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Educação InclusivaDeficiência IntelectualJanaina Abdallajfsabdalla@gmail.com.brABDALLA J. F. S. 2010
. ABDALLA J. F. S. 2010O conceito de deficiência é um constructo que, ao longo do tempo, de acordo com as convenções sociais e ou científicas, vem recebendo nomenclaturas distintas
ABDALLA J. F. S. 2010Ao longo da história, muitos conceitos existiram e a pessoa com esta deficiência já foi chamada, nos círculos acadêmicos, por vários nomes:
oligofrênica; cretina; tonta; imbecil; idiota; débil profunda; criança subnormal; criança mentalmente anormal; mongolóide; criança atrasada; criança eterna; criança excepcional; retardada mental em nível dependente/custodial, treinável/adestrável ou educável; deficiente mental em nível leve, moderado, severo ou profundo
. O que acreditamos... ABDALLA J. F. S. 2010A deficiência não está dada inicialmente, mas é “(...) uma categoria historicamente construída (...) que engloba, portanto, sujeitos que possuem características pessoais que, conjugadas às construídas nas e, até mesmo, produzidas pelas exigências sociais, interferem no seu processo de humanização” (BUENO, 2004, 69).
Deficiência Visão Multifuncional  (AAIDD 2002)ABDALLA J. F. S. 2010 “por limitações significativas, tanto no funcionamento intelectual quanto no comportamento adaptativo, está  expresso nas habilidades adaptativas, conceituais, sociais e práticas. Essa incapacidade tem inicio antes dos dezoito anos de idade” (AAIDD, 2002, p.20).
ABDALLA J. F. S. 2010 Isto é, a deficiência aqui é compreendida a partir do entrelaçamento dos aspectos biológicos e socioculturais. Cada um deles não pode ser pensado apenas em si mesmo, mas na sua inter-relação. As possibilidades pedagógicas surgem justamente do “choque” entre ambas e da sua relação com as condições do contexto social.
O Aluno com Deficiência Intelectual: Aspectos a considerar-> Identificação das potencialidades->Características  deficiênciaABDALLA J. F. S. 2010
O Aluno com Deficiência Intelectual: Aspectos a considerar->Qualidade das interações e da mediação pedagógica->Repercussão das interações sociaisABDALLA J. F. S. 2010
CARACTERÍSTICAS DO FUNCIONAMENTO INTELECTUAL(INHELDER, 1963; PAOUR, 1988; FIGUEIREDO, 1995; POULIN, 1989; LUSTOSA, 2000; LUSTOSA; FIGUEIREDO, 2000, 2002, 2003).No aspecto estrutural No aspecto funcionalABDALLA J. F. S. 2010
ASPECTO ESTRUTURALEstruturas semelhantes de desenvolvimento;Gênese semelhante dos esquemas conceituais e processos de conhecimento.ABDALLA J. F. S. 2010
ASPECTO FUNCIONALEtapas do desenvolvimento intelectual (gênese semelhante); Ritmo mais lento de desenvolvimento das suas estruturas intelectuais;Podem não conseguir finalizar o desenvolvimento das suas estruturas intelectuais;ABDALLA J. F. S. 2010
PARA LEMBRAR...Alunos com Deficiência Intelectual desenvolvem esquemas e evoluem nas suas conceitualizações, mas demonstram dificuldades em conservar esses esquemas sem mediação;Fatores extra-cognitivos  podem influenciar os mecanismos operatórios.ABDALLA J. F. S. 2010
PARA LEMBRAR...Maior apelo aos recursos do meio ambiente que aos próprios recursos cognitivos (o apoio cognitivo deve estar no ambiente) É importante distinguir os fatores cognitivos dos motivacionais que afetam o desempenho do aluno com deficiência intelectual; Os aspectos emocionais tem um papel importante no modo de resolução de problema (Zigler, 2002)ABDALLA J. F. S. 2010
OS MECANISMOS DE APRENDIZAGEMMOTIVAÇÃO             ATENÇÃO             MEMÓRIA             TRANSFERÊNCIA             METACOGNIÇÃOABDALLA J. F. S. 2010
MOTIVAÇÃOOs fatores motivacionais afetam o desempenho de alunos com Deficiência Intelectual. Dentre esses fatores se destacam a qualidade das relações sociais, as interações sociais negativas, a expectativa de fracasso, a dependência dos outros e a baixa auto-estima.ABDALLA J. F. S. 2010
ATENÇÃOAlguns alunos com deficiência intelectual apresentam uma fragilidade no nível do reflexo de orientação;Alguns alunos apresentam muitas dificuldades para focalizar sua atenção sobre os elementos  pertinentes para realizarem uma tarefaABDALLA J. F. S. 2010
MEMÓRIAAs pessoas com deficiência intelectual  apresentam uma fragilidade na memória de curto prazo. Elas não utilizam espontaneamente as estratégias cognitivas de codificação. ABDALLA J. F. S. 2010
TRANSFERÊNCIAA transferência das aprendizagens em novos contextos constitui uma das maiores dificuldades. Problemas de natureza metacognitiva poderiam explicar, em parte, essas dificuldades de transferência. ABDALLA J. F. S. 2010
METACOGNIÇÃOÉ a reflexão sobre sua ação, é pensar sua ação, é a consciência dos atos mentais que são utilizados numa situação de resolução de problemas.ABDALLA J. F. S. 2010
ESTRATÉGIAS METACOGNITIVASAs pessoas com deficiência intelectual não solicitam espontaneamente as estratégias metacognitivas tais como:Antecipar a natureza e as implicações do problema;Comparar  e selecionar as estratégias de execução pertinentes;ABDALLA J. F. S. 2010
ESTRATÉGIAS METACOGNITIVASComparar  e selecionar as estratégias de execução pertinentes;Planejar as estratégias escolhidas;Controlar e regular o processo de resolução do problema.ABDALLA J. F. S. 2010
O ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL...Não automatiza procedimentos que liberem o tratamento das informações;Não desenvolve boas estratégias de aprendizagem;ABDALLA J. F. S. 2010
O ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL...Trata cada tarefa como se estivesse vendo pela primeira vez;Apresenta dificuldade de fazer transferência e estabelecer generalizaçõesUtiliza mais das informações do contexto.ABDALLA J. F. S. 2010
PRINCÍPIOS PARA A PRÁTICA PEDAGÓGICA DE ATENÇÃO ÀS DIFERENÇAS –  ABDALLA J. F. S. 2010
Princípios da Prática Pedagógica	Assumir as diferenças na sala de aula	Expectativas positivas dos docentes	Mudar práticas pedagógicas 	Criar redes de apoiosABDALLA J. F. S. 2010
Tornar a aprendizagem mais significativa para todosEnsino contextualizado, com função social, pautado em centros de interesse e na emergência de estratégias metacognitivas;Ensino com foco no desenvolvimento da capacidade de planejamento, antecipação, inferência, transferência e generalização, auto-regulação e autonomia socialABDALLA J. F. S. 2010
Estratégias de ensinoPossibilitar que os alunos pratiquem e utilizem (funcionalidade) o que estudaram/aprenderam, operando com os conhecimentos e habilidades em diversas situações e contextos;ABDALLA J. F. S. 2010
Privilegiar na ação docente	A situação contextual (sentido e significado)	O tipo/a tarefa solicitada (nível);	A utilização do material concreto (cuidado para não proceder a lei do “reforço”!);	Mediação (conflito sócio-cognitivo; desenvolvimento dos esquemas de abstração);ABDALLA J. F. S. 2010
Como tornar a aprendizagem mais significativa?Ativar os conhecimentos prévios e estabelecer conexões com conhecimentos anteriores;Incentivar a expressão de ideias pela oralidade;Despertar o interesse pelo tema a ser estudado (contação de histórias, roda de conversa, predições);ABDALLA J. F. S. 2010
O que considerar na gestão do ensino e na gestão da sala de aula?ABDALLA J. F. S. 2010
Gestão do ensinoOrganiza atividades que suscitam questionamentos por parte dos alunos Apresenta atividades que mobilizam o interesse e a curiosidade dos alunosOrganiza atividades em que os alunos manifestam prazer e atenção durante sua realizaçãoABDALLA J. F. S. 2010
Gestão do ensinoApresenta as atividades com dinamismo e entusiasmo Acompanha o desenvolvimento das atividades propostas junto aos alunosCircula na sala para verificar se os alunos executam o que foi solicitadoABDALLA J. F. S. 2010
Gestão do ensinoElabora de forma clara o que espera que os alunos façam em relação às atividadesExplicita de forma clara o que espera que os alunos façam em relação às atividadesUtiliza um vocabulário claro e apropriado ao conteúdo ensinadoABDALLA J. F. S. 2010
Gestão do ensinoUtiliza um vocabulário claro e apropriado ao nível de compreensão dos alunosSe expressa com entonação, ritmo e articulação adequada das palavras Verifica se os alunos entenderam o que foi solicitado na atividadeABDALLA J. F. S. 2010
Gestão do ensinoSolicita a participação dos alunos independentemente dos seus níveis de aprendizagemVerifica a participação dos alunos nas atividades independentemente dos níveis de aprendizagem ABDALLA J. F. S. 2010
Gestão do ensinoEstá atento às perguntas e aos comentários dos alunosResponde as perguntas e as solicitações dos alunosEstabelece diálogo com os alunosABDALLA J. F. S. 2010
Gestão do ensinoEncoraja os alunos a realizarem as atividadesEncoraja os alunos a concluírem as atividadesABDALLA J. F. S. 2010
Gestão do ensinoSolicita que os alunos apresentem de forma oral ou escrita o que compreenderam dos conteúdos ensinadosUtiliza os resultados obtidos nas avaliações de aprendizagem dos alunos para ajustar ações às necessidades detectadas ABDALLA J. F. S. 2010
Planejamento das atividades concepção de aulas mais criativas e significativas; previsão de recursos, metodologias e apoios às atividade dos alunos com dificuldades, mantendo os mesmos objetivos e metas em trabalhados para a turma toda; elaboração de um plano de trabalho para a turma toda e para o aluno com deficiência, em particular (Plano de Intervenção baseado no estudo de caso do aluno, contendo metas, objetivos, formas de apoio, progressão das aprendizagens); planejamento de atividades, tendo como base o currículo da série em que atua, entre outros;ABDALLA J. F. S. 2010
Variedade dos métodos de ensino	adoção da Pedagogia de Projetos; investimentos na diversificação dos métodos de ensino (aula expositiva, trabalhos concretos, experimentação, pesquisa, aulas de campo, debates e “cantos de atividades”, trabalho em oficinas, laboratórios de aprendizagem etc); exploração de aulas de campo, passeios e visitas a espaços da comunidades (mobilização de recursos da comunidade), entre outros;ABDALLA J. F. S. 2010
Atenção aos estilos e ritmos proposição de atividades diversificadas (distintos “canais” de aprendizagem dos alunos e aos níveis conceituais); desenvolvimento de tarefas desafiadoras (atividades baseadas na proposição de conflitos sociocognitivos, resolução de situações-problemas, sequência didática dos conteúdos/atividades desdobramentos, ou seja, de continuidade, com ampliação gradativa da complexidade, dentro do mesmo tema ou contexto); identificação e adoção de formas de apoio e tutorias, entre outros;ABDALLA J. F. S. 2010
Centros de interesse e iniciativa dos alunosdisponibilização das mais variadas formas de comunicação, priorizando atividades de acordo com as potencialidades do aluno; proposição de atividades em que o aluno faz sua opção de acordo com seus interesses; identificação das maiores habilidades/potencialidades dos alunos, entre outros;ABDALLA J. F. S. 2010
Gestão da sala de aula(re)configuração espacial da sala (formação de círculo ou semicírculo); implementação dos princípios da aprendizagem colaborativa/cooperativa;   utilização de uma rotina definida/sistemática/diária (agenda, calendário anual e mensal, cartazes de identificação dos nomes dos meninos e das meninas do grupo da sala de aula); organização dos espaços da sala e dos recursos (organização em “cantos de atividades” - de literatura, arte, leitura, poesia, etc); ABDALLA J. F. S. 2010
textualização da sala e exposição dos trabalhos dos alunos; disposição dos materiais de trabalho em sala acessíveis aos alunos); utilização das diversas linguagens - verbais, matemática, gráfica, plástica e corporal - como ferramentas para a expressão e comunicação de ideias; produção de materiais de suporte para o acesso ao conhecimento em sala de aula (tecnologia assistiva), inclusive pelos próprios alunos também, tendo em vista as necessidades específicas dos alunos, entre outros;ABDALLA J. F. S. 2010
interação de alunos e de professor com alunosorganização dos tempos e do espaço como promotores de aprendizagem em pares (formação de várias formas de agrupamentos, tendo em vista a criação de ZDP: agrupamentos produtivos, em pequenos grupos, duplas, trios ou dependendo dos objetivos da atividade, considerando níveis e/ou centros de interesse, empatia entre as crianças etc); promoção de atividades simultâneas, mantendo os mesmos objetivos para todos os alunos;ABDALLA J. F. S. 2010
Avaliaçãoinstauração de práticas avaliativas baseadas no percurso de aprendizagem de cada aluno (o aluno com deficiência deve ser avaliado em relação ao seu próprio percurso); utilização de variadas formas de registro (relatório dos comportamentos e aprendizagens, portfólio das produções); articulação de tipos distintos de avaliação (individual, coletiva, diagnóstica/interventiva, processual e de produto), entre outros.ABDALLA J. F. S. 2010
Em que práticas pedagógicas é mais viável a efetivação da inclusão? ABDALLA J. F. S. 2010
Flexibilização Curricular  e práticas Pedagógicas ABDALLA J. F. S. 2010
Escola e aluno DICabe à escola flexibilizar suas estruturas, sistemas e processos, por meio de estratégias de diferenciação educativa. Fernández (2005) considera como elementos de diferenciação, os conteúdos curriculares, os processos de ensino e os produtos da ação pedagógica. Também, o conhecimento das necessidades educacionais e a mediação regulada dos procedimentos de ensino, intencionalmente e de modo contextual.ABDALLA J. F. S. 2010
Adequações pedagógicas : Ensino = Aprendizagem  necessita de intervenções dequalidade, significando as suas formas de linguagem e compreensão do mundo;Pode ser vista como alguém que pode “satisfazer” padrões sociais de comportamento, desde que lhe possibilitem desenvolver suas capacidades reflexivas de comparação e julgamentoABDALLA J. F. S. 2010
Adequações pedagógicas : O aluno DI- respostas educativasPode  realizar associações a partir de uma relação de troca efetiva, ou seja, dar-lhe permissão de ser um ser social, investindo na socialização como forma de autonomia e consciênciaABDALLA J. F. S. 2010
Adequações pedagógicas : O aluno DI- respostas educativastodos os professores da sala tenham acesso a relatórios anteriores deste aluno para detectarem o que já aprendeu e o que tem mais dificuldade para reter,traçar metas e metodologias diferenciadas e atenção individualizada; Será necessário conversar com a turma devem ajudá-lo e a interagir com o mesmoABDALLA J. F. S. 2010
Adequações pedagógicas O aluno DI- respostas educativasimprescindíveis tempos flexíveis, ou seja, os mesmos necessitam de um tempo maior para realizar uma atividade ou em avaliações; seqüência gradativa dos conteúdos: iniciar do mais simples para o mais complexo,Atividades complementares e reforço dos conteúdos ministrados ABDALLA J. F. S. 2010
Adequações pedagógicas : O aluno DI- respostas educativasTrazer sempre para a sala de aula vídeos ilustrativos dos conteúdos, fotos, cartazes, esquemas, mapas, desenhos, charges, tiras, jornais, revistas, dramatização, teatro, coral, júri simulado, músicas, pois, o trabalho realizado no concreto reforça e incita a construção mental do conhecimento;Pode-se usar o recurso de gravação de conteúdos, caso o alunos não consiga fazer uma leitura corrente ou tenha dificuldade para memorização, este recurso é bastante interessante, pois, pode-se em casa escutar quantas vezes fizerem necessário;ABDALLA J. F. S. 2010
Conteúdos essenciais Para alunos com deficiência múltipla ou casos mais acentuados da deficiência intelectual se fará necessário a seleção de conteúdos, ou seja, dentre os conteúdos ministrados no bimestre destacarem os mais relevantes para junto com a equipe pedagógica e especialista adaptar o material, nestes casos específicos contar-se-á com equipe multidisciplinar dos sistemas de saúde- educação ABDALLA J. F. S. 2010
Adequações pedagógicas : O aluno DI- processo avaliativoOs alunos aqui tratados quase sempre estarão vinculados à sala de recursos, assim, faz-se necessário que o professor da sala regular esteja sempre em contato com o professor especialista traçando metas e observando o progresso do conhecimento adquirido pelo aluno; ABDALLA J. F. S. 2010
Adequações pedagógicas : O aluno DI- processo avaliativoQuanto à avaliação dos sujeitos com deficiência intelectual deverá consistir em flexível – dinâmica – diagnóstica – e durante todo processo de aquisição do conhecimento, ou seja, avaliar continuamente, não sendo necessário ao final de cada conteúdo aplicar provas/avaliações tradicionais.ABDALLA J. F. S. 2010
Adequações pedagógicas : O aluno DI- processo avaliativoSempre registrar o processo avaliativo  : o mais importante é a capacidade de observação e de registro do professor e da equipe da escola, para que possam apreender a evolução no desempenho escolar daqueles com deficiência intelectual, porém é preciso um olhar capaz de captar progressos, potencialidades e direções para o planejamento pedagógico, considerando a especificidade do seu processo de aprendizagem. ABDALLA J. F. S. 2010
Primeiras orientações sobre a prática avaliativaTransformar a prática avaliativa em prática de aprendizagem.TAVEIRA, C. C. ORIENTAÇÕES  SOBRE AVALIAÇÃO Rio de Janeiro: SME , IHA ,2010FERNANDES, C. O. Indagações sobre currículo: currículo e avaliação. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008
Adaptações em provasSão encontadas, em Literatura Especializada, opções de adaptações em situação de teste e de provas de que alunos da Educação Especial se beneficiam.
Adaptações  em situações de testes e provas (páginas 64 e 65)Auxílio ou equipamento adaptativo;
Orientação para o aluno por meio de sinalização;
Explicações diretas de várias maneiras;
Leitura dos testes para os alunos;
Tempo extra para realização dos testes;
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Respostas ditadas para um assistente [escriba];
Realização do teste em um local tranquilo;
Realização do teste em vários dias.SMITH, D. D. Introdução à educação especial: ensinar em tempos de inclusão. Porto Alegre: Artmed, 2008.
Opções para facilitar o acesso dos alunos à aprendizagem(página 154 a 163)STAINBACK, S & STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999

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  • 1. Educação InclusivaDeficiência IntelectualJanaina Abdallajfsabdalla@gmail.com.brABDALLA J. F. S. 2010
  • 2. . ABDALLA J. F. S. 2010O conceito de deficiência é um constructo que, ao longo do tempo, de acordo com as convenções sociais e ou científicas, vem recebendo nomenclaturas distintas
  • 3. ABDALLA J. F. S. 2010Ao longo da história, muitos conceitos existiram e a pessoa com esta deficiência já foi chamada, nos círculos acadêmicos, por vários nomes:
  • 4. oligofrênica; cretina; tonta; imbecil; idiota; débil profunda; criança subnormal; criança mentalmente anormal; mongolóide; criança atrasada; criança eterna; criança excepcional; retardada mental em nível dependente/custodial, treinável/adestrável ou educável; deficiente mental em nível leve, moderado, severo ou profundo
  • 5. . O que acreditamos... ABDALLA J. F. S. 2010A deficiência não está dada inicialmente, mas é “(...) uma categoria historicamente construída (...) que engloba, portanto, sujeitos que possuem características pessoais que, conjugadas às construídas nas e, até mesmo, produzidas pelas exigências sociais, interferem no seu processo de humanização” (BUENO, 2004, 69).
  • 6. Deficiência Visão Multifuncional (AAIDD 2002)ABDALLA J. F. S. 2010 “por limitações significativas, tanto no funcionamento intelectual quanto no comportamento adaptativo, está expresso nas habilidades adaptativas, conceituais, sociais e práticas. Essa incapacidade tem inicio antes dos dezoito anos de idade” (AAIDD, 2002, p.20).
  • 7. ABDALLA J. F. S. 2010 Isto é, a deficiência aqui é compreendida a partir do entrelaçamento dos aspectos biológicos e socioculturais. Cada um deles não pode ser pensado apenas em si mesmo, mas na sua inter-relação. As possibilidades pedagógicas surgem justamente do “choque” entre ambas e da sua relação com as condições do contexto social.
  • 8. O Aluno com Deficiência Intelectual: Aspectos a considerar-> Identificação das potencialidades->Características deficiênciaABDALLA J. F. S. 2010
  • 9. O Aluno com Deficiência Intelectual: Aspectos a considerar->Qualidade das interações e da mediação pedagógica->Repercussão das interações sociaisABDALLA J. F. S. 2010
  • 10. CARACTERÍSTICAS DO FUNCIONAMENTO INTELECTUAL(INHELDER, 1963; PAOUR, 1988; FIGUEIREDO, 1995; POULIN, 1989; LUSTOSA, 2000; LUSTOSA; FIGUEIREDO, 2000, 2002, 2003).No aspecto estrutural No aspecto funcionalABDALLA J. F. S. 2010
  • 11. ASPECTO ESTRUTURALEstruturas semelhantes de desenvolvimento;Gênese semelhante dos esquemas conceituais e processos de conhecimento.ABDALLA J. F. S. 2010
  • 12. ASPECTO FUNCIONALEtapas do desenvolvimento intelectual (gênese semelhante); Ritmo mais lento de desenvolvimento das suas estruturas intelectuais;Podem não conseguir finalizar o desenvolvimento das suas estruturas intelectuais;ABDALLA J. F. S. 2010
  • 13. PARA LEMBRAR...Alunos com Deficiência Intelectual desenvolvem esquemas e evoluem nas suas conceitualizações, mas demonstram dificuldades em conservar esses esquemas sem mediação;Fatores extra-cognitivos podem influenciar os mecanismos operatórios.ABDALLA J. F. S. 2010
  • 14. PARA LEMBRAR...Maior apelo aos recursos do meio ambiente que aos próprios recursos cognitivos (o apoio cognitivo deve estar no ambiente) É importante distinguir os fatores cognitivos dos motivacionais que afetam o desempenho do aluno com deficiência intelectual; Os aspectos emocionais tem um papel importante no modo de resolução de problema (Zigler, 2002)ABDALLA J. F. S. 2010
  • 15. OS MECANISMOS DE APRENDIZAGEMMOTIVAÇÃO ATENÇÃO MEMÓRIA TRANSFERÊNCIA METACOGNIÇÃOABDALLA J. F. S. 2010
  • 16. MOTIVAÇÃOOs fatores motivacionais afetam o desempenho de alunos com Deficiência Intelectual. Dentre esses fatores se destacam a qualidade das relações sociais, as interações sociais negativas, a expectativa de fracasso, a dependência dos outros e a baixa auto-estima.ABDALLA J. F. S. 2010
  • 17. ATENÇÃOAlguns alunos com deficiência intelectual apresentam uma fragilidade no nível do reflexo de orientação;Alguns alunos apresentam muitas dificuldades para focalizar sua atenção sobre os elementos pertinentes para realizarem uma tarefaABDALLA J. F. S. 2010
  • 18. MEMÓRIAAs pessoas com deficiência intelectual apresentam uma fragilidade na memória de curto prazo. Elas não utilizam espontaneamente as estratégias cognitivas de codificação. ABDALLA J. F. S. 2010
  • 19. TRANSFERÊNCIAA transferência das aprendizagens em novos contextos constitui uma das maiores dificuldades. Problemas de natureza metacognitiva poderiam explicar, em parte, essas dificuldades de transferência. ABDALLA J. F. S. 2010
  • 20. METACOGNIÇÃOÉ a reflexão sobre sua ação, é pensar sua ação, é a consciência dos atos mentais que são utilizados numa situação de resolução de problemas.ABDALLA J. F. S. 2010
  • 21. ESTRATÉGIAS METACOGNITIVASAs pessoas com deficiência intelectual não solicitam espontaneamente as estratégias metacognitivas tais como:Antecipar a natureza e as implicações do problema;Comparar e selecionar as estratégias de execução pertinentes;ABDALLA J. F. S. 2010
  • 22. ESTRATÉGIAS METACOGNITIVASComparar e selecionar as estratégias de execução pertinentes;Planejar as estratégias escolhidas;Controlar e regular o processo de resolução do problema.ABDALLA J. F. S. 2010
  • 23. O ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL...Não automatiza procedimentos que liberem o tratamento das informações;Não desenvolve boas estratégias de aprendizagem;ABDALLA J. F. S. 2010
  • 24. O ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL...Trata cada tarefa como se estivesse vendo pela primeira vez;Apresenta dificuldade de fazer transferência e estabelecer generalizaçõesUtiliza mais das informações do contexto.ABDALLA J. F. S. 2010
  • 25. PRINCÍPIOS PARA A PRÁTICA PEDAGÓGICA DE ATENÇÃO ÀS DIFERENÇAS – ABDALLA J. F. S. 2010
  • 26. Princípios da Prática Pedagógica Assumir as diferenças na sala de aula Expectativas positivas dos docentes Mudar práticas pedagógicas Criar redes de apoiosABDALLA J. F. S. 2010
  • 27. Tornar a aprendizagem mais significativa para todosEnsino contextualizado, com função social, pautado em centros de interesse e na emergência de estratégias metacognitivas;Ensino com foco no desenvolvimento da capacidade de planejamento, antecipação, inferência, transferência e generalização, auto-regulação e autonomia socialABDALLA J. F. S. 2010
  • 28. Estratégias de ensinoPossibilitar que os alunos pratiquem e utilizem (funcionalidade) o que estudaram/aprenderam, operando com os conhecimentos e habilidades em diversas situações e contextos;ABDALLA J. F. S. 2010
  • 29. Privilegiar na ação docente A situação contextual (sentido e significado) O tipo/a tarefa solicitada (nível); A utilização do material concreto (cuidado para não proceder a lei do “reforço”!); Mediação (conflito sócio-cognitivo; desenvolvimento dos esquemas de abstração);ABDALLA J. F. S. 2010
  • 30. Como tornar a aprendizagem mais significativa?Ativar os conhecimentos prévios e estabelecer conexões com conhecimentos anteriores;Incentivar a expressão de ideias pela oralidade;Despertar o interesse pelo tema a ser estudado (contação de histórias, roda de conversa, predições);ABDALLA J. F. S. 2010
  • 31. O que considerar na gestão do ensino e na gestão da sala de aula?ABDALLA J. F. S. 2010
  • 32. Gestão do ensinoOrganiza atividades que suscitam questionamentos por parte dos alunos Apresenta atividades que mobilizam o interesse e a curiosidade dos alunosOrganiza atividades em que os alunos manifestam prazer e atenção durante sua realizaçãoABDALLA J. F. S. 2010
  • 33. Gestão do ensinoApresenta as atividades com dinamismo e entusiasmo Acompanha o desenvolvimento das atividades propostas junto aos alunosCircula na sala para verificar se os alunos executam o que foi solicitadoABDALLA J. F. S. 2010
  • 34. Gestão do ensinoElabora de forma clara o que espera que os alunos façam em relação às atividadesExplicita de forma clara o que espera que os alunos façam em relação às atividadesUtiliza um vocabulário claro e apropriado ao conteúdo ensinadoABDALLA J. F. S. 2010
  • 35. Gestão do ensinoUtiliza um vocabulário claro e apropriado ao nível de compreensão dos alunosSe expressa com entonação, ritmo e articulação adequada das palavras Verifica se os alunos entenderam o que foi solicitado na atividadeABDALLA J. F. S. 2010
  • 36. Gestão do ensinoSolicita a participação dos alunos independentemente dos seus níveis de aprendizagemVerifica a participação dos alunos nas atividades independentemente dos níveis de aprendizagem ABDALLA J. F. S. 2010
  • 37. Gestão do ensinoEstá atento às perguntas e aos comentários dos alunosResponde as perguntas e as solicitações dos alunosEstabelece diálogo com os alunosABDALLA J. F. S. 2010
  • 38. Gestão do ensinoEncoraja os alunos a realizarem as atividadesEncoraja os alunos a concluírem as atividadesABDALLA J. F. S. 2010
  • 39. Gestão do ensinoSolicita que os alunos apresentem de forma oral ou escrita o que compreenderam dos conteúdos ensinadosUtiliza os resultados obtidos nas avaliações de aprendizagem dos alunos para ajustar ações às necessidades detectadas ABDALLA J. F. S. 2010
  • 40. Planejamento das atividades concepção de aulas mais criativas e significativas; previsão de recursos, metodologias e apoios às atividade dos alunos com dificuldades, mantendo os mesmos objetivos e metas em trabalhados para a turma toda; elaboração de um plano de trabalho para a turma toda e para o aluno com deficiência, em particular (Plano de Intervenção baseado no estudo de caso do aluno, contendo metas, objetivos, formas de apoio, progressão das aprendizagens); planejamento de atividades, tendo como base o currículo da série em que atua, entre outros;ABDALLA J. F. S. 2010
  • 41. Variedade dos métodos de ensino adoção da Pedagogia de Projetos; investimentos na diversificação dos métodos de ensino (aula expositiva, trabalhos concretos, experimentação, pesquisa, aulas de campo, debates e “cantos de atividades”, trabalho em oficinas, laboratórios de aprendizagem etc); exploração de aulas de campo, passeios e visitas a espaços da comunidades (mobilização de recursos da comunidade), entre outros;ABDALLA J. F. S. 2010
  • 42. Atenção aos estilos e ritmos proposição de atividades diversificadas (distintos “canais” de aprendizagem dos alunos e aos níveis conceituais); desenvolvimento de tarefas desafiadoras (atividades baseadas na proposição de conflitos sociocognitivos, resolução de situações-problemas, sequência didática dos conteúdos/atividades desdobramentos, ou seja, de continuidade, com ampliação gradativa da complexidade, dentro do mesmo tema ou contexto); identificação e adoção de formas de apoio e tutorias, entre outros;ABDALLA J. F. S. 2010
  • 43. Centros de interesse e iniciativa dos alunosdisponibilização das mais variadas formas de comunicação, priorizando atividades de acordo com as potencialidades do aluno; proposição de atividades em que o aluno faz sua opção de acordo com seus interesses; identificação das maiores habilidades/potencialidades dos alunos, entre outros;ABDALLA J. F. S. 2010
  • 44. Gestão da sala de aula(re)configuração espacial da sala (formação de círculo ou semicírculo); implementação dos princípios da aprendizagem colaborativa/cooperativa; utilização de uma rotina definida/sistemática/diária (agenda, calendário anual e mensal, cartazes de identificação dos nomes dos meninos e das meninas do grupo da sala de aula); organização dos espaços da sala e dos recursos (organização em “cantos de atividades” - de literatura, arte, leitura, poesia, etc); ABDALLA J. F. S. 2010
  • 45. textualização da sala e exposição dos trabalhos dos alunos; disposição dos materiais de trabalho em sala acessíveis aos alunos); utilização das diversas linguagens - verbais, matemática, gráfica, plástica e corporal - como ferramentas para a expressão e comunicação de ideias; produção de materiais de suporte para o acesso ao conhecimento em sala de aula (tecnologia assistiva), inclusive pelos próprios alunos também, tendo em vista as necessidades específicas dos alunos, entre outros;ABDALLA J. F. S. 2010
  • 46. interação de alunos e de professor com alunosorganização dos tempos e do espaço como promotores de aprendizagem em pares (formação de várias formas de agrupamentos, tendo em vista a criação de ZDP: agrupamentos produtivos, em pequenos grupos, duplas, trios ou dependendo dos objetivos da atividade, considerando níveis e/ou centros de interesse, empatia entre as crianças etc); promoção de atividades simultâneas, mantendo os mesmos objetivos para todos os alunos;ABDALLA J. F. S. 2010
  • 47. Avaliaçãoinstauração de práticas avaliativas baseadas no percurso de aprendizagem de cada aluno (o aluno com deficiência deve ser avaliado em relação ao seu próprio percurso); utilização de variadas formas de registro (relatório dos comportamentos e aprendizagens, portfólio das produções); articulação de tipos distintos de avaliação (individual, coletiva, diagnóstica/interventiva, processual e de produto), entre outros.ABDALLA J. F. S. 2010
  • 48. Em que práticas pedagógicas é mais viável a efetivação da inclusão? ABDALLA J. F. S. 2010
  • 49. Flexibilização Curricular e práticas Pedagógicas ABDALLA J. F. S. 2010
  • 50. Escola e aluno DICabe à escola flexibilizar suas estruturas, sistemas e processos, por meio de estratégias de diferenciação educativa. Fernández (2005) considera como elementos de diferenciação, os conteúdos curriculares, os processos de ensino e os produtos da ação pedagógica. Também, o conhecimento das necessidades educacionais e a mediação regulada dos procedimentos de ensino, intencionalmente e de modo contextual.ABDALLA J. F. S. 2010
  • 51. Adequações pedagógicas : Ensino = Aprendizagem necessita de intervenções dequalidade, significando as suas formas de linguagem e compreensão do mundo;Pode ser vista como alguém que pode “satisfazer” padrões sociais de comportamento, desde que lhe possibilitem desenvolver suas capacidades reflexivas de comparação e julgamentoABDALLA J. F. S. 2010
  • 52. Adequações pedagógicas : O aluno DI- respostas educativasPode realizar associações a partir de uma relação de troca efetiva, ou seja, dar-lhe permissão de ser um ser social, investindo na socialização como forma de autonomia e consciênciaABDALLA J. F. S. 2010
  • 53. Adequações pedagógicas : O aluno DI- respostas educativastodos os professores da sala tenham acesso a relatórios anteriores deste aluno para detectarem o que já aprendeu e o que tem mais dificuldade para reter,traçar metas e metodologias diferenciadas e atenção individualizada; Será necessário conversar com a turma devem ajudá-lo e a interagir com o mesmoABDALLA J. F. S. 2010
  • 54. Adequações pedagógicas O aluno DI- respostas educativasimprescindíveis tempos flexíveis, ou seja, os mesmos necessitam de um tempo maior para realizar uma atividade ou em avaliações; seqüência gradativa dos conteúdos: iniciar do mais simples para o mais complexo,Atividades complementares e reforço dos conteúdos ministrados ABDALLA J. F. S. 2010
  • 55. Adequações pedagógicas : O aluno DI- respostas educativasTrazer sempre para a sala de aula vídeos ilustrativos dos conteúdos, fotos, cartazes, esquemas, mapas, desenhos, charges, tiras, jornais, revistas, dramatização, teatro, coral, júri simulado, músicas, pois, o trabalho realizado no concreto reforça e incita a construção mental do conhecimento;Pode-se usar o recurso de gravação de conteúdos, caso o alunos não consiga fazer uma leitura corrente ou tenha dificuldade para memorização, este recurso é bastante interessante, pois, pode-se em casa escutar quantas vezes fizerem necessário;ABDALLA J. F. S. 2010
  • 56. Conteúdos essenciais Para alunos com deficiência múltipla ou casos mais acentuados da deficiência intelectual se fará necessário a seleção de conteúdos, ou seja, dentre os conteúdos ministrados no bimestre destacarem os mais relevantes para junto com a equipe pedagógica e especialista adaptar o material, nestes casos específicos contar-se-á com equipe multidisciplinar dos sistemas de saúde- educação ABDALLA J. F. S. 2010
  • 57. Adequações pedagógicas : O aluno DI- processo avaliativoOs alunos aqui tratados quase sempre estarão vinculados à sala de recursos, assim, faz-se necessário que o professor da sala regular esteja sempre em contato com o professor especialista traçando metas e observando o progresso do conhecimento adquirido pelo aluno; ABDALLA J. F. S. 2010
  • 58. Adequações pedagógicas : O aluno DI- processo avaliativoQuanto à avaliação dos sujeitos com deficiência intelectual deverá consistir em flexível – dinâmica – diagnóstica – e durante todo processo de aquisição do conhecimento, ou seja, avaliar continuamente, não sendo necessário ao final de cada conteúdo aplicar provas/avaliações tradicionais.ABDALLA J. F. S. 2010
  • 59. Adequações pedagógicas : O aluno DI- processo avaliativoSempre registrar o processo avaliativo : o mais importante é a capacidade de observação e de registro do professor e da equipe da escola, para que possam apreender a evolução no desempenho escolar daqueles com deficiência intelectual, porém é preciso um olhar capaz de captar progressos, potencialidades e direções para o planejamento pedagógico, considerando a especificidade do seu processo de aprendizagem. ABDALLA J. F. S. 2010
  • 60. Primeiras orientações sobre a prática avaliativaTransformar a prática avaliativa em prática de aprendizagem.TAVEIRA, C. C. ORIENTAÇÕES SOBRE AVALIAÇÃO Rio de Janeiro: SME , IHA ,2010FERNANDES, C. O. Indagações sobre currículo: currículo e avaliação. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008
  • 61. Adaptações em provasSão encontadas, em Literatura Especializada, opções de adaptações em situação de teste e de provas de que alunos da Educação Especial se beneficiam.
  • 62. Adaptações em situações de testes e provas (páginas 64 e 65)Auxílio ou equipamento adaptativo;
  • 63. Orientação para o aluno por meio de sinalização;
  • 64. Explicações diretas de várias maneiras;
  • 65. Leitura dos testes para os alunos;
  • 66. Tempo extra para realização dos testes;
  • 68. Respostas ditadas para um assistente [escriba];
  • 69. Realização do teste em um local tranquilo;
  • 70. Realização do teste em vários dias.SMITH, D. D. Introdução à educação especial: ensinar em tempos de inclusão. Porto Alegre: Artmed, 2008.
  • 71. Opções para facilitar o acesso dos alunos à aprendizagem(página 154 a 163)STAINBACK, S & STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999
  • 72. Usar “dicas” variadasAplicar testes orais / verbais e escritos;Usar a demonstração prática;Usar testes gravados;Usar gravuras;Ler os testes para os alunos;Antecipar a leitura das questões do teste;Usar aplicações no ambiente real;Providenciar para que o teste seja aplicado por uma pessoa especializada;Usar respostas curtas;Usar múltipla escolha;Modificar formato;.
  • 73. Usar várias instruçõesDar as instruções em passos separados (escritas/sinalizadas/verbais);Usar apoio escrito para as instruções orais;Baixar o nível de dificuldade;Reduzir as instruções;Reduzir as tarefas com lápis e papel;Ler as instruções para os alunos;Usar instruções por sinais;Dar sugestões ou “dicas” extras;Permitir que o aluno grave ou datilografe [digite] as instruções;Adaptar as folhas de teste;Encurtar a extensão;Estender a duração;
  • 74. A deficiência intelectual, assim outras características humanas,constitui parte integral da experiência e da diversidade humana. A deficiência intelectual é entendida de maneira diferenciada pelas diversas culturas o que faz com a comunidade internacional deva reconhecer seus valores universais de dignidade, autodeterminação, igualdade e justiça para todos. (Montreal) ABDALLA J. F. S. 2010
  • 75. ABDALLA J. F. S. 2010
  • 76. CONSTRUIR UMA ESCOLA INCLUSIVAÉ um caminho que cada um deve traçar, experimentando, construindo suas próprias iniciativas e seu próprio percurso, de acordo com as necessidades, anseios, desejos de seus alunos e profissionais, considerando, os recursos e potencialidades de sua comunidade, ou seja, sua realidade escolar!ABDALLA J. F. S. 2010
  • 77. LDBENO ARTIGO 26 TRATA SOBRE OS CURRÍCULOS DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO, QUE DEVEM TER UMA BASE NACIONAL COMUM, A SER COMPLEMENTADA (...) POR UMA PARTE DIVERSIFICADA EXIGIDA PELAS CARACTERÍSTICAS REGIONAIS E LOCAIS DA SOCIEDADE, DA CULTURA, DA ECONOMIA E DA CLIENTELA”. TAIS CURRÍCULOS DEVEM, OBRIGATORIAMENTE, ABRANGER “O ESTUDO DA LÍNGUA PORTUGUESA E DA MATEMÁTICA, O CONHECIMENTO DO MUNDO FÍSICO E NATURAL E DA REALIDADE SOCIAL E POLÍTICA, ESPECIALMENTE DO BRASIL”; DEVEM AINDA ABRANGER O ENSINO DA ARTE, DA EDUCAÇÃO FÍSICA; TRATAM TAMBÉM DA FORMA COMO DEVE SE DAR O ENSINO DE HISTÓRIA DO BRASIL E QUE É OBRIGATÓRIO O ENSINO DE PELO MENOS UMA LÍNGUA ESTRANGEIRA, A PARTIR DA 5ª SÉRIE.ABDALLA J. F. S. 2010
  • 78. O ARTIGO 32, REFERE-SE MAIS ESPECIFICAMENTE À TEMÁTICA DESTE TRABALHO, POIS TRATA DO ENSINO FUNDAMENTAL QUE TERÁ COMO OBJETIVO A FORMAÇÃO BÁSICA DO CIDADÃO, EMBORA DEVA-SE RESSALVAR QUE O BÁSICO NA EDUCAÇÃO ESPECIAL – NO TOCANTE À CONCESSÃO DA TERMINALIDADE ESPECÍFICA – PODE NÃO SER O NECESSÁRIO PARA ABRIR POSSIBILIDADES FUTURAS PARA ESTES ALUNOS. SEU INCISO I – TRATA DO DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE DE APRENDER DOS ALUNOS, QUE DEVERÁ TER COMO MEIO BÁSICOS PARA TAL, O PLENO DOMÍNIO DA LEITURA, DA ESCRITA E DO CÁLCULO. ABDALLA J. F. S. 2010
  • 79. OS DEMAIS INCISOS – II, III E IV – PRECONIZAM AINDA QUE A FORMAÇÃO BÁSICA, OBJETIVO DO ENSINO FUNDAMENTAL, DEVE ACONTECER MEDIANTE: A COMPREENSÃO DO AMBIENTE NATURAL E SOCIAL, DO SISTEMA POLÍTICO, DA TECNOLOGIA, DAS ARTES E DOS VALORES EM QUE SE FUNDAMENTA A SOCIEDADE; O DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM; FORTALECIMENTO DA CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM; O FORTALECIMENTO DOS VÍNCULOS DE FAMÍLIA, DOS LAÇOS DE SOLIDARIEDADE HUMANA E DE TOLERÂNCIA RECÍPROCA EM QUE SE ASSENTA A VIDA SOCIALABDALLA J. F. S. 2010
  • 81. 2010
  • 82. jfsabdalla@gmail.comReferencias bibliográficasO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL.Profa. Dra. Adriana Limaverde – UFC,Profa. Dra. Geny Lustosa – UFRN/CERES Congressos Internacional Educação Inclusiva MEC Brasília ,2010EDUCAÇÃO INCLUSIVA E DEFICÊNCIA INTELECTUAL; FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR E PRÁTICA PEDAGÓGICA; TERMINALIDADE ESPECÍFICA E DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, Profa. Mt Janaina de Fátima Silva Abdalla, IHA/UFF, Rio de Janeiro , 2010. s ABDALLA J. F. S. 2010