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consideram que o
livre-arbítrio é
compatível com o
determinismo.
3. O DETERMINISMO MODERADO
Determinismo moderado
TESE
O determinismo moderado é a
perspetiva segundo a qual temos
livre-arbítrio e o livre-arbítrio é
compatível com o determinismo.
Mesmo que tudo esteja
determinado, há ações livres.
Desde que não sejamos obrigados
ou forçados a escolher algo, a nossa
escolha é livre.
Argumentos
1. Estar determinado a querer fazer algo não
é o mesmo que não ter livre-arbítrio, pois o
que conta é se algo nos constrange a
escolher aquilo que estamos determinados a
escolher ou se, pelo contrário, o escolhemos
voluntariamente.
O DETERMINISMO MODERADO
Uma ação é livre se é fruto das nossas crenças e
desejos (causa interna) – ainda que estes sejam
determinados – e não é livre se formos forçados a
fazer o que não queremos (ou impedidos de fazer
o que queremos) por alguma causa externa.
Determinismo moderado
2. Sendo livre, o agente é
responsável, se as suas ações
forem causadas por estados
internos (desejos e crenças) do
agente.
1. Não distingue claramente ações livres de ações não livres
Do facto de não sentirmos qualquer constrangimento
para fazer algo, não se segue que não estejamos
mesmo constrangidos, pois pode apenas dar-se o
caso de não termos consciência dos nossos
constrangimentos.
A diferença entre ações livres e não livres não pode
ser feita através da diferença entre causalidade
interna e causalidade externa. Teria de admitir que
todas as ações são livres.
Exemplo:
Aponto uma arma à cabeça da pessoa e digo: «A bolsa ou a
vida!». A pessoa dá – me a carteira.
Segundo os DM a causa da ação está no exterior do
agente (não livre). Mas será assim mesmo?
A pessoa deu–me a carteira porque acreditou que eu
estava a falar a sério e a mataria se não me obedecesse
(crença) e porque queria conservar a sua vida (desejo).
Assim, a
causa da ação = estados internos do sujeito = ação
forçada = ação livre.
O determinismo moderado contradiz – se.
Quem age compulsivamente age
de acordo com os seus próprios
desejos e crenças, mas a ação
não é livre.
2. Não explica o comportamento compulsivo.
Uma pessoa com a compulsão para roubar – é
uma pessoa cuja ação tem uma causa interna.
Não consegue resistir a um desejo mais forte
do que ela.
A sua ação é livre ( causa interna) e não é livre
(é forçada).
O determinismo moderado contradiz – se.
2. Não explica o comportamento compulsivo.

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Determinismo_moderado

  • 1. consideram que o livre-arbítrio é compatível com o determinismo. 3. O DETERMINISMO MODERADO
  • 2. Determinismo moderado TESE O determinismo moderado é a perspetiva segundo a qual temos livre-arbítrio e o livre-arbítrio é compatível com o determinismo. Mesmo que tudo esteja determinado, há ações livres. Desde que não sejamos obrigados ou forçados a escolher algo, a nossa escolha é livre. Argumentos 1. Estar determinado a querer fazer algo não é o mesmo que não ter livre-arbítrio, pois o que conta é se algo nos constrange a escolher aquilo que estamos determinados a escolher ou se, pelo contrário, o escolhemos voluntariamente.
  • 3. O DETERMINISMO MODERADO Uma ação é livre se é fruto das nossas crenças e desejos (causa interna) – ainda que estes sejam determinados – e não é livre se formos forçados a fazer o que não queremos (ou impedidos de fazer o que queremos) por alguma causa externa.
  • 4. Determinismo moderado 2. Sendo livre, o agente é responsável, se as suas ações forem causadas por estados internos (desejos e crenças) do agente.
  • 5. 1. Não distingue claramente ações livres de ações não livres Do facto de não sentirmos qualquer constrangimento para fazer algo, não se segue que não estejamos mesmo constrangidos, pois pode apenas dar-se o caso de não termos consciência dos nossos constrangimentos.
  • 6. A diferença entre ações livres e não livres não pode ser feita através da diferença entre causalidade interna e causalidade externa. Teria de admitir que todas as ações são livres.
  • 7. Exemplo: Aponto uma arma à cabeça da pessoa e digo: «A bolsa ou a vida!». A pessoa dá – me a carteira. Segundo os DM a causa da ação está no exterior do agente (não livre). Mas será assim mesmo? A pessoa deu–me a carteira porque acreditou que eu estava a falar a sério e a mataria se não me obedecesse (crença) e porque queria conservar a sua vida (desejo). Assim, a causa da ação = estados internos do sujeito = ação forçada = ação livre. O determinismo moderado contradiz – se.
  • 8. Quem age compulsivamente age de acordo com os seus próprios desejos e crenças, mas a ação não é livre. 2. Não explica o comportamento compulsivo.
  • 9. Uma pessoa com a compulsão para roubar – é uma pessoa cuja ação tem uma causa interna. Não consegue resistir a um desejo mais forte do que ela. A sua ação é livre ( causa interna) e não é livre (é forçada). O determinismo moderado contradiz – se. 2. Não explica o comportamento compulsivo.