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A MODA E AS NOVAS TECNOLOGIAS Hoje, com a miniaturização, ou melhor, com a “planificação” promovida pela nano tecnologia e sua escala quase atómica, promove-se um novo estreitamento entre moda e tecnologia, uma simbiose que nunca deixou de existir, mas que se aprofunda.
		Assim, a jaqueta que tem embutido um sistema de telefonia celular conecta seu utilizador de forma mais orgânica e livre - e com estilo. É o que chamamos de wearable computing, algo como “computação de vestir” que não se limita a roupas. Óculos com projectores holográficos tridimensionais permitem que durante uma caminhada (ou aquela reunião chata) se possa consultar os e-mails ou navegar pela Web com simples movimentos da cabeça ou comandos vocais.
		Para aqueles que precisam de atenção especial por causa de uma doença, diabetes, por exemplo, podem utilizar uma camisa que indica pela mudança da cor do tecido ou de uma estampa, o nível de glicose no organismo, medido pelas micro gotículas de suor. Se o evento pede algo mais clássico, a mulher pode utilizar um colar com uma pedra que tenha a mesma função. Tudo muito chique e discreto.
MODA EM CONTEXTOS SOCIAIS 		A moda de classe prevaleceu nos séculos XIX e começo do século XX, como identificação da posição social. Existiam regras rígidas sobre o uso de acessórios. A moda de consumo era multifacetada e satisfazia as exigências dos consumidores, em especial dos jovens. Havia uma grande gama de opções e muita diversidade estilística, com menor consenso sobre o que é moda. Estilos diferentes têm públicos diferentes, pois os escalões etários tem valores diferentes.
	Os estilos em grupos sócio-económicos mais baixos são criados por adolescentes pertencentes a subculturas urbanas ou determinadas tribos. Há vestuários com regras rigorosas (os fatos para os homens e as saias-casaco para as mulheres de actividades de serviços, os uniformes, etc.) e vestuários de lazer (sem regras para quem os usa, misturando peças para expressar identidade pessoal).
TIPOS DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO 	Podemos citar os meios de comunicação de massa mais comuns, que são: Televisão, Rádio, Revistas, Internet. Todos eles têm como principal função informar, educar e entreter de diferentes formas, com conteúdos seleccionados e desenvolvidos para seus determinados públicos.
	Os meios de comunicação de massa podem ser usados tanto para fornecer informações úteis e importantes para a população, como para alienar, determinar um modo de pensar, induzindo certos comportamentos e aquisição de certos produtos.
Os órgãos responsáveis devem fiscalizar que tipo de informação é transmitida por esses meios e o receptor das informações deve ter criatividade para seleccionar as informações que considera úteis para si.
	Os Mass Media, enquanto agente privilegiado de socialização, têm um papel fundamental na educação e formação da sociedade. A possibilidade de conhecermos o que acontece à nossa volta, dentro ou fora do nosso país, permite-nos desenvolver um conhecimento crítico na interpretação da realidade social.
	Deve existir uma preocupação pedagógica e formativa no jornalismo, que se legitima como o lugar de “poder mostrar”, de “poder dizer” e de “poder analisar”. O jornalismo deve ser um espaço de mediação, de partilha de saberes entre os povos, de denúncia e de revelação da verdade orientando homens e mulheres na contemporaneidade
CONSUMISMO EXAGERADO 		A sociedade moderna desenvolveu uma capacidade de consumir em proporções alarmantes. Em alguns países existe um consumo exagerado de tudo e de forma desproporcional às necessidades. A vida moderna induz-nos a gastar, pois o consumismo é o motor da economia. Pode ser que esse modelo económico tenha ajudado a economia global, porém, o custo para o planeta tem sido descomunal.
Mas esse problema de consumir além do necessário não é uma questão exclusiva do mundo ocidental. 		O excesso de consumismo explorou os recursos naturais em proporções maiores que a sua capacidade de regeneração, levando o meio ambiente a um esgotamento muito perigoso e de difícil reversão.
Cabe a todos nós tomar uma atitude para sairmos da inércia e do comodismo e, assim, deixarmos de pensar que o problema não é connosco e começarmos a agir. Os líderes primeiro, incentivando os outros a segui-los e mostrando o novo caminho a seguir, desde já para que haja vida para nossos filhos, netos e para que as gerações futuras tenham um lugar digno para viver.
HORÁRIO NOBRE 	O Prime Time ou horário Nobre é período de maior audiência da televisão e situa-se entre as 20 horas e as 24.00 horas, o custo da publicidade é mais elevado do que nos restantes horários.
	As vantagens de se comunicar no Horário Nobre são principalmente duas: em 1º lugar porque, de facto, é no período da noite que há mais telespectadores a ver TV, em 2º, porque os profissionais de Marketing e de Publicidade, têm uma enorme tendência para projectar o seu comportamento face aos media e a população em geral.	E porque quanto mais audiência se tem mais cara é a publicidade.
		No Horário Nobre a publicidade é maior em Portugal do que nos países da União Europeia chega a passar de meia hora. A União Europeia quer restringir a publicidade nos canais públicos, e concordamos plenamente. Os canais que não são públicos não podem viver sem publicidade porque esta é a única fonte de receitas. As pessoas deviam poder escolher os canais ou o pacote que mais lhes interessa.
A publicidade no Horário Nobre destina-se ás famílias e aos adultos com poder de compra, tal como a publicidade de Sábados e Domingos de manhã se destina ás criança. Toda a Publicidade têm um público alvo. Muitas vezes investe-se grandes quantias em publicidade para Crianças, pois sabe-se que estas vão influenciar os pais para consumirem esses produtos. 
SELF MEDIA Os Self Media surgiram após o apogeu dos Mass Media, isto foi possível devido ao desenvolvimento de equipamentos baseados em novas tecnologias de suporte de informação a custos acessíveis para um grande público. 		Os Self Media são instrumentos que permitem a criação e o acesso à informação por selecção, reprodução e registo individual.
		Este Media é caracterizado por estar disponível em qualquer lugar e a qualquer hora, estando à distância de um simples clique, basta ter um computador e uma ligação internet, nem toda a informação que circula na net é fiável. 		Os Mass Media são instrumentos mais fiáveis de comunicação, como os jornais, que já existem há mais de cem anos, a televisão, a rádio.
ESTUDOS SOBRE MEDIA 		Este é o nome que se dá ao conjunto de publicações impressas, sejam elas de carácter diário ou periódico. 		A imprensa é o primeiro e mais antigo mass media. A invenção dos caracteres metálicos móveis, em 1440, por Johann Gutenberg facilitou a difusão de jornais (nasceram como simples folhas cujo teor, muitas vezes, nem era informacional).
		A crescente alfabetização da população fez aumentar o número de leitores, pelo que os jornais começaram a abarcar mais temas, a dar mais informação e menos opinião. Esta massificação da difusão da imprensa (nomeadamente com as máquinas rotativas) também baixou o custo dos jornais, que se tornaram acessíveis a todos os que soubessem ler.
		A imprensa, impulsionada por empresas privadas, depende essencialmente do dinheiro proveniente da publicidade para viver. O número de publicações tem vindo a decrescer nos últimos anos, pois os jornais pouco rentáveis desapareceram e os restantes foram concentrados em grandes grupos económicos que detêm, muitas vezes, outros mass media, como a rádio. 	A consequência mais imediata desta situação é a escassez de pluralismo de opiniões.
A própria liberdade de imprensa pode ser posta em causa, pois se o jornalista tem que obedecer a uma deontologia profissional, ele também está inserido numa empresa que ultrapassa o seu jornal: o que o jornalista escreve pode estar a ir contra os interesses políticos ou financeiros da empresa-mãe.
Hoje, os jornais diários são mais utilizados como fontes extra para a interpretação e contextualização da informação veiculada pelos outros mass media, sobretudo a televisão. A sua importância é inegável, e não podem ser substituídos pela televisão: os jornais contêm muito mais informação, relatada de uma forma mais aprofundada; eles cobrem mais acontecimentos do que a televisão, pois, contrariamente a esta, o seu objectivo é informar e não entreter.
REDE SOCIAL É importante distinguir "rede social" dos recentes serviços de networking social, como Facebook, etc.. Estes populares serviços baseiam-se nos trabalhos de Milgram sobre um Mundo Pequeno e identificam-se com o termo redes sociais. No entanto, as redes sociais, enquanto campo de investigação, têm uma longa história e um conteúdo e campos de aplicação muito mais vastos do que os de networking social.
Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas que estão ligadas por um ou vários tipos de relações (de amizade, familiares, comerciais, sexuais, etc.), ou que partilham assuntos comuns, crenças, conhecimento ou prestígio.
REFLEXÃO: REDES SOCIAIS E A INDÚSTRIA DA MODA Redes sociais são modelos de relacionamentos criados  na internet, com o objectivo de ligar pessoas de todo o mundo por meio de suas afinidades, gerando amizades, comunicação e vínculos sociais. Os estilistas e as marcas tem aproveitado as redes para divulgar as suas criações e promover as suas colecções, chegando desta forma a muitos potenciais clientes de uma forma simples, rápida e a baixo custo.
A experiência única de rever amigos distantes, ou conhecer pessoas que gostam e conhecem coisas que também admiramos, é feita por meio de páginas da internet onde as pessoas se registam, tornando-se membros e passando a partilhar a sua vida ou parte dela com outras pessoas.
	De tempos em tempos a indústria da moda impõe, sobre a sociedade, um estereótipo de beleza ideal que, muitas vezes, ou sempre, se aproxima do absurdo. Somos todos alvos desta ditadura do ser humano perfeito, mas os efeitos são bem mais nocivos entres as mulheres, que dentro de uma cultura global machista, sempre foram vistas como objecto de desejo e sedução.
BIBLIOGRAFIA http://chrisgriot.blogspot.com/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social http://www.citi.pt/estudos_multi/ana_cristina_camara/imprensa.html Trabalho realizado por: Conceição Moreira e Aida Santos

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  • 1. A MODA E AS NOVAS TECNOLOGIAS Hoje, com a miniaturização, ou melhor, com a “planificação” promovida pela nano tecnologia e sua escala quase atómica, promove-se um novo estreitamento entre moda e tecnologia, uma simbiose que nunca deixou de existir, mas que se aprofunda.
  • 2.
  • 3. Assim, a jaqueta que tem embutido um sistema de telefonia celular conecta seu utilizador de forma mais orgânica e livre - e com estilo. É o que chamamos de wearable computing, algo como “computação de vestir” que não se limita a roupas. Óculos com projectores holográficos tridimensionais permitem que durante uma caminhada (ou aquela reunião chata) se possa consultar os e-mails ou navegar pela Web com simples movimentos da cabeça ou comandos vocais.
  • 4. Para aqueles que precisam de atenção especial por causa de uma doença, diabetes, por exemplo, podem utilizar uma camisa que indica pela mudança da cor do tecido ou de uma estampa, o nível de glicose no organismo, medido pelas micro gotículas de suor. Se o evento pede algo mais clássico, a mulher pode utilizar um colar com uma pedra que tenha a mesma função. Tudo muito chique e discreto.
  • 5. MODA EM CONTEXTOS SOCIAIS A moda de classe prevaleceu nos séculos XIX e começo do século XX, como identificação da posição social. Existiam regras rígidas sobre o uso de acessórios. A moda de consumo era multifacetada e satisfazia as exigências dos consumidores, em especial dos jovens. Havia uma grande gama de opções e muita diversidade estilística, com menor consenso sobre o que é moda. Estilos diferentes têm públicos diferentes, pois os escalões etários tem valores diferentes.
  • 6.
  • 7. Os estilos em grupos sócio-económicos mais baixos são criados por adolescentes pertencentes a subculturas urbanas ou determinadas tribos. Há vestuários com regras rigorosas (os fatos para os homens e as saias-casaco para as mulheres de actividades de serviços, os uniformes, etc.) e vestuários de lazer (sem regras para quem os usa, misturando peças para expressar identidade pessoal).
  • 8. TIPOS DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO Podemos citar os meios de comunicação de massa mais comuns, que são: Televisão, Rádio, Revistas, Internet. Todos eles têm como principal função informar, educar e entreter de diferentes formas, com conteúdos seleccionados e desenvolvidos para seus determinados públicos.
  • 9. Os meios de comunicação de massa podem ser usados tanto para fornecer informações úteis e importantes para a população, como para alienar, determinar um modo de pensar, induzindo certos comportamentos e aquisição de certos produtos.
  • 10. Os órgãos responsáveis devem fiscalizar que tipo de informação é transmitida por esses meios e o receptor das informações deve ter criatividade para seleccionar as informações que considera úteis para si.
  • 11. Os Mass Media, enquanto agente privilegiado de socialização, têm um papel fundamental na educação e formação da sociedade. A possibilidade de conhecermos o que acontece à nossa volta, dentro ou fora do nosso país, permite-nos desenvolver um conhecimento crítico na interpretação da realidade social.
  • 12. Deve existir uma preocupação pedagógica e formativa no jornalismo, que se legitima como o lugar de “poder mostrar”, de “poder dizer” e de “poder analisar”. O jornalismo deve ser um espaço de mediação, de partilha de saberes entre os povos, de denúncia e de revelação da verdade orientando homens e mulheres na contemporaneidade
  • 13. CONSUMISMO EXAGERADO A sociedade moderna desenvolveu uma capacidade de consumir em proporções alarmantes. Em alguns países existe um consumo exagerado de tudo e de forma desproporcional às necessidades. A vida moderna induz-nos a gastar, pois o consumismo é o motor da economia. Pode ser que esse modelo económico tenha ajudado a economia global, porém, o custo para o planeta tem sido descomunal.
  • 14. Mas esse problema de consumir além do necessário não é uma questão exclusiva do mundo ocidental. O excesso de consumismo explorou os recursos naturais em proporções maiores que a sua capacidade de regeneração, levando o meio ambiente a um esgotamento muito perigoso e de difícil reversão.
  • 15. Cabe a todos nós tomar uma atitude para sairmos da inércia e do comodismo e, assim, deixarmos de pensar que o problema não é connosco e começarmos a agir. Os líderes primeiro, incentivando os outros a segui-los e mostrando o novo caminho a seguir, desde já para que haja vida para nossos filhos, netos e para que as gerações futuras tenham um lugar digno para viver.
  • 16. HORÁRIO NOBRE O Prime Time ou horário Nobre é período de maior audiência da televisão e situa-se entre as 20 horas e as 24.00 horas, o custo da publicidade é mais elevado do que nos restantes horários.
  • 17. As vantagens de se comunicar no Horário Nobre são principalmente duas: em 1º lugar porque, de facto, é no período da noite que há mais telespectadores a ver TV, em 2º, porque os profissionais de Marketing e de Publicidade, têm uma enorme tendência para projectar o seu comportamento face aos media e a população em geral. E porque quanto mais audiência se tem mais cara é a publicidade.
  • 18. No Horário Nobre a publicidade é maior em Portugal do que nos países da União Europeia chega a passar de meia hora. A União Europeia quer restringir a publicidade nos canais públicos, e concordamos plenamente. Os canais que não são públicos não podem viver sem publicidade porque esta é a única fonte de receitas. As pessoas deviam poder escolher os canais ou o pacote que mais lhes interessa.
  • 19. A publicidade no Horário Nobre destina-se ás famílias e aos adultos com poder de compra, tal como a publicidade de Sábados e Domingos de manhã se destina ás criança. Toda a Publicidade têm um público alvo. Muitas vezes investe-se grandes quantias em publicidade para Crianças, pois sabe-se que estas vão influenciar os pais para consumirem esses produtos. 
  • 20. SELF MEDIA Os Self Media surgiram após o apogeu dos Mass Media, isto foi possível devido ao desenvolvimento de equipamentos baseados em novas tecnologias de suporte de informação a custos acessíveis para um grande público. Os Self Media são instrumentos que permitem a criação e o acesso à informação por selecção, reprodução e registo individual.
  • 21. Este Media é caracterizado por estar disponível em qualquer lugar e a qualquer hora, estando à distância de um simples clique, basta ter um computador e uma ligação internet, nem toda a informação que circula na net é fiável. Os Mass Media são instrumentos mais fiáveis de comunicação, como os jornais, que já existem há mais de cem anos, a televisão, a rádio.
  • 22. ESTUDOS SOBRE MEDIA Este é o nome que se dá ao conjunto de publicações impressas, sejam elas de carácter diário ou periódico. A imprensa é o primeiro e mais antigo mass media. A invenção dos caracteres metálicos móveis, em 1440, por Johann Gutenberg facilitou a difusão de jornais (nasceram como simples folhas cujo teor, muitas vezes, nem era informacional).
  • 23. A crescente alfabetização da população fez aumentar o número de leitores, pelo que os jornais começaram a abarcar mais temas, a dar mais informação e menos opinião. Esta massificação da difusão da imprensa (nomeadamente com as máquinas rotativas) também baixou o custo dos jornais, que se tornaram acessíveis a todos os que soubessem ler.
  • 24. A imprensa, impulsionada por empresas privadas, depende essencialmente do dinheiro proveniente da publicidade para viver. O número de publicações tem vindo a decrescer nos últimos anos, pois os jornais pouco rentáveis desapareceram e os restantes foram concentrados em grandes grupos económicos que detêm, muitas vezes, outros mass media, como a rádio. A consequência mais imediata desta situação é a escassez de pluralismo de opiniões.
  • 25. A própria liberdade de imprensa pode ser posta em causa, pois se o jornalista tem que obedecer a uma deontologia profissional, ele também está inserido numa empresa que ultrapassa o seu jornal: o que o jornalista escreve pode estar a ir contra os interesses políticos ou financeiros da empresa-mãe.
  • 26. Hoje, os jornais diários são mais utilizados como fontes extra para a interpretação e contextualização da informação veiculada pelos outros mass media, sobretudo a televisão. A sua importância é inegável, e não podem ser substituídos pela televisão: os jornais contêm muito mais informação, relatada de uma forma mais aprofundada; eles cobrem mais acontecimentos do que a televisão, pois, contrariamente a esta, o seu objectivo é informar e não entreter.
  • 27. REDE SOCIAL É importante distinguir "rede social" dos recentes serviços de networking social, como Facebook, etc.. Estes populares serviços baseiam-se nos trabalhos de Milgram sobre um Mundo Pequeno e identificam-se com o termo redes sociais. No entanto, as redes sociais, enquanto campo de investigação, têm uma longa história e um conteúdo e campos de aplicação muito mais vastos do que os de networking social.
  • 28. Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas que estão ligadas por um ou vários tipos de relações (de amizade, familiares, comerciais, sexuais, etc.), ou que partilham assuntos comuns, crenças, conhecimento ou prestígio.
  • 29. REFLEXÃO: REDES SOCIAIS E A INDÚSTRIA DA MODA Redes sociais são modelos de relacionamentos criados na internet, com o objectivo de ligar pessoas de todo o mundo por meio de suas afinidades, gerando amizades, comunicação e vínculos sociais. Os estilistas e as marcas tem aproveitado as redes para divulgar as suas criações e promover as suas colecções, chegando desta forma a muitos potenciais clientes de uma forma simples, rápida e a baixo custo.
  • 30. A experiência única de rever amigos distantes, ou conhecer pessoas que gostam e conhecem coisas que também admiramos, é feita por meio de páginas da internet onde as pessoas se registam, tornando-se membros e passando a partilhar a sua vida ou parte dela com outras pessoas.
  • 31. De tempos em tempos a indústria da moda impõe, sobre a sociedade, um estereótipo de beleza ideal que, muitas vezes, ou sempre, se aproxima do absurdo. Somos todos alvos desta ditadura do ser humano perfeito, mas os efeitos são bem mais nocivos entres as mulheres, que dentro de uma cultura global machista, sempre foram vistas como objecto de desejo e sedução.
  • 32. BIBLIOGRAFIA http://chrisgriot.blogspot.com/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social http://www.citi.pt/estudos_multi/ana_cristina_camara/imprensa.html Trabalho realizado por: Conceição Moreira e Aida Santos