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Docente : Enfª Renata Marinho
2013
1ª AULA
Capacidade de administrar medicamentos;
Habilidade altamente técnica, não apenas
prestação de “serviço”;
Sólido conhecimento da terminologia
medicamentosa, vias de administração e os
efeitos causados pelas susbstâncias;
Enfª Renata Marinho
 Um é o nome químico – descreve a estrutura atômica e
molecular da substância;
 Segundo é o nome genérico que é selecionado no
Brasil pelo Ministério da Saúde*, que é uma versão
mais curta e mais simples do nome químico da
substância.
 O terceiro nome do medicamento é o seu nome
comercial, que é o nome próprio pelo qual a companhia
do medicamento o vende.
Medicamentos que compartilham características
similares são agrupadas em conjunto nas classes(ou
famílias);
*Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA);
* *No Estados Unidos: U.S Adopted Names Council;
Enfª Renata Marinho
Enfª Renata Marinho
 Classe dos betabloqueadores*:
Ex: Propranolol;
 Classes terapêuticas:
Ex: Os diuréticos tiazídicos e os betabloqueadores
ambos são anti-hipertensivos;
*Denominação de um grupo de medicamentos que atua bloqueando os receptores do tipo beta: no
coração ocorre diminuição do débito cardíaco e da frequência de batimentos, e nos pulmões, o
principal efeito é a bronco constrição.
Enfª Renata Marinho
Enfª Renata Marinho
 O sistema de classificação de fármacos mais
poderoso e mais útil é uma solução de
compromisso – Sistema ATC (Anatómico –
Terapêutico – Químico).
 Divide os fármacos em 14 grupos, consoante o
sistema sobre o qual atuam: A (alimentar), B
(sangue e órgãos produtores de sangue, etc.
Enfª Renata Marinho
Enfª Renata Marinho
Enfª Renata Marinho
 Por que?
 MELHORAR SUA QUALIDADE DE VIDA
 ALIVIAR OU SE POSSÍVEL ABOLIR A DOR
 PROLONGAR A VIDA
 ...
 1. Nem sempre logram o resultado desejado
 2. Muitas vezes só alcançam o alívio ou consolo do
paciente
 3. Do ponto de vista histórico existem relatos
muito antigos sobre o uso de drogas no
tratamento de enfermidades;
Enfª Renata Marinho
Enfª Renata Marinho
 DO GREGO:
pharmakos = droga; e logos = estudo
ESTUDA-SE O EFEITO DOS FÁRMACOS E
COMO ELES AGEM NOS SISTEMA
BIOLÓGICO
Enfª Renata Marinho
 Fármaco: substância de estrutura
química definida que quando em um
sistema biológico, modifica uma ou mais
funções fisiológicas.
 Droga: matéria-prima de origem
mineral, vegetal ou animal que contém
um ou mais fármacos.
Enfª Renata Marinho
Farmacologia
FarmacodinâmicaFarmacodinâmica FarmacocínéticaFarmacocínética
Enfª Renata Marinho
FARMACOCINÉTICA:
Absorção, Distribuição, Metabolismo e
Excreção dos fármacos no organismo;
FARMACODINÂMICA:
Estuda os efeitos fisiológicos, bioquímicos e
mecanismo de ação dos fármacos;
Enfª Renata Marinho
 DOSE: é a quantidade de droga
administrada
 BIODISPONIBILIDADE: é a fração de
um fármaco administrado que é levado à
circulação sistêmica
 BIOEQUIVALÊNCIA: quando um
fármaco pode ser substituído por outro
sem consequências clínicas adversas.
Enfª Renata Marinho
 TEMPO 1/2 VIDA: é o tempo necessário
para que a concentração plasmática do
fármaco chegue em 50 %. É utilizado para
o cálculo da posologia.
 ESTADO DE EQUILIBRIO ESTÁVEL:
indica quando o fármaco atinge a
concentração terapêutica.
Enfª Renata Marinho
Atua sobre proteínas-alvo:
 Enzimas
 Transportadores
 Canais de ions
 Receptores
Enfª Renata Marinho
 Especificidade: Recíproca entre substâncias e
ligantes. Substrato se liga somente em
determinados alvos e os alvos só reconhecem
determinada substância.
 Nenhum fármaco é totalmente específico: o
aumento da dose faz com que ele atue em outros
alvos diferentes provocando efeitos colaterais.
Enfª Renata Marinho
Interação Fármaco – Receptor:
A tendência de um fármaco se ligar a
um receptor é determinada pela sua
afinidade, enquanto a tendência, uma vez
ligada. De ativar o receptor é indicada pela
sua eficácia;
Enfª Renata Marinho
 Um receptor de superfície celular tem uma
configuração que permite a uma substância química
específica se ligar ao receptor um medicamento,
hormônio ou neurotransmissor
Exemplo:
Digitalíco é uma droga administrada a pessoas com
insuficiência cardíaca, atua principalmente no
coração para aumentar sua eficiência de
bombeamento.
 A resposta está em como elas
interagem com as células ou com
substâncias como as enzimas.
 VEÍCULO FARMACOLÓGICO: meio em que a droga se
encontra dispersa;
Ex: qsp;
 FORMA FARMACÊUTICA: forma como a droga se apresenta
para uso;
Exemplos:
• COMPRIMIDOS
• CÁPSULAS
• DRÁGEAS
• INJETÁVEIS
• LÍQUIDOS
• POMADAS OU CREMES
Enfª Renata Marinho
Droga A
agonista
Ocupação
regulada
pela
afinidade
R AR+
Ativação
regulada
pela
eficácia
AR Resposta
Droga B
antagonista + R AR AR Nenhuma
resposta
Enfª Renata Marinho
Enfª Renata Marinho
 Antagonismo químico: duas substâncias se
combinam em solução , perdendo-se o efeito
do fármaco ativo.
Ex: Uso de agentes quelantes
(dimercaprol) que se ligam a metais pesados
reduzindo sua toxicidade;
Enfª Renata Marinho
 DIMERCAPROL
Apresentação: sol. inj. cx. c/ 5 amp. de 1 mL. Cada ampola
contém: Dimercaprol .. 100 mg Veículo q.s.p. .. 1 ampola
Está indicado no tratamento de intoxicações por
arsênico, ouro e mercúrio. Em intoxicações agudas
por sais de mercúrio, o tratamento é mais eficaz
quando iniciado dentro de 1 a 2 horas após a
intoxicação; sua eficácia cessa em
aproximadamente 6 horas.
Também está indicado no tratamento de
intoxicações por chumbo quando utilizado em
conjunto com edetato dissódico de cálcio.
Enfª Renata Marinho
Farmacocinética: Estuda quantitativamente
a cronologia dos processos metabólicos da
absorção, distribuição, biotransformação
e eliminação.
Absorção
Distribuição
Biotransformação ou metabolismo
Excreção
 O corpo pode armazenar uma
substância no tecido adiposo, no osso
ou na pele. Usando o sangue como
compartimento, ele pode transferir
uma substância para o feto ou por
meio da barreira hematencefálica.
 Antes que possa atuar sobre o corpo, um
medicamento deve ser absorvido pela corrente
sanguinea. Uma boa absorção do medicamento
pelo corpo do paciente depende de inúmeros
fatores:
 Propriedades físico-químicas;
 Sua formulação;
 Via de administração;
 Diversas características do paciente;
 Na corrente sanguínea o medicamento é
distribuído para os tecidos e líquidos corporais
através do sistema circulatório.
 Pense no corpo como um sistema de
compartimentos:
 O corpo é um sistema de compartimentos
fisiológicos definido pelo fluxo sanguíneo.
 A corrente sanguínea e os órgãos altamente
perfundidos: cérebro, fígado, coração e rins-
costituem compartimento central;
 Áreas menos perfundidas formam o
compartimento periférico, que é
subdividido em compartimento tecidual -
vísceras, músculo e pele;
 Compartimento profundo - tecido adiposo
e osso;
 Muitos medicamentos são metabolizados no fígado e
excretados pelos rins;
 A velocidade à qual um medicamento é metabolizado
varia de indivíduo para indivíduo;
 O metabolismo do medicamento pode ser mais rápido
em fumantes do que em pacientes não-fumantes,
porque a fumaça do cigarro contém substâncias que
induzem a produção de enzimas hepáticas;
 Algumas medicações, como a digoxina e a
gentamicina são eliminadas quase inalteradas pelos
rins;
 O termo tolerância refere-se a uma
resposta diminuída do paciente e dose
repitida do paciente;
 O termo dependência está relacionado
com a necessidade física ou psicológica
de um medicamento pelo paciente;
 Muitos aspectos práticos da
administração de substâncias
influenciam na eficácia da terapia
prescrita. Eles incluem a forma do
medicamento, a via de administração,
a regulação temporal da administração
e o armazenamento apropriado.
 Apresentação do medicamento – Forma
que vai ser administrada: comprimidos,
cápsulas, líquidos. Faz diferença?
 Armazenamento do medicamento –
Muitos medicamentos devem ser
armazenados em recipientes
hermeticamente lacrados e protegidos da
luz solar direta e de extremas temperaturas
e umidades.
 Inúmeros profissionais de saúde
distintos podem e tem permissão
legal para prescrever, distribuir e
administrar medicamentos.
 Frequentemente os médicos
prescrevem os medicamentos, os
farmacêuticos os distribuem e a
enfermagem os administra.
 Em ambiente ambulatorial – procedimento
simples para o cliente;
 Em ambiente hospitalar – é mais complexo
devido a quantidade de medicações
prescritas pelo médico e os diversos tipos de
prescrições;
 Certificar-se de que dispõe de todos os
subsídios para que se cumpra as
prescrições, são requisitos importantes
para a administração dos
medicamentos.
 Os 5 certos:
 Compare sempre o nome da substância prescrita
com o nome impresso no rótulo do frasco. Gaste
um tempo e faça isso com cuidados, substâncias
cujo nome exibe som e grafia semelhantes podem
apresentar indicações e efeitos diferentes.
 Exemplo: Furacin (nitrofurazona) e Furazin
(furozemida);
 A forma como o medicamento está acondicionado
na embalagem, pode gerar dúvidas. Verifique o
medicamento sempre quando tirá-lo da gaveta ou
pegar em algum recipiente com identificação.
 Quando utilizamos um medicamento
com a dose exata para ser administrada,
o risco de doses erradas praticamente não
existe.
 Muitos medicamentos comercialmente
estão disponíveis em inúmeros tamanhos
de comprimidos, diminuindo a
quantidade de cálculos que você precisa
fazer para determinar a dosagem.
 Existem algumas prescrições que exigem cálculos,
nesse caso certifique-se com outro profissional de
enfermagem a dosagem, principalmente se o cliente for
uma criança.
 A dosagem deve ser a prescrita pelo médico, nunca
deve ser alterada pela enfermagem. O médico é
responsável pela prescrição;
 Exemplo: Um médico prescreve 75mg de meperidina
para algia no pós-operatório. Você administra o
medicamento depois da cirurgia, mas o paciente relata
ainda dor intensa. Sua conclusão pode ser que 75mg
não são suficientes, e que 100mg provavelmente
resolveriam o problema. Mas isso não autoriza você a
mudar a dose.
 Para diminuir o risco de medicamentos, jamais
pressuponha que o paciente que está em um
determinado leito é, na verdade, aquele cujo nome
está afixado no leito.
 Confira o nome do paciente com o nome da
pulseira que o paciente estiver usando.(alguns
hospitais)
 Peça o paciente que lhe diga o seu nome. Caso
tenha outro paciente com o mesmo nome, peça
para ele falar seu nome completo;
 As considerações que tornam o tempo de
administração o horário “certo” podem ser
terapêuticas, práticas ou ambas para fins terapêuticos,
o horário certo é aquele que mantém corretamente o
nível da substância na corrente sanguínea do
paciente, de modo que ele não se eleve nem diminua
muito.
 Importante manter um horário padronizado,
mantendo assim um ritmo da administração do
fármaco diariamente;
 Sempre dê cuidados e atenção à via
de administração especificada na
prescrição do medicamento e no rótulo
do produto. Assim, também certifique-
se de que a forma prescrita do
medicamento seja apropriada par a via
pretendida.
 Trocas de nomes de medicamentos;
 Rótulos semelhantes nos fármacos;
 Trocas dos nomes dos pacientes;
 Compreensão errada da prescrição;
 Medicamentos que não podem ser
administrados pela via prescrita;
 Armazenamento incorreto do fármaco;
 Cabral. Ivone Evangelista – Administração de
Medicamentos – Reichmann & Affonso Editores-
2002.

“Não se pode ensinar alguma
coisa a um homem;
Apenas ajudá-lo a encontrá-lo
dentro de si mesmo.”
Galileu Galilei

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Farmacologia aula-1

  • 1. Docente : Enfª Renata Marinho 2013 1ª AULA
  • 2. Capacidade de administrar medicamentos; Habilidade altamente técnica, não apenas prestação de “serviço”; Sólido conhecimento da terminologia medicamentosa, vias de administração e os efeitos causados pelas susbstâncias; Enfª Renata Marinho
  • 3.  Um é o nome químico – descreve a estrutura atômica e molecular da substância;  Segundo é o nome genérico que é selecionado no Brasil pelo Ministério da Saúde*, que é uma versão mais curta e mais simples do nome químico da substância.  O terceiro nome do medicamento é o seu nome comercial, que é o nome próprio pelo qual a companhia do medicamento o vende. Medicamentos que compartilham características similares são agrupadas em conjunto nas classes(ou famílias); *Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA); * *No Estados Unidos: U.S Adopted Names Council; Enfª Renata Marinho
  • 5.  Classe dos betabloqueadores*: Ex: Propranolol;  Classes terapêuticas: Ex: Os diuréticos tiazídicos e os betabloqueadores ambos são anti-hipertensivos; *Denominação de um grupo de medicamentos que atua bloqueando os receptores do tipo beta: no coração ocorre diminuição do débito cardíaco e da frequência de batimentos, e nos pulmões, o principal efeito é a bronco constrição. Enfª Renata Marinho
  • 7.  O sistema de classificação de fármacos mais poderoso e mais útil é uma solução de compromisso – Sistema ATC (Anatómico – Terapêutico – Químico).  Divide os fármacos em 14 grupos, consoante o sistema sobre o qual atuam: A (alimentar), B (sangue e órgãos produtores de sangue, etc. Enfª Renata Marinho
  • 10.  Por que?  MELHORAR SUA QUALIDADE DE VIDA  ALIVIAR OU SE POSSÍVEL ABOLIR A DOR  PROLONGAR A VIDA  ...  1. Nem sempre logram o resultado desejado  2. Muitas vezes só alcançam o alívio ou consolo do paciente  3. Do ponto de vista histórico existem relatos muito antigos sobre o uso de drogas no tratamento de enfermidades; Enfª Renata Marinho
  • 12.  DO GREGO: pharmakos = droga; e logos = estudo ESTUDA-SE O EFEITO DOS FÁRMACOS E COMO ELES AGEM NOS SISTEMA BIOLÓGICO Enfª Renata Marinho
  • 13.
  • 14.  Fármaco: substância de estrutura química definida que quando em um sistema biológico, modifica uma ou mais funções fisiológicas.  Droga: matéria-prima de origem mineral, vegetal ou animal que contém um ou mais fármacos. Enfª Renata Marinho
  • 16. FARMACOCINÉTICA: Absorção, Distribuição, Metabolismo e Excreção dos fármacos no organismo; FARMACODINÂMICA: Estuda os efeitos fisiológicos, bioquímicos e mecanismo de ação dos fármacos; Enfª Renata Marinho
  • 17.  DOSE: é a quantidade de droga administrada  BIODISPONIBILIDADE: é a fração de um fármaco administrado que é levado à circulação sistêmica  BIOEQUIVALÊNCIA: quando um fármaco pode ser substituído por outro sem consequências clínicas adversas. Enfª Renata Marinho
  • 18.  TEMPO 1/2 VIDA: é o tempo necessário para que a concentração plasmática do fármaco chegue em 50 %. É utilizado para o cálculo da posologia.  ESTADO DE EQUILIBRIO ESTÁVEL: indica quando o fármaco atinge a concentração terapêutica. Enfª Renata Marinho
  • 19. Atua sobre proteínas-alvo:  Enzimas  Transportadores  Canais de ions  Receptores
  • 21.  Especificidade: Recíproca entre substâncias e ligantes. Substrato se liga somente em determinados alvos e os alvos só reconhecem determinada substância.  Nenhum fármaco é totalmente específico: o aumento da dose faz com que ele atue em outros alvos diferentes provocando efeitos colaterais. Enfª Renata Marinho
  • 22. Interação Fármaco – Receptor: A tendência de um fármaco se ligar a um receptor é determinada pela sua afinidade, enquanto a tendência, uma vez ligada. De ativar o receptor é indicada pela sua eficácia; Enfª Renata Marinho
  • 23.  Um receptor de superfície celular tem uma configuração que permite a uma substância química específica se ligar ao receptor um medicamento, hormônio ou neurotransmissor Exemplo: Digitalíco é uma droga administrada a pessoas com insuficiência cardíaca, atua principalmente no coração para aumentar sua eficiência de bombeamento.
  • 24.  A resposta está em como elas interagem com as células ou com substâncias como as enzimas.
  • 25.  VEÍCULO FARMACOLÓGICO: meio em que a droga se encontra dispersa; Ex: qsp;  FORMA FARMACÊUTICA: forma como a droga se apresenta para uso; Exemplos: • COMPRIMIDOS • CÁPSULAS • DRÁGEAS • INJETÁVEIS • LÍQUIDOS • POMADAS OU CREMES Enfª Renata Marinho
  • 26. Droga A agonista Ocupação regulada pela afinidade R AR+ Ativação regulada pela eficácia AR Resposta Droga B antagonista + R AR AR Nenhuma resposta Enfª Renata Marinho
  • 28.  Antagonismo químico: duas substâncias se combinam em solução , perdendo-se o efeito do fármaco ativo. Ex: Uso de agentes quelantes (dimercaprol) que se ligam a metais pesados reduzindo sua toxicidade; Enfª Renata Marinho
  • 29.  DIMERCAPROL Apresentação: sol. inj. cx. c/ 5 amp. de 1 mL. Cada ampola contém: Dimercaprol .. 100 mg Veículo q.s.p. .. 1 ampola Está indicado no tratamento de intoxicações por arsênico, ouro e mercúrio. Em intoxicações agudas por sais de mercúrio, o tratamento é mais eficaz quando iniciado dentro de 1 a 2 horas após a intoxicação; sua eficácia cessa em aproximadamente 6 horas. Também está indicado no tratamento de intoxicações por chumbo quando utilizado em conjunto com edetato dissódico de cálcio. Enfª Renata Marinho
  • 30. Farmacocinética: Estuda quantitativamente a cronologia dos processos metabólicos da absorção, distribuição, biotransformação e eliminação. Absorção Distribuição Biotransformação ou metabolismo Excreção
  • 31.  O corpo pode armazenar uma substância no tecido adiposo, no osso ou na pele. Usando o sangue como compartimento, ele pode transferir uma substância para o feto ou por meio da barreira hematencefálica.
  • 32.  Antes que possa atuar sobre o corpo, um medicamento deve ser absorvido pela corrente sanguinea. Uma boa absorção do medicamento pelo corpo do paciente depende de inúmeros fatores:  Propriedades físico-químicas;  Sua formulação;  Via de administração;  Diversas características do paciente;
  • 33.  Na corrente sanguínea o medicamento é distribuído para os tecidos e líquidos corporais através do sistema circulatório.  Pense no corpo como um sistema de compartimentos:  O corpo é um sistema de compartimentos fisiológicos definido pelo fluxo sanguíneo.  A corrente sanguínea e os órgãos altamente perfundidos: cérebro, fígado, coração e rins- costituem compartimento central;
  • 34.  Áreas menos perfundidas formam o compartimento periférico, que é subdividido em compartimento tecidual - vísceras, músculo e pele;  Compartimento profundo - tecido adiposo e osso;
  • 35.  Muitos medicamentos são metabolizados no fígado e excretados pelos rins;  A velocidade à qual um medicamento é metabolizado varia de indivíduo para indivíduo;  O metabolismo do medicamento pode ser mais rápido em fumantes do que em pacientes não-fumantes, porque a fumaça do cigarro contém substâncias que induzem a produção de enzimas hepáticas;  Algumas medicações, como a digoxina e a gentamicina são eliminadas quase inalteradas pelos rins;
  • 36.
  • 37.
  • 38.  O termo tolerância refere-se a uma resposta diminuída do paciente e dose repitida do paciente;  O termo dependência está relacionado com a necessidade física ou psicológica de um medicamento pelo paciente;
  • 39.  Muitos aspectos práticos da administração de substâncias influenciam na eficácia da terapia prescrita. Eles incluem a forma do medicamento, a via de administração, a regulação temporal da administração e o armazenamento apropriado.
  • 40.  Apresentação do medicamento – Forma que vai ser administrada: comprimidos, cápsulas, líquidos. Faz diferença?  Armazenamento do medicamento – Muitos medicamentos devem ser armazenados em recipientes hermeticamente lacrados e protegidos da luz solar direta e de extremas temperaturas e umidades.
  • 41.  Inúmeros profissionais de saúde distintos podem e tem permissão legal para prescrever, distribuir e administrar medicamentos.  Frequentemente os médicos prescrevem os medicamentos, os farmacêuticos os distribuem e a enfermagem os administra.
  • 42.  Em ambiente ambulatorial – procedimento simples para o cliente;  Em ambiente hospitalar – é mais complexo devido a quantidade de medicações prescritas pelo médico e os diversos tipos de prescrições;
  • 43.
  • 44.
  • 45.
  • 46.  Certificar-se de que dispõe de todos os subsídios para que se cumpra as prescrições, são requisitos importantes para a administração dos medicamentos.  Os 5 certos:
  • 47.  Compare sempre o nome da substância prescrita com o nome impresso no rótulo do frasco. Gaste um tempo e faça isso com cuidados, substâncias cujo nome exibe som e grafia semelhantes podem apresentar indicações e efeitos diferentes.  Exemplo: Furacin (nitrofurazona) e Furazin (furozemida);  A forma como o medicamento está acondicionado na embalagem, pode gerar dúvidas. Verifique o medicamento sempre quando tirá-lo da gaveta ou pegar em algum recipiente com identificação.
  • 48.  Quando utilizamos um medicamento com a dose exata para ser administrada, o risco de doses erradas praticamente não existe.  Muitos medicamentos comercialmente estão disponíveis em inúmeros tamanhos de comprimidos, diminuindo a quantidade de cálculos que você precisa fazer para determinar a dosagem.
  • 49.  Existem algumas prescrições que exigem cálculos, nesse caso certifique-se com outro profissional de enfermagem a dosagem, principalmente se o cliente for uma criança.  A dosagem deve ser a prescrita pelo médico, nunca deve ser alterada pela enfermagem. O médico é responsável pela prescrição;  Exemplo: Um médico prescreve 75mg de meperidina para algia no pós-operatório. Você administra o medicamento depois da cirurgia, mas o paciente relata ainda dor intensa. Sua conclusão pode ser que 75mg não são suficientes, e que 100mg provavelmente resolveriam o problema. Mas isso não autoriza você a mudar a dose.
  • 50.  Para diminuir o risco de medicamentos, jamais pressuponha que o paciente que está em um determinado leito é, na verdade, aquele cujo nome está afixado no leito.  Confira o nome do paciente com o nome da pulseira que o paciente estiver usando.(alguns hospitais)  Peça o paciente que lhe diga o seu nome. Caso tenha outro paciente com o mesmo nome, peça para ele falar seu nome completo;
  • 51.  As considerações que tornam o tempo de administração o horário “certo” podem ser terapêuticas, práticas ou ambas para fins terapêuticos, o horário certo é aquele que mantém corretamente o nível da substância na corrente sanguínea do paciente, de modo que ele não se eleve nem diminua muito.  Importante manter um horário padronizado, mantendo assim um ritmo da administração do fármaco diariamente;
  • 52.  Sempre dê cuidados e atenção à via de administração especificada na prescrição do medicamento e no rótulo do produto. Assim, também certifique- se de que a forma prescrita do medicamento seja apropriada par a via pretendida.
  • 53.  Trocas de nomes de medicamentos;  Rótulos semelhantes nos fármacos;  Trocas dos nomes dos pacientes;  Compreensão errada da prescrição;  Medicamentos que não podem ser administrados pela via prescrita;  Armazenamento incorreto do fármaco;
  • 54.  Cabral. Ivone Evangelista – Administração de Medicamentos – Reichmann & Affonso Editores- 2002. 
  • 55. “Não se pode ensinar alguma coisa a um homem; Apenas ajudá-lo a encontrá-lo dentro de si mesmo.” Galileu Galilei