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           Inovação




          O papel do CIO
     no processo de Inovação
         Campos do Jordão_19/05/07


        Prof. Moysés Simantob
         msimantob@fgvsp.br
        www.inovforum.org.br
Moysés Simantob
  Professor do Departamento de Operações na FGV-EAESP, da
disciplina de Inovação nas Organizações
 Co-fundador e coordenador executivo do Fórum de Inovação da
FGV-EAESP
 Atuou no grupo Telecom Italia Mobile - TIM e saiu para fundar a
ValueNet – Incubadora de empresas para internet
  Autor do Guia Valor Econômico de Inovação nas Empresas,
com Roberta Lippi, em 2003
  Co-autor e organizador da série de livros Organizações
Inovadoras, 2003 e 2007
  Colabora com várias organizações como palestrante e assessor
especializado em inovação estratégica           Moysés Simantob 2007
Copyright © 2006, Moysés Simantob.
Pesquisa com 33 CEOs
Inovação nas Empresas
4 ondas de Inovação no Brasil
                                4ª Onda
                    3ª Onda
          2ª Onda
1ª Onda




Por quê
INOVAR?   O que é
          INOVAÇÃO?   Como
                      INOVAR?     Para que
                                  INOVAR?
O paradoxo: + investimento = -
           lucro
• Empresas despejam dinheiro nos seus 'core
  businesses';
• Contratam pesquisas de marketing e fazem
  campanhas;
• Investem em TI, terceirizam e redesenham
  processos, mas...
Protagonistas de ontem
        tonando-
        tonando-se coadjuvantes
Curva de demanda em monopólio
                                          O capital é como o DNA:
                                       ao longo do tempo vai perdendo
                                       sua capacidade de reprodução.
Preço




        Lucros Decrescentes
        não são algo anormal
        numa economia dinâmica

        demada da firma = demanda de
        mercado



                                         Quantidade
Com o tempo a estrutura de mercado
     tende a transformar-se em
              transformar-
 concorrência perfeita: pela imitação
Curva de demanda em mercado
 concorrencial
Preço




        Produtos substitutos
        Patentes expiram
        Matérias-primas disputadas
        Preço é variável exógena
        Prevalece oferta e procura


                                     Quantidade
Inovar porquê e pra quê?
...Inovar para...
                       Perpetuar
                        Crescer
                       Sobreviver

      Para criar monopólios temporários, que a
    concorrência se encarregará de decretar o fim deles.
       Quanto mais próximo do monopólio, melhor.
              Trata-se de uma Estratégia Única:
        Fazer e vender o que a concorrência ainda
          não sabe fazer (sempre por pouco tempo)
Campos de Ação da Inovação
  As inovações são classificadas de acordo com o seu
  campo de ação: social, tecnológico, organizacional,
   comercial. Nestes campos ela pode apresentar as
                  seguintes tipologias


               Produto/Serviço           Processo

                             Rompedora

           Gestão/Marca/Design     Conceito de Negócio


     A Inovação Rompedora é subjacente a esse modelo
     e pode estar presente em todos os campos
Fonte: Fórum de Inovação
Inovações do tipo fortalecedoras ou destruidoras de
  competências podem ser incrementais ou radicais,
            componentes ou sistêmicas:


                 Conceito
      Radical                 Inovação
                   de
                              Disruptiva
                 Negócios



                             Melhoria de
Incremental
                 Melhorias
                              Processos
                 contínuas
                             de Negócios

                Componente    Sistêmico

Fonte: Hamel
Casos de sucesso em Inovação Rompedora

Modelo de negócio modular;                                  Lançou a linha Reciclato
  depois de se tornar maior    Lançou a familia de chips
                                “low end” Celeron para      tendo antes construido a
provedor de jatos de 70-150                                 cadeia de suprimento de
  lugares aposta nos jatos      enfrentar a AMD; hoje a
                                 linha Celeron líder de    matéria-prima em parceria
 comerciais de 6 a 8 lugares                                  com a Associação dos
                                        vendas
                                                               Catadores de Papel

    Mobile Brasil
                                Especializou-se na         Fugiu da tendência seguida
  Liderou a introdução da    produção low-cost (mini-             pelos principais
tecnologia GSM no Brasil e    usinas) de produtos de         fornecedores – handsets
 inovou no relacionamento aço. Repetiu com sucesso                 carregados de
fabricantes - grande varejo   esse modelo em outros         funcionalidades - apostou
   facilitando o acesso do           mercados              na simplicidade e elegância
 celular pelas classes C e D                                    com o modelo Razr
                                 Inovou de forma rompedora em
                                 vários mercados. Recentemente
                                    para ter acesso rápido aos
                                  mercados residencial das PME
                               empresas comprou e integrou com
                                        sucesso a Linksys
                                                                Prof. Luiz C. Moraes Rego - FGV
Afinal, o que as
empresas procuram?
O que as empresas procuram?
•   Crescimento desproporcional
•   Fuga da irrelevância
•   Reinventar as regras da indústria
•   Aumentar o market cap da empresa
•   Criar novas fontes de receita através de novos negócios
•   Explorar competências existentes
•   Ajudar a definir o seu futuro
•   Definir uma visão proprietária do futuro
•   Acelerar o processo da idéia ao negócio
•   Criar um fluxo de idéias, experimentos, oportunidades e
    negócios
•   Aumentar o nível de Retenção da organização
América Latina – Alguns Mitos sobre
          Inovação em empresas
1. Inovação é para aqueles que falam e ensinam, não para
    aqueles que fazem
2. O mundo não precisa ser mudado
3. É mais importante quem conhecemos do que o quê
    conhecemos
4. Culpar fatores macro-económicos
                   macro-
5. Cópia de modelos de negócios desenvolvidos em outras
    geografias é o caminho preferido
6. Extrema aversão ao risco
7. “Outras pessoas decidem o que é bom para mim”
8. Cargos têm pouca autonomia e pouco risco
9. Recompensas estão alinhadas com o nível de risco
10. O funcionário médio tem um baixo conhecimento de negócio
Separando a retórica da
              realidade:
           Uma pesquisa...
•   As empresas geralmente respondem “sim”...
    – A inovação é considerada uma vantagem competitiva crítica?
    – O presidente desafia você a se tornar mais inovativo?
    – A inovação está listada entre os valores da empresa?
    – A inovação é uma prioridade?



•   As empresas geralmente respondem “não”...
    – Os processos de gestão empresariais apóiam a inovação?
    – Você tem um processo formal de inovação (além de P&D)?
    – Há métricas de desempenho para inovação?
    – O processo de revisão de desempenho da empresa foca explicitamente na
      performance de inovação?

                         206 respondentes de 23 empresas
Quais são os principais obstáculos?
 1. Idéias órfãs (5 votos)
 2.  Ameaça de canibalização (11 votos)
 3.  Domínio de velhos modelos mentais (21 votos)
 4.  Alocação de recursos presa ao passado (36 votos)
 5.  Poucas recompensas para assunção de risco e
    empreendedorismo (45 votos)
 6. Falta de capital de mentor para apoiar novos
    empreendimentos (12 votos)
 7. Incapacidade de equilibrar independência e
    interdependência (13 votos)
 8. Incapacidade de rapidamente construir apoio para um novo
    modelo de negócios (9 votos)
 9. Falta de processo explícito para gerenciar diferentemente
    diferentes tipos de inovação (12 votos)
 Total de votos: 169
Em toda empresa existem
  ortodoxias sobre...
O Produto/Serviço:
– Que forma o produto/serviço deve ter
– Como benefícios são definidos e o valor
  entregue
– Como o produto ou serviço é configurado
– Como o produto ou serviço é cobrado
O Mercado:
– Quem são os clientes
– Como o contato com o cliente é estruturado
A Indústria:
– Com quem competimos
– Como a cadeia de valor é estruturada
– Como e quando os lucros são extraídos
– Que competências-chave são necessárias para
      competências-
  o sucesso
Otimização                   Inovação




                                                                                              Adaptado de: “Conversation Management,” European Management Journal, Dezembro 1996.
                                      Foco no presente     Foco no futuro
            Foco                              Certezas     Possibilidades
                                           “Realidade”     “Descobertas”




                                                                                                                                                          Journal,
Conversação Conhecimento
             Natureza do




                           Confirmação de conhecimento     Desenvolvimento de conhecimento
                                    Linguagem estática     Linguagem dinâmica
                                      Indústria definida   Criação de indústria
                               Premissas são implícitas    Premissas devem ser explicitadas

                                              Defesa        Diálogo
 Regras de




                                 Exposição autoritária     Exposição hipotética
                                Busca de fechamento        Abertura de novas conversações
                                         Papéis fixos      Papéis dinâmicos
                           Conhecimento especializado      Imaginação manda
                                              manda
Competitividade, Tecnologia e Inovação
                                                                                                               Inovação


                    Flexibilidade
                                                                                                               Sistêmica
             Tempo                                                                                                Ou
                                                                                                               Quântica
  Qualidade                                                                                       Autônomo
                                                                                                     ou
                                                                                                    Melhoria
Custo                                                                                              Contínua:
                                                                                                    PDCA

  Adaptado de : Bolwijn,P.T.e Kumpe, T.;Manufacturing in the 1990’s-Productivity,Flexibility and Innovation.Long Range
                                             Planning,vol.23,n4,1990.


                                                                     Copyright © 2004, Moysés Simantob.
Moral da História…


• O sucesso empresarial depende da
  capacidade de inovar estrategicamente;

• Inovações de produto e processo são
  consequências dessa capacidade;

• Desenvolvê-la exige um esforço orientado de
  'psicanálise empresarial'.


                                    Copyright,2007 Moysés Simantob
Moral da história...

• Inovação não é obra de super-heróis;
• Inovações de produto podem ocorrer ao
  acaso, pelo esforço de um indivíduo solitário ou
  mesmo por imitação. Contudo, um fluxo
  sistemático de inovações que se converta em
  diferencial competitivo demanda uma ação
  coletiva, orientada por uma visão própria do
  mercado e do papel da empresa nesse
  mercado;
• O desafio é construir essa visão.

                                      Copyright,2007 Moysés Simantob
Open Mind
                   Estratégia /
                   Visão          Ponto-de-Vista
  Sustentação




 Cultura /         Inovação             Liderança /
 Pessoas                                Gestão



                                   Desenvolvimento
   Implementação
                   Processos /
                   Estrutura
                                        Copyright,2007 Moysés Simantob
O que aprendi com Silvio Meira do
                                C.E.S.A.R.


1.   i é poder pra interpretar , capacidade de decidir o que vai talvez ser
     feito
2.   I é poder pra se
                mudar - é centrado em vc e vc deve fazer o que
     pensa que não pode
3.   i é vencer resistências e assumir risco
4.   i é para eliminar frases de que ´aqui as coisas são assim´ . Coisas não
     são , coisas estão assim temporariamente como parte de processo
     de mudança
5.   i normalmente vem associado ao não, quando deveria ser sim e daí?
6.   i funciona de trás pra frente, em ‘ s´, pergunto pra que e depois digo o
     que é preciso
7.    i é fazer algo que te deixe pelado de medo , uma vez por dia

8.   i é pratica tem que fazer todo dia ninguém relaxa lendo, relaxa
     praticando
Dilemas do CIO
                                        [ i_hub_C2 ]


Realidades                          Novas
 Similares                       Perspectivas

 Escala                          Velocidade
 Eficiência                 Experimentação
 Diligência                     Imaginação
 Controle                           Criação
 Alinhamento                    Diversidade
 Hierarquia                          Network
 Info é poder                   Generosidade
 Produtividade                          Valor
 Soluções Globais            Thinking Local
A inovação pode e deve ser gerida
por um fluxo contínuo de experimentos,                                   [ i_hub_C5 ]
como no modelo do funil...
                 Revisão por pares
                                          Revisão de aprovação
                 para refinamento
                                          pela alta gerência




                                                                 lançamento




         1a Etapa                 2a Etapa            3a Etapa

   Geração de idéias,       Detalhamento dos         Desenvolvimento
   conceitos e tecnologia   limites dos projetos e   rápido e focado de
                            tecnologia necessária    projetos de vários
                                                     tipos
                                                                 Fonte: Clark e Wheelwright
Criando oportunidade através do
Fluxo de Inovação                                  [ i_hub_C5 ]


                     Fluxo de Inovação




  Portfólio     Portfólio        Portfólio
                                                   Portfólio
     de            de               de
                                                 de Negócios
   Idéias     Experimentos     Oportunidades




  Imagine       Desenhe          Experimente /       Escala
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O ambiente de Inovação   [ i_hub_C7 ]




                                  Moysés Simantob 2007
Mentalidade de Sustentabilidade


                              stakeholders
                              demandam e
                           influenciam novas
                              estratégias e
                            práticas medidas
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                                       Moysés Simantob 2007
O desafio da Inovação
Fontes bibliográficas metodológicas

Richard Leifer , Christopher M. McDermott , Gina Colarelli O'Connor , Lois S. Peters, Mark Rice , Robert W.
  Veryzer ; Radical Innovation: How Mature Companies Can Outsmart Upstarts

Tom Kelley, Jonathan Littman, Tom Peters; The Art of Innovation : Lessons in Creativity from Ideo,
 America's Leading Design Firm

James M. Utterback; Mastering the Dynamics of Innovation

William L. Miller e Langdon Morris; Fourth Generation R&d : Managing Knowledge, Technology, and
 Innovation

  Bill Dresselhaus; ROI : Return On Innovation

Robert A. Burgelman, Modesto A. Maidique, Steven C. Wheelwright; Strategic Management of Technology
  and Innovation

Peter Fingar, Ronald Aronica, Bryan Maizlish; The Death of "e" and the Birth of the Real New Economy :
  Business Models, Technologies and Strategies for the 21st Century




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Fontes bibliográficas e metodológicas
Gerwin, D.; e Kolodny, H.; Management of Advanced Manufacturing Technology: Strategy,
 Organization and Innovation; Wiley; NY, 1992

Higgins, James M.; Innovate or Evaporate; New management Publishing Co.; Winter Park, FL, 1995

Janszen, Felix; The Age of Innovation; Pearson Education; London, 2000

Kanter, Rosabeth Moss; On the Frontiers of Management; HBS Press; Boston, 1997

Leifer, Richard; et alii; Radical Innovation: How Mature Companies can outsmart Upstarts; HBS Press;
  Boston, 2000

Rogers, Everett M.; Diffusion of Innovations; The Free Press; NY, 1995; 4th ed.

Tidd, J.; Bessant, J.; e Pavitt, K.; Managing Innovation; Wiley; NY, 1997

Utterback, James M.; Mastering the Dynamics of Innovation; HBS Press; Boston, 1996

Van de Ven, A.H.; et alii; The Innovation Journey; Oxford University Press; NY, 1999




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  • 1. Brasoftware - Painel de discussão Inovação O papel do CIO no processo de Inovação Campos do Jordão_19/05/07 Prof. Moysés Simantob msimantob@fgvsp.br www.inovforum.org.br
  • 2. Moysés Simantob Professor do Departamento de Operações na FGV-EAESP, da disciplina de Inovação nas Organizações Co-fundador e coordenador executivo do Fórum de Inovação da FGV-EAESP Atuou no grupo Telecom Italia Mobile - TIM e saiu para fundar a ValueNet – Incubadora de empresas para internet Autor do Guia Valor Econômico de Inovação nas Empresas, com Roberta Lippi, em 2003 Co-autor e organizador da série de livros Organizações Inovadoras, 2003 e 2007 Colabora com várias organizações como palestrante e assessor especializado em inovação estratégica Moysés Simantob 2007
  • 3. Copyright © 2006, Moysés Simantob.
  • 4. Pesquisa com 33 CEOs Inovação nas Empresas
  • 5.
  • 6. 4 ondas de Inovação no Brasil 4ª Onda 3ª Onda 2ª Onda 1ª Onda Por quê INOVAR? O que é INOVAÇÃO? Como INOVAR? Para que INOVAR?
  • 7. O paradoxo: + investimento = - lucro • Empresas despejam dinheiro nos seus 'core businesses'; • Contratam pesquisas de marketing e fazem campanhas; • Investem em TI, terceirizam e redesenham processos, mas...
  • 8. Protagonistas de ontem tonando- tonando-se coadjuvantes Curva de demanda em monopólio O capital é como o DNA: ao longo do tempo vai perdendo sua capacidade de reprodução. Preço Lucros Decrescentes não são algo anormal numa economia dinâmica demada da firma = demanda de mercado Quantidade
  • 9. Com o tempo a estrutura de mercado tende a transformar-se em transformar- concorrência perfeita: pela imitação Curva de demanda em mercado concorrencial Preço Produtos substitutos Patentes expiram Matérias-primas disputadas Preço é variável exógena Prevalece oferta e procura Quantidade
  • 10. Inovar porquê e pra quê? ...Inovar para... Perpetuar Crescer Sobreviver Para criar monopólios temporários, que a concorrência se encarregará de decretar o fim deles. Quanto mais próximo do monopólio, melhor. Trata-se de uma Estratégia Única: Fazer e vender o que a concorrência ainda não sabe fazer (sempre por pouco tempo)
  • 11. Campos de Ação da Inovação As inovações são classificadas de acordo com o seu campo de ação: social, tecnológico, organizacional, comercial. Nestes campos ela pode apresentar as seguintes tipologias Produto/Serviço Processo Rompedora Gestão/Marca/Design Conceito de Negócio A Inovação Rompedora é subjacente a esse modelo e pode estar presente em todos os campos Fonte: Fórum de Inovação
  • 12. Inovações do tipo fortalecedoras ou destruidoras de competências podem ser incrementais ou radicais, componentes ou sistêmicas: Conceito Radical Inovação de Disruptiva Negócios Melhoria de Incremental Melhorias Processos contínuas de Negócios Componente Sistêmico Fonte: Hamel
  • 13. Casos de sucesso em Inovação Rompedora Modelo de negócio modular; Lançou a linha Reciclato depois de se tornar maior Lançou a familia de chips “low end” Celeron para tendo antes construido a provedor de jatos de 70-150 cadeia de suprimento de lugares aposta nos jatos enfrentar a AMD; hoje a linha Celeron líder de matéria-prima em parceria comerciais de 6 a 8 lugares com a Associação dos vendas Catadores de Papel Mobile Brasil Especializou-se na Fugiu da tendência seguida Liderou a introdução da produção low-cost (mini- pelos principais tecnologia GSM no Brasil e usinas) de produtos de fornecedores – handsets inovou no relacionamento aço. Repetiu com sucesso carregados de fabricantes - grande varejo esse modelo em outros funcionalidades - apostou facilitando o acesso do mercados na simplicidade e elegância celular pelas classes C e D com o modelo Razr Inovou de forma rompedora em vários mercados. Recentemente para ter acesso rápido aos mercados residencial das PME empresas comprou e integrou com sucesso a Linksys Prof. Luiz C. Moraes Rego - FGV
  • 14. Afinal, o que as empresas procuram?
  • 15. O que as empresas procuram? • Crescimento desproporcional • Fuga da irrelevância • Reinventar as regras da indústria • Aumentar o market cap da empresa • Criar novas fontes de receita através de novos negócios • Explorar competências existentes • Ajudar a definir o seu futuro • Definir uma visão proprietária do futuro • Acelerar o processo da idéia ao negócio • Criar um fluxo de idéias, experimentos, oportunidades e negócios • Aumentar o nível de Retenção da organização
  • 16. América Latina – Alguns Mitos sobre Inovação em empresas 1. Inovação é para aqueles que falam e ensinam, não para aqueles que fazem 2. O mundo não precisa ser mudado 3. É mais importante quem conhecemos do que o quê conhecemos 4. Culpar fatores macro-económicos macro- 5. Cópia de modelos de negócios desenvolvidos em outras geografias é o caminho preferido 6. Extrema aversão ao risco 7. “Outras pessoas decidem o que é bom para mim” 8. Cargos têm pouca autonomia e pouco risco 9. Recompensas estão alinhadas com o nível de risco 10. O funcionário médio tem um baixo conhecimento de negócio
  • 17. Separando a retórica da realidade: Uma pesquisa... • As empresas geralmente respondem “sim”... – A inovação é considerada uma vantagem competitiva crítica? – O presidente desafia você a se tornar mais inovativo? – A inovação está listada entre os valores da empresa? – A inovação é uma prioridade? • As empresas geralmente respondem “não”... – Os processos de gestão empresariais apóiam a inovação? – Você tem um processo formal de inovação (além de P&D)? – Há métricas de desempenho para inovação? – O processo de revisão de desempenho da empresa foca explicitamente na performance de inovação? 206 respondentes de 23 empresas
  • 18. Quais são os principais obstáculos? 1. Idéias órfãs (5 votos) 2. Ameaça de canibalização (11 votos) 3. Domínio de velhos modelos mentais (21 votos) 4. Alocação de recursos presa ao passado (36 votos) 5. Poucas recompensas para assunção de risco e empreendedorismo (45 votos) 6. Falta de capital de mentor para apoiar novos empreendimentos (12 votos) 7. Incapacidade de equilibrar independência e interdependência (13 votos) 8. Incapacidade de rapidamente construir apoio para um novo modelo de negócios (9 votos) 9. Falta de processo explícito para gerenciar diferentemente diferentes tipos de inovação (12 votos) Total de votos: 169
  • 19. Em toda empresa existem ortodoxias sobre... O Produto/Serviço: – Que forma o produto/serviço deve ter – Como benefícios são definidos e o valor entregue – Como o produto ou serviço é configurado – Como o produto ou serviço é cobrado O Mercado: – Quem são os clientes – Como o contato com o cliente é estruturado A Indústria: – Com quem competimos – Como a cadeia de valor é estruturada – Como e quando os lucros são extraídos – Que competências-chave são necessárias para competências- o sucesso
  • 20. Otimização Inovação Adaptado de: “Conversation Management,” European Management Journal, Dezembro 1996. Foco no presente Foco no futuro Foco Certezas Possibilidades “Realidade” “Descobertas” Journal, Conversação Conhecimento Natureza do Confirmação de conhecimento Desenvolvimento de conhecimento Linguagem estática Linguagem dinâmica Indústria definida Criação de indústria Premissas são implícitas Premissas devem ser explicitadas Defesa Diálogo Regras de Exposição autoritária Exposição hipotética Busca de fechamento Abertura de novas conversações Papéis fixos Papéis dinâmicos Conhecimento especializado Imaginação manda manda
  • 21. Competitividade, Tecnologia e Inovação Inovação Flexibilidade Sistêmica Tempo Ou Quântica Qualidade Autônomo ou Melhoria Custo Contínua: PDCA Adaptado de : Bolwijn,P.T.e Kumpe, T.;Manufacturing in the 1990’s-Productivity,Flexibility and Innovation.Long Range Planning,vol.23,n4,1990. Copyright © 2004, Moysés Simantob.
  • 22. Moral da História… • O sucesso empresarial depende da capacidade de inovar estrategicamente; • Inovações de produto e processo são consequências dessa capacidade; • Desenvolvê-la exige um esforço orientado de 'psicanálise empresarial'. Copyright,2007 Moysés Simantob
  • 23. Moral da história... • Inovação não é obra de super-heróis; • Inovações de produto podem ocorrer ao acaso, pelo esforço de um indivíduo solitário ou mesmo por imitação. Contudo, um fluxo sistemático de inovações que se converta em diferencial competitivo demanda uma ação coletiva, orientada por uma visão própria do mercado e do papel da empresa nesse mercado; • O desafio é construir essa visão. Copyright,2007 Moysés Simantob
  • 24. Open Mind Estratégia / Visão Ponto-de-Vista Sustentação Cultura / Inovação Liderança / Pessoas Gestão Desenvolvimento Implementação Processos / Estrutura Copyright,2007 Moysés Simantob
  • 25. O que aprendi com Silvio Meira do C.E.S.A.R. 1. i é poder pra interpretar , capacidade de decidir o que vai talvez ser feito 2. I é poder pra se mudar - é centrado em vc e vc deve fazer o que pensa que não pode 3. i é vencer resistências e assumir risco 4. i é para eliminar frases de que ´aqui as coisas são assim´ . Coisas não são , coisas estão assim temporariamente como parte de processo de mudança 5. i normalmente vem associado ao não, quando deveria ser sim e daí? 6. i funciona de trás pra frente, em ‘ s´, pergunto pra que e depois digo o que é preciso 7. i é fazer algo que te deixe pelado de medo , uma vez por dia 8. i é pratica tem que fazer todo dia ninguém relaxa lendo, relaxa praticando
  • 26. Dilemas do CIO [ i_hub_C2 ] Realidades Novas Similares Perspectivas Escala Velocidade Eficiência Experimentação Diligência Imaginação Controle Criação Alinhamento Diversidade Hierarquia Network Info é poder Generosidade Produtividade Valor Soluções Globais Thinking Local
  • 27. A inovação pode e deve ser gerida por um fluxo contínuo de experimentos, [ i_hub_C5 ] como no modelo do funil... Revisão por pares Revisão de aprovação para refinamento pela alta gerência lançamento 1a Etapa 2a Etapa 3a Etapa Geração de idéias, Detalhamento dos Desenvolvimento conceitos e tecnologia limites dos projetos e rápido e focado de tecnologia necessária projetos de vários tipos Fonte: Clark e Wheelwright
  • 28. Criando oportunidade através do Fluxo de Inovação [ i_hub_C5 ] Fluxo de Inovação Portfólio Portfólio Portfólio Portfólio de de de de Negócios Idéias Experimentos Oportunidades Imagine Desenhe Experimente / Escala Avalie MUITOS POUCOS
  • 29. O ambiente de Inovação [ i_hub_C7 ] Moysés Simantob 2007
  • 30. Mentalidade de Sustentabilidade stakeholders demandam e influenciam novas estratégias e práticas medidas no bottom line Moysés Simantob 2007
  • 31. O desafio da Inovação
  • 32. Fontes bibliográficas metodológicas Richard Leifer , Christopher M. McDermott , Gina Colarelli O'Connor , Lois S. Peters, Mark Rice , Robert W. Veryzer ; Radical Innovation: How Mature Companies Can Outsmart Upstarts Tom Kelley, Jonathan Littman, Tom Peters; The Art of Innovation : Lessons in Creativity from Ideo, America's Leading Design Firm James M. Utterback; Mastering the Dynamics of Innovation William L. Miller e Langdon Morris; Fourth Generation R&d : Managing Knowledge, Technology, and Innovation Bill Dresselhaus; ROI : Return On Innovation Robert A. Burgelman, Modesto A. Maidique, Steven C. Wheelwright; Strategic Management of Technology and Innovation Peter Fingar, Ronald Aronica, Bryan Maizlish; The Death of "e" and the Birth of the Real New Economy : Business Models, Technologies and Strategies for the 21st Century Copyright © 2004, Moysés Simantob.
  • 33. Fontes bibliográficas e metodológicas Gerwin, D.; e Kolodny, H.; Management of Advanced Manufacturing Technology: Strategy, Organization and Innovation; Wiley; NY, 1992 Higgins, James M.; Innovate or Evaporate; New management Publishing Co.; Winter Park, FL, 1995 Janszen, Felix; The Age of Innovation; Pearson Education; London, 2000 Kanter, Rosabeth Moss; On the Frontiers of Management; HBS Press; Boston, 1997 Leifer, Richard; et alii; Radical Innovation: How Mature Companies can outsmart Upstarts; HBS Press; Boston, 2000 Rogers, Everett M.; Diffusion of Innovations; The Free Press; NY, 1995; 4th ed. Tidd, J.; Bessant, J.; e Pavitt, K.; Managing Innovation; Wiley; NY, 1997 Utterback, James M.; Mastering the Dynamics of Innovation; HBS Press; Boston, 1996 Van de Ven, A.H.; et alii; The Innovation Journey; Oxford University Press; NY, 1999 Copyright © 2004, Moysés Simantob.