Narrativas Transmidiáticas

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Módulo de narrativas transmidiáticas realizado no curso de especialização em Cultura Digital da UNISINOS. 21-22 de junho de 2012

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Narrativas Transmidiáticas

  1. 1. Tiago R. C. Lopes tricciardi@unisinos.br | tiagorclopes@gmail.com Narrativas Transmidiáticas
  2. 2. Narrativas transmidiáticas •  Conceitos básicos e fundamentos •  Motivações econômicas e mercadológicas •  Transmedia vs Crossmedia •  Tipos de estruturas narrativas transmidiáticas •  Expansão gradual do universo narrativo •  Antepessados da narrativa transmidiática •  Alternate Reality Games •  Outros aspectos relevantes
  3. 3. Narrativas transmidiáticas Parte 1 Olhares tecnoculturais sobre as narrativas Parte 2 Narrativas transmidiáticas Parte 3 Atividade: criação de narrativas transmidiáticas
  4. 4. Olhares tecnoculturais sobre as narrativas
  5. 5. Um meio de comunicação cria um ambiente. Um ambiente é um processo, não um invólucro. É uma ação e atuará sobre os nossos sistemas nervosos e nossas vidas sensoriais, modificando-os por inteiro.
  6. 6. Toda tecnologia tem suas regras básicas. Elas determinam todos os tipos de arranjos em outras esferas da cultura
  7. 7. Narrativa e Colaboração •  Relações entre mídia e consumo de narrativas: da cultura de transmissão para a cultura do compartilhamento em rede; •  Narrativas colaborativas: literatura e audiovisual; •  Jogo de contar histórias. The boyhood of Raleigh – Sir John Everett Millais, óleo sobre tela, 1870. Narração oral de histórias
  8. 8. Narrativa e Colaboração •  Relações entre mídia e consumo de narrativas: da cultura de transmissão para a cultura do compartilhamento em rede; •  Narrativas colaborativas: literatura e audiovisual; •  Jogo de contar histórias. Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Oral_storytelling Oral storytelling is an ancient tradition and the most personal and intimate form of storytelling. The storyteller and the listeners are physically close as well as, through the story connection, psychically close. The storyteller reveals, and thus shares, him/her self through his/her telling and the listeners reveal and share themselves through their reception of the story. The intimacy and connection is deepened by the flexibility of oral storytelling which allows the tale to be moulded according to the needs of the audience and/or the location or environment of the telling. Listeners also experience the immediacy of a creative process taking place in their presence and they experience the empowerment of being a part of that creative process. Oral Storytelling
  9. 9. Narrativa e Colaboração •  Relações entre mídia e consumo de narrativas: da cultura de transmissão para a cultura do compartilhamento em rede; •  Narrativas colaborativas: literatura e audiovisual; •  Jogo de contar histórias. A narração oral de histórias é uma tradição ancestral e é também a forma mais íntima e pessoal de narração. O narrador e os ouvintes ficam fisicamente próximos, sentindo-se conectados pela história. O narrador revela e compartilha sua subjetividade através da história e também os ouvintes o fazem enquanto a escutam. Essa intimidade e conexão aumenta devido à flexibilidade da forma oral, que permite que a história se molde de acordo com as circunstâncias e necessidades da audiência ou de acordo com as circunstâncias em que a história está sendo contada. Dessa maneira, os ouvientes também experimentam a sensação de fazer parte de um processo criativo que acontece na presença deles.* * Livremente traduzido de http://en.wikipedia.org/wiki/Oral_storytelling Narração oral
  10. 10. Narrativa e Colaboração •  Relações entre mídia e consumo de narrativas: da cultura de transmissão para a cultura do compartilhamento em rede; •  Narrativas colaborativas: literatura e audiovisual; •  Jogo de contar histórias. Narração Oral •  Proximidade entre emissor e receptor; •  A história se molda de acordo com contexto (improviso); •  É uma prática disseminada nas sociedades, que passa de geração para geração (p. ex.: lendas locais que todos sabem contar). •  Flexibilização da autoria: apropriação e reprodução livre – “quem conta um conto aumenta um ponto”.
  11. 11. Cultura da transmissão
  12. 12. Consumir narrativas “fechadas” (livros, filmes, músicas etc.). Delegar a criação de produtos culturais a uma ”autoridade” competente, isto é, a um “autor”. Tornar o consumo de produtos culturais algo individual. Ex.: no cinema, não há interação entre os espectadores.
  13. 13. Consumir narrativas em um único suporte tecnológico por vez (livro, cinema, TV etc.). Ter “hora e lugar” determinados para consumo de narrativas (ex. novela das nove). Consumir narrativas em suportes de acesso linear.
  14. 14. Mas as coisas mudam.
  15. 15. Lev Manovich
  16. 16. A principal diferença entre as mídias computacionais e as mídias tradicionais…
  17. 17. …é a separação entre banco de dados interface
  18. 18. software
  19. 19. software remix
  20. 20. software deep remix
  21. 21. meios híbridos
  22. 22. Os meios híbridos alteram nossa percepção sobre todas as áreas da experiência vivida. A partir dos diferentes usos operados sobre eles, emergem enunciados culturais. O “mundo” como: banco de dados audiovisual rede colaboração compartilhamento comunidade controle do espaço camadas sobrepostas
  23. 23. Prof.Tiago R. C. Lopes tiagorclopes@gmail.com NARRATIVA BANCO DE DADOS Vs
  24. 24. Prof.Tiago R. C. Lopes tiagorclopes@gmail.com NARRATIVA BANCO DE DADOS DE
  25. 25. ESTÉTICA DO BANCO DE DADOS BANCOS DE DADOS ß CONTINUUM à ALGORITMOS Cultura do software e mídias locativas em experiências com telas móveis – Tiago R. C. Lopes
  26. 26. NARRATIVA Prof.Tiago R. C. Lopes tiagorclopes@gmail.com BANCO DE DADOS DE algoritmo
  27. 27. narrativa transmídia
  28. 28. narrativa transmídia convergência
  29. 29. jogos audiovisual colaboração remix mobilidade participação comparti- lhamento narrativa transmídia convergência
  30. 30. Cultura da Convergência (2008)Henry Jenkins
  31. 31. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  32. 32. Até pouco tempo atrás tínhamos a impressão de que todas as funções midiáticas seriam assimiladas por um único aparelho. Uma espécie de caixa preta, onde se poderia assistir TV, ver filmes, se comunicar com outras pessoas, ler textos, gravar e ouvir músicas etc. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  33. 33. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  34. 34. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  35. 35. De fato, existem aparelhos assim, como os modernos celulares smartphones. Contudo, ao invés de um único aparelho com essas características, temos a multiplicação de vários tipos de dispositivos eletrônicos que oferecem diversas funções: players DVD e BlueRay, receptores de TV à cabo, home theaters, videogames, palm tops, Mp3 players, dentre outros, são as novas caixas pretas que multiplicam-se ao nosso redor. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  36. 36. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  37. 37. A convergência não deve ser compreendida somente como um processo tecnológico que une múltiplas funções dentro dos mesmos aparelhos... Trata-se de uma transformação cultural que ocorre à medida que consumidores são incentivados a procurar novas informações e fazer conexões em meio a conteúdos midiáticos dispersos.
  38. 38. Dino Ignácio, estudante filipino-americano, criou no Photoshop uma colagem de Beto de Vila Sésamo interagindo com Osama Bin Laden como parte de uma serie "Beto é do Mau”… Dino Ignácio Beto Osama Bin Laden Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  39. 39. Beto é do Mau: Beto e Osama Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  40. 40. Beto é do Mau: Beto e Osama Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  41. 41. Beto é do Mau: Beto e Htler Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  42. 42. Beto é do Mau: Beto KKK Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  43. 43. Beto é do Mau: Beto no assassinato e JFK Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  44. 44. Beto é do Mau: Beto no Woodstock Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  45. 45. Beto é do Mau: Beto no 11 de setembro Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  46. 46. Beto é do Mau: Beto e Pam Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  47. 47. Um editor de Bangladesh procurou na Internet imagens de Bin Laden para produzir camisetas e pôsteres antiamericanos. A imagem acabou em uma colagem de fotografias similares que foi impressa em milhares de pôsteres e distribuída em todo o Oriente Médio… Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  48. 48. Repórteres da CNN registraram o improvável: a cena de uma multidão enfurecida marchando em passeata pelas ruas, gritando slogans antiamericanos e agitando cartazes com Beto e Bin Laden... Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  49. 49. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  50. 50. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  51. 51. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  52. 52. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  53. 53. Pense nos circuitos através dos quais as imagens de Beto é do Mau viajaram – da Vila Sésamo ao Photoshop e à rede mundial de computadores, do quarto de Ignácio a uma gráfica em Bangladesh, dos pôsteres empunhados por manifestantes antiamericanos e capturados pela CNN às salas das pessoas ao redor do mundo. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  54. 54. Bem-vindo ao mundo da convergência, onde as velhas e as novas mídias colidem, onde a mídia corporativa e a mídia alternativa se cruzam, onde o poder do produtor de mídia e o poder do consumidor se integram de maneiras imprevisíveis. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  55. 55. Parte da circulação dependeu de estratégias empresariais, como a adaptação de Vila Sésamo ou a cobertura global da CNN. Parte da circulação dependeu da tática de apropriação popular, seja na América do Norte ou no Oriente Médio. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  56. 56. Efeitos da cultura da convergência Remix tecnológico (hybrid media) Ecologia das mídias Prosumers Sujeito “caçador” de conteúdos Transmedia Storytelling
  57. 57. Em 29 de julho de 2010 o site daTV WAFF publicou uma reportagem sobre uma tentativa de estupro na cidade de Huntsville (Alabama, EUA). O vídeo mostrava Antoine Dodson, irmão da vítima, dando um depoimento indignado ao repórter televisivo. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  58. 58. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com Entrevista com Antoine e Kelly Daudson h#p://www.youtube.com/watch?v=QX2vfMUYr64
  59. 59. O jeito articulado e peculiar apresentado por Dodson (e sua irmã também) no vídeo chamou a atenção do grupo musical The Gregory Brothers, que criou a canção “The Bed Intruder Song” usando o áudio da reportagem. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  60. 60. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com Bed Intruder Song - legendado h#p://www.youtube.com/watch?v=6JdVJSxu1VM
  61. 61. Na semana em que “Bed Intruder Song” foi colocada na internet atingiu a posição de número 89 na listagem da revista Billboard, tornando-se recordista no iTunes Store com mais de 32 milhões de downloads, até 15 de outubro de 2010. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  62. 62. Antoine e Kelly Dodson são considerados co-autores da canção e recebem 50% dos valor arrecadado com as vendas de “The Bed Intruder Song” Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  63. 63. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  64. 64. Narrativas Transmidiáticas
  65. 65. Narrativas transmidiáticas •  Conceitos básicos e fundamentos •  Motivações econômicas e mercadológicas •  Transmedia vs Crossmedia •  Tipos de estruturas narrativas transmidiáticas •  Expansão gradual do universo narrativo •  Antepessados da narrativa transmidiática •  Alternate Reality Games •  Outros aspectos relevantes
  66. 66. Uma narrativa transmidiática desenvolve-se através de múltiplas mídias, com cada nova narrativa contribuindo para a expansão do universo ficcional e aproveitando o potencial específico de cada meio de comunicação.
  67. 67. Narrativas transmidiáticas - ou narrativas transmídia - são aquelas que ocorrem em diferentes plataformas, interligando um produto principal (livro, filme, história em quadrinhos, seriado televisivo etc.) a tramas paralelas que expandem a história central, criando um vínculo com o leitor/espectador/ouvinte que o incentiva a garimpar fragmentos da narrativa em diferentes lugares. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  68. 68. Na série de filmes para o cinema Matrix, seus criadores e produtores pensaram em ações transmidiáticas através do lançamento de jogos de videogame, animações e histórias em quadrinhos. Esta estratégia teve como objetivo desenvolver diferentes partes da história através de múltiplos suportes midiáticos, cada uma contribuindo de maneira distinta e valiosa para o todo. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  69. 69. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  70. 70. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  71. 71. Skimmers Dippers Divers
  72. 72. Cauda Longa
  73. 73. Matrix é entretenimento para a era da convergência, integrando múltiplos textos para criar uma narrativa tão ampla que não pode ser contida em uma única mídia. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  74. 74. Surgem como uma estética que responde à convergência das mídias – uma estética que faz novas exigências aos consumidores e depende da participação ativa de comunidades de conhecimento. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  75. 75. Se referem a determinados modos de configuração da produção, circulação e consumo de produtos midiáticos, geralmente atrelados à indústria do entretenimento e que se caracterizam pela fragmentação do conteúdo em diversos meios de comunicação. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  76. 76. transmídia vs crossmídia Transmídia não é sinônimo de adaptação de um mesmo conteúdo para diferentes mídias.
  77. 77. Henry Jenkins e a Narra>va Transmídia h#p://www.ericeustaquio.com.br/convergencia/henry-jenkins-e-a-narraMva-transmidia
  78. 78. A narrativa transmídia é a arte da criação de um universo. Para viver uma experiência plena num universo ficcional, os consumidores devem assumir o papel de caçadores e coletores, perseguindo pedaços da história pelos diferentes canais, comparando suas observações com as de outros fãs , em grupos de discussão on-line, e colaborando para assegurar que todos os que investiram tempo e energia tenham uma experiência de entretenimento mais rica. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  79. 79. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com Transmídia transforma a velha arte de contar histórias
  80. 80. Antigamente, para se ter um bom filme, era preciso elaborar uma boa história. Depois, quando as sequências começaram a decolar, era preciso elaborar um bom personagem, porque um bom personagem poderia sustentar múltiplas histórias. Hoje, é preciso elaborar um universo, porque um universo pode sustentar múltiplos personagens e múltiplas histórias, em múltiplas mídias.
  81. 81. A narrativa deve fornecer recursos para ser “desmontado” pelo público. Citações, arquétipos, referências retiradas de uma série de obras anteriores. Quanto mais direções apresentar, melhor.
  82. 82. Expansão gradual do universo ficcional
  83. 83. ! prosumer consumer producer + =
  84. 84. Fandom
  85. 85. •  História da Laura Palmer desde seus 15 anos até sua morte; •  Relata coisas comuns de uma adolescente descobrindo o mundo até certo ponto, depois se envolve com pessoas estranhas e mostra não ser tão pura e inocente quanto parece; •  Presença marcante do assassino.
  86. 86. •  Em duas partes; •  Investigação da morte de uma garçonete que leva à cidade e pode ter relação com a morte de Laura Palmer, que ainda não havia ocorrido; •  Mostra os últimos dias de Laura e acontecimentos que podem explicar questões da série.
  87. 87. Cada fragmento funciona como uma “toca do coelho” que conduz ao universo narrativo da história.
  88. 88. Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  89. 89. Marketing Transmídia
  90. 90. Reversal product placement
  91. 91. Reversal product placement
  92. 92. Divulgação
  93. 93. Segunda Tela
  94. 94. Aplicativo de segunda tela Hannibal (2013)
  95. 95. Aplicativo de segunda tela Hannibal (2013)
  96. 96. Aplicativo de segunda tela Hannibal (2013)
  97. 97. Aplicativo de segunda tela Hannibal (2013)
  98. 98. Alguns conselhos: •  A história é mais importante do que as plataformas; •  Cada parte da história deve ser autônoma; •  As partes são simples, o todo complexo; •  A redundância deve ser evitada; •  Níveis de descobrimento devem ser incentivados; •  Cada meio faz o que faz de melhor; •  O perfil de público de cada meio deve ser respeitado. •  Unir as pessoas (atrator cultural) e dar algo para elas fazerem (ativador cultural). Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  99. 99. Mudanças de paradigma: Estrutura narrativa: história linear à universo ficcional fragmentado Tecnocultura: banco de dados Níveis de unidade narrativa: mídia única à relações entre mídias, produtores “oficiais” e “não- oficiais”. Tecnocultura: hipertexto / rede Posição do sujeito: observador à caçador, gamer, explorador. Tecnocultura: videogame Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  100. 100. Mudanças de paradigma: Estratégia: pré-determinada e voltada para o consumo à margem para improvisação e voltada para apropriação dos usuários. Tecnocultura: código aberto / colaboração / remix Produção: Licença à Co-criação Tecnocultura: wiki / colaboração Profº. Me.Tiago R. C. Lopes - tiagorclopes@gmail.com
  101. 101. Tiago R. C. Lopes tiagorclopes@gmail.com Narrativas Transmidiáticas

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