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Projetos e
Práticas
Educacionais I
Faculdade Unyleya -
Segunda Licenciatura
em Pedagogia
Professor: Robert Lee Segal
Acadêmicas:
Penha Claudia Poloni
Cristiana Dos Santos Barboza
Daniele Kazue Sugioka
Dirce Cristiane Camilotti
Jaqueline Santos Vargas Plaça
Nathália Jordana Barbosa Fernandes
INTRODUÇÃO
- O presente trabalho foi elaborado a partir de uma Curadoria
Digital realizada na disciplina Projetos e Práticas Educacionais I.
- O objetivo da curadoria foi levantar textos e materiais
audiovisuais que auxiliassem no entendimento sobre práticas que
auxiliem a inclusão dos alunos no contexto escolar, assim como
estudos que apresentam as temáticas Educação Especial e
Inclusiva, Formação de Professores e o uso de Tecnologias
Assistivas relacionadas ao conteúdo educacional.
EDUCAÇÃO ESPECIAL
- Na evolução da educação especial e da inclusão
social do deficiente, a história começou com a
exclusão total dessas pessoas, seguido de um
momento de assistencialismo segregador,
colocando os deficientes em instituições
especializadas e posteriormente foi surgindo uma
ótica integracionista.
Crédito imagem: https://unsplash.com/photos/wlutZH5oW_4
EDUCAÇÃO ESPECIAL
A integração foi o primeiro passo para práticas menos excludentes na Educação
Especial, mas ainda era o aluno que tinha que se adaptar à escola.
Só recentemente (anos 90) que as propostas de inclusão apresentaram uma
alternativa ao integracionismo. Agora é a escola que deve se adaptar para atender os
deficientes, portadores de transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades
ou superdotação.
EDUCAÇÃO ESPECIAL
- Modalidade de educação escolar transversal oferecida à
alunos com:
a) Deficiências;
b) Transtornos globais de desenvolvimento;
c) Altas habilidades ou superdotação.
- É prioritariamente obrigação da escola regular garantir a
educação dos alunos com necessidades especiais. Nessa
tarefa, devem contar com o apoio do Atendimento
Educacional Especializado (AEE).
Crédito imagem: “https://pixabay.com/photos/disability-
adult-dance-fun-2535663/”
- A lei diz que a oferta do AEE deve ocorrer preferencialmente na rede regular de ensino.
O AEE vai avaliar, buscar estratégias, organizar recursos, ofertar o atendimento educacional
especializado complementar ou suplementar, de acordo com a necessidade específica do
aluno.
Photo credit: <a href="https://visualhunt.co/a6/b50de8bc">Global Partnership for Education - GPE</a> on <a
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EDUCAÇÃO ESPECIAL
- O professor do AEE trabalha em parceria com o
educador de sala de aula comum, quando esse
profissional achar necessário e complementar ao
trabalho realizado com os demais alunos.
De que forma o AEE apoia o aluno:
a) Disponibiliza o ensino de linguagens e de
códigos específicos de comunicação e sinalização;
b) Oferece tecnologia assistiva – TA;
c) Adapta e produz materiais didáticos e
pedagógicos, de acordo com as necessidades
específicas dos alunos.
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Partnership for Education - GPE</a> on <a
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EDUCAÇÃO ESPECIAL
- Oferece material desafiador para enriquecimento
curricular (alunos com altas habilidades).
Infelizmente, O AEE não está disponível em todas
as escolas. Além disso, nas escolas que o
disponibilizam ainda há oportunidades de melhoria,
tanto em relação à formação dos professores como
na articulação com professores de classes comuns.
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Partnership for Education - GPE</a> on <a
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EDUCAÇÃO ESPECIAL
¹Os termos” normais” e “anormais”, não são mais utilizados para se referir a pessoas com
deficiência ou não.
A educação para pessoas com deficiência acontecia de maneira desassociada de
pessoas que não apresentavam nenhuma deficiência, ou características “anormais”.
Essa separação gerou ainda mais discriminação em um sistema de ensino
excludente. Não havia uma preocupação em relação à inclusão na educação especial,
e sim o interesse em identificar e separar “normais” e “anormais”¹
Com a criação da lei 89 da LDB/1961,o governo passa a legislar a Educação
Especial para todo país, há um grande movimento de instituições privadas na
atuação no cenário da educação especial. Um exemplo é a APAE, que até hoje é
muito bem aceita no atendimento de pessoas com algum tipo de deficiência.
EDUCAÇÃO ESPECIAL
Em 1990, o Brasil participou da Conferência Mundial sobre Educação para Todos, em
Jomtien – Tailândia –, e o país se comprometeu em garantir a universalização do direito
à Educação. Fruto desse encargo nasceu a elaboração do Plano Decenal de Educação
para Todos, concluído em 1993, que tinha como objetivo assegurar, até o final de sua
vigência, a todos os brasileiros“conteúdos mínimos de aprendizagem que atendam às
necessidades elementares da vida” (BRASIL, 1993, p. 13).
Esse Plano contemplou também propostas voltadas para pessoas com deficiência,
embora tenham alguns elementos específicos. Segundo Mel Ainscow, consultor da
Unesco, nos anos 70 ocorreram mudanças em muitos países que resultaram nas
propostas atuais relacionadas à educação especial.
EDUCAÇÃO ESPECIAL
A nossa trajetória na educação especial foi concebida em um modelo de segregação,
impedindo muitas crianças de usufruírem de um direito básico e legítimo: educação.
Atualmente a política educacional do Brasil, promove a ideia de que o aluno com
deficiência deve ser incluído em condições de equidade no sistema de ensino. Para essa
inclusão, foi estabelecida a matrícula em uma classe comum e apoio complementar com
atendimento especializado. Porém não podemos ignorar que as demandas econômicas e
sociais tiveram e têm uma grande influência no sistema de educação, resultando em
políticas sociais de cortes de gastos que, geralmente, são ineficientes para garantir os
direitos sociais, inclusive das pessoas com deficiência.
i INCLUSÃO SOCIAL
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
EDUCAÇÃO
ESPECIAL
O ensino inclusivo não
deve ser confundido com a
educação especial, embora
o contemple
Disponível em:http://www.justica.pr.gov.br/Pagina/Pessoa-com-Deficiencia
PROCESSO HISTÓRICO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
ATÉ A EDUCAÇÃO INCLUSIVA
“FASE DA
EXCLUSÃO”
“FASE DA
SEGREGAÇÃO”
Caracterizada por abandono
institucionalizado, com uma visão
cristã de que a deficiência era um
castigo, sendo uma prática normal o
infanticídio quando se observavam
anormalidades nas crianças. Eram
considerados indignos da educação
escolar.
Houve uma divisão do exercício educacional.
Nessa época, surgiu uma pedagogia
especializada e institucionalizada, que
separava indivíduos de acordo com
diagnósticos em quociente intelectual. Dentro
do sistema educacional existiam dois
subsistemas que não se interligavam:
educação especial e educação regular.
“FASE DA
INTEGRAÇÃO”
“INCLUSÃO
TOTAL”
O portador de deficiência começou a ter
acesso à classe regular. Entretanto, só
se consideravam adaptar-se à classe
regular como esta se apresentava.
Portanto, sem modificação no sistema
escolar. Não cabia à escola se adaptar
às necessidades dos alunos, mas às
Pessoas com Deficiência adaptar-se à
escola
Era a forma mais radical de legitimar a
inclusão de todas as pessoas na classe
regular. O movimento pela Educação
Inclusiva significa uma crítica às práticas
marginalizantes encontradas no
passado, inclusive as da própria
Educação Especial.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
- A educação inclusiva traz consigo uma mudança
de valores da educação tradicional, o que implica
desenvolver novas políticas e reestruturação da
educação.
- Grande parte das escolas não apresentam
condições estruturais e didático-pedagógicas
satisfatórias para atender todas as crianças.
http://portal.mec.gov.br/component/tags/
tag/inclusao?start=20
- A proposta de aplicação prática ao campo da educação ocorreu a partir de um
movimento mundial denominado “Inclusão Social” que surgiu na década de 1990
com o termo “Educação inclusiva” quando se intensificou a ideia de inclusão
educacional para alunos com deficiência.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
- Um longo caminho foi percorrido no sistema educacional para a inclusão
de pessoas com deficiência, fruto de mudanças tanto nas atitudes sociais
quanto no olhar, que deixou de centralizar no aluno com deficiência para se
focar na escola.
- Para garantir o acesso e a permanência de todos na escola, é preciso atentar
para as possibilidades de inclusão de pessoas com deficiência e não para as
dificuldades.
https://educacaopublica.cecierj.edu.br
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
https://www.neced.com.br/curso
/educacao-especial-1-graduacao-e
ad-a-distancia/
- O movimento mundial pela educação inclusiva é uma
ação política, cultural, social e pedagógica,
desencadeada em defesa do direito de todos os alunos
de estarem juntos, aprendendo e participando, sem
nenhum tipo de discriminação.
- Assegura acesso ao ensino regular a alunos com
deficiências diversificadas: intelectual, física, surdos,
cegos, com transtornos globais do desenvolvimento e a
alunos com altas habilidades/superdotação, desde a
educação infantil até a educação superior.
EDUCAÇÃO
INCLUSIVA
Recursos necessários para se
trabalhar a inclusão, provém do
contato, do olhar, do trabalhar e
da convivência
Reestruturação da cultura, da prática e
das políticas vivenciadas na escolas,
de modo que respondam à diversidade
dos alunos
Objetiva o crescimento,
satisfação pessoal e a
inserção de todos
Prática pedagógica
coletiva, multifacetada,
dinâmica e flexível
Percebe o sujeito e suas
singularidades. Olhar
diferenciado às peculiaridades
de aprendizagem e
desenvolvimento
Caminhar da escola em
conformidade com a família,
numa proposta de educação
compartilhada
EDUCAÇÃO
INCLUSIVA
Deve proporcionar um
ambiente de aprendizagem
adequado.
Abandono da rigidez do ensino
escolar e mudanças dos métodos e
nas técnicas de ensino tradicionais
de transmissão de conhecimento.
O trabalho pedagógico deve
atender as particularidades
dos alunos com necessidades
educativas especiais.
Adequação curricular
que garanta que
aprendam as mesmas
coisas, mesmo que de
modos diferentes.
A deficiência deve ser
entendida como diferença.
Respeito aos alunos em suas
diversidades.
EDUCAÇÃO
INCLUSIVA
Formação inicial e continuada de
professores.
Entender o aluno em seu contexto
biopsicossocial, desenvolvendo a
consciência crítica.
Os alunos com deficiência devem ser
possibilitados a participarem de
todas as atividades propostas.
Ser capaz de incluir e educar
indivíduos que apresentem
necessidades educacionais
especiais, aqueles com dificuldades
temporárias ou permanentes, e a
inclusão também se aplica aos
indivíduos com altas habilidades.
O projeto pedagógico deve orientar
a estruturação de um currículo que
deve ser dinâmico e permitir
ajustes no fazer pedagógico às
necessidades do aluno.
Incluir é muito mais que inserir. Além de tudo, é
preciso dar condições de permanência e
possibilidade de desenvolvimento da aprendizagem,
maximizando, assim, suas potencialidades. A inclusão
é responsabilidade de todos!
Disponível em: http://extensao.uemg.br/educacaointegral/?p=1411
TECNOLOGIAS ASSISTIVAS (TA)
Tecnologia assistiva é uma terminologia utilizada para
englobar todo o arsenal de recursos e serviços que
cooperam para ajustar ou ampliar habilidades
funcionais de pessoas com deficiência.
No Brasil, em 2006, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos
da Presidência da República, instituiu o Comitê de Ajudas
Técnicas (CAT), sob exigência do Decreto 5.296 (BRASIL, 2004).
Uma das ações já executadas pelo CAT foi a adoção oficial da
expressão "Tecnologia Assistiva“.
“Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica
interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias,
práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada
à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou
mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de
vida e inclusão social.” (BRASIL, 2009, p.2)
Imagens disponíveis em: https://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf
TA
Disponível em:
http://www.cepeconline.com.br/produto/cata/
Disponível em:
https://www.handtalk.me/app
Disponível em:
http://www.dbd.puc-rio.br/wordpress/?p=5852
Exemplos de Tecnologia Assistiva
24
Altas Tecnologias Baixas Tecnologias
Hardwares e Softwares
Aplicações
da TA
Auxiliar na mobilidade;
Adaptação para a vida diária e escolar;
Comunicação alternativa ou aumentativa;
Acessórios para computadores;
Controle ambiental;
Adaptações estruturais (doméstico, trabalho e
público);
Adaptação de mobiliário;
Adaptação de veículos.
Sobre a
TA
Autonomia e independência do ser
humano, enquanto sujeito dos seus
processos e para a construção de uma
Escola Inclusiva.
Mediadora, instrumento e ferramenta
para a atividade autônoma e para a
equiparação de oportunidades, da
pessoa com deficiência, na sociedade
atual.
Proporciona condições para que os
alunos com deficiência realize as
atividades no contexto escolar e
participe efetivamente dessas
atividades.
APLICAÇÕES NA EDUCAÇÃO
- De acordo com Bersch
(2017) o uso das TAs vem
sendo recomendado para
beneficiar a execução de
tarefas, o ingresso aos
conteúdos pedagógicos e aos
ambientes escolares,
amparando, por conseguinte,
a aprendizagem dos alunos.
Alguns exemplos para a Educação
Suporte para caneta Engrossadores
Controlador de mouse Linha Braille
Imagens
disponíveis
em:
https://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf
- Necessidade de formar
educadores aptos a usar e
fazer Tecnologias Assistivas.
- Tecnologia Assistiva,
começou a ser conhecida e
discutida pelos educadores como
parte de uma ação educacional.
Trata-se de um processo de intervenção que compreende o
problema funcional vivenciado pelo aluno.
O QUE SE TEM PESQUISADO NO CONTEXTO EDUCACIONAL
A utilização das Tecnologias Assistivas para a autonomia e independência
dos alunos, enquanto sujeito dos seus processos e para a construção de
uma Escola Inclusiva.
A utilização da TA como artefatos e ferramentas para a atividade
autônoma e com o foco na equiparação de oportunidades, da pessoa com
deficiência na sociedade atual.
Condições para que os alunos com deficiência realizem as atividades no
contexto escolar e participe efetivamente dessas atividades.
FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARAA EDUCAÇÃO ESPECIAL
- A processo de inclusão de alunos com deficiência requer a ruptura
das práticas pedagógicas da escola tradicional.
- A formação de professores é elemento essencial para mudança na
prática pedagógica do professor para a inclusão dos alunos com
deficiência.
- Os professores precisam de conhecimento para trabalhar com os
alunos, atendendo suas especificidades: a formação pode levá-lo à
construção desse conhecimento.
DESAFIOS/PROBLEMAS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
PARAA EDUCAÇÃO ESPECIAL
Disponível em:
https://www.unovacursos.com.br/blog/como-ser-um-professo
r-inclusivo/
Há um distanciamento entre a
formação de professores e a prática
pedagógica na escola.
Esse distanciamento se expressa na prática
baseada na racionalidade técnica (nas
escolas) e na prática reflexivo/crítica (nas
formações de professores).
DESAFIOS/PROBLEMAS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
PARAA EDUCAÇÃO ESPECIAL
Ausência e/ou descontinuidade de uma política efetiva relacionada à formação
continuada adequada às políticas educacionais, no âmbito dos sistemas
educacionais.
Teoria das formações: amplo
discurso sobre a autonomia
docente, trabalho colaborativo,
reflexão sobre a prática. Essas
ideias não se efetivam na prática
escolar.
As formações priorizam o
estudo das deficiências quanto
às suas condições específicas:
modelo formativo que sobrepõe
a formação do especialista à
formação do professor comum.
Nos cursos de formação de professores para a educação especial alguns saberes
importantes no processo de ensino e aprendizagem de pessoas com deficiência estão
ausentes.
As formações comumente não discutem os valores e crenças (não declaradas) de de
que o aluno com deficiência não é capaz de aprender. Essas ideias orientam as
práticas de muitos professores e não são superadas no âmbito da formação.
As formações continuadas não são suficientes para suprir os saberes necessários aos
professores no contexto da educação especial. Por essa razão eles realizam suas
práticas com base no senso comum.
Desafios como o processo de
aprendizagem do aluno com
deficiência, a falta de preparo dos
professores e a transposição da teoria
para a prática ainda não foram
superados no contexto da formação.
Apenas as formações não são
suficientes para uma mudança na
prática pedagógica, pois mudar
requer tempo e envolve também
o desenvolvimento pessoal e
profissional dos professores.
DESAFIOS/PROBLEMAS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
PARAA EDUCAÇÃO ESPECIAL
SOLUÇÕES PARAA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
PARAA EDUCAÇÃO ESPECIAL
1. Implementar programas de formação inicial e continuada de
professores.
1.1 A formação continuada deve ser formação em serviço.
1.2 O professor deve ter papel ativo na sua formação.
1.3 Os desafios da formação devem ser superados de maneira coletiva.
1.4 Práticas formativas com ênfase nas potencialidades dos alunos e não
na deficiência. Isso para que os professores possam olhar para as
competências dos alunos, e não apenas para suas limitações.
2. Dois eixos importantes a serem considerados na formação: o primeiro refere-se ao
conteúdo (teoria) e o segundo à transposição desse conteúdo para a prática.
3.Metodologia da formação para mudança na prática pedagógica
que promova a inclusão:
3.1 Privilegiar processos de análise e reflexão da própria ação.
3.2 Relacionar as informações com o cotidiano escolar.
3.3 Considerar a prática e as experiências do professor, sendo
protagonista no contexto em que atua.
3.4 Implementar espaços de discussão em que se valorize a
observação, análise e reflexão crítica, com a participação de toda
equipe escolar.
4. As formações devem propiciar uma reflexão prática sobre aspectos técnicos e
pedagógicos do uso de tecnologias assistivas.
4.1 Preparar o professor para o uso da tecnologia da informação (recurso didático), pois as
possibilidades de interação e autoria trazem novas perspectivas para a aprendizagem de
alunos com deficiência.
SOLUÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES
PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL
CONCLUSÕES
A Curadoria realizada demonstrou grandes desafios e conquistas no que tange o
cenário da educação inclusiva. Alguns pontos a serem enfatizados são:
O que rege o movimento da Educação Inclusiva é o respeito aos alunos em suas diversidades,
sendo a deficiência entendida como diferença. Portanto, é imprescindível um olhar atento para
as possibilidades e não para as dificuldades.
A Escola Inclusiva deve proporcionar um ambiente físico acessível, além de um ambiente de
aprendizagem adequado, com adequação curricular para promover o aluno como um sujeito ativo na
conquista do conhecimento. O projeto pedagógico deve orientar a estruturação de um currículo que
deve ser dinâmico e permitir ajustes no fazer pedagógico às necessidades do aluno.
•A reconstrução da autoestima é importante na inclusão do aluno na vida social na escola, e o
professor é o ator principal na construção e desenvolvimento de uma confiança no aluno em sua
própria capacidade de aprender.
CONCLUSÕES
A Curadoria realizada verificou que, apesar da legislação brasileira, em termos de
Educação Especial ser uma das melhores do mundo, há alguns desafios para torná-la de
fato, inclusiva. Observamos algumas oportunidades de melhoria, nos seguintes pontos:
Oferta do AEE em maior número de
escolas, pois ainda não o temos em
100% das escolas;
Uma melhor articulação entre os dois
professores, o da comum com o da especial,
tanto no planejamento como execução das
estratégias de ensino;
A conscientização do professor que estar preparado para receber o aluno especial é um
processo constante, já que as deficiências são em tantas variedades que nunca vão
possibilitar um estado estanque de formação, por exemplo, um aluno com autismo não é
igual a outro, é preciso entender que será necessário uma atualização constante dentro das
possibilidades de apoio pedagógico.
A mudança do esquema de AEE no
contraturno, pois dificulta o acesso da
criança, o ideal seria que o aluno ficasse
em período integral;
Melhoria na qualidade da formação do
professor do AEE;
CONCLUSÕES
No que diz respeito à formação de professores para a educação especial, alguns problemas que
influenciam negativamente neste processo são:
a) ausência ou descontinuidade de uma política efetiva relacionada à formação continuada;
b) formações insuficientes para a superação dos desafios relacionados ao processo de
aprendizagem do aluno com deficiência, a falta de preparo dos professores e a transposição da
teoria para a prática;
c) não discutem os valores e crenças de que o aluno com deficiência não é capaz de aprender,
sendo que na prática elas orientam o trabalho docente e
d) somente as formações não são suficientes para uma mudança na prática pedagógica do
professor, pois mudar requer tempo e envolve também o desenvolvimento pessoal e profissional
dos professores.
CONCLUSÕES
A formação de professores que pode resultar na consolidação de mecanismos de inclusão na escola perpassa
pela presença das seguintes características:
a) considerar o conteúdo teórico e a transposição desse conteúdo para a prática, privilegiando processos de
análise da prática e reflexão da própria ação;
b) relacionar as informações disponibilizadas nas formações com o cotidiano escolar, considerando a prática
e as experiências do professor;
c) implementar espaços de discussão em que se valorize a observação, análise e reflexão crítica, com a
participação de toda equipe escolar;
d) discutir as questões referentes à perspectiva da busca pessoal do professor pela formação, relacionando-as
ao compromisso com a atuação docente, a ação ética e a tomada de atitude;
e) papel ativo do professor na sua formação e
f) os desafios formativos devem ser superados de maneira coletiva, junto à toda equipe escolar, inclusive nos
momentos não formais de formação.
CONCLUSÕES
- Quanto ao uso das Tecnologias Assistivas (TAs):
As tecnologias e os recursos utilizados para auxiliar as pessoas com deficiência são
instrumentos que mediam e auxiliam no desenvolvimento e, além disso, ajudam a
minimizar as limitações e barreiras causadas pela deficiência, proporcionando
oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento;
Promovem aos seus usuários a autonomia para a realização de processos e de interações
com o mundo e com outros seres humanos, ou seja, é mediadora instrumental para
comunicação e relações sociais;
A tecnologia assistiva pode ser desde um artefato simples, como um lápis mais grosso
para melhor apoio, a programas e equipamentos mais sofisticados, como computadores e
dispositivos eletrônicos;
As TAs são particulares e adaptadas à necessidade do usuário.
REFERÊNCIAS
Educação Inclusiva
NETO, A. O. S.; ÁVILA, E. G.; SALES, T. R. R.; AMORIN, S. A.; SANTOS, V. M. Educação
Inclusiva: uma escola para todos. Revista Educação Especial, v. 31, n. 60, p. 81-92, 2018.
Disponível em: <https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial>. Acesso em: abr. 2021.
O caso da Escola Alexandre Bacchi-DIVERSA-Educação inclusiva na prática. Publicado pelo
Instituto Rodrigues Mendes. Youtube, 22 de set. de 2011. 6min38s. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=tG3y9WWdccE >. Acesso em: abr. 2021.
Educação Especial
KASSAR, Mônica de Carvalho Magalhães. Educação especial na perspectiva da educação inclusiva:
desafios da implantação de uma política nacional. Educar em Revista, n. 41, p. 61-79, 2011.
Linha do Tempo: Educação Inclusiva. Publicado pelo canal TV USP Bauru. Youtube, 2015.
28min04s. Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=a4Ntfg98xlY>. Acesso em: abr.
2021.
REFERÊNCIAS
Tecnologia Assistiva
BERSCH, R. C. R. Introdução à Tecnologia Assistiva. Porto Alegre: Assistiva Tecnologia e
Educação. 2017. Disponível em: <htp://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf>.
Acesso em: 7 mai. 2021.
BORGES, W. F.; TARTUCI, D. Tecnologia Assistiva: Concepções de Professores e as
Problematizações Geradas pela Imprecisão Conceitual1. Rev. bras. educ. espec., Marília , v. 23, n.
1, p. 81-96, Mar. 2017 . Dísponivel em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-65382017000100081&lng=en&nrm=
iso>. Acesso em: mai.2021.
CAT, 2007. Comitê de Ajudas Técnicas. Ata da Reunião VII, de dezembro de 2007. Secretaria
nacional dos Direitos Humanos da Presidência da República. Coordenadoria Nacional para Integração
da Pessoas Portadora de Deficiência.
UNESC TV. O que é Tecnologia Assistiva? - Publicado pela UNESC TV. Youtube, 6 de set. de 2018.
5min41s. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=_iY9rdM8TYg>. Acesso em: abr. 2021.
REFERÊNCIAS
Formação de Professores para Educação Especial
GUASELLI, M. F. R. Formação de Professores para Educação Especial: Fronteiras entre
a Produção do Ensino/Pesquisa e a Prática na Educação Básica. In: Seminário de
Pesquisa em Educação da Região Sul - IX ANPED SUL, 2012, Caxias do Sul. Anais do
IX ANPED SUL, Caxias do Sul: 212. p. 1-16. Disponível em:
<http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/viewFile/261/6
16>. Acesso em: abr. 2021.
Formação do Professor para Inclusão. Eis a Questão! Publicado pelo Projeto Amplitude.
Youtube, 17 de mar. de 2016. 9min48s. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=vfTXNay50EA >. Acesso em: abr. 2021.

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  • 1. Projetos e Práticas Educacionais I Faculdade Unyleya - Segunda Licenciatura em Pedagogia Professor: Robert Lee Segal Acadêmicas: Penha Claudia Poloni Cristiana Dos Santos Barboza Daniele Kazue Sugioka Dirce Cristiane Camilotti Jaqueline Santos Vargas Plaça Nathália Jordana Barbosa Fernandes
  • 2. INTRODUÇÃO - O presente trabalho foi elaborado a partir de uma Curadoria Digital realizada na disciplina Projetos e Práticas Educacionais I. - O objetivo da curadoria foi levantar textos e materiais audiovisuais que auxiliassem no entendimento sobre práticas que auxiliem a inclusão dos alunos no contexto escolar, assim como estudos que apresentam as temáticas Educação Especial e Inclusiva, Formação de Professores e o uso de Tecnologias Assistivas relacionadas ao conteúdo educacional.
  • 3. EDUCAÇÃO ESPECIAL - Na evolução da educação especial e da inclusão social do deficiente, a história começou com a exclusão total dessas pessoas, seguido de um momento de assistencialismo segregador, colocando os deficientes em instituições especializadas e posteriormente foi surgindo uma ótica integracionista. Crédito imagem: https://unsplash.com/photos/wlutZH5oW_4
  • 4. EDUCAÇÃO ESPECIAL A integração foi o primeiro passo para práticas menos excludentes na Educação Especial, mas ainda era o aluno que tinha que se adaptar à escola. Só recentemente (anos 90) que as propostas de inclusão apresentaram uma alternativa ao integracionismo. Agora é a escola que deve se adaptar para atender os deficientes, portadores de transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
  • 5. EDUCAÇÃO ESPECIAL - Modalidade de educação escolar transversal oferecida à alunos com: a) Deficiências; b) Transtornos globais de desenvolvimento; c) Altas habilidades ou superdotação. - É prioritariamente obrigação da escola regular garantir a educação dos alunos com necessidades especiais. Nessa tarefa, devem contar com o apoio do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Crédito imagem: “https://pixabay.com/photos/disability- adult-dance-fun-2535663/” - A lei diz que a oferta do AEE deve ocorrer preferencialmente na rede regular de ensino. O AEE vai avaliar, buscar estratégias, organizar recursos, ofertar o atendimento educacional especializado complementar ou suplementar, de acordo com a necessidade específica do aluno.
  • 6. Photo credit: <a href="https://visualhunt.co/a6/b50de8bc">Global Partnership for Education - GPE</a> on <a href="https://visualhunt.com/re8/c868a12d">Visualhunt.com</a> EDUCAÇÃO ESPECIAL - O professor do AEE trabalha em parceria com o educador de sala de aula comum, quando esse profissional achar necessário e complementar ao trabalho realizado com os demais alunos. De que forma o AEE apoia o aluno: a) Disponibiliza o ensino de linguagens e de códigos específicos de comunicação e sinalização; b) Oferece tecnologia assistiva – TA; c) Adapta e produz materiais didáticos e pedagógicos, de acordo com as necessidades específicas dos alunos. Crédito imagem: "https://visualhunt.co/a6/b50de8bc">Global Partnership for Education - GPE</a> on <a href="https://visualhunt.com/re8/c868a12d">Visualhunt.com</a>
  • 7. Photo credit: <a href="https://visualhunt.co/a6/b50de8bc">Global Partnership for Education - GPE</a> on <a href="https://visualhunt.com/re8/c868a12d">Visualhunt.com</a> EDUCAÇÃO ESPECIAL - Oferece material desafiador para enriquecimento curricular (alunos com altas habilidades). Infelizmente, O AEE não está disponível em todas as escolas. Além disso, nas escolas que o disponibilizam ainda há oportunidades de melhoria, tanto em relação à formação dos professores como na articulação com professores de classes comuns. Crédito imagem: "https://visualhunt.co/a6/b50de8bc">Global Partnership for Education - GPE</a> on <a href="https://visualhunt.com/re8/c868a12d">Visualhunt.com</a>
  • 8. EDUCAÇÃO ESPECIAL ¹Os termos” normais” e “anormais”, não são mais utilizados para se referir a pessoas com deficiência ou não. A educação para pessoas com deficiência acontecia de maneira desassociada de pessoas que não apresentavam nenhuma deficiência, ou características “anormais”. Essa separação gerou ainda mais discriminação em um sistema de ensino excludente. Não havia uma preocupação em relação à inclusão na educação especial, e sim o interesse em identificar e separar “normais” e “anormais”¹ Com a criação da lei 89 da LDB/1961,o governo passa a legislar a Educação Especial para todo país, há um grande movimento de instituições privadas na atuação no cenário da educação especial. Um exemplo é a APAE, que até hoje é muito bem aceita no atendimento de pessoas com algum tipo de deficiência.
  • 9. EDUCAÇÃO ESPECIAL Em 1990, o Brasil participou da Conferência Mundial sobre Educação para Todos, em Jomtien – Tailândia –, e o país se comprometeu em garantir a universalização do direito à Educação. Fruto desse encargo nasceu a elaboração do Plano Decenal de Educação para Todos, concluído em 1993, que tinha como objetivo assegurar, até o final de sua vigência, a todos os brasileiros“conteúdos mínimos de aprendizagem que atendam às necessidades elementares da vida” (BRASIL, 1993, p. 13). Esse Plano contemplou também propostas voltadas para pessoas com deficiência, embora tenham alguns elementos específicos. Segundo Mel Ainscow, consultor da Unesco, nos anos 70 ocorreram mudanças em muitos países que resultaram nas propostas atuais relacionadas à educação especial.
  • 10. EDUCAÇÃO ESPECIAL A nossa trajetória na educação especial foi concebida em um modelo de segregação, impedindo muitas crianças de usufruírem de um direito básico e legítimo: educação. Atualmente a política educacional do Brasil, promove a ideia de que o aluno com deficiência deve ser incluído em condições de equidade no sistema de ensino. Para essa inclusão, foi estabelecida a matrícula em uma classe comum e apoio complementar com atendimento especializado. Porém não podemos ignorar que as demandas econômicas e sociais tiveram e têm uma grande influência no sistema de educação, resultando em políticas sociais de cortes de gastos que, geralmente, são ineficientes para garantir os direitos sociais, inclusive das pessoas com deficiência.
  • 11. i INCLUSÃO SOCIAL EDUCAÇÃO INCLUSIVA EDUCAÇÃO ESPECIAL O ensino inclusivo não deve ser confundido com a educação especial, embora o contemple
  • 13. “FASE DA EXCLUSÃO” “FASE DA SEGREGAÇÃO” Caracterizada por abandono institucionalizado, com uma visão cristã de que a deficiência era um castigo, sendo uma prática normal o infanticídio quando se observavam anormalidades nas crianças. Eram considerados indignos da educação escolar. Houve uma divisão do exercício educacional. Nessa época, surgiu uma pedagogia especializada e institucionalizada, que separava indivíduos de acordo com diagnósticos em quociente intelectual. Dentro do sistema educacional existiam dois subsistemas que não se interligavam: educação especial e educação regular.
  • 14. “FASE DA INTEGRAÇÃO” “INCLUSÃO TOTAL” O portador de deficiência começou a ter acesso à classe regular. Entretanto, só se consideravam adaptar-se à classe regular como esta se apresentava. Portanto, sem modificação no sistema escolar. Não cabia à escola se adaptar às necessidades dos alunos, mas às Pessoas com Deficiência adaptar-se à escola Era a forma mais radical de legitimar a inclusão de todas as pessoas na classe regular. O movimento pela Educação Inclusiva significa uma crítica às práticas marginalizantes encontradas no passado, inclusive as da própria Educação Especial.
  • 15. EDUCAÇÃO INCLUSIVA - A educação inclusiva traz consigo uma mudança de valores da educação tradicional, o que implica desenvolver novas políticas e reestruturação da educação. - Grande parte das escolas não apresentam condições estruturais e didático-pedagógicas satisfatórias para atender todas as crianças. http://portal.mec.gov.br/component/tags/ tag/inclusao?start=20 - A proposta de aplicação prática ao campo da educação ocorreu a partir de um movimento mundial denominado “Inclusão Social” que surgiu na década de 1990 com o termo “Educação inclusiva” quando se intensificou a ideia de inclusão educacional para alunos com deficiência.
  • 16. EDUCAÇÃO INCLUSIVA - Um longo caminho foi percorrido no sistema educacional para a inclusão de pessoas com deficiência, fruto de mudanças tanto nas atitudes sociais quanto no olhar, que deixou de centralizar no aluno com deficiência para se focar na escola. - Para garantir o acesso e a permanência de todos na escola, é preciso atentar para as possibilidades de inclusão de pessoas com deficiência e não para as dificuldades. https://educacaopublica.cecierj.edu.br
  • 17. EDUCAÇÃO INCLUSIVA https://www.neced.com.br/curso /educacao-especial-1-graduacao-e ad-a-distancia/ - O movimento mundial pela educação inclusiva é uma ação política, cultural, social e pedagógica, desencadeada em defesa do direito de todos os alunos de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação. - Assegura acesso ao ensino regular a alunos com deficiências diversificadas: intelectual, física, surdos, cegos, com transtornos globais do desenvolvimento e a alunos com altas habilidades/superdotação, desde a educação infantil até a educação superior.
  • 18. EDUCAÇÃO INCLUSIVA Recursos necessários para se trabalhar a inclusão, provém do contato, do olhar, do trabalhar e da convivência Reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas na escolas, de modo que respondam à diversidade dos alunos Objetiva o crescimento, satisfação pessoal e a inserção de todos Prática pedagógica coletiva, multifacetada, dinâmica e flexível Percebe o sujeito e suas singularidades. Olhar diferenciado às peculiaridades de aprendizagem e desenvolvimento Caminhar da escola em conformidade com a família, numa proposta de educação compartilhada
  • 19. EDUCAÇÃO INCLUSIVA Deve proporcionar um ambiente de aprendizagem adequado. Abandono da rigidez do ensino escolar e mudanças dos métodos e nas técnicas de ensino tradicionais de transmissão de conhecimento. O trabalho pedagógico deve atender as particularidades dos alunos com necessidades educativas especiais. Adequação curricular que garanta que aprendam as mesmas coisas, mesmo que de modos diferentes. A deficiência deve ser entendida como diferença. Respeito aos alunos em suas diversidades.
  • 20. EDUCAÇÃO INCLUSIVA Formação inicial e continuada de professores. Entender o aluno em seu contexto biopsicossocial, desenvolvendo a consciência crítica. Os alunos com deficiência devem ser possibilitados a participarem de todas as atividades propostas. Ser capaz de incluir e educar indivíduos que apresentem necessidades educacionais especiais, aqueles com dificuldades temporárias ou permanentes, e a inclusão também se aplica aos indivíduos com altas habilidades. O projeto pedagógico deve orientar a estruturação de um currículo que deve ser dinâmico e permitir ajustes no fazer pedagógico às necessidades do aluno.
  • 21. Incluir é muito mais que inserir. Além de tudo, é preciso dar condições de permanência e possibilidade de desenvolvimento da aprendizagem, maximizando, assim, suas potencialidades. A inclusão é responsabilidade de todos! Disponível em: http://extensao.uemg.br/educacaointegral/?p=1411
  • 22. TECNOLOGIAS ASSISTIVAS (TA) Tecnologia assistiva é uma terminologia utilizada para englobar todo o arsenal de recursos e serviços que cooperam para ajustar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência. No Brasil, em 2006, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, instituiu o Comitê de Ajudas Técnicas (CAT), sob exigência do Decreto 5.296 (BRASIL, 2004). Uma das ações já executadas pelo CAT foi a adoção oficial da expressão "Tecnologia Assistiva“.
  • 23. “Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.” (BRASIL, 2009, p.2) Imagens disponíveis em: https://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf TA
  • 24. Disponível em: http://www.cepeconline.com.br/produto/cata/ Disponível em: https://www.handtalk.me/app Disponível em: http://www.dbd.puc-rio.br/wordpress/?p=5852 Exemplos de Tecnologia Assistiva 24 Altas Tecnologias Baixas Tecnologias Hardwares e Softwares
  • 25. Aplicações da TA Auxiliar na mobilidade; Adaptação para a vida diária e escolar; Comunicação alternativa ou aumentativa; Acessórios para computadores; Controle ambiental; Adaptações estruturais (doméstico, trabalho e público); Adaptação de mobiliário; Adaptação de veículos.
  • 26. Sobre a TA Autonomia e independência do ser humano, enquanto sujeito dos seus processos e para a construção de uma Escola Inclusiva. Mediadora, instrumento e ferramenta para a atividade autônoma e para a equiparação de oportunidades, da pessoa com deficiência, na sociedade atual. Proporciona condições para que os alunos com deficiência realize as atividades no contexto escolar e participe efetivamente dessas atividades.
  • 27. APLICAÇÕES NA EDUCAÇÃO - De acordo com Bersch (2017) o uso das TAs vem sendo recomendado para beneficiar a execução de tarefas, o ingresso aos conteúdos pedagógicos e aos ambientes escolares, amparando, por conseguinte, a aprendizagem dos alunos.
  • 28. Alguns exemplos para a Educação Suporte para caneta Engrossadores Controlador de mouse Linha Braille Imagens disponíveis em: https://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf
  • 29. - Necessidade de formar educadores aptos a usar e fazer Tecnologias Assistivas. - Tecnologia Assistiva, começou a ser conhecida e discutida pelos educadores como parte de uma ação educacional. Trata-se de um processo de intervenção que compreende o problema funcional vivenciado pelo aluno.
  • 30. O QUE SE TEM PESQUISADO NO CONTEXTO EDUCACIONAL A utilização das Tecnologias Assistivas para a autonomia e independência dos alunos, enquanto sujeito dos seus processos e para a construção de uma Escola Inclusiva. A utilização da TA como artefatos e ferramentas para a atividade autônoma e com o foco na equiparação de oportunidades, da pessoa com deficiência na sociedade atual. Condições para que os alunos com deficiência realizem as atividades no contexto escolar e participe efetivamente dessas atividades.
  • 31. FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARAA EDUCAÇÃO ESPECIAL - A processo de inclusão de alunos com deficiência requer a ruptura das práticas pedagógicas da escola tradicional. - A formação de professores é elemento essencial para mudança na prática pedagógica do professor para a inclusão dos alunos com deficiência. - Os professores precisam de conhecimento para trabalhar com os alunos, atendendo suas especificidades: a formação pode levá-lo à construção desse conhecimento.
  • 32. DESAFIOS/PROBLEMAS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARAA EDUCAÇÃO ESPECIAL Disponível em: https://www.unovacursos.com.br/blog/como-ser-um-professo r-inclusivo/ Há um distanciamento entre a formação de professores e a prática pedagógica na escola. Esse distanciamento se expressa na prática baseada na racionalidade técnica (nas escolas) e na prática reflexivo/crítica (nas formações de professores).
  • 33. DESAFIOS/PROBLEMAS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARAA EDUCAÇÃO ESPECIAL Ausência e/ou descontinuidade de uma política efetiva relacionada à formação continuada adequada às políticas educacionais, no âmbito dos sistemas educacionais. Teoria das formações: amplo discurso sobre a autonomia docente, trabalho colaborativo, reflexão sobre a prática. Essas ideias não se efetivam na prática escolar. As formações priorizam o estudo das deficiências quanto às suas condições específicas: modelo formativo que sobrepõe a formação do especialista à formação do professor comum. Nos cursos de formação de professores para a educação especial alguns saberes importantes no processo de ensino e aprendizagem de pessoas com deficiência estão ausentes.
  • 34. As formações comumente não discutem os valores e crenças (não declaradas) de de que o aluno com deficiência não é capaz de aprender. Essas ideias orientam as práticas de muitos professores e não são superadas no âmbito da formação. As formações continuadas não são suficientes para suprir os saberes necessários aos professores no contexto da educação especial. Por essa razão eles realizam suas práticas com base no senso comum. Desafios como o processo de aprendizagem do aluno com deficiência, a falta de preparo dos professores e a transposição da teoria para a prática ainda não foram superados no contexto da formação. Apenas as formações não são suficientes para uma mudança na prática pedagógica, pois mudar requer tempo e envolve também o desenvolvimento pessoal e profissional dos professores. DESAFIOS/PROBLEMAS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARAA EDUCAÇÃO ESPECIAL
  • 35. SOLUÇÕES PARAA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARAA EDUCAÇÃO ESPECIAL 1. Implementar programas de formação inicial e continuada de professores. 1.1 A formação continuada deve ser formação em serviço. 1.2 O professor deve ter papel ativo na sua formação. 1.3 Os desafios da formação devem ser superados de maneira coletiva. 1.4 Práticas formativas com ênfase nas potencialidades dos alunos e não na deficiência. Isso para que os professores possam olhar para as competências dos alunos, e não apenas para suas limitações. 2. Dois eixos importantes a serem considerados na formação: o primeiro refere-se ao conteúdo (teoria) e o segundo à transposição desse conteúdo para a prática.
  • 36. 3.Metodologia da formação para mudança na prática pedagógica que promova a inclusão: 3.1 Privilegiar processos de análise e reflexão da própria ação. 3.2 Relacionar as informações com o cotidiano escolar. 3.3 Considerar a prática e as experiências do professor, sendo protagonista no contexto em que atua. 3.4 Implementar espaços de discussão em que se valorize a observação, análise e reflexão crítica, com a participação de toda equipe escolar. 4. As formações devem propiciar uma reflexão prática sobre aspectos técnicos e pedagógicos do uso de tecnologias assistivas. 4.1 Preparar o professor para o uso da tecnologia da informação (recurso didático), pois as possibilidades de interação e autoria trazem novas perspectivas para a aprendizagem de alunos com deficiência. SOLUÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL
  • 37. CONCLUSÕES A Curadoria realizada demonstrou grandes desafios e conquistas no que tange o cenário da educação inclusiva. Alguns pontos a serem enfatizados são: O que rege o movimento da Educação Inclusiva é o respeito aos alunos em suas diversidades, sendo a deficiência entendida como diferença. Portanto, é imprescindível um olhar atento para as possibilidades e não para as dificuldades. A Escola Inclusiva deve proporcionar um ambiente físico acessível, além de um ambiente de aprendizagem adequado, com adequação curricular para promover o aluno como um sujeito ativo na conquista do conhecimento. O projeto pedagógico deve orientar a estruturação de um currículo que deve ser dinâmico e permitir ajustes no fazer pedagógico às necessidades do aluno. •A reconstrução da autoestima é importante na inclusão do aluno na vida social na escola, e o professor é o ator principal na construção e desenvolvimento de uma confiança no aluno em sua própria capacidade de aprender.
  • 38. CONCLUSÕES A Curadoria realizada verificou que, apesar da legislação brasileira, em termos de Educação Especial ser uma das melhores do mundo, há alguns desafios para torná-la de fato, inclusiva. Observamos algumas oportunidades de melhoria, nos seguintes pontos: Oferta do AEE em maior número de escolas, pois ainda não o temos em 100% das escolas; Uma melhor articulação entre os dois professores, o da comum com o da especial, tanto no planejamento como execução das estratégias de ensino; A conscientização do professor que estar preparado para receber o aluno especial é um processo constante, já que as deficiências são em tantas variedades que nunca vão possibilitar um estado estanque de formação, por exemplo, um aluno com autismo não é igual a outro, é preciso entender que será necessário uma atualização constante dentro das possibilidades de apoio pedagógico. A mudança do esquema de AEE no contraturno, pois dificulta o acesso da criança, o ideal seria que o aluno ficasse em período integral; Melhoria na qualidade da formação do professor do AEE;
  • 39. CONCLUSÕES No que diz respeito à formação de professores para a educação especial, alguns problemas que influenciam negativamente neste processo são: a) ausência ou descontinuidade de uma política efetiva relacionada à formação continuada; b) formações insuficientes para a superação dos desafios relacionados ao processo de aprendizagem do aluno com deficiência, a falta de preparo dos professores e a transposição da teoria para a prática; c) não discutem os valores e crenças de que o aluno com deficiência não é capaz de aprender, sendo que na prática elas orientam o trabalho docente e d) somente as formações não são suficientes para uma mudança na prática pedagógica do professor, pois mudar requer tempo e envolve também o desenvolvimento pessoal e profissional dos professores.
  • 40. CONCLUSÕES A formação de professores que pode resultar na consolidação de mecanismos de inclusão na escola perpassa pela presença das seguintes características: a) considerar o conteúdo teórico e a transposição desse conteúdo para a prática, privilegiando processos de análise da prática e reflexão da própria ação; b) relacionar as informações disponibilizadas nas formações com o cotidiano escolar, considerando a prática e as experiências do professor; c) implementar espaços de discussão em que se valorize a observação, análise e reflexão crítica, com a participação de toda equipe escolar; d) discutir as questões referentes à perspectiva da busca pessoal do professor pela formação, relacionando-as ao compromisso com a atuação docente, a ação ética e a tomada de atitude; e) papel ativo do professor na sua formação e f) os desafios formativos devem ser superados de maneira coletiva, junto à toda equipe escolar, inclusive nos momentos não formais de formação.
  • 41. CONCLUSÕES - Quanto ao uso das Tecnologias Assistivas (TAs): As tecnologias e os recursos utilizados para auxiliar as pessoas com deficiência são instrumentos que mediam e auxiliam no desenvolvimento e, além disso, ajudam a minimizar as limitações e barreiras causadas pela deficiência, proporcionando oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento; Promovem aos seus usuários a autonomia para a realização de processos e de interações com o mundo e com outros seres humanos, ou seja, é mediadora instrumental para comunicação e relações sociais; A tecnologia assistiva pode ser desde um artefato simples, como um lápis mais grosso para melhor apoio, a programas e equipamentos mais sofisticados, como computadores e dispositivos eletrônicos; As TAs são particulares e adaptadas à necessidade do usuário.
  • 42. REFERÊNCIAS Educação Inclusiva NETO, A. O. S.; ÁVILA, E. G.; SALES, T. R. R.; AMORIN, S. A.; SANTOS, V. M. Educação Inclusiva: uma escola para todos. Revista Educação Especial, v. 31, n. 60, p. 81-92, 2018. Disponível em: <https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial>. Acesso em: abr. 2021. O caso da Escola Alexandre Bacchi-DIVERSA-Educação inclusiva na prática. Publicado pelo Instituto Rodrigues Mendes. Youtube, 22 de set. de 2011. 6min38s. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=tG3y9WWdccE >. Acesso em: abr. 2021. Educação Especial KASSAR, Mônica de Carvalho Magalhães. Educação especial na perspectiva da educação inclusiva: desafios da implantação de uma política nacional. Educar em Revista, n. 41, p. 61-79, 2011. Linha do Tempo: Educação Inclusiva. Publicado pelo canal TV USP Bauru. Youtube, 2015. 28min04s. Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=a4Ntfg98xlY>. Acesso em: abr. 2021.
  • 43. REFERÊNCIAS Tecnologia Assistiva BERSCH, R. C. R. Introdução à Tecnologia Assistiva. Porto Alegre: Assistiva Tecnologia e Educação. 2017. Disponível em: <htp://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf>. Acesso em: 7 mai. 2021. BORGES, W. F.; TARTUCI, D. Tecnologia Assistiva: Concepções de Professores e as Problematizações Geradas pela Imprecisão Conceitual1. Rev. bras. educ. espec., Marília , v. 23, n. 1, p. 81-96, Mar. 2017 . Dísponivel em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-65382017000100081&lng=en&nrm= iso>. Acesso em: mai.2021. CAT, 2007. Comitê de Ajudas Técnicas. Ata da Reunião VII, de dezembro de 2007. Secretaria nacional dos Direitos Humanos da Presidência da República. Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoas Portadora de Deficiência. UNESC TV. O que é Tecnologia Assistiva? - Publicado pela UNESC TV. Youtube, 6 de set. de 2018. 5min41s. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=_iY9rdM8TYg>. Acesso em: abr. 2021.
  • 44. REFERÊNCIAS Formação de Professores para Educação Especial GUASELLI, M. F. R. Formação de Professores para Educação Especial: Fronteiras entre a Produção do Ensino/Pesquisa e a Prática na Educação Básica. In: Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul - IX ANPED SUL, 2012, Caxias do Sul. Anais do IX ANPED SUL, Caxias do Sul: 212. p. 1-16. Disponível em: <http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/viewFile/261/6 16>. Acesso em: abr. 2021. Formação do Professor para Inclusão. Eis a Questão! Publicado pelo Projeto Amplitude. Youtube, 17 de mar. de 2016. 9min48s. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=vfTXNay50EA >. Acesso em: abr. 2021.