Convergência de mídias e narrativa transmídia

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Narrativa transmídia no jornalista e convergência de mídias. Material didático do curso de Webjornalismo - Centro Universitário de Belo Horizonte - UniBH

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Convergência de mídias e narrativa transmídia

  1. 1. EXPANSÃO NARRATIVA & NARRATIVA TRANSMÍDIA Alysson Lisboa - Uni-BH
  2. 2. A ACUMULAÇÃO PRODUZ... Mashups | Hibridismo | Associações Participação e Convergências Alysson Lisboa - Uni-BH
  3. 3. Wassup - Budweiser Wassup - marshup 3,8 milhões de views 9 milhões de views ORIGINAL REMIXADO MASHUPS Alysson Lisboa - Uni-BH
  4. 4. Tudo isso deve gerar Alysson Lisboa - Uni-BH
  5. 5. Precisamos gerar narrativas que podem ser “remixáveis” e “espalháveis” Criar espaço para conteúdo dos usuários. CHAMAR PARA A PARTICIPAÇÃO Alysson Lisboa - Uni-BH
  6. 6. Alysson Lisboa - Uni-BH
  7. 7. O consumo tornou-se um processo coletivo (Jenkins). Entende-se por inteligência coletiva a expressão cunhada pelo ciberteórico Pierre Lévy. Nenhum de nós pode saber tudo, cada um de nós sabe alguma coisa; e podemos juntar as peças, se associarmos nossos recursos e unirmos nossas habilidades. CONSTRUÇÃO COLETIVA Alysson Lisboa - Uni-BH
  8. 8. PROSUMER UM NOVO ROL DE CONSUMIDORES Alysson Lisboa - Uni-BH
  9. 9. Alysson Lisboa - Uni-BH
  10. 10. CONVERGÊNCIA VIVEMOS A ERA DA Alysson Lisboa - Uni-BH
  11. 11. CONCEITO • O termo começou a ser difundido em 1979, quando Nicholas Negroponte (foto), diretor do MIT Media Lab, nos Estados Unidos, desenhou três círculos e descreveu cada um deles Alysson Lisboa - Uni-BH
  12. 12. • Desde então, a noção é de que as três esferas caminham juntas para criar novas formas de comunicação – a comunicação multimídia ou mix media, caracterizada por duas, três ou mais formas de comunicação integradas. Computing publishing and print Broadcasting & communication Alysson Lisboa - Uni-BH
  13. 13. MEDIAMORPHOSIS (ROGER FIDLER) • Coevolução - Nenhuma forma de comunicação humana pode existir independentemente de outra. A partir do momento em que um novo modelo emerge e amplia seu campo de ação, influencia, independentemente do tempo e do grau de intensidade, o desenvolvimento de outras formas já existentes. • Modo de funcionamento de um meio é dado por outro (Sielman, 1995). Permeabilidade Alysson Lisboa - Uni-BH
  14. 14. A convergência altera a relação entre tecnologias existentes, indústrias, mercados, gêneros e públicos. A convergência refere-se a um processo, não a um ponto final. Alysson Lisboa - Uni-BH
  15. 15. • Aparentemente, usa-se o termo convergência querendo dizer que os antigos meios de comunicação seriam completamente absorvidos pela órbita das tecnologias emergentes. InternetTevêRádio CONVERGÊNCIA Alysson Lisboa - Uni-BH
  16. 16. • Os velhos meios de comunicação não estão sendo substituídos, mas suas funções e status estão sendo transformados pela introdução de novas tecnologias. Alysson Lisboa - Uni-BH
  17. 17. Nenhum meio sozinho pode existir. Ele precisa se relacionar com outro meios. Antes não tínhamos nada que pudesse tirar nossa atenção da televisão Alysson Lisboa - Uni-BH
  18. 18. NOSSATENDÊNCIA É COLOCARVINHO NOVO EMVELHAS GARRAFAS Alysson Lisboa - Uni-BH
  19. 19. ECOLOGIA DOS MEIOS • Vivemos em um ambiente de meios e não nos damos conta. • As novas mídias criam um ambiente ao redor dos sujeitos e remodelam a percepção e cognição. • Temos que entender os meios hoje como um ambiente orgânico. MEDIA ECOLOGY. MEDIA ECOLOGY Alysson Lisboa - Uni-BH
  20. 20. • A história da comunicação é a história do “somar”. Mais que consolidar ou substituir velhas formas, os novos formatos tendem a divergir e acrescentar ao media mix. (ROGER FIDLER, 2007). Alysson Lisboa - Uni-BH
  21. 21. UM JEITO NOVO para engajar marcas, produtos e audiência TRANSMEDIA STORYTELLING Alysson Lisboa - Uni-BH
  22. 22. História contada através de vários meios e plataformas. Conceito criado por Henry Jenkins (2003) Prosumidores participam da construção do mundo narrativo. Pode ter início por meio de uma revista em quadrinhos, um livro, um game, série de televisão, vídeo noYouTube etc Alysson Lisboa - Uni-BH
  23. 23. Narrativas transmídia não são adaptações. São outros focos e novas narrativas. Conteúdo gerado pelo usuário. Narrativa transmidia deve ter expansão narrativa e não apenas distribuição poli-dispositivas. As adaptacões são transmídias? se é adaptação não é transmidia storytelling. Alysson Lisboa - Uni-BH
  24. 24. Alysson Lisboa - Uni-BH
  25. 25. STARWARS • O filme rendeu US$ 4 milhões em bilheteria. As narrativas transmídia geraram uma receita de US$ 20 milhões Alysson Lisboa - Uni-BH
  26. 26. Diante das produções e mashups que os fãs faziam de Harry Potter, com novas histórias, mudança de finais, fake trailers a autora contratou advogados para fechar os sites e acabar com isso.Agora a própria autora, reconhecendo o erro em tentar tomar para si o controle total da marca, lança isso: HARRY POTTER Alysson Lisboa - Uni-BH
  27. 27. A ideia é sempre a mesma. (NÃO ME TIRE O COPYRIGHT) Alysson Lisboa - Uni-BH
  28. 28. POTTERMORE - J.K. ROWLING Alysson Lisboa - Uni-BH
  29. 29. audiência usuários meio conteúdo monomídia multimídia periodicidade real time escassez abundância intermediação desintermediação distribuição acesso unidirecionalidade interatividade linearidade hipertexto dado conhecimento Alysson Lisboa - Uni-BH
  30. 30. PRINCÍPIOS DO JORNALISMO TRANSMÍDIA • A apresentação da notícia deve gerar um espaço para a participação ativa dos consumidores. • O jornalismo pode explorar o Newsgaming e o jornalismo imersivo e até os chamados “jornalistas cidadãos”. • Segundo Kevin Monoley, vejam alguns princípios básicos do jornalismo transmídia... Alysson Lisboa - Uni-BH
  31. 31. EXPANSÃO • O que faz uma história ser difundida viralmente? Como se pode motivar para que os usuários compartilhem as notícias em suas redes e elas cheguem além do público tradicional de cada meio? Alysson Lisboa - Uni-BH
  32. 32. EXPLORAÇÃO • Como se pode ativar a curiosidade do público para que ele se aprofunde na informação e busque mais detalhes por conta própria? Se existirem mais conteúdos disponíveis – mesmo que sejam de órgãos oficiais ou nas redes sociais – então a participação do público será mais profunda. Hoje os sites não se preocupam com as taxas de rejeição. Alysson Lisboa - Uni-BH
  33. 33. CONTINUIDADE E SERIALIDADE • A medida que as histórias se expandem através dos meios de comunicação, como manter sua continuidade na forma e no tom ao mesmo tempo que exploram as forças de cada meio? • Ao permitir que a história se desenrole em diferentes plataformas muda-se também a duração do consumo informativo. Como manter a atenção do público por tanto tempo? Alysson Lisboa - Uni-BH
  34. 34. DIVERSIDADE E PONTOS DEVISTA • Informar com vários pontos de vista. Assim será possível chegar a novos públicos. • Ex: OTwitter pode chamar para o assunto a partir de um determinado viés da matéria. Diferentemente do FB, que pode ganhar a audiência com uma boa foto ou vídeo de abertura. • Buscar caminhos de expansão e atração para audiências fragmentadas. Alysson Lisboa - Uni-BH
  35. 35. IMERSÃO • Se quer mergulhar o público de modo cada vez mais profundo em uma história, como se pode gerar formas alternativas de narração? Como fazer o público compreender o impacto de uma história? Alysson Lisboa - Uni-BH
  36. 36. EXTRABILIDADE • Como o público pode recuperar o trabalho do jornalista e reutilizá-lo em sua vida cotidiana. (jornalismo local?) Alysson Lisboa - Uni-BH
  37. 37. MUNDO REAL • Como fazer para que o público, em certo momento, abandone as páginas do jornal ou deixe a tela da tevê e, efetivamente, intervenha no mundo real e solucione um problema real na sua cidade? Social apps? Alysson Lisboa - Uni-BH
  38. 38. APLICAÇÕES EM NT Alysson Lisboa - Uni-BH
  39. 39. EXEMPLO CUTTROAT CAPTALISM PRODUÇÃO: REVISTA WIRED • Faz viver em primeira pessoa a dinâmica dos sequestros de embarcações comerciais. • Faz parte de uma matéria sobre os piratas, um vídeo e várias infografias. • http://archive.wired.com/special_multimedia/2009/ cutthroatCapitalismTheGame Alysson Lisboa - Uni-BH
  40. 40. ÚLTIMO EXEMPLO A NOTÍCIA DA MORTE DE BIN LADEN • Começou nas redes sociais (Twitter); Depois web; Infografias; Televisão; Imprensa (jornais e revistas); Conteúdos gerados pelos usuários Alysson Lisboa - Uni-BH
  41. 41. TWITTER - BIN LADEN Alysson Lisboa - Uni-BH
  42. 42. VINO POR EL CAMINO • https://www.youtube.com/watch?v=r8tY7MrB- Og&feature=youtu.be Alysson Lisboa - Uni-BH

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