Logística de Suprimentos

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Slide de apresentação de Logística de Suprimentos para o Curso Técnico em Logística do Senac / ES

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Logística de Suprimentos

  1. 1. Logística eLogística e Gerenciamento daGerenciamento da Cadeia de SuprimentosCadeia de Suprimentos
  2. 2. • Alta inflação. • Gestão totalmente financeira. • Política industrial protegida. • Cliente sem escolha. Falta de opção. • Acesso restrito às inovações tecnológicas. • Domínio das empresas familiares. • Negligência total com os processos.
  3. 3. • Abertura da economia brasileira. • Competitividade Internacional. • Acesso às inovações tecnológicas. • Ganho oriundo da eficiência na operação. • Reestruturação dos processos.
  4. 4. 9% 23% 38% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 1989 1996 2001 +400% Participação do capital estrangeiro na receita do comércio varejista do Brasil (500 maiores). Fonte : Exame Maiores e Melhores
  5. 5. População crescente População crescente GlobalizaçãoGlobalização Cliente mais exigente Cliente mais exigente Ciclo de vida dos produtos curto Ciclo de vida dos produtos curto Mais concorrência Mais concorrência Mais Pontos de Venda Mais Pontos de Venda Mais Fornecedores Mais Fornecedores Complexidade nos processos Complexidade nos processosMargens apertadas Margens apertadas
  6. 6. Estoque Transporte O processo logísticoO processo logístico integraintegra Armazenamento Informações Manuseio de Materiais EmbalagemFluxoFluxo
  7. 7. Produção Distribuição/ Armazenamento Pontos de Venda Cliente Logística reversa
  8. 8. A cadeia de suprimentos, também chamada Rede Logística consiste em fornecedores, centros defornecedores, centros de produção, depósitos, centros deprodução, depósitos, centros de distribuição, varejistas, além dedistribuição, varejistas, além de matérias-primas, estoques dematérias-primas, estoques de produtos em processos e produtosprodutos em processos e produtos acabadosacabados que se deslocam entre as instalações. (Simchi-Levi, 2010. p. 33)
  9. 9. Funções da Cadeia de suprimentos: • Atender o cliente final de acordo com suas necessidades de datas de recebimento; • Planejar as compras conforme a necessidade da produção; • Programar a produção conforme a necessidade do cliente; • Controlar todas as atividades de maneira integrada para assegurar o cumprimento das metas estabelecidas.
  10. 10. Principais atividades da Cadeia de Suprimentos: Transportes Manutenção de estoques Processamento de pedidos Aquisição Embalagem Armazenagem Manuseio de materiais Manutenção de informações.
  11. 11. A Cadeia de Suprimentos Podemos separar as atividades da GCS em quatro categorias: Planejamento, Compras, Produção e Entrega. Isso não quer dizer que a GCS substitui outros setores da empresa, e sim que se integra com estas áreas para obter mais eficiência nas operações da organização.
  12. 12. A Cadeia de Suprimentos Planejamento • Previsão de demanda: criar previsões realistas de quanto produto será necessário e onde. • Precificação: participar do processo de valoração do produto. • Gestão de Inventário: determinar a quantidade de material que será armazenada, e seu fluxo, para atingir as metas planejadas.
  13. 13. A Cadeia de Suprimentos Compras • Constatação da necessidade de comprar. • Requisição de compra. • Cotação (solicitação de preços e prazos) • Seleção de fornecedor(es) • Discussão com o requisitante. • Emissão do pedido de compra. • Entrega/Recebimento do produto • Informação ao setor de compras • Encaminhamento da(s) N.F.(s). • Abastecimento do setor de produção. • Pagamento ao fornecedor
  14. 14. A Cadeia de Suprimentos Compras Quando é que se toma “posse da mercadoria” solicitada ao fornecedor? • Quando se assina a N.F. no momento em que se recebe a mesma.
  15. 15. A Cadeia de Suprimentos Produção • Desenvolvimento de produtos: idealização do produto, com o objetivo de alcançar um desenvolvimento compatível com a otimização dos custos logísticos. • Cronograma de produção: definição do cronograma de produção (em função da demanda) para redução de custos da operação. • Gestão de Instalações: gestão de equipamentos, suprimentos e consumíveis.
  16. 16. A Cadeia de Suprimentos Entrega • Gestão de Transportes: movimentação de materiais pelos diversos meios disponíveis. • Gestão de Pedidos e Entregas: coordenação junto às áreas administrativas dos pedidos dos clientes, para melhorar tempos de entrega mantendo os custos operacionais sob controle.
  17. 17. EDI integrado à cadeia logística Adaptado de EAN Brasil – EDI Aplicado à cadeia de abastecimento
  18. 18. Logística de SuprimentoLogística de Suprimento Logística de Produção Logística de Distribuição Logística ReversaLogística Reversa
  19. 19. L o g í s t ic a d e S u p r im e n t o L o g í s t ic a d e P r o d u ç ã o L o g í s t ic a d e D is t r ib u iç ã o L o g í s t ic a R e v e r s a F O R N E C E D O R C O M P R A T R A N S P O R T E M O V IM E N T A Ç Ã O IN T E R N A S IN A L D E D E M A N D A E X P E D I Ç Ã O ( C O N T R O L E D E S A Í D A ) T R A N S P O R T E C L IE N T E P R O D U Ç Ã O
  20. 20. Compras/suprimentos • Suprimento é o ITEM COMPRADO, FABRICADO, ADMINISTRADO, MOVIMENTADO, ARMAZENADO, PROCESSADO E TRANSPORTADO dentro e fora da empresa.
  21. 21. Classificação dos suprimentos: • Matérias-primas; • Equipamentos ou peças de composição de um produto; • Peças de reposição de equipamentos; • Os produtos de um comércio; • Mix de produtos de um varejista; • Informação; • Mão de obra; • Material para reciclagem, etc.
  22. 22. Compras/suprimentos • Todo suprimento recebe um código numérico, chamado de peça, material item, SKU (Stock Keeping Unit- Unidade de Manutenção de Estoque),suprimento.
  23. 23. SKU- Unidade de Manutenção de Estoque • Um número SKU é essencial para ajudar o gerenciamento da empresa e controle de inventário, permitindo que os consumidores localizem produtos com maior facilidade. • Um SKU é essencialmente uma sequência de dígitos alfa-numéricos usada para identificar um produto. • Pode ser comumente encontrado acima do código de barras no verso da embalagem de um produto
  24. 24. SKU- Unidade de Manutenção de Estoque • É um identificador que simplifica a gestão dos produtos e o stock. • Pode ser utilizado para identificar um tipo de produto diferenciado por cor, marca, tamanho etc. Por exemplo no caso de uma T-shirt o SKU pode ser SKU 12345-BRN-XL no qual BRN indica a cor e XL o tamanho.
  25. 25. Exemplo de SKU
  26. 26. Fluxograma de compras • Mostra os estágios das solicitações até a emissão do pedido de compras. (ver página 24).
  27. 27. Cargos e funções da área de compras/suprimentos • Diretor de suprimentos: administra todos os negócios de compras e é o negociador direto com os principais fornecedores. Aprova as compras. • Gerente de suprimentos: gerencia as operações do departamento de suprimentos, negocia com fornecedores, aprova pedidos de compra, avalia fornecedores, etc. • Supervisor de compras: analisa e aprova pedidos de compras, visita fornecedores, etc. • Comprador técnico: cadastra fornecedores e pesquisa novos, emite os pedidos de compras, mantém o cadastro dos fornecedores atualizado.
  28. 28. Cargos e funções da área de compras/suprimentos • Comprador de materiais de almoxarifado e material administrativo: recebe aquisições de compras, faz cotações, emite pedidos de compras, etc. • Auxiliar de compras: recebe as solicitações de compras, controla os pedidos de compra, etc. • Acompanhador de compras (flow-up): acompanha os prazos de entrega dos pedidos, realiza contatos com fornecedores.
  29. 29. Procedimentos para compras • Dependendo da empresa, podem existir até quatro níveis de aprovação de um pedido de compra: 1º) nível 1: para compras sem cotações. Estipulado um valor, basta a assinatura do comprador. 2º) nível 2: compras de materiais de consumo provisório ou único. Estipulado um valor, assinatura do comprador e de seu superior imediato. 3º) nível 3: compras de materiais de consumo permanente (assinatura final do diretor de suprimentos) 4º) nível 4: compras de bens permanentes (assinatura do diretor de suprimentos e do diretor financeiro).
  30. 30. Modelo de Distribuição SEM intermediárioModelo de Distribuição SEM intermediário   09 transações comerciais. Empresa 1 Grupo de Consumidor 1 Empresa 2 Grupo de Consumidor 2 Empresa 3 Grupo de Consumidor 3
  31. 31. Modelo de Distribuição COM intermediárioModelo de Distribuição COM intermediário   06 transações comerciais. Empresa 1 Grupo de Consumidor 1 Empresa 2 Grupo de Consumidor 2 Empresa 3 Grupo de Consumidor 3 IntermediárioIntermediário
  32. 32. Classificação das cadeias de suprimentos • Cadeia interna: são as operações e atividades que ocorrem dentro de uma empresa (estoques e compras). • Cadeia imediata: representa os fornecedores diretos e os clientes distribuidores (varejo, atacados, etc). • Cadeia total: é a visão da cadeia contemplando os fornecedores até a origem da matéria-prima e os clientes dos clientes até o consumidor final.
  33. 33. Oportunidades de melhorias na CS • Uma cadeia de suprimentos que funciona bem é aquela em que há uma integração eficiente entre fornecedores, fabricantes, depósitos e varejo. Estudo de caso: livro p. 125 a 132. Trabalho e em grupo. Apresentação das conclusões.

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