SlideShare uma empresa Scribd logo
A RETÓRICA
11º Ano
A palavra “retórica” deriva da
palavra grega “ rhêtorikê” que
significa “arte da palavra”.
A retórica surgiu na grécia antiga.
Origem do termo “retórica
A retórica é a arte da persuasão
através do discurso.
Definição comum do termo “retórica
Objetivo:
Fazer um auditório aderir aos pontos
de vista que defende.
Definição comum do termo “retórica
Aristóteles atribui um papel positivo à
retórica porque;
1. A retórica está ao serviço da verdade e
da justiça;
2. Devemos ser capazes de nos defender
verbalmente. A retórica é uma
alternativa à violência;
Utilidade da retórica
1. Há alguns auditórios que nem
mesmo a ciência mais exata
consegue persuadir.
Utilidade da retórica
A retórica não é a arte da
persuasão, mas a arte que permite
determinar quais são os meios de
persuasão mais adequados a cada
caso.
Definição aristotélica do termo
“retórica
Representada por um triângulo.
Situação retóricva
Discurso
Orador ou retor –
aquele que recorre ao
discurso para persuadir
alguém
Auditório – conjunto de
pessoas que o orador
visa persuadir
Representados por um triângulo.
Meios (“provas”) de persuasão
Logos – na própria argumentação
Ethos –
carácter do
orador
Pathos – no estado
emocional do auditório
1. As provas não-técnicas:
2. As provas técnicas.
Tipos de provas
1. As provas não-técnicas: são
específicas da retórica judicial, são
aquelas que já existem e que o
orador só tem de usar no seu
discurso. EX: as leis, os testemunhos,
os contratos, e os juramentos.
Tipos de provas
2. As provas técnicas: aquelas que
podem ser preparadas pelo
orador. Estas são de três espécies:
1) As que residem no carácter
moral do orador (ethos);
Tipos de provas
2) As que se encontram no modo como se dispõe
o auditório ( pathos);
3) As que residem no próprio discurso, pelo que
este demonstra ou parece demonstrar (logos).
Tipos de provas
Vídeo
1. A persuasão é obtida quando o
discurso é proferido de maneira a
deixar no auditório a impressão de
que o carácter do orador o torna
digno de fé.
Ethos
Ethos
1.O apelo ao ethos é persuasivo se o orador:
• Inspirar confiança ao dar a ideia de ser
alguém que sabe do que fala;
• Dar a impressão de que é uma pessoa
honesta, e íntegra.
Ethos
3. O discurso cria no auditório uma
imagem do orador como pessoa prudente,
virtuosa e benevolente.
Ethos
4. Dispositivos que tornam credíveis s seus
argumentos
• Autoridade – apresentar-se como
especialista no assunto
• Apoiar-se na autoridade de outros,
para mostrar que especialistas estão de
acordo com ele.
Ethos
5. A evitar:
• Falácia do argumento conta o homem
• Apelo falacioso à autoridade.
Ethos
1. A persuasão é obtida quando o
auditório é levado pelo discurso a
sentir emoções.
Pathos
PATHOS
2. As pessoas deixam-se persuadir
porque o orador associa emoções
positivas ao que defende e
negativas ao que ataca;
Pathos
3. Dispositivos a usar para
suscitar emoções:
• Apelo ao povo (popularidade);
• Apelo à piedade e compaixão.
Pathos
1. A persuasão é obtida quando se
mostra pelo discurso a verdade ou o
que parece ser verdade.
2. É a prova retórica por excelência;
Logos
LOGOS
3. NO LOGOS os meios de persuasão são:
• Argumentos dedutivos e indutivos,
argumentos por analogia, etc;
• O entimema (argumentos dedutivos
com uma premissa omitida)
facilmente acompanhados prelo
auditório;
Logos
• O exemplo (uma espécie de
regra ou modelo de algo).
Dois tipos de exemplos:
• As que se baseiam em casos
passados e as fábulas e
parábolas.
Logos
4. O melhor é apresentar os
argumentos de uma forma
abreviada e sugestiva, apoiando-
se em exemplos isolados e
suprimindo premissas.
Logos
Existe uma relação estreita entre o logos, o ethos e o
pathos, uma vez que as emoções (pathos) que o discurso
(logos) do orador suscita no auditório têm um papel
importante na construção da imagem que este faz do
carácter (ethos) do orador e, desse modo, da sua
capacidade de persuasão.
Relação entre os meios de persuasão
Prof. Isabel Duarte

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Determinismo e Liberdade (de acordo c/ manual "Pensar Azul")
Determinismo e Liberdade (de acordo c/ manual "Pensar Azul")Determinismo e Liberdade (de acordo c/ manual "Pensar Azul")
Determinismo e Liberdade (de acordo c/ manual "Pensar Azul")
Jorge Barbosa
 
Hume
HumeHume
Teorias do conhecimento
Teorias do conhecimentoTeorias do conhecimento
Teorias do conhecimento
Felipe Saraiva Nunes de Pinho
 
Teoria racionalista de Descartes
Teoria racionalista de DescartesTeoria racionalista de Descartes
Teoria racionalista de Descartes
Elisabete Silva
 
Revoluções Científicas - Kuhn
Revoluções Científicas - KuhnRevoluções Científicas - Kuhn
Revoluções Científicas - Kuhn
Jorge Barbosa
 
Filosofia da-linguagem-3ano
Filosofia da-linguagem-3anoFilosofia da-linguagem-3ano
Filosofia da-linguagem-3ano
Euna Machado
 
Libertismo
Libertismo Libertismo
Libertismo
Isabel Moura
 
Popper e kuhn
Popper e kuhnPopper e kuhn
Popper e kuhn
Manuela Machado
 
Relativismo Cultural
Relativismo CulturalRelativismo Cultural
Relativismo Cultural
Bruno Pedro
 
Conhecimento Científico - Kuhn
Conhecimento Científico - KuhnConhecimento Científico - Kuhn
Conhecimento Científico - Kuhn
Jorge Barbosa
 
Liberdade e determinismo
Liberdade  e determinismoLiberdade  e determinismo
Liberdade e determinismo
Luis De Sousa Rodrigues
 
Determinismo e liberdade_na_acao_humana
Determinismo e liberdade_na_acao_humanaDeterminismo e liberdade_na_acao_humana
Determinismo e liberdade_na_acao_humana
Helena Serrão
 
A crença na ideia de conexão necessária
A crença na ideia de conexão necessáriaA crença na ideia de conexão necessária
A crença na ideia de conexão necessária
Luis De Sousa Rodrigues
 
Comparação entre as éticas de kant e de mill
Comparação entre as éticas de kant e de millComparação entre as éticas de kant e de mill
Comparação entre as éticas de kant e de mill
Luis De Sousa Rodrigues
 
A teoria ética de kant
A teoria ética de kantA teoria ética de kant
A teoria ética de kant
Luis De Sousa Rodrigues
 
Aula 03 - Modelo de Lasswell
Aula 03 - Modelo de LasswellAula 03 - Modelo de Lasswell
Aula 03 - Modelo de Lasswell
Elizeu Nascimento Silva
 
2 teoria do conhecimento
2 teoria do conhecimento 2 teoria do conhecimento
2 teoria do conhecimento
Erica Frau
 
A importância da argumentação
A importância da argumentaçãoA importância da argumentação
A importância da argumentação
Paulo Gomes
 
O que é conhecimento - filosofia
O que é conhecimento - filosofiaO que é conhecimento - filosofia
O que é conhecimento - filosofia
Marcelo Avila
 
Logica informal
Logica informalLogica informal
Logica informal
Helena Serrão
 

Mais procurados (20)

Determinismo e Liberdade (de acordo c/ manual "Pensar Azul")
Determinismo e Liberdade (de acordo c/ manual "Pensar Azul")Determinismo e Liberdade (de acordo c/ manual "Pensar Azul")
Determinismo e Liberdade (de acordo c/ manual "Pensar Azul")
 
Hume
HumeHume
Hume
 
Teorias do conhecimento
Teorias do conhecimentoTeorias do conhecimento
Teorias do conhecimento
 
Teoria racionalista de Descartes
Teoria racionalista de DescartesTeoria racionalista de Descartes
Teoria racionalista de Descartes
 
Revoluções Científicas - Kuhn
Revoluções Científicas - KuhnRevoluções Científicas - Kuhn
Revoluções Científicas - Kuhn
 
Filosofia da-linguagem-3ano
Filosofia da-linguagem-3anoFilosofia da-linguagem-3ano
Filosofia da-linguagem-3ano
 
Libertismo
Libertismo Libertismo
Libertismo
 
Popper e kuhn
Popper e kuhnPopper e kuhn
Popper e kuhn
 
Relativismo Cultural
Relativismo CulturalRelativismo Cultural
Relativismo Cultural
 
Conhecimento Científico - Kuhn
Conhecimento Científico - KuhnConhecimento Científico - Kuhn
Conhecimento Científico - Kuhn
 
Liberdade e determinismo
Liberdade  e determinismoLiberdade  e determinismo
Liberdade e determinismo
 
Determinismo e liberdade_na_acao_humana
Determinismo e liberdade_na_acao_humanaDeterminismo e liberdade_na_acao_humana
Determinismo e liberdade_na_acao_humana
 
A crença na ideia de conexão necessária
A crença na ideia de conexão necessáriaA crença na ideia de conexão necessária
A crença na ideia de conexão necessária
 
Comparação entre as éticas de kant e de mill
Comparação entre as éticas de kant e de millComparação entre as éticas de kant e de mill
Comparação entre as éticas de kant e de mill
 
A teoria ética de kant
A teoria ética de kantA teoria ética de kant
A teoria ética de kant
 
Aula 03 - Modelo de Lasswell
Aula 03 - Modelo de LasswellAula 03 - Modelo de Lasswell
Aula 03 - Modelo de Lasswell
 
2 teoria do conhecimento
2 teoria do conhecimento 2 teoria do conhecimento
2 teoria do conhecimento
 
A importância da argumentação
A importância da argumentaçãoA importância da argumentação
A importância da argumentação
 
O que é conhecimento - filosofia
O que é conhecimento - filosofiaO que é conhecimento - filosofia
O que é conhecimento - filosofia
 
Logica informal
Logica informalLogica informal
Logica informal
 

Destaque

Estudo de um caso concreto truman
Estudo de um caso concreto trumanEstudo de um caso concreto truman
Estudo de um caso concreto truman
Isabel Moura
 
Αγχος θανατου και θρησκευτικοτητα σε ατομα τριτης ηλικιας
Αγχος θανατου και θρησκευτικοτητα σε ατομα τριτης ηλικιαςΑγχος θανατου και θρησκευτικοτητα σε ατομα τριτης ηλικιας
Αγχος θανατου και θρησκευτικοτητα σε ατομα τριτης ηλικιας
Veronika Dimitrakopoulou
 
Correção das atividades sobre falácias
Correção das atividades sobre faláciasCorreção das atividades sobre falácias
Correção das atividades sobre falácias
Isabel Moura
 
Ficha de trabalho filme batman
Ficha de trabalho filme batmanFicha de trabalho filme batman
Ficha de trabalho filme batman
Isabel Moura
 
Ética deontológica vs ética teleológica
Ética deontológica vs ética teleológicaÉtica deontológica vs ética teleológica
Ética deontológica vs ética teleológica
Isabel Moura
 
Ficha de trabalho- falácias informais
Ficha de trabalho- falácias informaisFicha de trabalho- falácias informais
Ficha de trabalho- falácias informais
Isabel Moura
 
Seb filosofia 11_resumos_10_ano
Seb filosofia 11_resumos_10_anoSeb filosofia 11_resumos_10_ano
Seb filosofia 11_resumos_10_ano
Isabel Moura
 
Ficha de revisões 2 teste 11
Ficha de revisões 2 teste 11Ficha de revisões 2 teste 11
Ficha de revisões 2 teste 11
Isabel Moura
 
Correção da ficha de revisões 2 teste 11
Correção da ficha de revisões 2 teste 11Correção da ficha de revisões 2 teste 11
Correção da ficha de revisões 2 teste 11
Isabel Moura
 
Argumentos não dedutivos
Argumentos não dedutivosArgumentos não dedutivos
Argumentos não dedutivos
Isabel Moura
 
Funções da arte
Funções da arteFunções da arte
Funções da arte
Isabel Moura
 
Slide retórica uesb
Slide retórica uesbSlide retórica uesb
Slide retórica uesb
Caio Aguiar
 
Minicurso Enletrate 2015
Minicurso Enletrate 2015Minicurso Enletrate 2015
Minicurso Enletrate 2015
Helia Coelho Mello
 
Retórica
RetóricaRetórica
Story telling about history of teaching and learning
Story telling about history of teaching and learningStory telling about history of teaching and learning
Story telling about history of teaching and learning
Phuti Ragophala
 
Atividades responsabilidade moral e culpabilidade
Atividades responsabilidade moral e culpabilidadeAtividades responsabilidade moral e culpabilidade
Atividades responsabilidade moral e culpabilidade
Isabel Moura
 
Conhecimento como crença verdadeira justificada
Conhecimento como crença verdadeira justificada Conhecimento como crença verdadeira justificada
Conhecimento como crença verdadeira justificada
Isabel Moura
 
Posições acerca da natureza e existência de deus
Posições acerca da natureza e existência de deusPosições acerca da natureza e existência de deus
Posições acerca da natureza e existência de deus
Isabel Moura
 
Matriz do 2 teste de filosofia 11º ano
Matriz do 2 teste de filosofia 11º anoMatriz do 2 teste de filosofia 11º ano
Matriz do 2 teste de filosofia 11º ano
Isabel Moura
 
Matriz do 1 teste de ai 12 f estética
Matriz do 1 teste de ai 12 f estéticaMatriz do 1 teste de ai 12 f estética
Matriz do 1 teste de ai 12 f estética
Isabel Moura
 

Destaque (20)

Estudo de um caso concreto truman
Estudo de um caso concreto trumanEstudo de um caso concreto truman
Estudo de um caso concreto truman
 
Αγχος θανατου και θρησκευτικοτητα σε ατομα τριτης ηλικιας
Αγχος θανατου και θρησκευτικοτητα σε ατομα τριτης ηλικιαςΑγχος θανατου και θρησκευτικοτητα σε ατομα τριτης ηλικιας
Αγχος θανατου και θρησκευτικοτητα σε ατομα τριτης ηλικιας
 
Correção das atividades sobre falácias
Correção das atividades sobre faláciasCorreção das atividades sobre falácias
Correção das atividades sobre falácias
 
Ficha de trabalho filme batman
Ficha de trabalho filme batmanFicha de trabalho filme batman
Ficha de trabalho filme batman
 
Ética deontológica vs ética teleológica
Ética deontológica vs ética teleológicaÉtica deontológica vs ética teleológica
Ética deontológica vs ética teleológica
 
Ficha de trabalho- falácias informais
Ficha de trabalho- falácias informaisFicha de trabalho- falácias informais
Ficha de trabalho- falácias informais
 
Seb filosofia 11_resumos_10_ano
Seb filosofia 11_resumos_10_anoSeb filosofia 11_resumos_10_ano
Seb filosofia 11_resumos_10_ano
 
Ficha de revisões 2 teste 11
Ficha de revisões 2 teste 11Ficha de revisões 2 teste 11
Ficha de revisões 2 teste 11
 
Correção da ficha de revisões 2 teste 11
Correção da ficha de revisões 2 teste 11Correção da ficha de revisões 2 teste 11
Correção da ficha de revisões 2 teste 11
 
Argumentos não dedutivos
Argumentos não dedutivosArgumentos não dedutivos
Argumentos não dedutivos
 
Funções da arte
Funções da arteFunções da arte
Funções da arte
 
Slide retórica uesb
Slide retórica uesbSlide retórica uesb
Slide retórica uesb
 
Minicurso Enletrate 2015
Minicurso Enletrate 2015Minicurso Enletrate 2015
Minicurso Enletrate 2015
 
Retórica
RetóricaRetórica
Retórica
 
Story telling about history of teaching and learning
Story telling about history of teaching and learningStory telling about history of teaching and learning
Story telling about history of teaching and learning
 
Atividades responsabilidade moral e culpabilidade
Atividades responsabilidade moral e culpabilidadeAtividades responsabilidade moral e culpabilidade
Atividades responsabilidade moral e culpabilidade
 
Conhecimento como crença verdadeira justificada
Conhecimento como crença verdadeira justificada Conhecimento como crença verdadeira justificada
Conhecimento como crença verdadeira justificada
 
Posições acerca da natureza e existência de deus
Posições acerca da natureza e existência de deusPosições acerca da natureza e existência de deus
Posições acerca da natureza e existência de deus
 
Matriz do 2 teste de filosofia 11º ano
Matriz do 2 teste de filosofia 11º anoMatriz do 2 teste de filosofia 11º ano
Matriz do 2 teste de filosofia 11º ano
 
Matriz do 1 teste de ai 12 f estética
Matriz do 1 teste de ai 12 f estéticaMatriz do 1 teste de ai 12 f estética
Matriz do 1 teste de ai 12 f estética
 

Semelhante a A retórica

ARGUMENTAÇÃO E RETÓRICA
ARGUMENTAÇÃO E RETÓRICAARGUMENTAÇÃO E RETÓRICA
ARGUMENTAÇÃO E RETÓRICA
norberto faria
 
Retorica
RetoricaRetorica
Retorica
Jarimbaa
 
2 argumentaoeretrica-121111133751-phpapp02
2 argumentaoeretrica-121111133751-phpapp022 argumentaoeretrica-121111133751-phpapp02
2 argumentaoeretrica-121111133751-phpapp02
Miguel Alves
 
Ethos_pathos_logos
Ethos_pathos_logosEthos_pathos_logos
Ethos_pathos_logos
Isabel Moura
 
Retórica
Retórica Retórica
Retórica
Isabel Moura
 
Regência no 3 e 4
Regência no 3 e 4Regência no 3 e 4
Regência no 3 e 4
j_sdias
 
Ethos
EthosEthos
Argumentação e retórica trb grupo filosofia
Argumentação e retórica  trb grupo filosofiaArgumentação e retórica  trb grupo filosofia
Argumentação e retórica trb grupo filosofia
João Bastos
 
Argumentação e retórica
Argumentação e retóricaArgumentação e retórica
Argumentação e retórica
Carlos Silva
 
Argumentação
ArgumentaçãoArgumentação
Argumentação
joseantoniosebastiao
 
Estratégias de persuasão
Estratégias de persuasãoEstratégias de persuasão
Estratégias de persuasão
Joana Filipa Rodrigues
 
Ethos, pathos e logo.docx
Ethos, pathos e logo.docxEthos, pathos e logo.docx
Ethos, pathos e logo.docx
FatimaMaio1
 
Discurso Argumentativo e Retórica (de acordo com manual "Pensar Azul")
Discurso Argumentativo e Retórica (de acordo com manual "Pensar Azul")Discurso Argumentativo e Retórica (de acordo com manual "Pensar Azul")
Discurso Argumentativo e Retórica (de acordo com manual "Pensar Azul")
Jorge Barbosa
 
Argumentação e retórica
Argumentação e retóricaArgumentação e retórica
Argumentação e retórica
Nikita Soares
 
Práticas Articuladas 20-04.pptx
Práticas Articuladas 20-04.pptxPráticas Articuladas 20-04.pptx
Práticas Articuladas 20-04.pptx
AdrianaMorabitoLeite
 
SLIDES CONSIDERAÇÕES LINGUAGEM PERSUASIVA (1).pptx
SLIDES CONSIDERAÇÕES LINGUAGEM PERSUASIVA (1).pptxSLIDES CONSIDERAÇÕES LINGUAGEM PERSUASIVA (1).pptx
SLIDES CONSIDERAÇÕES LINGUAGEM PERSUASIVA (1).pptx
AmandaMachado791964
 
Oratória
OratóriaOratória
<title> Retórica - Discurso e Argumentação </title>
<title> Retórica  - Discurso e Argumentação </title><title> Retórica  - Discurso e Argumentação </title>
<title> Retórica - Discurso e Argumentação </title>
UNISUAM
 
Turma A05
Turma A05 Turma A05
Linguagem e comunicação jurídica slides 2010
Linguagem e comunicação jurídica  slides 2010Linguagem e comunicação jurídica  slides 2010
Linguagem e comunicação jurídica slides 2010
João Paulo Castanheira
 

Semelhante a A retórica (20)

ARGUMENTAÇÃO E RETÓRICA
ARGUMENTAÇÃO E RETÓRICAARGUMENTAÇÃO E RETÓRICA
ARGUMENTAÇÃO E RETÓRICA
 
Retorica
RetoricaRetorica
Retorica
 
2 argumentaoeretrica-121111133751-phpapp02
2 argumentaoeretrica-121111133751-phpapp022 argumentaoeretrica-121111133751-phpapp02
2 argumentaoeretrica-121111133751-phpapp02
 
Ethos_pathos_logos
Ethos_pathos_logosEthos_pathos_logos
Ethos_pathos_logos
 
Retórica
Retórica Retórica
Retórica
 
Regência no 3 e 4
Regência no 3 e 4Regência no 3 e 4
Regência no 3 e 4
 
Ethos
EthosEthos
Ethos
 
Argumentação e retórica trb grupo filosofia
Argumentação e retórica  trb grupo filosofiaArgumentação e retórica  trb grupo filosofia
Argumentação e retórica trb grupo filosofia
 
Argumentação e retórica
Argumentação e retóricaArgumentação e retórica
Argumentação e retórica
 
Argumentação
ArgumentaçãoArgumentação
Argumentação
 
Estratégias de persuasão
Estratégias de persuasãoEstratégias de persuasão
Estratégias de persuasão
 
Ethos, pathos e logo.docx
Ethos, pathos e logo.docxEthos, pathos e logo.docx
Ethos, pathos e logo.docx
 
Discurso Argumentativo e Retórica (de acordo com manual "Pensar Azul")
Discurso Argumentativo e Retórica (de acordo com manual "Pensar Azul")Discurso Argumentativo e Retórica (de acordo com manual "Pensar Azul")
Discurso Argumentativo e Retórica (de acordo com manual "Pensar Azul")
 
Argumentação e retórica
Argumentação e retóricaArgumentação e retórica
Argumentação e retórica
 
Práticas Articuladas 20-04.pptx
Práticas Articuladas 20-04.pptxPráticas Articuladas 20-04.pptx
Práticas Articuladas 20-04.pptx
 
SLIDES CONSIDERAÇÕES LINGUAGEM PERSUASIVA (1).pptx
SLIDES CONSIDERAÇÕES LINGUAGEM PERSUASIVA (1).pptxSLIDES CONSIDERAÇÕES LINGUAGEM PERSUASIVA (1).pptx
SLIDES CONSIDERAÇÕES LINGUAGEM PERSUASIVA (1).pptx
 
Oratória
OratóriaOratória
Oratória
 
<title> Retórica - Discurso e Argumentação </title>
<title> Retórica  - Discurso e Argumentação </title><title> Retórica  - Discurso e Argumentação </title>
<title> Retórica - Discurso e Argumentação </title>
 
Turma A05
Turma A05 Turma A05
Turma A05
 
Linguagem e comunicação jurídica slides 2010
Linguagem e comunicação jurídica  slides 2010Linguagem e comunicação jurídica  slides 2010
Linguagem e comunicação jurídica slides 2010
 

Mais de Isabel Moura

O POTENCIAL PEDAGÓGICO DAS FERRAMENTAS DA WEB.pdf
O POTENCIAL PEDAGÓGICO DAS FERRAMENTAS DA WEB.pdfO POTENCIAL PEDAGÓGICO DAS FERRAMENTAS DA WEB.pdf
O POTENCIAL PEDAGÓGICO DAS FERRAMENTAS DA WEB.pdf
Isabel Moura
 
Plano de aula_31_05_2021_Isabel Duarte.docx
Plano de aula_31_05_2021_Isabel Duarte.docxPlano de aula_31_05_2021_Isabel Duarte.docx
Plano de aula_31_05_2021_Isabel Duarte.docx
Isabel Moura
 
Plano de aula_11_01_2021_Isabel Duarte.docx
Plano de aula_11_01_2021_Isabel Duarte.docxPlano de aula_11_01_2021_Isabel Duarte.docx
Plano de aula_11_01_2021_Isabel Duarte.docx
Isabel Moura
 
TeresaMorais_Guião_filosofiadaarte.docx.pdf
TeresaMorais_Guião_filosofiadaarte.docx.pdfTeresaMorais_Guião_filosofiadaarte.docx.pdf
TeresaMorais_Guião_filosofiadaarte.docx.pdf
Isabel Moura
 
Grelha_planificacao_Aprender_com_a_BE__Grupo_E_final.pdf
Grelha_planificacao_Aprender_com_a_BE__Grupo_E_final.pdfGrelha_planificacao_Aprender_com_a_BE__Grupo_E_final.pdf
Grelha_planificacao_Aprender_com_a_BE__Grupo_E_final.pdf
Isabel Moura
 
Doc4. super book of_web_tools_for_educators
Doc4. super book of_web_tools_for_educatorsDoc4. super book of_web_tools_for_educators
Doc4. super book of_web_tools_for_educators
Isabel Moura
 
Matriz 4 teste 10 d
Matriz 4 teste 10 dMatriz 4 teste 10 d
Matriz 4 teste 10 d
Isabel Moura
 
Quiz descartes
Quiz descartesQuiz descartes
Quiz descartes
Isabel Moura
 
Ae sec filosofia
Ae sec filosofiaAe sec filosofia
Ae sec filosofia
Isabel Moura
 
Programa psicologia cursos profissionais
Programa psicologia cursos profissionaisPrograma psicologia cursos profissionais
Programa psicologia cursos profissionais
Isabel Moura
 
Ex fil714-f2-2017-cc-vt
Ex fil714-f2-2017-cc-vtEx fil714-f2-2017-cc-vt
Ex fil714-f2-2017-cc-vt
Isabel Moura
 
Ex fil714-f2-2017-v2
Ex fil714-f2-2017-v2Ex fil714-f2-2017-v2
Ex fil714-f2-2017-v2
Isabel Moura
 
Ex fil714-f2-2017-v1
Ex fil714-f2-2017-v1Ex fil714-f2-2017-v1
Ex fil714-f2-2017-v1
Isabel Moura
 
falácias informais
falácias informaisfalácias informais
falácias informais
Isabel Moura
 
Listas das falácias informais
Listas das falácias informaisListas das falácias informais
Listas das falácias informais
Isabel Moura
 
Responsabilidade moral
Responsabilidade moralResponsabilidade moral
Responsabilidade moral
Isabel Moura
 
Argumentos informais
Argumentos informaisArgumentos informais
Argumentos informais
Isabel Moura
 
Ficha de trabalho "Heitor e as térmitas soldado"
Ficha de trabalho "Heitor e as térmitas soldado"Ficha de trabalho "Heitor e as térmitas soldado"
Ficha de trabalho "Heitor e as térmitas soldado"
Isabel Moura
 

Mais de Isabel Moura (18)

O POTENCIAL PEDAGÓGICO DAS FERRAMENTAS DA WEB.pdf
O POTENCIAL PEDAGÓGICO DAS FERRAMENTAS DA WEB.pdfO POTENCIAL PEDAGÓGICO DAS FERRAMENTAS DA WEB.pdf
O POTENCIAL PEDAGÓGICO DAS FERRAMENTAS DA WEB.pdf
 
Plano de aula_31_05_2021_Isabel Duarte.docx
Plano de aula_31_05_2021_Isabel Duarte.docxPlano de aula_31_05_2021_Isabel Duarte.docx
Plano de aula_31_05_2021_Isabel Duarte.docx
 
Plano de aula_11_01_2021_Isabel Duarte.docx
Plano de aula_11_01_2021_Isabel Duarte.docxPlano de aula_11_01_2021_Isabel Duarte.docx
Plano de aula_11_01_2021_Isabel Duarte.docx
 
TeresaMorais_Guião_filosofiadaarte.docx.pdf
TeresaMorais_Guião_filosofiadaarte.docx.pdfTeresaMorais_Guião_filosofiadaarte.docx.pdf
TeresaMorais_Guião_filosofiadaarte.docx.pdf
 
Grelha_planificacao_Aprender_com_a_BE__Grupo_E_final.pdf
Grelha_planificacao_Aprender_com_a_BE__Grupo_E_final.pdfGrelha_planificacao_Aprender_com_a_BE__Grupo_E_final.pdf
Grelha_planificacao_Aprender_com_a_BE__Grupo_E_final.pdf
 
Doc4. super book of_web_tools_for_educators
Doc4. super book of_web_tools_for_educatorsDoc4. super book of_web_tools_for_educators
Doc4. super book of_web_tools_for_educators
 
Matriz 4 teste 10 d
Matriz 4 teste 10 dMatriz 4 teste 10 d
Matriz 4 teste 10 d
 
Quiz descartes
Quiz descartesQuiz descartes
Quiz descartes
 
Ae sec filosofia
Ae sec filosofiaAe sec filosofia
Ae sec filosofia
 
Programa psicologia cursos profissionais
Programa psicologia cursos profissionaisPrograma psicologia cursos profissionais
Programa psicologia cursos profissionais
 
Ex fil714-f2-2017-cc-vt
Ex fil714-f2-2017-cc-vtEx fil714-f2-2017-cc-vt
Ex fil714-f2-2017-cc-vt
 
Ex fil714-f2-2017-v2
Ex fil714-f2-2017-v2Ex fil714-f2-2017-v2
Ex fil714-f2-2017-v2
 
Ex fil714-f2-2017-v1
Ex fil714-f2-2017-v1Ex fil714-f2-2017-v1
Ex fil714-f2-2017-v1
 
falácias informais
falácias informaisfalácias informais
falácias informais
 
Listas das falácias informais
Listas das falácias informaisListas das falácias informais
Listas das falácias informais
 
Responsabilidade moral
Responsabilidade moralResponsabilidade moral
Responsabilidade moral
 
Argumentos informais
Argumentos informaisArgumentos informais
Argumentos informais
 
Ficha de trabalho "Heitor e as térmitas soldado"
Ficha de trabalho "Heitor e as térmitas soldado"Ficha de trabalho "Heitor e as térmitas soldado"
Ficha de trabalho "Heitor e as térmitas soldado"
 

Último

TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da químicaTEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
VictorEmanoel37
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Luzia Gabriele
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
DirceuSilva26
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Falcão Brasil
 
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Mary Alvarenga
 
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdfLEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LucliaMartins5
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mary Alvarenga
 
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
Faga1939
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Mary Alvarenga
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Anesio2
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Centro Jacques Delors
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
marcos oliveira
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
marcos oliveira
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
Mary Alvarenga
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 

Último (20)

TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da químicaTEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
 
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
 
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
 
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdfLEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
 
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 

A retórica

  • 2. A palavra “retórica” deriva da palavra grega “ rhêtorikê” que significa “arte da palavra”. A retórica surgiu na grécia antiga. Origem do termo “retórica
  • 3. A retórica é a arte da persuasão através do discurso. Definição comum do termo “retórica
  • 4. Objetivo: Fazer um auditório aderir aos pontos de vista que defende. Definição comum do termo “retórica
  • 5. Aristóteles atribui um papel positivo à retórica porque; 1. A retórica está ao serviço da verdade e da justiça; 2. Devemos ser capazes de nos defender verbalmente. A retórica é uma alternativa à violência; Utilidade da retórica
  • 6. 1. Há alguns auditórios que nem mesmo a ciência mais exata consegue persuadir. Utilidade da retórica
  • 7. A retórica não é a arte da persuasão, mas a arte que permite determinar quais são os meios de persuasão mais adequados a cada caso. Definição aristotélica do termo “retórica
  • 8. Representada por um triângulo. Situação retóricva Discurso Orador ou retor – aquele que recorre ao discurso para persuadir alguém Auditório – conjunto de pessoas que o orador visa persuadir
  • 9. Representados por um triângulo. Meios (“provas”) de persuasão Logos – na própria argumentação Ethos – carácter do orador Pathos – no estado emocional do auditório
  • 10. 1. As provas não-técnicas: 2. As provas técnicas. Tipos de provas
  • 11. 1. As provas não-técnicas: são específicas da retórica judicial, são aquelas que já existem e que o orador só tem de usar no seu discurso. EX: as leis, os testemunhos, os contratos, e os juramentos. Tipos de provas
  • 12. 2. As provas técnicas: aquelas que podem ser preparadas pelo orador. Estas são de três espécies: 1) As que residem no carácter moral do orador (ethos); Tipos de provas
  • 13. 2) As que se encontram no modo como se dispõe o auditório ( pathos); 3) As que residem no próprio discurso, pelo que este demonstra ou parece demonstrar (logos). Tipos de provas
  • 15. 1. A persuasão é obtida quando o discurso é proferido de maneira a deixar no auditório a impressão de que o carácter do orador o torna digno de fé. Ethos
  • 16. Ethos
  • 17. 1.O apelo ao ethos é persuasivo se o orador: • Inspirar confiança ao dar a ideia de ser alguém que sabe do que fala; • Dar a impressão de que é uma pessoa honesta, e íntegra. Ethos
  • 18. 3. O discurso cria no auditório uma imagem do orador como pessoa prudente, virtuosa e benevolente. Ethos
  • 19. 4. Dispositivos que tornam credíveis s seus argumentos • Autoridade – apresentar-se como especialista no assunto • Apoiar-se na autoridade de outros, para mostrar que especialistas estão de acordo com ele. Ethos
  • 20. 5. A evitar: • Falácia do argumento conta o homem • Apelo falacioso à autoridade. Ethos
  • 21. 1. A persuasão é obtida quando o auditório é levado pelo discurso a sentir emoções. Pathos
  • 23. 2. As pessoas deixam-se persuadir porque o orador associa emoções positivas ao que defende e negativas ao que ataca; Pathos
  • 24. 3. Dispositivos a usar para suscitar emoções: • Apelo ao povo (popularidade); • Apelo à piedade e compaixão. Pathos
  • 25. 1. A persuasão é obtida quando se mostra pelo discurso a verdade ou o que parece ser verdade. 2. É a prova retórica por excelência; Logos
  • 26. LOGOS
  • 27. 3. NO LOGOS os meios de persuasão são: • Argumentos dedutivos e indutivos, argumentos por analogia, etc; • O entimema (argumentos dedutivos com uma premissa omitida) facilmente acompanhados prelo auditório; Logos
  • 28. • O exemplo (uma espécie de regra ou modelo de algo). Dois tipos de exemplos: • As que se baseiam em casos passados e as fábulas e parábolas. Logos
  • 29. 4. O melhor é apresentar os argumentos de uma forma abreviada e sugestiva, apoiando- se em exemplos isolados e suprimindo premissas. Logos
  • 30. Existe uma relação estreita entre o logos, o ethos e o pathos, uma vez que as emoções (pathos) que o discurso (logos) do orador suscita no auditório têm um papel importante na construção da imagem que este faz do carácter (ethos) do orador e, desse modo, da sua capacidade de persuasão. Relação entre os meios de persuasão