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A ORIGEM OU FONTE DO CONHECIMENTO
Empirismo – Teoria que defende que a mente humana, à nascença, nem tem qualquer tipo de ideia, tal como
uma página branca.
Segundo o empirismo, essa página branca vai ser depois preenchida com essas ideias que advém da
nossa experiencia de vida, e que depois ficam na nossa consciência.
Considera que a experiencia é o ponto de partida e o limite do conhecimento. Assim, antes do contacto
sensorial com o objeto não há possibilidade de representação. Se o conteúdo das ideias é obrigatoriedade a
matéria sensível, então não existem ideias inatas.
Empirismo de David Hume
Todo o conhecimento deriva da experiencia, uma vez que é pelos sentidos que captamos a matéria
das representações.
A capacidade cognitiva da razão humana é limitada e não existe nenhum fundamento objetivo para o
conhecimento.
Todas as nossas ideias têm origem nas impressões dos sentidos.
As impressões são os dados imediatos da experiencia como, p.e., as sensações. Estas possuem um
elevado grau de força e vivacidade, porque correspondem a uma correlação mental imediata da experiencia
sensível. Elas são o ponto de partida dos conhecimentos.
As ideias são as representações que construímos a partir das impressões. Estas são apenas réplicas
esbatidas e enfraquecidas das impressões no pensamento, e surgem na forma de memórias ou imagens.
Não pode existir ideia sem uma impressão prévia. Não há conhecimento fora dos limites impostos
pelas impressões.
DO QUE NÃO HÁ IMPRESSÃO, NÃO HÁ CONHECIMENTO
Conhecimento como relação de ideias
Consiste em estabelecer relações entre as ideias que fazem parte de uma afirmação ou de um
pensamento. Podemos relacionar ideias sem recorrer à experiencia, embora todas as ideias derivem das
impressões sensíveis. O conhecimento de relação de ideias é independente dos factos e não nos dá novas
informações. Este tipo de conhecimento está principalmente ligado à matemática e à lógica. Trata-se de um
conhecimento que relaciona conceitos ou ideias e que se baseia no princípio da não contradição. Assim, a
verdade das proposições é determinada à priori.
Conhecimento como relação de factos
Baseia-se na experiencia sensível e é-nos proporcionado pelas nossas impressões. Não se baseia no
princípio da não contradição, já que é possível afirmar o contrário de um facto. A verdade das proposições só
pode ser determinada através do confronto com a experiência, isto é, à posteriori.
O problema de causalidade
Todas as ideias derivam de impressões sensíveis. Assim, do que não há impressão sensível não há
conhecimento.
Deste modo, não podemos dizer que tenhamos conhecimento à priori da causa de um acontecimento,
ou de um facto.
Embora tendo consciência da importância que o princípio de causalidade teve na história da
humanidade, Hume vai submete-la a uma crítica rigorosa.
Segundo Hume, o nosso conhecimento dos factos restringe-se às impressões atuais e às recordações
de impressões passadas. Assim, se não dispomos de impressões relativas ao que acontecerá no futuro,
também não possuímos o conhecimento dos factos futuros. Não podemos dizer que o que acontece no futuro
porque um facto futuro ainda não aconteceu.
Contudo, há muitos factos que esperamos que se verifiquem no futuro. P.e., esperamos que um papel
se queime se o atirarmos ao fogo. Esta certeza que julgamos ter baseia-se na noção de causa (nós realizamos
uma inferência causal), ou seja, atribuímos ao fogo a causa do papel se queimar.
Sucede que não dispomos que qualquer impressão da ideias de causalidade necessária entre os
fenómenos.
Hume afirma que só a partir da experiencia é que se pode conhecer a relação entre a causa e o efeito.
Não se pode ultrapassar o que a experiencia nos permite.
A experiência é a única fonte de validade dos conhecimentos de factos – quer dizer que só podemos
ter um conhecimento à posteriori.
A única coisa que sabemos é que entre 2 fenómenos se verificou, no passado, uma sucessão constante,
ou seja, que a um determinado facto ocorreu sempre um mesmo facto.
Conclusões de Hume
Para Hume, é o hábito que nos leva a inferir uma relação de causa e efeito entre 2 fenómenos.
Se no passado ocorreu sempre um determinado facto a seguir a outro, então nós esperamos que no
presente e no futuro também ocorra assim.
O hábito e o costume permitem-nos partir de experiencias passadas e presentes em direção ao futuro.
Por isso, o nosso conhecimento de factos futuros não é um conhecimento rigoroso, é apenas uma convicção
que se baseia num princípio psicológico: o hábito.
O hábito é, no entanto, um guia importante na vida prática e no dia-a-dia. Uma vez que ainda não
vivemos no futuro, o hábito permite-nos esperar o que nos poderá acontecer e leva-nos a ter prudência e
cuidado, ou boas expetativas.
Enquanto seres humanos, temos vontade (e adaptamo-nos à ideia) de que o futuro seja previsível e,
portanto, controlável.

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O empirismo de david hume

  • 1. A ORIGEM OU FONTE DO CONHECIMENTO Empirismo – Teoria que defende que a mente humana, à nascença, nem tem qualquer tipo de ideia, tal como uma página branca. Segundo o empirismo, essa página branca vai ser depois preenchida com essas ideias que advém da nossa experiencia de vida, e que depois ficam na nossa consciência. Considera que a experiencia é o ponto de partida e o limite do conhecimento. Assim, antes do contacto sensorial com o objeto não há possibilidade de representação. Se o conteúdo das ideias é obrigatoriedade a matéria sensível, então não existem ideias inatas. Empirismo de David Hume Todo o conhecimento deriva da experiencia, uma vez que é pelos sentidos que captamos a matéria das representações. A capacidade cognitiva da razão humana é limitada e não existe nenhum fundamento objetivo para o conhecimento. Todas as nossas ideias têm origem nas impressões dos sentidos. As impressões são os dados imediatos da experiencia como, p.e., as sensações. Estas possuem um elevado grau de força e vivacidade, porque correspondem a uma correlação mental imediata da experiencia sensível. Elas são o ponto de partida dos conhecimentos. As ideias são as representações que construímos a partir das impressões. Estas são apenas réplicas esbatidas e enfraquecidas das impressões no pensamento, e surgem na forma de memórias ou imagens. Não pode existir ideia sem uma impressão prévia. Não há conhecimento fora dos limites impostos pelas impressões. DO QUE NÃO HÁ IMPRESSÃO, NÃO HÁ CONHECIMENTO Conhecimento como relação de ideias Consiste em estabelecer relações entre as ideias que fazem parte de uma afirmação ou de um pensamento. Podemos relacionar ideias sem recorrer à experiencia, embora todas as ideias derivem das impressões sensíveis. O conhecimento de relação de ideias é independente dos factos e não nos dá novas informações. Este tipo de conhecimento está principalmente ligado à matemática e à lógica. Trata-se de um conhecimento que relaciona conceitos ou ideias e que se baseia no princípio da não contradição. Assim, a verdade das proposições é determinada à priori. Conhecimento como relação de factos Baseia-se na experiencia sensível e é-nos proporcionado pelas nossas impressões. Não se baseia no princípio da não contradição, já que é possível afirmar o contrário de um facto. A verdade das proposições só pode ser determinada através do confronto com a experiência, isto é, à posteriori.
  • 2. O problema de causalidade Todas as ideias derivam de impressões sensíveis. Assim, do que não há impressão sensível não há conhecimento. Deste modo, não podemos dizer que tenhamos conhecimento à priori da causa de um acontecimento, ou de um facto. Embora tendo consciência da importância que o princípio de causalidade teve na história da humanidade, Hume vai submete-la a uma crítica rigorosa. Segundo Hume, o nosso conhecimento dos factos restringe-se às impressões atuais e às recordações de impressões passadas. Assim, se não dispomos de impressões relativas ao que acontecerá no futuro, também não possuímos o conhecimento dos factos futuros. Não podemos dizer que o que acontece no futuro porque um facto futuro ainda não aconteceu. Contudo, há muitos factos que esperamos que se verifiquem no futuro. P.e., esperamos que um papel se queime se o atirarmos ao fogo. Esta certeza que julgamos ter baseia-se na noção de causa (nós realizamos uma inferência causal), ou seja, atribuímos ao fogo a causa do papel se queimar. Sucede que não dispomos que qualquer impressão da ideias de causalidade necessária entre os fenómenos. Hume afirma que só a partir da experiencia é que se pode conhecer a relação entre a causa e o efeito. Não se pode ultrapassar o que a experiencia nos permite. A experiência é a única fonte de validade dos conhecimentos de factos – quer dizer que só podemos ter um conhecimento à posteriori. A única coisa que sabemos é que entre 2 fenómenos se verificou, no passado, uma sucessão constante, ou seja, que a um determinado facto ocorreu sempre um mesmo facto. Conclusões de Hume Para Hume, é o hábito que nos leva a inferir uma relação de causa e efeito entre 2 fenómenos. Se no passado ocorreu sempre um determinado facto a seguir a outro, então nós esperamos que no presente e no futuro também ocorra assim. O hábito e o costume permitem-nos partir de experiencias passadas e presentes em direção ao futuro. Por isso, o nosso conhecimento de factos futuros não é um conhecimento rigoroso, é apenas uma convicção que se baseia num princípio psicológico: o hábito. O hábito é, no entanto, um guia importante na vida prática e no dia-a-dia. Uma vez que ainda não vivemos no futuro, o hábito permite-nos esperar o que nos poderá acontecer e leva-nos a ter prudência e cuidado, ou boas expetativas. Enquanto seres humanos, temos vontade (e adaptamo-nos à ideia) de que o futuro seja previsível e, portanto, controlável.