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Logistica integrada

O documento discute conceitos fundamentais da logística integrada, incluindo: (1) introdução aos conceitos de logística integrada e sua missão de entregar o produto certo no lugar certo no tempo certo ao menor custo possível; (2) visão geral do desenvolvimento da logística ao longo da história e no Brasil; (3) definição da visão da logística como um sistema integrado com partes interligadas para atingir objetivos comuns.

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Logistica integrada
PLANO DE AULA
1- Introdução e conceitos da Logística Integrada;
2- A Logística e seu Desenvolvimento;
3- Visão da Logística;
4- Tendências da Cadeia de Abastecimento;
5- Canais de Distribuição;
6- Visão Sistêmica da Cadeia Logística;
7- Custo x Nível de Serviço na Logística;
8- A Influência da Tecnologia da Informação na Logística;
9- Noção de Armazenagem & Distribuição;
10- Evolução e Conceitos de Logística & Supply Chain;
11- Sistema Integrados de Informações Logísticas;
12- Avaliação Pedagógica
LOGÍSTICA INTEGRADA
INTRODUÇÃO
1- Introdução e conceitos da Logística Integrada;
2- A Logística e seu Desenvolvimento;
3- Visão da Logística;
4- Tendências da Cadeia de Abastecimento;
5- Canais de Distribuição;
6- Visão Sistêmica da Cadeia Logística;
7- Custo x Nível de Serviço na Logística;
8- A Influência da Tecnologia da Informação na Logística;
9- Noção de Armazenagem & Distribuição;
10- Evolução e Conceitos de Logística & Supply Chain;
11- Sistema Integrados de Informações Logísticas;
12- Avaliação Pedagógica
LOGÍSTICA INTEGRADA
Introdução e conceitos da Logística Integrada
LOGÍSTICA INTEGRADA
O conceito de logística é coordenar todas as
atividades relacionadas à aquisição, movimentação e
estocagem de materiais.
"A logística consiste em fazer chegar à quantidade
certa das mercadorias certas ao ponto certo, no tempo certo,
nas condições e ao mínimo custo; a logística constitui-se
num sistema global, formado pelo inter-relacionamento dos
diversos segmentos ou setores que a compõem.
Compreende a embalagem e a armazenagem, o manuseio, a
movimentação e o transporte de um modo geral, a
estocagem em trânsito e todo o transporte necessário, a
recepção, o acondicionamento e a manipulação final, isto é,
até o local de utilização do produto pelo cliente". ( MOURA,
1998: 51).
• Missão
Introdução e conceitos da Logística Integrada
LOGÍSTICA INTEGRADA
- É colocar as mercadorias ou os serviços certos no lugar e no instante correto e na
condição desejada, ao menor custo possível.
- É o esforço de criar valor para o cliente ao mais baixo custo possível.
- É o produto certo (especificado pelo cliente), no lugar certo (determinado pelo cliente), na
hora certa (combinada com o cliente) e ao preço certo (satisfazendo ambos).
- Auxiliar empresas a desenvolver estratégias logísticas pela integração e permanente
inovação na cadeia logística.
- Continuar inovando e evoluindo para corresponder aos desafios de uma economia
globalizada e, aos elevados padrões de exigências dos clientes.
• Objetivos
Introdução e conceitos da Logística Integrada
LOGÍSTICA INTEGRADA
- variabilidade mínima;
- estoque mínimo;
- consolidação máxima;
- controle de qualidade total;
- ciclo de vida do produto;
- fornecer um nível desejado de
serviço/produto a um custo aceitável.
1. Right Material ( materiais justos)
2. Right Quantity (na quantidade justa)
3. Right Quality (de justa qualidade)
4. Right Place (no lugar justo)
5. Right Time (no tempo justo)
6. Right Method (com o método justo)
7. Right Cost (segundo o custo Justo)
8. Right Impression (com uma boa
impressão)

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  • 2. PLANO DE AULA 1- Introdução e conceitos da Logística Integrada; 2- A Logística e seu Desenvolvimento; 3- Visão da Logística; 4- Tendências da Cadeia de Abastecimento; 5- Canais de Distribuição; 6- Visão Sistêmica da Cadeia Logística; 7- Custo x Nível de Serviço na Logística; 8- A Influência da Tecnologia da Informação na Logística; 9- Noção de Armazenagem & Distribuição; 10- Evolução e Conceitos de Logística & Supply Chain; 11- Sistema Integrados de Informações Logísticas; 12- Avaliação Pedagógica LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 3. INTRODUÇÃO 1- Introdução e conceitos da Logística Integrada; 2- A Logística e seu Desenvolvimento; 3- Visão da Logística; 4- Tendências da Cadeia de Abastecimento; 5- Canais de Distribuição; 6- Visão Sistêmica da Cadeia Logística; 7- Custo x Nível de Serviço na Logística; 8- A Influência da Tecnologia da Informação na Logística; 9- Noção de Armazenagem & Distribuição; 10- Evolução e Conceitos de Logística & Supply Chain; 11- Sistema Integrados de Informações Logísticas; 12- Avaliação Pedagógica LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 4. Introdução e conceitos da Logística Integrada LOGÍSTICA INTEGRADA O conceito de logística é coordenar todas as atividades relacionadas à aquisição, movimentação e estocagem de materiais. "A logística consiste em fazer chegar à quantidade certa das mercadorias certas ao ponto certo, no tempo certo, nas condições e ao mínimo custo; a logística constitui-se num sistema global, formado pelo inter-relacionamento dos diversos segmentos ou setores que a compõem. Compreende a embalagem e a armazenagem, o manuseio, a movimentação e o transporte de um modo geral, a estocagem em trânsito e todo o transporte necessário, a recepção, o acondicionamento e a manipulação final, isto é, até o local de utilização do produto pelo cliente". ( MOURA, 1998: 51).
  • 5. • Missão Introdução e conceitos da Logística Integrada LOGÍSTICA INTEGRADA - É colocar as mercadorias ou os serviços certos no lugar e no instante correto e na condição desejada, ao menor custo possível. - É o esforço de criar valor para o cliente ao mais baixo custo possível. - É o produto certo (especificado pelo cliente), no lugar certo (determinado pelo cliente), na hora certa (combinada com o cliente) e ao preço certo (satisfazendo ambos). - Auxiliar empresas a desenvolver estratégias logísticas pela integração e permanente inovação na cadeia logística. - Continuar inovando e evoluindo para corresponder aos desafios de uma economia globalizada e, aos elevados padrões de exigências dos clientes.
  • 6. • Objetivos Introdução e conceitos da Logística Integrada LOGÍSTICA INTEGRADA - variabilidade mínima; - estoque mínimo; - consolidação máxima; - controle de qualidade total; - ciclo de vida do produto; - fornecer um nível desejado de serviço/produto a um custo aceitável. 1. Right Material ( materiais justos) 2. Right Quantity (na quantidade justa) 3. Right Quality (de justa qualidade) 4. Right Place (no lugar justo) 5. Right Time (no tempo justo) 6. Right Method (com o método justo) 7. Right Cost (segundo o custo Justo) 8. Right Impression (com uma boa impressão)
  • 7. INTRODUÇÃO 1- Introdução e conceitos da Logística Integrada; 2- A Logística e seu Desenvolvimento; 3- Visão da Logística; 4- Tendências da Cadeia de Abastecimento; 5- Canais de Distribuição; 6- Visão Sistêmica da Cadeia Logística; 7- Custo x Nível de Serviço na Logística; 8- A Influência da Tecnologia da Informação na Logística; 9- Noção de Armazenagem & Distribuição; 10- Evolução e Conceitos de Logística & Supply Chain; 11- Sistema Integrados de Informações Logísticas; 12- Avaliação Pedagógica LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 8. Introdução e conceitos da Logística Integrada LOGÍSTICA INTEGRADA Numa época em que a sociedade é cada vez mais competitiva, dinâmica, interativa, instável e evolutiva, a adaptação a essa realidade é, cada vez mais, uma necessidade para que as empresas queiram conquistar e fidelizar os seus clientes. A globalização e o ciclo de vida curto dos produtos obriga as empresas a inovarem rapidamente as suas técnicas de gestão. Os produtos rapidamente se tornam commodities, quer em termos de características intrínsecas do próprio produto, quer pelo preço, pelo que cada vez mais a aposta na diferenciação deve passar pela optimização dos serviços, superando a expectativa de seus clientes com atendimentos rápidos e eficazes. O tempo em que as empresas apenas se orientavam para vender os seus produtos, sem preocupação com as necessidades e satisfação dos clientes, terminou. Hoje, já não basta satisfazer, é necessário encantar.
  • 9. Introdução e conceitos da Logística Integrada LOGÍSTICA INTEGRADA A Logística nasceu com a própria evolução da humanidade. Nos primórdios dos tempos, o homem era um ser que somente caçava e coletava frutos para consumo próprio, portanto ele comia seu alimento no local onde foi conseguido. A evolução do pensamento administrativo enfoca a concepção logística relacionada ao fluxo de produtos e serviços de forma coletiva, realizando atividades de transporte, estoques e comunicação como parte essencial dos seus negócios, com a finalidade de prover seus clientes com bens e serviços.
  • 10. A LOGÍSTICA E SEU DESENVOLVIMENTO LOGÍSTICA INTEGRADA Desde inicio, no século III a.C., na Grécia, conceituavam-se que Logística é a arte de calcular (aritmética aplicada). Há milhares de anos, o conceito tem tudo haver com o principal propósito da Logística, nos conceitos atuais (redução de custo sem perdas de eficiência no atendimento e qualidade do produto). No inicio do século XVII, na França, foi introduzida pela primeira vez no mundo, o conceito logístico na guerra, em função dos crescentes problemas operacionais, criando assim a patente de General de Lógis (do verbo francês lôger, que significa alojar). “Parte da arte da guerra que trata do planejamento e organização do alojamento, equipamento, transporte de tropas, produção, distribuição, manutenção e transporte de material bélico e de outras atividades não combatentes relacionadas (definições do Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa Caldas Aulete)”.
  • 11. A LOGÍSTICA E SEU DESENVOLVIMENTO LOGÍSTICA INTEGRADA Um dos primeiros homens da história a utilizar bem as estratégias da Logística foi Alexandre o Grande, que com um exercito de 35.000 homens, chegava á abater os exércitos inimigos de até 60.000 homens, perdendo apenas 110 homens, usando as estratégias Logísticas. Esse trouxe inspirações para outros heróis da historia como Napoleão, Luiz XIV, entre outros, que fez da Logística uma estratégia de guerra. Só no inicio do século XIX, a Logística foi reconhecida do ponto de vista acadêmico, passando a ser estudada como ferramenta estratégica e introduzida nas organizações, após algumas modificações, do conceito original. (arte de guerra). Alexandre o Grande
  • 12. A LOGÍSTICA E SEU DESENVOLVIMENTO LOGÍSTICA INTEGRADA No Brasil, a Logística surgiu no inicio da década de 80, logo após a explosão da Tecnologia da Informação. Surgiram algumas entidades dando enfoque a Logística como: ASBRAS (Associação Brasileira de Supermercados), ASLOG (Associação Brasileira de Logística), IMAM (Instituto de Movimentação e Armazenagem), entre outras, que tinha a difícil missão de disseminar este novo conceito, voltado para as organizações.
  • 13. A LOGÍSTICA E SEU DESENVOLVIMENTO LOGÍSTICA INTEGRADA Segundo á ASLOG, o conceito de Logística já definido como, o “Processo de planejar, implementar e controlar eficientemente, ao custo correto, o fluxo e armazenagem de matéria-prima, estoque durante a produção e produtos acabados, desde do ponto de origem até o consumidor final, visando atender os requisitos do cliente.” • Na década de 80, apenas com o foco nas metodologias e modais de transportar, e armazenar. • Na década de 90, começaram a se fazer cálculos, pois daí iniciou o conhecimento cientifico, estudos das relações, dispersões, movimentos etc., com foco em Administração de Matérias, Distribuição, Movimentação e Armazenagem de Matérias. • Hoje muito mais complexo e amplo, com foco em Controle, Planejamento, Tecnologia da Informação, Finanças e Serviço ao Cliente. Todas essas evoluções, aliadas ao processo de globalização, trouxeram novos desafios para as organizações, que é a competitividade no mercado globalizado.
  • 14. Daí surge á necessidade de se produzir e distribuir á custos mais adequados, sem perda de eficiências e qualidades do produto. A nova realidade exigiu uma mudança de comportamento nas organizações, chegando a fusão de algumas, como foi o caso da AmBev (Companhia de Bebidas das Américas) que juntou as três principais marcas de cervejas do mercado, e tudo isso só foi possível mediante ao estudo de viabilidade Logística, fazendo assim com que as três marcas fossem produzidas em unidade fabris únicas espalhadas pelo Brasil, utilizando as mesmas tecnologias e mão de obra, este processo levou ao fechamento de algumas unidades fabris e uma seleção natural da mão-de-obra. A LOGÍSTICA E SEU DESENVOLVIMENTO LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 15. INTRODUÇÃO 1- Introdução e conceitos da Logística Integrada; 2- A Logística e seu Desenvolvimento; 3- Visão da Logística; 4- Tendências da Cadeia de Abastecimento; 5- Canais de Distribuição; 6- Visão Sistêmica da Cadeia Logística; 7- Custo x Nível de Serviço na Logística; 8- A Influência da Tecnologia da Informação na Logística; 9- Noção de Armazenagem & Distribuição; 10- Evolução e Conceitos de Logística & Supply Chain; 11- Sistema Integrados de Informações Logísticas; 12- Avaliação Pedagógica LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 16. VISÃO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA Essa pergunta fica ainda mais interessante após termos abordado outros aspectos relevantes dentro de um planejamento estratégico como Negócio, Missão, Princípios ou Valores. Diante do desafio de planejar em ambientes cada vez mais complexos e competitivos, a Visão passou a ter importância fundamental na construção do futuro das pessoas, organizações, cidades e países.
  • 17. VISÃO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA Podemos dizer que “A Visão pode funcionar como “Sonho” ou como “Desafio Estratégico”, sendo que visões conceituadas como sonho já foram formuladas por empreendedores visionários, e algumas delas se transformaram em empreendimentos de reconhecido sucesso em todo o mundo. O conceito de Visão é: “A explicitação do que se visualiza para a empresa.” Alguns benefícios de se ter uma Visão explicitada de uma empresa, podem ser listados: ·A visão apóia a parceria empresa/empregado na construção do futuro; Ex: empresa GM “Ser a melhor empresa automobilística do mundo”.
  • 18. VISÃO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA A visão da logística, constitui de uma visão sistemica. Esta consiste na habilidade em compreender os sistemas de acordo com a abordagem da Teoria Geral dos Sistemas, ou seja, ter o conhecimento do todo, de modo a permitir a análise ou a interferência no mesmo. A visão sistêmica é formada a partir do conhecimento do conceito e das características dos sistemas. Visão sistemática é a capacidade de identificar as ligações de fatos particulares do sistema como um todo. Segundo Martinelli (2006, p. 3) a abordagem sistêmica foi desenvolvida a partir da necessidade de explicações complexas exigidas pela ciência.
  • 19. VISÃO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA Assunto: Inteersasnte De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso. A úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
  • 21. VISÃO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA • Conjunto de partes interligadas para realizar um conjunto de finalidades • Um conjunto de processos que são interligados com o propósito de atender a um objetivo central
  • 25. INTRODUÇÃO 1- Introdução e conceitos da Logística Integrada; 2- A Logística e seu Desenvolvimento; 3- Visão da Logística; 4- Tendências da Cadeia de Abastecimento; 5- Canais de Distribuição; 6- Visão Sistêmica da Cadeia Logística; 7- Custo x Nível de Serviço na Logística; 8- A Influência da Tecnologia da Informação na Logística; 9- Noção de Armazenagem & Distribuição; 10- Evolução e Conceitos de Logística & Supply Chain; 11- Sistema Integrados de Informações Logísticas; 12- Avaliação Pedagógica LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 26. TENDÊNCIAS DA CADEIA DE ABASTECIMENTO LOGÍSTICA INTEGRADA A gestão da cadeia de suprimentos é um processo que consiste em gerenciar estrategicamente diferentes fluxos (de bens, serviços, finanças, informações) bem como as relações entre empresas, visando alcançar e/ou apoiar os objetivos organizacionais. O gerenciamento da cadeia de suprimentos é um conjunto de métodos que são usados para proporcionar uma melhor integração e uma melhor gestão de todos os parâmetros da rede: transportes, estoques, custos, etc. Esses parâmetros estão presentes nos fornecedores, na sua própria empresa e finalmente nos clientes. A gestão adequada da rede permite uma produção otimizada para oferecer ao cliente final o produto certo, na quantidade certa. O objetivo é, obviamente, reduzir os custos ao longo da cadeia, tendo em conta as exigências do cliente – afinal, isso é qualidade: entregar o que o cliente quer, no preço e nas condições que ele espera.
  • 27. TENDÊNCIAS DA CADEIA DE ABASTECIMENTO LOGÍSTICA INTEGRADA Esta gestão é por vezes difícil, especialmente para um sistema que não tenha controle sobre toda a cadeia. Por exemplo, uma empresa que terceiriza uma parcela da produção ou da logística, deixou de ter controle sobre uma parte importante do processo. É difícil também porque a demanda do cliente é desconhecida na maioria das vezes e varia substancialmente de um mês ao outro, o que implica um planejamento da produção mais complexo. Os produtos a serem fabricados também podem mudar (nova estação, moda, modelos, melhorias), o que colocará em evidência a necessidade de uma estratégia de preços e cálculos de custos de fornecimento e estoque.
  • 28. TENDÊNCIAS DA CADEIA DE ABASTECIMENTO LOGÍSTICA INTEGRADA A gestão eficaz da cadeia de suprimentos pode melhorar seus negócios. * Em termos simples, a gestão da cadeia de suprimentos envolve a coordenação de todas as atividades ligadas ao processamento dos pedidos dos clientes, desde a pré-produção até a entrega. * Durante este processo, as partes que compõem o produto trocarão de mãos diversas vezes, dos fornecedores até a fabricação, da estocagem à expedição, até chegar à entrega e ao consumo. Assim, dentro de uma pequena empresa que faz parte de uma grande cadeia, como se preocupar com todo esse processo, e ainda melhorá-lo?
  • 29. TENDÊNCIAS DA CADEIA DE ABASTECIMENTO LOGÍSTICA INTEGRADA Transporte, distribuição e logística * A logística que torna possível a distribuição de seus produtos e a prestação de seus serviços pode influenciar fortemente os seus resultados. Confira como garantir que seus métodos de distribuição estejam otimizados: Meios de transporte e rotas de distribuição * A maneira como você distribui seus produtos pode ter um impacto no custo da sua empresa e na satisfação dos clientes. Sua venda pode ocorrer diretamente com o cliente, através de uma equipe de marketing de um fabricante ou mesmo pela internet. * Quando o produto for entregue (ou quando você recebe suas matérias-primas), deve-se procurar o melhor meio de transporte (custo x prazo x qualidade), especialmente quando se tratar de grandes quantidades.
  • 30. TENDÊNCIAS DA CADEIA DE ABASTECIMENTO LOGÍSTICA INTEGRADA Em resumo: - Reduzir o número de fornecedores, assim se consegue uma relação próxima, uma parceria; - Reduzir o número de terceirizados, para alcançar o mesmo objetivo; - Para os produtos acabados, estabelecer canais de distribuição e gestão partilhada de estoques, assim clientes e fornecedores compartilham custos, lucros e riscos; - Antecipar a escassez através de históricos e boas previsões de demanda – e ajustar os estoques adequadamente.
  • 31. INTRODUÇÃO 1- Introdução e conceitos da Logística Integrada; 2- A Logística e seu Desenvolvimento; 3- Visão da Logística; 4- Tendências da Cadeia de Abastecimento; 5- Canais de Distribuição; 6- Visão Sistêmica da Cadeia Logística; 7- Custo x Nível de Serviço na Logística; 8- A Influência da Tecnologia da Informação na Logística; 9- Noção de Armazenagem & Distribuição; 10- Evolução e Conceitos de Logística & Supply Chain; 11- Sistema Integrados de Informações Logísticas; 12- Avaliação Pedagógica LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 32. CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO Os Canais de Distribuição existem para facilitar o acesso dos produtos ou serviços aos seus consumidores. Os fabricantes (que são normalmente os detentores das marcas e da tecnologia do produto) não realizam o ciclo completo de comercialização – eles incluem intermediários (Distribuidores, Atacadistas, Representantes etc.) para complementar este ciclo, fazendo com que seja possível o produto sair do ambiente fabril e alcançar os consumidores da melhor forma possível. LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 33. CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO Mas por que os fabricantes preferem colocar intermediários no processo de comercialização e não fazem todo o ciclo sozinhos? Podemos esclarecer esta dúvida analisando a dificuldade que os fabricantes teriam de em realizar a comercialização de seus produtos, e somente seus produtos. O varejo consegue atrair uma quantidade de consumidores suficientes para gerar um volume de vendas e gerir o negócio. LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 34. • FATORES QUE LEVAM OU NÃO A CRIAR CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO • 1.Ter uma linha de produtos que atenda de forma plena o seu mercado consumidor; • 2. Montar uma estrutura que seja suficiente para realizar a comercialização e pós-venda dos mesmos; • 3. Seus próprios produtos terão que gerar um volume de venda que seja suficiente para gerir o negócio de comercialização. LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 35. • FATORES QUE LEVAM OU NÃO A CRIAR CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO A aplicação prática dos Canais de Distribuição pelo Marketing é desenvolvida pela análise de mercado e as alternativas de comercialização deste, pesquisando pontos-de-venda, ações de representantes, distribuidores, redes de varejo, enfim, organizações capazes de fazer o produto chegar ao cliente da forma mais eficiente possível e cobrindo o maior mercado possível. A aplicação prática da Distribuição Física pela Logística faz- se depois de definido o Canal de Distribuição pelo Marketing. Após a definição de qual Canal de Distribuição utilizar, começa o planejamento operacional de como fazer chegar fisicamente o produto até ele, sempre prevendo as condições ideais de abastecimento (prazos, volumes, informações) e os recursos otimizados da operação (equipamentos, mão-de-obra, sistemas informatizados etc.). LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 36. • SEMELHANÇAS ENTRE AS ATIVIDADES DE MARKETING E LOGÍSTICA CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO 1. Colocar as mercadorias o mais rápido possível à disposição de seus clientes; 2. Desenvolver a interação dos demais participantes da cadeia de abastecimento; 3. Garantir custos mínimos de comercialização dos produtos em todos os elementos participantes desta cadeia; 4. Maximizar o potencial de venda da mercadoria; 5. Garantir níveis de serviços adequados; 6. Garantir o fluxo de informações otimizadas; LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 37. • TIPOS MAIS USUAIS DOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO a) o fabricante abastece diretamente as lojas do varejo; b) o fabricante abastece seus próprios depósitos e estes, as lojas de varejo; c) o fabricante abastece os centros de distribuição do varejista que, por sua vez, abastece as lojas de varejo; d) o fabricante abastece os depósitos do atacadista ou do distribuidor, que na sequência abastece as lojas de varejo; e) o fabricante transfere seus estoques de produto acabado para um operador logístico, que por meio do seu centro de distribuição faz o abastecimento das lojas de varejo; f) o fabricante transfere seus estoques de produto acabado para um operador logístico, que por meio do seu centro de distribuição faz o abastecimento dos atacadistas e distribuidores e estes, por sua vez, abastecem as lojas de varejo; g) o fabricante entrega o produto diretamente no domicílio do consumidor final, utilizando o correio ou serviço de courrier (no caso das vendas diretas à distância : Internet, telefone, fax, catálogos etc.) LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 38. • TRÊS MODELOS BÁSICOS DOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO • Canais verticais São aqueles em que as responsabilidades sobre a comercialização e a operação das mercadorias vão passando de um componente para outro na Cadeia de Abastecimento, selecionando de forma unitária as responsabilidades sobre cada fase da comercialização. Ex.: a indústria fabrica o produto, o atacadista exclusivo estoca e vende aos varejos que comercializa junto ao consumidor final. LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 39. • TRÊS MODELOS BÁSICOS DOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO • Canais híbridos Este modelo divide as atividades de comercialização entre vários agentes até que o produto chegue ao consumidor final. Ex.: a indústria fabrica o produto, os representantes comerciais comercializam o produto, os atacadistas estocam e vendem aos varejos que comercializa junto ao consumidor final. LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 40. • TRÊS MODELOS BÁSICOS DOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO • Canais múltiplos Este modelo visa deixar a decisão para o consumidor final, que avaliará os diversos elementos na cadeia de abastecimento e verificará qual lhe é mais adequado. Ex.: a indústria fabrica o produto, cria vários canais de comercialização (representantes de vendas, venda via internet, venda via telemarketing, atacadistas representantes, etc), distribui seu produto por meio de seu centro de distribuição e/ou atacadistas que, por sua vez, entregam ao varejo o produto, ou por meio de entrega direta ao consumidor final. LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 41. INTRODUÇÃO 1- Introdução e conceitos da Logística Integrada; 2- A Logística e seu Desenvolvimento; 3- Visão da Logística; 4- Tendências da Cadeia de Abastecimento; 5- Canais de Distribuição; 6- Visão Sistêmica da Cadeia Logística; 7- Custo x Nível de Serviço na Logística; 8- A Influência da Tecnologia da Informação na Logística; 9- Noção de Armazenagem & Distribuição; 10- Evolução e Conceitos de Logística & Supply Chain; 11- Sistema Integrados de Informações Logísticas; 12- Avaliação Pedagógica LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 42. CUSTOS X NÍVEL DE SERVÍÇO LOGÍSTICO LOGÍSTICA INTEGRADA Custos logísticos São todos os custos relacionados com a logística de uma empresa, entre os quais se podem destacar os custos de armazenagem, custos de existência (stock), custo de ruptura de stock, custos de processamento de encomendas e custos de transporte. Os custos logísticos são, geralmente, os segundos mais importantes, só ultrapassados pelos custos da própria mercadoria. Por isso, saber gerir esses custos pode ser crucial para a sobrevivência da empresa (Ricarte, 2002). A gestão destes custos é feita através do planeamento de custo ou do pré-cálculo de custo pois estes permitem determinar os padrões de custo de produção ou produto/mercadoria (Chiavenato, 1991, p. 130).
  • 43. CUSTOS X NÍVEL DE SERVÍÇO LOGÍSTICO LOGÍSTICA INTEGRADA O gestor logístico é responsável pelo percurso que as matérias-primas efetuam até chegar ao cliente, sob a forma de produtos acabados, assim como por toda a informação e processos envolvidos. Este deve procurar simplificar as operações de processamento e marketing de forma a obter o menor custo. O objetivo da logística é então atingir um determinado nível de serviço de cliente, ao menor custo total possível. Sendo que quanto maior for o nível de serviço pretendido, maior o custo total logístico, um bom desempenho a nível logístico resulta do equilíbrio entre o nível de serviço e os custos. No entanto, chegou- se à conclusão de que a relação entre o nível de serviço e o custo total não é linear, e o melhor balanço entre os dois é específico de cada caso.
  • 44. CUSTOS X NÍVEL DE SERVÍÇO LOGÍSTICO LOGÍSTICA INTEGRADA Como já foi descrito, os custos logísticos mais significativos são os custos de existências e os custos de transporte. Desta forma, a relação de trade- off* entre os mesmos é muito importante para um sistema logístico.. * Trade-off é uma expressão que define uma situação em que há conflito de escolha. Ele se caracteriza em uma ação econômica que visa à resolução de problema mas acarreta outro, obrigando uma escolha. Ocorre quando se abre mão de algum bem ou serviço distinto para se obter outro bem ou serviço distinto. De um modo geral, pode afirmar-se que o custo de transporte e o custo de existências têm uma relação inversa, isto é, o custo de transporte aumenta quando o custo de existências diminui e vice-versa.
  • 45. CUSTOS X NÍVEL DE SERVÍÇO LOGÍSTICO LOGÍSTICA INTEGRADA Analisando a relação entre os custos de transporte e os custos de existência em função do número de armazéns de um sistema logístico, verifica-se que o ponto de equilíbrio entre os custos referidos corresponde ao número ótimo de armazéns no sistema logístico. Mais especificamente, verifica-se que para um número de armazéns inferior ao número ótimo, à medida que o número de armazéns aumenta os custos de transporte vão diminuindo, ao contrário dos custos de existências, que vão aumentando. Ao ultrapassar o número óptimo de armazéns – por exemplo, pela implementação de armazéns extra de forma a aumentar o nível de serviço – verifica-se que os custos de transporte vão diminuindo com o aumento do número de armazéns. Os custos de existências assumem nesta situação o comportamento inverso, ou seja, vão aumentando com o aumento de número de armazéns. É de notar ainda que se o aumento do número de armazéns for muito significativo, os custos de transporte passam também a crescer. Embora a análise apresentada tenha sido feita em função do número de armazém, este não é o único fator que determina os custos de transporte e de existências, tendo sido referido a título de exemplo.
  • 46. CUSTOS X NÍVEL DE SERVÍÇO LOGÍSTICO LOGÍSTICA INTEGRADA Fatores de competitividade A competitividade é frequentemente interpretada como concorrência de preços de venda. Apesar de este ser igualmente um fator a ter em conta, em diversos mercados, o nível de serviço é uma importante forma de competitividade. Por exemplo, se uma empresa pode garantir ao cliente a entrega dos produtos num período de tempo mais curto, então o cliente poderá minimizar o seu custo de existências e consequentemente a sua satisfação face à empresa fornecedora aumentará. Através do aumento do nível de serviço, a empresa aumentou a sua competitividade.
  • 47. CUSTOS X NÍVEL DE SERVÍÇO LOGÍSTICO LOGÍSTICA INTEGRADA Fatores de competitividade 1.Período de aprovisionamento Considerado como o intervalo de tempo que decorre desde que o cliente faz uma encomenda até ao momento da sua recepção, o período de aprovisionamento afeta o número de existências em stock. Quanto menor o período de aprovisionamento, menor o nível de existências necessário e consequentemente menor o custo de existências. Uma empresa pode aumentar o nível de serviço através da redução do período de aprovisionamento do cliente. 2.Substitubilidade A substitubilidade afeta o nível de serviço: geralmente, quanto maior for a substitubilidade, maior deverá ser o nível de serviço correspondente. Se um produto não tiver um substituto no mercado, o cliente esperará caso ocorra ruptura de stocks. Por outro lado, para um produto que possa facilmente ser substituído por outros, uma situação de ruptura de stocks vai ter como consequência mais provável a perda da venda (o cliente não espera). Considera-se que se uma empresa pretender reduzir a possibilidade de ocorrência de ruptura de stocks (e portanto aumentar o nível de serviço), deve aumentar os custos de existências ou os custos de transporte.
  • 48. CUSTOS X NÍVEL DE SERVÍÇO LOGÍSTICO LOGÍSTICA INTEGRADA 3.Efeito das existências Ao aumentar o custo de existências (seja por aumentar o nível médio de stocks ou por aumentar os pontos de aprovisionamento), as empresas conseguem reduzir o custo de ruptura de stocks. Isto é, existe uma relação inversa entre o custo de vendas perdidas e o custo de existências. Esta redução no custo de ruptura de stocks traduzirá um aumento de nível de serviço. É, no entanto, frequente as empresas estarem dispostas a aumentar o custo de existências, mas apenas enquanto este aumento se refletir numa taxa significativa de redução do custo de ruptura de stocks, isto é, até ao ponto em que os custos marginais se igualam. 4.Efeito do transporte Tal como o efeito de existências, também um aumento do custo de transporte se reflete numa diminuição do custo associado a vendas perdidas. Uma empresa poderá então investir no transporte, reduzindo o custo de ruptura de stocks e aumentando o seu nível de serviço. O aumento do custo de transporte pode fazer-se através da aquisição de um serviço de transporte de qualidade superior – por exemplo, passar de um meio de transporte marítimo para um meio de transporte ferroviário ou de um meio de transporte ferroviário para um meio de transporte rodoviário, ou mesmo do rodoviário para um meio de transporte aéreo, dependendo da situação em questão.
  • 49. CUSTOS X NÍVEL DE SERVÍÇO LOGÍSTICO LOGÍSTICA INTEGRADA Otimização do custo logístico A importância da relação custo/nível de serviço originou o desenvolvimento de modelos que exploram esta relação. Estes modelos são muito abrangentes, podendo ser aplicados a vários fatores: localização de fábricas, centros de distribuição, fluxo de informação e materiais dentro de um sistema logístico, entre outros. Dentro dos mesmos, encontram-se os modelos de otimização. Estes procuram otimizar o custo logístico, tendo também em conta o nível de serviço pretendido. As vantagens do uso de técnicas de optimização são: • O utilizador tem a garantia de que encontra de fato a melhor solução possível, para as condições apresentadas; • Os modelos de otimização têm geralmente capacidade para lidar com sistemas com um grau de complexidade elevado; • A análise efetuada por estes modelos revela-se muito eficiente, já que todas as alternativas são exploradas; • Pode explorar-se quais os efeitos de determinados fatores do sistema no custo total, já que o modelo recalcula a solução óptima para cada situação apresentada; • Face à utilização de regras heurísticas, os modelos de optimização originam um lucro mais elevado. Por vezes, a diferença entre o lucro num caso e noutro é bastante significativa.
  • 50. INTRODUÇÃO 1- Introdução e conceitos da Logística Integrada; 2- A Logística e seu Desenvolvimento; 3- Visão da Logística; 4- Tendências da Cadeia de Abastecimento; 5- Canais de Distribuição; 6- Visão Sistêmica da Cadeia Logística; 7- Custo x Nível de Serviço na Logística; 8- A Influência da Tecnologia da Informação na Logística; 9- Noção de Armazenagem & Distribuição; 10- Evolução e Conceitos de Logística & Supply Chain; 11- Sistema Integrados de Informações Logísticas; 12- Avaliação Pedagógica LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 51. A INFLUÊNCIA DA T.I. NA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA Informações rápidas e precisas são decisivas para a eficácia de sistemas logísticos. Assim, a Tecnologia da Informação vem ganhando espaço neste ambiente de competição baseado na otimização do tempo, onde a logística aparece como fator essencial em nível estratégico, tático e operacional, e os sistemas de informações logísticos buscam viabilizar soluções completas e integradas para a plena gestão da cadeia logística (BOWERSOX e CLOSS, 2001). Nesse contexto, a utilização da Tecnologia da Informação associada à logística é significativa para que as empresas alcancem o objetivo almejado, ou seja, maior competitividade, criando um diferencial no mercado em que atuam. Além disso, possibilita o aperfeiçoamento do nível de serviço, mediante melhoria na oferta ao cliente, bem como maior integração entre os membros da cadeia de suprimentos, do fornecedor ao cliente final, envolvendo as organizações que fazem parte do processo (CHRISTOPHER,1997).
  • 52. A INFLUÊNCIA DA T.I. NA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA Conforme mencionado, por muito tempo a T.I. foi vista apenas como suporte administrativo e incapaz de gerar qualquer retorno para o negócio, ao contrário, só trazia custos. Atualmente o uso (aplicação) da T.I. tem sido cada vez maior no dia a dia das organizações e é considerado um diferencial competitivo, levando as empresas a investirem maciçamente em pesquisa e desenvolvimento para aumentar os lucros, influenciando desta feita seu modelo de estratégia e organização. Embora já tenha sido apresentado um conceito de logística, não é demais lembrar que é essa: A área da Administração que cuida do transporte e armazenamento das mercadorias. É o conjunto de: Planejamento, Operação e Controle do Fluxo de Materiais, Mercadorias, Serviços e Informações da Empresa, integrando e racionalizando as funções sistêmicas, desde a Produção até a Entrega, assegurando vantagens competitivas na Cadeia de Distribuição e, consequentemente, a satisfação dos clientes.
  • 53. A INFLUÊNCIA DA T.I. NA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA Os conhecimentos apreendidos a partir da TI aplicada à Logística Empresarial nos mostram que os principais modelos de estratégia e organização de negócios objetivam: a) Excelência Operacional: no mercado imprevisível e competitivo da atualidade as empresas ou crescem e se destacam ou vão à falência. Para crescer devem ser bem gerenciadas e estar comprometidas a melhorar mais rapidamente do que os concorrentes, minimizando ou eliminando custos operacionais sem importância. Além disso, a direção deve acreditar nos fundamentos da qualidade e estar envolvida com a melhoria contínua para aumentar a eficiência e competitividade, pois, a inserção de novos sistemas e tecnologia desempenha uma função relevante na criação de processos operacionalmente excelentes. Excelência operacional significa em poucas palavras que as empresas enfatizam a eficiência e a confiabilidade, liderando o mercado em termos de preço e conveniência, minimizando custos.
  • 54. A INFLUÊNCIA DA T.I. NA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA Os conhecimentos apreendidos a partir da TI aplicada à Logística Empresarial nos mostram que os principais modelos de estratégia e organização de negócios objetivam: b) Intimidade com Parceiros e Clientes: foca o cultivo do relacionamento com os parceiros e clientes, valorizando o tempo de vida e customizando com base no conhecimento profundo do cliente. As empresas devem esforçar-se ao máximo para encontrar e oferecer o produto ou o serviço que satisfaça às verdadeiras necessidades do cliente que, na maioria das vezes deseja sentir-se especial, notando que o produto que adquiriu é de certa forma, único, customizado. "É nessa atividade que entra o Customer Relationship “Relacionamento com o Cliente” Management, ou CRM, que são procedimentos de gestão voltados ao desenvolvimento de estratégias que visam a obtenção de lealdade e retenção de verdadeiros clientes" (SILVA, 2003).
  • 55. A INFLUÊNCIA DA T.I. NA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA Os conhecimentos apreendidos a partir da TI aplicada à Logística Empresarial nos mostram que os principais modelos de estratégia e organização de negócios objetivam: c) Liderança em Produtos ou Serviços: adoção de novas ideias, novas soluções e rápida comercialização, produzindo produtos ou oferecendo serviços reconhecidos como superiores pelos clientes, de maneira que sejam colocados à disposição do mercado benefícios reais e de melhor desempenho.
  • 56. A INFLUÊNCIA DA T.I. NA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA Software de Supply Chain Management - Definições e Principais Funcionalidades O final da década passada foi marcada pelo crescimento vertiginoso das implantações de sistemas ERPs (SAP/R3, Oracle, BAAN, etc). Este movimento foi impulsionado tanto pelo temor com relação ao bug do milênio quanto pela adoção por parte de muitas empresas de uma visão de seu negócio através de processos. Antes de se discutir os softwares de SCM em detalhes, é relevante uma breve abordagem acerca dos sistemas ERP a fim de que fiquem claras as diferenças entre os dois. Os ERPS são sistemas transacionais que tendem a focar no nível operacional não possuindo muita capacidade analítica para ajudar em decisões de planejamento e estratégicas. Eles são ótimos em informar aos gerentes o que está acontecendo, mas não em informar o que deve estar acontecendo. Os sistemas ERPs podem informar qual o nível de estoque atual de um produto em determinado depósito, por exemplo, mas são fracos para determinar quanto de estoque é necessário para se atingir um determinado nível de serviço.
  • 57. A INFLUÊNCIA DA T.I. NA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA ERP - Enterprise Resources Planning ou Planejamento de Recursos da Corporação Um sistema dito ERP tem a pretensão de suportar todas as necessidades de informação para tomada de decisão gerencial de um empreendimento como um todo. Em uma tradução livre Enterprise Resources Planning poderia significar "Planejamento de Recursos da Corporação". Esse termo tem sido cunhado como o estágio mais avançado dos sistemas tradicionalmente chamados de MRPII (Manufacturing Resources Planning, ou Planejamento das Necessidades de Materiais). É basicamente composto de módulos que atendam a necessidade de informação para a tomada de decisão de setores, outros que não apenas aqueles ligados à manufatura: distribuição física, custos, recebimento, fiscal, faturamento, recursos humanos, finanças, contabilidade, entre outros, todos integrados entre si e com os módulos de manufatura, a partir de uma base de dados única e não redundante.
  • 58. A INFLUÊNCIA DA T.I. NA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA ECR - Efficient Consumer Response ou Resposta Eficiente ao Consumidor No conceito ECR as informações geradas pelos hábitos de compras dos consumidores comandam a cadeia para um resultado mais satisfatório para todos os componentes. A cadeia de distribuição moderna do segmento de produtos de consumo de massa é uma cadeia na movimentação do fluxo de mercadorias e eficiente na transmissão de informações entre os integrantes. O segmento de supermercados vem tradicionalmente operando com margens operacionais muito pequenas e tem estado sob intensa pressão de várias fontes. De um lado, consumidores esperam maior variedade, qualidade e atratividade em preços baixos. De outro lado, novos canais de distribuição de produtos alimentares e não alimentares como lojas de conveniência, depósitos de descontos e outros tipos de varejos mistos, têm aumentado as pressões competitivas, impactando dessa forma nas margens. Ao mesmo tempo, o custo de fazer negócios e gerir a empresa continua a crescer, apesar de várias iniciativas contrárias.
  • 59. A INFLUÊNCIA DA T.I. NA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA Estas vantagens provenientes de sua utilização são consequência das três principais características deste tipo de sistema: 1. Possibilidade de planejamento integral de toda a cadeia de suprimentos, ao menos do fornecedor até o cliente de uma única empresa, ou até mesmo de uma rede de empresas mais abrangente; 2. Real otimização através da definição correta de alternativas, objetivos e restrições para os vários problemas de planejamento e com base no uso de métodos de planejamento otimizadores ; 3. Uso de um sistema de planejamento hierárquico, a única estrutura que permite a combinação das duas propriedades precedentes: o planejamento otimizado de toda a cadeia não é factível na forma de um sistema monolítico, que executa todas as tarefas de planejamento simultaneamente - o que seria impraticável - nem através da execução destas tarefas de forma sequencial - o que impossibilitaria a otimização. O planejamento hierárquico é uma ponderação entre praticidade e a consideração da interdependência existente entre as tarefas de planejamento.
  • 60. A INFLUÊNCIA DA T.I. NA LOGÍSTICA LOGÍSTICA INTEGRADA A conclusão a que se chega é que a tecnologia da informação encontra-se cada vez mais presente no cotidiano das empresas, desde a automação dos processos produtivos, administrativos e logísticos; tudo liga-se à informação que ela (T.I.) pode gerar. Não há dúvida de que a tecnologia ocupa não só um lugar de destaque em qualquer organização, mas é também tão indispensável quanto a energia elétrica, basta recordar que no caso do sistema bancário, a T.I. "confunde-se" com o negócio propriamente dito. A implantação de uma Governança de T.I. além de dar mais transparência às atividades de T.I. e esclarecer as expectativas mencionadas no corpo deste estudo, possibilita também a disponibilização de serviços mais seguros, integrados e continuados. É fundamental ter uma Governança de T.I. eficaz e que possibilite criar valor de T.I. para o negócio da empresa, bem como a sua preservação; detectando seus impactos nos resultados obtidos pela organização, considerando os ganhos de produtividade e a competitividade do mercado.
  • 61. INTRODUÇÃO 1- Introdução e conceitos da Logística Integrada; 2- A Logística e seu Desenvolvimento; 3- Visão da Logística; 4- Tendências da Cadeia de Abastecimento; 5- Canais de Distribuição; 6- Visão Sistêmica da Cadeia Logística; 7- Custo x Nível de Serviço na Logística; 8- A Influência da Tecnologia da Informação na Logística; 9- Noção de Armazenagem & Distribuição; 10- Evolução e Conceitos de Logística & Supply Chain; 11- Sistema Integrados de Informações Logísticas; 12- Avaliação Pedagógica LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 62. NOÇÃO DE ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA INTEGRADA A armazenagem é constituída por um conjunto de funções de recepção, descarga, carregamento, arrumação e conservação de matérias-primas, produtos acabados ou semiacabados. Uma vez que este processo envolve mercadorias, este apenas produz resultados quando é realizada uma operação, nas existências em trânsito, com o objetivo de lhes acrescentar valor (Dias, 2005, p. 189). Pode-se definir a missão da armazenagem como o compromisso entre os custos e a melhor solução para as empresas. Na prática isto só é possível se tiver em conta todos os fatores que influenciam os custos de armazenagem, bem como a importância relativa dos mesmos (Casadevante, 1974, p. 26).
  • 63. NOÇÃO DE ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA INTEGRADA De forma a ir ao encontro das necessidades das empresas, e uma vez que os materiais têm tempos mortos ao longo do processo, estes necessitam de uma armazenagem racional e devem obedecer a algumas exigências (Casadevante, 1974, p. 22): • Quantidade: a suficiente para a produção planejada; • Qualidade: a recomendada ou pré-definida como conveniente no momento da sua utilização; • Oportunidade: a disponibilidade no local e momento desejado; • Preço: o mais económico possível dentro dos parâmetros mencionados. IMPORTÂNCIA:
  • 64. NOÇÃO DE ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA INTEGRADA A armazenagem quando efetuada de uma forma racional poderá trazer inúmeros benefícios, os quais se traduzem diretamente em reduções de custos. Se não vejamos (Casadevante, 1974, p. 28): • Redução de risco de acidente e consequente aumento da segurança; • Satisfação e aumento da motivação dos trabalhadores; • Incremento na produção e maior utilização da tecnologia; • Melhor aproveitamento do espaço; • Redução dos custos de movimentações bem como das existências; • Facilidade na fiscalização do processo e consequente diminuição de erros; • Redução de perdas e inutilidades; • Versatilidade perante novas condições VANTAGENS:
  • 65. NOÇÃO DE ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA INTEGRADA DESVANTAGENS: Algumas desvantagens da armazenagem são segundo Krippendorff (1972, p. 24): • Os materiais armazenados estão sujeitos a capitais os quais se traduzem em juros a pagar; • A armazenagem requer a ocupação de recintos próprios ou o aluguel que se traduz em rendas; • A armazenagem requer serviços administrativos; • A mercadoria armazenada têm prazos de validade que têm de ser respeitados; • Um armazém de grandes dimensões implica elevados custos de movimentações; • um armazém de grande porte necessita de maquinas com tecnologia.
  • 66. NOÇÃO DE ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA INTEGRADA FATORES QUE AFETAM A ARMAZENAGEM: Na armazenagem pode-se considerar que intervém uma série de variáveis, as quais se denominam “fatores”. Estes possuem uma influência específica para cada caso e têm um papel preponderante na realização de uma boa armazenagem (Casadevante, 1974, p. 45). Se não veja-se: 1. O material é destacado como o principal ítem da armazenagem. Este pode ser diferenciado pela sua utilização, consumo, e apresentação, bem como outras características especiais que podem ser determinantes nas medidas a adaptar, devendo-se por isso classificar os materiais tendo em conta diversos itens (Casadevante, 1974, p. 62).
  • 67. NOÇÃO DE ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA INTEGRADA FATORES QUE AFETAM A ARMAZENAGEM: Na armazenagem pode-se considerar que intervém uma série de variáveis, as quais se denominam “fatores”. Estes possuem uma influência específica para cada caso e têm um papel preponderante na realização de uma boa armazenagem (Casadevante, 1974, p. 45). Se não veja-se: 2. A espera é destacada como grande impulsionadora da armazenagem. Esta traduz-se na antecipação com que os materiais devem ser colocados na empresa à espera de serem utilizados no processo (Casadevante, 1974, p. 62).
  • 68. NOÇÃO DE ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA INTEGRADA FATORES QUE AFETAM A ARMAZENAGEM: Na armazenagem pode-se considerar que intervém uma série de variáveis, as quais se denominam “fatores”. Estes possuem uma influência específica para cada caso e têm um papel preponderante na realização de uma boa armazenagem (Casadevante, 1974, p. 45). Se não veja-se: 3. A existência traduz-se na acumulação ou reunião de materiais em situação de espera. Este conceito também se pode estender à quantidade de cada material em espera num armazém (Casadevante, 1974, p. 62).
  • 69. NOÇÃO DE ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA INTEGRADA FATORES QUE AFETAM A ARMAZENAGEM: Na armazenagem pode-se considerar que intervém uma série de variáveis, as quais se denominam “fatores”. Estes possuem uma influência específica para cada caso e têm um papel preponderante na realização de uma boa armazenagem (Casadevante, 1974, p. 45). Se não veja-se: 4. O tráfego está incutido no processo de armazenagem, pois este envolve a reunião de homens, máquinas e principalmente dos materiais. O tráfego contém geralmente operações com (Casadevante, 1974, p. 72): • desacomodação • carregamento • movimentações internas do local • movimentações externas do local • descarregamento • colocações
  • 70. NOÇÃO DE ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA INTEGRADA Distribuição é um dos processos da logística responsável pela administração dos materiais a partir da saída do produto da linha de produção até a entrega do produto no destino final (Kapoor et al., 2004, p. 2). Após o produto pronto ele tipicamente é encaminhado ao distribuidor. O distribuidor por sua vez vende o produto para um varejista e em seguida aos consumidores finais. Este é o processo mais comum de distribuição, porém dentro desse contexto existe uma série de variáveis e decisões de trade-off a serem tomadas pelo profissional de logística.
  • 71. NOÇÃO DE ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA INTEGRADA O QUE A LOGÍSTICA QUER SABER: Algumas perguntas que devem ser feitas para definição do modelo de distribuição com o objetivo de entregar o produto ou serviço ao consumidor final: • Preciso que o produto seja vendido por um varejista? • Preciso que seja distribuído por um atacadista? • Preciso de quantos níveis no meu canal de distribuição? • Qual o comprimento do meu canal (quantos intermediários)? • Onde e quando meu produto precisa estar disponível? • Como será minha distribuição? (exclusiva, seletiva ou generalista).
  • 72. NOÇÃO DE ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA INTEGRADA PROCESSOS DE DISTRIBUIÇÃO: A distribuição é divida em outros sub-processos tais como: • Movimentação da linha de produção; • Expedição; • Gestão de estoques; • Gestão de transportes; • Logística reversa (reciclagem e devolução). • LogÍstica de transportes agrários
  • 73. NOÇÃO DE ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA INTEGRADA CIRCUITOS DE DISTRIBUIÇÃO: Tradicionalmente a Distribuição configura-se como a continuação lógica da função de vendas, onde se faz chegar o produto ao consumidor através de um Circuito de Distribuição (SOUSA, José Meireles; 2000). Um Circuito de Distribuição é constituído pelo conjunto de pessoas ou organizações que promovem e facilitam a circulação dos produtos, desde o produtor ao consumidor final. O conjunto de entidades localizadas entre o produtor e o consumidor final são designadas como intermediários, e o número de intermediários vai determinar o tipo de Circuito de Distribuição.
  • 74. NOÇÃO DE ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA INTEGRADA TIPOS DE DISTIRBUIÇÃO: Canal direto – circuito em que não existem intermediários, isto é, o produto transita diretamente do produtor para o consumidor final. Têm a vantagem de ser completamente controlados pelos produtores e de proporcionarem um melhor conhecimento do mercado; por outro lado, têm o inconveniente de não permitirem uma grande dispersão geográfica. Canal Curto – Circuito em que não existem grossistas, isto é, o produto transita do produtor para um retalhista, ou número reduzido de retalhistas. Os circuitos curtos permitem uma melhor cobertura do mercado; contudo, requerem uma rede de intermediários que, embora pequena, faz com que a empresa possa ficar dependente destes e perder o controlo do Circuito Canal Longo – Circuito em que intervém o grossista e eventualmente outros intermediários tais como o importador ou o agente. Estes canais são utilizados preferencialmente para produtos de grande consumo e requerem reabastecimentos frequentes dos intermediários. Possibilitam um alcance geográfico amplo, mas a gestão das relações internas do Circuito é mais trabalhosa e complexa.