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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO
SANTO
NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM ALFABETIZAÇÃO, LEITURA E
ESCRITA DO ESPÍRITO SANTO
Ação de Formação:
Pacto Nacional pela Alfabetização na
Idade Certa
Formadoras do 1º Ano:
Luciana Domingos de Oliveira
Maristela Gatti Piffer
26 e 27 de outubro de 2016
OBJETIVOS DOS PRIMEIROS ENCONTRO:
 Socializar o Plano de Trabalho 2016;
 Discutir as avaliações em larga escala;
 Analisar criticamente os resultados da Avaliação Nacional
da Alfabetização 2014;
 Retomar as abordagens de leitura;
 Realizar leitura ancorada na abordagem discursiva
(vivência de leitura de poema).
PLANO DE TRABALHO
 Duração total do curso: 100 horas.
Essa carga horária será distribuída em:
- Encontros presenciais:
31/10 – 03/11 – 10/11 – 17/11 – 24/11 – 01/12 – 15/12
- Seminário de socialização – 8 horas (17/12)
- Horas dedicadas às atividades não presenciais.
 Objetivo geral
Contribuir para o aperfeiçoamento da formação dos
professores alfabetizadores das redes públicas de
ensino que aderiram ao Pacto Nacional pela
Alfabetização na Idade Certa - Pnaic, apoiando o
trabalho desses profissionais na consolidação das
competências e habilidades de leitura, escrita e
matemática de seus alunos.
 Objetivos específicos
- Ofertar formação continuada em serviço aos Orientadores de
Estudos do Pnaic, responsáveis pela formação dos professores
alfabetizadores e coordenadores pedagógicos das escolas das
redes públicas de ensino participantes do programa.
- Propiciar análise de resultados das avaliações da alfabetização
da ANA e de outras realizadas pelas redes e sistemas e pelas
próprias escolas;
- Vivenciar a elaboração de diagnósticos das escolas e das salas
de aulas que possibilitem a equipe gestora e ao professor a
identificação de problemas apresentados pelas crianças com a
linguagem escrita e com a leitura relacionados ao processo de
alfabetização;
- Construir propostas de trabalho com a linguagem escrita na sala
de aula que oportunizem às crianças superar dificuldades de
aprendizagem do sistema de escrita.
- Discutir o trabalho com o texto na sala de aula, visando o seu
aprimoramento e o sucesso escolar das crianças que apresentam
problemas relacionados à alfabetização escolar.
 Conhecimentos a serem produzidos:
- Avaliação da alfabetização e seus resultados
- Intervenções que permitem a melhoria do ensino
aprendizagem nas escolas
 Metodologia de ensino aprendizagem
Este projeto visa, sobretudo, por meio do trabalho de
formação, a valorizar as experiências e saberes dos
professores alfabetizadores e dos coordenadores
estaduais, regionais, locais e Undime sobre a
alfabetização e, dessa forma, promover a reflexão da
prática educativa e da gestão da alfabetização sob a sua
responsabilidade, a partir da análise de resultados das
avaliações tanto nacionais como locais e de elaboração
de estratégias para melhoria do trabalho com a leitura e
com a escrita.
A formação é concebida como um espaçotempo
privilegiado de interlocução entre os diversos
profissionais que atuam na alfabetização nas escolas. Por
isso, a metodologia de trabalho envolverá a realização de
oficinas, discussões, produção de relatos e reflexões
sobre as experiências com o trabalho com a linguagem
escrita na alfabetização de crianças. A formação será
desenvolvida considerando os três primeiros anos de
escolarização e a especificidade do trabalho pedagógico
desenvolvido nas regiões campesinas.
 Recursos de ensino aprendizagem
- Cadernos do Programa disponibilizados pelo
Ministério da Educação
- Textos de referência na área
- Resultados da Avaliação Nacional da
Alfabetização
 Avaliação do processo de ensino aprendizagem
- A avaliação da Formação contemplará dois aspectos:
a) participação e aprendizagem dos conhecimentos
trabalhados na formação; b) desenvolvimento do projeto
de formação. Para avaliação desses aspectos, será
elaborado instrumento específico a ser aplicado no
encontro do mês de dezembro.
- Todos os participantes da formação deverá alcançar no
mínimo 75% de frequência nos encontros presenciais de
sua turma e nota igual ou superior a 7 (sete) de
aproveitamento, para fazer jus ao recebimento da bolsa
e, ao final da formação, obter sua certificação. As
atividades em serviço deverão ser executadas na sua
totalidade.
P
RETOMADA DE QUESTÕES REFERENTES A
AVALIAÇÃO PARA REALIZARMOS UMA
LEITURA CRÍTICA DA ANA
 Como definimos o
tema Avaliação no
âmbito educacional ?
 Avaliação Institucional - é um processo de pesquisa
integral da instituição e visa proporcionar reflexão
sobre sua atuação tendo em vista o alcance de seus
objetivos e o aprimoramento dos processos
ensinoaprendizagem.
 Avaliação da Gestão da
Aprendizagem – se constitui
na análise do desempenho da
instituição utilizando-se os
resultados das avaliações
internas, realizadas pelos
professores, e os resultados
das avaliações externas
(avaliações em larga escala).
 Avaliação do Trabalho Educativo-
nessa avaliação são considerados
os resultados (notas/desempenho
das turmas) mas também o
processo em que ocorreram as
aprendizagens. Nesse processo
são analisados aspectos como as
condições gerais da escola, o
acompanhamento e orientação do
setor pedagógico, a ação docente
entre outros.
Essa Avaliação pode ocorrer no
Conselho de escola participativo
(com a participação de todos os
envolvidos no processo ensino
aprendizagem)
 Avaliação da Aprendizagem- se constitui no
acompanhamento/ monitoramento do processo
ensinoaprendizagem. Essa avaliação deve ser
realizada com a finalidade de contribuir para a
reorientação do planejamento em função das
necessidades de aprendizagem dos estudantes.
SURGIMENTO DAS AVALIAÇÕES EM
LARGA ESCALA
No Brasil, no final do século XX, apesar do aumento expressivo do
número de matrículas nas escolas na etapa obrigatória, a
sociedade acompanhou e vivenciou o alto índice de reprovação
que se aproximou de 50% nas turmas de anos iniciais.
Tal fato deu visibilidade a baixa qualidade da educação oferecida
à população.
Apesar da Constituição da República Federativa do Brasil de
1988 (Brasil, 1988) declarar, como princípio de organização
do ensino brasileiro, a “garantia de padrões mínimos de
qualidade”, esse princípio não obteve materialidade jurídica
ou política que pudesse balizar o debate educacional.
As políticas educacionais na década de 1990 voltaram-
se para o combate a repetência e a evasão, regulação
de fluxo, adoção de ciclos de escolarização que foram
difundidos na LDB 9394/96.
A ausência de encaminhamentos com foco na qualidade dos
processos de ensino aprendizagem refletiu na produção de
informações e monitoramento de dados (AVALIAÇÕES EM
LARGA ESCALA)
Com essa política, no início da década de 1990, foi instituído o
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB).
Em 2005 o SAEB foi reestruturado pela Portaria Ministerial nº
931, de 21 de março de 2005, passando a ser composto por
duas avaliações: Avaliação Nacional da Educação Básica
(Aneb) e Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc),
conhecida como Prova Brasil.
Em 2007, no contexto do Plano de Metas e Compromisso de
Todos pela Educação é implementada a Provinha Brasil que se
constituiu numa das ferramentas de avaliação da alfabetização
de crianças de 6 a 8 anos de idade.
Na edição de 2013, a partir da divulgação da portaria nº 482,
de 7 de junho de 2013, a Avaliação Nacional da Alfabetização
(ANA), prevista no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade
Certa- PNAIC, passou a compor o Saeb.
AVALIAÇÕES EM LARGA ESCALA REALIZADAS
NO ESPÍRITO SANTO
 Diferentes testes que
avaliam os estudantes de
todo o país, estados e
municípios.
 A PROVA BRASIL e a ANA integram um
conjunto de testes que são utilizadas como
parâmetros na avaliação internacional dos
estudantes, como é o caso do PISA.
Informando...
O que é o Pisa?
O Programme for InternationalStudentAssessment (Pisa)
- Programa Internacional de Avaliação de Estudantes - é
uma iniciativa de avaliação comparada, aplicada a
estudantes na faixa dos 15 anos, idade em que se
pressupõe o término da escolaridade básica obrigatória
na maioria dos países. O programa é desenvolvido e
coordenado pela Organização para Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em cada país
participante há uma coordenação nacional. No Brasil, o
Pisa é coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
The Organisation for Economic Co-operation
and Development (OECD)
 Você conhece essas avaliações?
Quais? Qual é a sua opinião sobre
essas avaliações?
 Elas realmente conseguem avaliar
as aprendizagens das crianças?
 Os resultados dessas avaliações
têm servido como referência para a
reorganização do trabalho educativo
com vistas ao alcance da efetiva
aprendizagem das crianças?
 Nosso diálogo foi importante porque pudemos
compartilhar nossas impressões sobre esse tema.
Assim, nesse momento passamos ao
desenvolvimento de uma análise sobre a ANA.
Primeiro, vamos conhecer a origem dessa avaliação.
Como a avaliação externa impacta na prática do docente?
 Em que contexto a ANA é produzida?
Cruz, Taveira e Souza (2016) nos apresentam de
maneira breve, o momento em que a Avaliação
Nacional da Educação aparece no cenário
educacional brasileiro: segundo elas em 2012,
encerrou-se a Década das Nações Unidas para a
Alfabetização que propunha metas e ações
internacionais tendo como slogan “Alfabetização para
a liberdade”, declarada pela ONU, em 2001, sob a
coordenação da UNESCO.
Neste contexto, iniciam-se vários
esforços, nacionais e municipais,
para monitorar a aprendizagem na
alfabetização [...]. No que se refere
ao período de alfabetização das
crianças, podem ser citados o
Plano Nacional da Educação (PNE)
2014/2024 (BRASIL, 2014a) e o
Pacto Nacional da Idade Certa –
PNAIC (BRASIL, 2012), além das
discussões, recentes,sobre a Base
Nacional Curricular Comum
(BNCC).
Pode-se dizer que o PNE/2014/2024, a partir de suas
diretrizes, metas e estratégias, passou a redirecionar
as demais políticas citadas, quando reafirma, nas
metas 2 e 5, a necessidade de se considerar um
período de três anos para alfabetizar as crianças de 6
a 8 anos de idade, ampliando o período de
alfabetização.
 Nesse contexto, é instituído o PNAIC, em 4 de julho de 2012,
pela portaria nº 867, a fim de atender a meta de alfabetizar
todas as crianças das escolas públicas até os oito anos de
idade, através do ciclo de alfabetização (BRASIL, 2014a) e
no âmbito do Pnaic cria-se,segundo o INEP, uma avaliação
direcionada, para as unidades escolares e estudantes
matriculados no 3º ano do ensino fundamental, fase final do
Ciclo de Alfabetização.
Documento básico sobre a ANA
produzido pelo INEP
(Disponível em http://download.inep.gov.br/educacao_basica/saeb/2013/livreto_ANA_online.pdf)
COMO A ANA É ORGANIZADA?
Para entendermos como essa avaliação é organizada,
precisamos, inicialmente, dialogar sobre o que significa uma
avaliação externa, em larga escala.
Diferentemente da avaliação interna realizada pelo professor e/ou
atores que integram a escola a avaliação externa em larga escala
é realizada por instituições externas, geralmente ligadas ao
Ministério da Educação e as Secretarias Estaduais e Municipais
de Educação e buscam:
 É preciso considerar, conforme
nos apontam Oliveira e Rocha
(2012) que as avaliações em larga
escala apontam que embora haja
parâmetros que delimitam o
“desejável” para os diferentes
anos de escolaridade avaliados.
No que tange à alfabetização, esses
parâmetros precisam ser mediados
pela reflexão de que os sujeitos
inseridos direta ou indiretamente
nesse processo, têm trajetórias
distintas, em contextos os mais
diversos, e guardam consigo as
singularidades de seus percursos de
vida e de seus processos de
ensinoaprendizagem.
Segundo essas autoras, deve-se considerar, ainda, os
riscos que permeiam as avaliações dessa natureza,
pois sob a falsa idéia de diagnosticar para intervir,
acabam se reduzindo à construção de “hierarquias de
excelência”.
Desse modo, muitas vezes, essas avaliações são
utilizados para construir uma classificação das
instituições de ensino e, assim, perde-se o sentido
amplamente “divulgado” pelos órgãos avaliadores que
é o diagnóstico para o encaminhamento de ações que
visem à melhoria do ensino.
 Passemos, nesse momento, a discutir a organização da
ANA. Para isso, vamos assistir a dois vídeos divulgados
pelo INEP em seu site:
http://portal.inep.gov.br/web/saeb/ana/resultados
Vídeo 1 – Interpretação do Boletim
Vídeo 2 – Interpretação Pedagógica da Escala
 Após assistirmos a esses vídeos, podemos inicialmente
concluir, conforme nos informe o INEP:
A Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) é uma avaliação
externa que objetiva aferir os níveis de alfabetização e
letramento em Língua Portuguesa (leitura e escrita) e
Matemática dos estudantes do 3º ano do ensino fundamental
das escolas públicas.
Além dos testes de desempenho, que medem a proficiência dos
estudantes nessas áreas, a ANA apresenta em sua primeira
edição as seguintes informações contextuais: o Indicador de
Nível Socioeconômico e o Indicador de Formação Docente da
escola.
 Os testes aplicados pela ANA
Os testes foram construídos tendo
como base Matrizes de Referência,
que contemplam um conjunto
delimitado de conhecimentos de
Língua Portuguesa e Matemática.
Cada teste é composto por vinte itens.
Em Língua Portuguesa, foram
aplicados dezessete itens objetivos de
múltipla escolha e três itens de
produção escrita.
No caso da Matemática, foram
aplicados vinte itens objetivos de
múltipla escolha. Os itens de produção
escrita da ANA demandaram a escrita
de duas palavras e uma produção
textual.
COMPREENDENDO AS ESCALAS DE PROFICIÊNCIA
EM LEITURA
Os resultados de desempenho nas áreas avaliadas são
expressos em escalas de proficiência.
As escalas de Língua Portuguesa (Leitura) e de
Matemática da ANA 2013 são compostas por quatro
níveis progressivos e cumulativos.
A organização é da menor para a maior proficiência.
Quando um percentual de alunos foi posicionado em
determinado nível da escala, pode-se pressupor que,
além de terem desenvolvido as habilidades referentes a
este nível, provavelmente também desenvolveram as
habilidades referentes aos níveis anteriores.
Conforme dicionário, proficiência é um adjetivo para
qualificar a pessoa que tem um total conhecimento sobre
determinado assunto, que executa tudo com muita
proficuidade, habilidade e competência. Um indivíduo
proficiente é alguém hábil e capaz, e demonstra
conhecimento em um determinadoassunto.
disponível em: https://www.significados.com.br).
COMPREENDENDO AS ESCALAS DE PROFICIÊNCIA
EM LEITURA
 Cabe uma análise em relação aos termos que aparecem na ANA,
podemos observar que os termos que aparecem nessa avaliação:
proficiência, habilidades, desempenho e competências estão
relacionados com a “Pedagogia das competências”, fato que nos leva
as seguintes inferências:
A Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) fundamenta-se em
uma concepção de educação da eficiência socialfundamentada
na eficiência burocrática da administração escolar, na qual
ocorre uma transferência do mundo empresarial para o mundo
da escola (ANTUNES, 2014).
Saviani (1994) ao problematizar a noção de currículo no contexto
da Pedagogia das competências, mostra que o termo está ligado
às ideias de controle do processo pedagógico, estabelecimento
de prioridades segundo as finalidades da educação, ordenação,
sequenciação e dosagem dos conteúdos de ensino.
Segundo Antunes (2014), os currículos por competências [...] definem o perfil do
professor com base nos desempenhos desejáveis para garantir a eficiência do
processo de ensino aprendizagem e estabelecem a eficiência do processo de
ensino aprendizagem com base nas expectativas sociais, centradas no mercado
de trabalho. Acredita-se ainda que o bom desempenho do aluno esteja
diretamente relacionado com seus professores eficientes.
Conforme Dias e Lopes (2003), as reformas educacionais em curso
no mundo globalizado abrangem um currículo organizado por
competências, a avaliação do desempenho, a promoção dos
professores por mérito, os conceitos de produtividade, eficiência e
eficácia.
As crianças são, muitas vezes, objetos de práticas educativas que
visam o treinamento com vistas ao alcance do bom desempenho em
avaliações como a ANA.

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Pnaic 2º encontro

  • 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM ALFABETIZAÇÃO, LEITURA E ESCRITA DO ESPÍRITO SANTO Ação de Formação: Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa Formadoras do 1º Ano: Luciana Domingos de Oliveira Maristela Gatti Piffer 26 e 27 de outubro de 2016
  • 2. OBJETIVOS DOS PRIMEIROS ENCONTRO:  Socializar o Plano de Trabalho 2016;  Discutir as avaliações em larga escala;  Analisar criticamente os resultados da Avaliação Nacional da Alfabetização 2014;  Retomar as abordagens de leitura;  Realizar leitura ancorada na abordagem discursiva (vivência de leitura de poema).
  • 3. PLANO DE TRABALHO  Duração total do curso: 100 horas. Essa carga horária será distribuída em: - Encontros presenciais: 31/10 – 03/11 – 10/11 – 17/11 – 24/11 – 01/12 – 15/12 - Seminário de socialização – 8 horas (17/12) - Horas dedicadas às atividades não presenciais.
  • 4.  Objetivo geral Contribuir para o aperfeiçoamento da formação dos professores alfabetizadores das redes públicas de ensino que aderiram ao Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa - Pnaic, apoiando o trabalho desses profissionais na consolidação das competências e habilidades de leitura, escrita e matemática de seus alunos.
  • 5.  Objetivos específicos - Ofertar formação continuada em serviço aos Orientadores de Estudos do Pnaic, responsáveis pela formação dos professores alfabetizadores e coordenadores pedagógicos das escolas das redes públicas de ensino participantes do programa. - Propiciar análise de resultados das avaliações da alfabetização da ANA e de outras realizadas pelas redes e sistemas e pelas próprias escolas; - Vivenciar a elaboração de diagnósticos das escolas e das salas de aulas que possibilitem a equipe gestora e ao professor a identificação de problemas apresentados pelas crianças com a linguagem escrita e com a leitura relacionados ao processo de alfabetização; - Construir propostas de trabalho com a linguagem escrita na sala de aula que oportunizem às crianças superar dificuldades de aprendizagem do sistema de escrita. - Discutir o trabalho com o texto na sala de aula, visando o seu aprimoramento e o sucesso escolar das crianças que apresentam problemas relacionados à alfabetização escolar.
  • 6.  Conhecimentos a serem produzidos: - Avaliação da alfabetização e seus resultados - Intervenções que permitem a melhoria do ensino aprendizagem nas escolas
  • 7.  Metodologia de ensino aprendizagem Este projeto visa, sobretudo, por meio do trabalho de formação, a valorizar as experiências e saberes dos professores alfabetizadores e dos coordenadores estaduais, regionais, locais e Undime sobre a alfabetização e, dessa forma, promover a reflexão da prática educativa e da gestão da alfabetização sob a sua responsabilidade, a partir da análise de resultados das avaliações tanto nacionais como locais e de elaboração de estratégias para melhoria do trabalho com a leitura e com a escrita.
  • 8. A formação é concebida como um espaçotempo privilegiado de interlocução entre os diversos profissionais que atuam na alfabetização nas escolas. Por isso, a metodologia de trabalho envolverá a realização de oficinas, discussões, produção de relatos e reflexões sobre as experiências com o trabalho com a linguagem escrita na alfabetização de crianças. A formação será desenvolvida considerando os três primeiros anos de escolarização e a especificidade do trabalho pedagógico desenvolvido nas regiões campesinas.
  • 9.  Recursos de ensino aprendizagem - Cadernos do Programa disponibilizados pelo Ministério da Educação - Textos de referência na área - Resultados da Avaliação Nacional da Alfabetização
  • 10.  Avaliação do processo de ensino aprendizagem - A avaliação da Formação contemplará dois aspectos: a) participação e aprendizagem dos conhecimentos trabalhados na formação; b) desenvolvimento do projeto de formação. Para avaliação desses aspectos, será elaborado instrumento específico a ser aplicado no encontro do mês de dezembro. - Todos os participantes da formação deverá alcançar no mínimo 75% de frequência nos encontros presenciais de sua turma e nota igual ou superior a 7 (sete) de aproveitamento, para fazer jus ao recebimento da bolsa e, ao final da formação, obter sua certificação. As atividades em serviço deverão ser executadas na sua totalidade.
  • 11. P
  • 12.
  • 13. RETOMADA DE QUESTÕES REFERENTES A AVALIAÇÃO PARA REALIZARMOS UMA LEITURA CRÍTICA DA ANA  Como definimos o tema Avaliação no âmbito educacional ?
  • 14.  Avaliação Institucional - é um processo de pesquisa integral da instituição e visa proporcionar reflexão sobre sua atuação tendo em vista o alcance de seus objetivos e o aprimoramento dos processos ensinoaprendizagem.
  • 15.  Avaliação da Gestão da Aprendizagem – se constitui na análise do desempenho da instituição utilizando-se os resultados das avaliações internas, realizadas pelos professores, e os resultados das avaliações externas (avaliações em larga escala).
  • 16.  Avaliação do Trabalho Educativo- nessa avaliação são considerados os resultados (notas/desempenho das turmas) mas também o processo em que ocorreram as aprendizagens. Nesse processo são analisados aspectos como as condições gerais da escola, o acompanhamento e orientação do setor pedagógico, a ação docente entre outros. Essa Avaliação pode ocorrer no Conselho de escola participativo (com a participação de todos os envolvidos no processo ensino aprendizagem)
  • 17.  Avaliação da Aprendizagem- se constitui no acompanhamento/ monitoramento do processo ensinoaprendizagem. Essa avaliação deve ser realizada com a finalidade de contribuir para a reorientação do planejamento em função das necessidades de aprendizagem dos estudantes.
  • 18.
  • 19.
  • 20. SURGIMENTO DAS AVALIAÇÕES EM LARGA ESCALA No Brasil, no final do século XX, apesar do aumento expressivo do número de matrículas nas escolas na etapa obrigatória, a sociedade acompanhou e vivenciou o alto índice de reprovação que se aproximou de 50% nas turmas de anos iniciais. Tal fato deu visibilidade a baixa qualidade da educação oferecida à população.
  • 21. Apesar da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (Brasil, 1988) declarar, como princípio de organização do ensino brasileiro, a “garantia de padrões mínimos de qualidade”, esse princípio não obteve materialidade jurídica ou política que pudesse balizar o debate educacional. As políticas educacionais na década de 1990 voltaram- se para o combate a repetência e a evasão, regulação de fluxo, adoção de ciclos de escolarização que foram difundidos na LDB 9394/96.
  • 22. A ausência de encaminhamentos com foco na qualidade dos processos de ensino aprendizagem refletiu na produção de informações e monitoramento de dados (AVALIAÇÕES EM LARGA ESCALA) Com essa política, no início da década de 1990, foi instituído o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB). Em 2005 o SAEB foi reestruturado pela Portaria Ministerial nº 931, de 21 de março de 2005, passando a ser composto por duas avaliações: Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb) e Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), conhecida como Prova Brasil.
  • 23. Em 2007, no contexto do Plano de Metas e Compromisso de Todos pela Educação é implementada a Provinha Brasil que se constituiu numa das ferramentas de avaliação da alfabetização de crianças de 6 a 8 anos de idade. Na edição de 2013, a partir da divulgação da portaria nº 482, de 7 de junho de 2013, a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), prevista no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa- PNAIC, passou a compor o Saeb.
  • 24. AVALIAÇÕES EM LARGA ESCALA REALIZADAS NO ESPÍRITO SANTO  Diferentes testes que avaliam os estudantes de todo o país, estados e municípios.  A PROVA BRASIL e a ANA integram um conjunto de testes que são utilizadas como parâmetros na avaliação internacional dos estudantes, como é o caso do PISA.
  • 25. Informando... O que é o Pisa? O Programme for InternationalStudentAssessment (Pisa) - Programa Internacional de Avaliação de Estudantes - é uma iniciativa de avaliação comparada, aplicada a estudantes na faixa dos 15 anos, idade em que se pressupõe o término da escolaridade básica obrigatória na maioria dos países. O programa é desenvolvido e coordenado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em cada país participante há uma coordenação nacional. No Brasil, o Pisa é coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). The Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD)
  • 26.  Você conhece essas avaliações? Quais? Qual é a sua opinião sobre essas avaliações?  Elas realmente conseguem avaliar as aprendizagens das crianças?  Os resultados dessas avaliações têm servido como referência para a reorganização do trabalho educativo com vistas ao alcance da efetiva aprendizagem das crianças?
  • 27.  Nosso diálogo foi importante porque pudemos compartilhar nossas impressões sobre esse tema. Assim, nesse momento passamos ao desenvolvimento de uma análise sobre a ANA. Primeiro, vamos conhecer a origem dessa avaliação.
  • 28. Como a avaliação externa impacta na prática do docente?
  • 29.  Em que contexto a ANA é produzida? Cruz, Taveira e Souza (2016) nos apresentam de maneira breve, o momento em que a Avaliação Nacional da Educação aparece no cenário educacional brasileiro: segundo elas em 2012, encerrou-se a Década das Nações Unidas para a Alfabetização que propunha metas e ações internacionais tendo como slogan “Alfabetização para a liberdade”, declarada pela ONU, em 2001, sob a coordenação da UNESCO.
  • 30. Neste contexto, iniciam-se vários esforços, nacionais e municipais, para monitorar a aprendizagem na alfabetização [...]. No que se refere ao período de alfabetização das crianças, podem ser citados o Plano Nacional da Educação (PNE) 2014/2024 (BRASIL, 2014a) e o Pacto Nacional da Idade Certa – PNAIC (BRASIL, 2012), além das discussões, recentes,sobre a Base Nacional Curricular Comum (BNCC).
  • 31. Pode-se dizer que o PNE/2014/2024, a partir de suas diretrizes, metas e estratégias, passou a redirecionar as demais políticas citadas, quando reafirma, nas metas 2 e 5, a necessidade de se considerar um período de três anos para alfabetizar as crianças de 6 a 8 anos de idade, ampliando o período de alfabetização.
  • 32.  Nesse contexto, é instituído o PNAIC, em 4 de julho de 2012, pela portaria nº 867, a fim de atender a meta de alfabetizar todas as crianças das escolas públicas até os oito anos de idade, através do ciclo de alfabetização (BRASIL, 2014a) e no âmbito do Pnaic cria-se,segundo o INEP, uma avaliação direcionada, para as unidades escolares e estudantes matriculados no 3º ano do ensino fundamental, fase final do Ciclo de Alfabetização. Documento básico sobre a ANA produzido pelo INEP (Disponível em http://download.inep.gov.br/educacao_basica/saeb/2013/livreto_ANA_online.pdf)
  • 33. COMO A ANA É ORGANIZADA? Para entendermos como essa avaliação é organizada, precisamos, inicialmente, dialogar sobre o que significa uma avaliação externa, em larga escala. Diferentemente da avaliação interna realizada pelo professor e/ou atores que integram a escola a avaliação externa em larga escala é realizada por instituições externas, geralmente ligadas ao Ministério da Educação e as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação e buscam:
  • 34.  É preciso considerar, conforme nos apontam Oliveira e Rocha (2012) que as avaliações em larga escala apontam que embora haja parâmetros que delimitam o “desejável” para os diferentes anos de escolaridade avaliados. No que tange à alfabetização, esses parâmetros precisam ser mediados pela reflexão de que os sujeitos inseridos direta ou indiretamente nesse processo, têm trajetórias distintas, em contextos os mais diversos, e guardam consigo as singularidades de seus percursos de vida e de seus processos de ensinoaprendizagem.
  • 35. Segundo essas autoras, deve-se considerar, ainda, os riscos que permeiam as avaliações dessa natureza, pois sob a falsa idéia de diagnosticar para intervir, acabam se reduzindo à construção de “hierarquias de excelência”. Desse modo, muitas vezes, essas avaliações são utilizados para construir uma classificação das instituições de ensino e, assim, perde-se o sentido amplamente “divulgado” pelos órgãos avaliadores que é o diagnóstico para o encaminhamento de ações que visem à melhoria do ensino.
  • 36.  Passemos, nesse momento, a discutir a organização da ANA. Para isso, vamos assistir a dois vídeos divulgados pelo INEP em seu site: http://portal.inep.gov.br/web/saeb/ana/resultados Vídeo 1 – Interpretação do Boletim Vídeo 2 – Interpretação Pedagógica da Escala
  • 37.  Após assistirmos a esses vídeos, podemos inicialmente concluir, conforme nos informe o INEP: A Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) é uma avaliação externa que objetiva aferir os níveis de alfabetização e letramento em Língua Portuguesa (leitura e escrita) e Matemática dos estudantes do 3º ano do ensino fundamental das escolas públicas. Além dos testes de desempenho, que medem a proficiência dos estudantes nessas áreas, a ANA apresenta em sua primeira edição as seguintes informações contextuais: o Indicador de Nível Socioeconômico e o Indicador de Formação Docente da escola.
  • 38.  Os testes aplicados pela ANA Os testes foram construídos tendo como base Matrizes de Referência, que contemplam um conjunto delimitado de conhecimentos de Língua Portuguesa e Matemática. Cada teste é composto por vinte itens. Em Língua Portuguesa, foram aplicados dezessete itens objetivos de múltipla escolha e três itens de produção escrita. No caso da Matemática, foram aplicados vinte itens objetivos de múltipla escolha. Os itens de produção escrita da ANA demandaram a escrita de duas palavras e uma produção textual.
  • 39. COMPREENDENDO AS ESCALAS DE PROFICIÊNCIA EM LEITURA Os resultados de desempenho nas áreas avaliadas são expressos em escalas de proficiência. As escalas de Língua Portuguesa (Leitura) e de Matemática da ANA 2013 são compostas por quatro níveis progressivos e cumulativos.
  • 40. A organização é da menor para a maior proficiência. Quando um percentual de alunos foi posicionado em determinado nível da escala, pode-se pressupor que, além de terem desenvolvido as habilidades referentes a este nível, provavelmente também desenvolveram as habilidades referentes aos níveis anteriores. Conforme dicionário, proficiência é um adjetivo para qualificar a pessoa que tem um total conhecimento sobre determinado assunto, que executa tudo com muita proficuidade, habilidade e competência. Um indivíduo proficiente é alguém hábil e capaz, e demonstra conhecimento em um determinadoassunto. disponível em: https://www.significados.com.br). COMPREENDENDO AS ESCALAS DE PROFICIÊNCIA EM LEITURA
  • 41.  Cabe uma análise em relação aos termos que aparecem na ANA, podemos observar que os termos que aparecem nessa avaliação: proficiência, habilidades, desempenho e competências estão relacionados com a “Pedagogia das competências”, fato que nos leva as seguintes inferências: A Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) fundamenta-se em uma concepção de educação da eficiência socialfundamentada na eficiência burocrática da administração escolar, na qual ocorre uma transferência do mundo empresarial para o mundo da escola (ANTUNES, 2014). Saviani (1994) ao problematizar a noção de currículo no contexto da Pedagogia das competências, mostra que o termo está ligado às ideias de controle do processo pedagógico, estabelecimento de prioridades segundo as finalidades da educação, ordenação, sequenciação e dosagem dos conteúdos de ensino.
  • 42. Segundo Antunes (2014), os currículos por competências [...] definem o perfil do professor com base nos desempenhos desejáveis para garantir a eficiência do processo de ensino aprendizagem e estabelecem a eficiência do processo de ensino aprendizagem com base nas expectativas sociais, centradas no mercado de trabalho. Acredita-se ainda que o bom desempenho do aluno esteja diretamente relacionado com seus professores eficientes. Conforme Dias e Lopes (2003), as reformas educacionais em curso no mundo globalizado abrangem um currículo organizado por competências, a avaliação do desempenho, a promoção dos professores por mérito, os conceitos de produtividade, eficiência e eficácia. As crianças são, muitas vezes, objetos de práticas educativas que visam o treinamento com vistas ao alcance do bom desempenho em avaliações como a ANA.