Logistica Internacional

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Conteúdo da Matéria de Logística Internacional do Curso de Técnico em Logística do Senac - ES

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  • CIP – refere-se ao transporte e ao seguro da carga.
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  • CIP – refere-se ao transporte e ao seguro da carga.
  • Logistica Internacional

    1. 1. Profa Joselita Pancine Vigna
    2. 2. Logística Internacional Colocar o PRODUTO no país e lugar certo, na hora, quantidade e frequência certa e a preço competitivo. Logística Internacional é o ramo da Logística, cujo objetivo principal é melhorar a importância dos "sistemas logísticos externos" que ligam o fabricante aos seus parceiros. Logística Internacional é o ramo da Logística, cujo objetivo principal é melhorar a importância dos "sistemas logísticos externos" que ligam o fabricante aos seus parceiros.
    3. 3. BEM VINDO AO MUNDO ONDE A LOGÍSTICA É TUDO! Razões para ingressar no mercado internacional: a)Alternativas de mercado; b) Redução dos custos; c) Aprimoramento na qualidade e na tecnologia; d) Tendências de mercado.
    4. 4. O mercado internacional exige uma reflexão sobre vários pontos: •Análise da capacidade exportadora da empresa; •Disponibilidade de recursos humanos e financeiros; •Habilidade de operar em outra cultura; •Retorno a médio e longo prazo; •Habilidade de adoção de estratégias para enfrentar os novos cenários; •Disponibilidade para aprender sempre.
    5. 5. Despachante aduaneiro: Desembaraça mercadorias e bagagens, requisitando vistoria aduaneira, formalizando desistência de vistoria aduaneira, pagando taxas e impostos e apresentando documentos à receita federal e demais órgãos pertinentes. Assessoram importadores e exportadores e elaboram documentos de importação e exportação. Usar apresentação do Marcos (despachante)
    6. 6. No comércio internacional alguns complicadores deverão ser analisados: -idiomas diferentes, -legislações aduaneiras bastante diversas e independentes entre os países; -barreiras tarifárias e não tarifárias impostas; -diferenças culturais; -necessidades dos clientes, etc...
    7. 7.  Escritórios de promoção comercial das embaixadas do Brasil no exterior;  Câmaras de Comércio Bilaterais;  Bancos;  Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior;  Consulados e embaixadas de países estrangeiros;  Feiras Internacionais;  Ministério das Relações Exteriores; da Fazenda;  Fundação de Comércio Exterior (FUNCEX):  Secretaria de Comércio Exterior (SECEX)
    8. 8.  O Sistema Integrado de Comércio Exterior – SISCOMEX, instituído em 1992, é um sistema informatizado responsável por integrar as atividades de registro, acompanhamento e controle das operações de comércio exterior, através de um fluxo único e automatizado de informações.  Permite acompanhar a saída e o ingresso de mercadorias no país. Por intermédio do próprio Sistema, o exportador (ou o importador) trocam informações com os órgãos responsáveis pela autorização e fiscalização. Texto sobre Siscomex Carga
    9. 9.  O RECOF é o regime que permite a importação de mercadorias para operações de industrialização de produtos destinados ao mercado externo, com a suspensão do pagamento de impostos. Trata-se de um regime especial que objetiva a redução da burocracia no comércio internacional, facilitando as importações e incentivando as exportações. Modalidades do RECOF:  Informática e Telecomunicações;  Aeronáutico; Automotivo;  Semicondutores e de componentes de alta tecnologia para informática e telecomunicações.
    10. 10. - RECOF
    11. 11.  O regime aduaneiro especial de drawback, instituído em 1966 pelo Decreto Lei nº 37, de 21/11/66, consiste na suspensão ou eliminação de tributos incidentes sobre insumos importados para utilização em produto exportado. O mecanismo funciona como um incentivo às exportações, pois reduz os custos de produção de produtos exportáveis, tornando-os mais competitivos no mercado internacional.  OPERAÇÕES PERMITIDAS na UTILIZAÇÃO de DRAWBACK: • Beneficiamento; • Montagem; • Acondicionamento ou recondicionamento. Tabela
    12. 12. TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO – INCOTERMS 2000 INCOTERMS: conjunto de termos de entrega de mercadorias, uniformizados pela CCI (Câmara de Comércio Internacional) e publicados desde 1993. Possibilita o uso de regras uniformes e universalmente aceitas, independentemente de leis, costumes, distâncias, etc. Relaciona-se somente ao contrato de compra e venda. Determinam quem arca com os custos e com as responsabilidades no comércio internacional. Acesso à RESOLUÇÃO Nº 21, DE 07 DE ABRIL DE 2011. http://www.mdic.gov.br/arquivos/dwnl_1311715093.pdf
    13. 13. Grupo E (partida) EXW Ex works Grupo F (Transporte principal não pago) FCA FAS FOB Free Carrier Free Alongside Ship Free on Board Grupo C (Transporte principal pago) CFR CIF CPT CIP Cost and Freight Cost, Insurance and Freight Carriage Paid to Carriage and Insurance Paid to Grupo D (Chegada) DAF DES DEQ DDU DDP Delivered at Frontier Delivered Ex Ship Delivered Ex Quay Delivered Duty Unpaid Delivered Dut Paid Grupo E: entrega de mercadoria, pelo vendedor, no seu próprio domínio. O comprador deve retirar a mercadoria na casa do exportador. Grupo F: o vendedor entrega a mercadoria a um transportador designado pelo comprador em seu próprio país de origem. Grupo C: o vendedor é obrigado a contratar e pagar o transporte internacional, porém, não assume o risco da mercadoria após sua entrega. Grupo D: o vendedor assume, conjuntamente, todos os riscos e custos da entrega da mercadoria no país de destino. É obrigação do vendedor proceder o desembaraço aduaneiro.
    14. 14. © Prof. Carlos Maia
    15. 15. Responsabilidade do Comprador (C ) Responsabilidade do Vendedor ( R)
    16. 16. Terminal de Carga
    17. 17. Amaruda do navio
    18. 18. Terminal de Carga
    19. 19. Terminal de Cargas
    20. 20. Alfândega do vendedor
    21. 21. Terminal de Cargas
    22. 22. Comprador- local de destino
    23. 23. Resumindo...
    24. 24.  GATT / WTO – World Trade Organization – regula o relacionamento comercial entre os países, servindo de foro de negociações e fiscalização das boas práticas comerciais.  ICC – International Chamber of Commerce – oferece normas unificadas para a execução das atividades do comércio internacional e meios de solução de conflitos internacionais.  UNCTAD – United Nations Conference on Trade and Development – propõe estudos e propostas visando o desenvolvimento dos países para a aceleração do processo de integração comercial mundial.  UNCITRAL – United Nations Conference on International Trade Law oferece princípios de direito comercial internacional para a regulamentação das diversas atividades comerciais internacionais.  WCO – World Customs Organization – estabelece padrões procedimentais para as alfândegas espalhadas pelo mundo.  IMO – International Maritime Organization – regula o transporte marítimo de mercadorias e passageiros.  IATA – International Air Transport Association – regula o transporte aéreo de mercadorias e passageiros.
    25. 25. NACIONAIS: 1) Ministério da Fazenda: cuida da formulação e execução da política econômica nacional (http://www.fazenda.gov.br/). Órgãos vinculados: a) Secretaria da Receita Federal: fiscaliza as operações de importação e exportação; arrecada os direitos aduaneiros; alfandegamento dos portos, aeroportos e fronteiras. b) CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados): regulamenta e fiscaliza todas as operações ao seguro nacional e internacional (importação e exportação) c) SUSEP (Superintendência de Seguros Privados): defende os direitos dos consumidores. Fiscaliza o funcionamento das Seguradoras. d) CMN (Conselho Monetário Nacional): estabelece normas da política de câmbio.
    26. 26. 2) BACEN – Banco Central do Brasil: - Controla os capitais estrangeiros no país; - Regula e supervisiona o Sistema Financeiro Nacional; - Administra pagamentos. Órgãos subordinados: a) DECEC – Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio. b) SISBACEN – Câmbio 3) Camex – Câmara de Comércio Exterior. - Define diretrizes e procedimentos referentes à implementação da política de comércio exterior - Formula diretrizes básicas da política tarifária na importação e exportação.
    27. 27. 4) MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. - Proporciona condições de melhorias da relação comercial entre o Brasil e demais países do mundo. 5) APEX – Agência de Promoção de Exportações e Investimentos do Brasil. - Promove atividades exportadoras que favoreçam as empresas de pequeno porte. 6) Ministério das Relações Exteriores: - Promoção das exportações brasileiras.
    28. 28. 1) Sistema Geral de Preferências (SGP): - Aprovado em 1970, consiste na redução parcial ou total do imposto de importação incidente sobre alguns produtos, com a condição de que estes sejam originários de países em desenvolvimento. A Secretaria de Comércio Exterior é a responsável pela divulgação do SGP no Brasil. Os países/regiões outorgantes do SGP aos produtos brasileiros são: União Européia; Estados Unidos; Canadá; Japão; Noruega; Suíça, Turquia; Rússia; Bielorússia; Bulgária; Nova Zelândia.
    29. 29. 2) NCPD – Negociações Comerciais entre Países em Desenvolvimento: - Bangladesh, Brasil, Chile, Egito, Espanha, Filipinas, Índia, Israel, Iugoslávia, México, Paquistão, Paraguai, Peru, República da Coréia, Romênia, Tunísia, Turquia e Uruguai. - redução de tarifas de importação. 3) SGPC – Sistema Geral de Preferências Comerciais: - 40 países, incluindo o Brasil. A participação é restrita aos países em desenvolvimento. - Objetivo de funcionar como instância para o intercâmbio de concessões comerciais entre os membros, incentivando o comércio.
    30. 30. 4) ALADI (Associação Latino-Americana de Integração) – 12 países membros Objetivos: - Eliminação gradativa dos obstáculos do comércio entre os países signatários; - Impulsionar o desenvolvimento de cooperação entre os povos latino-americanos (melhoria de vida, integração) - Criar uma área de preferências econômicas.
    31. 31. A ALADI é o maior grupo latino- americano de integração. É formado por 13 países-membros: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. A ALADI promove a criação de uma área de preferências econômicas na região, objetivando um mercado comum latino-americano. Os acordos regionais podem abranger matérias tais como: desgravação tarifária e promoção do comércio, complementação econômica, comércio agropecuário, cooperação financeira, tributária, aduaneira, sanitária, preservação do meio- ambiente, cooperação científica e tecnológica, promoção do turismo, normas técnicas.
    32. 32. 5) MERCOSUL - Texto sobre o Mercosul.
    33. 33.  Alfândega ou aduana é um órgão governamental oficial de controle do movimento de entradas e saídas de mercadorias, responsável pela fiscalização e cobrança de tributos devidos. É uma repartição pública, na qual mercadorias exportadas e importadas são registradas.  Taxas alfandegárias são tributos cobrados pelos governos de todos os países sobre produtos importados e exportados
    34. 34. No Brasil, os tributos devidos na importação de produtos são: a)Imposto de importação – II; b)Imposto sobre produtos industrializados – IPI; c)Imposto sobre operações financeiras – IOF; d)Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços – ICMS. Todas as taxas e impostos são calculados em razão da classificação fiscal da mercadoria (NCM) e da alíquota correspondente. As principais taxas são as de movimentação de carga, de fiscalização do peso, a taxa de AFRMM (Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante) e a taxa de captazia (movimentação de mercadoria).
    35. 35. 1º passo: Cadastrar-se no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex); 2º passo: Proceder o despacho. Esse procedimento verifica a exatidão dos dados declarados em relação à mercadoria e aos documentos com vista a seu desembaraço. O despacho de exportação pode ser realizado em: a)Recintos alfandegados de zona primária (portos, aeroportos, pontos de fronteira alfandegados e portos secos de zona primária); b)Recintos alfandegados de zona secundária (portos secos e armazéns de encomendas postais internacionais); c)Recintos não alfandegados (Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação – Redex).
    36. 36. I – de zona primária: os pátios, armazéns, terminais e outros locais destinados à movimentação e depósito de mercadorias importadas ou destinadas à exportação, que devam movimentar-se ou permanecer sob controle aduaneiro, assim como as áreas reservadas à verificação de bagagens destinadas ao exterior ou dele procedentes; II – de zona secundária: os entrepostos, depósitos, terminais ou outras unidades destinados ao armazenamento de mercadorias
    37. 37. 3º passo: Geração do Imposto de Exportação (IE) tem como fato gerador a saída da mercadoria do território aduaneiro. Sua base de cálculo é o preço normal que o produto alcançaria no tempo de sua exportação. 4º passo: Cadastro de responsáveis legais; 5º passo: Credenciar no Siscomex as pessoas físicas que atuarão como representantes da empresa para a prática dos atos relacionados com o despacho aduaneiro;
    38. 38.  Pagamento Antecipado (Cash in Advance): é o procedimento que mais beneficia e protege o vendedor, pois nele, o comprador remete antecipadamente o pagamento pelo negócio realizado.  Cartas de crédito (Documentary credit): consiste em um documento emitido pelo banco do comprador, devidamente garantido por este, transmitido a um banco no país do vendedor contendo os termos e condições do negócio assumido pelas partes. O pagamento é liberado pelo banco depois de cumprido os termos do acordo.
    39. 39.  Cobrança internacional (Documentary collection): Uma vez concretizado o embarque, o vendedor emitirá uma Letra de Câmbio (similar a uma nota promissória) e os entregará ao banco com o qual opera, juntamente com uma carta de instruções que detalha a forma como a cobrança deverá ser conduzida.  Confiança (Open account): O vendedor embarca a mercadoria, envia os documentos originais para o comprador por meio de serviço courier (agência especializada em entregas rápidas, como o Fedex), emite uma nota de débito contra o comprador e aguarda o pagamento da mesma.
    40. 40.  Os proprietários dos navios são conhecidos como armadores;  Dentre os maiores armadores do mundo temos: Maersk Sealand, MSC (Mediterranean Shipping Company) e CMA GGM.  Há também o NVOCC (Non Vessel Operator Common Carrier) que é o carregador que não é operador de navio. Eles afretavam espaços nos navios dos armadores e vendem estes espaços aos importadores e exportadores. Também vendem contêineres cheios para seus clientes e a emitir conhecimento de embarque (B/L) próprio.
    41. 41.  Além dos armadores e NVOCC´s encontra-se no mercado os Freight Forwarders que embora estivessem no princípio mais voltados aos serviços de consolidação de carga e desembaraço aduaneiro, passaram também a negociar fretes internacionais. Obs: consolidação consiste no agrupamento, por um agente de carga, de vários embarques de exportadores e importadores distintos, para um mesmo destino.
    42. 42.  Frete – o valor base do frete internacional depende de fatores como: tipo de contêiner utilizado, porto de origem e destino, freqüência, etc;  Bunker (BAF)- valor incidente sobre o valor do frete, com fins de cobrir as despesas de combustível do navio;  ISPS (International Ship and Port Security) – aprovado pela Organização Marítima Internacional – IMO com objetivo de aumentar a segurança dos portos, principalmente relacionado a ações terroristas, o ISPS Code é cobrado dos armadores que por sua vez, repassam aos clientes;  PSS (Peak Season Surcharges) – sobretaxa cobrada pelos armadores quando transportam mercadorias de mercados em alta estação.
    43. 43.  Taxa para volumes pesados (heavy lift charge): quando do transporte de cargas excessivamente pesadas que exijam condições especiais para embarque/desembarque ou acomodação no navio;  Taxa para volumes com grandes dimensões (extra length charge): aplicado geralmente a mercadorias com comprimento superior a 12 metros;  Sobretaxa de congestionamento (port congestion surchage): quando o armador irá carregar ou descarregar em portos onde existe demora na atracação dos navios;  Fator de ajuste cambial - CAF (currency adjustment factor): utilizado para moedas que se desvalorizam sistematicamente em relação ao dólar norte-americano;  War risk surcharge – cobrado pelos armadores quando a carga se destina/origina de países em guerra (ou em risco de).
    44. 44.  Ainda existe o LCL (Less than Container Load), ou seja, menos que um contêiner carregado.  Nesse caso, será cobrado o frete internacional pelo peso da carga, ou o volume que a mesma ocupará no contêiner, sendo aplicado o valor que resultar maior.
    45. 45. Exemplo :
    46. 46. Exemplo :
    47. 47. Quando todo o contêiner será utilizado para o transporte internacional, você deverá negociar o frete como FCL (Full Container Load), ou seja, todo contêiner carregado. Veja dois exemplos de cotação de frete FCL:
    48. 48. Além das taxas mencionadas será cobrado do exportador e importador o valor referente à capatazia, também conhecida como THC (Terminal Handling Charge). A cobrança da capatazia refere-se a despesas que o armador tem com o carregamento e movimentação da carga no porto.
    49. 49. Os armadores repassam as despesas de capatazia aos importadores e exportadores, quer explicitamente na cotação de frete ou nela embutida. Este valor é cobrado por contêiner no caso de embarque FCL ou proporcional no caso de embarque LCL.
    50. 50.  Fique atento se a carga ocupar boa parte do contêiner (tanto em peso, quanto em volume), pois pode ser que contratar o frete do contêiner consolidado seja mais caro que contratar o frete para todo o contêiner.  Para se obter as melhores tarifas de frete é importante que se façam cotações de preços com vários armadores ou agentes de carga.  Para facilitar a análise das propostas, você pode solicitar que lhe enviem uma cotação com todas as despesas incluídas, o que se chama no mercado de cotação ALL IN.
    51. 51.  Como se não bastassem as diversas taxas cobradas pelos armadores, o governo brasileiro também criou a sua. No caso das importações, incidirá ainda sobre o valor do frete, o AFRMM (Adicional do Frete para Renovação da Marinha Mercante) que é de 25% do valor do frete mais a capatazia.
    52. 52.  Ainda para que o importador possa registrar a Declaração de Importação, será necessário que a carga esteja identificada pelo depositário da mercadoria sob controle aduaneiro junto ao Siscomex, através do Sistema Integrado de Gerência do Manifesto, do Trânsito e do Armazenamento – MANTRA  Desta identificação criou-se o termo NIC (Número de Identificação de Carga).  Na formação do NIC tem-se os seguintes elementos:
    53. 53. EXEMPLO DE NIC
    54. 54.  A tabela com os códigos de agentes de carga, portos e navios é constantemente atualizada pela Receita Federal.  Para consultá-la acesse: <http://www.receita.fazenda.gov.br/Grupo 1/Aduana.asp> e clique no link presença de carga.
    55. 55.  Após a chegada do navio no porto, o importador deve providenciar a desova da carga e entrega do contêiner ao armador ou agente de carga, o mais rápido possível, evitando a cobrança por parte do armador da Demurrage. A Demurrage é uma “multa” diária pelo atraso na devolução do contêiner, normalmente o valor diário da multa varia entre USD 40,00 a USD 80,00. Para não correr riscos de atraso é importante que na cotação de frete você consiga um prazo razoável (Free Time) para devolução do contêiner
    56. 56.  Além destes custos, o importador arcará também com os custos de armazenagem e despesas operacionais da carga no porto. Cada porto estabelece suas tarifas de armazenagem e demais atividades.
    57. 57. Resumindo...
    58. 58.  Para que a carga possa embarcar no navio, é necessário que se faça uma reserva “de espaço” junto ao armador, esta reserva é conhecida como Reserva de Praça. Elas podem ser solicitadas diretamente aos armadores ou aos seus representantes, os agentes de carga.  Eles fornecerão um número relativo a sua reserva, este número e os dados do embarque consistem o que é conhecido como “Booking”.
    59. 59.  No booking deverá também estar estipulado o local para retirada do contêiner e prazos a serem cumpridos para a entrada do contêiner no porto e para a liberação alfandegária, além do prazo para apresentação do “espelho do B/L” e lista de carga.
    60. 60. Exemplo de booking: Cut off – data-limite para retirada do contêiner no terminal. Lista de carga – preenchida pelo exportador (segundo modelo do armador), tem como função informar ao agente (ou armador) os dados do contêiner retirado no terminal de contêineres e a quantidade de carga colocada dentro dele. „ „
    61. 61. * Tara é o peso do contêiner vazio. ** Peso total da carga mais o peso do contêiner. *** No momento da retirada do contêiner do terminal, será fornecido à transportadora um lacre (seal em inglês), para após o carregamento, lacrar o contêiner.
    62. 62.  No preenchimento do B/L pode-se ainda mencionar cláusulas de responsabilidade quanto aos custos e locais de ova e desova, segundo os seguintes termos:
    63. 63. Quatro conjuntos de siglas e serviços são possíveis: FCL/FCL - ova é por conta do exportador e a desova, do importador; FCL/LCL - ova é de conta do exportador e a desova, do armador; LCL/FCL - ova deve ser feita pelo armador e a desova, pelo importador; LCL/LCL - ova e desova serão de responsabilidade do armador.
    64. 64. Você notou que as siglas FCL e LCL podem ter dois significados. Um com relação a carga consolidada ou não e outro quanto aos custo de ova/desova?
    65. 65. Também podem formar quatro conjuntos: H/H - ova nos domínios do exportador e desova nos do importador; H/P – ova nos domínios do exportador e desova nos domínios do armador; P/H – ova nos domínios do armador e desova nos domínios do importador; P/P - ova e desova nos domínios do armador.
    66. 66.  Gate in – data e horário que os portões do porto estarão abertos para receber o contêiner relacionado a esta reserva. Como os portos brasileiros estão superlotados, a data do gate in é muito próxima a data de chegada do navio, evitando que a carga fique muitos dias dentro das instalações portuárias.  Liberação – data-limite para a liberação da carga junto à Receita Federal.
    67. 67.  Vantagens do modal aéreo: - agilidade, - acesso a mercados difíceis de alcançar por outros meios de transporte, - menor custo com embalagem, etc.  Em contrapartida tem menor capacidade de carga (se comparado ao marítimo) e valor de frete muito mais elevado.
    68. 68.  O carregamento das cargas no avião deverá obedecer a rígidos critérios estabelecidos por entidades internacionais, de acordo com cada tipo de aeronave, com o intuito de manter sob estrito controle o centro de gravidade da aeronave.  Para que as cargas se mantenham estáveis dentro do avião, elas são dispostas em paletes (estrados) e contêineres padronizados que dispõe de dispositivos com travas para uma fixação segura dentro dos compartimentos de carga.
    69. 69. Imagine a seguinte situação: sua empresa está importando um produto da Índia, mas a companhia aérea nacional não tem vôos para este destino, nem tampouco a empresa na Índia tem vôos para a sua cidade. Como então é possível fazer uma importação utilizando o transporte aéreo? Para viabilizar este tipo de operação, as companhias aéreas buscam a formação de alianças a fim de trocar cargas entre elas, atingindo assim os pontos mais remotos do globo.
    70. 70. Das alianças estabelecidas, uma das mais conhecidas é a Star AllianceStar Alliance que compreende exclusivamente companhias aéreas, com objetivos de estabelecer acordos de cooperação de logística, transporte de passageiros e programas de milhagens. Atualmente a Star Alliance atua em 842 aeroportos842 aeroportos distribuídos em 152 países e é formada por 18 empresas: Air Canadá, Air New Zealand, Ana, AsianaAir Canadá, Air New Zealand, Ana, Asiana Airlines, Austrian, BMI, Polish Airlines, Lufthansa,Airlines, Austrian, BMI, Polish Airlines, Lufthansa, Scandinavian, Singapore, South African Airways,Scandinavian, Singapore, South African Airways, Spanair, Swiss Air, TAP, h ai, United, US Airways eSpanair, Swiss Air, TAP, h ai, United, US Airways e Varig.Varig.
    71. 71. Além da Star Alliance, há outra aliança de âmbito internacional,conhecida como International AirInternational Air Transport Association- IATATransport Association- IATA, que conta com uma vasta rede de associados, tanto de companhias aéreas, agentes de carga e de viagens/passagens. A IATA tem papel fundamental nas negociações para estabelecimento de tarifas padrões de frete, regulamenta e padroniza procedimentos de manuseio de carga (cargas gerais, carga perigosas e cargas perecíveis), documentos inerentes e passagens internacionais.
    72. 72. As tarifas da IATA são publicadas em manuais próprios três vezes ao ano, mais conhecidos como TACT´s (The Air Cargo Tari ). Os diversos manuais são identificadosff pela cor: Vermelho – tarifas aplicadas na América do Norte;Vermelho – tarifas aplicadas na América do Norte; Verde – tarifas aplicadas nos demais países;Verde – tarifas aplicadas nos demais países; Laranja – manual de Manuseio de Cargas, além doLaranja – manual de Manuseio de Cargas, além do Dangerous Goods Regulations para cargasDangerous Goods Regulations para cargas consideradas perigosas.consideradas perigosas. „ „ „
    73. 73. Quanto aos agentes de carga, além do vínculo com a IATA, para que possam desempenhar legalmente suas funções deverão estar fi liados à Agência Nacional de Aviação Civil-ANAC, cumprindo exigências relacionadas a instalações, frota, treinamento de pessoal, além de sistemas de emissão de documentos de embarque e acompanhamento. „ „
    74. 74.  Uma das vantagens em se utilizar um agente de carga no transporte aéreo está no serviço de consolidação de carga.  Também pode consolidar (unir) cargas de diversas origens/destinos visando ampliar o peso da carga transportada, diminuindo assim a tarifa cobrada.  O agente de carga o mantém informado durante o trânsito da carga e o auxilia na tramitação e liberação dos documentos de embarque. „
    75. 75.  Os elementos essenciais no conhecimento de embarque aéreo constam de: a) Shipper – aquele que envia a carga, geralmente o exportador; b) Hawb – número do conhecimento de embarque c) Mawb – número do conhecimento de embarque master d) Consignee – aquele a quem está consignada a carga, o importador ou um banco do importador; e) Issuing carrier´s – dados do agente de carga; f) Airport of departure – porto de embarque; g) Currency – moeda utilizada no conhecimento de embarque; h) Declared value for carriage – valor declarado da carga para efeito de transporte; „ „
    76. 76.  Os elementos essenciais no conhecimento de embarque aéreo constam de: i) Declared value for customs – valor declarado da carga para efeito de transporte; j) Airport of destination – aeroporto de destino; l) No. of pieces – número de volumes; m) Gross weight – peso bruto da carga; n) Chargeable weight – peso taxável o) Rate – tarifa de frete por kg; p) Nature of goods – descrição sumária da carga; q) Other charges – outros custos r) Total prepaid – total do frete pré-pago; s) Total collect – total do frete a ser pago; t) Date – data do embarque. „ Ver conhecimento p. 107
    77. 77. Ou seja, para se obter o peso taxável, multiplica- se as dimensões da carga (em cm) e divide-se por 6.000. Desta forma está se “transformando” o volume da carga equivalente em kg.
    78. 78.  Além do frete, irá compor o custo total do transporte outras taxas inerentes a cada tipo de operação realizada na origem. Dentre elas pode-se citar: fuel surcharge – adicional de combustível; sec (security fee) – taxa de inspeção da carga; hand (handling) – manuseio do conhecimento de embarque; trf (transfer) – transferência da carga; ino (internal operations) – manuseio da carga dentro do depósito; inland freight – frete interno do depósito ao aeroporto; doc (document) – taxa de emissão do conhecimento de embarque; rpk (repackage) - reembalagem da carga (quando necessário). „ „
    79. 79.  O Manifesto de Carta oficializa a entrada da carga no país.  Nos processos de importação aérea o manifesto de carga é informatizado por intermédio de um sistema que faz parte do Siscomex, sistema este denominado “Sistema Integrado de Gerência do Manifesto, do Trânsito e do Armazenamento – MANTRA”.  Responsáveis pelos lançamentos dos dados no sistema: Companhia aérea (registrar e encerrar), Infraero (armazena a carga e identifica as avarias), Companhia aérea (avalizar) e auditor fiscal da RF (visar).
    80. 80. CONHECIMENTO DE EMBARQUE AÉREO
    81. 81.  Após liberação da carga pela Receita Federal, o importador deverá pagar à Infraero  Armazenagem: cobrada por períodos conforme tabela a seguir: CIP: frete e seguro.
    82. 82.  Capatazia: tarifa devida pela movimentação e manuseio da carga no recinto do Terminal de Carga Aérea - TECA
    83. 83.  „ Adicional de Tarifa Aeroportuária - ATAERO, 50% sobre as Tarifas Aeroportuárias de Armazenagem e de Capatazia.
    84. 84.  O que fazer quando sua carga chegar com avarias? - Uma das opções é solicitar uma vistoria aduaneira junto à Receita Federal, com intuito de analisar a real condição da carga e apurar responsabilidades. United Breaks Guitar
    85. 85.  O exportador deverá buscar a embalagem mais robusta possível a fim de proteger a carga sem, no entanto, esquecer que o peso (ou volume) da embalagem pagará a mesma tarifa de frete que o produto.  Elas podem ser afetadas pelos movimentos de embarque, desembarque e transporte, das mais diversas maneiras.
    86. 86.  Para que a carga possa dar entrada no Terminal de Carga da Infraero será ainda necessário etiquetar os volumes
    87. 87.  Para que se tomem os devidos cuidados no manuseio da carga, pode-se ainda afixar às embalagens etiquetas com informações a serem observadas pelas transportadoras e carregadores.
    88. 88. No transporte rodoviário, para que as cargas transportadas internacionalmente possam circular entre os países, são necessários dois elementos: 1 – Acordo assinado entre os países interessados no transporte internacional de cargas; 2 – Habilitação da empresa transportadora autorizada a operar no transporte rodoviário internacional.
    89. 89. Para que as transportadoras nacionais possam fazer o transporte de carga entre os países, deverão primeiramente estar autorizadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT. A esta autorização deu-se o nome de Licença Originária (também conhecida no mercado como Permission).
    90. 90.  Para que a transportadora possa obter a Licença Originária (que tem validade de 10 anos) será necessário comprovar: I - ser constituída nos termos da legislação brasileira; II - ser proprietária de uma frota que tenha capacidade de transporte dinâmica total mínima de 80 (oitenta); e, III - possuir infra-estrutura composta de escritório e meios de comunicação adequados.
    91. 91.  O conhecimento de transporte rodoviário é conhecido por RWB (Road Way Bill) ou CRT (Conhecimento de Transporte Internacional por Rodovia);  Além do conhecimento de embarque, no transporte rodoviário para os países integrantes do Mercosul, será emitido também o Manifesto Internacional de Carga Rodoviária (MIC/DTA)
    92. 92.  O valor do frete dependerá do peso ou volume da carga, o que for maior;  A carga transportada por via rodoviária deverá ser identificada pelo depositário da mercadoria sob controle aduaneiro junto ao Siscomex. A esta identificação deu-se o nome de Número de identificação de Carga – NIC
    93. 93.  Tarifa de armazenagem  Tarifa de movimentação  Tarifa de estadia  Peso Ao chegar na fronteira, na maioria dos casos, a carga fica sobre o caminhão aguardando a liberação da mesma pela Receita Federal. Se, contudo houver problemas com a documentação ou a parametrização cair no canal vermelho a carga é descarregada nos armazéns alfandegados e aguardará a liberação.
    94. 94. Um exemplo dos Portos Secos de Jaguarão, Sant’Ana do Livramento e Uruguaiana (RS).
    95. 95.  Também nas exportações serão cobradas despesas de armazenagem e taxas de movimentação Está autorizada contratualmente, a cobrança em dobro das tarifas de armazenagem, movimentação, estadia e pesagem, quando se tratar de mercadorias tóxicas, odorantes, inflamáveis, corrosivas e outras consideradas perigosas ou nocivas à saúde pela legislação pertinente, bem como produtos frágeis e de difícil manipulação „da carga nos pontos de fronteira.
    96. 96. INDICAÇÃO DE LEITURA:  Alvarenga, A.C.; Novaes, A.G. Logística aplicada: suprimentos e distribuição física. São Paulo: Edgard Blucher, ed. 3ª , 2002.  Arbache F.S. et al. Gestão de logística, distribuição e trade marketing. São Paulo: FGV, 2004.  Ballou, R.H. Logística empresarial: transporte, administração de materiais, distribuição física. São Paulo: Atlas, 1993.  Gurgel. F.A. Logística Industrial. São Paulo: Atlas, 2000.  Ries, Al; Trout, Jack. Posicionamento: a batalha pela sua mente. São Paulo: Thomson, 2003. © Prof. Carlos Maia
    97. 97. © Prof. Carlos Maia CONTAINERS (Características Técnicas)
    98. 98. © Prof. Carlos Maia DRY-BOX/20 pés (BX2) Principais Características: Fechado sem ventilação Principais Aplicações: Carga geral de média densidade e baixo volume Dimensões das Portas: Larg. 2,340 mm Alt. 2,280 mm Dimensões externas: Compr. 6.058 mm (20 pés) Larg. 2.438 mm (8 pés) Alt. 2.591 mm (8,5 pés) Dimensões internas: Compr. 5.900 mm (19,3 pés) Larg. 2.352 mm (7,6 pés) Alt. 2.395 mm (7,8 pés) Capacidades (peso líquido e volume): 21.660 Kg (47.740 Ibs) 33,2 m³ (1.173 ft3)
    99. 99. © Prof. Carlos Maia Principais Características: Fechado sem ventilação Principais Aplicações: Carga geral de média densidade e baixo volume Dimensões das Portas: Larg. 2,340 mm Alt. 2,280 mm Dimensões externas: Compr. 12.192 mm (40 pés) Larg. 2.438 mm (8 pés) Alt. 2.591 mm (8,5 pés) Dimensões internas: Compr. 12.022 mm (39,4 pés) Larg. 2.352 mm (7,6 pés) Alt. 2.395 mm (7,8 pés) Capacidades (peso líquido e volume): 26.520 Kg (47.740 Ibs) 67,7 m³ (1.173 ft3) DRY-BOX/40 pés (BX4)
    100. 100. © Prof. Carlos Maia Principais Características: Fechado sem ventilação Principais Aplicações: Carga geral de média densidade e baixo volume Dimensões das Portas: Larg. 2,340 mm Alt. 2,580 mm Dimensões externas: Compr. 12.192 mm (40 pés) Larg. 2.438 mm (8 pés) Alt. 2.896 mm (9,5 pés) Dimensões internas: Compr. 12.022 mm (39,4 pés) Larg. 2.352 mm (7,6 pés) Alt. 2.696 mm (8,8 pés) Capacidades (peso líquido e volume): 26.520 Kg (47.740 Ibs) 76,2 m³ (2.691 ft3) DRY-HIGH-CUBE/40 pés (BW4)
    101. 101. © Prof. Carlos Maia DRY-GRANEL 20 pés (BK2) Principais Características: Fechado sem ventilação com forro especial de polietileno ou madeira compensada. Principais Aplicações: Carga seca a granel Dimensões das Portas: Escotilhas de 0,40x0,40m aprox. Porta indem BX2 Fenda p/descarga na traseira com 1.677 mm (em geral) Dimensões externas: Compr. 6.058 mm (20 pés) Larg. 2.438 mm (8 pés) Alt. 2.591 mm (8,5 pés) Dimensões internas: Compr. 5.880 mm (19,2 pés) Larg. 2.332 mm (7,5 pés) Alt. 2.385 mm (7,8 pés) Capacidades (peso líquido e volume): 21.560 Kg (47.519 Ibs) 30,5 m³ (1.155 ft3)
    102. 102. © Prof. Carlos Maia DRY-OPEN SIDE/20 pés (0S2) Principais Características: Aberto nas laterais, com ou sem grades e com porta traseira. As laterais podem ser fechadas com lonas. Principais Aplicações: Carga que necessite ventilação e/ou carregamento lateral (animais vivos, batatas, etc) Dimensões das Portas: OS2 (idem BX2), possue portas traseiras iguais ao BX2, grades removíveis laterais e alçapão tipo “rampa com 60 cm de alt. (aprox.)” Dimensões externas: OS2 (idem BX2) Dimensões internas: Compr. 5.896 mm (19,3 pés) Larg. 2.289 mm (7,5 pés) Alt. 2.258 mm (7,4 pés) Capacidades (peso líquido e volume): 22.250 Kg (49.055
    103. 103. © Prof. Carlos Maia Aeronaves Cargueiras B-727-100 F Compartimento de carga dianteiro Compartimento de carga traseiro Capacidade de Carga (*): 19.500 kg com 117 m³ Main Deck: 08 Pallets P1 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
    104. 104. © Prof. Carlos Maia Aeronaves Cargueiras B-727-100 F Compartimento de carga dianteiro Compartimento de carga traseiro Bulk OBS: E = esquerdo D = direito Capacidade de Carga (*): 72.800 Kg com 436 m³ Main Deck: 23 Pallets P1/P6 Compartilhamento de Carga Dianteiro: 05 Pallets P1 Compartilhamento de Carga Traseiro: 05 Pallets PLA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

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