Aula 8

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Aula 8

  1. 1. BASTONETES GRAM NEGATIVOS NÃO FERMENTADORES<br />Ana Claudia Souza Rodrigues<br />Farmacêutica Bioquímica<br />
  2. 2. BGNNF<br />Fermentadores utilizam carboidratos por via fermentativa aeróbia ou anaeróbia, por isso a base do TSI é sempre amarela (fermentou a Glicose).<br />Os não fermentadores utilizam metabolismo respiratório (o O atua como aceptor final de e-_<br />TSI<br />
  3. 3. Bacilos Gram negativos não fermentadores<br />Aeróbios;<br />Não esporulados;<br />Não fermentam carboidratos (via oxidativa).<br />
  4. 4. PRINCIPAIS BGNNF DE IMPORTÂNCIA CLÍNICA (70%)<br />Pseudomonasaeruginosa<br />Stenotrophomonas maltophila<br />Moraxellacatarrhalis<br />Complexo Burkholderiacepacia<br />Acinetobacter spp<br />
  5. 5. BGNNF de pouca freqüência <br />Alcaligenes spp<br />Chryseobacterium menigosepticum<br />Chryseobacterium indologenes<br />Moraxella<br />Outras Pseudomonas<br />
  6. 6. FONTES HOSPITALARES<br />P. aeruginosa - água de torneira, superfícies, medicamentos, alimentos, equipamentos<br />S. maltophilia - equipamentos, pias, superfícies germicidas<br />Acinetobacter spp - pia, agua, equipamentos, medicamentos, sabões, superfícies<br />Burkholderia cepacia - água, soro, sabonetes, germicidas, equipamentos e medicamentos.<br />
  7. 7. Pseudomonas<br />P. aeruginosa – oxidase +, polissacarídeos capsulares podem produzir aspecto mucóide.<br />Importantes em infecções hospitalares, pacientes com fibrose cística e imunodebilitados.<br />Pigmentos – piocianina, pioverdina e piorrubina.<br />
  8. 8. FATORES DE VIRULÊNCIA<br />
  9. 9. TOXINAS<br />
  10. 10. Bacilos Gram negativos não fermentadores<br />Identificação:<br />Inóculo mais denso<br />Culturas jovens e puras<br />OXIDASE;<br />MOTILIDADE;<br />Lisina, Dnase, Malonato, Uréia, OF-Glicose com e sem vaselina, Citrato, TSI, NaCl 6,5¨%, discos de Polimixina, Sufametoxazol, hemólise em Ágar Sangue.<br />
  11. 11. BGGNF<br />
  12. 12. PIGMENTOS<br />Verde e/ou metálico e/ou marron e/ou vermelha: P.aeruginosa <br />Amarelo: Chryseobacterium spp, P. luteola, P. orzihabitans, Burkholderia. (Micrococcus)<br />Rosa: Roseomonas spp e Methylobacterium spp<br />
  13. 13. OXIDASE<br /><ul><li>disco, fita ou Kit de oxidase - papel impregnado ou reativo na forma líquida a ser pingado em papel de filtro</li></li></ul><li>MOTILIDADE<br />PODE SER FEITA EM BHI OU TSB. COLOCAR UMA ALÇA DE BACTÉRIAS NO CALDO E DEIXAR EM REPOUSO DE 4 A 24 HORAS A T AMBIENTE.<br />Observar movimento em aumento 40 com condensador baixo e pouca luz.<br />
  14. 14. Lisina – Colocar uma alçada da bactéria e adicionar óleo mineral estéril. A mudança de cor significa resultado NEGATIVO.<br />Dnase – Pode ser feita com HCl. Se observado halo claro o resultado é positivo.<br />
  15. 15. Bacilos Gram negativos não fermentadores<br />
  16. 16. Bacilos Gram negativos não fermentadores<br />
  17. 17. Acinetobacter OXIDASE neg, IMÓVEL<br />
  18. 18. Agora o Acinetobacter baumanii e o A. calcoaceticus formam um complexo e não são mais separados na identificação<br />
  19. 19. BGNNF OXI neg, MOT pos<br />
  20. 20. BGNNF OXI pos, MOT negpigmento amarelo<br /><ul><li>Ana Claudia S. Rodrigues - HRMS</li></li></ul><li>BGNNF OXI pos, MOT pos<br />
  21. 21.
  22. 22. BGNNF OXI pos, MOT pos, H2S pos e Dnase pos<br />
  23. 23. GELATINA<br />Colocar um pouco da bactéria em salina estéril. Mergulhar filme de raio X revelado. Após 24 horas a T ambiente se houver precipitação o teste é positivo.<br />
  24. 24. OUTRAS PROVAS<br />
  25. 25. Sistema de Kits prontos, semi-automatizados e automatizados<br />Auto-Scan –4 –microscan<br />WalkAway<br />Vitek<br />BBL<br />Bactrey<br />Kits para não fermentadores<br />Outros<br />
  26. 26. Principais informações<br />P. aeruginosa – brilho metálico, cresc. 42.C, pigmento verde, odor de fruta, oxidase +.<br />
  27. 27. Principais informações<br />Acinetobacter spp– cocobacilos, salmão em MacConkey, imóvel, oxidase -.<br />
  28. 28. Principais informações<br />Stenotrophomonas maltophila – Parece P.aeruginosa, brilho metálico, oxidase 98% -, Lisina +, Dnase +, R a IMP e S a SUT.<br />
  29. 29. Principais informações<br />Burkholderiacepacia– Amarelada, cheiro de terra molhada, 98% oxidase +, motilidade+, Dnase -<br />
  30. 30. QUAL A IMPORTÂNCIA DE IDENTIFICAR AS “SUAS BACTÉRIAS”?<br />O antibiograma depende da identificação;<br />Pode ser desnecessário e inapropriado realizar o antibiograma;<br />Muitos BGNNF estão relacionados a estado terminal do paciente;<br />Se necessário o isolamento tem que ser feito rapidamente;<br />Um erro na identificação pode levar a erro no TSA e consequentemente em morte do paciente.<br />Preocupação com resistência nas bac. da comunidade.<br />
  31. 31. BORDETELLA<br />ANA CLAUDIA SOUZA RODRIGUES<br />2011<br />
  32. 32. BORDETELLA<br />Cocobacilo Gram negativo pequeno, aeróbios estritos e não fermentadores.<br />Bordetellapertussis, BordetellaparapertussiseBordetellabronchisepticasão as principaisespécies causadoras de enfermidadeem seres humanos.<br />Meios de cultura devemconter carbono, amido, sangue, albumina<br />Toxina pertussis – unidades A e B (SI – subunid. Tóxica)<br />
  33. 33. BORDETELLA<br />TOXINAS:<br />adenilciclasa/hemolisina – inibe sistema imune<br />toxina dermonecrótica – vasoconstrição e isquemia<br />citotoxinatraqueal – afinidade pelas células epiteliais<br />
  34. 34. BORDETELLA<br />Homem – único reservatório<br />Vacina – 1949<br />Mais frequentes em crianças com menos de 1 ano.<br />B. pertussis – mais grave<br />Incubação – 7 a 10 dias<br />Estado catarral (1º. Estágio – gdqt bactérias, febre, mal estar) seguido de fase paroxística (2º. Estágio - Tosse repetitiva – 1 a 2 semanas – aumento de muco, vômitos)  convalescência (3º. Estágio) complicações secundárias<br />Transmissão – inalação de aerosóis<br />
  35. 35. BORDETELLA<br />Amostra – aspirado nasofaríngeo<br />Meio - Bordet-Gengou<br />Identificação – sorológica ou biologia molecular.<br />
  36. 36. BGNNF<br />Ana Claudia S. Rodrigues<br />anaclaurod@yahoo.com.br<br />

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