SlideShare uma empresa Scribd logo
CUIDADOS DE
ENFERMAGEM COM OS
DRENOS
Qual (is) diagnóstico de
enfermagem???
CONCEITO DOS DRENOS
É definido como um material colocado próximo de uma ferida
cirúrgica ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar
que estão ou podem estar presentes no local.
São inseridos em compartimentos que toleram acúmulo de
líquidos – articulações, espaço pleural e áreas com grande
suprimento sanguíneo – pescoço e rins.
OBJETIVOS DOS DRENOS
• Permitem a saída de ar e secreções (sangue, soro, linfa e fluidos
intestinais).
•Evita infecções profundas nas incisões.
•São introduzidos quando existe ou espera coleção anormal de
secreção.
LOCALIZAÇÃO DOS DRENOS
• Locais que não toleram acúmulo de líquidos;
•Feridas infectadas;
•No interior das feridas operatórias;
• No interior de deiscências operatórias;
•No interior de abscessos;
•No interior de órgãos ocos.
PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DOS DRENOS
•Inflamação
•Migração ascendente de microorganismos
•Saída acidental
•Dor
•Perda de fluidos, proteínas e eletrólitos
CLASSIFICAÇÃO DRENOS
•Estrutura (laminar, tubular)
•Material
•Forma de ação
•Tipos de sistema de drenagem
1- Quanto à estrutura:
Laminares – em forma de duas lâminas finas
e flexíveis unidas entre si, tipo dedo de luva, ex.:
Penrose.
Tubular – tubo , com comprimento e diâmetro
variável, amplamente utilizado, exemplo: dreno
de tórax.
2. Quanto ao material:
Borracha – são macios e maleáveis, porem são mais
propensos a colonização bacteriana (superfície irregular de
sua parede) e depósito de fibrina.
Cloreto de polivinil (PVC) – rígido, tende a endurecer com o
tempo de uso, pode ocasionar traumas mecânicos, irritação e
necrose.
Polietileno – material plástico (polímero) pouco irritante,
extremidade multi-fenestrado, geralmente radiopacos.
Poliuretano e silicone – flexíveis, biocompatíveis, radiopacos,
menos rígidos do que o polietileno e menos relacionado a
contaminação bacteriana.
Forma de Ação:
Capilaridade – saída da secreção através da superfície de contato ao
dreno, ex.: Penrose
Gravitacional – o frasco coletor é posicionado a baixo do nível que se
deseja evacuar, o líquido tende para o ponto mais baixo pela força da
gravitação. Ex: dreno de tórax.
Aspiração – drenagem através de pressão negativa por sucção ou
dreno com sistema de vácuo, importante que o dreno tenha
múltiplas fenestrações ou suspiro
Sistemas de drenagem:
Aberto - é aquele que possui interação com o meio, ou seja,
necessário entrada de ar para bom funcionamento do sistema, risco
aumentado de infecção dependendo da cavidade a que se destina
drenar.
Fechado – é aquele na qual não há interação com o meio, ou seja,
não requer elementos externos adicionais para seu perfeito
funcionamento, como por exemplo o ar, evitando infecções por
microorganismos, utiliza-se um sistema vedado, estéril conectado a
extremidade do dreno, pode ser um frasco ou uma bolsa. Ex.: dreno de
Kehr, dreno de tórax.
TIPOS DE DRENOS
 Dreno Torácico
TIPOS DE DRENOS
 Dreno Torácico
 Indicações
-Lesão, cirurgia torácica, pulmonares,
mediastinais, cardíacas, eletivas ou
emergenciais.
 Objetivos
-Remover líquido, sangue ou ar do
espaço pleural;
-Restabelecer pressão negativa ao
espaço pleural;
-Reexpandir um pulmão colapsado ou
parcialmente colapsado;
-Evitar refluxo de drenagem de volta
para o tórax.
LOCALIZAÇÃO DO DRENO TORÁCICO
-Remoção de ar – Linha
hemiclavicular, próximo 2° espaço
intercostal.
- Drenagem de Líquido – Linha
hemiclavicular, próximo ao 5° ou
6° espaço intercostal.
Cuidados de enfermagem com a troca do selo d’água
INTERVENÇÃO JUSTIFICATIVA
Preparar o paciente e a família
sobre o procedimento realizado.
Minimizar o estresse do paciente e
da família.
Higienizar as mãos. Reduzir a contaminação por micro-
organismos.
Organizar o material adequado
para o procedimento.
Facilitar o atendimento, contibuin-
do para a melhoria da qualidade
prestada.
Abrir o recipiente de solução salina
ou de água.
Propiciar a eficiência.
Encher os frascos ou câmera em
nível apropriado até que a haste
esteja 2cm abaixo do nível do
líquido ou até a linha de marcação
a ser atingida.
Estabelecer a quantidade
apropriada de pressão no selo
d’água.
INTERVENÇÃO JUSTIFICATIVA
Conectar o dreno ao tudo de
entrada de coleta de drenagem do
frasco ou câmara. Manter as
pontas dos cateteres estéreis.
Dar início a drenagem torácica e
evitar a contaminação do sistema.
Marcar o nível original de líquido
com adesivo na parte externa da
unidade de drenagem. Marcar a
data e o horário no nível de
drenagem.
Mostrar a quantidade de líquido
drenado, velocidade de drenagem.
Servir como base para reposições
e evolução da clínica.
 Manter permeabilidade e funcionamento do sistema de
drenagem.
 Manter paciente em posição semi-fowler.
 Realizar mudança de decúbito de 2/2horas.
 Incentivar tosse, respiração profunda e deambulação.
 Usar pinça durante o clampeamento.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
 Nunca levantar o sistema de drenagem torácica acima
do tórax.
 Verificar a drenagem quanto a cor, aspecto e quantidade
– 12 a 24 h.
 Observar a integridade do selo d’água.
 Observar a frequência da troca do frasco coletor.
 Marcar na fita a quantidade de secreção drenada a cada
seis horas.
- AVALIAR DESCONFORTO RESPIRATÓRIO
-INSTALAÇÃO DE OXIGÊNIO.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
 A troca do frasco antigo pelo novo deverá ser rápida e
precisa, para isto o novo frasco deverá já estar
preparado.
 Pinçar a mangueira de drenagem por curto período de
tempo, ou seja, somente pinçar o dreno torácico para
uma rápida troca do frasco coletor.
 Trocar rapidamente o frasco antigo pelo novo.
 Observar as extensões do dreno e evitar dobras e
torções.
 Observar sinais de infecção ou de enfisema subcutâneo
em pele peri-dreno (crepitações).
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
 Trocar o selo d’água diariamente.
 Verificar todo o sistema quanto a desconexões.
 Inspecionar dreno torácico para possível deslocamento
para fora do tórax.
 O enfermeiro deve transportar o paciente com o dreno
de tórax pinçado mantendo-o sempre abaixo do ponto
de inserção.
 Após-instalação do dreno, a mensuração dos débitos
dos drenos deverá ser feita a cada 6 hora ou intervalos
menores caso haja registros de débitos superiores a
100 ml/hora.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
 Observar e anotar presença de sinais flogísticos no local
de inserção do dreno.
 Observar padrão respiratório do paciente.
 Conectar o novo frasco coletor fechando corretamente a
tampa do frasco.
 Após a troca, abrir a pinça da mangueira de drenagem.
 A troca do selo d´água deverá ser feita a cada 12h.
O dreno não pode ficar diretamente no chão, utilizar o
cordão para fixá-lo na lateral da cama;
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
 Para troca ou transporte do paciente, pinçar o dreno
(fechar o clamp).
 Observar vazamento de ar no sistema ou desconexão do
mesmo – pode resultar em pneumotórax hipertensivo.
 Para avaliar vazamentos – verificar todas conexões de
extensão do dreno ou solicitar que o paciente provoque
o que deve ocasionar bolhas no frasco coletor.
 A retirada do dreno – somente pelo cirurgião e logo
realização do curativo compressivo que deverá ficar
ocluso de acordo com o protocolo da instituição ou
recomendação médica.
Curativo
· Material:
• 1 pacote de curativo esterilizado ( 1 pinça anatômica, 1 pinça dente
de rato, 1 Kelly)
• Gaze estéril se necessário.
• Esparadrapo/ micropore.
• Solução fisiológica 0,9%.
• Luva de procedimento.
• Coletor
Técnica
• Lavar as mãos.
•Reunir o material e levá-lo próximo ao cliente.
• Explicar o procedimento ao cliente.
• Fechar a porta.
• Proteger o paciente com biombo se necessário.
• Expor a área a ser tratada.
• Abrir o material de curativo e a gaze com técnica asséptica.
• Calçar luva de procedimento.
Técnica
• Colocar as pinças com os cabos voltados para a borda do campo.
• Remover o adesivo, podendo umedecer o micropore/esparadrapo
com solução fisiológica 0,9% para facilitar a retirada.
•Remover o curativo anterior usando a pinça dente de rato, isolando-a
a seguir numa das bordas do campo.
•Montar a pinça Kelly com gaze, auxiliada pela pinça anatômica e
umedecê-la com solução fisiológica.
Técnica
• Limpar o local de inserção do dreno, usando movimentos semi-
circulares e as duas faces da gaze.
• Repetir o procedimento até que toda a incisão esteja limpa.
• Secar a região no ponto de inserção do dreno.
• Aplicar pó protetor na pele ao redor do dreno, se prescrição de
enfermagem.
• Colocar a gaze para proteger o local de inserção do dreno e a pele,
tendo o cuidado para não dobrar ou torcer o dreno.
Técnica
• Fixar com micropore/esparadrapo (quando ocluir com gaze).
•Retirar a luva.
• Lavar as mãos.
•Checar a prescrição de enfermagem, escrevendo o nome legível sobre
o horário em que o procedimento foi realizado.
•Realizar o registro de enfermagem, datando e anotando as
características do local de inserção, da pele adjacente e da secreção
drenada a cada troca de curativo.
DRENO PENROSE
 Dispositivo de látex, constituído por duas
lâminas finas e flexíveis unidas entre si.
 É utilizado em cirurgias que implicam em
possível acúmulo local pós-operatório de
líquidos infectados ou não.
 Observar e mobilizar o dreno com intervalos
de 12 horas para evitar depósitos de fibrina
que possam ocluir seu lúmen.
DRENO PENROSE
 Corta-se o seu excesso - usando luva estéril.
 Oclusão com gaze estéril e trocado sempre
que necessário – curativo.
Cuidados na monitoração do dreno de penrose
· Observar funcionamento do dreno anotar débito e a coloração
da secreção drenada.
· Observar a extensão do dreno e evitar dobras e torções.
· Observar sinais de infecção em pele peri-dreno.
· Trocar diariamente, ou sempre que necessário o curativo do local de
inserção do dreno; ou desprezar a bolsa coletora uma vez por plantão,
ou quando necessário.
Curativo
Material:
• 1 pacote de curativo esterilizado ( 1 pinça anatômica, 1 pinça dente
de rato, 1 Kelly).
• Gaze estéril se necessário.
•Esparadrapo/ micropore.
• Solução fisiológica 0,9%.
•Luva de procedimento.
•Coletor.
Técnica
• Lavar as mãos.
• Reunir o material e levá-lo próximo ao cliente.
•Explicar o procedimento ao cliente.
•Fechar a porta.
•Proteger o paciente com biombo se necessário.
•Expor a área a ser tratada.
• Abrir o material de curativo e a gaze com técnica asséptica.
• Calçar luva de procedimento.
Técnica
•Colocar as pinças com os cabos voltados para a borda do campo.
•Remover o adesivo, podendo umedecer o micropore/esparadrapo
com solução fisiologica 0,9% para facilitar a retirada. Ou remover a
bolsa coletora, em caso de drenagem de grande quantidade de
secreção.
• Remover o curativo anterior usando a pinça dente de rato,
isolando-a a seguir numa das bordas do campo.
•Montar a pinça Kelly com gaze, auxiliada pela pinça anatômica e
umedecê-la com soluçãofisiológica.
•Limpar o local de inserção do dreno, usando movimentos semi-
circulares e as duas faces da gaze.
Técnica
•Repetir o procedimento até que toda a incisão esteja limpa.
• Secar a região no ponto de inserção do dreno.
• Aplicar pó protetor na pele ao redor do dreno, se prescrição de
enfermagem.
• Colocar a gaze para proteger o local de inserção do dreno e a pele, e
outra sobre o dreno, tendo o cuidado para não dobrar ou torcer o dreno.
Colocar a bolsa coletora, naqueles com grande quantidade de secreção.
•Fixar com micropore/esparadrapo (quando ocluir com gaze).
Técnica
Retirar a luva.
Lavar as mãos.
Checar a prescrição de enfermagem, escrevendo o nome legível
sobre o horário em que o procedimento foi realizado.
Realizar o registro de enfermagem, datando e anotando as
características do local de inserção, da pele adjacente e da
secreção drenada a cada troca de curativo.
DRENO PORTOVAC
 É um sistema fechado de drenagem pós-
operatória, de polietileno, com dureza
projetada para uma sucção contínua e
suave.
 É constituído por uma bomba de aspiração
( bolsa sanfonada).
É usada em cirurgias que se espera
sangramento no pós-operatório, ou seja,
secreção sanguinolenta.
Pode ser usado em cirurgias ortopédicas,
neurológicas, abdominais e oncológicas
(mámárias).
CUIDADOS COM O DRENO PORTOVAC
• Observar funcionamento do dreno anotar débito e a coloração
da secreção drenada.
•Observar a extensão do dreno e evitar dobras e torções.
•Observar sinais de infecção em pele peri-dreno.
•Trocar diariamente o curativo do local de inserção do dreno.
• Manter o dreno com vácuo (sucção).
ESVAZIANDO O DRENO
Lave as mãos; (o uso de luvas é necessário caso não seja a própria
paciente que irá manipular o dreno) - utilize EPI
2- Feche a pinça que existe na extensão;
3- Abra a tampa da “sanfona”;
4- Retire todo o líquido fazendo movimentos circulares deixando cair o
conteúdo num copo descartável;
5- Aperte bem a “sanfona” retirando todo o ar;
6- Apoie em uma superfície rígida e, mantendo a “sanfona”
comprimida, feche a tampa;
7- Abra a pinça na extensão do dreno para que o líquido volte a ser
aspirado para dentro da “sanfona”;
8- Aspire o líquido do copo com a seringa. Observe a cor e o
volume drenado e anote na folha de controle. Em seguida,
descarte o líquido no vaso sanitário.
9- Aperte o “balãozinho” da extensão pelo menos 3 vezes ao dia,
para evitar o entupimento do dreno por coágulos;
CUIDADOS GERAIS
•Cuidado para não puxar o dreno quando estiver tomando banho, trocando de
roupa, sentando ou se movimentando;
• Use de preferência roupas largas;
•Atenção para que a extensão do dreno não fique dobrada, pois isto impede
a saída do líquido;
•Procure observar a quantidade e cor do líquido que se acumula na
“sanfona”
CUIDADOS GERAIS
Durante as suas atividades diárias mantenha a “sanfona” sempre
abaixo do nível de inserção do dreno para facilitar a saída do
líquido. Para isso prenda a alça da “sanfona” no cinto ou apoie a
“sanfona” numa superfície mais baixa que o corpo;
Escala de Cores
Vermelho (hemático)
Róseo (sero-hemático)
Amarelo (seroso)
Observe que com o passar dos dias a quantidade esvaziada será
cada vez menor e haverá uma mudança na cor do líquido que de
vermelho passa para rosado e depois para um amarelo claro.
Isso indica que a ferida está cicatrizando normalmente.
PROBLEMAS QUE PODEM ACONTECER COM O DRENO
Acumular ar dentro da “sanfona”:
• Retire todo o ar realizando os mesmos passos do esvaziamento da
“sanfona”, porém sem retirar o líquido
•É importante manter a “sanfona” sem ar, pois a presença deste interrompe
a drenagem do líquido
Obstrução do dreno
•Isto provoca um acúmulo de líquido no local da cirurgia
•Pode ser identificado por inchaço ou saída de líquido pelo orifício de
fixação do dreno ou pela região dos pontos
•Verifique se há dobras na extensão do dreno, aperte o balãozinho
várias vezes e verifique se o fluxo de saída de líquido pelo dreno foi
retomado
Se o dreno sair totalmente do local de inserção
•Lave o local e proteja com uma gaze estéril ou pano limpo e entre em contato com
o médico.
•Não recolocar o dreno.
ATENÇÃO:
•Febre (temperatura acima de 37,8);
•Sangramento anormal pela incisão ou hematoma que aumente de tamanho;
•Se a drenagem parar subitamente e o líquido começar a se acumular por baixo
da pele
•Se os pontos que prendem o dreno se soltarem e/ou se o dreno sair do lugar
•Se algum dos pontos da cirurgia se romper e as bordas se separarem
•Se a área da pele em volta do dreno ou dos pontos da cirurgia ficar vermelha,
úmida ou dolorida além do habitual
• Dreno tubular em forma de “T”;
•Formar conexões em túnel dos órgãos internos com meio externo.
• Utilizado para drenagem de vias biliares.
•Sua extremidade é acoplada a um sistema de drenagem fechada.
• Fixação à pele com ponto.
•Coletor do dreno deve ficar no colédoco para evitar a sucção de bile.
•Tenta-se fechar o dreno quando seu débito for menor que 0,5L/dia;
•Retira-se o dreno 3ª semana do pós-operatório.
Dreno de Kehr
Este dreno deve ser conectado em bolsa coletora, ou frasco estéril.
O dreno deve permanecer aberto e a drenagem medida
rigorosamente; observando a coloração e o aspecto da drenagem.
Trocar os curativos diariamente protegendo a pele em volta do
dreno;
O dreno de kher permanece aberto geralmente por 5 dias, depois o
médico poderá orientar para pinçar o dreno 1 hora antes das
refeições para facilitar a digestão. Deve-se observar as reações do
paciente;
Dreno de Kehr
Dreno Jackson Pratt
Dreno Jackson Pratt
Indicação: cirurgias abdominais, neurológicas.
O bulbo comprimível na extremidade do tubo de drenagem cria uma delicada
sucção
Dreno Jackson Pratt
Isso ajuda a retirar líquido da incisão com maior rapidez
Os cirurgiões colocam um Dreno JP na incisão quando se espera grande
quantidade de drenagem
Como esvaziar o bulbo:
Lave as mãos e coloque luvas;
Desconecte o plugue de drenagem do bulbo;
Segure o bulbo virado para baixo sobre um
recipiente de medição.
Certifique-se de que o bulbo está abaixo do nível
da incisão, ao fazer a drenagem, para impedir o
refluxo da drenagem de volta para a incisão;
Como esvaziar o bulbo:
Comprima o bulbo delicadamente até que esteja vazio.
Certifique-se de que o bico do bulbo não está tocando no recipiente de
medição para evitar que os germes se espalhem sobre o dreno ou dentro
dele;
Aperte o bulbo bem no centro para eliminar o ar;
Quando o bulbo estiver desinflado, limpe o bico e o tampo com álcool e,
então, coloque o tampo de volta no orifício do dreno.
Segure o bulbo, comprimindo-o com uma mão, limpe o bico com álcool e
tampe com a outra mão;
Prenda o bulbo de volta na roupa, com presilha ou alfinete, abaixo do nível da
incisão;
Como esvaziar o bulbo:
Despreze no expurgo o líquido drenado.
Organize o material.
Lave e seque as mãos;
Atenção para quantidade, cor e cheiro do líquido.
DIAGNÓSTICOS DE
ENFERMAGEM
•Risco para infecção
•Déficit no autocuidado para vestir-se e para banho
•Integridade da pele prejudicada
•Mobilidade física prejudicada
•Integridade tissular prejudicada
•Padrão de sono prejudicado
•Padrão respiratório ineficaz
•Ansiedade
•Dor aguda
•Nutrição desequilibrada: menos que as necessidades corporais
•Volume de líquidos deficientes
•Conhecimento deficiente
•Baixa autoestima situacional
•Risco de sangramento
•Risco de recuperação cirúrgica retardada
Aula de cuidados com drenos

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Cateterismo vesical
Cateterismo vesicalCateterismo vesical
Cateterismo vesical
Rodrigo Abreu
 
Curativos
CurativosCurativos
Curativos
Rodrigo Abreu
 
Punção venosa.
Punção venosa.Punção venosa.
Punção venosa.
Centro Universitário Ages
 
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Proqualis
 
Urgência e emergência
Urgência e emergênciaUrgência e emergência
Urgência e emergência
Alexandre Donha
 
CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOENTERAL ( SNE, SNG, GTT).pptx
CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOENTERAL ( SNE, SNG, GTT).pptxCUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOENTERAL ( SNE, SNG, GTT).pptx
CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOENTERAL ( SNE, SNG, GTT).pptx
Rafaela Amanso
 
SONDAGENS E LAVAGENS
SONDAGENS E LAVAGENSSONDAGENS E LAVAGENS
SONDAGENS E LAVAGENS
Ivanilson Gomes
 
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005
Rodrigo Abreu
 
Carro de Emergência
Carro de EmergênciaCarro de Emergência
Carro de Emergência
resenfe2013
 
Aula acessos venosos
Aula acessos venososAula acessos venosos
Aula acessos venosos
Viviane da Silva
 
Drenos cavitários
Drenos cavitáriosDrenos cavitários
Drenos cavitários
Danilo Modesto
 
Tipos de sondas
Tipos de sondasTipos de sondas
Tipos de sondas
Débora Machado
 
Registros de Enfermagem
Registros de EnfermagemRegistros de Enfermagem
Registros de Enfermagem
Andréa Dantas
 
Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)
Will Nunes
 
Monitorização UTI
Monitorização UTIMonitorização UTI
Monitorização UTI
Julio Cesar Matias
 
Aula 1_Pronto Socorro
Aula 1_Pronto SocorroAula 1_Pronto Socorro
Aula 1_Pronto Socorro
zoeadas
 
Isolamento
IsolamentoIsolamento
Isolamento
Rodrigo Abreu
 
Monitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leitoMonitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leito
resenfe2013
 
Administração de medicamentos
Administração de medicamentosAdministração de medicamentos
Administração de medicamentos
Janaína Lassala
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem
Rafaela Amanso
 

Mais procurados (20)

Cateterismo vesical
Cateterismo vesicalCateterismo vesical
Cateterismo vesical
 
Curativos
CurativosCurativos
Curativos
 
Punção venosa.
Punção venosa.Punção venosa.
Punção venosa.
 
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
 
Urgência e emergência
Urgência e emergênciaUrgência e emergência
Urgência e emergência
 
CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOENTERAL ( SNE, SNG, GTT).pptx
CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOENTERAL ( SNE, SNG, GTT).pptxCUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOENTERAL ( SNE, SNG, GTT).pptx
CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOENTERAL ( SNE, SNG, GTT).pptx
 
SONDAGENS E LAVAGENS
SONDAGENS E LAVAGENSSONDAGENS E LAVAGENS
SONDAGENS E LAVAGENS
 
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005
 
Carro de Emergência
Carro de EmergênciaCarro de Emergência
Carro de Emergência
 
Aula acessos venosos
Aula acessos venososAula acessos venosos
Aula acessos venosos
 
Drenos cavitários
Drenos cavitáriosDrenos cavitários
Drenos cavitários
 
Tipos de sondas
Tipos de sondasTipos de sondas
Tipos de sondas
 
Registros de Enfermagem
Registros de EnfermagemRegistros de Enfermagem
Registros de Enfermagem
 
Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)
 
Monitorização UTI
Monitorização UTIMonitorização UTI
Monitorização UTI
 
Aula 1_Pronto Socorro
Aula 1_Pronto SocorroAula 1_Pronto Socorro
Aula 1_Pronto Socorro
 
Isolamento
IsolamentoIsolamento
Isolamento
 
Monitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leitoMonitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leito
 
Administração de medicamentos
Administração de medicamentosAdministração de medicamentos
Administração de medicamentos
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem
 

Semelhante a Aula de cuidados com drenos

aula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptx
aula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptxaula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptx
aula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptx
MarcioCruz62
 
AULA ASPIRAÇÃO DE SECREÇÕES - saúde e enfermagem
AULA ASPIRAÇÃO DE SECREÇÕES - saúde e enfermagemAULA ASPIRAÇÃO DE SECREÇÕES - saúde e enfermagem
AULA ASPIRAÇÃO DE SECREÇÕES - saúde e enfermagem
JoaraSilva1
 
Aula 12 - Drenos e Sondas.pdf
Aula 12 - Drenos e Sondas.pdfAula 12 - Drenos e Sondas.pdf
Aula 12 - Drenos e Sondas.pdf
LarissaMachado97
 
Enfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdf
Enfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdfEnfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdf
Enfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdf
pososospos
 
Pop cvc curativo-revisado
Pop cvc curativo-revisadoPop cvc curativo-revisado
Pop cvc curativo-revisado
Roderly
 
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSpptDrenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
IgorMartinsMartins
 
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSpptDrenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
IgorMartinsMartins
 
Aula 15.1 Cuidados com Drenos.pptx
Aula 15.1  Cuidados com Drenos.pptxAula 15.1  Cuidados com Drenos.pptx
Aula 15.1 Cuidados com Drenos.pptx
carolineribeiro534369
 
Estação (higiene respiratória aspiraçâo) turma b
Estação (higiene respiratória   aspiraçâo) turma bEstação (higiene respiratória   aspiraçâo) turma b
Estação (higiene respiratória aspiraçâo) turma b
cuidadoaoadulto
 
DRENAGEM TORAX.ppt
DRENAGEM TORAX.pptDRENAGEM TORAX.ppt
DRENAGEM TORAX.ppt
ClarissePaes
 
DRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptx
DRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptxDRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptx
DRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptx
KarineRibeiro57
 
Drenagem torácica - métodos e técnicas de aplicação
Drenagem torácica - métodos e técnicas de aplicaçãoDrenagem torácica - métodos e técnicas de aplicação
Drenagem torácica - métodos e técnicas de aplicação
WillyenneGomes
 
Tubos, sondas e drenos
Tubos, sondas e drenosTubos, sondas e drenos
Cuidados de enfemagem
Cuidados de enfemagemCuidados de enfemagem
Cuidados de enfemagem
Gabriela Rodrigues Cavalheiro
 
E Nf 01
E Nf 01E Nf 01
E Nf 01
julianafel
 
Assistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdf
Assistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdfAssistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdf
Assistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdf
YuriFargom1
 
Sinais vitais e curativos
Sinais vitais e curativosSinais vitais e curativos
Sinais vitais e curativos
Alexandre Donha
 
Estação Aula Prática (Troca de Curativo do Dreno de Tórax)
Estação Aula Prática (Troca de Curativo do Dreno de Tórax)Estação Aula Prática (Troca de Curativo do Dreno de Tórax)
Estação Aula Prática (Troca de Curativo do Dreno de Tórax)
cuidadoaoadulto
 
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptxASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
JessiellyGuimares
 
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdfsondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
AnthonySantos74
 

Semelhante a Aula de cuidados com drenos (20)

aula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptx
aula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptxaula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptx
aula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptx
 
AULA ASPIRAÇÃO DE SECREÇÕES - saúde e enfermagem
AULA ASPIRAÇÃO DE SECREÇÕES - saúde e enfermagemAULA ASPIRAÇÃO DE SECREÇÕES - saúde e enfermagem
AULA ASPIRAÇÃO DE SECREÇÕES - saúde e enfermagem
 
Aula 12 - Drenos e Sondas.pdf
Aula 12 - Drenos e Sondas.pdfAula 12 - Drenos e Sondas.pdf
Aula 12 - Drenos e Sondas.pdf
 
Enfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdf
Enfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdfEnfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdf
Enfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdf
 
Pop cvc curativo-revisado
Pop cvc curativo-revisadoPop cvc curativo-revisado
Pop cvc curativo-revisado
 
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSpptDrenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
 
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSpptDrenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
 
Aula 15.1 Cuidados com Drenos.pptx
Aula 15.1  Cuidados com Drenos.pptxAula 15.1  Cuidados com Drenos.pptx
Aula 15.1 Cuidados com Drenos.pptx
 
Estação (higiene respiratória aspiraçâo) turma b
Estação (higiene respiratória   aspiraçâo) turma bEstação (higiene respiratória   aspiraçâo) turma b
Estação (higiene respiratória aspiraçâo) turma b
 
DRENAGEM TORAX.ppt
DRENAGEM TORAX.pptDRENAGEM TORAX.ppt
DRENAGEM TORAX.ppt
 
DRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptx
DRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptxDRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptx
DRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptx
 
Drenagem torácica - métodos e técnicas de aplicação
Drenagem torácica - métodos e técnicas de aplicaçãoDrenagem torácica - métodos e técnicas de aplicação
Drenagem torácica - métodos e técnicas de aplicação
 
Tubos, sondas e drenos
Tubos, sondas e drenosTubos, sondas e drenos
Tubos, sondas e drenos
 
Cuidados de enfemagem
Cuidados de enfemagemCuidados de enfemagem
Cuidados de enfemagem
 
E Nf 01
E Nf 01E Nf 01
E Nf 01
 
Assistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdf
Assistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdfAssistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdf
Assistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdf
 
Sinais vitais e curativos
Sinais vitais e curativosSinais vitais e curativos
Sinais vitais e curativos
 
Estação Aula Prática (Troca de Curativo do Dreno de Tórax)
Estação Aula Prática (Troca de Curativo do Dreno de Tórax)Estação Aula Prática (Troca de Curativo do Dreno de Tórax)
Estação Aula Prática (Troca de Curativo do Dreno de Tórax)
 
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptxASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
 
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdfsondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
 

Aula de cuidados com drenos

  • 2. Qual (is) diagnóstico de enfermagem???
  • 3. CONCEITO DOS DRENOS É definido como um material colocado próximo de uma ferida cirúrgica ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão ou podem estar presentes no local. São inseridos em compartimentos que toleram acúmulo de líquidos – articulações, espaço pleural e áreas com grande suprimento sanguíneo – pescoço e rins.
  • 4. OBJETIVOS DOS DRENOS • Permitem a saída de ar e secreções (sangue, soro, linfa e fluidos intestinais). •Evita infecções profundas nas incisões. •São introduzidos quando existe ou espera coleção anormal de secreção.
  • 5. LOCALIZAÇÃO DOS DRENOS • Locais que não toleram acúmulo de líquidos; •Feridas infectadas; •No interior das feridas operatórias; • No interior de deiscências operatórias; •No interior de abscessos; •No interior de órgãos ocos.
  • 6. PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DOS DRENOS •Inflamação •Migração ascendente de microorganismos •Saída acidental •Dor •Perda de fluidos, proteínas e eletrólitos
  • 7. CLASSIFICAÇÃO DRENOS •Estrutura (laminar, tubular) •Material •Forma de ação •Tipos de sistema de drenagem
  • 8. 1- Quanto à estrutura: Laminares – em forma de duas lâminas finas e flexíveis unidas entre si, tipo dedo de luva, ex.: Penrose. Tubular – tubo , com comprimento e diâmetro variável, amplamente utilizado, exemplo: dreno de tórax.
  • 9. 2. Quanto ao material: Borracha – são macios e maleáveis, porem são mais propensos a colonização bacteriana (superfície irregular de sua parede) e depósito de fibrina. Cloreto de polivinil (PVC) – rígido, tende a endurecer com o tempo de uso, pode ocasionar traumas mecânicos, irritação e necrose. Polietileno – material plástico (polímero) pouco irritante, extremidade multi-fenestrado, geralmente radiopacos. Poliuretano e silicone – flexíveis, biocompatíveis, radiopacos, menos rígidos do que o polietileno e menos relacionado a contaminação bacteriana.
  • 10. Forma de Ação: Capilaridade – saída da secreção através da superfície de contato ao dreno, ex.: Penrose Gravitacional – o frasco coletor é posicionado a baixo do nível que se deseja evacuar, o líquido tende para o ponto mais baixo pela força da gravitação. Ex: dreno de tórax. Aspiração – drenagem através de pressão negativa por sucção ou dreno com sistema de vácuo, importante que o dreno tenha múltiplas fenestrações ou suspiro
  • 11. Sistemas de drenagem: Aberto - é aquele que possui interação com o meio, ou seja, necessário entrada de ar para bom funcionamento do sistema, risco aumentado de infecção dependendo da cavidade a que se destina drenar. Fechado – é aquele na qual não há interação com o meio, ou seja, não requer elementos externos adicionais para seu perfeito funcionamento, como por exemplo o ar, evitando infecções por microorganismos, utiliza-se um sistema vedado, estéril conectado a extremidade do dreno, pode ser um frasco ou uma bolsa. Ex.: dreno de Kehr, dreno de tórax.
  • 12. TIPOS DE DRENOS  Dreno Torácico
  • 13. TIPOS DE DRENOS  Dreno Torácico  Indicações -Lesão, cirurgia torácica, pulmonares, mediastinais, cardíacas, eletivas ou emergenciais.  Objetivos -Remover líquido, sangue ou ar do espaço pleural; -Restabelecer pressão negativa ao espaço pleural; -Reexpandir um pulmão colapsado ou parcialmente colapsado; -Evitar refluxo de drenagem de volta para o tórax.
  • 14. LOCALIZAÇÃO DO DRENO TORÁCICO -Remoção de ar – Linha hemiclavicular, próximo 2° espaço intercostal. - Drenagem de Líquido – Linha hemiclavicular, próximo ao 5° ou 6° espaço intercostal.
  • 15.
  • 16. Cuidados de enfermagem com a troca do selo d’água INTERVENÇÃO JUSTIFICATIVA Preparar o paciente e a família sobre o procedimento realizado. Minimizar o estresse do paciente e da família. Higienizar as mãos. Reduzir a contaminação por micro- organismos. Organizar o material adequado para o procedimento. Facilitar o atendimento, contibuin- do para a melhoria da qualidade prestada. Abrir o recipiente de solução salina ou de água. Propiciar a eficiência. Encher os frascos ou câmera em nível apropriado até que a haste esteja 2cm abaixo do nível do líquido ou até a linha de marcação a ser atingida. Estabelecer a quantidade apropriada de pressão no selo d’água.
  • 17. INTERVENÇÃO JUSTIFICATIVA Conectar o dreno ao tudo de entrada de coleta de drenagem do frasco ou câmara. Manter as pontas dos cateteres estéreis. Dar início a drenagem torácica e evitar a contaminação do sistema. Marcar o nível original de líquido com adesivo na parte externa da unidade de drenagem. Marcar a data e o horário no nível de drenagem. Mostrar a quantidade de líquido drenado, velocidade de drenagem. Servir como base para reposições e evolução da clínica.
  • 18.  Manter permeabilidade e funcionamento do sistema de drenagem.  Manter paciente em posição semi-fowler.  Realizar mudança de decúbito de 2/2horas.  Incentivar tosse, respiração profunda e deambulação.  Usar pinça durante o clampeamento. CUIDADOS DE ENFERMAGEM
  • 19. CUIDADOS DE ENFERMAGEM  Nunca levantar o sistema de drenagem torácica acima do tórax.  Verificar a drenagem quanto a cor, aspecto e quantidade – 12 a 24 h.  Observar a integridade do selo d’água.  Observar a frequência da troca do frasco coletor.  Marcar na fita a quantidade de secreção drenada a cada seis horas. - AVALIAR DESCONFORTO RESPIRATÓRIO -INSTALAÇÃO DE OXIGÊNIO.
  • 20. CUIDADOS DE ENFERMAGEM  A troca do frasco antigo pelo novo deverá ser rápida e precisa, para isto o novo frasco deverá já estar preparado.  Pinçar a mangueira de drenagem por curto período de tempo, ou seja, somente pinçar o dreno torácico para uma rápida troca do frasco coletor.  Trocar rapidamente o frasco antigo pelo novo.  Observar as extensões do dreno e evitar dobras e torções.  Observar sinais de infecção ou de enfisema subcutâneo em pele peri-dreno (crepitações).
  • 21. CUIDADOS DE ENFERMAGEM  Trocar o selo d’água diariamente.  Verificar todo o sistema quanto a desconexões.  Inspecionar dreno torácico para possível deslocamento para fora do tórax.  O enfermeiro deve transportar o paciente com o dreno de tórax pinçado mantendo-o sempre abaixo do ponto de inserção.  Após-instalação do dreno, a mensuração dos débitos dos drenos deverá ser feita a cada 6 hora ou intervalos menores caso haja registros de débitos superiores a 100 ml/hora.
  • 22. CUIDADOS DE ENFERMAGEM  Observar e anotar presença de sinais flogísticos no local de inserção do dreno.  Observar padrão respiratório do paciente.  Conectar o novo frasco coletor fechando corretamente a tampa do frasco.  Após a troca, abrir a pinça da mangueira de drenagem.  A troca do selo d´água deverá ser feita a cada 12h. O dreno não pode ficar diretamente no chão, utilizar o cordão para fixá-lo na lateral da cama;
  • 23. CUIDADOS DE ENFERMAGEM  Para troca ou transporte do paciente, pinçar o dreno (fechar o clamp).  Observar vazamento de ar no sistema ou desconexão do mesmo – pode resultar em pneumotórax hipertensivo.  Para avaliar vazamentos – verificar todas conexões de extensão do dreno ou solicitar que o paciente provoque o que deve ocasionar bolhas no frasco coletor.  A retirada do dreno – somente pelo cirurgião e logo realização do curativo compressivo que deverá ficar ocluso de acordo com o protocolo da instituição ou recomendação médica.
  • 24. Curativo · Material: • 1 pacote de curativo esterilizado ( 1 pinça anatômica, 1 pinça dente de rato, 1 Kelly) • Gaze estéril se necessário. • Esparadrapo/ micropore. • Solução fisiológica 0,9%. • Luva de procedimento. • Coletor
  • 25. Técnica • Lavar as mãos. •Reunir o material e levá-lo próximo ao cliente. • Explicar o procedimento ao cliente. • Fechar a porta. • Proteger o paciente com biombo se necessário. • Expor a área a ser tratada. • Abrir o material de curativo e a gaze com técnica asséptica. • Calçar luva de procedimento.
  • 26. Técnica • Colocar as pinças com os cabos voltados para a borda do campo. • Remover o adesivo, podendo umedecer o micropore/esparadrapo com solução fisiológica 0,9% para facilitar a retirada. •Remover o curativo anterior usando a pinça dente de rato, isolando-a a seguir numa das bordas do campo. •Montar a pinça Kelly com gaze, auxiliada pela pinça anatômica e umedecê-la com solução fisiológica.
  • 27. Técnica • Limpar o local de inserção do dreno, usando movimentos semi- circulares e as duas faces da gaze. • Repetir o procedimento até que toda a incisão esteja limpa. • Secar a região no ponto de inserção do dreno. • Aplicar pó protetor na pele ao redor do dreno, se prescrição de enfermagem. • Colocar a gaze para proteger o local de inserção do dreno e a pele, tendo o cuidado para não dobrar ou torcer o dreno.
  • 28. Técnica • Fixar com micropore/esparadrapo (quando ocluir com gaze). •Retirar a luva. • Lavar as mãos. •Checar a prescrição de enfermagem, escrevendo o nome legível sobre o horário em que o procedimento foi realizado. •Realizar o registro de enfermagem, datando e anotando as características do local de inserção, da pele adjacente e da secreção drenada a cada troca de curativo.
  • 29. DRENO PENROSE  Dispositivo de látex, constituído por duas lâminas finas e flexíveis unidas entre si.  É utilizado em cirurgias que implicam em possível acúmulo local pós-operatório de líquidos infectados ou não.  Observar e mobilizar o dreno com intervalos de 12 horas para evitar depósitos de fibrina que possam ocluir seu lúmen.
  • 30. DRENO PENROSE  Corta-se o seu excesso - usando luva estéril.  Oclusão com gaze estéril e trocado sempre que necessário – curativo.
  • 31. Cuidados na monitoração do dreno de penrose · Observar funcionamento do dreno anotar débito e a coloração da secreção drenada. · Observar a extensão do dreno e evitar dobras e torções. · Observar sinais de infecção em pele peri-dreno. · Trocar diariamente, ou sempre que necessário o curativo do local de inserção do dreno; ou desprezar a bolsa coletora uma vez por plantão, ou quando necessário.
  • 32. Curativo Material: • 1 pacote de curativo esterilizado ( 1 pinça anatômica, 1 pinça dente de rato, 1 Kelly). • Gaze estéril se necessário. •Esparadrapo/ micropore. • Solução fisiológica 0,9%. •Luva de procedimento. •Coletor.
  • 33. Técnica • Lavar as mãos. • Reunir o material e levá-lo próximo ao cliente. •Explicar o procedimento ao cliente. •Fechar a porta. •Proteger o paciente com biombo se necessário. •Expor a área a ser tratada. • Abrir o material de curativo e a gaze com técnica asséptica. • Calçar luva de procedimento.
  • 34. Técnica •Colocar as pinças com os cabos voltados para a borda do campo. •Remover o adesivo, podendo umedecer o micropore/esparadrapo com solução fisiologica 0,9% para facilitar a retirada. Ou remover a bolsa coletora, em caso de drenagem de grande quantidade de secreção. • Remover o curativo anterior usando a pinça dente de rato, isolando-a a seguir numa das bordas do campo. •Montar a pinça Kelly com gaze, auxiliada pela pinça anatômica e umedecê-la com soluçãofisiológica. •Limpar o local de inserção do dreno, usando movimentos semi- circulares e as duas faces da gaze.
  • 35. Técnica •Repetir o procedimento até que toda a incisão esteja limpa. • Secar a região no ponto de inserção do dreno. • Aplicar pó protetor na pele ao redor do dreno, se prescrição de enfermagem. • Colocar a gaze para proteger o local de inserção do dreno e a pele, e outra sobre o dreno, tendo o cuidado para não dobrar ou torcer o dreno. Colocar a bolsa coletora, naqueles com grande quantidade de secreção. •Fixar com micropore/esparadrapo (quando ocluir com gaze).
  • 36. Técnica Retirar a luva. Lavar as mãos. Checar a prescrição de enfermagem, escrevendo o nome legível sobre o horário em que o procedimento foi realizado. Realizar o registro de enfermagem, datando e anotando as características do local de inserção, da pele adjacente e da secreção drenada a cada troca de curativo.
  • 37. DRENO PORTOVAC  É um sistema fechado de drenagem pós- operatória, de polietileno, com dureza projetada para uma sucção contínua e suave.  É constituído por uma bomba de aspiração ( bolsa sanfonada). É usada em cirurgias que se espera sangramento no pós-operatório, ou seja, secreção sanguinolenta. Pode ser usado em cirurgias ortopédicas, neurológicas, abdominais e oncológicas (mámárias).
  • 38.
  • 39. CUIDADOS COM O DRENO PORTOVAC • Observar funcionamento do dreno anotar débito e a coloração da secreção drenada. •Observar a extensão do dreno e evitar dobras e torções. •Observar sinais de infecção em pele peri-dreno. •Trocar diariamente o curativo do local de inserção do dreno. • Manter o dreno com vácuo (sucção).
  • 40. ESVAZIANDO O DRENO Lave as mãos; (o uso de luvas é necessário caso não seja a própria paciente que irá manipular o dreno) - utilize EPI
  • 41. 2- Feche a pinça que existe na extensão;
  • 42. 3- Abra a tampa da “sanfona”;
  • 43. 4- Retire todo o líquido fazendo movimentos circulares deixando cair o conteúdo num copo descartável;
  • 44. 5- Aperte bem a “sanfona” retirando todo o ar;
  • 45. 6- Apoie em uma superfície rígida e, mantendo a “sanfona” comprimida, feche a tampa;
  • 46. 7- Abra a pinça na extensão do dreno para que o líquido volte a ser aspirado para dentro da “sanfona”;
  • 47. 8- Aspire o líquido do copo com a seringa. Observe a cor e o volume drenado e anote na folha de controle. Em seguida, descarte o líquido no vaso sanitário.
  • 48. 9- Aperte o “balãozinho” da extensão pelo menos 3 vezes ao dia, para evitar o entupimento do dreno por coágulos;
  • 49. CUIDADOS GERAIS •Cuidado para não puxar o dreno quando estiver tomando banho, trocando de roupa, sentando ou se movimentando; • Use de preferência roupas largas; •Atenção para que a extensão do dreno não fique dobrada, pois isto impede a saída do líquido; •Procure observar a quantidade e cor do líquido que se acumula na “sanfona”
  • 50. CUIDADOS GERAIS Durante as suas atividades diárias mantenha a “sanfona” sempre abaixo do nível de inserção do dreno para facilitar a saída do líquido. Para isso prenda a alça da “sanfona” no cinto ou apoie a “sanfona” numa superfície mais baixa que o corpo;
  • 51. Escala de Cores Vermelho (hemático) Róseo (sero-hemático) Amarelo (seroso) Observe que com o passar dos dias a quantidade esvaziada será cada vez menor e haverá uma mudança na cor do líquido que de vermelho passa para rosado e depois para um amarelo claro. Isso indica que a ferida está cicatrizando normalmente.
  • 52. PROBLEMAS QUE PODEM ACONTECER COM O DRENO Acumular ar dentro da “sanfona”: • Retire todo o ar realizando os mesmos passos do esvaziamento da “sanfona”, porém sem retirar o líquido •É importante manter a “sanfona” sem ar, pois a presença deste interrompe a drenagem do líquido Obstrução do dreno •Isto provoca um acúmulo de líquido no local da cirurgia •Pode ser identificado por inchaço ou saída de líquido pelo orifício de fixação do dreno ou pela região dos pontos •Verifique se há dobras na extensão do dreno, aperte o balãozinho várias vezes e verifique se o fluxo de saída de líquido pelo dreno foi retomado
  • 53. Se o dreno sair totalmente do local de inserção •Lave o local e proteja com uma gaze estéril ou pano limpo e entre em contato com o médico. •Não recolocar o dreno. ATENÇÃO: •Febre (temperatura acima de 37,8); •Sangramento anormal pela incisão ou hematoma que aumente de tamanho; •Se a drenagem parar subitamente e o líquido começar a se acumular por baixo da pele •Se os pontos que prendem o dreno se soltarem e/ou se o dreno sair do lugar •Se algum dos pontos da cirurgia se romper e as bordas se separarem •Se a área da pele em volta do dreno ou dos pontos da cirurgia ficar vermelha, úmida ou dolorida além do habitual
  • 54. • Dreno tubular em forma de “T”; •Formar conexões em túnel dos órgãos internos com meio externo. • Utilizado para drenagem de vias biliares. •Sua extremidade é acoplada a um sistema de drenagem fechada. • Fixação à pele com ponto. •Coletor do dreno deve ficar no colédoco para evitar a sucção de bile. •Tenta-se fechar o dreno quando seu débito for menor que 0,5L/dia; •Retira-se o dreno 3ª semana do pós-operatório. Dreno de Kehr
  • 55.
  • 56. Este dreno deve ser conectado em bolsa coletora, ou frasco estéril. O dreno deve permanecer aberto e a drenagem medida rigorosamente; observando a coloração e o aspecto da drenagem. Trocar os curativos diariamente protegendo a pele em volta do dreno; O dreno de kher permanece aberto geralmente por 5 dias, depois o médico poderá orientar para pinçar o dreno 1 hora antes das refeições para facilitar a digestão. Deve-se observar as reações do paciente; Dreno de Kehr
  • 58. Dreno Jackson Pratt Indicação: cirurgias abdominais, neurológicas.
  • 59. O bulbo comprimível na extremidade do tubo de drenagem cria uma delicada sucção Dreno Jackson Pratt Isso ajuda a retirar líquido da incisão com maior rapidez Os cirurgiões colocam um Dreno JP na incisão quando se espera grande quantidade de drenagem
  • 60. Como esvaziar o bulbo: Lave as mãos e coloque luvas; Desconecte o plugue de drenagem do bulbo; Segure o bulbo virado para baixo sobre um recipiente de medição. Certifique-se de que o bulbo está abaixo do nível da incisão, ao fazer a drenagem, para impedir o refluxo da drenagem de volta para a incisão;
  • 61. Como esvaziar o bulbo: Comprima o bulbo delicadamente até que esteja vazio. Certifique-se de que o bico do bulbo não está tocando no recipiente de medição para evitar que os germes se espalhem sobre o dreno ou dentro dele; Aperte o bulbo bem no centro para eliminar o ar; Quando o bulbo estiver desinflado, limpe o bico e o tampo com álcool e, então, coloque o tampo de volta no orifício do dreno. Segure o bulbo, comprimindo-o com uma mão, limpe o bico com álcool e tampe com a outra mão;
  • 62. Prenda o bulbo de volta na roupa, com presilha ou alfinete, abaixo do nível da incisão; Como esvaziar o bulbo: Despreze no expurgo o líquido drenado. Organize o material. Lave e seque as mãos; Atenção para quantidade, cor e cheiro do líquido.
  • 64. •Risco para infecção •Déficit no autocuidado para vestir-se e para banho •Integridade da pele prejudicada •Mobilidade física prejudicada •Integridade tissular prejudicada •Padrão de sono prejudicado •Padrão respiratório ineficaz •Ansiedade •Dor aguda •Nutrição desequilibrada: menos que as necessidades corporais •Volume de líquidos deficientes •Conhecimento deficiente •Baixa autoestima situacional •Risco de sangramento •Risco de recuperação cirúrgica retardada