagem
Grupo Aliança de Enfermagem
Trissomia do X 47XXX Fenótipo normais Estatura um pouco acima da média Déficit de aprendizado Mudanças da puberdade em idade apropriada Em geral férteis Grupo Aliança de Enfermagem
Síndrome de Turner  Monossomia Fenótipo feminino Baixa estatura Implantação baixa dos cabelos na nuca Pescoço alado Tórax largo  Mamilos afastados Disgenesia gonodal Amenorréia primária Anomalias renais e cardiovasculares Edema de dorso do pé ao nascimento Deficiência da percepção espacial Ajuste social prejudicado Grupo Aliança de Enfermagem
 
Síndrome do X Frágil  Ligados à mutações do gene ligados ao X Retardo mental Macrooquidia Aumento do perímetro cefálico Orelhas e queixo grande Ambos os sexos Grupo Aliança de Enfermagem
Hemofilia  Ligada ao X da coagulação  Disfunção do fator VIII de coagulação Classicamente masculina Sangramentos por horas dias ou semanas Grupo Aliança de Enfermagem
Fenilcetonúria  Distúrbio autossômico recessivo Resultante da mutação da fenilalanina-hidroxilase  (fenilalanina-tirosina) Anormalidade que eleva o nível de fenilalanina no sangue Fenilalanina acumula-se nos líquidos corporais lesando o SNC em desenvolvimento no início da infância e interferindo no cérebro maduro Pequena fração é metabolizada por vias alternativas produzindo quantidades aumentadas de ácido fenilpirúvico (PKU) e outros metabólitos secundários, que são excretados na urina Prevenível por modificações na dieta que impeçam o acúmulo de fenilalanina Diagnóstico: teste do pezinho Hipotireoidismo congênito Grupo Aliança de Enfermagem
Anemia Falciforme Hemoglobina falcêmica (HbS)- primeira hemoglobina anormal a ser detectada e de grande importância clínica Decorrente de alteração de apenas 1 dos 146 aminoácidos da B-hemoglobina Uma substituição de ácido glutâmico por valina na sexta posição do polipeptídeo Resulta na alteração de um único nucleotídeo – B6GLU-Val = A-T no códon  Grupo Aliança de Enfermagem
Anemia Falciforme Distúrbio hemolítico intenso Tendência das hemácias adquirirem formas anormal (afoiçadas) sob condições de baixa tensão de oxigênio Atraso no crescimento Esplenomegalia Infecções repetitivas Chamada de Síndrome da mão-pé porque manifesta-se com tumefação dolorosa das mãos e dos pés que resulta da oclusão dos capilares nos ossos pequenos dos membros Grupo Aliança de Enfermagem
Anemia Falciforme Crises decorrentes de obstrução vascular e infartos dolorosos em vários tecidos incluindo baço e os pulmões Heterozigotos têm caráter falcêmicos são normais clinicamente, porém sofrem afoiçamento das hemácias em pressão de oxigênio muito baixas Grupo Aliança de Enfermagem
Grupo Aliança de Enfermagem
Distúrbios que Afetam as  Proteínas Estruturais Distrofia Muscular Duchene (DMD) Grupo Aliança de Enfermagem
Distrofia Muscular Duchene Doença severa relativamente comum Associada uma deterioração clínica Distúrbio ligado ao X Caracteriza-se pela má formação da proteína distrofina Grupo Aliança de Enfermagem
Distrofia Muscular Duchene Fenótipo masculino – Desenvolvem fraqueza muscular entre 3 e 5 anos Começam a ter dificuldade para subir escadas e levantar-se na posição sentada Acentuada lordose lombar Comprometimento muscular simétrico Início dos membros inferiores e posteriormente superiores Pseudohipertrofia das panturrilhas – devido infiltração fibrosa e lipídica dos músculos Insuficiência respiratória ou cardíaca Estágios iniciais – nível sérico de creatinina-cinase está muito elevado Redução do QI Grande maioria que somente porta são assintomáticos Grupo Aliança de Enfermagem
Fenda Palatina Distinta da fenda palatina sem fenda labial Falha na fusão do processo frontal com processo maxilar por volta do 35º dia de gestação É heterogênia e inclui formas monogênicas isoladas Síndromes associadas – trissomia do 13Casos resultantes de exposição teratógenos – rubéola, talidomida Grupo Aliança de Enfermagem
Agentes Teratogênicos Qualquer agente que produz má formação ou eleva incidência populacional de uma má formação Compõe-se de agentes infecciosos radiação ou drogas Grupo Aliança de Enfermagem
Fatores de Análise da Teratogenicidade Época da exposição ao teratógeno Dosagem Genótipo do feto e materno Grupo Aliança de Enfermagem
Síndrome do Álcool Fetal Conseqüência da exposição ao álcool  incluem atraso no crescimento pré e pós natal Fácies típicas Fissuras palpebrais estreitas e hipoplasia facial média Defeitos no esqueleto – anomalias articulares Defeitos cardíacos Retardamento mental Grupo Aliança de Enfermagem
Aconselhamento Genético Maior conhecimento dos cromossomos e de seus genes Abortos sucessivos Casos de doenças genéticas na família – mulher ou homem Casais normais que já tiveram um filho com anomalia genética ou cromossômica Casais consangüíneos Idade (materna) Casos de radiações ionizantes e drogas que provocam mutações Grupo Aliança de Enfermagem Grupo Aliança de Enfermagem
Diagnóstico Pré-Natal Detectar anomalias presentes no feto Indicações restritas Invasivos ou não Grupo Aliança de Enfermagem
Procedimentos para Obtenção de Tecido Fetal Amniocentese  Coleta de amostras das vilosidades coriônicas (CAVC) Cordocentese Fetoscopia  Grupo Aliança de Enfermagem
Amniocentese  Punção do âmnio Processo de remoção de amostra do líquido amniótico por via transabdominal com uma seringa Contém células de origem fetal que podem ser cultivadas para fins diagnósticos Ultra-sonografia facilita o procedimento confirmando idade gestacional antecipadamente e delineando a posição do feto e da placenta Grupo Aliança de Enfermagem
CAVC Procedimento usado para obter tecido do trofoblasto fetal É aspirado da área vilosa do cório por via transcervical ou transabdominal para cariotipagem e análise bioquímica ou do DNA Grupo Aliança de Enfermagem
Fetoscopia  Feito em situações muito especiais Feto é visualizado por meio de cânula com fibra óptica introduzida no útero da mãe Observação de anomalias morfológicas como fenda faciais e defeitos nos membros Grupo Aliança de Enfermagem
Exames Laboratoriais  Análise do DNA Dosagem alfa-fetoproteína Grupo Aliança de Enfermagem
Dosagem  Alfa-fetoproteína Dosada no líquido amniótico ou soro materno Extremamente úteis no pré-natal Risco de defeito do tubo neural Grupo Aliança de Enfermagem
 

GenéTica

  • 1.
    Genética Humana Enfº Eduardo Gomes da Silva – COREN 001790 Enfª .Juliana Lopes Figueiredo – COREN 99792 T.O. Fernanda Lopes Figueiredo – CREFITO 10840 Grupo Aliança de Enfermagem Salvando Vidas com Qualidade de Ensino
  • 2.
    Cromatina Sexual 1949Murray Barr observou células somáticas de fêmeas de mamíferos apresentavam no núcleo corpúsculos que se coravam Corresponde a um cromossomo X que permanece condensado na interfase Grupo Aliança de Enfermagem
  • 3.
    Alterações Numéricas dosCromossomos Surgem do processo de não disjunção (falha de separação de dois membros de um par cromossômico durante a meiose de modo que um recebe dois e outro nenhum) Euploidia Aneuploidia Grupo Aliança de Enfermagem
  • 4.
    Euploidia Alteraçãodo genoma todo (n-haploidia) 3n triploidia – 3 cópias de cada cromossomo 4n tetraploidia Grupo Aliança de Enfermagem
  • 5.
    Aneuploidia Qualquernúmero cromossômico que não seja múltiplo exato do número haplóide de uma pessoa Existe uma perda ou acréscimo de um ou alguns cromossomos na célula Nulissomia Monossomia Trissomia Tetrassomia Grupo Aliança de Enfermagem
  • 6.
    Nulissomia Perdade um par de cromossomos (2n-2) Grupo Aliança de Enfermagem
  • 7.
    Monossomia Perdade um cromossomo do par de homólogos Uma constituição cromossômica na qual um membro de um par cromossômico está ausente ex. Síndrome de Turner 45,x Grupo Aliança de Enfermagem
  • 8.
    Trissomia Acréscimode um cromossomo (2n+1)É o estado de ter três representantes de um determinado cromossomo em vez de um par usual Trissomia do 21 – Síndrome de Down Grupo Aliança de Enfermagem
  • 9.
    Trissomia do 13Sua incidência é de 1 em 25.000 nascimentos A trissomia do 13 é clinicamente grave e letal em quase todos os casos até os seis meses de idade Metade dos indivíduos afetados morre no primeiro mês. Assim como a maioria das outras trissomias, associa-se à idade materna avançada. O cromossomo extra geralmente provém de não-disjunção na meiose I materna Grupo Aliança de Enfermagem
  • 10.
  • 11.
    Trissomia do 13O fenótipo da trissomia do 13 inclui malformações intensas do sistema nervoso central com arrinencefalia e holoprosencenfalia. Atraso do crescimento e retardamento mental acentuado estão presentes. A fronte é oblíqua, há hipertelorismo ocular e pode haver microftalmia, coloboma da íris, ou mesmo ausência dos olhos. As orelhas são malformadas. Com freqüência encontram-se fendas labial e palatina. Grupo Aliança de Enfermagem
  • 12.
    Trissomia do 13As mãos e pés podem mostrar quinto dedo sobrepondo-se ao terceiro e quarto, como na trissomia do 18. Os pés têm as plantas arqueadas. As palmas muitas vezes apresentam pregas simiescas. Em geral há defeitos cardíacos congênicos específicos e defeitos urogenitais, incluindo criptorquidia nos meninos, útero bicornado e ovários hipoplásticos nas meninas, e rins policísticos. Desta constelação de defeitos, os mais distintivos a primeira vista são a fácies com fendas labial e palatina e anormalidade oculares, a polidactilia, os punhos cerrados e as plantas arqueadas Grupo Aliança de Enfermagem
  • 13.
    Trissomia do 13Grupo Aliança de Enfermagem
  • 14.
  • 15.
    Trissomia do 13Grave retardo mental Mal formação do SNC Arrinencefalia Testa inclinada Microcefalia com alargamento das suturas Microftalmia ou ausência dos olhos Orelhas mal formadas Fendas labial e palatinas Polidactilia Mão cerrada – segundo e quinto dedo sobrepondo o terceiro e o quarto Pés em cadeira de balanço Defeitos cardíacos Grupo Aliança de Enfermagem
  • 16.
    Trissomia do 18A incidência desta afecção em nativivos é de aproximadamente 1 em 8.000 A sobrevida pós-natal também é baixa; a sobrevida durante mais do que alguns meses é rara, mas relataram-se crianças afetadas com 15 anos de idade ou mais. Oitenta por cento dos pacientes são do sexo feminino, talvez por causa de sobrevida preferencial. A exemplo da maioria das outras trissomias, a idade materna avançada é um fator Grupo Aliança de Enfermagem
  • 17.
    Síndrome de Edwards Trissomia do 18 Retardo mental Mal formações cardíacas Hipertonia Mandíbula retraída Orelhas de implantação baixa e mal formadas Esterno curto Mão cerrada – segundo e quinto dedo sobrepondo o terceiro e o quarto Pés em cadeira de balanço Sulcos únicos nas palmas Padrões de arco nos dedos Unhas hipoplásticas Grupo Aliança de Enfermagem
  • 18.
    Trissomia do 18Grupo Aliança de Enfermagem
  • 19.
  • 20.
    Trissomia do 21Síndrome de Down, ou trissomia do 21, é sem dúvida o distúrbio cromossômico mais comum e mais bem conhecido e a causa genética mais encontrada de retardamento mental moderado Langdon Down descreveu a síndrome clínica pela primeira vez em 1866, mas sua causa permaneceu um mistério durante quase um século Grupo Aliança de Enfermagem
  • 21.
    Trissomia do 21A síndrome de Down geralmente pode ser diagnosticada ano nascimento ou logo depois por suas características dismórficas, que variam entre os pacientes Hipotonia pode ser a primeira anormalidade observada no recém-nascido. Apresentam baixa estatura e branquicefalia, com um occipúcio achatado. O pescoço é curto, com pele redundante na nuca. A ponte nasal é plana, as orelhas são de implantação baixa e têm uma aparência dobrada típica, Os olhos exibem manchas de Brushfield ao redor da margem da íris e a boca é aberta, muitas vezes mostrando a língua sulcada e saliente. As mãos são curtas e largas, freqüentemente com uma única prega palmar transversa e quintos dedos defletidos, ou clinodactilia. Os pés mostram um amplo espaço entre o primeiro e segundo dedos, com um sulco estendendo-se proximalmente na face plantar. Grupo Aliança de Enfermagem
  • 22.
    Trissomia do 21Os dermatóglifos (padrões das cristas dérmicas) são altamente típicos. A maior causa de preocupação na síndrome de Down é o retardamento mental. Embora no início da lactância o bebê não pareça ter atraso do desenvolvimento, ele é geralmente óbvio até o final do primeiro ano. O quociente de inteligência costuma estar entre 25 a 50 quando a criança tem idade suficiente para fazer o teste. Entretanto, muitas crianças com a síndrome de Down tornaram-se pessoas felizes e mesmo autoconfiantes a despeito de suas limitações Grupo Aliança de Enfermagem
  • 23.
    Síndrome de Down Trissomia do 21 Não disjunção paterna ou materna Translocação Idade materna Distribuição peculiar dentro da família Um pequeno cromossomo acrocêntrico designado como cromossomo 21 Total de 47 cromossomos Grupo Aliança de Enfermagem
  • 24.
  • 25.
    Características da Síndromede Down Pode ser diagnosticada logo ao nascimento – hipotonia nos neonatos Braquicefalia Baixa estatura Prega epicântica Fenda palpebral oblíqua Céu da boca ogival Língua sulcada e saliente Dentição tardia e irregular Pescoço curto e largo5º dedo encurvado Prega simiesca Orelhas de implantação baixa Cardiopatias Leucemias Principal preocupação – retardo mental Grupo Aliança de Enfermagem
  • 26.
  • 27.
    Tetrassomia Acréscimode 2 cromossomos (2n+2) Grupo Aliança de Enfermagem Grupo Aliança de Enfermagem
  • 28.
    Alterações Estruturais dosCromossomos Inversões Deleções / Deficiências Duplicação Translocação Grupo Aliança de Enfermagem
  • 29.
    Inversões Provenientesde quebras ao longo do cromossomo Os fragmentos resultantes se reorganizam novamente geralmente após um giro de 180º Um rearranjo cromossômico no qual um segmento de um cromossomo é revertido de ponta a ponta Pericêntrica – caso o centrômero esteja envolvido na inversão Paracêntrica – não há envolvimento do centrômero na inversão Grupo Aliança de Enfermagem
  • 30.
    Deleções ou Deficiências Resultam de quebras nas extremidades ou na porção mediana de um cromossomo com conseqüente perda do fragmento quebrado Há uma perda de uma seqüência de DNA de um cromossomo O Dna deletado pode ser de qualquer tamanho,desde uma só base até uma grande parte do cromossomo Grupo Aliança de Enfermagem
  • 31.
    Duplicação Aberraçãocromossômica na qual o cromossomo apresenta uma porção duplicada, que pode ser dentro do próprio cromossomo ou ligado ao cromossomo ou ainda como um fragmento em separado Grupo Aliança de Enfermagem
  • 32.
    Translocações Transferênciada parte de um cromossomo para outro não homólogo Os segmentos quebrados são soldados invertidos A transferência de um segmento cromossômico de um cromossomo para outro Grupo Aliança de Enfermagem
  • 33.
    Cariótipo Constituiçãocromossômica de um indivíduo Grupo Aliança de Enfermagem
  • 34.
    Gene Unidadehereditária Seqüência de DNA que é necessária para produção de um produto funcional Grupo Aliança de Enfermagem
  • 35.
    Gene Cada3 bases nitrogenadas DNA chama-se gene Código para um aminoácido ATA –gene CGC-gene, TTA-gene, GGA-gene Grupo Aliança de Enfermagem
  • 36.
    Morfologia do Cromossomo Metacêntrico Submetacêntrico Acrocêntrico Telocêntrico Grupo Aliança de Enfermagem
  • 37.
    Metacêntrico Tipode cromossomo com um centrômero central e braços de tamanhos aparentemente iguais Grupo Aliança de Enfermagem
  • 38.
    Submetacêntrico Tipode cromossomo com braços de tamanhos diferentes Grupo Aliança de Enfermagem
  • 39.
    Acrocêntrico Tipode cromossomo com centrômero perto de uma ponta Os cromossomos acrocêntricos possuem satélites nos braços curtos e possuem genes para RNA Grupo Aliança de Enfermagem
  • 40.
    Telocêntrico Centrômerona ponta do cromossomo Grupo Aliança de Enfermagem
  • 41.
    Adaptabilidade Probabilidadede alguém transmitir genes para geração seguinte Grupo Aliança de Enfermagem
  • 42.
    Alelo Umaversão alternativa em que um gene ocupa um locus Formas diferentes de um gene Grupo Aliança de Enfermagem
  • 43.
    Autossomo Qualquercromossomo que não seja sexual Existem 22 no cariótipo humano Doenças causadas por mutação em um gene autossômico ou par de genes apresenta herança autossômica Grupo Aliança de Enfermagem
  • 44.
    Centrômero Constriçãoprimária de um cromossomo Uma região no qual as cromátides irmãs são mantidas juntas e onde se forma o cinetócoro (estruturas no centrômero que prendem as fibras do fuso) Grupo Aliança de Enfermagem
  • 45.
    Diplóide Onúmero de cromossomos da maioria das células somáticas é o dobro do número encontrado nos gametas Humanos – 46 cromossomos Grupo Aliança de Enfermagem
  • 46.
    Haplóides Númerode cromossomos de um gameta normal com apenas um membro de cada par cromossômico Humanos – 23 cromossomos Grupo Aliança de Enfermagem
  • 47.
    Fenótipo Característicasbioquímicas, fisiológicas e morfológicas observadas de um indivíduo Determinadas pelo genótipo e o ambiente no qual se expressa Grupo Aliança de Enfermagem
  • 48.
    Genótipo Constituiçãogenética de uma pessoa Conjunto de alelos que constitui sua composição genética Grupo Aliança de Enfermagem
  • 49.
    Gêmeos Dizigóticos Gêmeos produzidos por dois ovócitos separados, fecundados separadamente Gêmeos fraternos Grupo Aliança de Enfermagem
  • 50.
    Gêmeos Monozigóticos Gêmeos derivados de um único zigoto Geneticamente idênticos Grupo Aliança de Enfermagem
  • 51.
    Genes Homólogos Refere-se ao gene em uma única espécie Mesma forma, tamanho e seqüência genética Grupo Aliança de Enfermagem
  • 52.
    Genes Alelos Genesna mesma direção dos cromossomos homólogos Grupo Aliança de Enfermagem
  • 53.
    Heterozigoto Um indivíduoou genótipo com dois alelos diferentes em um determinado locus em um par de cromossomos homólogos Aa Grupo Aliança de Enfermagem
  • 54.
    Homozigotos Umindivíduo ou genótipo com alelos idênticos em um determinado locus em um par de cromossomos homólogos AA aa Grupo Aliança de Enfermagem
  • 55.
    Teratógeno Agenteque produz malformações congênitas ou aumenta sua incidência Grupo Aliança de Enfermagem
  • 56.
    Herança Quantitativa Nãosão condicionadas à um só tipo de gene É condicionada por mais de um par de gene ex cor da pele (2 pares), cor dos olhos (4 pares) Grupo Aliança de Enfermagem
  • 57.
    Pleiotropia Efeitosfenotípicos múltiplos de um único gene ou par de genes Um par de genes é o responsável por produzir várias características Grupo Aliança de Enfermagem
  • 58.
    Sexo Heterogamético Masculino- XY Grupo Aliança de Enfermagem
  • 59.
    Sexo Homogamético Feminino- XX Grupo Aliança de Enfermagem
  • 60.
    Características da HerançaAutossômica Recessiva Homens e mulheres tem a mesma chance de ser afetados Os genitores de um filho afetado são portadores assintomáticos de alelos mutantes Grupo Aliança de Enfermagem
  • 61.
    Características da HerançaAutossômica Dominante O fenótipo em geral aparece em todas as gerações com as pessoas afetadas tendo um genitor afetado Exceções – casos de mutações novas em um gameta de um genitor fenotipicamente normal Qualquer filho do genitor afetado tem risco de 50% de herdar a característica Homens e mulheres têm igual probabilidade de transmitir o fenótipo para seus filhos de ambos os sexos Pode ocorrer a transmissão de homem para homem e os homens podem ter filhas não afetadas Grupo Aliança de Enfermagem
  • 62.
    Características da HerançaRecessiva Ligada ao X Incidência da característica é mais alta nos homens que nas mulheres As mulheres heterozigotas em geral não são afetadas mas algumas podem expressar a condição com gravidade variável, determinada pelo padrão de inativação do XO gene responsável pela condição é transmitido por um homem afetado para todas as suas filhas Qualquer filho de suas filhas tem risco de 50% de herdá-lo Grupo Aliança de Enfermagem
  • 63.
    Características da HerançaRecessiva Ligada ao X O gene em geral nunca é transmitido diretamente do pai para o filho, mas é transmitido por um homem afetado para todas as suas filhas O gene pode ser transmitido por uma série de mulheres portadoras. Caso isso ocorra, os homens afetados em uma família são relacionados através das mulheres Grupo Aliança de Enfermagem
  • 64.
    Características da HerançaDominante ligada ao X Os homens afetados que se reproduzem com mulheres normais não têm filhos afetados nem filhas normais A prole tanto masculina quanto feminina de mulheres portadoras tem risco de 50% de herdar o fenótipo Para fenótipos raros, mulheres afetadas são cerca de duas vezes mais comuns que os homens afetados, mas é típico que mulheres afetadas tenham uma expressão mais branda Grupo Aliança de Enfermagem
  • 65.
    Indicações Clínicas paraAnálise Cromossômica Problemas de crescimento e desenvolvimento iniciais Natimorto ou morte neonatal Problemas de fertilidade História familiar Neoplasia Gestação em uma mulher de idade avançada Grupo Aliança de Enfermagem
  • 66.
    Anomalias Cromossômicas Numéricas Estruturais Grupo Aliança de Enfermagem
  • 67.
    Síndrome do CriDu Chat (miado de gato) Grande deleção do braço curto do cromossomo 5 Portadores de translocação Lactente afetado têm choro similar ao miado de gato Órgãos dos sentidos comprometidos Microcefalia Hipertelorismo Pregas epicânticas Orelhas de implantação baixa Micrognatia Grave retardo mental Defeitos cardíacos Grupo Aliança de Enfermagem
  • 68.
  • 69.
    Síndrome de KlinefelterErros na meiose paterna2n-47,XXY;48XXYY;48XXXY e 49XXXXY Grupo Aliança de Enfermagem
  • 70.
    Síndrome de KlinefelterAltos Magros MMII longos Ginecomastia Testículos pequenos Quase sempre inférteis Grupo Aliança de Enfermagem
  • 71.
  • 72.
    Trissomia do X47XXX Fenótipo normais Estatura um pouco acima da média Déficit de aprendizado Mudanças da puberdade em idade apropriada Em geral férteis Grupo Aliança de Enfermagem
  • 73.
    Síndrome de Turner Monossomia Fenótipo feminino Baixa estatura Implantação baixa dos cabelos na nuca Pescoço alado Tórax largo Mamilos afastados Disgenesia gonodal Amenorréia primária Anomalias renais e cardiovasculares Edema de dorso do pé ao nascimento Deficiência da percepção espacial Ajuste social prejudicado Grupo Aliança de Enfermagem
  • 74.
  • 75.
    Síndrome do XFrágil Ligados à mutações do gene ligados ao X Retardo mental Macrooquidia Aumento do perímetro cefálico Orelhas e queixo grande Ambos os sexos Grupo Aliança de Enfermagem
  • 76.
    Hemofilia Ligadaao X da coagulação Disfunção do fator VIII de coagulação Classicamente masculina Sangramentos por horas dias ou semanas Grupo Aliança de Enfermagem
  • 77.
    Fenilcetonúria Distúrbioautossômico recessivo Resultante da mutação da fenilalanina-hidroxilase (fenilalanina-tirosina) Anormalidade que eleva o nível de fenilalanina no sangue Fenilalanina acumula-se nos líquidos corporais lesando o SNC em desenvolvimento no início da infância e interferindo no cérebro maduro Pequena fração é metabolizada por vias alternativas produzindo quantidades aumentadas de ácido fenilpirúvico (PKU) e outros metabólitos secundários, que são excretados na urina Prevenível por modificações na dieta que impeçam o acúmulo de fenilalanina Diagnóstico: teste do pezinho Hipotireoidismo congênito Grupo Aliança de Enfermagem
  • 78.
    Anemia Falciforme Hemoglobinafalcêmica (HbS)- primeira hemoglobina anormal a ser detectada e de grande importância clínica Decorrente de alteração de apenas 1 dos 146 aminoácidos da B-hemoglobina Uma substituição de ácido glutâmico por valina na sexta posição do polipeptídeo Resulta na alteração de um único nucleotídeo – B6GLU-Val = A-T no códon Grupo Aliança de Enfermagem
  • 79.
    Anemia Falciforme Distúrbiohemolítico intenso Tendência das hemácias adquirirem formas anormal (afoiçadas) sob condições de baixa tensão de oxigênio Atraso no crescimento Esplenomegalia Infecções repetitivas Chamada de Síndrome da mão-pé porque manifesta-se com tumefação dolorosa das mãos e dos pés que resulta da oclusão dos capilares nos ossos pequenos dos membros Grupo Aliança de Enfermagem
  • 80.
    Anemia Falciforme Crisesdecorrentes de obstrução vascular e infartos dolorosos em vários tecidos incluindo baço e os pulmões Heterozigotos têm caráter falcêmicos são normais clinicamente, porém sofrem afoiçamento das hemácias em pressão de oxigênio muito baixas Grupo Aliança de Enfermagem
  • 81.
  • 82.
    Distúrbios que Afetamas Proteínas Estruturais Distrofia Muscular Duchene (DMD) Grupo Aliança de Enfermagem
  • 83.
    Distrofia Muscular DucheneDoença severa relativamente comum Associada uma deterioração clínica Distúrbio ligado ao X Caracteriza-se pela má formação da proteína distrofina Grupo Aliança de Enfermagem
  • 84.
    Distrofia Muscular DucheneFenótipo masculino – Desenvolvem fraqueza muscular entre 3 e 5 anos Começam a ter dificuldade para subir escadas e levantar-se na posição sentada Acentuada lordose lombar Comprometimento muscular simétrico Início dos membros inferiores e posteriormente superiores Pseudohipertrofia das panturrilhas – devido infiltração fibrosa e lipídica dos músculos Insuficiência respiratória ou cardíaca Estágios iniciais – nível sérico de creatinina-cinase está muito elevado Redução do QI Grande maioria que somente porta são assintomáticos Grupo Aliança de Enfermagem
  • 85.
    Fenda Palatina Distintada fenda palatina sem fenda labial Falha na fusão do processo frontal com processo maxilar por volta do 35º dia de gestação É heterogênia e inclui formas monogênicas isoladas Síndromes associadas – trissomia do 13Casos resultantes de exposição teratógenos – rubéola, talidomida Grupo Aliança de Enfermagem
  • 86.
    Agentes Teratogênicos Qualqueragente que produz má formação ou eleva incidência populacional de uma má formação Compõe-se de agentes infecciosos radiação ou drogas Grupo Aliança de Enfermagem
  • 87.
    Fatores de Análiseda Teratogenicidade Época da exposição ao teratógeno Dosagem Genótipo do feto e materno Grupo Aliança de Enfermagem
  • 88.
    Síndrome do ÁlcoolFetal Conseqüência da exposição ao álcool incluem atraso no crescimento pré e pós natal Fácies típicas Fissuras palpebrais estreitas e hipoplasia facial média Defeitos no esqueleto – anomalias articulares Defeitos cardíacos Retardamento mental Grupo Aliança de Enfermagem
  • 89.
    Aconselhamento Genético Maiorconhecimento dos cromossomos e de seus genes Abortos sucessivos Casos de doenças genéticas na família – mulher ou homem Casais normais que já tiveram um filho com anomalia genética ou cromossômica Casais consangüíneos Idade (materna) Casos de radiações ionizantes e drogas que provocam mutações Grupo Aliança de Enfermagem Grupo Aliança de Enfermagem
  • 90.
    Diagnóstico Pré-Natal Detectaranomalias presentes no feto Indicações restritas Invasivos ou não Grupo Aliança de Enfermagem
  • 91.
    Procedimentos para Obtençãode Tecido Fetal Amniocentese Coleta de amostras das vilosidades coriônicas (CAVC) Cordocentese Fetoscopia Grupo Aliança de Enfermagem
  • 92.
    Amniocentese Punçãodo âmnio Processo de remoção de amostra do líquido amniótico por via transabdominal com uma seringa Contém células de origem fetal que podem ser cultivadas para fins diagnósticos Ultra-sonografia facilita o procedimento confirmando idade gestacional antecipadamente e delineando a posição do feto e da placenta Grupo Aliança de Enfermagem
  • 93.
    CAVC Procedimento usadopara obter tecido do trofoblasto fetal É aspirado da área vilosa do cório por via transcervical ou transabdominal para cariotipagem e análise bioquímica ou do DNA Grupo Aliança de Enfermagem
  • 94.
    Fetoscopia Feitoem situações muito especiais Feto é visualizado por meio de cânula com fibra óptica introduzida no útero da mãe Observação de anomalias morfológicas como fenda faciais e defeitos nos membros Grupo Aliança de Enfermagem
  • 95.
    Exames Laboratoriais Análise do DNA Dosagem alfa-fetoproteína Grupo Aliança de Enfermagem
  • 96.
    Dosagem Alfa-fetoproteínaDosada no líquido amniótico ou soro materno Extremamente úteis no pré-natal Risco de defeito do tubo neural Grupo Aliança de Enfermagem
  • 97.