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Joselita 
Pancine Vigna 
SISTEMAS DE 
PRODUÇÃO 
TÉCNICO EM LOGÍSTICA
LOGÍSTICA INTEGRADA 
A Logística integrada compreende: 
a compra e entrada de materiais 
o planejamento de produção 
o armazenamento 
o transporte 
e a distribuição dos produtos
SISTEMAS DE PRODUÇÃO 
 O sistema de produção recebe insumos na forma de 
materiais, pessoal, capital, serviços públicos e 
informação. 
 Esses insumos são modificados num subsistema de 
transformação para os produtos e serviços 
desejados, denominados produtos. 
 Uma parcela do produto é monitorada no subsistema 
de controle para determinar se ele é aceitável em 
termos de quantidade, custo e qualidade.
SISTEMAS DE PRODUÇÃO 
Entradas Subsistema de 
Transformação 
Saídas 
Externas 
Legais / Políticas 
Sociais 
Econômicas 
Tecnológicas 
Mercado 
Concorrência 
Informação sobre o produto 
Desejos do cliente 
Recursos primários 
Materiais e suprimentos 
Pessoal 
Capital e bens de capital 
Serviços públicos 
Físico 
Manufatura 
Mineração 
Serviços de locação 
Transportes 
Serviços de troca 
Venda a varejo 
Venda por atacado 
Serviços de armazenagem 
Armazéns 
Estoques 
Outros serviços privados 
Seguros 
Finanças 
Imobiliário 
Pessoal 
Serviços governamentais 
Municipal, Estadual e Federal 
Saídas Diretas 
Produtos 
Serviços 
Saídas Indiretas 
Impostos 
Remuneração e Salários 
Desenvolvimentos Tecnológicos 
Impacto Ambiental 
Impactos sobre o empregado 
Impacto sobre a sociedade 
Subsistema 
de Controle
SISTEMAS DE PRODUÇÃO E LOGÍSTICA: 
Questões logísticas básicas: 
Que produzir e comprar? 
Quanto produzir e comprar? 
Quando produzir e comprar? 
Com que recursos produzir?
QUESTÕES DO SISTEMA DE PRODUÇÃO E 
DA LOGÍSTICA: 
a) Planejar os materiais comprados; 
a) Planejar os níveis adequados de estoques de 
matérias-primas, produtos semiacabados e 
produtos finais nos pontos cer tos; 
b) Programar atividades de produção para garantir 
que os recursos produtivos envolvidos estejam 
sendo utilizados, em cada momento, nas atividades 
cer tas e prioritárias.
PLANEJAMENTO E CONTROLE DA 
PRODUÇÃO 
 Finalidade: antecipar e planejar a l inha produtiva perante o 
mercado, afim de atender as necessidades da empresa de 
forma estabelecida e calculada. 
DETERMINA O QUE SE DEVE FAZER, QUANDO FAZER, QUEM DEVE 
FAZÊ-LO E DE QUE MODO. 
 Planeja e controla a produção dos bens, abrangendo 
inclusive as matérias-primas necessárias, a quantidade de 
mão-de-obra, as máquinas e equipamentos, o estoque de 
produtos acabados disponíveis no tempo exato para 
ser efetuada as entregas aos cl ientes.
TIPOS DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO 
a) Sistema de Produção Contínua: seqüência l inear; produtos 
padronizados e fluem de um posto de trabalho a 
outro numa seqüência prevista. 
Principais características: 
 o produto é mantido em produção durante longo período de 
tempo; 
 Faci lita o planejamento detalhado; 
 é exigido máquinas e ferramentas altamente especializadas; 
 permiti dividir operações de montagem.
TIPOS DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO 
b) Sistema de Produção Intermitente ( lotes): a produção é feita 
em lotes. Ao término da fabricação do lote de um produto, 
outros produtos tomam o seu lugar nas máquinas. 
 Principais características: 
-a fábrica é capaz de produzir produtos com diferentes 
características, 
- as máquinas são agrupadas em baterias do mesmo tipo, 
- a produção em lotes, não gera grandes picos de produção, 
- exige grandes áreas de estocagem para produtos acabados. 
Exemplo: cerâmicas e motores elétricos.
TIPOS DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO 
c) Sistema de Produção para Grandes Projetos (Encomenda) : Cada 
projeto é um produto único, não havendo um fluxo de produto 
dentro da organização. 
 Principais características: 
- cada produto é único e de grande tamanho e complexidade, 
- cada produto exige uma variedade de máquinas universais, 
- cada produto exige grande variedade de operários especial izados, 
- cada produto tem uma data definida para a entrega, 
- o trabalho é complexo e demorado, 
- a produção sob encomenda requer um grupo de 
administradores e especial istas al tamente competentes. 
Exemplos: navios, aviões, construção civi l .
PLANO MESTRE 
 Plano Mestre de Produção (PMP) é o documento que diz 
quais itens serão produzidos e quanto de cada um, para 
um determinado período. 
 Contém uma declaração da quantidade e do momento 
em que os produtos finais devem ser produzidos. 
 É a base do planejamento de utilização de mão-de-obra 
e equipamentos e determina o aprovisionamento 
de materiais e capital.
PLANO MESTRE DE PRODUÇÃO
PROGRAMA DE QUALIDADE TOTAL 
Qualidade Total é a 
implantação de uma 
filosofia de gestão que 
procura alcançar o pleno 
atendimento das 
necessidades e a máxima 
satisfação das expectativas 
dos clientes em todos os 
processos da organização.
OS PRINCÍPIOS DA QUALIDADE TOTAL 
 Princípio no 1: Qualidade centrada no cl iente; 
 Princípio no 2: Liderança; 
 Princípio no 3: Melhoria contínua; 
 Princípio no 4: Envolvimento das pessoas; 
 Princípio no 5: Enfoque pró-ativo e resposta rápida; 
 Princípio no 6: Visão de futuro; 
 Princípio no 7: Gestão baseada em fatos (gestão da 
informação) ; 
 Princípio no 8: Responsabilidade social ; 
 Princípio no 9: Foco nos resultados; 
 Princípio no 10: Abordagem sistêmica da empresa e gestão 
dos processos.
SISTEMAS DE QUALIDADE 
1) Sistema 5S (ou programa 5S) : visa um ambiente mais 
agradável, a melhoria de qual idade de vida, a simplificação 
dos serviços com ganhos de tempo e energia, as 
opor tunidades possíveis de propiciar o sucesso empresarial e 
pessoal. 
ETAPAS: 
a) SEIRI (senso de uti lização) : descar tar o que não tem uti l idade; 
b) SEITON (senso de ordenação): cada coisa no seu lugar; 
c) SEISO (senso de l impeza) : manter l impo o ambiente de 
trabalho. 
d) SEIKETSU (senso de saúde ou higiene) 
e) SHITSUKE (senso de autodisciplina) : O comprometimento e a 
iniciativa devem estar sempre à frente de tudo
Quais são os 
benefícios do 
Programa 5S 
para uma 
organização?
TPM – MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL 
TPM significa Manutenção Produtiva Total ou 
Total Productive Maitenance. 
Foi desenvolvida no Japão. 
Vê a manutenção como um assunto de toda a 
empresa, para o qual todas as pessoas podem 
contribuir de alguma forma.
METAS DA TPM: 
 1ª meta: Melhorar a eficácia dos equipamentos (Anal isa as 
perdas por tempos parados, perdas de velocidade ou perdas por 
defei tos) 
 2a meta: Real izar manutenção autônoma (o próprio pessoal que 
opera ou usa equipamentos, assume a responsabi l idade de 
algumas tarefas de manutenção- nível de conser tos, nível de 
prevenção e nível de melhoria) 
 3a meta: Planejar a manutenção 
 4a meta: Treinar todo o pessoal em habi l idades de manutenção 
relevantes 
 5a meta: Conseguir gerir os equipamentos logo no início 
( identi ficar ) todos os problemas potenciais de manutenção)
FERRAMENTAS PARA A QUALIDADE 
 Brainstorming 
Exemplo 1 : falta de argila para a produção de cerâmica (os 
órgãos ambientais estão impedindo o l icenciamento de novas 
áreas para extração de argila no Espírito Santo) . 
Como resolver o problema? 
1º) Levantamento de ideias; 
2º) Discussões e anál ises; 
3º) Solução.
FERRAMENTAS PARA A QUALIDADE 
Ciclo PDCA 
1ª etapa: P (planejar) : definição dos 
objetivos e das metas. Definição das 
estratégias. 
2ª etapa: D (desenvolver) : realização 
das diversas tarefas ou atividades 
(estratégias) para se alcançar os 
objetivos e metas. 
3ª etapa: C (controlar) : os resultados 
obtidos são comparados com os 
objetivos e metas desejadas. 
4ª etapa: A (agir) : são tratados os 
reais ou potenciais problemas 
detectados na etapa anterior.
APLICAÇÃO DO CICLO PDCA: 
 Elabore um PDCA para sua carreira profissional. 
 A par tir do seu PDCA, defina um plano de ação, contendo os 
campos abaixo: 
O que? Por que? Quem? Quando? Onde? Como? Custo?
CCQ – CÍRCULOS DE CONTROLE DE 
São grupos que tem o objetivo principal de 
treinar (desenvolver) as pessoas, para 
efetivamente obterem o controle da 
qualidade. 
QUALIDADE
4Q1POC 
 Esta é uma fer ramenta de plano de ação. Serve para planejar a 
implementação de uma solução 
QUE (O QUE) : Qual é a ação planejada? Que medidas serão tomadas? 
QUEM: Quem é a pessoa que se responsabi l izará por sua execução? 
QUANDO: Em que momento esta ação será executada? (é necessário 
def ini r a data de início e o tempo necessário para real izá - la) 
QUANTO: Qual valor será necessár io? 
POR QUE: Por qual mot ivo esta ação é necessária? Qual é o resul tado 
esperado? 
ONDE: Onde a ação será real izada? Qual o local , qual o espaço 
necessár io? 
COMO: Como implementar a ação? Quais os passos a serem seguidos? 
Quais as est ratégias e métodos a serem ut i l izados?
4Q1POC - 5W1H 
 No idioma inglês, esta técnica (4Q1POC) é conhecida como 
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Quem? (Who) 
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DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO 
 O Diagrama de Causa e Efeito ou Espinha de Peixe, ou ainda, 
Diagrama de Ishikawa, é uma técnica muito uti l izada para 
identificar a relação entre causa e efeito em processos 
organizacionais.
DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO 
 At ividade prát ica: 
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Efeito para uma indústria de 
produção de vestuário de praia que 
tem como principal problema a 
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Vitória, de peças com defeitos.
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representar uma 
seqüência de at ividades 
em um processo. 
Most ra o que é real izado 
em cada etapa, 
permi t indo assim, um 
cont role da execução. 
Visual iza-se faci lmente 
as ent radas e seus 
fornecedores, as saídas e 
seus cl ientes, bem como 
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FLUXOGRAMA
NBR ISO 9001 
A expressão ISO 9000 designa 
um grupo de normas técnicas 
que estabelecem um modelo de 
gestão da qualidade para 
organizações.
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Proveedor = fornecedor
PRODUÇÃO ENXUTA 
 O Sistema Toyota de Produção (Produção Enxuta) teve seu início 
na Toyota Motor Company logo após a Segunda Guerra Mundial . 
 Criado com o objetivo de produzir carros com melhor qual idade, 
o menor custo, el iminando desperdícios e constante busca de 
melhorias. 
 PRINCÍPIOS: 
- Just -in-time (JIT); 
- Jidoka (autonomação); 
- menor lead time, menor custo, e qual idade mais alta. 
- Hei junka (Nivelamento da Produção): 
- Operações Padronizadas; 
- Kaizen (Melhoria Contínua) e 
- Estabi lidade.
PRODUÇÃO ENXUTA
OS DESPERDÍCIOS PARA A PRODUÇÃO 
ENXUTA 
 Superprodução: produzi r mui to ou mais cedo do que a necessidade do cl iente. 
 Estoques: representam custos para as empresas (aumento do lead- t ime de 
produção, de área necessár ia de armazenagem, de recursos para 
gerenciamento dos estoques) . 
 Espera: a espera de pessoas, equipamentos, mater iais e informações geram 
custos para a empresa e não agregam valor. Exemplos: operadores olhando as 
máquinas t rabalharem esperando peças ou componentes; máquinas paradas 
devido às fal tas de peças e por peças esperando para serem processadas; 
 Transpor te: o t ranspor te de peças em processo, matér ia-pr ima ou produto 
acabado de um lugar a out ro da fábr ica, ou ent re fábr icas, na maior ia das 
ocasiões, não agrega valor ao cl iente f inal , devendo, por tanto ser combat ido. 
 Movimentação: está l igado à movimentação de pessoas. Toda movimentação 
de operadores(procura de peças ou fer ramentas, armazenamento ou 
caminhadas) que não resul te em t ransformação do produto são 
desnecessár ios.
OS DESPERDÍCIOS PARA A PRODUÇÃO 
ENXUTA 
 Defeitos: é o desperdício gerado por peças defeituosas, sendo 
refugos (peças perdidas) ou retrabalhos (peças que necessitam 
ser processadas novamente para serem aproveitadas). 
 Processamento inadequado: processos desnecessários ou 
ineficientes para produzir as peças, devido ao projeto ou 
uti l ização de ferramentas inadequadas . 
 Criatividade dos funcionários ( talento): esse desperdício é 
caracterizado pela perda de tempo, ideias e opor tunidades de 
melhorias devido ao não envolvimento dos funcionários nos 
processos de melhoria. 
Como eliminar esses desperdícios?
TÉCNICAS E FERRAMENTAS DA 
PRODUÇÃO ENXUTA 
a) Mapa de Fluxo de Valor: é toda ação necessária para trazer 
um produto por todos os fluxos necessários a cada produto
TÉCNICAS E FERRAMENTAS DA 
PRODUÇÃO ENXUTA 
b) Fluxo Contínuo: processar e movimentar um item por vez ao 
longo de uma série de etapas de processamento, continuamente, 
sendo que em cada etapa se real iza apenas o que é exigido pela 
etapa seguinte
TÉCNICAS E FERRAMENTAS DA 
PRODUÇÃO ENXUTA 
c) Produção Puxada: cada etapa do processo deve produzi r um bem ou 
serviço quando um processo poster ior ou o cl iente f inal o sol ici te; 
d) O 5S; 
e) Trabalho Padronizado; 
f ) Redução de Setup ( intervalos de t roca) ; 
g) Manutenção Produt iva Total : real izar manutenções sistemat icamente 
nos equipamentos para mantê- los sempre operantes, minimizando assim 
as interrupções no processo; 
h) Sistema a Prova de Er ros: O Poka-Yoke ou sistema a prova de defei tos 
é um conjunto de métodos para o que fazem com que uma operação só 
possa ser desempenhada da manei ra cer ta, o que ajuda os operadores a 
evi tarem er ros em seu t rabalho, tais como a montagem de uma peça 
incorreta.
QUAIS AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE 
O PLANO DE PRODUÇÃO E O PLANO 
MESTRE DE PRODUÇÃO? 
Resposta: O PMP diferencia-se do plano de produção sob dois 
aspectos: o nível de agregação dos produtos e a unidade de 
tempo analisada. Onde o plano de produção estratégico tratava 
de famílias de produtos, o PMP, já voltado para a 
operacionalização da produção, tratará de produtos individuais. 
Da mesma forma, onde o plano de produção empregava meses, 
trimestres e anos, o PMP empregará uma unidade de 
planejamento mais cur ta, normalmente semanas, ou no 
máximo meses para produtos com ciclos produtivos longos.
PORQUE É IMPORTANTE AO PCP OUVIR AS DIVERSAS ÁREAS 
DA EMPRESA NA ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO MESTRE 
DA PRODUÇÃO? 
Resposta: A fim de fornecer subsídios para a tomada de 
decisões. Sendo um processo interativo, ao final de sua 
elaboração o PMP representará os anseios das diversas áreas 
da empresa quanto ao planejamento de médio prazo. Finanças 
terá seu planejamento de necessidades de capital , Marketing 
terá seu plano de vendas com datas prováveis de entregas, 
Compras poderá negociar seus contratos com os fornecedores, 
Recursos Humanos terá seu plano de contratação e treinamento 
de pessoal , e a Produção terá seu PMP para programar suas 
atividades.

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Logística e sistemas de produção

  • 1. Joselita Pancine Vigna SISTEMAS DE PRODUÇÃO TÉCNICO EM LOGÍSTICA
  • 2. LOGÍSTICA INTEGRADA A Logística integrada compreende: a compra e entrada de materiais o planejamento de produção o armazenamento o transporte e a distribuição dos produtos
  • 3. SISTEMAS DE PRODUÇÃO  O sistema de produção recebe insumos na forma de materiais, pessoal, capital, serviços públicos e informação.  Esses insumos são modificados num subsistema de transformação para os produtos e serviços desejados, denominados produtos.  Uma parcela do produto é monitorada no subsistema de controle para determinar se ele é aceitável em termos de quantidade, custo e qualidade.
  • 4. SISTEMAS DE PRODUÇÃO Entradas Subsistema de Transformação Saídas Externas Legais / Políticas Sociais Econômicas Tecnológicas Mercado Concorrência Informação sobre o produto Desejos do cliente Recursos primários Materiais e suprimentos Pessoal Capital e bens de capital Serviços públicos Físico Manufatura Mineração Serviços de locação Transportes Serviços de troca Venda a varejo Venda por atacado Serviços de armazenagem Armazéns Estoques Outros serviços privados Seguros Finanças Imobiliário Pessoal Serviços governamentais Municipal, Estadual e Federal Saídas Diretas Produtos Serviços Saídas Indiretas Impostos Remuneração e Salários Desenvolvimentos Tecnológicos Impacto Ambiental Impactos sobre o empregado Impacto sobre a sociedade Subsistema de Controle
  • 5. SISTEMAS DE PRODUÇÃO E LOGÍSTICA: Questões logísticas básicas: Que produzir e comprar? Quanto produzir e comprar? Quando produzir e comprar? Com que recursos produzir?
  • 6. QUESTÕES DO SISTEMA DE PRODUÇÃO E DA LOGÍSTICA: a) Planejar os materiais comprados; a) Planejar os níveis adequados de estoques de matérias-primas, produtos semiacabados e produtos finais nos pontos cer tos; b) Programar atividades de produção para garantir que os recursos produtivos envolvidos estejam sendo utilizados, em cada momento, nas atividades cer tas e prioritárias.
  • 7. PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO  Finalidade: antecipar e planejar a l inha produtiva perante o mercado, afim de atender as necessidades da empresa de forma estabelecida e calculada. DETERMINA O QUE SE DEVE FAZER, QUANDO FAZER, QUEM DEVE FAZÊ-LO E DE QUE MODO.  Planeja e controla a produção dos bens, abrangendo inclusive as matérias-primas necessárias, a quantidade de mão-de-obra, as máquinas e equipamentos, o estoque de produtos acabados disponíveis no tempo exato para ser efetuada as entregas aos cl ientes.
  • 8.
  • 9. TIPOS DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO a) Sistema de Produção Contínua: seqüência l inear; produtos padronizados e fluem de um posto de trabalho a outro numa seqüência prevista. Principais características:  o produto é mantido em produção durante longo período de tempo;  Faci lita o planejamento detalhado;  é exigido máquinas e ferramentas altamente especializadas;  permiti dividir operações de montagem.
  • 10. TIPOS DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO b) Sistema de Produção Intermitente ( lotes): a produção é feita em lotes. Ao término da fabricação do lote de um produto, outros produtos tomam o seu lugar nas máquinas.  Principais características: -a fábrica é capaz de produzir produtos com diferentes características, - as máquinas são agrupadas em baterias do mesmo tipo, - a produção em lotes, não gera grandes picos de produção, - exige grandes áreas de estocagem para produtos acabados. Exemplo: cerâmicas e motores elétricos.
  • 11. TIPOS DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO c) Sistema de Produção para Grandes Projetos (Encomenda) : Cada projeto é um produto único, não havendo um fluxo de produto dentro da organização.  Principais características: - cada produto é único e de grande tamanho e complexidade, - cada produto exige uma variedade de máquinas universais, - cada produto exige grande variedade de operários especial izados, - cada produto tem uma data definida para a entrega, - o trabalho é complexo e demorado, - a produção sob encomenda requer um grupo de administradores e especial istas al tamente competentes. Exemplos: navios, aviões, construção civi l .
  • 12. PLANO MESTRE  Plano Mestre de Produção (PMP) é o documento que diz quais itens serão produzidos e quanto de cada um, para um determinado período.  Contém uma declaração da quantidade e do momento em que os produtos finais devem ser produzidos.  É a base do planejamento de utilização de mão-de-obra e equipamentos e determina o aprovisionamento de materiais e capital.
  • 13. PLANO MESTRE DE PRODUÇÃO
  • 14. PROGRAMA DE QUALIDADE TOTAL Qualidade Total é a implantação de uma filosofia de gestão que procura alcançar o pleno atendimento das necessidades e a máxima satisfação das expectativas dos clientes em todos os processos da organização.
  • 15. OS PRINCÍPIOS DA QUALIDADE TOTAL  Princípio no 1: Qualidade centrada no cl iente;  Princípio no 2: Liderança;  Princípio no 3: Melhoria contínua;  Princípio no 4: Envolvimento das pessoas;  Princípio no 5: Enfoque pró-ativo e resposta rápida;  Princípio no 6: Visão de futuro;  Princípio no 7: Gestão baseada em fatos (gestão da informação) ;  Princípio no 8: Responsabilidade social ;  Princípio no 9: Foco nos resultados;  Princípio no 10: Abordagem sistêmica da empresa e gestão dos processos.
  • 16. SISTEMAS DE QUALIDADE 1) Sistema 5S (ou programa 5S) : visa um ambiente mais agradável, a melhoria de qual idade de vida, a simplificação dos serviços com ganhos de tempo e energia, as opor tunidades possíveis de propiciar o sucesso empresarial e pessoal. ETAPAS: a) SEIRI (senso de uti lização) : descar tar o que não tem uti l idade; b) SEITON (senso de ordenação): cada coisa no seu lugar; c) SEISO (senso de l impeza) : manter l impo o ambiente de trabalho. d) SEIKETSU (senso de saúde ou higiene) e) SHITSUKE (senso de autodisciplina) : O comprometimento e a iniciativa devem estar sempre à frente de tudo
  • 17. Quais são os benefícios do Programa 5S para uma organização?
  • 18. TPM – MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL TPM significa Manutenção Produtiva Total ou Total Productive Maitenance. Foi desenvolvida no Japão. Vê a manutenção como um assunto de toda a empresa, para o qual todas as pessoas podem contribuir de alguma forma.
  • 19. METAS DA TPM:  1ª meta: Melhorar a eficácia dos equipamentos (Anal isa as perdas por tempos parados, perdas de velocidade ou perdas por defei tos)  2a meta: Real izar manutenção autônoma (o próprio pessoal que opera ou usa equipamentos, assume a responsabi l idade de algumas tarefas de manutenção- nível de conser tos, nível de prevenção e nível de melhoria)  3a meta: Planejar a manutenção  4a meta: Treinar todo o pessoal em habi l idades de manutenção relevantes  5a meta: Conseguir gerir os equipamentos logo no início ( identi ficar ) todos os problemas potenciais de manutenção)
  • 20.
  • 21. FERRAMENTAS PARA A QUALIDADE  Brainstorming Exemplo 1 : falta de argila para a produção de cerâmica (os órgãos ambientais estão impedindo o l icenciamento de novas áreas para extração de argila no Espírito Santo) . Como resolver o problema? 1º) Levantamento de ideias; 2º) Discussões e anál ises; 3º) Solução.
  • 22. FERRAMENTAS PARA A QUALIDADE Ciclo PDCA 1ª etapa: P (planejar) : definição dos objetivos e das metas. Definição das estratégias. 2ª etapa: D (desenvolver) : realização das diversas tarefas ou atividades (estratégias) para se alcançar os objetivos e metas. 3ª etapa: C (controlar) : os resultados obtidos são comparados com os objetivos e metas desejadas. 4ª etapa: A (agir) : são tratados os reais ou potenciais problemas detectados na etapa anterior.
  • 23. APLICAÇÃO DO CICLO PDCA:  Elabore um PDCA para sua carreira profissional.  A par tir do seu PDCA, defina um plano de ação, contendo os campos abaixo: O que? Por que? Quem? Quando? Onde? Como? Custo?
  • 24. CCQ – CÍRCULOS DE CONTROLE DE São grupos que tem o objetivo principal de treinar (desenvolver) as pessoas, para efetivamente obterem o controle da qualidade. QUALIDADE
  • 25. 4Q1POC  Esta é uma fer ramenta de plano de ação. Serve para planejar a implementação de uma solução QUE (O QUE) : Qual é a ação planejada? Que medidas serão tomadas? QUEM: Quem é a pessoa que se responsabi l izará por sua execução? QUANDO: Em que momento esta ação será executada? (é necessário def ini r a data de início e o tempo necessário para real izá - la) QUANTO: Qual valor será necessár io? POR QUE: Por qual mot ivo esta ação é necessária? Qual é o resul tado esperado? ONDE: Onde a ação será real izada? Qual o local , qual o espaço necessár io? COMO: Como implementar a ação? Quais os passos a serem seguidos? Quais as est ratégias e métodos a serem ut i l izados?
  • 26. 4Q1POC - 5W1H  No idioma inglês, esta técnica (4Q1POC) é conhecida como 5W1H, constando abaixo as perguntas: O que? (What) Quem? (Who) Quando? (When) Onde? (Where) Por que? (Why) Como? (How)
  • 27. DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO  O Diagrama de Causa e Efeito ou Espinha de Peixe, ou ainda, Diagrama de Ishikawa, é uma técnica muito uti l izada para identificar a relação entre causa e efeito em processos organizacionais.
  • 28. DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO  At ividade prát ica: - Elabore um Diagrama de Causa e Efeito para uma indústria de produção de vestuário de praia que tem como principal problema a devolução, pelos lojistas da Grande Vitória, de peças com defeitos.
  • 29. É uma fer ramenta para representar uma seqüência de at ividades em um processo. Most ra o que é real izado em cada etapa, permi t indo assim, um cont role da execução. Visual iza-se faci lmente as ent radas e seus fornecedores, as saídas e seus cl ientes, bem como pontos cr í t icos do processo. FLUXOGRAMA
  • 30. NBR ISO 9001 A expressão ISO 9000 designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade para organizações.
  • 31. Hechos = fatos Proveedor = fornecedor
  • 32. PRODUÇÃO ENXUTA  O Sistema Toyota de Produção (Produção Enxuta) teve seu início na Toyota Motor Company logo após a Segunda Guerra Mundial .  Criado com o objetivo de produzir carros com melhor qual idade, o menor custo, el iminando desperdícios e constante busca de melhorias.  PRINCÍPIOS: - Just -in-time (JIT); - Jidoka (autonomação); - menor lead time, menor custo, e qual idade mais alta. - Hei junka (Nivelamento da Produção): - Operações Padronizadas; - Kaizen (Melhoria Contínua) e - Estabi lidade.
  • 34. OS DESPERDÍCIOS PARA A PRODUÇÃO ENXUTA  Superprodução: produzi r mui to ou mais cedo do que a necessidade do cl iente.  Estoques: representam custos para as empresas (aumento do lead- t ime de produção, de área necessár ia de armazenagem, de recursos para gerenciamento dos estoques) .  Espera: a espera de pessoas, equipamentos, mater iais e informações geram custos para a empresa e não agregam valor. Exemplos: operadores olhando as máquinas t rabalharem esperando peças ou componentes; máquinas paradas devido às fal tas de peças e por peças esperando para serem processadas;  Transpor te: o t ranspor te de peças em processo, matér ia-pr ima ou produto acabado de um lugar a out ro da fábr ica, ou ent re fábr icas, na maior ia das ocasiões, não agrega valor ao cl iente f inal , devendo, por tanto ser combat ido.  Movimentação: está l igado à movimentação de pessoas. Toda movimentação de operadores(procura de peças ou fer ramentas, armazenamento ou caminhadas) que não resul te em t ransformação do produto são desnecessár ios.
  • 35. OS DESPERDÍCIOS PARA A PRODUÇÃO ENXUTA  Defeitos: é o desperdício gerado por peças defeituosas, sendo refugos (peças perdidas) ou retrabalhos (peças que necessitam ser processadas novamente para serem aproveitadas).  Processamento inadequado: processos desnecessários ou ineficientes para produzir as peças, devido ao projeto ou uti l ização de ferramentas inadequadas .  Criatividade dos funcionários ( talento): esse desperdício é caracterizado pela perda de tempo, ideias e opor tunidades de melhorias devido ao não envolvimento dos funcionários nos processos de melhoria. Como eliminar esses desperdícios?
  • 36. TÉCNICAS E FERRAMENTAS DA PRODUÇÃO ENXUTA a) Mapa de Fluxo de Valor: é toda ação necessária para trazer um produto por todos os fluxos necessários a cada produto
  • 37. TÉCNICAS E FERRAMENTAS DA PRODUÇÃO ENXUTA b) Fluxo Contínuo: processar e movimentar um item por vez ao longo de uma série de etapas de processamento, continuamente, sendo que em cada etapa se real iza apenas o que é exigido pela etapa seguinte
  • 38. TÉCNICAS E FERRAMENTAS DA PRODUÇÃO ENXUTA c) Produção Puxada: cada etapa do processo deve produzi r um bem ou serviço quando um processo poster ior ou o cl iente f inal o sol ici te; d) O 5S; e) Trabalho Padronizado; f ) Redução de Setup ( intervalos de t roca) ; g) Manutenção Produt iva Total : real izar manutenções sistemat icamente nos equipamentos para mantê- los sempre operantes, minimizando assim as interrupções no processo; h) Sistema a Prova de Er ros: O Poka-Yoke ou sistema a prova de defei tos é um conjunto de métodos para o que fazem com que uma operação só possa ser desempenhada da manei ra cer ta, o que ajuda os operadores a evi tarem er ros em seu t rabalho, tais como a montagem de uma peça incorreta.
  • 39. QUAIS AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE O PLANO DE PRODUÇÃO E O PLANO MESTRE DE PRODUÇÃO? Resposta: O PMP diferencia-se do plano de produção sob dois aspectos: o nível de agregação dos produtos e a unidade de tempo analisada. Onde o plano de produção estratégico tratava de famílias de produtos, o PMP, já voltado para a operacionalização da produção, tratará de produtos individuais. Da mesma forma, onde o plano de produção empregava meses, trimestres e anos, o PMP empregará uma unidade de planejamento mais cur ta, normalmente semanas, ou no máximo meses para produtos com ciclos produtivos longos.
  • 40. PORQUE É IMPORTANTE AO PCP OUVIR AS DIVERSAS ÁREAS DA EMPRESA NA ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO MESTRE DA PRODUÇÃO? Resposta: A fim de fornecer subsídios para a tomada de decisões. Sendo um processo interativo, ao final de sua elaboração o PMP representará os anseios das diversas áreas da empresa quanto ao planejamento de médio prazo. Finanças terá seu planejamento de necessidades de capital , Marketing terá seu plano de vendas com datas prováveis de entregas, Compras poderá negociar seus contratos com os fornecedores, Recursos Humanos terá seu plano de contratação e treinamento de pessoal , e a Produção terá seu PMP para programar suas atividades.