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OXIGENOTERAPIA
Enfº Residente Renata Melo
Abril,2013
Anatomia do sistema respiratório
-Faringe
- Laringe
• A laringe é um
órgão curto que
conecta a faringe
com a traquéia.
-Traquéia e brônquios
Bronquíolos
Circulação Pulmonar
Fisiologia do sistema respiratório
-Ventilação
Fisiologia do sistema respiratório
-Difusão e Perfusão
Oxigenoterapia
• A oxigenoterapia consiste na administração de oxigênio
suplementar com o intuito de elevar ou manter a saturação
de oxigênio acima de 90%, corrigindo os danos da
hipoxemia.
• A hipóxia celular pode ser causada pela diminuição da
quantidade de oxigênio no gás inspirado (exposição a
elevadas altitudes), diminuição da ventilação alveolar,
alterações na relação ventilação/perfusão, alterações de
transferência gasosa, decréscimo no gasto cardíaco, em
situações de choque hipovolêmico e diminuição ou
alterações moleculares da hemoglobina.
Oxigenoterapia
• Parâmetros para administração de O2:
• Segundo a “American Association for Respiratory Care”
(AARC), as indicações básicas de oxigenoterapia são:
-PaO2 < 60 mmHg ou Sat O2 < 90 % (em ar ambiente)
- Sat O2 < 88% durante a deambulação, exercício ou sono
em portadores de doenças cardiorrespiratórias.
-IAM
-Intoxicação por gases (monóxido de carbono)
-Envenenamento por cianeto
• Avaliação de Enfermagem considera: nível de
consciência, sinais vitais, coloração dos leitos ungueais,
SatO2.
Tipos de oxigenoterapia
• Sistemas de baixo fluxo
• Sistemas de alto fluxo
• A seleção do dispositivo baseia-se na FIO2
desejada.
Sistemas de baixo fluxo
Os dispositivos de O2 de baixo fluxo, suprem
taxas de fluxo menores que o volume inspiratório
do paciente.
Ex:
• Cânula nasal(tipo óculos)
• Cateter nasofaríngeo
• Máscara simples
Cânula nasal
• É utilizado, quando
o paciente requer
uma concentração
baixa ou média de
oxigênio.
• As velocidades de
fluxo superiores a 6
e 8l/min podem
levar a deglutição de
ar e o ressecamento
da mucosa nasal e
faríngea.
Material necessário
• Cânula nasal
dupla estéril;
• Umidificador;
• Extensão;
• Fluxômetro;
• Água destilada
Cateter nasofaríngeo
• Raramente é
utilizado, mas pode
ser prescrito na
terapia de curto
prazo, para
administrar baixas
e moderadas
concentrações de
O2.
• Deve ser
substituído por um
novo a cada 8h.
Material utilizado
• Cateter
nasofaríngeo
estéril
• Esparadrapo
• Gaze
• Lubrificante
• Umidificador
• Extensão
• Fluxômetro
• Água destilada
Máscara simples
• O corpo da máscara
em si coleta e armazena
oxigênio entre as
inspirações do paciente
e, a expiração se faz
através de orifícios
laterais ou pela própria
borda da máscara.
• Com fluxos inferiores
a 5l/min, o volume da
máscara atua como
espaço morto e provoca
a reinalação do CO2.
Material utilizado
• Máscara facial
simples
• Umidificador
• Extensão
• Fluxômetro
• Água destilada
Sistemas de alto fluxo
Os dispositivos de alto fluxo de oxigênio
suprem taxas de fluxo suficientemente elevadas
para acomodar duas ou três vezes o volume
inspiratório do paciente.
Ex:
• Venturi
Venturi
• É o método mais
confiável e exato para
administrar
concentrações exatas
de oxigênio através de
meios não-invasivos.
• Ela é utilizada
principalmente para
pacientes com DPOC.
• A máscara de
Venturi emprega o
princípio de Bernoulli .
FiO2 50% 40% 35% 28% 24%
Vazã
o(lp
m)
15 12 8 6 4
Material utilizado
• Válvula de acordo
com FiO2
• Traquéia
corrugada
• Extensor
• Umidificador
• Fluxômetro
• Água destilada
Tempo de Exposição (h) Resposta Fisiológica
12-24 Traqueobronquite; tosse seca;dor
torácica subesternal; diminuição da
clearence
mucociliar; diminuição da capacidade
vital
24-30 Parestesias; náuseas; vômitos;
alteração da síntese protéica nas
células endoteliais;
alterações na função celular;
30-48 Diminuição da complacência
pulmonar; aumento da P(A-a)O2;
diminuição da
capacidade de difusão.
48-60 Inativação do surfactante; edema
alveolar por aumento da
permeabilidade
> 60 SDRA: morte
Aspiração
• Geralmente é necessário aspirar as secreções do
paciente por causa da eficácia diminuída do
mecanismo de tosse.
• A aspiração é realizada quando os sons
respiratórios adventícios são detectados ou
sempre que as secreções estiverem nitidamente
presentes.
Material utilizado
• Sonda de aspiração
• Extensor
• Luvas estéreis
• Óculos de proteção
• Soro fisiológico estéril
• Copo de aspiração
• Gaze
Nebulização
• Durante a nebulização,
forma-se uma nuvem de
aerossol que será
aspirado pelo paciente.
• Favorece o processo de
fluidificação das
secreções presentes nas
vias aéreas.
• Meio de administração
de medicamentos, como
broncodilatadores.
Material Utilizado
• Fluxômetro
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Oxigenoterapia

  • 2. Anatomia do sistema respiratório -Faringe
  • 3. - Laringe • A laringe é um órgão curto que conecta a faringe com a traquéia.
  • 7. Fisiologia do sistema respiratório -Ventilação
  • 8. Fisiologia do sistema respiratório -Difusão e Perfusão
  • 9. Oxigenoterapia • A oxigenoterapia consiste na administração de oxigênio suplementar com o intuito de elevar ou manter a saturação de oxigênio acima de 90%, corrigindo os danos da hipoxemia. • A hipóxia celular pode ser causada pela diminuição da quantidade de oxigênio no gás inspirado (exposição a elevadas altitudes), diminuição da ventilação alveolar, alterações na relação ventilação/perfusão, alterações de transferência gasosa, decréscimo no gasto cardíaco, em situações de choque hipovolêmico e diminuição ou alterações moleculares da hemoglobina.
  • 10. Oxigenoterapia • Parâmetros para administração de O2: • Segundo a “American Association for Respiratory Care” (AARC), as indicações básicas de oxigenoterapia são: -PaO2 < 60 mmHg ou Sat O2 < 90 % (em ar ambiente) - Sat O2 < 88% durante a deambulação, exercício ou sono em portadores de doenças cardiorrespiratórias. -IAM -Intoxicação por gases (monóxido de carbono) -Envenenamento por cianeto • Avaliação de Enfermagem considera: nível de consciência, sinais vitais, coloração dos leitos ungueais, SatO2.
  • 11. Tipos de oxigenoterapia • Sistemas de baixo fluxo • Sistemas de alto fluxo • A seleção do dispositivo baseia-se na FIO2 desejada.
  • 12. Sistemas de baixo fluxo Os dispositivos de O2 de baixo fluxo, suprem taxas de fluxo menores que o volume inspiratório do paciente. Ex: • Cânula nasal(tipo óculos) • Cateter nasofaríngeo • Máscara simples
  • 13. Cânula nasal • É utilizado, quando o paciente requer uma concentração baixa ou média de oxigênio. • As velocidades de fluxo superiores a 6 e 8l/min podem levar a deglutição de ar e o ressecamento da mucosa nasal e faríngea.
  • 14. Material necessário • Cânula nasal dupla estéril; • Umidificador; • Extensão; • Fluxômetro; • Água destilada
  • 15. Cateter nasofaríngeo • Raramente é utilizado, mas pode ser prescrito na terapia de curto prazo, para administrar baixas e moderadas concentrações de O2. • Deve ser substituído por um novo a cada 8h.
  • 16. Material utilizado • Cateter nasofaríngeo estéril • Esparadrapo • Gaze • Lubrificante • Umidificador • Extensão • Fluxômetro • Água destilada
  • 17. Máscara simples • O corpo da máscara em si coleta e armazena oxigênio entre as inspirações do paciente e, a expiração se faz através de orifícios laterais ou pela própria borda da máscara. • Com fluxos inferiores a 5l/min, o volume da máscara atua como espaço morto e provoca a reinalação do CO2.
  • 18. Material utilizado • Máscara facial simples • Umidificador • Extensão • Fluxômetro • Água destilada
  • 19. Sistemas de alto fluxo Os dispositivos de alto fluxo de oxigênio suprem taxas de fluxo suficientemente elevadas para acomodar duas ou três vezes o volume inspiratório do paciente. Ex: • Venturi
  • 20. Venturi • É o método mais confiável e exato para administrar concentrações exatas de oxigênio através de meios não-invasivos. • Ela é utilizada principalmente para pacientes com DPOC. • A máscara de Venturi emprega o princípio de Bernoulli . FiO2 50% 40% 35% 28% 24% Vazã o(lp m) 15 12 8 6 4
  • 21. Material utilizado • Válvula de acordo com FiO2 • Traquéia corrugada • Extensor • Umidificador • Fluxômetro • Água destilada
  • 22. Tempo de Exposição (h) Resposta Fisiológica 12-24 Traqueobronquite; tosse seca;dor torácica subesternal; diminuição da clearence mucociliar; diminuição da capacidade vital 24-30 Parestesias; náuseas; vômitos; alteração da síntese protéica nas células endoteliais; alterações na função celular; 30-48 Diminuição da complacência pulmonar; aumento da P(A-a)O2; diminuição da capacidade de difusão. 48-60 Inativação do surfactante; edema alveolar por aumento da permeabilidade > 60 SDRA: morte
  • 23. Aspiração • Geralmente é necessário aspirar as secreções do paciente por causa da eficácia diminuída do mecanismo de tosse. • A aspiração é realizada quando os sons respiratórios adventícios são detectados ou sempre que as secreções estiverem nitidamente presentes.
  • 24. Material utilizado • Sonda de aspiração • Extensor • Luvas estéreis • Óculos de proteção • Soro fisiológico estéril • Copo de aspiração • Gaze
  • 25. Nebulização • Durante a nebulização, forma-se uma nuvem de aerossol que será aspirado pelo paciente. • Favorece o processo de fluidificação das secreções presentes nas vias aéreas. • Meio de administração de medicamentos, como broncodilatadores.
  • 26. Material Utilizado • Fluxômetro • Máscara simples • Copo nebulizador • Extensão plástica • Água destilada