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Portefólio De história



               Patrícia Pacheco
Módulo 4




 A Europa nos séc XVII e XVIII –
sociedade, poder e dinâmicas
          coloniais.
Unidade 1




População da Europa nos
séculos XVII e XVIII: crises e
      crescimento.
1.1 A regressão demográfica do século
                  XVII
• No século XVII fizeram-se sentir efeitos de
  uma crise económica acentuada, de uma
  turbulência politica e de frequentes
  tumultos sociais. Foi um tempo marcado
  pela fome, pela doença e pela guerra.
• Evolução demográfica:
    Século XVI- Crescimento
    Século XVII – Retrocesso
    Século XVIII – Novo período de expansão


• Fatores que provocaram a regressão demográfica
  do século XVII :

   Crises de subsistência
   Pestes e outras epidemias
   Guerras
1.2 Principais fatores que provocaram a
          recessão demográfica
• Fatores que provocaram a regressão demográfica
  do século XVII :

   Crises de subsistência
   Pestes e outras epidemias
   Guerras
1.3 Progressão demográfica e melhoria
        das condições de vida

• A partir de 1730 houve um novo comportamento
  demográfico com as seguintes características:
    Recuo das crises demográficas
    Taxa de mortalidade baixa em todas as faixas
     etárias
    Esperança media de vida alta
    População rejuvenescida
    Natalidade alta
• Este novo comportamento demográfico explica-se
  através dos seguintes fatores:

   Progressiva melhoria climática
   Progressos técnicos e económicos
   Desenvolvimento da medicina
1.4 Uma nova demografia e crescimento
         demográfico no século XVIII
• Este novo comportamento
  demográfico traduziu-se numa nova
  mentalidade.
• Mentalidade esta onde se fortaleceu
  os laços de afetividade entre a família
  e onde surgiu a preocupação com a
  saúde e educação das crianças.

• Thomas Malthus ficou conhecido
    pelos
seus estudos sobre as populações
    humanas, defendendo
que estas cresciam em progressão
    geométrica.
• Ficou também conhecido por estudar
    as pos-
-sibilidades deste crescimento.
Unidade 2




A europa dos estados absolutos e
   a europa dos parlamentos.
2.1 Estratificação social e poder politico
   nas sociedades do Antigo Regime
• A Europa Política e Social dos Séculos
  XVII e XVIII:
• Os Estados Absolutos
  - Afirmação do poder do rei e dos
  grupos privilegiados
• Os parlamentos
 - Limitação do poder absoluto
 - Afirmação do poder de assembleias
  representantes da nação
Estratificação social: organização da
sociedade em estratos de acordo com uma
 hierarquia de posições sociais baseada em
               critérios de natureza
  jurídica, social, económica ou ideológica.

A cada estrato correspondem determinados
      direitos e deveres, privilégios e
    obrigações, atividades e funções.
O Clero:
• Funções religiosas
• Dedicam-se ao ensino e à assistência
• Possuem leis (foros) e tribunais próprios
• Gozam de diversos privilégios
• Direito de asilo
• Isenção de impostos e de prestação de serviço militar
• Detêm uma enorme riqueza fundiária
• Recebem a dízima (uma décima de produção nacional)

O Alto Clero:
• Desempenham cargos elevados na administração e no
  ensino

O Baixo Clero:
• Responsável pelos serviços religiosos a nível local
• Provinham de estratos sociais inferiores
A Nobreza:
• Ocupam os cargos mais importantes na administração e no exército
• Não pagam impostos
• Possuem leis específicas
• Cobram direitos senhoriais
• Detêm enormes propriedades fundiárias

A Nobreza de Sangue ou de Espada:
• Ligada à carreira das armas, ocupando os postos mais elevados do
   exército
• Vivem junto à corte do rei, com o objetivo de angariar poder e
   privilégios

Nobreza rural:
• vive em dificuldades, pois está dependente dos seus rendimentos

A Nobreza de Toga:
• Constituída por homens de origem burguesa, formados em leis
• Tornaram-se nobres em virtude das funções públicas que
   desempenham, fruto da centralização do poder e da
   burocratização do estado
O Terceiro Estado:
• Não detêm nenhuns privilégios
• Suportam, com o seu trabalho, todo o conjunto social

A Burguesia:
• Desejosa por ascender socialmente
• Composta por homens de letras, desempenhando altos
   cargos na administração ou exercendo profissões liberais
   (advogados, médicos, notários) e por grandes
   comerciantes, banqueiros e joalheiros.

Pequenos proprietários de terras, pequenos artesãos e
  comerciantes

Camponeses
• Indivíduos sem terra própria
• Homens dos ofícios

• Vagabundos e mendigos
As monarquias absolutas dos séculos XVII e
XVIII resultam do desenvolvimento do
processo de centralização do poder real.

Todos os poderes provenientes de Deus
pertencem ao rei, não estando limitado por
quaisquer outros poderes:
• Faz, promulga e revoga as leis
• Comanda o exército
• É o supremo juiz
• Chefia a administração pública
• Recolhe os impostos
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO ABSOLUTISMO
• O rei estava desobrigado do respeito pelas leis
• Ninguém podia obrigar o rei a executar o que quer que fosse
• O rei legislava sem partilhar esse poder
• O rei usava a equidade, imparcialidade e misericórdia na
   aplicação da lei
• A inteligência e a razão eram apanágio da autoridade real
   pelo que era vital incutir no rei um conjunto de virtudes e
   qualidades no uso do poder

Exaltação da pessoa do rei
                                 Formação da Sociedade de Corte:
• Atrai à corte inúmeros funcionários e conselheiros da nobreza
  tradicional, seduzidos pela expectativa de uma mercê ou
  benesse real
• O rei permitia a existência desta sociedade de corte pois
  possibilitava o controlo e a disciplina da nobreza
Hugo Grotius, o defensor da liberdade dos mares
• A Holanda conseguiu afirmar-se como a grande
  potência europeia no fim do século XVI. Foi graças
  ao holandês, Hugo Grotius (1583-1645), o criador
  da legitimação da liberdade dos mares (Mare
  Liberum). Conseguiu acabar assim com a politica
  do Mar Clausum decidida no tratado de
  Tordesilhas em 1494 entre Portugal e Espanha. A
  Holanda, a partir do século XVII, começou a
  dominar o comércio oceânico passando por uma
  fase de prosperidade.
• '' O debate entre nós e os Espanhóis incide
  sobre os seguintes pontos: o mar imenso e sem
  limites poderá ser pertença de um só reino?
  Uma nação terá o direito de proibir às outras
  de vender, trocar ou entrar em relação com
  outros povos ? Uma nação poderá dar o que
  nunca lhe pertenceu ou descobrir o que
  pertencia já a outrem? Uma injustiça flagrante
  poderá tornar-se, com o tempo, um direito? ''
 Hugo Grotius; Mare Liberum, 1609
A recusa do absolutismo na sociedade
                   inglesa



• Em Inglaterra o poder do rei foi limitado pelos
  seus súbditos. O rei João Sem Terra foi forçado a
  aceitar um diploma que protegia os ingleses das
  injustiças do poder real e determinava a
  ilegalidade de qualquer imposto lançado sem o
  consentimento do povo (Magna Carta).
• O absolutismo não foi aceite pelos ingleses. As
  tentativas de o implementar fracassaram sempre.
  Estas tentativas originaram revoluções que
  conduziram à execução de Carlos I, à deposição
  de Jaime II e à instauração de um regime
  republicano.
Locke e a justificação do parlamentarismo

• John Locke fundamentou o parlamentarismo de um
  modo teórico. Segundo Locke, todos os homens
  "nascem livres, iguais e autónomos", por isso só com o
  consentimento de cada um é que pode vir um poder a
  que obedeçam. Esse poder trata-se de um género de
  contrato entre os governados e os governantes.
  A revolução de 1688 foi originada pelos governados
  que, uma vez que o poder depende deles, tinham o
  direito de se revoltarem contra os príncipes.
  A obra de Locke contribuiu para o prestigio do sistema
  parlamentar que mais tarde se consolidou. este sistema
  era considerado como um modelo de liberdade e um
  exemplo a seguir.
Unidade 3




 Triunfo dos estados e dinâmicas
económicas nos séculos XVII e XVIII
3.1. Reforço das economias nacionais e tentativas de
                 controlo do comércio;
  o equilíbrio europeu e a disputa das áreas coloniais.




   Três medidas básicas do Mercantilismo


             1. o metalismo;
     2. balança comercial favorável;
 3. o mercantilismo comercial e marítimo.
O mercantilismo holandês
• Entre os holandeses, o desenvolvimento da
  atividade mercantil esteve alicerçado pela
  ação de uma grande e bem articulada
  classe burguesa que atuava em seu
  território. Mesmo não possuindo possessões
  coloniais, os holandeses lucravam com
  diversas atividades que tinham relações
  diretas com as atividades relacionadas ao
  desenvolvimento do mercantilismo.
O mercantilismo inglês
• O mercantilismo inglês era
  fundamentalmente industrial e agrícola. A
  política econômica inglesa era sempre bem
  planejada. O governo incentivava a
  produção manufatureira, protegendo-a da
  concorrência estrangeira por meio de uma
  rígida política alfandegária. Houve a
  formação de uma burguesia industrial, que
  empregava o trabalho assalariado e era
  dona dos meios de produção (máquinas,
  galpões, equipamentos).
O mercantilismo espanhol
• No mercantilismo espanhol, no século XVI não
  foram muito desenvolvidos o comércio e a
  manufatura, já que à Espanha o ouro e a prata
  bastavam. Até mesmo suas colônias eram
  abastecidas por manufaturas estrangeiras. O
  rápido esgotamento dos minérios gerou a
  desvalorização da moeda, e
  consequentemente, uma grande inflação, que
  prejudicou a classe mais pobre (assalariada)
  mas beneficiou a burguesia de toda a Europa.
O mercantilismo francês
•    No século XVII, o mercantilismo estava fortemente
    implantado no sistema econômico francês. O principal
    aplicador do sistema mercantilista na França foi o
    ministro das finanças francês Jean-Baptiste Colbert.
    Ocupando este importante cargo, durante 22 anos no
    governo do rei absolutista Luis XIV, Colbert estimulou a
    industria francesa, incentivou as exportações e reduziu
    as taxas alfandegárias internas.
    Estas práticas mercantilistas ficaram conhecidas na
    França como colbertismo e fizeram com que a
    economia do país se fortalecesse, equiparando-se a
    das potências européias da época.
O conflito anglo-holandês
3.2. A hegemonia económica britânica:
   condições de sucesso e arranque
              industrial.
3.2. A hegemonia económica britânica:
   condições de sucesso e arranque
              industrial.
1) Os progressos agrícolas
  - sistema de rotação de culturas
  - articulação entre a agricultura e a criação
  de gado
  - vedações (enclausures)
  - campos cercados
• 2) O crescimento demográfico e a urbanização
  (resulta de um desenvolvimento económico e de
  uma migração para os centros urbanos)
  - abundância e criação de postos de trabalho
  - favorecimento de mão-de-obra jovem aos
  diversos sectores de atividade




• 3) A criação de um mercado nacional
  - revolução demográfica
  - abolição das entraves à circulação dos produtos
  - incremento dos produtos
  - crescimento urbano
• 4) O alargamento do mercado externo
  Europa:
  - os produtos ingleses impunham-se no continente
  pela qualidade e pelo baixo preço

  Atlântico:
  - comércio triangular (circuito de comércio
  atlântico que ligava os continentes europeu,
  africano e americano)
  - tráfico negreiro (intenso comércio de escravos
  negros que canalizou para a América grande
  número de africanos)
• 5) O sistema financeiro
  - bolsa de valores (instituição financeira em que se
  transacionam bens mobiliários)
  - canalização de poupanças particulares para o
  financiamento de empresas
  - alargamento do mercado de capitais
  - criação do Banco de Inglaterra (vocacionado
  para as operações necessárias ao grande
  comércio e emitir notas)
3.3 Portugal- dificuldades e
        crescimento económico
• Em Portugal, o mercantilismo surgiu no século XVII com
  o Conde da Ericeira e o Marquês de Fronteira com o
  objetivo de proteger a economia portuguesa, que era
  marcada por uma grande dependência face ao
  exterior.
• As medidas tomadas por Conde da Ericeira passaram
  por uma política de desvalorização monetária, que
  encarecia os produtos estrangeiros importados e
  embaratecia os portugueses, passavam também pelo
  incentivo e proteção da indústria, e apoio ao comércio.
• As Leis Pragmáticas de 1677 que impediam as
  importações de tecidos estrangeiros e luxos e
  incentivavam o uso de produtos feitos no reino, foi de
  todas a medida que mais se destacou.
A paragem do desenvolvimento
    manufatureiro e o desenvolvimento da
                  viticultura
• A paragem do desenvolvimento manufatureiro
  coincidiu com o desenvolvimento da viticultura. Esta
  situação agravou a dependência económica de
  Portugal relativamente à Inglaterra, o que deu origem à
  assinatura do Tratado de Methuen.
• Através deste Tratado os vinhos portugueses entravam
  em condições alfandegárias favoráveis no mercado
  britânico; por outro lado, os têxteis da Grã-Bretanha
  entravam em Portugal também em condições
  aduaneiras favoráveis e livremente no mercado
  brasileiro. Assim, o ouro brasileiro passou a escoar-se
  para a Inglaterra, a fim de ajudar a pagar o défice
  da balança comercial, e a indústria portuguesa
  definhou
A politica económica e social
          pombalina
A prosperidade comercial de finais do
            século XVIII
Unidade 4




Construção da modernidade europeia
4.1 O método experimental e o
   progresso do conhecimento do
       Homem e da Natureza
• A modernidade manifestou-se no domínio das
  ciências da natureza e a sua matematização.

• O primado das representações livres deu lugar á
  investigação livre, á experimentação e ao gosto
  pela curiosidade e diversidade.
Iniciadores da “nova era do
       pensamento “
• Galileu Galilei

     Filosofia mecanicista
     Nova conceção que
antecedeu a filosofia cartesiana
•Francis Bacon

    Filósofo e estadista inglês
   Autor de Novum Organum
 Ajudou no desenvolvimento do
         método cientifico
•René Descartes


   Filósofo e matemático francês
 Autor da obra Discurso do Método
         “ Corgito ergo sum “
4.2 A filosofia das Luzes
• Iluminismo – Corrente filosófica que se
  desenvolveu na Europa do século XVIII e
  que se caracterizou pela crítica à
  autoridade política e religiosa, pela
  afirmação da liberdade e pela confiança
  na Razão e no progresso da ciência, como
  meios de atingir a felicidade humana.
O Direito Natural e o valor do indivíduo:

• O espírito e a filosofia das Luzes são
  fundamentalmente burgueses;
• O Iluminismo valorizava a Razão, da qual são
  dotadas todos os homens, independentemente da
  sua condição social. A valorização da razão vinha
  estabelecer um princípio de igualdade, onde todos
  os indivíduos possuíam determinados direitos e
  deveres conferidos pela Natureza;
• Pensadores como John Locke, mas principalmente
  com o Iluminismo, definiram claramente um
  conjunto básico dos direitos inerentes à natureza
  humana: o direito à liberdade; o direito a um
  julgamento justo; o direito à posse de bens e o
  direito à liberdade de consciência.
O Contrato Social e a Separação dos Poderes

• O filósofo inglês John Locke criou a ideia de um
  contrato livremente assumido entre governados e
  governantes. Neste contexto o povo conferia aos seus
  governantes a autoridade necessária ao bom
  funcionamento do corpo social;

• A questão foi retomada por Rousseu que reforçou a
  ideia de que a soberania popular se mantém, apesar
  da transferência de poder dos governados para os
  governantes;

• Formulada por Montesquieu, a teoria da separação dos
  poderes advoga o desdobramento da autoridade do
  Estado em três poderes fundamentais: poder legislativo,
  que faz as leis; poder executivo, encarregado de as
  fazer cumprir e poder judicial, que julga os casos de
  desrespeito às leis.
4.3 Portugal- O projeto pombalino
      de inspiração iluminista
Fim

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História 11ºano ( matéria do 1º período)

  • 1. Portefólio De história Patrícia Pacheco
  • 2. Módulo 4 A Europa nos séc XVII e XVIII – sociedade, poder e dinâmicas coloniais.
  • 3. Unidade 1 População da Europa nos séculos XVII e XVIII: crises e crescimento.
  • 4. 1.1 A regressão demográfica do século XVII • No século XVII fizeram-se sentir efeitos de uma crise económica acentuada, de uma turbulência politica e de frequentes tumultos sociais. Foi um tempo marcado pela fome, pela doença e pela guerra.
  • 5. • Evolução demográfica:  Século XVI- Crescimento  Século XVII – Retrocesso  Século XVIII – Novo período de expansão • Fatores que provocaram a regressão demográfica do século XVII :  Crises de subsistência  Pestes e outras epidemias  Guerras
  • 6. 1.2 Principais fatores que provocaram a recessão demográfica • Fatores que provocaram a regressão demográfica do século XVII :  Crises de subsistência  Pestes e outras epidemias  Guerras
  • 7. 1.3 Progressão demográfica e melhoria das condições de vida • A partir de 1730 houve um novo comportamento demográfico com as seguintes características:  Recuo das crises demográficas  Taxa de mortalidade baixa em todas as faixas etárias  Esperança media de vida alta  População rejuvenescida  Natalidade alta
  • 8. • Este novo comportamento demográfico explica-se através dos seguintes fatores:  Progressiva melhoria climática  Progressos técnicos e económicos  Desenvolvimento da medicina
  • 9. 1.4 Uma nova demografia e crescimento demográfico no século XVIII • Este novo comportamento demográfico traduziu-se numa nova mentalidade. • Mentalidade esta onde se fortaleceu os laços de afetividade entre a família e onde surgiu a preocupação com a saúde e educação das crianças. • Thomas Malthus ficou conhecido pelos seus estudos sobre as populações humanas, defendendo que estas cresciam em progressão geométrica. • Ficou também conhecido por estudar as pos- -sibilidades deste crescimento.
  • 10. Unidade 2 A europa dos estados absolutos e a europa dos parlamentos.
  • 11. 2.1 Estratificação social e poder politico nas sociedades do Antigo Regime
  • 12. • A Europa Política e Social dos Séculos XVII e XVIII: • Os Estados Absolutos - Afirmação do poder do rei e dos grupos privilegiados • Os parlamentos - Limitação do poder absoluto - Afirmação do poder de assembleias representantes da nação
  • 13. Estratificação social: organização da sociedade em estratos de acordo com uma hierarquia de posições sociais baseada em critérios de natureza jurídica, social, económica ou ideológica. A cada estrato correspondem determinados direitos e deveres, privilégios e obrigações, atividades e funções.
  • 14. O Clero: • Funções religiosas • Dedicam-se ao ensino e à assistência • Possuem leis (foros) e tribunais próprios • Gozam de diversos privilégios • Direito de asilo • Isenção de impostos e de prestação de serviço militar • Detêm uma enorme riqueza fundiária • Recebem a dízima (uma décima de produção nacional) O Alto Clero: • Desempenham cargos elevados na administração e no ensino O Baixo Clero: • Responsável pelos serviços religiosos a nível local • Provinham de estratos sociais inferiores
  • 15. A Nobreza: • Ocupam os cargos mais importantes na administração e no exército • Não pagam impostos • Possuem leis específicas • Cobram direitos senhoriais • Detêm enormes propriedades fundiárias A Nobreza de Sangue ou de Espada: • Ligada à carreira das armas, ocupando os postos mais elevados do exército • Vivem junto à corte do rei, com o objetivo de angariar poder e privilégios Nobreza rural: • vive em dificuldades, pois está dependente dos seus rendimentos A Nobreza de Toga: • Constituída por homens de origem burguesa, formados em leis • Tornaram-se nobres em virtude das funções públicas que desempenham, fruto da centralização do poder e da burocratização do estado
  • 16. O Terceiro Estado: • Não detêm nenhuns privilégios • Suportam, com o seu trabalho, todo o conjunto social A Burguesia: • Desejosa por ascender socialmente • Composta por homens de letras, desempenhando altos cargos na administração ou exercendo profissões liberais (advogados, médicos, notários) e por grandes comerciantes, banqueiros e joalheiros. Pequenos proprietários de terras, pequenos artesãos e comerciantes Camponeses • Indivíduos sem terra própria • Homens dos ofícios • Vagabundos e mendigos
  • 17. As monarquias absolutas dos séculos XVII e XVIII resultam do desenvolvimento do processo de centralização do poder real. Todos os poderes provenientes de Deus pertencem ao rei, não estando limitado por quaisquer outros poderes: • Faz, promulga e revoga as leis • Comanda o exército • É o supremo juiz • Chefia a administração pública • Recolhe os impostos
  • 18. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO ABSOLUTISMO • O rei estava desobrigado do respeito pelas leis • Ninguém podia obrigar o rei a executar o que quer que fosse • O rei legislava sem partilhar esse poder • O rei usava a equidade, imparcialidade e misericórdia na aplicação da lei • A inteligência e a razão eram apanágio da autoridade real pelo que era vital incutir no rei um conjunto de virtudes e qualidades no uso do poder Exaltação da pessoa do rei Formação da Sociedade de Corte: • Atrai à corte inúmeros funcionários e conselheiros da nobreza tradicional, seduzidos pela expectativa de uma mercê ou benesse real • O rei permitia a existência desta sociedade de corte pois possibilitava o controlo e a disciplina da nobreza
  • 19. Hugo Grotius, o defensor da liberdade dos mares • A Holanda conseguiu afirmar-se como a grande potência europeia no fim do século XVI. Foi graças ao holandês, Hugo Grotius (1583-1645), o criador da legitimação da liberdade dos mares (Mare Liberum). Conseguiu acabar assim com a politica do Mar Clausum decidida no tratado de Tordesilhas em 1494 entre Portugal e Espanha. A Holanda, a partir do século XVII, começou a dominar o comércio oceânico passando por uma fase de prosperidade.
  • 20. • '' O debate entre nós e os Espanhóis incide sobre os seguintes pontos: o mar imenso e sem limites poderá ser pertença de um só reino? Uma nação terá o direito de proibir às outras de vender, trocar ou entrar em relação com outros povos ? Uma nação poderá dar o que nunca lhe pertenceu ou descobrir o que pertencia já a outrem? Uma injustiça flagrante poderá tornar-se, com o tempo, um direito? '' Hugo Grotius; Mare Liberum, 1609
  • 21. A recusa do absolutismo na sociedade inglesa • Em Inglaterra o poder do rei foi limitado pelos seus súbditos. O rei João Sem Terra foi forçado a aceitar um diploma que protegia os ingleses das injustiças do poder real e determinava a ilegalidade de qualquer imposto lançado sem o consentimento do povo (Magna Carta). • O absolutismo não foi aceite pelos ingleses. As tentativas de o implementar fracassaram sempre. Estas tentativas originaram revoluções que conduziram à execução de Carlos I, à deposição de Jaime II e à instauração de um regime republicano.
  • 22. Locke e a justificação do parlamentarismo • John Locke fundamentou o parlamentarismo de um modo teórico. Segundo Locke, todos os homens "nascem livres, iguais e autónomos", por isso só com o consentimento de cada um é que pode vir um poder a que obedeçam. Esse poder trata-se de um género de contrato entre os governados e os governantes. A revolução de 1688 foi originada pelos governados que, uma vez que o poder depende deles, tinham o direito de se revoltarem contra os príncipes. A obra de Locke contribuiu para o prestigio do sistema parlamentar que mais tarde se consolidou. este sistema era considerado como um modelo de liberdade e um exemplo a seguir.
  • 23. Unidade 3 Triunfo dos estados e dinâmicas económicas nos séculos XVII e XVIII
  • 24. 3.1. Reforço das economias nacionais e tentativas de controlo do comércio; o equilíbrio europeu e a disputa das áreas coloniais. Três medidas básicas do Mercantilismo 1. o metalismo; 2. balança comercial favorável; 3. o mercantilismo comercial e marítimo.
  • 25.
  • 26. O mercantilismo holandês • Entre os holandeses, o desenvolvimento da atividade mercantil esteve alicerçado pela ação de uma grande e bem articulada classe burguesa que atuava em seu território. Mesmo não possuindo possessões coloniais, os holandeses lucravam com diversas atividades que tinham relações diretas com as atividades relacionadas ao desenvolvimento do mercantilismo.
  • 27.
  • 28. O mercantilismo inglês • O mercantilismo inglês era fundamentalmente industrial e agrícola. A política econômica inglesa era sempre bem planejada. O governo incentivava a produção manufatureira, protegendo-a da concorrência estrangeira por meio de uma rígida política alfandegária. Houve a formação de uma burguesia industrial, que empregava o trabalho assalariado e era dona dos meios de produção (máquinas, galpões, equipamentos).
  • 29.
  • 30. O mercantilismo espanhol • No mercantilismo espanhol, no século XVI não foram muito desenvolvidos o comércio e a manufatura, já que à Espanha o ouro e a prata bastavam. Até mesmo suas colônias eram abastecidas por manufaturas estrangeiras. O rápido esgotamento dos minérios gerou a desvalorização da moeda, e consequentemente, uma grande inflação, que prejudicou a classe mais pobre (assalariada) mas beneficiou a burguesia de toda a Europa.
  • 31.
  • 32. O mercantilismo francês • No século XVII, o mercantilismo estava fortemente implantado no sistema econômico francês. O principal aplicador do sistema mercantilista na França foi o ministro das finanças francês Jean-Baptiste Colbert. Ocupando este importante cargo, durante 22 anos no governo do rei absolutista Luis XIV, Colbert estimulou a industria francesa, incentivou as exportações e reduziu as taxas alfandegárias internas. Estas práticas mercantilistas ficaram conhecidas na França como colbertismo e fizeram com que a economia do país se fortalecesse, equiparando-se a das potências européias da época.
  • 33.
  • 35. 3.2. A hegemonia económica britânica: condições de sucesso e arranque industrial.
  • 36. 3.2. A hegemonia económica britânica: condições de sucesso e arranque industrial. 1) Os progressos agrícolas - sistema de rotação de culturas - articulação entre a agricultura e a criação de gado - vedações (enclausures) - campos cercados
  • 37. • 2) O crescimento demográfico e a urbanização (resulta de um desenvolvimento económico e de uma migração para os centros urbanos) - abundância e criação de postos de trabalho - favorecimento de mão-de-obra jovem aos diversos sectores de atividade • 3) A criação de um mercado nacional - revolução demográfica - abolição das entraves à circulação dos produtos - incremento dos produtos - crescimento urbano
  • 38. • 4) O alargamento do mercado externo Europa: - os produtos ingleses impunham-se no continente pela qualidade e pelo baixo preço Atlântico: - comércio triangular (circuito de comércio atlântico que ligava os continentes europeu, africano e americano) - tráfico negreiro (intenso comércio de escravos negros que canalizou para a América grande número de africanos)
  • 39. • 5) O sistema financeiro - bolsa de valores (instituição financeira em que se transacionam bens mobiliários) - canalização de poupanças particulares para o financiamento de empresas - alargamento do mercado de capitais - criação do Banco de Inglaterra (vocacionado para as operações necessárias ao grande comércio e emitir notas)
  • 40. 3.3 Portugal- dificuldades e crescimento económico • Em Portugal, o mercantilismo surgiu no século XVII com o Conde da Ericeira e o Marquês de Fronteira com o objetivo de proteger a economia portuguesa, que era marcada por uma grande dependência face ao exterior. • As medidas tomadas por Conde da Ericeira passaram por uma política de desvalorização monetária, que encarecia os produtos estrangeiros importados e embaratecia os portugueses, passavam também pelo incentivo e proteção da indústria, e apoio ao comércio. • As Leis Pragmáticas de 1677 que impediam as importações de tecidos estrangeiros e luxos e incentivavam o uso de produtos feitos no reino, foi de todas a medida que mais se destacou.
  • 41. A paragem do desenvolvimento manufatureiro e o desenvolvimento da viticultura • A paragem do desenvolvimento manufatureiro coincidiu com o desenvolvimento da viticultura. Esta situação agravou a dependência económica de Portugal relativamente à Inglaterra, o que deu origem à assinatura do Tratado de Methuen. • Através deste Tratado os vinhos portugueses entravam em condições alfandegárias favoráveis no mercado britânico; por outro lado, os têxteis da Grã-Bretanha entravam em Portugal também em condições aduaneiras favoráveis e livremente no mercado brasileiro. Assim, o ouro brasileiro passou a escoar-se para a Inglaterra, a fim de ajudar a pagar o défice da balança comercial, e a indústria portuguesa definhou
  • 42. A politica económica e social pombalina
  • 43.
  • 44.
  • 45. A prosperidade comercial de finais do século XVIII
  • 46. Unidade 4 Construção da modernidade europeia
  • 47. 4.1 O método experimental e o progresso do conhecimento do Homem e da Natureza • A modernidade manifestou-se no domínio das ciências da natureza e a sua matematização. • O primado das representações livres deu lugar á investigação livre, á experimentação e ao gosto pela curiosidade e diversidade.
  • 48. Iniciadores da “nova era do pensamento “
  • 49. • Galileu Galilei  Filosofia mecanicista  Nova conceção que antecedeu a filosofia cartesiana
  • 50. •Francis Bacon  Filósofo e estadista inglês  Autor de Novum Organum  Ajudou no desenvolvimento do método cientifico
  • 51. •René Descartes  Filósofo e matemático francês  Autor da obra Discurso do Método  “ Corgito ergo sum “
  • 52. 4.2 A filosofia das Luzes • Iluminismo – Corrente filosófica que se desenvolveu na Europa do século XVIII e que se caracterizou pela crítica à autoridade política e religiosa, pela afirmação da liberdade e pela confiança na Razão e no progresso da ciência, como meios de atingir a felicidade humana.
  • 53. O Direito Natural e o valor do indivíduo: • O espírito e a filosofia das Luzes são fundamentalmente burgueses; • O Iluminismo valorizava a Razão, da qual são dotadas todos os homens, independentemente da sua condição social. A valorização da razão vinha estabelecer um princípio de igualdade, onde todos os indivíduos possuíam determinados direitos e deveres conferidos pela Natureza; • Pensadores como John Locke, mas principalmente com o Iluminismo, definiram claramente um conjunto básico dos direitos inerentes à natureza humana: o direito à liberdade; o direito a um julgamento justo; o direito à posse de bens e o direito à liberdade de consciência.
  • 54. O Contrato Social e a Separação dos Poderes • O filósofo inglês John Locke criou a ideia de um contrato livremente assumido entre governados e governantes. Neste contexto o povo conferia aos seus governantes a autoridade necessária ao bom funcionamento do corpo social; • A questão foi retomada por Rousseu que reforçou a ideia de que a soberania popular se mantém, apesar da transferência de poder dos governados para os governantes; • Formulada por Montesquieu, a teoria da separação dos poderes advoga o desdobramento da autoridade do Estado em três poderes fundamentais: poder legislativo, que faz as leis; poder executivo, encarregado de as fazer cumprir e poder judicial, que julga os casos de desrespeito às leis.
  • 55. 4.3 Portugal- O projeto pombalino de inspiração iluminista
  • 56.
  • 57.
  • 58.
  • 59.
  • 60. Fim