Função panc e hepat alunos

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Função panc e hepat alunos

  1. 1. FUNÇÃO HEPÁTICA E<br />PANCREÁTICA<br />
  2. 2. Função Pancreática<br />
  3. 3. <ul><li>PANCREATITE AGUDA
  4. 4. PANCREATITE CRÔNICA
  5. 5. FIBROSE CÍSTICA DO PÂNCREAS</li></li></ul><li>Exames laboratoriais<br />
  6. 6. <ul><li>PARA PANCREATITE AGUDA:
  7. 7. AMILASE SÉRICA
  8. 8. AMILASE URINÁRIA
  9. 9. RELAÇÃO AMILASE/DEPURAÇÃO DE CREATININA
  10. 10. FRACIONAMENTO DAS ISOENZIMAS DA AMILASE
  11. 11. LIPASE SÉRICA
  12. 12. TRIPSINA SÉRICA IMUNORREATIVA</li></li></ul><li><ul><li>PARA PANCREATITE CRÔNICA:
  13. 13. AMILASE SÉRICA
  14. 14. TRIPSINA SÉRICA IMONORREATIVA
  15. 15. COLANGIOPANCREATOGRAFIA RETROGRADA ENDOSCÓPICA (CPRE)
  16. 16. TESTE DE ESTIMULAÇÃO PANCREATICA </li></li></ul><li>Função Hepática <br />
  17. 17. BILIRRUBINA SÉRICA<br /><ul><li>A BILIRRUBINA É FORMADA ATRAVÉS DA DEGRADAÇÃO DAS MOLÉCULAS DE HEMOGLOBINA PELO SISTEMA RETICULOENDOTELIAL.
  18. 18. A BILIORRUBINA RECÉM FORMADA (NÃO-CONJUGADA) IRÁ CIRCULAR NO SANGUE LIGADA Á ALBUMINA SÉRICA, E TRANSPORTADA PARA O FÍGADO, ONDE SERÁ CAPTADA POR CÉLULAS PARENQUIMATOSAS HEPÁTICAS E CONJUGADA COM UMA MOLÉCULA DE GLICURONÍDEO, E EM SEGUIDA COM UMA SEGUNDA MOLÉCULA PARA FORMAR BILIRRUBINA-DIGLICURONÍDEO, SENDO ENTÃO EXCRETADO PELA BILE.</li></li></ul><li><ul><li>Van der Bergh
  19. 19. MÉTODO BIFÁSICO
  20. 20. MÉTODO DIRETO
  21. 21. VALORES DE REFERENCIA :</li></ul> BILIRRUBINA TOTAL: INFERIORES Á 1,5MG/100ML (25MMOL/L)<br /> BILIRRUBINA DE 1 MIN (DIRETA) : INFERIORES Á 0,4MG/100ML (FAIXA DE 0,2-0,5 MG/100ML, DEPENDENDO DO MÉTODO DE UTILIZAÇÃO<br />
  22. 22. BILIRRUBINA CONJUGADA<br /> (NEONATAL):<br /><ul><li>UM ESTUDO REVELOU QUE A UTILIZAÇÃO DE VÁRIAS COMBINAÇÕES DE REAGENTES E EQUIPAMENTO AUTOMATIZADO VARIAM SIGNIFICATIVAMENTE QUANTO Á PROPORÇÃO DE BILIRRUBINA NÃO CONJUGADA E DE DELTA-BILIRRUBINA INCLUÍDA NOS RESULTADOS DAS DETERMINAÇÕES DA BILIRRUBINA CONJUGADA (BILIRRUBINA INDIRETA).</li></li></ul><li><ul><li>ICTERÍCIA</li></ul> A COLORAÇÃO VISÍVEL DOS TECIDOS PELA BILE É DENOMINADA ICTERÍCIA. EXISTEM TRÊS CAUSAS PRINCIPAIS:<br /><ul><li>HEMÓLISE
  23. 23. OBSTRUÇÃO EXTRA-HEPÁTICA
  24. 24. OBSTRUÇÃO INTRA-HEPÁTICA DO TRATO BILIAR
  25. 25. OUTRAS ETIOLOGIAS DA ICTERÍCIA
  26. 26. CARCINOMA
  27. 27. A PRESENÇA DE TUMORES INTRA-HEPÁTICOS
  28. 28. MEDICAMENTOS</li></li></ul><li> BILIRRUBINA URINARIA E UROBILINOGÊNIO<br /><ul><li>ESTES EXAMES SEGUEM EM GRANDE PARTE O MESMO PADRÃO DA BILIRRUBINA CONJUGADA E NÃO CONJUGADA.
  29. 29. QUANDO O NÍVEL SÉRICO DE BILIRRUBINA CONJUGADA ESTÁ ELEVADO, IRÁ OCORRER A SUA EXCREÇÃO URINÁRIA.EM RARAS OCASIÕES É NECESSÁRIO SOLICITAR DETERMINAÇÕES DA BILIRRUBINA URINÁRIA, UMA VEZ QUE O NÍVEL SÉRICO FORNECE MAIORES INFORMAÇÕES.PODE OCORRER AUMENTO DO UROBILINOGÊNIO URINÁRIO DEVIDO Á PRESENÇA DE LESÃO HEPATOCELULAR GRAVE, SENDO RARAMENTE DETERMINADO A UROBILINOGÊNIO URINÁRIO, DEVIDO Á CONCENTRAÇÃO OU DILUIÇÃO DA URINA.</li></li></ul><li>MARCADORES QUIMICOS<br /><ul><li>FOSFATASE ALCALINA (ALP)</li></ul> A FOSFATASE ALCALINA É ENCONTRADA E,<br /> NUMEROSOS TECIDOS, SENDO SUAS MAIORES<br /> CONCENTRAÇÕES DO TRATO BILIAR, NO OSSO, NA<br /> MUCOSA INTESTINAL E NA PLACENTA.<br /><ul><li>OS VALORES:</li></ul> 1,5 A 2,0 MAIS ALTOS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES DEVIDO AO SEU CRESCIMENTO.<br /><ul><li>FOSFATASE ALCALINA DE ORIGEM ÓSSEA.</li></li></ul><li>Exames laboratoriais<br />
  30. 30. <ul><li>LACTATO – DESIDROGENASE (LD)
  31. 31. GAMAGLUTAMIL – TRANSFERASE (GGT)
  32. 32. TEMPO DE PROTOMBINA (TP)
  33. 33. ÁCIDOS BILIARES NO SORO
  34. 34. PROTEÍNAS SÉRICAS
  35. 35. AMÔNIA SANGÜÍNEA
  36. 36. AUTO-ANTICORPOS CONTRA COMPONENTES CELULARES</li></li></ul><li><ul><li>CINTILOGRAFIA HEPÁTICA COM RADIONUCLETÍDEO
  37. 37. TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA E ULTRA – SOM
  38. 38. COLANGIOGRAMA TRANSEPÁTICA PERCUTÂNEA
  39. 39. BIÓPSIA HEPÁTICA </li></li></ul><li>Alunas:<br />DanielyCarlotto<br />Ellen Freitas<br />Fabrícia Souza<br />LucileneSanagiotto<br />

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