SlideShare uma empresa Scribd logo
Hospital Municipal de
Imperatriz - HMI
FEBRE REUMATICA
Karoline Lima Pereira- Interna.
Imperatriz- MA , 08/08/2014
INTRODUÇÃO
A FEBRE REUMATICA E A
CARDIOPATIA REUMATICA CRONICA
(CRC) SÃO COMPLICAÇÕES NÃO
SUPURATIVAS , DA
FARINGOAMIGDALITE CAUSADA
PELO ESTREPTOCOCO BETA-
HEMOLITICO DO GRUPO A.
Frequentemente associada a pobreza e as más
condições de vida.
• FATORES AMBIENTAIS E
SOCIOECONOMICOS CONTRIBUEM
PARA O APARECIMENTO DA
DOENÇA, UMA VEZ QUE
ALIMENTAÇÃO INADEQUADA ,
HABITAÇÃO EM AGLOMERADOS E
AUSÊNCIA OU CARÊNCIA DE
ATENDIMENTO MÉDICO CONSTITUEM
FATORES IMPORTANTES PARA O
DESENVOLVIMENTO DA DOENÇA
• PARALELAMENTE FATORES
GENETICOS DE SUSCETIBILIDADE
ESTÃO DIRECTAMENTE
RELACIONADOS.
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
DIAGNOSTICO
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
O DIAGNOSTICO DE FEBRE REUMATICA É CLINICO , NÃO EXISTINDO SINAL
PATOGNOMONICO OU EXAME ESPECIFICO.
OS CRITERIOS DE JONES
MODIFICADO CONTINUA
SENDO “ PADRÃO OURO”
PARA O DIAGNOSTICO DO
PRIMEIRO SURTO DA FR.
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
OUTROS SINAIS E SINTOMAS , COMO :
- EPISTAXE ;
- DOR ABDOMINAL;
- ANOREXIA;
- FADIGA;
- PERDA DE PESO;
- PALIDEZ;
MAS NÃO ESTÃO INCLUIDOS ENTRE AS
MANIFESTAÇÕES MENORES DOS CRITERIOS DE
JONES MODIFICADO.
DIAGNOSTICO :
1) 2 CRITERIOS
MAIORES
2) 1 CRITERIO MAIOR
+ 2 MENORES
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
UMA VEZ QUE OUTROS DIAGNOSTICOS SEJAM EXCLUIDOS, A COREIA A CARDITE
INDOLENTE E AS RECORRÊNCIAS SÃO TRÊS EXCEÇÕES EM QUE OS CRITÉRIOS DE JONES
NÃO TÊM QUE SER RIGOROSAMENTE RESPEITADOS :
1) CONSIDERANDO-SE
RARIDADE DE OUTRAS
ETIOLOGIAS PARA A
COREIA , SUA
PRESENÇA IMPLIDA NO
DIAGNOSTICO DE FR.
MESMO NA AUSÊNCIA
DOS OUTROS CRITÉRIOS
OU DA COMPROVAÇÃO
DA INFECÇÃO
ESTREPTOCÓCIA ANTERIOR
2) NA CARDITE INDOLENTE
, AS MANIFESTAÇÕES
CLÍNICAS INICIAIS , SÃO
POUCO EXPRESSIVAS E ,
NA PRIMEIRA CONSULTA
AS ALTERAÇÕES
CARDIACAS PODEM SER A
ÚNICA MANIFESTAÇÃO. E
OS EXAMES DA FASE
AGUDA , ASSIM COMO OS
TÍTULOS DE ANTICORPOS P/
ESTREPTOCOCO PODEM
ESTAR NORMAIS.
3) HISTORIA DE
SURTO AGUDO
PREVIO OU DE
CARDIOPATIA
CRONICA
COMPROVADA,
OS SINAIS DE
RECORRÊNCIA
PODE SER
BASEADO EM :
• 1 SINAL MAIOR.
• VARIOS SINAIS MENORES.
• 2 SINAIS MENORES
Criterios da OMS.
DIAGNOSTICO DA FARINGOAMIGDALITE
ESTREPTOCÓCICA
 SE TESTE
RAPIDO
NEGATIVO .
REALIZAR
CULTURA DE
OROFARINGE
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
CRITERIOS CLINICOS AVALIADOS
PELA OMS :
 Mal-estar geral
 Vômitos
 Febre elevada
 Hiperemia e edema de
orofaringe;
 Petequias e exsudato purulentoç
 Glanglios cervicais palpáveis e
dolorosos
RECOMENDA-SE A
COMPROVAÇÃO
LABORATORIAL DA
INFECÇÃO POR EBGA.
• CULTURA DA OROFARINGA (90-
95% SENSIBILIDADE); -> PADRÃO
OURO
• TEST RAPIDO P/ DETECÇÃO DE
ANTIGENO P/ EBGA ->
VANTAGEM DA RAPIDEZ
DIAGNOSTICO DA FARINGOAMIGDALITE
ESTREPTOCÓCICA
 SOROLOGIA
1) ASLO (ANTIESTREPTOLISINA).
2) Anti – Dnase (ANTIDESOXYRIBONUCLEASE B).
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
EXAMES SOROLOGICOS TRADUZEM
UMA INFECÇÃO PREGRESSA E NÃO
TEM VALOR PARA DIAGNOSTICO DO
QUADRO AGUDO.
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
ASLO
A ELEVAÇÃO SE INICIA POR VOLTA DO SETIMO DIA APÓS A
INFECÇÃO E ATINGE PICO ENTRE A QUARTA E SEXTA SEMANA ,
MANTENDO-SE ELEVADA POR MESES,ÀS VEZES POR UM ANO APÓS
A INFECÇÃO.
RECOMENDA-SE A
REALIZAÇÃO DE DUAS
DOSAGENS , COM
INTERVALO DE 15DIAS
20% DOS PACIENTES COM FR , NÃO
CURSAM COM ELEVAÇÃO DA ASLO
CRITERIOS MAIORES
ARTRITE 75% DOS CASOS.
• ASSIMETRICA, MIGRATORIA, MUITO DOLOROSA
• AFETA GRANDES ARTICULAÇÕES (MAIORIA MEMBROS INFERIORES)
• DURA POR VOLTA DE 1 SEMANA
• DESCAPACIDADE FUNCIONAL
OBS: RESPOSTA AOS AINES E RAPIDA E FREQUENTEMENTE A DOR DESAPARECE EM
24HORAS.
ARTRITE PÓS- ESTREPTOCÓCICA • NÃO PREENCHE OS CRITERIOS DE JONES.
• INTERVALO ENTRE INICIO DO QUADRO É DE 10 DIAS – MAIS CURTO QUE
NA ARTRITE REUMATICA.
OBS 1 : NÃO RESPONDE A AINES.
OBS2: PACIENTES DEVEM SER CONSIDERADOS “PORTADORES” QUANDO
PREENCHEM OS CRITERIOS DE JONES, E DEVEM RECEBER PROFILAXIA– DEVIDO A
DIFICULDADE DE DIFERENCIAR DA ARTRITE REUMATICA
CARDITE 40-70% DOS CASOS.
• MANIFESTAÇÃO MAIS GRAVE;
• TENDE A APARECER EM FASE PRECOCE – 3 PRIMEIRAS SEMANAS DA FASE
AGUDA
• ENDOCARDITE/VALVITE – MARCA DIAGNOSTICA DA CARDITE
(PRINCIPALMENTE VALVULA MITRAL E AORTICA)- Fase aguda: Regurgitação mitral ,
seguida de Regurgitação aórtica. Fase Crônica : estenoses valvares.
• TRES SOPROS CARACTERISTICOS : - AUSÊNCIA NÃO DESCARTA COMPROMETIMENTO
CARDIACO
1. SOPRO SISTOLICO DE REGURGITAÇÃO MITRAL
2. SOPRO DIASTOLICO DE CAREY COOMBS
3. SOPRO DIASTOLICO DE REGURGITAÇÃO AORTICA.
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
CORREIA DE SYDENHAM 5% a 36% DOS CASOS
• DESORDEM NEUROLOGICA CARACTERIZADA POR MOVIMENTOS
RÁPIDOS INVOLUNTÁRIOS INCOORDENADOS, QUE DESAPARECEM
DURANTE O SONO E ACENTUADAS EM ESTRESS E ESFORÇO. INICIO
INSIDIOSO
• PREDOMINANTEMENTE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES DO SEXO
FEMININO, SENDO RARA APÓS OS 20 ANOS DE IDADE.
• LABILIDADE EMOCIONAL
• FRAQUEZA MUSCULAR
• DISARTRIA E DIFICULDADE PARA ESCREVER PODEM ACONTECER.
• TOC
• Acomete músculos da face, pálpebra, língua e lábios.
ERITEMA MAGINATUM MENOS DE 3%
• MANIFESTAÇÃO RARA
• ERITEMA COM BORDAS NITIDAS , CENTRO CLARO , CONTORNOS
ARREDONDADOS OU IRREGULARES.
• MULTIPLAS, INDOLORES , NÃO PRURIGINOSAS, PODENDO HAVER
FUSÃO , RESULTANDO EM ASPECTO SERPIGINOSO.
• TRONCO , ABDOME, FACE INTERNA DE MMII, POUPANDO A FACE.
• MANIFESTAÇÃO ASSOCIADA A CARDITE.
NODULOS SUBCUTÂNEOS 2% A 5% DOS CASOS.
• MANIFESTAÇÃO RARA.
• FORTEMENTE ASSOCIADOS A CARDITE GRAVE
• FIRMES, MULTIPLOS, MOVEIS , INDOLORES, RECOBERTO DE PELE
NORMAL E SEM CARACTERISTICAS INFLAMATORIAS.
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
QUANDO MANIFESTAÇÃO
ISOLADA
,FREQUENTEMENTE
ASSOCIADA A CARDITE,
MAS RARAMENTE A
ARTRITE
Manual de Bolso -Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
CRITERIOS MENORES
ARTRALGIA -Isolada afeta grandes articulações;
-Ausência de descapacidade funcional - ≠ Artrite
-Quando , com padrão assimétrico e migratório em
grandes articulações = fortemente associada a Cardite
FEBRE -Inicio do surto agudo e ocorre em quase todos os surtos
de artrite.
-Não tem padrão característico
-Responde a AINES.
INTERVALO PR -Pode estar aumentado em FR, mesmo em ausência de
Cardite.
- ECG para todas os pacientes;
- Intervalo PR aumentado em crianças : > 0,18s
adolescentes : > 20 s
REAGENTES DE FASE AGUDA -Auxiliam no monitoramento da FR:
- VHS e PCR se elevam nas primeiras semanas da FR.
- lfa -1 – glicoproteína ácida : apresenta titulos
elevados na fase aguda da doença, mantendo-se
elevada por tempo mais prolongada. DEVE SER
UTILIZADA PARA MONITORAR A ATIVIDADE DA FR.
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
EXAMES COMPLEMENTARES
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
RX DE TORAX, investigar :
1) Cardiomegalia;
2) Sinais de congestão
pulmonar;
ECG, achados são inespecíficos:
- Taquicardia sinusal;
- Disturbios de condução;
- Alterações de ST-T
- Baixa voltagem do complexo QRS.
Obs: ECG normal , não exclui o
envolvimento cardíaco
O Diagnotico de Cardite não deve ser
basedo somente no ECG.
ECOCARDIOGRAMA
BIOPSIA ENDOMIOCARDICA para
diagnostico de cardite : BAIXA
SENSIBILIDADE – desuso.
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
ECOCARDIOGRAMA
ESTUDOS RECENTES UTILIZANDO ACHADOS ECOCARDIOGRAFICOS APONTAM PARA MAIORES
PREVALÊNCIAS DA CARDITE, QUANDO COMPARADOS COM ESTIMATIVAS BASEADOS
EXCLUSIVAMENTE NA CLINICA
OMS RECOMENDA , NAS AREAS ENDÊMICAS DE FEBRE
REUMÁTICA A UTILIZAÇÃO DA ECOCARDIOGRAFIA
PARA DIAGNOSTICAR A CARDITE SUBCLINICA.
Manual de Bolso -Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
Diagnostico Diferencial
Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
Também
pode ser feita,
com objetivo
de abreviar o
diagnotico ,
bem como
iniciar
rapidamente
o tratamento.
Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
PROFILAXIA
 Eficacia comprovada ainda que se inicie o tratamento até o NONO dia
após inico do quadro infeccioso.
Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
PROFILAXIA
Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
PROFILAXIA
Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
PROFILAXIA
Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
VACINA ?
 Atualmente existem 12 modelos de vacinas, a maioria em fase pré-clinica.
 Os antígenos candidatos à confecção dessas vacinas têm como base a
proteína M do estreptococo e outros antígenos conservados da bactérica.
 Modelos ainda sendo testadas em camundongos ,
 Outros em fase pré-clinica na Australia e outros países.
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
VACINA ?
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
Bibliografia
 Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e
Prevenção da Febre Reumática – 2009 –
http://publicações.cardiol.br
OBRIGADA!
Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Arritimias cardíacas
Arritimias cardíacasArritimias cardíacas
Arritimias cardíacas
dapab
 
Infarto agudo do miocárdio
Infarto agudo do miocárdioInfarto agudo do miocárdio
Infarto agudo do miocárdio
Laboratório Sérgio Franco
 
Dispnéia
Dispnéia Dispnéia
Dispnéia
Paulo Alambert
 
Valvopatia
ValvopatiaValvopatia
Valvopatia
dapab
 
Febre reumática
Febre reumáticaFebre reumática
Febre reumática
Thais Benicio
 
Diabetes mellitus
Diabetes mellitusDiabetes mellitus
Diabetes mellitus
Fernanda Marinho
 
Pericardite
PericarditePericardite
Pericardite
resenfe2013
 
Doenças Cardiovasculares
Doenças CardiovascularesDoenças Cardiovasculares
Doenças Cardiovasculares
Diego Caires
 
INSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVA
INSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVAINSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVA
INSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVA
Paulo Alambert
 
Parkinson
ParkinsonParkinson
Cetoacidose E Coma Hiperosmolar
Cetoacidose E Coma HiperosmolarCetoacidose E Coma Hiperosmolar
Cetoacidose E Coma Hiperosmolar
Rodrigo Biondi
 
Sepse 3.0
Sepse 3.0Sepse 3.0
Sepse 3.0
Leandro Carvalho
 
Cardiomiopatias
CardiomiopatiasCardiomiopatias
Cardiomiopatias
dapab
 
Insuficiência Renal Crônica
Insuficiência Renal CrônicaInsuficiência Renal Crônica
Insuficiência Renal Crônica
ivanaferraz
 
Diabetes no Idoso
Diabetes no IdosoDiabetes no Idoso
Diabetes no Idoso
Amanda Thomé
 
Endocardite infecciosa
Endocardite infecciosaEndocardite infecciosa
Endocardite infecciosa
lukeni2015
 
Infarto agudo do miocárdio (IAM)
Infarto agudo do miocárdio   (IAM)Infarto agudo do miocárdio   (IAM)
Infarto agudo do miocárdio (IAM)
Shirley Rodrigues
 
Aula Insuficiência Renal Aguda
Aula Insuficiência Renal AgudaAula Insuficiência Renal Aguda
Aula Insuficiência Renal Aguda
Jucie Vasconcelos
 
Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)
Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)
Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)
João Marcos
 
Hipertensão arterial sistêmica
Hipertensão arterial sistêmicaHipertensão arterial sistêmica
Hipertensão arterial sistêmica
j2012p
 

Mais procurados (20)

Arritimias cardíacas
Arritimias cardíacasArritimias cardíacas
Arritimias cardíacas
 
Infarto agudo do miocárdio
Infarto agudo do miocárdioInfarto agudo do miocárdio
Infarto agudo do miocárdio
 
Dispnéia
Dispnéia Dispnéia
Dispnéia
 
Valvopatia
ValvopatiaValvopatia
Valvopatia
 
Febre reumática
Febre reumáticaFebre reumática
Febre reumática
 
Diabetes mellitus
Diabetes mellitusDiabetes mellitus
Diabetes mellitus
 
Pericardite
PericarditePericardite
Pericardite
 
Doenças Cardiovasculares
Doenças CardiovascularesDoenças Cardiovasculares
Doenças Cardiovasculares
 
INSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVA
INSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVAINSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVA
INSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVA
 
Parkinson
ParkinsonParkinson
Parkinson
 
Cetoacidose E Coma Hiperosmolar
Cetoacidose E Coma HiperosmolarCetoacidose E Coma Hiperosmolar
Cetoacidose E Coma Hiperosmolar
 
Sepse 3.0
Sepse 3.0Sepse 3.0
Sepse 3.0
 
Cardiomiopatias
CardiomiopatiasCardiomiopatias
Cardiomiopatias
 
Insuficiência Renal Crônica
Insuficiência Renal CrônicaInsuficiência Renal Crônica
Insuficiência Renal Crônica
 
Diabetes no Idoso
Diabetes no IdosoDiabetes no Idoso
Diabetes no Idoso
 
Endocardite infecciosa
Endocardite infecciosaEndocardite infecciosa
Endocardite infecciosa
 
Infarto agudo do miocárdio (IAM)
Infarto agudo do miocárdio   (IAM)Infarto agudo do miocárdio   (IAM)
Infarto agudo do miocárdio (IAM)
 
Aula Insuficiência Renal Aguda
Aula Insuficiência Renal AgudaAula Insuficiência Renal Aguda
Aula Insuficiência Renal Aguda
 
Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)
Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)
Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)
 
Hipertensão arterial sistêmica
Hipertensão arterial sistêmicaHipertensão arterial sistêmica
Hipertensão arterial sistêmica
 

Destaque

Febre reumática
Febre reumáticaFebre reumática
Febre reumática
Marla Priscila
 
Afecções imunológicas e reumáticas ainda cru
Afecções imunológicas e reumáticas ainda cruAfecções imunológicas e reumáticas ainda cru
Afecções imunológicas e reumáticas ainda cru
Cibelle Viero
 
Diretrizes febre reumática
Diretrizes febre reumáticaDiretrizes febre reumática
Diretrizes febre reumática
rodolfo34porto
 
Fiebre reumática
Fiebre reumáticaFiebre reumática
Fiebre reumática
Andrea Cortés Fernández
 
Fiebre reumatica parte 2
Fiebre reumatica parte 2Fiebre reumatica parte 2
Fiebre reumatica parte 2
AnairaP
 
Reumatismo
ReumatismoReumatismo
PEDIATRIA UTM:Fiebre reumatica y soplos inocentes
PEDIATRIA UTM:Fiebre reumatica y soplos inocentesPEDIATRIA UTM:Fiebre reumatica y soplos inocentes
PEDIATRIA UTM:Fiebre reumatica y soplos inocentes
Facebook
 
Febre reumática (davyson sampaio braga)
Febre reumática (davyson sampaio braga)Febre reumática (davyson sampaio braga)
Febre reumática (davyson sampaio braga)
Davyson Sampaio
 
Arritmiass
ArritmiassArritmiass
Arritmiass
Juan Mijana
 
Aula endocardite
Aula endocarditeAula endocardite
Aula endocardite
Alberto Las Casas Jr.
 
Faringoamigdalite Aguda
Faringoamigdalite AgudaFaringoamigdalite Aguda
Faringoamigdalite Aguda
Brenda Lahlou
 
Faringite estreptocócica
Faringite estreptocócicaFaringite estreptocócica
Faringite estreptocócica
Mônica Firmida
 
Infecciones intrauterinas
Infecciones intrauterinasInfecciones intrauterinas
Infecciones intrauterinas
Lisseth Villadiego Álvarez
 
Estudo de caso: Assistência de Enfermagem ao portador de Transposição de Gran...
Estudo de caso: Assistência de Enfermagem ao portador de Transposição de Gran...Estudo de caso: Assistência de Enfermagem ao portador de Transposição de Gran...
Estudo de caso: Assistência de Enfermagem ao portador de Transposição de Gran...
resenfe2013
 
Fiebre reumática
Fiebre reumáticaFiebre reumática
Fiebre reumática
suarez0906
 

Destaque (15)

Febre reumática
Febre reumáticaFebre reumática
Febre reumática
 
Afecções imunológicas e reumáticas ainda cru
Afecções imunológicas e reumáticas ainda cruAfecções imunológicas e reumáticas ainda cru
Afecções imunológicas e reumáticas ainda cru
 
Diretrizes febre reumática
Diretrizes febre reumáticaDiretrizes febre reumática
Diretrizes febre reumática
 
Fiebre reumática
Fiebre reumáticaFiebre reumática
Fiebre reumática
 
Fiebre reumatica parte 2
Fiebre reumatica parte 2Fiebre reumatica parte 2
Fiebre reumatica parte 2
 
Reumatismo
ReumatismoReumatismo
Reumatismo
 
PEDIATRIA UTM:Fiebre reumatica y soplos inocentes
PEDIATRIA UTM:Fiebre reumatica y soplos inocentesPEDIATRIA UTM:Fiebre reumatica y soplos inocentes
PEDIATRIA UTM:Fiebre reumatica y soplos inocentes
 
Febre reumática (davyson sampaio braga)
Febre reumática (davyson sampaio braga)Febre reumática (davyson sampaio braga)
Febre reumática (davyson sampaio braga)
 
Arritmiass
ArritmiassArritmiass
Arritmiass
 
Aula endocardite
Aula endocarditeAula endocardite
Aula endocardite
 
Faringoamigdalite Aguda
Faringoamigdalite AgudaFaringoamigdalite Aguda
Faringoamigdalite Aguda
 
Faringite estreptocócica
Faringite estreptocócicaFaringite estreptocócica
Faringite estreptocócica
 
Infecciones intrauterinas
Infecciones intrauterinasInfecciones intrauterinas
Infecciones intrauterinas
 
Estudo de caso: Assistência de Enfermagem ao portador de Transposição de Gran...
Estudo de caso: Assistência de Enfermagem ao portador de Transposição de Gran...Estudo de caso: Assistência de Enfermagem ao portador de Transposição de Gran...
Estudo de caso: Assistência de Enfermagem ao portador de Transposição de Gran...
 
Fiebre reumática
Fiebre reumáticaFiebre reumática
Fiebre reumática
 

Semelhante a Febre reumatica

Cardio guia de_bolso_diretrizes_ febre_reumatica
Cardio guia de_bolso_diretrizes_ febre_reumaticaCardio guia de_bolso_diretrizes_ febre_reumatica
Cardio guia de_bolso_diretrizes_ febre_reumatica
gisa_legal
 
Hipertensão Arterial Sistêmica
Hipertensão Arterial SistêmicaHipertensão Arterial Sistêmica
Hipertensão Arterial Sistêmica
Marco Aguiar
 
aula Pancreatite aguda.ppt
aula Pancreatite aguda.pptaula Pancreatite aguda.ppt
aula Pancreatite aguda.ppt
EdsonMarques73
 
Sintese Manual de Cardiologia - maio06
Sintese Manual de Cardiologia - maio06Sintese Manual de Cardiologia - maio06
Sintese Manual de Cardiologia - maio06
gisa_legal
 
21277f mo --sepse_grave_e_choque_septico_pediatrico-1
21277f mo --sepse_grave_e_choque_septico_pediatrico-121277f mo --sepse_grave_e_choque_septico_pediatrico-1
21277f mo --sepse_grave_e_choque_septico_pediatrico-1
Reila Silva
 
Vivendo Rio
Vivendo RioVivendo Rio
Vivendo Rio
Pela Vidda - RJ
 
protocolo-de-tratamento.pdf
protocolo-de-tratamento.pdfprotocolo-de-tratamento.pdf
protocolo-de-tratamento.pdf
Aguiarneto3
 
Les 14 3ª parte
Les 14 3ª parteLes 14 3ª parte
Les 14 3ª parte
pauloalambert
 
Les 14 3ª parte
Les 14 3ª parteLes 14 3ª parte
Les 14 3ª parte
pauloalambert
 
Tratamento da HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA
Tratamento da HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICATratamento da HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA
Tratamento da HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA
Marco Aguiar
 
Webpalestra_DoençaRenalCrônica.pptx
Webpalestra_DoençaRenalCrônica.pptxWebpalestra_DoençaRenalCrônica.pptx
Webpalestra_DoençaRenalCrônica.pptx
natansilva624689
 
Pancreatite
PancreatitePancreatite
Anticoncepção em situações especiais
Anticoncepção em situações especiaisAnticoncepção em situações especiais
Anticoncepção em situações especiais
Anticoncepção em situações especiaisAnticoncepção em situações especiais
Apresentação Dengue - Mais Médicos.pdf
Apresentação Dengue - Mais Médicos.pdfApresentação Dengue - Mais Médicos.pdf
Apresentação Dengue - Mais Médicos.pdf
RoneCarlos3
 
7434156.ppt
7434156.ppt7434156.ppt
7434156.ppt
EthicalZone
 
Atencao saude adulto
Atencao saude adultoAtencao saude adulto
Atencao saude adulto
Emerson Silva
 
2 fiebre reumatica 2015.
2 fiebre reumatica 2015.2 fiebre reumatica 2015.
2 fiebre reumatica 2015.
honestolopes1994
 
Caso clínico Endocardite
Caso clínico EndocarditeCaso clínico Endocardite
Caso clínico Endocardite
resenfe2013
 
ATUALIZAÇÃO DAS DIRETRIZES DO SURVIVING SEPSIS CAMPAIGN
ATUALIZAÇÃO DAS DIRETRIZES DO SURVIVING SEPSIS CAMPAIGNATUALIZAÇÃO DAS DIRETRIZES DO SURVIVING SEPSIS CAMPAIGN
ATUALIZAÇÃO DAS DIRETRIZES DO SURVIVING SEPSIS CAMPAIGN
Yuri Assis
 

Semelhante a Febre reumatica (20)

Cardio guia de_bolso_diretrizes_ febre_reumatica
Cardio guia de_bolso_diretrizes_ febre_reumaticaCardio guia de_bolso_diretrizes_ febre_reumatica
Cardio guia de_bolso_diretrizes_ febre_reumatica
 
Hipertensão Arterial Sistêmica
Hipertensão Arterial SistêmicaHipertensão Arterial Sistêmica
Hipertensão Arterial Sistêmica
 
aula Pancreatite aguda.ppt
aula Pancreatite aguda.pptaula Pancreatite aguda.ppt
aula Pancreatite aguda.ppt
 
Sintese Manual de Cardiologia - maio06
Sintese Manual de Cardiologia - maio06Sintese Manual de Cardiologia - maio06
Sintese Manual de Cardiologia - maio06
 
21277f mo --sepse_grave_e_choque_septico_pediatrico-1
21277f mo --sepse_grave_e_choque_septico_pediatrico-121277f mo --sepse_grave_e_choque_septico_pediatrico-1
21277f mo --sepse_grave_e_choque_septico_pediatrico-1
 
Vivendo Rio
Vivendo RioVivendo Rio
Vivendo Rio
 
protocolo-de-tratamento.pdf
protocolo-de-tratamento.pdfprotocolo-de-tratamento.pdf
protocolo-de-tratamento.pdf
 
Les 14 3ª parte
Les 14 3ª parteLes 14 3ª parte
Les 14 3ª parte
 
Les 14 3ª parte
Les 14 3ª parteLes 14 3ª parte
Les 14 3ª parte
 
Tratamento da HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA
Tratamento da HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICATratamento da HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA
Tratamento da HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA
 
Webpalestra_DoençaRenalCrônica.pptx
Webpalestra_DoençaRenalCrônica.pptxWebpalestra_DoençaRenalCrônica.pptx
Webpalestra_DoençaRenalCrônica.pptx
 
Pancreatite
PancreatitePancreatite
Pancreatite
 
Anticoncepção em situações especiais
Anticoncepção em situações especiaisAnticoncepção em situações especiais
Anticoncepção em situações especiais
 
Anticoncepção em situações especiais
Anticoncepção em situações especiaisAnticoncepção em situações especiais
Anticoncepção em situações especiais
 
Apresentação Dengue - Mais Médicos.pdf
Apresentação Dengue - Mais Médicos.pdfApresentação Dengue - Mais Médicos.pdf
Apresentação Dengue - Mais Médicos.pdf
 
7434156.ppt
7434156.ppt7434156.ppt
7434156.ppt
 
Atencao saude adulto
Atencao saude adultoAtencao saude adulto
Atencao saude adulto
 
2 fiebre reumatica 2015.
2 fiebre reumatica 2015.2 fiebre reumatica 2015.
2 fiebre reumatica 2015.
 
Caso clínico Endocardite
Caso clínico EndocarditeCaso clínico Endocardite
Caso clínico Endocardite
 
ATUALIZAÇÃO DAS DIRETRIZES DO SURVIVING SEPSIS CAMPAIGN
ATUALIZAÇÃO DAS DIRETRIZES DO SURVIVING SEPSIS CAMPAIGNATUALIZAÇÃO DAS DIRETRIZES DO SURVIVING SEPSIS CAMPAIGN
ATUALIZAÇÃO DAS DIRETRIZES DO SURVIVING SEPSIS CAMPAIGN
 

Último

Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mary Alvarenga
 
quadro de rotina semanal da coord.docx.pdf
quadro de rotina semanal da coord.docx.pdfquadro de rotina semanal da coord.docx.pdf
quadro de rotina semanal da coord.docx.pdf
marcos oliveira
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
shirleisousa9166
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Falcão Brasil
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Centro Jacques Delors
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
LeilaVilasboas
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
Sandra Pratas
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
LeideLauraCenturionL
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Falcão Brasil
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
orquestrasinfonicaam
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 

Último (20)

FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
 
quadro de rotina semanal da coord.docx.pdf
quadro de rotina semanal da coord.docx.pdfquadro de rotina semanal da coord.docx.pdf
quadro de rotina semanal da coord.docx.pdf
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 

Febre reumatica

  • 1. Hospital Municipal de Imperatriz - HMI FEBRE REUMATICA Karoline Lima Pereira- Interna. Imperatriz- MA , 08/08/2014
  • 2. INTRODUÇÃO A FEBRE REUMATICA E A CARDIOPATIA REUMATICA CRONICA (CRC) SÃO COMPLICAÇÕES NÃO SUPURATIVAS , DA FARINGOAMIGDALITE CAUSADA PELO ESTREPTOCOCO BETA- HEMOLITICO DO GRUPO A. Frequentemente associada a pobreza e as más condições de vida. • FATORES AMBIENTAIS E SOCIOECONOMICOS CONTRIBUEM PARA O APARECIMENTO DA DOENÇA, UMA VEZ QUE ALIMENTAÇÃO INADEQUADA , HABITAÇÃO EM AGLOMERADOS E AUSÊNCIA OU CARÊNCIA DE ATENDIMENTO MÉDICO CONSTITUEM FATORES IMPORTANTES PARA O DESENVOLVIMENTO DA DOENÇA • PARALELAMENTE FATORES GENETICOS DE SUSCETIBILIDADE ESTÃO DIRECTAMENTE RELACIONADOS. Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 3. DIAGNOSTICO Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009 O DIAGNOSTICO DE FEBRE REUMATICA É CLINICO , NÃO EXISTINDO SINAL PATOGNOMONICO OU EXAME ESPECIFICO. OS CRITERIOS DE JONES MODIFICADO CONTINUA SENDO “ PADRÃO OURO” PARA O DIAGNOSTICO DO PRIMEIRO SURTO DA FR.
  • 4. Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009 OUTROS SINAIS E SINTOMAS , COMO : - EPISTAXE ; - DOR ABDOMINAL; - ANOREXIA; - FADIGA; - PERDA DE PESO; - PALIDEZ; MAS NÃO ESTÃO INCLUIDOS ENTRE AS MANIFESTAÇÕES MENORES DOS CRITERIOS DE JONES MODIFICADO. DIAGNOSTICO : 1) 2 CRITERIOS MAIORES 2) 1 CRITERIO MAIOR + 2 MENORES
  • 5. Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 6. Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 7. Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009 UMA VEZ QUE OUTROS DIAGNOSTICOS SEJAM EXCLUIDOS, A COREIA A CARDITE INDOLENTE E AS RECORRÊNCIAS SÃO TRÊS EXCEÇÕES EM QUE OS CRITÉRIOS DE JONES NÃO TÊM QUE SER RIGOROSAMENTE RESPEITADOS : 1) CONSIDERANDO-SE RARIDADE DE OUTRAS ETIOLOGIAS PARA A COREIA , SUA PRESENÇA IMPLIDA NO DIAGNOSTICO DE FR. MESMO NA AUSÊNCIA DOS OUTROS CRITÉRIOS OU DA COMPROVAÇÃO DA INFECÇÃO ESTREPTOCÓCIA ANTERIOR 2) NA CARDITE INDOLENTE , AS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS INICIAIS , SÃO POUCO EXPRESSIVAS E , NA PRIMEIRA CONSULTA AS ALTERAÇÕES CARDIACAS PODEM SER A ÚNICA MANIFESTAÇÃO. E OS EXAMES DA FASE AGUDA , ASSIM COMO OS TÍTULOS DE ANTICORPOS P/ ESTREPTOCOCO PODEM ESTAR NORMAIS. 3) HISTORIA DE SURTO AGUDO PREVIO OU DE CARDIOPATIA CRONICA COMPROVADA, OS SINAIS DE RECORRÊNCIA PODE SER BASEADO EM : • 1 SINAL MAIOR. • VARIOS SINAIS MENORES. • 2 SINAIS MENORES Criterios da OMS.
  • 8. DIAGNOSTICO DA FARINGOAMIGDALITE ESTREPTOCÓCICA  SE TESTE RAPIDO NEGATIVO . REALIZAR CULTURA DE OROFARINGE Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009 CRITERIOS CLINICOS AVALIADOS PELA OMS :  Mal-estar geral  Vômitos  Febre elevada  Hiperemia e edema de orofaringe;  Petequias e exsudato purulentoç  Glanglios cervicais palpáveis e dolorosos RECOMENDA-SE A COMPROVAÇÃO LABORATORIAL DA INFECÇÃO POR EBGA. • CULTURA DA OROFARINGA (90- 95% SENSIBILIDADE); -> PADRÃO OURO • TEST RAPIDO P/ DETECÇÃO DE ANTIGENO P/ EBGA -> VANTAGEM DA RAPIDEZ
  • 9. DIAGNOSTICO DA FARINGOAMIGDALITE ESTREPTOCÓCICA  SOROLOGIA 1) ASLO (ANTIESTREPTOLISINA). 2) Anti – Dnase (ANTIDESOXYRIBONUCLEASE B). Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009 EXAMES SOROLOGICOS TRADUZEM UMA INFECÇÃO PREGRESSA E NÃO TEM VALOR PARA DIAGNOSTICO DO QUADRO AGUDO.
  • 10. Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009 ASLO A ELEVAÇÃO SE INICIA POR VOLTA DO SETIMO DIA APÓS A INFECÇÃO E ATINGE PICO ENTRE A QUARTA E SEXTA SEMANA , MANTENDO-SE ELEVADA POR MESES,ÀS VEZES POR UM ANO APÓS A INFECÇÃO. RECOMENDA-SE A REALIZAÇÃO DE DUAS DOSAGENS , COM INTERVALO DE 15DIAS 20% DOS PACIENTES COM FR , NÃO CURSAM COM ELEVAÇÃO DA ASLO
  • 11. CRITERIOS MAIORES ARTRITE 75% DOS CASOS. • ASSIMETRICA, MIGRATORIA, MUITO DOLOROSA • AFETA GRANDES ARTICULAÇÕES (MAIORIA MEMBROS INFERIORES) • DURA POR VOLTA DE 1 SEMANA • DESCAPACIDADE FUNCIONAL OBS: RESPOSTA AOS AINES E RAPIDA E FREQUENTEMENTE A DOR DESAPARECE EM 24HORAS. ARTRITE PÓS- ESTREPTOCÓCICA • NÃO PREENCHE OS CRITERIOS DE JONES. • INTERVALO ENTRE INICIO DO QUADRO É DE 10 DIAS – MAIS CURTO QUE NA ARTRITE REUMATICA. OBS 1 : NÃO RESPONDE A AINES. OBS2: PACIENTES DEVEM SER CONSIDERADOS “PORTADORES” QUANDO PREENCHEM OS CRITERIOS DE JONES, E DEVEM RECEBER PROFILAXIA– DEVIDO A DIFICULDADE DE DIFERENCIAR DA ARTRITE REUMATICA CARDITE 40-70% DOS CASOS. • MANIFESTAÇÃO MAIS GRAVE; • TENDE A APARECER EM FASE PRECOCE – 3 PRIMEIRAS SEMANAS DA FASE AGUDA • ENDOCARDITE/VALVITE – MARCA DIAGNOSTICA DA CARDITE (PRINCIPALMENTE VALVULA MITRAL E AORTICA)- Fase aguda: Regurgitação mitral , seguida de Regurgitação aórtica. Fase Crônica : estenoses valvares. • TRES SOPROS CARACTERISTICOS : - AUSÊNCIA NÃO DESCARTA COMPROMETIMENTO CARDIACO 1. SOPRO SISTOLICO DE REGURGITAÇÃO MITRAL 2. SOPRO DIASTOLICO DE CAREY COOMBS 3. SOPRO DIASTOLICO DE REGURGITAÇÃO AORTICA. Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 12. CORREIA DE SYDENHAM 5% a 36% DOS CASOS • DESORDEM NEUROLOGICA CARACTERIZADA POR MOVIMENTOS RÁPIDOS INVOLUNTÁRIOS INCOORDENADOS, QUE DESAPARECEM DURANTE O SONO E ACENTUADAS EM ESTRESS E ESFORÇO. INICIO INSIDIOSO • PREDOMINANTEMENTE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES DO SEXO FEMININO, SENDO RARA APÓS OS 20 ANOS DE IDADE. • LABILIDADE EMOCIONAL • FRAQUEZA MUSCULAR • DISARTRIA E DIFICULDADE PARA ESCREVER PODEM ACONTECER. • TOC • Acomete músculos da face, pálpebra, língua e lábios. ERITEMA MAGINATUM MENOS DE 3% • MANIFESTAÇÃO RARA • ERITEMA COM BORDAS NITIDAS , CENTRO CLARO , CONTORNOS ARREDONDADOS OU IRREGULARES. • MULTIPLAS, INDOLORES , NÃO PRURIGINOSAS, PODENDO HAVER FUSÃO , RESULTANDO EM ASPECTO SERPIGINOSO. • TRONCO , ABDOME, FACE INTERNA DE MMII, POUPANDO A FACE. • MANIFESTAÇÃO ASSOCIADA A CARDITE. NODULOS SUBCUTÂNEOS 2% A 5% DOS CASOS. • MANIFESTAÇÃO RARA. • FORTEMENTE ASSOCIADOS A CARDITE GRAVE • FIRMES, MULTIPLOS, MOVEIS , INDOLORES, RECOBERTO DE PELE NORMAL E SEM CARACTERISTICAS INFLAMATORIAS. Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009 QUANDO MANIFESTAÇÃO ISOLADA ,FREQUENTEMENTE ASSOCIADA A CARDITE, MAS RARAMENTE A ARTRITE
  • 13. Manual de Bolso -Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 14. CRITERIOS MENORES ARTRALGIA -Isolada afeta grandes articulações; -Ausência de descapacidade funcional - ≠ Artrite -Quando , com padrão assimétrico e migratório em grandes articulações = fortemente associada a Cardite FEBRE -Inicio do surto agudo e ocorre em quase todos os surtos de artrite. -Não tem padrão característico -Responde a AINES. INTERVALO PR -Pode estar aumentado em FR, mesmo em ausência de Cardite. - ECG para todas os pacientes; - Intervalo PR aumentado em crianças : > 0,18s adolescentes : > 20 s REAGENTES DE FASE AGUDA -Auxiliam no monitoramento da FR: - VHS e PCR se elevam nas primeiras semanas da FR. - lfa -1 – glicoproteína ácida : apresenta titulos elevados na fase aguda da doença, mantendo-se elevada por tempo mais prolongada. DEVE SER UTILIZADA PARA MONITORAR A ATIVIDADE DA FR. Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 15. EXAMES COMPLEMENTARES Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009 RX DE TORAX, investigar : 1) Cardiomegalia; 2) Sinais de congestão pulmonar; ECG, achados são inespecíficos: - Taquicardia sinusal; - Disturbios de condução; - Alterações de ST-T - Baixa voltagem do complexo QRS. Obs: ECG normal , não exclui o envolvimento cardíaco O Diagnotico de Cardite não deve ser basedo somente no ECG. ECOCARDIOGRAMA BIOPSIA ENDOMIOCARDICA para diagnostico de cardite : BAIXA SENSIBILIDADE – desuso.
  • 16. Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009 ECOCARDIOGRAMA ESTUDOS RECENTES UTILIZANDO ACHADOS ECOCARDIOGRAFICOS APONTAM PARA MAIORES PREVALÊNCIAS DA CARDITE, QUANDO COMPARADOS COM ESTIMATIVAS BASEADOS EXCLUSIVAMENTE NA CLINICA OMS RECOMENDA , NAS AREAS ENDÊMICAS DE FEBRE REUMÁTICA A UTILIZAÇÃO DA ECOCARDIOGRAFIA PARA DIAGNOSTICAR A CARDITE SUBCLINICA.
  • 17. Manual de Bolso -Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 18. Diagnostico Diferencial Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 19. Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009 Também pode ser feita, com objetivo de abreviar o diagnotico , bem como iniciar rapidamente o tratamento.
  • 20. Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 21. Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 22. Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 23. PROFILAXIA  Eficacia comprovada ainda que se inicie o tratamento até o NONO dia após inico do quadro infeccioso. Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 24. PROFILAXIA Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 25. PROFILAXIA Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 26. PROFILAXIA Manual de Bolso - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 27. VACINA ?  Atualmente existem 12 modelos de vacinas, a maioria em fase pré-clinica.  Os antígenos candidatos à confecção dessas vacinas têm como base a proteína M do estreptococo e outros antígenos conservados da bactérica.  Modelos ainda sendo testadas em camundongos ,  Outros em fase pré-clinica na Australia e outros países. Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 28. VACINA ? Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009
  • 29. Bibliografia  Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática – 2009 – http://publicações.cardiol.br
  • 30. OBRIGADA! Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico , Tratamento e Prevenção da Febre Reumática - 2009