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DMTC Doença Mista do tecido conjuntivo

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  1. 1. Doença mista doDoença mista do tecido conjuntivo ,tecido conjuntivo , síndromes desíndromes de superposição e Artritesuperposição e Artrite PsoriáticaPsoriática
  2. 2. Doença mista doDoença mista do tecido conjuntivo etecido conjuntivo e síndromes desíndromes de superposiçãosuperposição Alambert,PA
  3. 3. Conceito O A doença mista do tecido conjuntivo (DMTC) é definida como uma desordem do tecido conjuntivo, caracterizada pela presença de altos títulos de um auto-anticorpo particular, conhecido como anti-U1 ribonucleoproteína (RNP) em combinação com características clínicas do lúpus eritematoso sistêmico (LES), da esclerodermia (ES, Scl) e da polimiosite (PM), na ausência de anti-Sm, anti SS-A, anti-SS-B e anti-DNA dupla hélice.
  4. 4. EPIDEMIOLOGIA Prevalência: 10/100.000 Ocorre mais frequentemente em mulheres, em uma relação de 9:1, entre a segunda e terceira década de vida.
  5. 5. EPIDEMIOLOGIA O Nenhum fator ambiental foi associado com a doença, embora existam relatos da doença desencadeada pela sílica e pelo vinil O Associação com DR4 é descrita, especialmente em pacientes com artrite erosiva
  6. 6. Quadro Clínico O Na fase inicial da doença as manifestações clínicas mais frequentes são o edema difuso das mãos, artrite, fenômeno de Raynaud, miosite e esclerodactilia
  7. 7. Quadro Clínico O Geralmente, são necessários vários anos, até que se faça o diagnóstico de DMTC, pois é raro que todas as características clínicas ocorram simultaneamente
  8. 8. Algumas características! O Raramente desenvolvem uma glomerulonefrite proliferativa difusa, psicose ou convulsões (características do LES). O Maior predisposição para o desenvolvimento de hipertensão pulmonar (HAP) do que pacientes com LES ou ES, O Apresentam valores mais altos de fator reumatóide positivo do que o LES, com maior aparecimento de artrite erosiva.
  9. 9. Quadro Clínico O O diagnóstico inicial da DMTC tem suas dificuldades pois, como já o dissemos, raramente todas as características clínicas se apresentam, simultaneamente. O Muitas vezes os pacientes começam a ser conduzidos, como LES ou ES e só tardiamente a combinação de várias características levam ao diagnóstico de DMTC.
  10. 10. Manifestações iniciais O Astenia, fadiga, mialgias, artralgias e febrícula. O Alguns pacientes, no entanto, podem apresentar quadros mais graves, como neuropatias do trigêmeo, polimiosite severa, artrite aguda, meningite asséptica, gangrena digital, abdome agudo ou febre alta. O A maior parte dos órgãos e sistemas podem ser comprometidos em algum momento no curso da DMTC.
  11. 11. Comprometimento cutâneo O O fenômeno de Raynaud é a manifestação mais frequente e mais precoce, geralmente associado ao edema difuso dos dedos e em algumas vezes de toda a mão (Figura 1)
  12. 12. Figura 1 - Edema difuso dos dedos (de Robert M. Bennet, UptoDate, 2007).
  13. 13. Comprometimento cutâneo O A aparência das mãos na DMTC reflete o "overlap" (superposição) de doenças que constitui a síndrome, somando características clinicas da esclerodermia (espessamento cutâneo, esclerodactilia, calcinose), do lúpus eritematoso sistêmico (rash malar, lesão discóide) e da dermatomiosite (pápulas de Grotton).
  14. 14. Febre O Na DMTC, febre de origem desconhecida pode ser uma manifestação inicial da doença. Pode também vir associada com miosite, meningite asséptica, serosite ou adenopatias.
  15. 15. Manifestações articulares O Dor e rigidez articular são sintomas precoces na DMTC. O O envolvimento articular é mais freqüente e mais severo que no lúpus. O Aproximadamente 60% dos pacientes desenvolvem artrite franca, frequentemente com deformidades semelhantes às da artrite reumatóide (AR), como desvio ulnar dos dedos, dedos em "pescoço de cisne" e em "casa de botão" (Figura 2).
  16. 16. Figura 2 - Artrite deformante da DMTC caracterizada pelo desvio ulnar dos dedos e pelos dedos em "pescoço de cisne". Essas deformidades também podem ser vistas na artrite reumatóide.Fator reumatóide positivo é encontrado em 70% a 80% dos casos.
  17. 17. Manifestações articulares O Em poucos pacientes uma forma articular destrutiva (artrite mutilante) pode se desenvolver (Figura 3).
  18. 18. Figura 3 - Artrite destrutiva na DMTC, com dedos em "telescópio" (de Robert M.Bennet, UpToDate, 2007).
  19. 19. Achados musculares O Mialgia é um sintoma comum na DMTC. O Os pacientes podem apresentar fraqueza muscular, alterações eletroneuromiográficas e aumento sérico das enzimas musculares. O É histologicamente e clinicamente idêntica a polimiosite.
  20. 20. Acometimento cardíaco Alteraçãos eletrocardiográficas, incluindo, hipertrofia ventricular esquerda, defeitos de condução intraventricular e aumento de átrio direito. A manifestação clinica mais comum é a pericardite, que ocorre entre 10% a 30% dos pacientes. O tamponamento cardíaco é raro.
  21. 21. Hipertensão pulmonar O A principal causa de morte na DMTC é, em geral, a hipertensão pulmonar (Figura 4).
  22. 22. Figura 4 - A vasculopatia pulmonar na DMTC é caracterizada pela proliferação da íntima e pela hipertrofia da camada média nas arteriolas pulmonares (de Robert M. Bennet, UpToDate, 2007).
  23. 23. Hipertensão pulmonar O A presença da hipertensão pulmonar deve ser suspeitada através da história, do exame físico, dos testes laboratoriais e caso o paciente apresente quatro ou mais das seis características a seguir O 1. Dispnéia aos esforços; O 2. Pulsação sistólica na borda esternal esquerda; O 3. Hiperfonese de P2; O 4. Dilatação da artéria pulmonar em radiografia de tórax; O 5. Hipertrofia ventricular direita ao ECG; O 6. Hipertrofia ventricular direita ao ecocardiograma. O A presença de quatro dos seis critérios acima dá uma sensibilidade de 92% e especificidade de 100% para o diagnóstico de hipertensão pulmonat
  24. 24. Envolvimento pulmonar O A maioria dos pacientes com DMTC apresenta comprometimento pulmonar, geralmente assintomático nos estágios iniciais da doença, mas podendo se apresentar com dispnéia, dor torácica e tosse. O A dor pleurítica é comum e a doença intersticial pulmonar é geralmente progressiva.
  25. 25. Manifestações radiográficas O Manifestações radiográficas de doença pulmonar incluem alterações intersticiais, derrame pleural, infiltrado pneumônico e espessamento pleural
  26. 26. A tomografia de tórax (TC) A tomografia de tórax (TC) de alta resolução é o método mais sensível para determinar a presença de doença pulmonar intersticial. As alterações mais frequentes na TC de tórax são o espessamento septal, opacidades em "vidro fosco e favo de mel" e estão presentes em 48% a 78% dos pacientes com DMTC.
  27. 27. Acometimento Renal O Ausência de comprometimento renal severo é o marcador da DMTC nestes órgãos. Isso é possível, por que os altos títulos de anti- U1 RNP parecem proteger os rins do desenvolvimento da glomerulonefrite proliferativa difusa grave.
  28. 28. Acometimento Renal O Apenas 25% dos pacientes apresentam comprometimento renal e a forma mais comum é a glomerulonefrite membranosa, geralmente assintomática ou manifestando- se com síndrome nefrótica.
  29. 29. Doença gastrointestinal O A alteração mais comum é a dismotilidade esofageana, presente em 70% dos casos e quase sempre assintomática na fase inicial da doença. O As alterações na manometria são similares às encontradas na esclerodermia, com redução da peristalse no terço inferior do esôfago e redução da pressão no esfíncter esofageano inferior. (Figura 5).
  30. 30. Doença gastrointestinal
  31. 31. Doença gastrointestinal Outras manifestações gastrointestinais observadas são pseudo-divertículos ao longo do cólon (Figura 6).
  32. 32. Doença gastrointestinal O Dor abdominal pode acontecer, geralmente decorrente de hipomotilidade intestinal, serosite, vasculite mesentérica, pancreatite ou perfuração colônica
  33. 33. Sistema nervoso central O As manifestações do SNC não são freqüentes. A mais comum manifestação é a neuropatia do trigêmeoneuropatia do trigêmeo. As cefaléias também são comuns, de provável origem vascular, com características de enxaqueca, mas também podendo ser decorrentes de meningite assépticameningite asséptica, apresentando nestes casos ao exame físico sinais de irritação meníngea
  34. 34. Vasculopatia O A lesão vascular mais característica é a proliferação da íntima e a hipertrofia da camada média, afetando tanto pequenos como médios vasos. O São alterações que se assemelham as encontradas na esclerodermia, mas que diferem daquelas do LES.
  35. 35. Critérios Diagnósticos *Para o diagnóstico deve-se ter o critério sorológico, acompanhado de pelo menos um dos critérios clínicos.
  36. 36. Tratamento O Até o momento não há cura ou tratamento específico para DMTC, sendo que as recomendações terapêuticas atuais são baseadas na terapia convencional das demais colagenoses, O O tratamento medicamentoso da patologia depende dos sintomas e do padrão de envolvimento orgânico.
  37. 37. Tratamento O 33% dos pacientes terão doença controlada apenas com analgésicos e antiinflamatórios não hormonais. O Tratamento da HAP Anticoagulação sistêmica e terapia vasodilatadora, com bloqueadores do canal de cálcio e análogos da prostaciclina, têm sido benéficos neste sentido, assim como o bosentan, um recente antagonista oral do receptor da endotelina,
  38. 38. Tratamento O Miosite, pleurite, pericardite, miocardite, geralmente são intermitentes e tendem ter boa resposta ao uso de corticóides, O Síndrome nefrótica decorrente de glomerulonefrite membranosa, fenômeno de Raynaud, artropatias deformantes, acroesclerose e neuropatias periféricas são, em geral, resistentes aos corticosteróides.
  39. 39. Tratamento O Altas doses de corticóides podem ser necessárias para controle de manifestações severas como vasculite, alveolite fibrosante e miosite grave.
  40. 40. Tratamento O Manifestações comuns "ES-símile" devem ser conduzidas à maneira tradicional. Fenômeno de Raynaud tem bom resultado com bloqueadores do canal de cálcio, assim como sintomas decorrentes de refluxo gastroesofágico têm melhora com inibidores de bomba de prótons e pró-cinéticos.
  41. 41. Tratamento À semelhança do LES, manifestações como artrite e dermatopatia "LES-símile" também tendem a responder ao uso de antimaláricos.
  42. 42. Tratamento O Efeitos iatrogênicos decorrentes da corticoterapia (miopatia, infecções oportunistas, diabetes, necrose asséptica e osteoporose) Usar fármacos imunossupressores poupadores de corticóides.
  43. 43. Tratamento O O citostático mais atualmente usado como poupador de corticosteróide é a ciclofosfamida, na dose de 1 a 2 mg/kg/dia, ou em pulsos mensais (infusões endovenosas), O O uso racional de metotrexate, azatioprina e antimaláricos também podem ser úteis para amenizar os efeitos colaterais da corticoterapia prolongada.
  44. 44. Síndromes de superposição (sobreposição) Alambert,PA
  45. 45. Síndromes de superposição O Para definir uma síndrome de sobreposição é necessário identificar uma constelação de características distintas que constituem uma síndrome verdadeira. O Os pacientes que apresentam características incompletas (por exemplo, um paciente com fenômeno de Raynaud, artralgias e um FAN em baixos títulos) são melhor descritos como sendo portadores de uma doença indiferenciada do tecido conjuntivo
  46. 46. Síndromes de superposição O As síndromes de sobreposição podem ser definidas através de duas bases: a primeira se baseia nas manifestações clínicas, e a segunda, através da detecção de auto- anticorpos.
  47. 47. Síndromes de superposição -características clínicas- O O fenômeno de Raynaudfenômeno de Raynaud, a esclerodactiliaesclerodactilia e a alveolitealveolite são características comuns de inúmeras doenças autoimunes reumatológicas e não podem ser usadas isoladamente para definir uma síndrome.
  48. 48. Síndromes de superposição -características clínicas- O A combinação de características específicas de distintas entidades nosológicas num mesmo paciente, como o espessamento cutâneo proximal da pele dos dedos na esclerodermia ou as erosões articulares na artrite reumatóide (AR), é muito sugestiva de uma síndrome de sobreposiçãosíndrome de sobreposição
  49. 49. Síndromes de superposição -características clínicas- O Uma característica notável das doenças auto- imunes do tecido conjuntivo é que a grande maioria dos pacientes possui auto-anticorpos específicos ao DNA, RNA ou proteínas que se ligam a elas. O A especificidade antigênica destes anticorpos tem ajudado muito na distinção das doenças reconhecidas tradicionalmente.
  50. 50. Síndromes de superposição -características clínicas- O O LES está associado com alguns "marcadores", anti- DNA nativo ou de dupla hélice ou anti-Sm. O Muitos anticorpos coincidem nas síndromes de sobreposição. Ex.anticorpos que reagem principalmente com o U1-ribonucleoproteína (RNP). O Estes anticorpos são encontrados em pacientes com características de sobreposição de LES, ES e polimiosite.
  51. 51. Outras síndromes O Síndrome rara associada a DMTCDMTC e anticorpos U2-RNPU2-RNP e U3-RNAU3-RNA, O A sobreposição polimiosite/alveolitepolimiosite/alveolite fibrosantefibrosante encontrada em pacientes com anticorpos anti-Jo-1 e outras t-RNA sintetases. O A sobreposição polimiosite/esclerodermiapolimiosite/esclerodermia associada com anti-Pm/Sclanti-Pm/Scl
  52. 52. Síndromes que combinam características de doenças e que estão associadas com anticorpos específicos.O As tRNA-sintetases associadas a síndromes de sobreposição O As tRNA-sintetases são enzimas citoplasmáticas que fazem parte de uma proteína de síntese, através da adição de aminoácidos específicos codificados pelo tRNA durante a junção dos polipeptídeos
  53. 53. Síndromes que combinam características de doenças e que estão associadas com anticorpos específicos O Anti-Jo1 foi relacionado como um marcador para miosite, sendo detectado em mais de 26 pacientes com polimiosite, e raramente na dermatomiosite. O Mais tarde foi demonstrado que pacientes com anticorpos anti-Jo-1 tinham polimiosite e alveolite fibrosante; subsequentemente, outras características das doenças do tecido conjuntivo foram descritas, incluindo o fenômeno de Raynaud, artrite e um algumas características semelhantes a esclerodermia.
  54. 54. Síndromes que combinam características de doenças e que estão associadas com anticorpos específicos O A sobreposição polimiosite/esclerodermia associada com anti-Pm/Scl vem se tornando reconhecida como uma importante síndrome de sobreposição que era subdiagnosticada anteriormente.
  55. 55. Síndromes que combinam características de doenças e que estão associadas com anticorpos específicos O Anticorpos anticomplexo nuclear e citoplasmático envolvidos na transcripção da polimerase III no RNA, Ro (SS-A) e La (SS- B), aparecem em pacientes com síndrome de Sjögren que também têm manifestações de LES, isto é, a sobreposição Sjögren/LES.
  56. 56. Diagnóstico O Uma das maiores dificuldades no diagnóstico das síndromes de sobreposição associadas a anti-tRNA sintetases é a detecção de anticorpos. Visto que as enzimas envolvidas na aminoacetilação pelo tRNA são citoplasmáticas, os anticorpos antinucleares são freqüentemente negativos.
  57. 57. Diagnóstico 1- A imunofluorescência citoplasmática com uma distribuição perinuclear leva á procura de anticorpos anti-Jo1 ou outros relacionados as tRNA sintetases. 2-Pacientes com miosite, alveolite fibrosante e artrite devem ser também testados. 3-É importante ressaltar que muitos pacientes com anticorpos anti-Jo1 não apresentam miosite no ínicio da doença.
  58. 58. ARTRITE PSORIÁTICAARTRITE PSORIÁTICA
  59. 59. Considerações gerais O A artrite psoriática é uma artrite inflamatória que ocorre em associação com a doença de pele conhecida como psoríase. O Pertence ao grupo das ESPONDILOARTRITES (EpA) antes chamado Espondiloartropatia soro negativas O EA- sor-:Entesis+acometimento do esqueleto axial (sacro-ilíacas e coluna) +oligoartrite assimétrica e ausência de fator Reumatóide.
  60. 60. Psoríase O É uma dermatose crônica caracterizada eletivamente por lesões eritêmato- escamosas, relativamente freqüente , podendo atingir até 1% em alguns grupos populacionais. O Ocorre igualmente em ambos sexos,pode aparecer em qualquer idade, sendo mais freqüente na terceira e quarta décadas de vida.
  61. 61. Psoríase em placas: Placas múltiplas eritêmato-escamosas com escamas prateadas
  62. 62. Pintas,descoloração e erosão das unhas dos dedos com edema fusiforme das articulações interfalangeanas
  63. 63. Dedos com inchaço do tipo salsicha,lesões de pele e mudança nas unhas
  64. 64. Manchas psoriáticas no dorso da mão com inchaço e distorção de muitas articulações interfalangeanas e diminuição dos dedos devido a perda de massa óssea
  65. 65. Tipos de artrite psoriática O 1- Artrite das articulações IFDs O 2- Artrite Destrutiva (mutilante) O 3- Poliartrite simétrica indistinguível da artrite reumatóide O 4- Oligoartrite assimétrica O 5- Espondiloartropatia
  66. 66. 1- Artrite das articulações IFDs
  67. 67. Mutilante
  68. 68. 3- Poliartrite simétrica indistinguível da artrite reumatóide
  69. 69. 4- Oligoartrite assimétrica
  70. 70. 5- Espondiloartropatia Sacro-ileíte
  71. 71. 5- Espondiloartropatia
  72. 72. 5- Espondiloartropatia
  73. 73. Artrite psoriática da IFD- Alterações RX A- Erosões periostais das margensA- Erosões periostais das margens B- Erosões+proliferaçõesB- Erosões+proliferações C- “pencil-in-cupC- “pencil-in-cup
  74. 74. Estágio inicial à esquerda (erosões) Estágio tardio à direita (ponta de lápis em copo)
  75. 75. DIAGNÓSTICO O NÃO HÁ CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS OU CLASSIFICAÇÃO PARA A ARTRITE PSORIÁTICA. O O DIAGNÓSTICO DEVERÁ SER PENSADO QUANDO UM PACIENTE COM PSORÍASE APRESENTAR-SE COM SINAIS E SINTOMAS DE UMA ARTRITE INFLAMATÓRIA.
  76. 76. TRATAMENTO O AINH O CORTICOSTERÓIDES O Metotrexato O Disease-Modifying Antirheumatic Drugs sulfasalazina, ciclosporina, leflunomida O BIOLÓGICOS Infliximabe e etanercepte. Adalimumab e Alefacept:

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