SlideShare uma empresa Scribd logo
ARTE BRASILEIRA
A PARTIR DOS
ANOS 1950
AULA 25
“
 Sociedade da informação, tecnologia e novas
mídias ;
 Subjetividade e liberdade artística ;
 Efemeridade da arte ;
 Abandono dos suportes tradicionais ;
 Mescla de estilos artísticos ;
 Utilização de diferentes materiais ;
 Fusão entre a arte e a vida ;
 Aproximação com a cultura popular ;
 Questionamento sobre a definição de arte ;
 Interação do espectador com a obra.
Movimentos Artísticos
Contemporâneos
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
 Após a Segunda Guerra Mundial
(1939-1945), o novo panorama é
caracterizado pelo avanço da
globalização, cultura de massa e o
desenvolvimento das novas
tecnologias e mídias.
 A arte contemporânea prioriza
principalmente, a ideia , o conceito, a
atitude, acima do objeto artístico
final.
 O objetivo é produzir arte, ao mesmo
tempo que reflete sobre ela.
 Dessa maneira a Arte Contemporânea
rompeu com alguns aspectos da Arte
Moderna e trouxe valores para a
constituição de uma nova mentalidade.
 A Arte Moderna, ligada ao consumo,
da lugar à arte contemporânea,
relacionada com a comunicação:
 A Arte Contemporânea se prolonga até aos dias
atuais, período esse denominado de pós-
modernismo, propondo expressões artísticas
originais a partir de técnicas inovadoras.
O Concretismo
(décadas de 1950 e 1960)
 Movimento de arte abstrata marcado pelo uso de
figuras geométricas e pela elaboração baseada no
raciocínio. Esse movimento artístico foi criado pelo
grupo paulista Ruptura, formado pelos artistas
Haroldo de Campos, Geraldo de Barros e Valdemar
Cordeiro.
 No Rio de Janeiro, surge o grupo Frente que
contesta a arte concreta e inicia o neoconcretismo.
Aproximando-se da pop art e da arte cinética,
elaboram obras de arte valorizando a luz, o espaço e
os símbolos. São deste período: Amilcar de Castro,
Franz Weissmann, Lygia Clark, Lygia Pape e Hélio
O Concretismo e o
Neoconcretismo
 A desconstrução das formas
 A partir da década de 1950, a arte no Brasil passou por
muitas transformações.
 Influências de correntes artísticas europeias .
 Romper com o tradicional e desenvolver novos modelos de
representação.
 O Cubismo e o Futurismo foram influências.
 A geometrização das formas nas obras Bichos de Lygia
Clark
é um exemplo.
O Concretismo no Brasil
 Os seguidores propunham o desprendimento da arte como
expressão dos sentimentos.
 Em oposição á pintura figurativa.
 Valorizava os elementos formais da arte: Linha,ponto, a cor
e o plano.
 Chegou ao Brasil por meio do Suiço Max Bill e Alexander
Calder.
 A produção no Brasil teve início em 1956 , com a
1º Exposição Nacional de Arte Concreta em São Paulo
 Essa exposição reuniu obras de um grupo de artistas
liderados por Waldemar Cordeiro (1925-1973).
Max Bill (1908-1994)
Unidade tripartida,
1948-49.Aço inoxidável.
Altura:114 cm x
largura:88,3 cm x
profundidade:98,2 cm.
Museu de Arte
Contemporânea , São
Paulo (SP).
Alexander Calder (1898-1976)
Mobiles
Waldemar Cordeiro
(1925-1973).
Esses artistas defendiam a renovação
da produção artística nacional por
meio da abstração geométrica e da
aproximação da arte e os processos
industriais
Para isso desenvolveram pesquisas
científicas e passaram a usar materiais
industriais, como esmalte,aglomerado
de madeira,etc
O Neoconcretismo no Rio de
Janeiro
 No Rio formou-se outro
grupo de artistas liderados
por Ivan Serpa (1923-
1973).
 Havia divergências entre
os grupos de São Paulo e
Rio, por causa disso
formou-se em 1959, o
Neoconcretismo , cujos
integrantes criticavam a
excessiva racionalização
do Concretismo.
 Obra sem título, 1954.
O Neoconcretismo
 É considerado um dos mais importantes e
significativos movimentos brasileiros.
 A participação do público proposta por Lygia Clark, na
série bichos influenciou artistas da atualidade como
Marepe (1970-) e outros artistas.
 Cânone, 2006. Bienal de São Paulo.Instalação.
Amilcar de Castro
(1920-2002)
Lygia Clark
(1920-1988)
 Lygia Clark,
pseudônimo de Lygia
Pimentel Lins foi uma
pintora e escultora
brasileira
contemporânea que se
autointitulava "não
artista".
Franz Weissmann (1911-2005)
Lygia
Pape
( 1927-2004)
 Lygia Pape foi uma
gravadora, escultora,
pintora, cineasta,
professora e artista
multimídia brasileira,
identificada com o
movimento conhecido por
neoconcretismo.
 Foto, lingua e sangue
1968;
 Performance de Lygia
Pape é recriada pela
primeira vez na Ásia ;
 A instalação já tem 45
anos, mas é a primeira
vez que é replicada na
Ásia.
Helio Oiticica
(1937-1980)
Artes plásticas
 Instalação ;
 A obra era constituída por
um labirinto de madeira
forrado com areia e pedras,
que, ao ser percorrido pelo
espectador, colocava-o em
contato corporal com
diversos elementos naturais
e culturais do Brasil, como
plantas tropicais e araras
nativas, num percurso que
terminava em frente a um
aparelho de televisão ligado.
 A obra acabaria dando nome
a todo um movimento
cultural, o TROPICALISMO ,
que abarcou diversas
expressões artísticas, e que
teve na música produzida
naquela mesma época por
Gilberto Gil e Caetano
Veloso a sua expressão
mais conhecida.
 Ela fez parte ainda do
manifesto encabeçado por
Oiticica, a chamado “ NOVA
Metaesquema
Parangolé
 Seja Marginal Seja
Herói”, serigrafia em
tecido cetim branco,
criada em 1968 por
Helio Oiticica
Cosmococa – Inhotim -MG
 Cosmococa 5 Hendrix-war, 1973
técnica mista
 À época em que residiu em Nova
York, no início dos anos 1970,
Hélio Oiticica trabalhou em
parceria com o cineasta Neville
D’Almeida na criação de
instalações pioneiras chamadas
de “quasi-cinemas”.
 Estas obras transformam projeções
de slides em instalações
ambientais que submetem o
espectador a experiências
multisensoriais.
 Os quasi-cinemas representam o
ápice do esforço que Oiticica
empreendeu ao longo de sua
carreira para trazer o espectador
para o centro de sua arte e para
criar algo que é tanto um evento ou
processo quanto um objeto ou
produto —um desafio da
tradicionalmente passiva relação
A poesia Concreta
Décio Pignatari (1927-2012)
 A poesia Concreta foi
criada por alguns poetas
que se opunham ás
formas utilizadas nos
versos tradicionais, pois as
consideravam
desgastadas.
 Organização não linear ,
espaços em branco e
elementos sonoros e
visuais.
 Criação de efeitos de
sentido e comunicar
ideias, combinam-se o
Haroldo de Campos (1929-
2003)
Arnaldo Antunes (1960-)
PERFORMANCE
 É uma ação artística,
 Reuni elementos de
diferentes linguagens,
 Em geral seguem um
roteiro,
 Utilizam o corpo,os gestos
e as palavras para
estabelecer uma relação
entre arte e cotidiano.
HAPPENING
 É uma manifestação
artística em que se
utilizam elementos de
diferentes linguagens,
como o teatro e as artes
 O que difere o
HAPPENING da
PERFORMANCE é a
participação do público.
 Na PERFORMANCE ,o
público pode ou não
participar .
 No HAPPENING sua
participação é
essencial.
Performance nas ruas de São Paulo,
exibindo seu look de verão.
Experiência n. 3 ou New look / 1956
 Nos anos 1970 é a vez
da Performance
e da Arte Conceitual.
 No Brasil o pintor,
desenhista, arquiteto,
cenógrafo,escritor,
teatrólogo e engenheiro
FLÁVIO DE CARVALHO
(1899/1973) foi um dos
precursores da
PERFORMANCE.
A aproximação entre Arte, vida e política marca a Arte
Brasileira
nos anos 1960.
 A performance é uma das
produções mais
características da arte
contemporânea:
 O conjunto de estilos e
movimentos que surgiram
a partir da segunda
metade do século XX.
 Podem causar
estranhamento, surpresa
ou gerar dúvidas, porque
muitas vezes , o
significado nem sempre é
reconhecível e as obras
são passíveis de várias
Revistas Manchete e O Cruzeiro (1956) com reportagens do New Look, do Flávio
de Carvalho
HAPPENING
 O happening é uma forma de
expressão de arte. É como se
fosse uma apresentação, em
que nunca há repetição igual a
que foi apresentada
primeiramente.
Envolve a participação do
público, ou seja, quem está
admirando a
arte, participa dela também.
Os principais artistas do
happening são Allan
Kaprow, Claes Oldenburg, John
Cage, Robert
Rauschenberg, Roy
Performance
 Os artistas que criaram a
performance Cegos, que
foi apresentada em
várias cidades
brasileiras, queriam
chamar a atenção para
questões como o
excesso de trabalho, o
consumismo exagerado
e a automatização das
ações humanas.
 A inspiração foi a obra
Parábola dos cegos, de
Pieter Bruegel
Performance 'Cegos' interrompe o fluxo do cotidiano com homens
cobertos de argila
Performance Artista Presente
 Em suas obras Marina Abramovic´
(1946), procura desmistificar o corpo
humano, propondo a desconstrução
de toda exaltação da beleza que ele
foi levado.
 O corpo deixa de ser inspiração e
passa a ser a própria obra .
 Ficava em silêncio trocando olhares
com estranhos.
 No MoMA , realizou a performance 6
vezes por semana e por 7 horas por
dia por três meses.
 Em 1974 Marina Abramovic
realizou uma performance em que
ela não se moveria durante seis
horas.
 Deixou a disposição em uma
mesa 72 objetos, que poderiam
ser usados para agradar ou
destruir, incluindo facas, flores e
uma arma carregada.
 Os visitantes podiam usar os
objetos nela da maneira que
desejassem.
 No começo estavam pacíficos,
mas se tornaram violentos.
 “A experiência que eu aprendi foi
que...se você deixar a decisão
para o público, você pode ser
morta...eu me senti muito violada.
Cortaram minhas roupas,
enfiaram espinhos de rosas na
minha barriga, uma pessoa
apontou a arma para a minha
cabeça, e outra tirou a arma de
perto.”
 A modernidade chegou
lentamente ao texto teatral
brasileiro e sua encenação,
ocorreu a partir de 1940.
 A peça “Vestido de Noiva” de
Nelson Rodrigues ,foi um
marco da dramaturgia
brasileira.
Nos Estados Unidos nos anos de 1950 surge
o Rock and Roll. (Vídeo 1)
Surge a Bossa Nova
 A Bossa Nova é um estilo
brasileiro que consolidou no
fim da década de 1950.
 O samba e o Jazz foram as
principais influências.
 As canções se
caracterizavam pelo estilo
lento , pelo violão e pela jeito
de cantar “baixinho” quase
sussurando .
 João Gilberto (1931)
 Tom Jobim (1924-1994)
 Vinicius de Moraes (1913-
1980)
No Brasil dos anos 1950 (vídeo 2)
 Paul McCartney (1942)
 Ringo Starr (1940)
 George Harrison (1943-
2001).
 John Lennon (1940-
1980)
 Abbey road
A banda britânica Os Beatles formada em 1960
foi uma das principais influencias do
Tropicalismo.
Foram o sucesso do Rock ao lado da
banda Rolling Stones 1962
Breve contexto histórico
 Revolução Cubana:
 Movimento popular, que em 26 de julho de 1959 destituiu o
então presidente cubano Fulgêncio Batista e estabeleceu o
governo socialista ,liderado por Fidel Castro.
 Isso resultaria num dos mais graves episódios da guerra
Fria, a crise dos mísseis soviéticos em Cuba, em outubro de
1962.
MAIO DE 1968 PRIMAVERA DE PRAGA
 Em Paris, greve geral,
aproximadamente 10
milhões de trabalhadores.
 A participação dos
estudantes universitários
e da juventude ampliou o
movimento.
 Provocou mudanças
comportamentais e
repercutiram por vários
países.
 Movimento liderado por
intelectuais do Partido
Comunista da
Tchecolosváquia que visava a
reformulação a estrutura
política , econômica e social
do país.
 As propostas de
democratização foram
apoiadas pela população.
 A União Soviética temendo
que o movimento se
alastrasse para os demais
países reprimiu violentamente
o movimento em Praga em
1968.
SEGUNDA METADE DO SÉCULO XX NO BRASIL
 Final do governo
Juscelino Kubitschek em
1960.
 A eleição de Jânio
Quadros em 1960 e sua
renúncia em 1961.
 A subida ao poder do vice
presidente João Goulart.
 O golpe militar de 1964.
 O movimento diretas já,
em 1964.
 a eleição pelo voto
indireto, em 1985, de
Tancredo Neves.
 Essa efervescência
política foi acompanhada
por diversos movimentos
artísticos na década de
1960, como o
Tropicalismo.
 Com o golpe militar de
1964, suspendeu algumas
liberdades individuais, o
AI-5, o exílio voluntário ou
não, levou boa parte da
intelectualidade brasileira
e proibiu manifestações
culturais que não
passassem pelo crivo
O GOLPE MILITAR DE 1964
O movimento militar
totalitário começou em 31
de março e 1º de abril de
1964, depôs o presidente
João Goulart e
estabeleceu um regime de
exceção.
As liberdades individuais
estiveram seriamente
comprometidas. E o poder
civil ficou subordinado aos
militares.
Esse regime só se encerrou
em 1985, depois de 21
AI-5
 O Ato institucional
nº5, que resultou
na perda de
inúmeras
liberdades no
Brasil,
caracterizando
uma suspensão
do processo
democrático,
fechando o
Congresso
Nacional por
ARTE E RUPTURA O
tropicalismo
O festival de 1967
No Brasil, em meados da
década de 1960, tornaram-
se comum os festivais de
música popular.
Nesse festival Caetano
Veloso (1942-) lançou a
música “Alegria, Alegria”e
Gilberto Gil (1942-) a
música “ Domingo no
Parque”, as músicas
ficaram em quarto e
segundo lugar , e foram
cantadas acompanhadas
de guitarras que era um
instrumento da cultura
americana.
Música e censura
 Os festivais da canção
foram palco e espaço
de apresentação de
obras de resistência ao
regime.
 Transmitidos por
emissoras de televisão
e um júri técnico
analisava as canções.
 (vídeo3), (vídeo 4),

 No festival de 1968 a canção “Sabiá” de Chico
Buarque de Holanda e Tom Jobim conquistou o 1º
lugar e não agradou o público, que preferia a canção
“Pra não dizer que não falei de flores” de Geraldo
Vandré. (vídeo 5)
Canções de protesto
 Muitos artistas produziram
canções que denunciavam o
regime militar por meio de
metáforas e palavras de duplo
sentido.
 Chico foi um dos artistas que mais
sofreram com a censura.
 A 1º obra foi “Tamandaré”,
alegaram que insultava e
desrespeitava a memória do
Almirante Tamandaré (patrono da
Marinha Brasileira).
 Em 1968 participou da passeata
dos 100 mil e os integrantes da
sua peça Roda Viva sofreram
repressão violenta pela polícia de
São Paulo.
 O diretor da peça foi José Celso
Martinez Corrêa.
Chico Buarque e a censura
Roda Viva
Chico Buarque considerava
a obra datada e não permitia
a remontagem até agora.
Mas, agora pensa diferente.
Diante da situação atual do
Oficina, que enfrenta Silvio
Santos, que quer construir
torres no terreno que tem ao
lado ... - o que prejudicaria a
arquitetura do Oficina, feita
por Lina Bo Bardi e Edson
Elito, Chico resolveu mudar
de opinião em apoio ao
grupo que completa 60 anos
de atividade em 2018.
Teatro Oficina (vídeo
6,7,8,9)
Chico / Julinho da Adelaide
(vídeo 10,10, 11,12,13)
 Em 1969 Foi para Itália, retorna em 1973 e
produz a canção “Cálice” e foi vetada pela
censura.
 Impossibilitado de gravar, em 1974 criou um
pseudônimo.
 Em 1978 após retornar de Cuba foi detido pelo
(Dops)
Museu da Resistência
São Paulo
O Tropicalismo
 Pouca duração, o Tropicalismo terminaria em
dezembro de 1968 com os dois compositores presos
após a instituição do AI-5 e depois exilados.
 O movimento defendia uma colagem dos gêneros
musicais: de Vanguarda ou de Massa, brasileiros ou
estrangeiros.
 Ritmos modernos com antigos, instrumentos
tradicionais de percussão eram misturados a
guitarras elétricas , bolera dialogava com samba de
roda.
 Havia referência as massas e e á cultura erudita.
 Lançaram um disco em 1968 “Tropicália ou Panis et
circensis”.
 Bebeu na fonte do “Manifesto Antropófago” do
escritor modernista Oswald de Andrade, pois
propunha uma antropofagia cultural devorando o
novo europeu e recriá-lo á brasileira.
Críticas recebidas
 O movimento tropicalista não
possui como objetivo principal
utilizar a música como “arma” de
combate político à ditadura militar
que vigorava no Brasil. Por este
motivo, foi muito criticado por
aqueles que defendiam as músicas
de protesto.
 Os tropicalistas acreditavam que
a inovação estética musical já era
uma forma revolucionária.
 Uma outra crítica que os
tropicalistas receberam foi o uso de
guitarras elétricas em suas
músicas. Muitos músicos
tradicionais e nacionalistas,
acreditavam que esta era uma forte
influência da cultura pop-rock
americana e que prejudicava a
música brasileira, denotando uma
influência estrangeira não positiva.
Conclusão:
 O tropicalismo foi muito
importante no sentido em que
serviu para modernizar a música
brasileira, incorporando e
desenvolvendo novos padrões
estéticos. Neste sentido, foi um
movimento cultural revolucionário,
embora muito criticado no
período. Influenciou as gerações
musicais brasileiras nas décadas
seguintes.

 Movimento que se tornou
símbolo da modernização da
música popular no Brasil.
 Teve início com um programa de
auditório apresentado por
Roberto Carlos (1941-),
Wanderléa(1946-), Erasmo
Carlos (1941-).
 Muitas músicas eram versões
americanas, adaptadas para o
português.
 Influência americana sobre o
movimento.
 Foi muito criticada pelos artistas
que a consideravam alienada e
fútil em razão da ingenuidade
das canções que não estavam
relacionadas as questões
sociais do país.
A jovem Guarda 1965
Arquitetura
 Arquiteta Modernista
ítalo-brasileira,
Formou-se em Roma
, e é conhecida por
ter projetado o
MASP-Museu de Arte
de São Paulo.
Lina Bo Bardi
(1914-1992)
Teatro Oficina fundado em
1958
 As propostas de ruptura
na forma e no conteúdo
teatral desenvolvidas
na década de 1960
pelo teatro Oficina são
ecos tropicalistas.
 No início, era um
projeto estudantil e com
o tempo
profissionalizou-se e
tornou-se um dos mais
influentes e importantes
 Em 1967 realizou a 1º
montagem da peça “O rei da
vela”, de Oswald de
Andrade, e de forma cômica
abordou os costumes e a
sociedade da época,
transportando o texto para a
realidade brasileira da
década 1960.
José Celso Martinez (1937)
Teatro Experimental
As artes visuais e a crítica ao Regime
Militar
 Os artistas que produziam
artes visuais também
sofreram com o controle do
governo.
 Por essa razão durante as
décadas de 1960 e 1970,
os aristas passaram a
atribuir um sentido figurado
para suas representações.
Sozinho no verde
1973,
]óleo sobre tela,
151 cm x 150 cm.
Blanton Museu de Arte da Universidade do Texas,
Austin, EUA
 Fez da representação de bananas
um símbolo de sua insatisfação
política do Brasil.
 Antônio Henrique Amaral
(1935-)
Carlos Zilio (1942-)
 O artista criticou a violência do
Regime Militar.
 Suas obras tem caráter de denúncia
social relacionadas ao contexto
político e social do Brasil, entre as
décadas de 1960 e 1970.
 Lute (1967), serigrafia sobre filme
plástico e resina plástica
acondicionada em marmita de
alumínio (apropriação), coleção do
artista
1- A proposta 2-Ação política
 A marmita de alumínio,
lembrando os ready-mades
de Marcel Duchamp.
 Ao imprimir a palavra
“lute” sobre a boca fez um
convite a manifestação.
 Durante o Regime Militar as
charges publicadas em
jornais e revistas
representavam com humor e
de maneira muito crítica, a
situação do país.
 Artistas:
 Jaguar (1932-),
 Millôr Fernandes (1923-
2012),
 Ziraldo (1932-)
 Henrique de Souza Filho
 (1944-1988), o Henfil.
Artes gráficas e resistência
Henfil
(1944-1988)
Millôr Fernandes
(1923-2012)
Jaguar (1932-)
Ziraldo
(1932-)
O Pasquim
 Em 1968 houve um
endurecimento do governo
militar / ano do AI-5, ano de
perseguição.
 Em 1969, foi lançado no Rio
de Janeiro o jornal O
Pasquim.
 Inovador, conquistou o
público, com humor e
denúncia.
 Reunia profissionais que se
opunham ao governo.
 Sobreviveu aos anos de
ditadura e encerrou suas
atividades em 1991.
 Um dos mais importantes
veículos de comunicação
Ferreira Gullar (1930-2016)
 Foram proibidas mais de 400
peças, como Roda Viva de
Chico Buarque e o Rei da
Selva de Oswald de Andrade.
 Os censores liam roteiros,
faziam cortes nos textos e
assistiam a uma apresentação
sem público.
 Em 1964 no Rio de Janeiro
,nasce o grupo Opinião
ligados á União Nacional do
Estudantes (UNE), entidade na
ilegalidade pelo governo Militar.
 Espetáculo lançado pelo grupo:
Se correr o bicho pega, se ficar
o bicho come,1966, autores da
peça, Ferreira Gullar (1930-
2016) e Oduvaldo Vianna Filho
(1936-1974)
O Teatro e a dança
em tempos de
ditadura
O Teatro de Arena / São Paulo / Vídeo
 Em São Paulo se destacou por sua
atuação política o Teatro de Arena, em
1953, o nome veio da proposta do grupo
em se apresentar em um palco circular.
 Na década de 1960, muitas peças foram
proibidas.
 Peça de destaque: Arena conta Zumbi
(1965), texto de Gianfrancesco
Guarnieri (1934-2006) e Augusto
Boal(1931-2009), e as canções de Edu
Lobo (1943-)
 A peça falava da luta do líder quilombola
Zumbi dos Palmares (1655-1695),
naquele momento encenar a vida de
Zumbi, significava enfatizar a
importância da resistência aos
desmandos dos militares, em prol de
uma sociedade mais justa e solidária.
 Augusto Boal
criou a técnica chamada sistema
coringa, baseada nas técnicas de
Augusto Boal e o teatro do Oprimido
 Criado na década de 1960, é
um método teatral que reúne
diversos exercícios, jogos e
técnicas.
 Utilizando o teatro como
ferramenta de trabalho para a
ação política social e levar os
espectadores a repensar e
transformar a sua realidade.
 Para ele a sociedade está
dividida em oprimidos e
opressores.
 Uma das técnicas utilizadas é o
Teatro-jornal, que consiste na
interpretação de noticias de
jornal de diversas maneiras,
tendo improvisação e
Ballet Stagiun de São
Paulo
 Fundado em 1971, pela
húngara Márika Gidali (1937-)
e pelo mineiro Décio Otero
(1935-), foi o 1º a romper com
os padrões do balé clássico e
propor outras maneiras de se
relacionar com a dança.
 É um dos mais importantes
grupos de dança
contemporânea
 Em 1977 lançou Kuarup ou a
questão do índio, conseguiram
driblar a censura e propor uma
reflexão sobre a matança dos
povos indígenas.
Dançando contra a ditadura
 Brecht (Alemanha) foi um
dos mais importantes
dramaturgos do século XX.
 Em 1928 criou o Teatro
épico (narrativo), depois
denominado Dialético.
 Era preocupado com
questões sociais e que o
teatro seria um agente de
transformação.
 Desenvolveu a técnica do
distanciamento ou
estranhamento, que utilizava
vários recursos, como
imagens projetadas,cartazes
com textos irônicos e
músicas para que o público
ficasse atento á mensagem
política das peças.
O teatro de Bertold Brecht (1898-1956)
Glauber Rocha
(1939-1981)
Cinema Novo
 Na década de 1950 um
grupo cineastas era contra
o predomínio da produção
industrial de filmes
inspirados no cinema
estadunidense.
 Eles defendiam a produção
de filmes a baixo custo e
que representassem, de
forma crítica as questões
nacionais.
 Em 1955 Nelson Pereira
do Santos (1928-2018)
dirigiu o filme” Rio 40
graus”.
 A consolidação do Cinema
Novo veio na década de
1960 com o filme “Vidas
Secas” (1963) de Nelson e
 Eram ousados: a Famosa
frase de Glauber Rocha:
Afirmava que bastava uma
ideia na cabeça e uma
câmera na mão, para fazer
um filme.
 Renovação estética
 Expoente Tropicalista.
 Foram inspirados no
Neorrealismo italiano,
filmes de baixo custo pós
guerra mundial e abordavam
de maneira crítica a
realidade social do país.
 Nelson Pereira do Santos
O artista mais representativo é Joseph Ksuth (1945-)
 Agrupa várias posturas artísticas
que tem em comum a vontade de
destacar a importância da parte
intelectual como a essência do
fato artístico.
 Desenvolve-se em torno da
linguagem, como simulacro
da representação.
 A obra Uma e Três Cadeiras,
do artista americano Joseph
Kosuth.
 O artista criou, no ano de 1970, no
MoMa, uma "Informação",
exposição de arte conceitual que
tinha como objetivo colocar a arte
como fonte de informações, e não
como concepção estética.
Anos 1970 : Arte Conceitual
ARTE CONCEITUAL Paulo Bruscky (1949)
Recife PE Com mídias, , intervenções, e
propostas no campo conceitual.
 Já nos anos 1970 desenvolveu-se
pesquisas com fotocópias, inseridas
num contexto artístico.
 Realizaram filmes e vídeos arte e em
1983 começou a produzir vídeos
instalações.
 Paulo Bruscky constituiu uma
estratégia de liberdade diante do
contexto político opressor da ditadura
brasileira.
 Em 1978 o artista desfilou pelas ruas
do Recife portando um cartaz: O que
é arte? Para que serve?
 Ele foi incompreendido e sua
performance transitou no limite do
Nos anos 1960 no Brasil
Bruce Nauman (1941-)
Cildo é um dos nomes mais importantes da década de 1970.
 A arte brasileira também
experimentou as transformações
propostas pela Arte Conceitual.
 Participou da histórica exposição
do MoMA de Nova York em 1970,
considerada um marco.
 O artista realizou o trabalho
Inserções em circuitos
ideológicos, em que imprimia
frases em cédulas e garrafas de
refrigerante e as devolvia á
circulação, passando a diante as
mensagens como: “Quem matou
Herzog?”
Cildo Meireles (1948-)
Desvio para o vermelho: Impregnação,
Entorno, Desvio 1967 – 1984 técnica mista
Desde o fim da década de 1960, Cildo
Meireles tem se afirmado como voz
única na arte contemporânea,
construindo uma obra impregnada
pela linguagem internacional da arte
conceitual, mas que dialoga de
maneira pessoal com o legado poético
do neconcretismo brasileiro de Lygia
Clark e Hélio Oiticica.


 Pioneiro no campo da arte da instalação,
prima pela diversidade de suportes, técnicas
e materiais, apontando quase sempre para
questões mais amplas, de natureza política e
social. Neste sentido, Desvio para o
Vermelho é um de seus trabalhos mais
complexos e ambiciosos –concebido em 1967,
e exibido em Inhotim desde 2006.
Formado por três ambientes articulados
entre si, no primeiro deles (Impregnação)
nos deparamos com uma exaustiva coleção
monocromática de móveis, objetos e obras de
arte em diferentes tons, Nos ambientes
seguintes, Entorno e Desvio, têm lugar o que
o artista chama de explicações anedóticas
para o mesmo fenômeno da primeira sala, em
que a cor satura a matéria, se transformando
em matéria. Aberta a uma série de
simbolismos e metáforas, desde a violência
do sangue até conotações ideológicas, o que
interessa ao artista nesta obra é oferecer uma
seqüência de impactos sensoriais e
psicológicos ao espectador.
Tunga (1956-2016)
 O pernambucano Tunga é
dos grandes nomes da arte
conceitual brasileira:
Escultor, desenhista, e
performer , construiu uma
carreira cheia de
referências ao corpo
humano, como esculturas
em forma de tranças, ao
arquétipos e á mitologia.
"True Rouge" (1997), obra do artista
Tunga.
Tunga / Inhotim-MG
O informalismo e a arte abstrata
(1960 a 1970)
 Nesta fase, a arte abstrata passa a ser marcada pelo
informalismo lírico e gestual. Os meios de
comunicação fornecem os temas para a produção de
obras de arte politicamente engajadas.
 Destacam-se os seguintes artistas: Tomie Ohtake,
Manabu Mabe, Arcângelo Ianelli e Maria Bonomi.
 Tomie Ohtake
(1913-2015) foi uma pintora,
gravadora e escultora
japonesa naturalizada
brasileira. Foi uma das
mais importantes
representantes do
abstracionismo informal.
Manabu Mabe
(1924-1997) foi um
pintor, gravador e
ilustrador japonês,
naturalizado brasileiro.
Foi um dos pioneiros da
pintura abstrata no Brasil.
Década de 1970: tecnologias e arte
 Nesta época novos sistemas e meios são utilizados nas
obras de arte.
 A instalação (utilização de tecnologia para promover uma
interação entre obra e espectador), o grafite (pinturas em
spray em locais públicos), a arte postal ( uso dos meios
postais para criação de obras de arte) e a performance
(uso de teatro ou dança em conjunto com as obras).
 Destacam-se nesta época: Sirón Franco, Antonio
Lizárraga, Luiz Paulo Baravelli, Cláudio Tozzi, Takashi
Fukushima, Alex Vallauri, Regina Silveira, Evandro
Jardim, Mira Schendel e José Roberto Aguilar.
Alex Vallauri (Asmara / Etiópia,
1949 – São Paulo, 27 de março de
1987), grafiteiro, artista gráfico,
pintor, desenhista, cenógrafo e
gravador. ... Ao mesmo tempo
estudou novas maneiras de
aplicações de gravura.
 Regina Scalzilli Silveira (Port
o Alegre RS 1939). Artista
multimídia, gravadora,
pintora, professora.
 A instalação Abyssal, de
2010, foi exibida em Lodz, na
Polônia. A obra ocupava um
espaço de mais de 100
metros quadrados.
Neo-Expressionismo (década de 1980)
 Na década de oitenta a arte resgata os meios artísticos
tradicionais, embora haja, ao mesmo tempo, o
fortalecimento da arte conceitual e do abstracionismo.
 Meios tecnológicos interferem, tornando possível o
surgimento da videoarte.
 Relações entre o espaço público e a obra de arte
possibilitam uma intervenção urbana, dando origem à
arte pública.Importantes artistas neo-expressionistas:
Guto Lacaz, Cildo Meireles, Tunga, Carmela Gross,
Dudi Maia Rosa, Rafael França, Ivald Granato, Marcelo
Nitsche, Mário Ramiro, Hudnilson Junior, Daniel Senise
e Alex Flemming.
Carlos Auguto Martins Lacaz ou Guto
Lacaz
 (São Paulo, São Paulo, 1948). Artista multimídia,
ilustrador, designer, desenhista e cenógrafo.
Pós-modernismo ( década de 1990 )
 As discussões sobre a história da arte e os conceitos
artísticos ganham importância e influenciam este
período.
 Uso de tecnologias, desconstrução da arte, aproximações
da arte e do mundo real, globalização da arte.
 Estes foram os caminhos da arte na década de
1990.Artistas desta época :
Leda Catunda, Sandra Kogut, Laurita Sales, Iran do
Espírito Santo, Rosângela Rennó, Jac Leirner, Hélio
Vinci, Aprígio, Ana Amália, Marcos Benjamin Coelho,
Cláudio Mubarac, Adriana Varejão, Beatriz
Milhazes, Luis Hermano e Alex Cerveny.
 Nascida em 1964, a
carioca Adriana Varejão ,começou sua
carreira nos anos 80, ainda muito jovem.
Entre 1981 e 1985 freqüentou cursos
livres na Escola de Artes Visuais do
Parque Lage, no Rio de Janeiro e fez
sua primeira exposição individual em
1988, na galeria Thomas Cohn.
 Beatriz
Milhazes (1960) é
uma pintora,
gravadora, ilustradora
e professora
brasileira, um dos
mais destacados
nomes da arte
contemporânea no
Brasil.
A arte popular no Brasil
 A arte popular resulta de
um olhar simples sobre
o mundo e refletem as
manifestações
populares, a cultura e
os costumes regionais
de um povo.
 O samba tornou-se o
gênero musical
brasileiro e identidade
nacional.
Arthur Bispo do Rosário (1911-1989)
 Nunca se formou em arte.
 Criou cerca de 1000 peças.
 Usava objetos do cotidiano,
como roupas e lençóis
bordados.
 Em 1980 uma TV fez uma
matéria com o artista
revelando ao público sua
produção.
 Atualmente suas obras
estão no Museu Bispo do
Rosário, denominado antes
de Museu Nise da Silveira,
na antiga colônia Juliano
Moreira no Rio De Janeiro.
 A arte é uma manifestação
humana e não precisa estar
atrelada á um curso
LEONILSON (1957-1993)
Voilà mon coeur
piedras,
lapidadas
sobre las lonas,
luto
zurcir cada
hilo
mano trémula
bordadas
joyas
transparentes
eran
los dedos
textura, los paños
terciopelo
bajo la estopa
gastada
Mestre Vitalino (1909-1963)
 Nascido em Caruaru,
Pernambuco, foi um
grande ceramista e
músico popular.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

7ºano.pdfslideshare
7ºano.pdfslideshare7ºano.pdfslideshare
7ºano.pdfslideshare
Dulcinea Lisboa Passos
 
Barroco no Brasil 8 ano
Barroco no Brasil 8 anoBarroco no Brasil 8 ano
Barroco no Brasil 8 ano
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Revisão 4ºbim respondida
Revisão 4ºbim respondidaRevisão 4ºbim respondida
Revisão 4ºbim respondida
CEF16
 
9ano
9ano9ano
8ºano
8ºano8ºano
Grafite
GrafiteGrafite
Aula de arte urbana
Aula de arte urbanaAula de arte urbana
Aula de arte urbana
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Apresentação artes visuais – arte brasileira
Apresentação   artes visuais – arte brasileiraApresentação   artes visuais – arte brasileira
Apresentação artes visuais – arte brasileira
Eduardo Becker Jr.
 
Prova Artes 1 ano médio
Prova Artes 1 ano médioProva Artes 1 ano médio
Prova Artes 1 ano médio
Geo Honório
 
Mulheres na arte clássica
Mulheres na arte clássica Mulheres na arte clássica
Mulheres na arte clássica
Rodrigo Retka
 
Evolução da Arte
Evolução da ArteEvolução da Arte
Evolução da Arte
Alexandre Ribeiro
 
Renascimento 2020
Renascimento 2020Renascimento 2020
Renascimento 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
História da Arte: Arte brasileira 3
História da Arte: Arte brasileira 3História da Arte: Arte brasileira 3
História da Arte: Arte brasileira 3
Raphael Lanzillotte
 
A arte no brasil império
A arte no brasil impérioA arte no brasil império
A arte no brasil império
Jesrayne Nascimento
 
Missao artística francesa
Missao artística  francesaMissao artística  francesa
Missao artística francesa
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Evolucao das Artes Visuais
Evolucao das Artes VisuaisEvolucao das Artes Visuais
Evolucao das Artes Visuais
Eduardo Becker Jr.
 
Aula 5 art em
Aula 5   art emAula 5   art em
Aula 5 art em
Walney M.F
 
Escola CEJAR - Aquidauana - Apostila Arte 7 ano A e B 1ºB
Escola CEJAR - Aquidauana - Apostila Arte 7 ano A e B 1ºBEscola CEJAR - Aquidauana - Apostila Arte 7 ano A e B 1ºB
Escola CEJAR - Aquidauana - Apostila Arte 7 ano A e B 1ºB
Priscila Barbosa
 
Arte Pública
Arte PúblicaArte Pública
Arte Pública
João Lima
 
A arte brasileira no final do império e inicio da república
A arte brasileira no final do império e inicio da repúblicaA arte brasileira no final do império e inicio da república
A arte brasileira no final do império e inicio da república
Céu Barros
 

Mais procurados (20)

7ºano.pdfslideshare
7ºano.pdfslideshare7ºano.pdfslideshare
7ºano.pdfslideshare
 
Barroco no Brasil 8 ano
Barroco no Brasil 8 anoBarroco no Brasil 8 ano
Barroco no Brasil 8 ano
 
Revisão 4ºbim respondida
Revisão 4ºbim respondidaRevisão 4ºbim respondida
Revisão 4ºbim respondida
 
9ano
9ano9ano
9ano
 
8ºano
8ºano8ºano
8ºano
 
Grafite
GrafiteGrafite
Grafite
 
Aula de arte urbana
Aula de arte urbanaAula de arte urbana
Aula de arte urbana
 
Apresentação artes visuais – arte brasileira
Apresentação   artes visuais – arte brasileiraApresentação   artes visuais – arte brasileira
Apresentação artes visuais – arte brasileira
 
Prova Artes 1 ano médio
Prova Artes 1 ano médioProva Artes 1 ano médio
Prova Artes 1 ano médio
 
Mulheres na arte clássica
Mulheres na arte clássica Mulheres na arte clássica
Mulheres na arte clássica
 
Evolução da Arte
Evolução da ArteEvolução da Arte
Evolução da Arte
 
Renascimento 2020
Renascimento 2020Renascimento 2020
Renascimento 2020
 
História da Arte: Arte brasileira 3
História da Arte: Arte brasileira 3História da Arte: Arte brasileira 3
História da Arte: Arte brasileira 3
 
A arte no brasil império
A arte no brasil impérioA arte no brasil império
A arte no brasil império
 
Missao artística francesa
Missao artística  francesaMissao artística  francesa
Missao artística francesa
 
Evolucao das Artes Visuais
Evolucao das Artes VisuaisEvolucao das Artes Visuais
Evolucao das Artes Visuais
 
Aula 5 art em
Aula 5   art emAula 5   art em
Aula 5 art em
 
Escola CEJAR - Aquidauana - Apostila Arte 7 ano A e B 1ºB
Escola CEJAR - Aquidauana - Apostila Arte 7 ano A e B 1ºBEscola CEJAR - Aquidauana - Apostila Arte 7 ano A e B 1ºB
Escola CEJAR - Aquidauana - Apostila Arte 7 ano A e B 1ºB
 
Arte Pública
Arte PúblicaArte Pública
Arte Pública
 
A arte brasileira no final do império e inicio da república
A arte brasileira no final do império e inicio da repúblicaA arte brasileira no final do império e inicio da república
A arte brasileira no final do império e inicio da república
 

Semelhante a 25 arte anos 1950 2020

Aula 3 novo
Aula 3 novoAula 3 novo
Aula dica enem 2019
Aula dica enem 2019Aula dica enem 2019
Aula dica enem 2019
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Modernismo2018
Modernismo2018Modernismo2018
Modernismo2018
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Pop Art
Pop ArtPop Art
5. pesquisas linguagem
5. pesquisas linguagem5. pesquisas linguagem
5. pesquisas linguagem
histoartetatiana
 
Arte contemporanea
Arte contemporaneaArte contemporanea
Arte contemporanea
Cristiane Seibt
 
Modernismo no brasil
Modernismo no brasilModernismo no brasil
Modernismo no brasil
Miquéias Vitorino
 
Nazismo, Pop ART, Expressionismo Abstrato, Arte conceitual,
Nazismo, Pop ART, Expressionismo Abstrato, Arte conceitual, Nazismo, Pop ART, Expressionismo Abstrato, Arte conceitual,
Nazismo, Pop ART, Expressionismo Abstrato, Arte conceitual,
Bianca Vasconcelos
 
O Modernismo na Arte
O Modernismo na ArteO Modernismo na Arte
O Modernismo na Arte
Michele Wilbert
 
NeoConcretismo Brasileiro
NeoConcretismo Brasileiro NeoConcretismo Brasileiro
NeoConcretismo Brasileiro
Andrea Dressler
 
Modernismo2019
Modernismo2019Modernismo2019
Modernismo2019
CLEBER LUIS DAMACENO
 
04 julho 2012 nossa apresentaçao
04 julho 2012  nossa apresentaçao04 julho 2012  nossa apresentaçao
04 julho 2012 nossa apresentaçao
Sandra Kroetz
 
Arte no brasil nos anos 60
Arte no brasil nos anos 60Arte no brasil nos anos 60
Arte no brasil nos anos 60
Instituto Estadual Nossa Senhora do Carmo
 
Modernismo Modernismo
Modernismo   ModernismoModernismo   Modernismo
Modernismo Modernismo
Caroline Canales
 
Modernismo Brasileiro
Modernismo BrasileiroModernismo Brasileiro
Modernismo Brasileiro
Andrea Dressler
 
22 modernismo2020
22 modernismo202022 modernismo2020
22 modernismo2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Aula 2
Aula 2 Aula 2
Aula 2 Novo Colégio
Aula 2 Novo ColégioAula 2 Novo Colégio
Aula 2 Novo Colégio
CLEBER LUIS DAMACENO
 
História da Arte Aula 4 , Modernismo Brasileiro, abstrato e Pop Art
 História da Arte Aula 4 , Modernismo Brasileiro, abstrato e Pop Art História da Arte Aula 4 , Modernismo Brasileiro, abstrato e Pop Art
História da Arte Aula 4 , Modernismo Brasileiro, abstrato e Pop Art
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Body arte, instalação e performance.
Body arte, instalação e performance. Body arte, instalação e performance.
Body arte, instalação e performance.
KATIALUIZAFOLLETO
 

Semelhante a 25 arte anos 1950 2020 (20)

Aula 3 novo
Aula 3 novoAula 3 novo
Aula 3 novo
 
Aula dica enem 2019
Aula dica enem 2019Aula dica enem 2019
Aula dica enem 2019
 
Modernismo2018
Modernismo2018Modernismo2018
Modernismo2018
 
Pop Art
Pop ArtPop Art
Pop Art
 
5. pesquisas linguagem
5. pesquisas linguagem5. pesquisas linguagem
5. pesquisas linguagem
 
Arte contemporanea
Arte contemporaneaArte contemporanea
Arte contemporanea
 
Modernismo no brasil
Modernismo no brasilModernismo no brasil
Modernismo no brasil
 
Nazismo, Pop ART, Expressionismo Abstrato, Arte conceitual,
Nazismo, Pop ART, Expressionismo Abstrato, Arte conceitual, Nazismo, Pop ART, Expressionismo Abstrato, Arte conceitual,
Nazismo, Pop ART, Expressionismo Abstrato, Arte conceitual,
 
O Modernismo na Arte
O Modernismo na ArteO Modernismo na Arte
O Modernismo na Arte
 
NeoConcretismo Brasileiro
NeoConcretismo Brasileiro NeoConcretismo Brasileiro
NeoConcretismo Brasileiro
 
Modernismo2019
Modernismo2019Modernismo2019
Modernismo2019
 
04 julho 2012 nossa apresentaçao
04 julho 2012  nossa apresentaçao04 julho 2012  nossa apresentaçao
04 julho 2012 nossa apresentaçao
 
Arte no brasil nos anos 60
Arte no brasil nos anos 60Arte no brasil nos anos 60
Arte no brasil nos anos 60
 
Modernismo Modernismo
Modernismo   ModernismoModernismo   Modernismo
Modernismo Modernismo
 
Modernismo Brasileiro
Modernismo BrasileiroModernismo Brasileiro
Modernismo Brasileiro
 
22 modernismo2020
22 modernismo202022 modernismo2020
22 modernismo2020
 
Aula 2
Aula 2 Aula 2
Aula 2
 
Aula 2 Novo Colégio
Aula 2 Novo ColégioAula 2 Novo Colégio
Aula 2 Novo Colégio
 
História da Arte Aula 4 , Modernismo Brasileiro, abstrato e Pop Art
 História da Arte Aula 4 , Modernismo Brasileiro, abstrato e Pop Art História da Arte Aula 4 , Modernismo Brasileiro, abstrato e Pop Art
História da Arte Aula 4 , Modernismo Brasileiro, abstrato e Pop Art
 
Body arte, instalação e performance.
Body arte, instalação e performance. Body arte, instalação e performance.
Body arte, instalação e performance.
 

Mais de CLEBER LUIS DAMACENO

5-FINAL.pptx
5-FINAL.pptx5-FINAL.pptx
5-FINAL.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
4-argumentoe roteiro.pptx
4-argumentoe roteiro.pptx4-argumentoe roteiro.pptx
4-argumentoe roteiro.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
3-Gêneros cinematográficos.pptx
3-Gêneros cinematográficos.pptx3-Gêneros cinematográficos.pptx
3-Gêneros cinematográficos.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
2- cinema brasileiro.pptx
2- cinema brasileiro.pptx2- cinema brasileiro.pptx
2- cinema brasileiro.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
1-historia do cinema.pptx
1-historia do cinema.pptx1-historia do cinema.pptx
1-historia do cinema.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Tropicalia 8 ano
Tropicalia 8 anoTropicalia 8 ano
Tropicalia 8 ano
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Vanguardas europeias 2020
Vanguardas  europeias 2020Vanguardas  europeias 2020
Vanguardas europeias 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
1 arte brasileira-voz
1 arte brasileira-voz1 arte brasileira-voz
1 arte brasileira-voz
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Aula 6 arte brasileira-2020
Aula 6 arte brasileira-2020Aula 6 arte brasileira-2020
Aula 6 arte brasileira-2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Aula 5 arte crista 2020
Aula 5 arte crista 2020Aula 5 arte crista 2020
Aula 5 arte crista 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
5 arte crista 2020
5 arte crista 20205 arte crista 2020
5 arte crista 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Patrimonio cultural
Patrimonio culturalPatrimonio cultural
Patrimonio cultural
CLEBER LUIS DAMACENO
 
26 arte contemporanea 2020
26 arte contemporanea 202026 arte contemporanea 2020
26 arte contemporanea 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
24 pop art 2020
24 pop art 202024 pop art 2020
24 pop art 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
23 arte abstrata 2020
23 arte abstrata 202023 arte abstrata 2020
23 arte abstrata 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
17,18,19,20,21 vanguardas 2020
17,18,19,20,21 vanguardas 202017,18,19,20,21 vanguardas 2020
17,18,19,20,21 vanguardas 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
13,14,15,16 art noveau,simb,nabis,fauves 2020
13,14,15,16 art noveau,simb,nabis,fauves 202013,14,15,16 art noveau,simb,nabis,fauves 2020
13,14,15,16 art noveau,simb,nabis,fauves 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
12 impressionismo 2020
12 impressionismo 202012 impressionismo 2020
12 impressionismo 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
10 realismo 2020
10 realismo 202010 realismo 2020
10 realismo 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
9 romantismo 2020
9 romantismo 20209 romantismo 2020
9 romantismo 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 

Mais de CLEBER LUIS DAMACENO (20)

5-FINAL.pptx
5-FINAL.pptx5-FINAL.pptx
5-FINAL.pptx
 
4-argumentoe roteiro.pptx
4-argumentoe roteiro.pptx4-argumentoe roteiro.pptx
4-argumentoe roteiro.pptx
 
3-Gêneros cinematográficos.pptx
3-Gêneros cinematográficos.pptx3-Gêneros cinematográficos.pptx
3-Gêneros cinematográficos.pptx
 
2- cinema brasileiro.pptx
2- cinema brasileiro.pptx2- cinema brasileiro.pptx
2- cinema brasileiro.pptx
 
1-historia do cinema.pptx
1-historia do cinema.pptx1-historia do cinema.pptx
1-historia do cinema.pptx
 
Tropicalia 8 ano
Tropicalia 8 anoTropicalia 8 ano
Tropicalia 8 ano
 
Vanguardas europeias 2020
Vanguardas  europeias 2020Vanguardas  europeias 2020
Vanguardas europeias 2020
 
1 arte brasileira-voz
1 arte brasileira-voz1 arte brasileira-voz
1 arte brasileira-voz
 
Aula 6 arte brasileira-2020
Aula 6 arte brasileira-2020Aula 6 arte brasileira-2020
Aula 6 arte brasileira-2020
 
Aula 5 arte crista 2020
Aula 5 arte crista 2020Aula 5 arte crista 2020
Aula 5 arte crista 2020
 
5 arte crista 2020
5 arte crista 20205 arte crista 2020
5 arte crista 2020
 
Patrimonio cultural
Patrimonio culturalPatrimonio cultural
Patrimonio cultural
 
26 arte contemporanea 2020
26 arte contemporanea 202026 arte contemporanea 2020
26 arte contemporanea 2020
 
24 pop art 2020
24 pop art 202024 pop art 2020
24 pop art 2020
 
23 arte abstrata 2020
23 arte abstrata 202023 arte abstrata 2020
23 arte abstrata 2020
 
17,18,19,20,21 vanguardas 2020
17,18,19,20,21 vanguardas 202017,18,19,20,21 vanguardas 2020
17,18,19,20,21 vanguardas 2020
 
13,14,15,16 art noveau,simb,nabis,fauves 2020
13,14,15,16 art noveau,simb,nabis,fauves 202013,14,15,16 art noveau,simb,nabis,fauves 2020
13,14,15,16 art noveau,simb,nabis,fauves 2020
 
12 impressionismo 2020
12 impressionismo 202012 impressionismo 2020
12 impressionismo 2020
 
10 realismo 2020
10 realismo 202010 realismo 2020
10 realismo 2020
 
9 romantismo 2020
9 romantismo 20209 romantismo 2020
9 romantismo 2020
 

Último

-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
fagnerlopes11
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
karinenobre2033
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
KleginaldoPaz2
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 

Último (20)

-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 

25 arte anos 1950 2020

  • 1. ARTE BRASILEIRA A PARTIR DOS ANOS 1950 AULA 25 “
  • 2.  Sociedade da informação, tecnologia e novas mídias ;  Subjetividade e liberdade artística ;  Efemeridade da arte ;  Abandono dos suportes tradicionais ;  Mescla de estilos artísticos ;  Utilização de diferentes materiais ;  Fusão entre a arte e a vida ;  Aproximação com a cultura popular ;  Questionamento sobre a definição de arte ;  Interação do espectador com a obra. Movimentos Artísticos Contemporâneos PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
  • 3.  Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o novo panorama é caracterizado pelo avanço da globalização, cultura de massa e o desenvolvimento das novas tecnologias e mídias.  A arte contemporânea prioriza principalmente, a ideia , o conceito, a atitude, acima do objeto artístico final.  O objetivo é produzir arte, ao mesmo tempo que reflete sobre ela.  Dessa maneira a Arte Contemporânea rompeu com alguns aspectos da Arte Moderna e trouxe valores para a constituição de uma nova mentalidade.  A Arte Moderna, ligada ao consumo, da lugar à arte contemporânea, relacionada com a comunicação:
  • 4.  A Arte Contemporânea se prolonga até aos dias atuais, período esse denominado de pós- modernismo, propondo expressões artísticas originais a partir de técnicas inovadoras.
  • 5. O Concretismo (décadas de 1950 e 1960)  Movimento de arte abstrata marcado pelo uso de figuras geométricas e pela elaboração baseada no raciocínio. Esse movimento artístico foi criado pelo grupo paulista Ruptura, formado pelos artistas Haroldo de Campos, Geraldo de Barros e Valdemar Cordeiro.  No Rio de Janeiro, surge o grupo Frente que contesta a arte concreta e inicia o neoconcretismo. Aproximando-se da pop art e da arte cinética, elaboram obras de arte valorizando a luz, o espaço e os símbolos. São deste período: Amilcar de Castro, Franz Weissmann, Lygia Clark, Lygia Pape e Hélio
  • 6. O Concretismo e o Neoconcretismo  A desconstrução das formas  A partir da década de 1950, a arte no Brasil passou por muitas transformações.  Influências de correntes artísticas europeias .  Romper com o tradicional e desenvolver novos modelos de representação.  O Cubismo e o Futurismo foram influências.  A geometrização das formas nas obras Bichos de Lygia Clark é um exemplo.
  • 7. O Concretismo no Brasil  Os seguidores propunham o desprendimento da arte como expressão dos sentimentos.  Em oposição á pintura figurativa.  Valorizava os elementos formais da arte: Linha,ponto, a cor e o plano.  Chegou ao Brasil por meio do Suiço Max Bill e Alexander Calder.  A produção no Brasil teve início em 1956 , com a 1º Exposição Nacional de Arte Concreta em São Paulo  Essa exposição reuniu obras de um grupo de artistas liderados por Waldemar Cordeiro (1925-1973).
  • 8. Max Bill (1908-1994) Unidade tripartida, 1948-49.Aço inoxidável. Altura:114 cm x largura:88,3 cm x profundidade:98,2 cm. Museu de Arte Contemporânea , São Paulo (SP).
  • 9.
  • 11. Waldemar Cordeiro (1925-1973). Esses artistas defendiam a renovação da produção artística nacional por meio da abstração geométrica e da aproximação da arte e os processos industriais Para isso desenvolveram pesquisas científicas e passaram a usar materiais industriais, como esmalte,aglomerado de madeira,etc
  • 12. O Neoconcretismo no Rio de Janeiro  No Rio formou-se outro grupo de artistas liderados por Ivan Serpa (1923- 1973).  Havia divergências entre os grupos de São Paulo e Rio, por causa disso formou-se em 1959, o Neoconcretismo , cujos integrantes criticavam a excessiva racionalização do Concretismo.  Obra sem título, 1954.
  • 13. O Neoconcretismo  É considerado um dos mais importantes e significativos movimentos brasileiros.  A participação do público proposta por Lygia Clark, na série bichos influenciou artistas da atualidade como Marepe (1970-) e outros artistas.  Cânone, 2006. Bienal de São Paulo.Instalação.
  • 15. Lygia Clark (1920-1988)  Lygia Clark, pseudônimo de Lygia Pimentel Lins foi uma pintora e escultora brasileira contemporânea que se autointitulava "não artista".
  • 17. Lygia Pape ( 1927-2004)  Lygia Pape foi uma gravadora, escultora, pintora, cineasta, professora e artista multimídia brasileira, identificada com o movimento conhecido por neoconcretismo.  Foto, lingua e sangue 1968;  Performance de Lygia Pape é recriada pela primeira vez na Ásia ;  A instalação já tem 45 anos, mas é a primeira vez que é replicada na Ásia.
  • 18. Helio Oiticica (1937-1980) Artes plásticas  Instalação ;  A obra era constituída por um labirinto de madeira forrado com areia e pedras, que, ao ser percorrido pelo espectador, colocava-o em contato corporal com diversos elementos naturais e culturais do Brasil, como plantas tropicais e araras nativas, num percurso que terminava em frente a um aparelho de televisão ligado.  A obra acabaria dando nome a todo um movimento cultural, o TROPICALISMO , que abarcou diversas expressões artísticas, e que teve na música produzida naquela mesma época por Gilberto Gil e Caetano Veloso a sua expressão mais conhecida.  Ela fez parte ainda do manifesto encabeçado por Oiticica, a chamado “ NOVA
  • 19. Metaesquema Parangolé  Seja Marginal Seja Herói”, serigrafia em tecido cetim branco, criada em 1968 por Helio Oiticica
  • 20. Cosmococa – Inhotim -MG  Cosmococa 5 Hendrix-war, 1973 técnica mista  À época em que residiu em Nova York, no início dos anos 1970, Hélio Oiticica trabalhou em parceria com o cineasta Neville D’Almeida na criação de instalações pioneiras chamadas de “quasi-cinemas”.  Estas obras transformam projeções de slides em instalações ambientais que submetem o espectador a experiências multisensoriais.  Os quasi-cinemas representam o ápice do esforço que Oiticica empreendeu ao longo de sua carreira para trazer o espectador para o centro de sua arte e para criar algo que é tanto um evento ou processo quanto um objeto ou produto —um desafio da tradicionalmente passiva relação
  • 21.
  • 22. A poesia Concreta Décio Pignatari (1927-2012)  A poesia Concreta foi criada por alguns poetas que se opunham ás formas utilizadas nos versos tradicionais, pois as consideravam desgastadas.  Organização não linear , espaços em branco e elementos sonoros e visuais.  Criação de efeitos de sentido e comunicar ideias, combinam-se o
  • 23. Haroldo de Campos (1929- 2003)
  • 25. PERFORMANCE  É uma ação artística,  Reuni elementos de diferentes linguagens,  Em geral seguem um roteiro,  Utilizam o corpo,os gestos e as palavras para estabelecer uma relação entre arte e cotidiano. HAPPENING  É uma manifestação artística em que se utilizam elementos de diferentes linguagens, como o teatro e as artes  O que difere o HAPPENING da PERFORMANCE é a participação do público.  Na PERFORMANCE ,o público pode ou não participar .  No HAPPENING sua participação é essencial.
  • 26. Performance nas ruas de São Paulo, exibindo seu look de verão. Experiência n. 3 ou New look / 1956  Nos anos 1970 é a vez da Performance e da Arte Conceitual.  No Brasil o pintor, desenhista, arquiteto, cenógrafo,escritor, teatrólogo e engenheiro FLÁVIO DE CARVALHO (1899/1973) foi um dos precursores da PERFORMANCE. A aproximação entre Arte, vida e política marca a Arte Brasileira nos anos 1960.
  • 27.  A performance é uma das produções mais características da arte contemporânea:  O conjunto de estilos e movimentos que surgiram a partir da segunda metade do século XX.  Podem causar estranhamento, surpresa ou gerar dúvidas, porque muitas vezes , o significado nem sempre é reconhecível e as obras são passíveis de várias
  • 28. Revistas Manchete e O Cruzeiro (1956) com reportagens do New Look, do Flávio de Carvalho
  • 29. HAPPENING  O happening é uma forma de expressão de arte. É como se fosse uma apresentação, em que nunca há repetição igual a que foi apresentada primeiramente. Envolve a participação do público, ou seja, quem está admirando a arte, participa dela também. Os principais artistas do happening são Allan Kaprow, Claes Oldenburg, John Cage, Robert Rauschenberg, Roy
  • 30. Performance  Os artistas que criaram a performance Cegos, que foi apresentada em várias cidades brasileiras, queriam chamar a atenção para questões como o excesso de trabalho, o consumismo exagerado e a automatização das ações humanas.  A inspiração foi a obra Parábola dos cegos, de Pieter Bruegel
  • 31. Performance 'Cegos' interrompe o fluxo do cotidiano com homens cobertos de argila
  • 32. Performance Artista Presente  Em suas obras Marina Abramovic´ (1946), procura desmistificar o corpo humano, propondo a desconstrução de toda exaltação da beleza que ele foi levado.  O corpo deixa de ser inspiração e passa a ser a própria obra .  Ficava em silêncio trocando olhares com estranhos.  No MoMA , realizou a performance 6 vezes por semana e por 7 horas por dia por três meses.
  • 33.  Em 1974 Marina Abramovic realizou uma performance em que ela não se moveria durante seis horas.  Deixou a disposição em uma mesa 72 objetos, que poderiam ser usados para agradar ou destruir, incluindo facas, flores e uma arma carregada.  Os visitantes podiam usar os objetos nela da maneira que desejassem.  No começo estavam pacíficos, mas se tornaram violentos.  “A experiência que eu aprendi foi que...se você deixar a decisão para o público, você pode ser morta...eu me senti muito violada. Cortaram minhas roupas, enfiaram espinhos de rosas na minha barriga, uma pessoa apontou a arma para a minha cabeça, e outra tirou a arma de perto.”
  • 34.  A modernidade chegou lentamente ao texto teatral brasileiro e sua encenação, ocorreu a partir de 1940.  A peça “Vestido de Noiva” de Nelson Rodrigues ,foi um marco da dramaturgia brasileira.
  • 35. Nos Estados Unidos nos anos de 1950 surge o Rock and Roll. (Vídeo 1)
  • 36. Surge a Bossa Nova  A Bossa Nova é um estilo brasileiro que consolidou no fim da década de 1950.  O samba e o Jazz foram as principais influências.  As canções se caracterizavam pelo estilo lento , pelo violão e pela jeito de cantar “baixinho” quase sussurando .  João Gilberto (1931)  Tom Jobim (1924-1994)  Vinicius de Moraes (1913- 1980) No Brasil dos anos 1950 (vídeo 2)
  • 37.  Paul McCartney (1942)  Ringo Starr (1940)  George Harrison (1943- 2001).  John Lennon (1940- 1980)  Abbey road A banda britânica Os Beatles formada em 1960 foi uma das principais influencias do Tropicalismo.
  • 38. Foram o sucesso do Rock ao lado da banda Rolling Stones 1962
  • 39. Breve contexto histórico  Revolução Cubana:  Movimento popular, que em 26 de julho de 1959 destituiu o então presidente cubano Fulgêncio Batista e estabeleceu o governo socialista ,liderado por Fidel Castro.  Isso resultaria num dos mais graves episódios da guerra Fria, a crise dos mísseis soviéticos em Cuba, em outubro de 1962.
  • 40. MAIO DE 1968 PRIMAVERA DE PRAGA  Em Paris, greve geral, aproximadamente 10 milhões de trabalhadores.  A participação dos estudantes universitários e da juventude ampliou o movimento.  Provocou mudanças comportamentais e repercutiram por vários países.  Movimento liderado por intelectuais do Partido Comunista da Tchecolosváquia que visava a reformulação a estrutura política , econômica e social do país.  As propostas de democratização foram apoiadas pela população.  A União Soviética temendo que o movimento se alastrasse para os demais países reprimiu violentamente o movimento em Praga em 1968.
  • 41. SEGUNDA METADE DO SÉCULO XX NO BRASIL  Final do governo Juscelino Kubitschek em 1960.  A eleição de Jânio Quadros em 1960 e sua renúncia em 1961.  A subida ao poder do vice presidente João Goulart.  O golpe militar de 1964.  O movimento diretas já, em 1964.  a eleição pelo voto indireto, em 1985, de Tancredo Neves.  Essa efervescência política foi acompanhada por diversos movimentos artísticos na década de 1960, como o Tropicalismo.  Com o golpe militar de 1964, suspendeu algumas liberdades individuais, o AI-5, o exílio voluntário ou não, levou boa parte da intelectualidade brasileira e proibiu manifestações culturais que não passassem pelo crivo
  • 42. O GOLPE MILITAR DE 1964 O movimento militar totalitário começou em 31 de março e 1º de abril de 1964, depôs o presidente João Goulart e estabeleceu um regime de exceção. As liberdades individuais estiveram seriamente comprometidas. E o poder civil ficou subordinado aos militares. Esse regime só se encerrou em 1985, depois de 21
  • 43. AI-5  O Ato institucional nº5, que resultou na perda de inúmeras liberdades no Brasil, caracterizando uma suspensão do processo democrático, fechando o Congresso Nacional por
  • 44. ARTE E RUPTURA O tropicalismo O festival de 1967 No Brasil, em meados da década de 1960, tornaram- se comum os festivais de música popular. Nesse festival Caetano Veloso (1942-) lançou a música “Alegria, Alegria”e Gilberto Gil (1942-) a música “ Domingo no Parque”, as músicas ficaram em quarto e segundo lugar , e foram cantadas acompanhadas de guitarras que era um instrumento da cultura americana.
  • 45. Música e censura  Os festivais da canção foram palco e espaço de apresentação de obras de resistência ao regime.  Transmitidos por emissoras de televisão e um júri técnico analisava as canções.  (vídeo3), (vídeo 4), 
  • 46.  No festival de 1968 a canção “Sabiá” de Chico Buarque de Holanda e Tom Jobim conquistou o 1º lugar e não agradou o público, que preferia a canção “Pra não dizer que não falei de flores” de Geraldo Vandré. (vídeo 5)
  • 47. Canções de protesto  Muitos artistas produziram canções que denunciavam o regime militar por meio de metáforas e palavras de duplo sentido.  Chico foi um dos artistas que mais sofreram com a censura.  A 1º obra foi “Tamandaré”, alegaram que insultava e desrespeitava a memória do Almirante Tamandaré (patrono da Marinha Brasileira).  Em 1968 participou da passeata dos 100 mil e os integrantes da sua peça Roda Viva sofreram repressão violenta pela polícia de São Paulo.  O diretor da peça foi José Celso Martinez Corrêa. Chico Buarque e a censura
  • 48. Roda Viva Chico Buarque considerava a obra datada e não permitia a remontagem até agora. Mas, agora pensa diferente. Diante da situação atual do Oficina, que enfrenta Silvio Santos, que quer construir torres no terreno que tem ao lado ... - o que prejudicaria a arquitetura do Oficina, feita por Lina Bo Bardi e Edson Elito, Chico resolveu mudar de opinião em apoio ao grupo que completa 60 anos de atividade em 2018. Teatro Oficina (vídeo 6,7,8,9)
  • 49. Chico / Julinho da Adelaide (vídeo 10,10, 11,12,13)  Em 1969 Foi para Itália, retorna em 1973 e produz a canção “Cálice” e foi vetada pela censura.  Impossibilitado de gravar, em 1974 criou um pseudônimo.  Em 1978 após retornar de Cuba foi detido pelo (Dops)
  • 51.
  • 52. O Tropicalismo  Pouca duração, o Tropicalismo terminaria em dezembro de 1968 com os dois compositores presos após a instituição do AI-5 e depois exilados.  O movimento defendia uma colagem dos gêneros musicais: de Vanguarda ou de Massa, brasileiros ou estrangeiros.  Ritmos modernos com antigos, instrumentos tradicionais de percussão eram misturados a guitarras elétricas , bolera dialogava com samba de roda.  Havia referência as massas e e á cultura erudita.  Lançaram um disco em 1968 “Tropicália ou Panis et circensis”.  Bebeu na fonte do “Manifesto Antropófago” do escritor modernista Oswald de Andrade, pois propunha uma antropofagia cultural devorando o novo europeu e recriá-lo á brasileira.
  • 53. Críticas recebidas  O movimento tropicalista não possui como objetivo principal utilizar a música como “arma” de combate político à ditadura militar que vigorava no Brasil. Por este motivo, foi muito criticado por aqueles que defendiam as músicas de protesto.  Os tropicalistas acreditavam que a inovação estética musical já era uma forma revolucionária.  Uma outra crítica que os tropicalistas receberam foi o uso de guitarras elétricas em suas músicas. Muitos músicos tradicionais e nacionalistas, acreditavam que esta era uma forte influência da cultura pop-rock americana e que prejudicava a música brasileira, denotando uma influência estrangeira não positiva. Conclusão:  O tropicalismo foi muito importante no sentido em que serviu para modernizar a música brasileira, incorporando e desenvolvendo novos padrões estéticos. Neste sentido, foi um movimento cultural revolucionário, embora muito criticado no período. Influenciou as gerações musicais brasileiras nas décadas seguintes. 
  • 54.  Movimento que se tornou símbolo da modernização da música popular no Brasil.  Teve início com um programa de auditório apresentado por Roberto Carlos (1941-), Wanderléa(1946-), Erasmo Carlos (1941-).  Muitas músicas eram versões americanas, adaptadas para o português.  Influência americana sobre o movimento.  Foi muito criticada pelos artistas que a consideravam alienada e fútil em razão da ingenuidade das canções que não estavam relacionadas as questões sociais do país. A jovem Guarda 1965
  • 55.
  • 56. Arquitetura  Arquiteta Modernista ítalo-brasileira, Formou-se em Roma , e é conhecida por ter projetado o MASP-Museu de Arte de São Paulo. Lina Bo Bardi (1914-1992)
  • 57. Teatro Oficina fundado em 1958  As propostas de ruptura na forma e no conteúdo teatral desenvolvidas na década de 1960 pelo teatro Oficina são ecos tropicalistas.  No início, era um projeto estudantil e com o tempo profissionalizou-se e tornou-se um dos mais influentes e importantes  Em 1967 realizou a 1º montagem da peça “O rei da vela”, de Oswald de Andrade, e de forma cômica abordou os costumes e a sociedade da época, transportando o texto para a realidade brasileira da década 1960. José Celso Martinez (1937) Teatro Experimental
  • 58.
  • 59. As artes visuais e a crítica ao Regime Militar  Os artistas que produziam artes visuais também sofreram com o controle do governo.  Por essa razão durante as décadas de 1960 e 1970, os aristas passaram a atribuir um sentido figurado para suas representações. Sozinho no verde 1973, ]óleo sobre tela, 151 cm x 150 cm. Blanton Museu de Arte da Universidade do Texas, Austin, EUA  Fez da representação de bananas um símbolo de sua insatisfação política do Brasil.  Antônio Henrique Amaral (1935-)
  • 60. Carlos Zilio (1942-)  O artista criticou a violência do Regime Militar.  Suas obras tem caráter de denúncia social relacionadas ao contexto político e social do Brasil, entre as décadas de 1960 e 1970.  Lute (1967), serigrafia sobre filme plástico e resina plástica acondicionada em marmita de alumínio (apropriação), coleção do artista
  • 61. 1- A proposta 2-Ação política  A marmita de alumínio, lembrando os ready-mades de Marcel Duchamp.  Ao imprimir a palavra “lute” sobre a boca fez um convite a manifestação.
  • 62.  Durante o Regime Militar as charges publicadas em jornais e revistas representavam com humor e de maneira muito crítica, a situação do país.  Artistas:  Jaguar (1932-),  Millôr Fernandes (1923- 2012),  Ziraldo (1932-)  Henrique de Souza Filho  (1944-1988), o Henfil. Artes gráficas e resistência
  • 67.
  • 68. O Pasquim  Em 1968 houve um endurecimento do governo militar / ano do AI-5, ano de perseguição.  Em 1969, foi lançado no Rio de Janeiro o jornal O Pasquim.  Inovador, conquistou o público, com humor e denúncia.  Reunia profissionais que se opunham ao governo.  Sobreviveu aos anos de ditadura e encerrou suas atividades em 1991.  Um dos mais importantes veículos de comunicação
  • 69. Ferreira Gullar (1930-2016)  Foram proibidas mais de 400 peças, como Roda Viva de Chico Buarque e o Rei da Selva de Oswald de Andrade.  Os censores liam roteiros, faziam cortes nos textos e assistiam a uma apresentação sem público.  Em 1964 no Rio de Janeiro ,nasce o grupo Opinião ligados á União Nacional do Estudantes (UNE), entidade na ilegalidade pelo governo Militar.  Espetáculo lançado pelo grupo: Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come,1966, autores da peça, Ferreira Gullar (1930- 2016) e Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974) O Teatro e a dança em tempos de ditadura
  • 70. O Teatro de Arena / São Paulo / Vídeo  Em São Paulo se destacou por sua atuação política o Teatro de Arena, em 1953, o nome veio da proposta do grupo em se apresentar em um palco circular.  Na década de 1960, muitas peças foram proibidas.  Peça de destaque: Arena conta Zumbi (1965), texto de Gianfrancesco Guarnieri (1934-2006) e Augusto Boal(1931-2009), e as canções de Edu Lobo (1943-)  A peça falava da luta do líder quilombola Zumbi dos Palmares (1655-1695), naquele momento encenar a vida de Zumbi, significava enfatizar a importância da resistência aos desmandos dos militares, em prol de uma sociedade mais justa e solidária.  Augusto Boal criou a técnica chamada sistema coringa, baseada nas técnicas de
  • 71. Augusto Boal e o teatro do Oprimido  Criado na década de 1960, é um método teatral que reúne diversos exercícios, jogos e técnicas.  Utilizando o teatro como ferramenta de trabalho para a ação política social e levar os espectadores a repensar e transformar a sua realidade.  Para ele a sociedade está dividida em oprimidos e opressores.  Uma das técnicas utilizadas é o Teatro-jornal, que consiste na interpretação de noticias de jornal de diversas maneiras, tendo improvisação e
  • 72. Ballet Stagiun de São Paulo  Fundado em 1971, pela húngara Márika Gidali (1937-) e pelo mineiro Décio Otero (1935-), foi o 1º a romper com os padrões do balé clássico e propor outras maneiras de se relacionar com a dança.  É um dos mais importantes grupos de dança contemporânea  Em 1977 lançou Kuarup ou a questão do índio, conseguiram driblar a censura e propor uma reflexão sobre a matança dos povos indígenas. Dançando contra a ditadura
  • 73.  Brecht (Alemanha) foi um dos mais importantes dramaturgos do século XX.  Em 1928 criou o Teatro épico (narrativo), depois denominado Dialético.  Era preocupado com questões sociais e que o teatro seria um agente de transformação.  Desenvolveu a técnica do distanciamento ou estranhamento, que utilizava vários recursos, como imagens projetadas,cartazes com textos irônicos e músicas para que o público ficasse atento á mensagem política das peças. O teatro de Bertold Brecht (1898-1956)
  • 74. Glauber Rocha (1939-1981) Cinema Novo  Na década de 1950 um grupo cineastas era contra o predomínio da produção industrial de filmes inspirados no cinema estadunidense.  Eles defendiam a produção de filmes a baixo custo e que representassem, de forma crítica as questões nacionais.  Em 1955 Nelson Pereira do Santos (1928-2018) dirigiu o filme” Rio 40 graus”.  A consolidação do Cinema Novo veio na década de 1960 com o filme “Vidas Secas” (1963) de Nelson e
  • 75.  Eram ousados: a Famosa frase de Glauber Rocha: Afirmava que bastava uma ideia na cabeça e uma câmera na mão, para fazer um filme.  Renovação estética  Expoente Tropicalista.  Foram inspirados no Neorrealismo italiano, filmes de baixo custo pós guerra mundial e abordavam de maneira crítica a realidade social do país.  Nelson Pereira do Santos
  • 76. O artista mais representativo é Joseph Ksuth (1945-)  Agrupa várias posturas artísticas que tem em comum a vontade de destacar a importância da parte intelectual como a essência do fato artístico.  Desenvolve-se em torno da linguagem, como simulacro da representação.  A obra Uma e Três Cadeiras, do artista americano Joseph Kosuth.  O artista criou, no ano de 1970, no MoMa, uma "Informação", exposição de arte conceitual que tinha como objetivo colocar a arte como fonte de informações, e não como concepção estética. Anos 1970 : Arte Conceitual
  • 77. ARTE CONCEITUAL Paulo Bruscky (1949) Recife PE Com mídias, , intervenções, e propostas no campo conceitual.  Já nos anos 1970 desenvolveu-se pesquisas com fotocópias, inseridas num contexto artístico.  Realizaram filmes e vídeos arte e em 1983 começou a produzir vídeos instalações.  Paulo Bruscky constituiu uma estratégia de liberdade diante do contexto político opressor da ditadura brasileira.  Em 1978 o artista desfilou pelas ruas do Recife portando um cartaz: O que é arte? Para que serve?  Ele foi incompreendido e sua performance transitou no limite do Nos anos 1960 no Brasil
  • 79. Cildo é um dos nomes mais importantes da década de 1970.  A arte brasileira também experimentou as transformações propostas pela Arte Conceitual.  Participou da histórica exposição do MoMA de Nova York em 1970, considerada um marco.  O artista realizou o trabalho Inserções em circuitos ideológicos, em que imprimia frases em cédulas e garrafas de refrigerante e as devolvia á circulação, passando a diante as mensagens como: “Quem matou Herzog?” Cildo Meireles (1948-)
  • 80. Desvio para o vermelho: Impregnação, Entorno, Desvio 1967 – 1984 técnica mista Desde o fim da década de 1960, Cildo Meireles tem se afirmado como voz única na arte contemporânea, construindo uma obra impregnada pela linguagem internacional da arte conceitual, mas que dialoga de maneira pessoal com o legado poético do neconcretismo brasileiro de Lygia Clark e Hélio Oiticica.    Pioneiro no campo da arte da instalação, prima pela diversidade de suportes, técnicas e materiais, apontando quase sempre para questões mais amplas, de natureza política e social. Neste sentido, Desvio para o Vermelho é um de seus trabalhos mais complexos e ambiciosos –concebido em 1967, e exibido em Inhotim desde 2006. Formado por três ambientes articulados entre si, no primeiro deles (Impregnação) nos deparamos com uma exaustiva coleção monocromática de móveis, objetos e obras de arte em diferentes tons, Nos ambientes seguintes, Entorno e Desvio, têm lugar o que o artista chama de explicações anedóticas para o mesmo fenômeno da primeira sala, em que a cor satura a matéria, se transformando em matéria. Aberta a uma série de simbolismos e metáforas, desde a violência do sangue até conotações ideológicas, o que interessa ao artista nesta obra é oferecer uma seqüência de impactos sensoriais e psicológicos ao espectador.
  • 81. Tunga (1956-2016)  O pernambucano Tunga é dos grandes nomes da arte conceitual brasileira: Escultor, desenhista, e performer , construiu uma carreira cheia de referências ao corpo humano, como esculturas em forma de tranças, ao arquétipos e á mitologia.
  • 82. "True Rouge" (1997), obra do artista Tunga. Tunga / Inhotim-MG
  • 83. O informalismo e a arte abstrata (1960 a 1970)  Nesta fase, a arte abstrata passa a ser marcada pelo informalismo lírico e gestual. Os meios de comunicação fornecem os temas para a produção de obras de arte politicamente engajadas.  Destacam-se os seguintes artistas: Tomie Ohtake, Manabu Mabe, Arcângelo Ianelli e Maria Bonomi.
  • 84.  Tomie Ohtake (1913-2015) foi uma pintora, gravadora e escultora japonesa naturalizada brasileira. Foi uma das mais importantes representantes do abstracionismo informal.
  • 85.
  • 86. Manabu Mabe (1924-1997) foi um pintor, gravador e ilustrador japonês, naturalizado brasileiro. Foi um dos pioneiros da pintura abstrata no Brasil.
  • 87. Década de 1970: tecnologias e arte  Nesta época novos sistemas e meios são utilizados nas obras de arte.  A instalação (utilização de tecnologia para promover uma interação entre obra e espectador), o grafite (pinturas em spray em locais públicos), a arte postal ( uso dos meios postais para criação de obras de arte) e a performance (uso de teatro ou dança em conjunto com as obras).  Destacam-se nesta época: Sirón Franco, Antonio Lizárraga, Luiz Paulo Baravelli, Cláudio Tozzi, Takashi Fukushima, Alex Vallauri, Regina Silveira, Evandro Jardim, Mira Schendel e José Roberto Aguilar.
  • 88. Alex Vallauri (Asmara / Etiópia, 1949 – São Paulo, 27 de março de 1987), grafiteiro, artista gráfico, pintor, desenhista, cenógrafo e gravador. ... Ao mesmo tempo estudou novas maneiras de aplicações de gravura.
  • 89.  Regina Scalzilli Silveira (Port o Alegre RS 1939). Artista multimídia, gravadora, pintora, professora.  A instalação Abyssal, de 2010, foi exibida em Lodz, na Polônia. A obra ocupava um espaço de mais de 100 metros quadrados.
  • 90. Neo-Expressionismo (década de 1980)  Na década de oitenta a arte resgata os meios artísticos tradicionais, embora haja, ao mesmo tempo, o fortalecimento da arte conceitual e do abstracionismo.  Meios tecnológicos interferem, tornando possível o surgimento da videoarte.  Relações entre o espaço público e a obra de arte possibilitam uma intervenção urbana, dando origem à arte pública.Importantes artistas neo-expressionistas: Guto Lacaz, Cildo Meireles, Tunga, Carmela Gross, Dudi Maia Rosa, Rafael França, Ivald Granato, Marcelo Nitsche, Mário Ramiro, Hudnilson Junior, Daniel Senise e Alex Flemming.
  • 91. Carlos Auguto Martins Lacaz ou Guto Lacaz  (São Paulo, São Paulo, 1948). Artista multimídia, ilustrador, designer, desenhista e cenógrafo.
  • 92. Pós-modernismo ( década de 1990 )  As discussões sobre a história da arte e os conceitos artísticos ganham importância e influenciam este período.  Uso de tecnologias, desconstrução da arte, aproximações da arte e do mundo real, globalização da arte.  Estes foram os caminhos da arte na década de 1990.Artistas desta época : Leda Catunda, Sandra Kogut, Laurita Sales, Iran do Espírito Santo, Rosângela Rennó, Jac Leirner, Hélio Vinci, Aprígio, Ana Amália, Marcos Benjamin Coelho, Cláudio Mubarac, Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Luis Hermano e Alex Cerveny.
  • 93.  Nascida em 1964, a carioca Adriana Varejão ,começou sua carreira nos anos 80, ainda muito jovem. Entre 1981 e 1985 freqüentou cursos livres na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro e fez sua primeira exposição individual em 1988, na galeria Thomas Cohn.
  • 94.  Beatriz Milhazes (1960) é uma pintora, gravadora, ilustradora e professora brasileira, um dos mais destacados nomes da arte contemporânea no Brasil.
  • 95. A arte popular no Brasil  A arte popular resulta de um olhar simples sobre o mundo e refletem as manifestações populares, a cultura e os costumes regionais de um povo.  O samba tornou-se o gênero musical brasileiro e identidade nacional.
  • 96. Arthur Bispo do Rosário (1911-1989)  Nunca se formou em arte.  Criou cerca de 1000 peças.  Usava objetos do cotidiano, como roupas e lençóis bordados.  Em 1980 uma TV fez uma matéria com o artista revelando ao público sua produção.  Atualmente suas obras estão no Museu Bispo do Rosário, denominado antes de Museu Nise da Silveira, na antiga colônia Juliano Moreira no Rio De Janeiro.  A arte é uma manifestação humana e não precisa estar atrelada á um curso
  • 97.
  • 98. LEONILSON (1957-1993) Voilà mon coeur piedras, lapidadas sobre las lonas, luto zurcir cada hilo mano trémula bordadas joyas transparentes eran los dedos textura, los paños terciopelo bajo la estopa gastada
  • 99.
  • 100. Mestre Vitalino (1909-1963)  Nascido em Caruaru, Pernambuco, foi um grande ceramista e músico popular.