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A Revolução Liberal de 1820
Napoleão Bonaparte
Em 1806, Napoleão Bonaparte dominava quase
toda a Europa, com exceção da Inglaterra. Como
não conseguia submeter aquele reino pela
força, procurou enfraquecê-lo
economicamente. Assim, em 1806, decretou o
Bloqueio Continental.
1. Antecedentes
a) O Bloqueio Continental
Para destruir o comércio inglês, Napoleão
bloqueou os portos ingleses, impedindo os
países europeus de fazer comércio com a
Inglaterra. Portugal recusou aderir a este
Bloqueio, devido à sua aliança com a Inglaterra
e Napoleão ordenou a invasão de Portugal.
Perante a ameaça de invasão por parte dos franceses, a família real portuguesa decidiu sair de
Portugal e o governo de Portugal ficou entregue a uma regência de 5 governadores.
A 8 de março de 1808, a família real com a sua corte de nobres, servos e demais
empregados domésticos, chegaram ao Rio de Janeiro, onde passaram a viver.
b) A fuga da família real para o Brasil
Em 1815, D. João VI deu ao Brasil o título de reino e
redefiniu a monarquia como “reino unido de Portugal, do
Brasil e do Algarve”, com novas armas. Pela primeira vez
na História a capital do Império Português é o Rio de
janeiro, cidade onde estava a família real.
Os portugueses sentiam-se descontentes com a ausência da família real e quando o Brasil foi
elevado à categoria de Reino, receou-se que o rei não voltasse mais.
Com o pretexto de organizar e garantir a defesa contra
as tropas francesas, o general inglês Beresford passou a
governar Portugal favorecendo Inglaterra e motivando o
desagrado do exército português e do povo que vivia
sobrecarregado de impostos.
c) A presença inglesa
 Roubaram as riquezas dos palácios e das
igrejas portuguesas;
 Mataram muitos opositores;
 Destruíram campos e culturas;
Entretanto, os franceses:
Os portugueses pedem ajuda a Inglaterra
Derrotados e cansados retiraram-se
definitivamente de Portugal, em 1811.
Assim, eram várias as razões de descontentamento em Portugal:
- A Família Real e a Corte Portuguesa continuavam a viver no Brasil e parecia não
desejarem regressar, mesmo depois do fim das invasões.
- O reino tinha ficado mais pobre e desorganizado com as Invasões Francesas.
- Os Ingleses não saíram de Portugal e controlavam quase todo o comércio com o
Brasil, o que prejudicava muito os comerciantes portugueses.
Um Estado arruinado, uma monarquia
fragilizada pela opção brasileira do rei, a
disponibilidade para o debate público e para a
indignação patriótica formaram um solo fácil
para revoltas.
Políticas SociaisEconómicas Ideológicas
• Monarquia absoluta;
• Invasões Francesas;
• Fuga da família Real e
da Corte para o Brasil;
• “Governo de
Regência”: Portugal
governado por
ingleses
representados por
Beresford (1809
assume plenos
poderes).
• Sobrecarga de
impostos sobre as
classes populares;
• Burguesia
arruinada devido
ao fim do
exclusivo colonial
e da concorrência
inglesa.
• Desorganização da
indústria e ruína
da agricultura;
• Abertura dos
portos brasileiros
à navegação
estrangeira.
• Difusão das ideias
iluministas (livros
e jornais
chegavam
clandestinamente
a Portugal), que
tinham sido postas
em prática com a
Revolução
Americana e a
Revolução
Francesa.
2. Causas da Revolução Liberal Portuguesa
Em 1817 o General Gomes Freire de Andrade
tentou expulsar os Ingleses, mas a estratégia
militar foi descoberta.
Em 1818 um grupo de homens do Porto formam uma
sociedade secreta – o Sinédrio – que tinha com objetivo
preparar a Revolução. Destes conspiradores faziam parte
comerciantes, juízes e o que mais se destacou foi
Manuel Fernandes Tomás.
3. A Revolução Liberal Portuguesa
24 Agosto de 1820, começou
no Porto, a Revolução
Liberal Portuguesa
O exército saiu para a rua e proclamou a necessidade
de uma Constituição e sem encontrar resistência
tomou conta do poder no Norte de Portugal. O resto
do país acolheu de bom grado os ecos da Revolução e
os ingleses foram expulsos do país.
24 de Agosto de 1820, Campo de Santo Ovídeo, Porto
› Expulsar os ingleses de Portugal;
› Forçar o regresso da família real a Portugal;
› Elaborar uma Constituição para Portugal.
Objetivos da Revolução Liberal Portuguesa
O movimento revolucionário foi dirigido por alguns burgueses e
oficiais do exército. O jurista Manuel Fernandes Tomás assumiu
o compromisso de , juntamente com outros revolucionários,
elaborar uma Constituição. Para isso, foram eleitas as Cortes
Constituintes (1821) compostas por deputados,
maioritariamente, burgueses.
Sessão das Cortes Constituintes
(janeiro 1821 - novembro 1822) com Manuel Fernandes Tomás em
destaque.
Elaboraram a
Constituição de 1822
Extinguiram a censuraFizeram o Rei
regressar a Portugal
Extinguiram
a Inquisição
Aboliram os direitos e
privilégios senhoriais
Nacionalizaram os
bens da coroa
Consagra os direitos
e deveres dos
Portugueses
Estabelece a
soberania da Nação
Determina a
separação de
poderes
4. Ação das Cortes Constituintes
As Cortes Constituintes tinham como objetivo elaborar uma Constituição.
Do trabalho realizado pelos deputados que foram eleitos de vários locais
(Portugal, Brasil e outras províncias ultramarinas) saiu a Constituição de
1820.
Divisão de poderesSoberania na Nação
D. João VI, receoso de ser definitivamente
afastado pelas Cortes, decidiu regressar a
Portugal.
Em Lisboa, sabia-se que o rei aceitara governar
de acordo com o ideais do liberalismo.
No dia 1 de outubro de 1822 jurou a
Constituição Portuguesa.
Monarquia Absoluta Monarquia Constitucional
comparação ou liberal
O rei tinha
todos os poderes:
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divididos :
• fazia as leis
• mandava-as cumprir
• era o juiz supremo
Legislativo Executivo Judicial
Pertencia
às.
Cortes.
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leis.
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O rei e os
seus
ministros
faziam
cumprir as
leis.
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aos
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Os juízes
julgavam
quem não
cumpria as
leis.
Portugal deixa de ser uma Monarquia absoluta e passa a ser uma Monarquia
Constitucional.
Entretanto no Brasil…
D. Pedro (filho de D.
João IV) tinha ficado
como regente.
9 de janeiro de 1822,
D. Pedro recebe uma carta das cortes de Lisboa, exigindo o seu
retorno para Portugal.
D. Pedro respondeu:
Diga ao povo
que fico!
Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a Portugal.
As Cortes Constituintes Portuguesas
anularam todos os poderes de D. Pedro
no Brasil.
Nas margens do rio Ipiranga D.Pedro, revoltado,
gritou:
Independência ou
morte!
Dia 7 de Setembro de 1822
D. João VI suspendeu a Constituição e
dissolveu as Cortes
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liberais
Independência do
Brasil
(descontentamento
da burguesia)
Tentativas de restauração
do absolutismo
Abrilada
(1824)
Golpe Militar liderado
por D. Miguel que,
entretanto, é exilado
Vila-Francada
(1823)
Golpe Militar
liderado por D.
Miguel
Dificuldades na implantação do liberalismo em Portugal
Existiam em Portugal dois grupos rivais que se vão confrontar e o país vai viver
uma Guerra Civil
Os Liberais Os Absolutistas
Partidários de D. Pedro
Comerciantes, proprietários,
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Partidários de D. Miguel
Nobres e clérigos
Defendiam a
monarquia
Constitucional
Defendiam a
monarquia
absoluta
A Guerra Civil terminou com a Convenção de Evoramonte. D. Miguel foi exilado.
O liberalismo triunfou.
A monarquia constitucional foi consolidada pela ação de:
Fim do Antigo Regime em Portugal
Mouzinho da Silveira
› Responsável pela legislação que
procurava desenvolver o país,
garantir os valores liberais como
a liberdade e a igualdade.
Joaquim António de
Aguiar
› Aboliu as ordens religiosas;
› Tomou medidas que
beneficiaram a burguesia,
a qual passou a ter mais poder
político e económico.
Resumo
Os portugueses estavam descontentes com o estado da nação após as invasões francesas e com a
presença dos Ingleses em Portugal. Queriam ainda que o Rei viesse do Brasil para Portugal.
Um conjunto de revolucionários prepararam uma revolução para implementar um regime liberal
em Portugal. Esses revolucionários formaram uma sociedade secreta – o Sinédrio – para preparar
a revolução.
No dia 24 de agosto de 1820 tinha lugar, no Porto, a Revolução Liberal que rapidamente se
alastrou a todo o país com apoio popular.
Foi criado um governo provisório para governar Portugal e foram afastados os Ingleses.
Foram preparadas e realizadas eleições para as Cortes Constituintes cujos seus deputados
elaboraram a Constituição de 1820.
A Constituição de 1820 baseava-se nos princípios liberais da “Igualdade” e “Liberdade”.
O rei D. João VI regressou do Brasil e aceitou a Constituição de 1820 dando lugar em
Portugal a uma Monarquia Constitucional ou Liberal.
Foi difícil implementar o liberalismo em Portugal devido à resistência dos defensores da
Monarquia Absoluta, apoiantes de D. Miguel.
Com o fim da Guerra Civil (entre Liberais e Absolutistas), o liberalismo vence e vai ter
um suporte legal da responsabilidade de Mouzinho da Siveira.

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Revolução Liberal em Portugal

  • 2. Napoleão Bonaparte Em 1806, Napoleão Bonaparte dominava quase toda a Europa, com exceção da Inglaterra. Como não conseguia submeter aquele reino pela força, procurou enfraquecê-lo economicamente. Assim, em 1806, decretou o Bloqueio Continental. 1. Antecedentes a) O Bloqueio Continental Para destruir o comércio inglês, Napoleão bloqueou os portos ingleses, impedindo os países europeus de fazer comércio com a Inglaterra. Portugal recusou aderir a este Bloqueio, devido à sua aliança com a Inglaterra e Napoleão ordenou a invasão de Portugal.
  • 3. Perante a ameaça de invasão por parte dos franceses, a família real portuguesa decidiu sair de Portugal e o governo de Portugal ficou entregue a uma regência de 5 governadores. A 8 de março de 1808, a família real com a sua corte de nobres, servos e demais empregados domésticos, chegaram ao Rio de Janeiro, onde passaram a viver. b) A fuga da família real para o Brasil
  • 4. Em 1815, D. João VI deu ao Brasil o título de reino e redefiniu a monarquia como “reino unido de Portugal, do Brasil e do Algarve”, com novas armas. Pela primeira vez na História a capital do Império Português é o Rio de janeiro, cidade onde estava a família real.
  • 5. Os portugueses sentiam-se descontentes com a ausência da família real e quando o Brasil foi elevado à categoria de Reino, receou-se que o rei não voltasse mais. Com o pretexto de organizar e garantir a defesa contra as tropas francesas, o general inglês Beresford passou a governar Portugal favorecendo Inglaterra e motivando o desagrado do exército português e do povo que vivia sobrecarregado de impostos. c) A presença inglesa
  • 6.  Roubaram as riquezas dos palácios e das igrejas portuguesas;  Mataram muitos opositores;  Destruíram campos e culturas; Entretanto, os franceses: Os portugueses pedem ajuda a Inglaterra Derrotados e cansados retiraram-se definitivamente de Portugal, em 1811.
  • 7. Assim, eram várias as razões de descontentamento em Portugal: - A Família Real e a Corte Portuguesa continuavam a viver no Brasil e parecia não desejarem regressar, mesmo depois do fim das invasões. - O reino tinha ficado mais pobre e desorganizado com as Invasões Francesas. - Os Ingleses não saíram de Portugal e controlavam quase todo o comércio com o Brasil, o que prejudicava muito os comerciantes portugueses. Um Estado arruinado, uma monarquia fragilizada pela opção brasileira do rei, a disponibilidade para o debate público e para a indignação patriótica formaram um solo fácil para revoltas.
  • 8. Políticas SociaisEconómicas Ideológicas • Monarquia absoluta; • Invasões Francesas; • Fuga da família Real e da Corte para o Brasil; • “Governo de Regência”: Portugal governado por ingleses representados por Beresford (1809 assume plenos poderes). • Sobrecarga de impostos sobre as classes populares; • Burguesia arruinada devido ao fim do exclusivo colonial e da concorrência inglesa. • Desorganização da indústria e ruína da agricultura; • Abertura dos portos brasileiros à navegação estrangeira. • Difusão das ideias iluministas (livros e jornais chegavam clandestinamente a Portugal), que tinham sido postas em prática com a Revolução Americana e a Revolução Francesa. 2. Causas da Revolução Liberal Portuguesa
  • 9. Em 1817 o General Gomes Freire de Andrade tentou expulsar os Ingleses, mas a estratégia militar foi descoberta. Em 1818 um grupo de homens do Porto formam uma sociedade secreta – o Sinédrio – que tinha com objetivo preparar a Revolução. Destes conspiradores faziam parte comerciantes, juízes e o que mais se destacou foi Manuel Fernandes Tomás. 3. A Revolução Liberal Portuguesa
  • 10. 24 Agosto de 1820, começou no Porto, a Revolução Liberal Portuguesa O exército saiu para a rua e proclamou a necessidade de uma Constituição e sem encontrar resistência tomou conta do poder no Norte de Portugal. O resto do país acolheu de bom grado os ecos da Revolução e os ingleses foram expulsos do país. 24 de Agosto de 1820, Campo de Santo Ovídeo, Porto
  • 11. › Expulsar os ingleses de Portugal; › Forçar o regresso da família real a Portugal; › Elaborar uma Constituição para Portugal. Objetivos da Revolução Liberal Portuguesa
  • 12. O movimento revolucionário foi dirigido por alguns burgueses e oficiais do exército. O jurista Manuel Fernandes Tomás assumiu o compromisso de , juntamente com outros revolucionários, elaborar uma Constituição. Para isso, foram eleitas as Cortes Constituintes (1821) compostas por deputados, maioritariamente, burgueses. Sessão das Cortes Constituintes (janeiro 1821 - novembro 1822) com Manuel Fernandes Tomás em destaque.
  • 13. Elaboraram a Constituição de 1822 Extinguiram a censuraFizeram o Rei regressar a Portugal Extinguiram a Inquisição Aboliram os direitos e privilégios senhoriais Nacionalizaram os bens da coroa Consagra os direitos e deveres dos Portugueses Estabelece a soberania da Nação Determina a separação de poderes 4. Ação das Cortes Constituintes
  • 14. As Cortes Constituintes tinham como objetivo elaborar uma Constituição. Do trabalho realizado pelos deputados que foram eleitos de vários locais (Portugal, Brasil e outras províncias ultramarinas) saiu a Constituição de 1820. Divisão de poderesSoberania na Nação
  • 15. D. João VI, receoso de ser definitivamente afastado pelas Cortes, decidiu regressar a Portugal. Em Lisboa, sabia-se que o rei aceitara governar de acordo com o ideais do liberalismo. No dia 1 de outubro de 1822 jurou a Constituição Portuguesa.
  • 16. Monarquia Absoluta Monarquia Constitucional comparação ou liberal O rei tinha todos os poderes: Os poderes estão divididos : • fazia as leis • mandava-as cumprir • era o juiz supremo Legislativo Executivo Judicial Pertencia às. Cortes. Os deputados eleitos faziam as leis. Pertencia ao Governo. O rei e os seus ministros faziam cumprir as leis. Pertencia aos Tribunais. Os juízes julgavam quem não cumpria as leis. Portugal deixa de ser uma Monarquia absoluta e passa a ser uma Monarquia Constitucional.
  • 17. Entretanto no Brasil… D. Pedro (filho de D. João IV) tinha ficado como regente. 9 de janeiro de 1822, D. Pedro recebe uma carta das cortes de Lisboa, exigindo o seu retorno para Portugal. D. Pedro respondeu: Diga ao povo que fico! Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a Portugal. As Cortes Constituintes Portuguesas anularam todos os poderes de D. Pedro no Brasil. Nas margens do rio Ipiranga D.Pedro, revoltado, gritou: Independência ou morte! Dia 7 de Setembro de 1822
  • 18. D. João VI suspendeu a Constituição e dissolveu as Cortes Divergências entre os liberais Independência do Brasil (descontentamento da burguesia) Tentativas de restauração do absolutismo Abrilada (1824) Golpe Militar liderado por D. Miguel que, entretanto, é exilado Vila-Francada (1823) Golpe Militar liderado por D. Miguel Dificuldades na implantação do liberalismo em Portugal
  • 19. Existiam em Portugal dois grupos rivais que se vão confrontar e o país vai viver uma Guerra Civil Os Liberais Os Absolutistas Partidários de D. Pedro Comerciantes, proprietários, juízes, médicos, advogados Partidários de D. Miguel Nobres e clérigos Defendiam a monarquia Constitucional Defendiam a monarquia absoluta
  • 20. A Guerra Civil terminou com a Convenção de Evoramonte. D. Miguel foi exilado. O liberalismo triunfou.
  • 21. A monarquia constitucional foi consolidada pela ação de: Fim do Antigo Regime em Portugal Mouzinho da Silveira › Responsável pela legislação que procurava desenvolver o país, garantir os valores liberais como a liberdade e a igualdade. Joaquim António de Aguiar › Aboliu as ordens religiosas; › Tomou medidas que beneficiaram a burguesia, a qual passou a ter mais poder político e económico.
  • 22. Resumo Os portugueses estavam descontentes com o estado da nação após as invasões francesas e com a presença dos Ingleses em Portugal. Queriam ainda que o Rei viesse do Brasil para Portugal. Um conjunto de revolucionários prepararam uma revolução para implementar um regime liberal em Portugal. Esses revolucionários formaram uma sociedade secreta – o Sinédrio – para preparar a revolução. No dia 24 de agosto de 1820 tinha lugar, no Porto, a Revolução Liberal que rapidamente se alastrou a todo o país com apoio popular. Foi criado um governo provisório para governar Portugal e foram afastados os Ingleses. Foram preparadas e realizadas eleições para as Cortes Constituintes cujos seus deputados elaboraram a Constituição de 1820.
  • 23. A Constituição de 1820 baseava-se nos princípios liberais da “Igualdade” e “Liberdade”. O rei D. João VI regressou do Brasil e aceitou a Constituição de 1820 dando lugar em Portugal a uma Monarquia Constitucional ou Liberal. Foi difícil implementar o liberalismo em Portugal devido à resistência dos defensores da Monarquia Absoluta, apoiantes de D. Miguel. Com o fim da Guerra Civil (entre Liberais e Absolutistas), o liberalismo vence e vai ter um suporte legal da responsabilidade de Mouzinho da Siveira.