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  1. 1. ANA CLAUDIA SOUZA RODRIGUES
  2. 2. Reação Adversa a Medicamentos Resposta a um medicamento que seja nociva, não intencional e que ocorra nas doses normalmente utilizadas em seres humanos para profilaxia, diagnóstico, terapia de doença ou para modificação de uma função fisiológica.(OMS, 1972)
  3. 3. PRM PRM são experiências indesejáveis do paciente que envolvem a terapia farmacológica e que interferem real e potencialmente com os resultados de saúde esperados do paciente, para a sua classificação utilizaram-se os critérios do Segundo Consenso de Granada
  4. 4. RELEMBRANDO.....PRM PRM 1 - Não utilizar um medicamento que necessita. PRM 2 - Utilizar um medicamento que não necessita. PRM 3 - Inefetividade não quantitativa do medicamento. Eficácia PRM 4 - Inefetividade quantitativa do medicamento. Segurança PRM 5 - Insegurança não quantitativa do medicamento. PRM 6 - Insegurança quantitativa do medicamento.
  5. 5. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS CONCEITO Interação medicamentosa – a Associação entre 1 fármaco associado a outro medicamento, a alimentos ou a outras substâncias (como o tabaco , drogas de abuso, ou mesmo substâncias que o paciente possa entrar em contato, como inseticidas, produtos de limpeza, cosméticos etc.) onde ocorre um efeito diferente do esperado, caracterizando uma interação.
  6. 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Estima-se que a incidência de interações medicamentosas oscilam de 3 a 5% para pacientes que usam vários medicamentos (politerapia). Quando ocorre uma interação farmacológica entre duas ou mais drogas, pode ocorrer a interferência de uma das drogas sobre as outras, alterando o efeito esperado, qualitativa ou quantitativamente. Assim pode- se obter um sinergismo de ação ou um antagonismo parcial ou total destes efeitos.
  7. 7. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Efeitos benéficos  aumentar os efeitos terapêuticos  reduzir a toxicidade de um determinado fármaco (por exemplo, o ácido acetilsalicílico e a dipirona, quando administrados juntos, tem sua ações analgésicas potencializadas), ou podem apresentar efeitos nocivos, diminuindo ou eliminando a ação dos medicamentos.
  8. 8. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSASAs interações medicamentosas são classificadas em dois tipos: Interações físico-químicas e Interações terapêuticas Interações físico-químicas: As interações físico-químicas ocorrem fora do paciente pois, entre drogas diferentes podem ocorrer numerosas incompatibilidades, que levam a reações quando estas são misturadas em infusão intravenosa, frascos ou seringas, podendo ocasionar a inativação dos fármacos em questão. Um exemplo é a precipitação da anfotericina B quando colocada em solução fisiológica.
  9. 9. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Interações terapêuticas: As interações terapêuticas ocorrem dentro do paciente, após a administração do medicamento e podem ser farmacocinéticas ou farmacodinâmicas.
  10. 10. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS As interações farmacocinéticas ocorrem durante os processos de absorção, distribuição, biotransformação e excreção dos fármacos. Por exemplo a cimetidina (anti- histamínico H2), que inibe a biotransformação de acetaminofeno.
  11. 11. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS As interações farmacodinâmicas ocorrem nos sítios de ação dos fármacos, envolvendo os mecanismos pelos quais os efeitos farmacológicos se processam. Este processo pode ser de dois tipos: interações farmacodinâmicas sinérgicas (como ocorre com a ação analgésica de AAS e codeína) ou antagônicas (antitussígeno com um xarope expectorante).
  12. 12. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Pode facilitar a absorção e solubilidade (glicerina) Efeitos diversos (diurético+hipotensor) Atenuar ou impedir efeitos colaterais (salurético+potássio) Atenuar resistência bacteriana Assegurar a concentração do medicamento (parabenos) Reforçar eficiência terapêutica (anestésicos+vasoconstitor)
  13. 13. CUIDADO INCOMPATIBILIDADE DAS SUBSTÂNCIAS: (impedem efeito)  GENTA+Carbenicilina  GENTA+AMP  ANFO+ERI (sol.fis.)
  14. 14. INTERAÇÕESMEDICAMENTOSAS• FATORES PREDISPONENTES: Idosos, crianças e portadores de doençascrônicas.
  15. 15. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSASExemplos de Interações Medicamentosas IMPORTANTES•O uso de tetraciclinas com leite promove a formação de umsal insolúvel, que precipita o fármaco impedindo suaAbsorção ;•Os IMAO causam hipertensão, podendo ser potencializadapela tiramina, presente nos chocolates, queijos e outrosalimentos;•O hidróxido de magnésio que reduz a absorção estomacaldo pentobarbital.
  16. 16. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Exemplos de Interações Medicamentosas IMPORTANTES•Anticoagulantes orais tem seu efeito reduzido porbarbitúricos e rifampicina pois estes últimos estimulamenzimas microssomais hepáticas relacionadas abiotransformação dos anticoagulantes;• A cimetidina, inibe a biotransformação do paracetamole dos beta-bloqueadores;•A digoxina tem sua concentração plasmáticaaumentada em quase 2x quando é administradasimultaneamente com o verapamil e amiodarona.
  17. 17. Interações medicamentosas As tetraciclinas, apesar de irritarem o estômago, deve ser administrada longe das refeições, pois além de formar complexos insolúveis com o cálcio de leite e derivados as tetraciclinas, são instáveis em meio ácido e a diminuição da motilidade gastrointestinal pelos alimentos diminui a sua absorção.
  18. 18. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Exemplos de Interações Medicamentosas• A vitamina K inibe a resposta dos anticoagulantes orais;•O álcool aumenta a ação antiagregante plaquetária daaspirina;•Aumento do potencial para ototoxicidade,nefrotoxicidade ebloqueio neuromuscular no uso concomitante deaminoglicosídeos e furosemida, vancomicina, anfotericinaB.•Antiácidos contendo Al+3, Ca+2, Mg+2 reduzem a absorçãode fluorquinolonas;•Macrolídeos inibem ação bactericida de penicilinas ecefalosporinas.
  19. 19. INDUÇÃO ENZIMÁTICA Fenobarbital: aumenta o metabolismo e como conseqüência ocorrerá diminuição do nível plasmático de algumas substâncias do tipo dos anticoagulantes orais, corticosteróides, estrógenos, digitoxina, os próprios anticonvulsivantes, etc.
  20. 20. INDUÇÃO ENZIMÁTICA se o metabólito é mais tóxico, a indução incrementará a toxicidade do fármaco.EX: o halotano e a isoniazida, na presença de fenobarbital ou de outros indutores, originam metabólitos hepatotóxicos em maior quantidade.
  21. 21. INIBIÇÃO ENZIMÁTICA dissulfiram - inibe a desidrogenase aldeídica determinando sintomas desagradáveis, que desencorajam os alcoólatras pelo acúmulo de acetaldeído. Não só o dissulfiram produz acúmulo de acetaldeído em presença de etanol, mas também o metronidazol, cloranfenicol, ácido etacrínico, etc
  22. 22. Parkinson Atualmente, com a finalidade de obter a mesma eficácia com doses menores e Prolongar a ação antiparkinsoniana da levodopa, administra-se levodopa associada com um inibidor da dopadescarboxilase.
  23. 23. INIBIÇÃO ENZIMÁTICA O cloranfenicol, o dicumarol, a fenilbutazona, a oxifenbutazona e o sulfafenazol inibem o metabolismo dos hipoglicemiantes orais, a fenilbutazona e a oxifenbutazona deslocam essas substâncias dos seus sítios de ligação. o álcool etílico, o alopurinol, o cloranfenicol, e o metronidazol inibem o metabolismo dos anticoagulantes orais.
  24. 24. DROGA ASSOCIADA COM EFEITOAntibióticos em geral Alcalinizantes Aceleração da absorção digestiva dos antibióticos de caráter básico; pode aumentar os efeitos antibacterianos dos antibióticos básicos no trato urinário e diminuir os efeitos dos ácidos. Alimentos Os principais antibióticos (penicilinas orais, estearato de eritromicina, novobiociona, tetraciclina, e outras) tem sua absorção afetada. Acidificantes Absorção retardada ou reduzida dos antibióticos de caráter ácido; podem aumentar os efeitos antibacterianos dos antibióticos ácidos no trato urinário de diminuiriam os efeitos dos Anticolinérgicos, ganglioplégicos, básicos. analgésicos morfínicos, antidepressivos Diminuem o peristaltismo intestinal e, tricíclicos, antiparkinsonianos e anti- dessa forma, impedem uma mistura histamínicos de atividade colinérgica eficiente, o que reduz o ritmo de absorção dos antibióticos e aumentam a possibilidade de uma hidrólise Colestiramina enzimática dos antibióticos. Fixa os antibióticos aniônicos e reduz sua absorção digestiva
  25. 25. FARMACOVIGILÂNCIA Farmacovigilância “é a ciência e as atividades relativas à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos e quaisquer outros problemas associados a medicamentos”.
  26. 26. Farmacovigilância: “ é aciência relativa adetecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitosadversos ou quaisquerproblemas relacionados amedicamentos.” (WHO, 2002)
  27. 27. Problemas relacionados amedicamentos (PRM):qualquer afastamento dosparâmetros de conformidadee no ciclo do medicamentoque possam trazer risco aousuário.
  28. 28. Exemplos de desvios da qualidade de medicamentos• Inefetividade terapêutica – Concentração do fármaco abaixo do rotulado – Dificuldades de dissolução para sólidos orais – Medicamento genérico não bioequivalente – Problemas na síntese do fármaco – Problemas com matérias-primas – Alterações na formulação original – Alterações no processo de produção
  29. 29. Exemplos de desvios da qualidade de medicamentos • Alterações organolépticas –Mudanças de coloração –Mudanças de odor –Mudanças de sabor –Turbidez
  30. 30. Exemplos de desvios da qualidade de medicamentos• Alterações gerais: – Partículas estranhas – Falta de informações no rótulo – Rótulo com pouca adesividade ao material de embalagem – Troca de rótulo – Troca do conteúdo – Rachaduras e bolhas no material de acondicionamento
  31. 31. Exemplos de desvios da qualidade de medicamentos• Alterações físico-químicas – Precipitação – Dificuldades de solubilização (pós para suspensão) – Dificuldades de homogeneização (suspensões, emulsões) – Formação de gases – Fotosensibilidade – Termosensibilidade
  32. 32. Reação Adversa a medicamentos Mais de 130 produtos farmacêuticos retirados do mercado nos últimos 40 anos  1/3 nos primeiros dois anos;  50% até 5 anos. Principais motivos que provocaram a retirada dos medicamentos do mercado: RAMs hepáticas, hematológicas e cardiovasculares-RAM grave -(morte, ameaça a vida, hospitalização- RAM inesperada (não descrita na bula)- RAM de medicamento novo (< 5 anos no mercado)
  33. 33. Qualidade das notificações de suspeitas de Queixas-técnicas a medicamentos
  34. 34. 3- QUEIXAS-TÉCNICAS A MEDICAMENTOSResultados de 2002/2003
  35. 35. QUEIXAS-TÉCNICAS A MEDICAMENTOS 2002/2003 QUEIXAS-TÉCNICASHOSPITAIS-SENTINELA (HS) Total 2002 Total 2003 293 279TOTAL QT HS 121 120% QT HS 41% 43%
  36. 36. QUEIXAS-TÉCNICAS A MEDICAMENTOS - 2003DISTRIBUIÇÃO DAS QUEIXAS-TÉCNICAS NAS REGIÕES BRASILEIRAS NORTE 7% NORDESTE SUL 11% 31% CENTRO-OESTE 6% SUDESTE 45%
  37. 37. MÉTODO DÁDER“Manual de acompanhamento farmacoterapêutico”
  38. 38. Primeira entrevistaOrientar:-trazer sacola com medicamentos que tem emcasa, sobre tudo aqueles que toma no momento;-Todos os documentos relacionados a saúde(exames, laudos, diagnósticos etc.)Se a data da entrevista for demorar sugerir aopaciente ligar para lembrá-lo.
  39. 39. MEDICAMENTOS UTILIZADOS PELO PACIENTEDeve-se responder a 10 perguntas:-Está utilizando? Para saber se esta tomando atualmente-Quem lhe receitou? Quem prescreveu ou aconselhou ouso do medicamento.-Para que? Para saber a visão do pacientesobre a função domedicamento que está utilizando.-Está melhor? Como o paciente percebe a efetividade domedicamento.-Desde de quando? Início da utilização do tratamento.Serve para estabelecer relação causal entre problemas emedicamentos.
  40. 40. -Quanto? Posologia do medicamento.-Como usa? Maneira de tomá-lo durante o dia (duranteou após refeições, em uma hora determinada)-Até quando? Por quanto tempo deverá utilizar omedicamento.-Alguma dificuldade? Aspecto relacionada a formafarmacêutica (dificuldade de engolir, sabordesagradável, medo de injeção..)-Algo estranho? Relaciona a algum efeito indesejável àutilização do medicamento.
  41. 41. FASE DE REVISÃODeverá seguir a seguinte ordem da cabeça aos pés:-Cabelo, cabeça, ouvido, nariz e garganta, boca(ferida, seca), pescoço.-Braço, músculos, mãos (unhas, dedos)-Coração, pulmão, aparelho digestivo, rins(urina), fígado, aparelho genital.-Pernas e pé, músculos esqueléticos (dor nascostas, tendinite, artrose, artrite, gota), pele (secura, erupção)-Psicológico (depressão)-Neurológico (epilepsia)
  42. 42. PERGUNTAS QUE AUXILIAM NA FASE DE REVISÃO“Você usa algum medicamento no cabelo, xampúespecial?”“Você comentou que sua cabeça dói com freqüência.Como é essa dor de cabeça e com que freqüência tem essador?”“ Você disse que têm depressão. O que você sente? O queleva você a sentir-se assim?”
  43. 43. Outros dados para a fase de revisão:Parâmetros fisiológicos: colesterol, ácido úrico, pressãoarterial...Toma alguma vitamina, ou algum outro produto quenão considera medicamento, vacina...)-Hábitos de vida do paciente: fuma, bebe, outrasdrogas, café, atividades físicas, chá...Finalize essa fase de revisão com:endereço, telefone, data de nascimento, médicos que o atende.OBS: registrar esses dados na história farmacoterapêutica dopaciente.Termina dizendo: “agora nossa entrevista terminou, se meautorizar daqui a alguns dias entrarei em contato com vocêapós ter estudado seu caso.”
  44. 44. Importante:Deve-se atuar com prudência no atendimento dosprimeiros pacientes, se ainda não temos experiência naaplicação dessa técnica, é melhor aprender com aexperiência, e ter muita atenção nos dados fornecidospelos paciente, pois um pequeno detalhe será fundamentalpara resolução dos PRMs.
  45. 45. ESTADO DE SITUAÇÃO (ES)Define como: relação entre seus problemas de saúde e seusmedicamentos numa data determinada.O primeiro ES é o resultado dos resultados da primeiraentrevista, e a data se refere a esse dia.O corpo central do ES consta de quatro grandes partes:-Problema de saúde;-Medicamentos;-Avaliação-Intervenção farmacêutica
  46. 46. PROBLEMAS DE SAÚDE-Data que iniciou o problema de saúde;-Grau de controle do problema de saúde. Escreve-se “S” seo problema está controlado e “N” se não estivercontrolado.MEDICAMENTOS-Data que iniciou a medicação;-Medicamentos que tratam o problema de saúde (princípioativo);-Posologia. Se o paciente toma um de manhã e outro só ànoite registra-se: 1 – 0 - 1
  47. 47. AVALIAÇÃO:Utiliza-se para relacionar os Problemas Relacionados àMedicamentos (PRM) se caso existir.-Registrado como:Primeira coluna: “N” (necessidade), “E” (efetividade) e “S”(segurança) nas quais se anotará SIM ou NÃO.Segunda coluna: relacionar o PRM
  48. 48. INTERVENÇÃO FARMACÊUTICARelacionar problemas de saúde que tenham correlação entre si, parafacilitar a resolução dos PRM, pois ajudará a entender a possíveisestratégias terapêuticas prescritas pelo médico. FASE DE ESTUDOObjetivo: obter a informação necessária dos problemas de saúde e dos medicamentos registrados no estado de situação, para sua posterior avaliação.Consta de:-Os problemas de saúde-Os medicamentos
  49. 49. Quanto aos problemas de saúde é necessário levar em contaque:-É conveniente iniciar os problemas de saúde diagnosticadospelo médico.-O farmacêutico é um profissional que conhece osmedicamentos, porém não as doenças. Ao estudar certosaspectos se entenderão os porquês de cada medicamento e seupropósito, assim como sua utilidade e limitações no controle doproblema.
  50. 50. Os aspectos mais interessantes para o farmacêutico emcada doença serão basicamente:-Sinais e sintomas a controlar ou parâmetros consensuaisde controle, que logo poderão dar lugar a suspeitas de faltade efetividade dos tratamentos;-Mecanismo fisiológicos de inicio da doença para assimentender como atuam os medicamentos e interferem nocurso da doença ou então, para relacionar com osproblemas de saúde que poderão surgir;-Causas e conseqüências dos problemas de saúde nopaciente para entender como realizar prevenção eeducação sanitária do paciente, e por outra parte paraconhecer quais são os riscos
  51. 51. “Aprofundar nos conhecimentos do problema de saúde dopaciente ajudará tanto no estabelecimento de prioridadesquanto na dinâmica das intervenções.Se entendendo os problemas de saúde, se melhora oconhecimento da evolução do paciente. Aprofundando aomáximo o conhecimento da origem do problema desaúde, suas conseqüências e sua relação com osoutros, melhorará a qualidade da IntervençãoFarmacêutica, que objetiva resolver os possíveis PRM queo paciente poderá vir a experimentar. “
  52. 52. MEDICAMENTOSPara análise dos medicamentos é importante levar emconta que:-É necessário realizar um bom estudo dos medicamentosque o paciente utiliza, para que a intervenção tenha maioresgarantias de ser útil na saúde do paciente;-O estudo dos medicamentos deve iniciar partindo dascaracterísticas gerais do grupo terapêutico a que pertencecada fármaco, até a análise dos aspectos mais particulares.CONHECER os problemas de saúde e medicamentos emprofundidade ajudará a esclarecer muitas dúvidas, porémnunca se poderá assegurar nada até que o PRM desapareçaapós a INTERVENÇÃO FARMACÊUTICA.
  53. 53. Os aspectos mais importantes a se considerar dosmedicamentos são os seguintes:-Indicações autorizadas;-Ação e mecanismo de ação;-Posologia;-Margem terapêutica ( dose mínima efetiva e à máxima segura);-Farmacocinética;-Interações;-Interferências analíticas ( medicamento por ex. estácolesterol, glicemia, etc);-Precauções;-Contra-indicações;-Problemas de segurança (efeitos indesejáveis).
  54. 54. FIM

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