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MODERNISMO
BRASILEIRO
9º ANO
SEMANA DE ARTE MODERNA
DE 1922
Ocorreu na cidade de São Paulo entre os dias 11 e 18 de fevereiro de 1922.
Tendo como palco o Teatro Municipal de São Paulo
Marco inicial do modernismo no Brasil.
A Semana de Arte Moderna de 1922
O que esses artistas pretendiam?
CAPA DE
DI CAVALCANTI
PARA O CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO.
Teve como principal propósito renovar,
transformar o contexto artístico e cultural
urbano.
Tanto na literatura, quanto nas artes plásticas,
na arquitetura e na música.
Criar uma arte essencialmente brasileira ,
embora em sintonia com as novas tendências
europeias:
AS VANGUARDAS
Quais são as influências?
Vanguardas: movimento formado por grupos de pessoas, que por
seus conhecimentos ou por uma tendência natural, são precursores ,
pioneiros em determinado movimento artístico ou científico.
Cubismo: geometria
Futurismo: um novo olhar
Expressionismo: impacto
Fauvismo: o poder das cores
Dadaísmo: destruidor
Surrealismo: o irreal
 Durante uma semana a cidade entrou
em plena ebulição cultural, sob a
inspiração de novas linguagens, de
experiências artísticas, de uma
liberdade criadora sem igual, com o
consequente rompimento com o
passado.
O que aconteceu lá?
Os personagens
O catálogo da Semana apresenta
nomes como os de:
 Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Yan de Almeida
Prado, John Graz, Oswaldo Goeldi, entre
outros, na Pintura e no Desenho;
 Victor Brecheret, Hildegardo Leão Velloso e
Wilhelm Haarberg, na Escultura;
 Antonio Garcia Moya e Georg Przyrembel, na
Arquitetura.
 Entre os escritores encontravam-se Mário e
Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia,
Sérgio Milliet, Plínio Salgado, e outros mais.
 A música estava representada por autores
consagrados, como Villa-Lobos, Guiomar
Novais, Ernani Braga e Frutuoso Viana.
O evento
conferências dos artistas.
recitais.
exposições de arte.
leitura.
Convenções
apresentação do novo projeto da arte.
As críticas
“ É preciso que se saiba que nos
manicômios se produzem poemas,
partituras, quadros e estátuas, e que
essa arte de doidos tem o mesmo
característico da arte dos futuristas e
cubistas que andam soltos por aí ’’.
Jornal do Comércio
fevereiro de 1922
Quais as ideias lançadas durante a semana de 22?
REVISTAS DE ARTE:
 KLAXON (SP)
 A FESTA (RJ)
 A REVISTA (BELO HORIZONTE)
MANIFESTOS:
 PAU-BRASIL
 ANTROPÓFAGO OU ANTROPOFÁGICO
 VERDE-AMARELO
 ANTA
 MOSTRAM AS IDEIAS E A NOVA
FORMA DE PENSAR DOS ARTISTAS
BRASILEIROS.
Qual o legado deixado pela S.A.M?
 O principal legado da
Semana de Arte
Moderna foi libertar a
arte brasileira da
reprodução nada criativa
de padrões europeus, e
dar início à construção
de uma cultura
essencialmente
nacional.
TARSILA DO
AMARAL
1886-1973
 Nasceu em1886, em Capivari, interior do Estado de
São Paulo.
 Passou a infância nas fazendas de seu pai.
 Estudou em São Paulo e depois em Barcelona, na
Espanha.
 Iniciou nas artes aos 30 anos.
 Em 1920, foi estudar em Paris, na Académie Julien.
 Não participou da semana de arte moderna ,pois
estava em Paris.
 Voltou ao Brasil em junho de 1922 e entrou em
contato com os modernistas.
 Tarsila e Oswald casaram-se em 1926.
 Tarsila faleceu em janeiro de 1973.
Autorretratode Tarsila do Amaral de
1923
Quando voltou ao Brasil, Anita a
introduziu no grupo modernista
e Tarsila começou a namorar o
escritor Oswald de Andrade.
Formaram o grupo dos cinco:
Tarsila, Anita, Oswald, e os
escritores Mário de Andrade e
Menotti Del Picchia.
Agitaram culturalmente São
Paulo com reuniões, festas,
conferências.
1923 em Paris
A NEGRA, 1923, TARSILA DO AMARAL
 A figura da Negra tinha
muita ligação com sua
infância, pois essas negras
eram geralmente filhas de
escravos que tomavam
conta das crianças e,
algumas vezes, serviam até
de amas de leite.
 Com esta tela, Tarsila entrou
para a história da arte
moderna brasileira.
 Ela estudou com o mestre cubista Fernand Léger.
Fase : Pau Brasil
O Mamoeiro (1925)
 As cores tornaram-se uma das
marcas da sua obra, assim como
a temática brasileira, com as
paisagens rurais e urbanas do
nosso país, além da nossa
fauna, flora, folclore e do nosso
povo.
 Além do tema e das cores, Tarsila
trouxe a técnica do cubismo
aprendida em Paris para os seus
trabalhos.
Carnaval em
Madureira
(1924)
‘Morro da Favela’ 1924
O Pescador 1925
Fase: Antropofágica
 Essa fase durou apenas de 1928 e
1929.
de comer
 Tarsila deu um presente de aniversário
ao seu marido, Oswald de Andrade.
Pintou o ‘Abaporu’. Quando Oswald viu,
ficou impressionado e disse que era o
melhor quadro que Tarsila já havia feito.
 Batizou-se o quadro de Abaporu, que
significa homem que come carne
humana, o antropófago.

ABAPOROU 1928
A artista contou que o
Abaporu era fruto de imagens
do seu inconsciente, e tinha a
ver com as histórias que as
negras contavam para ela em
sua infância.
A figura do Abaporu
simbolizou o Movimento que
queria deglutir, engolir, a
cultura européia, que era a
cultura vigente na época, e
transformá-la em algo bem
brasileiro. Valorizando o
nosso país.
Antropofagia
‘A Lua’ 1928
CARACTERÍSTICAS DA PINTURA ANTROPOFÁGICA
 Gigantismo, violenta
deformação, pureza
cromática, redução da
palheta a alguns tons
essenciais, despojamento da
composição por um lado e
por outro apelo fantástico, ao
mágico e ao onírico.
 de um ser humano. Os povos que praticavam a antropofagia a faziam pensando que,
assim, iriam adquirir as habilidades e força das pessoas que comiam e a sua virilidade.
“Antropofagia 1929”
Sol Poente - 1927
O Ovo (Urutu)1928
‘Cartão Postal’
O Lago 1928
Fase Social
 Em 1933 pintou a tela ‘Operários’, pioneira da
temática social no Brasil. Desta fase, temos também
a tela ‘Segunda Classe’ e outras que podemos
atribuir ao social.
Segunda Classe 1933
OPERÁRIOS(1933)
Fase: NeoPau Brasil
O PORTO, TARSILA DO AMARAL
 Em 1950, ela voltou com a temática do Pau
Brasil com a tela ‘Fazenda’. Outras telas
desta fase são ‘Vilarejo com ponte e
mamoeiro´, ´Povoação I´ e ´Porto ´.
Vilarejo com Ponte e Mamoeiro. 1953
Outros artistas
1917: EXPOSIÇÃO
DE
ANITA MALFATTI
(1889-1957)
São Paulo
Causa o 1º confronto aberto entre o velho Monteiro
Lobato e a artista, em um artigo para o jornal.
Depois das críticas ela recuou do projeto ousado,
ainda participou da semana de arte moderna, mas os
modernistas foram se afastando dela.
Anita Malfatti trazia da Europa,experiências
vanguardistas que marcaram intensamente o
trabalho desta jovem, que em 1917 realizou a que
ficou conhecida como a primeira exposição do
Modernismo brasileiro.
A BOBA (1915-16)
A estudante
(1915-1916)
O homem de sete cores
(1915-16)
AS OBRAS PROVOCARAM
GRANDE IMPACTO
"Mulher de Cabelos Verdes" (1915-16) O JAPONÊS
Ismael Nery
1900-1934
MODERNISMO NO RIO
O ENCONTRO 1928
Suas obras
influenciaram Di
Cavalcanti, precursor
do surrealismo no
Brasil.
CÍCERO DIAS
1908-2003 É um dos mais significativos integrantes da primeira
geração de artistas modernos.
Foi amigo de Pablo Picasso.
Residiu em Paris e interessou-se pelo surrealismo.
A partir de 1945 pioneiro na arte abstrata no Brasil.
Nos anos 1960, voltou á pintura figurativa.
Residiu em Paris e
interessou-se pelo
surrealismo.
OSWALDO
GOELDI
1895-1961
Gravador e desenhista.
Influenciado por Edward Munch,
é considerado pioneiro do
expressionismo no Brasil.
A presença de Oswaldo
Goeldi na semana foi anunciada
em jornais, mas, ao que tudo
indica, ele não participou.
Goeldi representa uma outra
vertente do modernismo
brasileiro, de forte influência
expressionista
EMILIANO DI
CAVALCANTI
1897-1976
Criou o cartaz e expôs 12
obras na semana de Arte
Moderna.
Depois de 1922 viajou
para Europa e conviveu
com artistas como Picasso,
Lérger, Braque, Matisse,
dentre outros.
É dessa época o interesse
pelas mulatas brasileiras,
que marcariam sua obra.
CINCO MOÇAS DE
GUARATINGUETA 1930
As mulatas
Di Cavalcanti
" Samba " 1925
LASAR SEGALL
1891-1957 Foi um pintor, escultor e gravurista
judeu nascido no território da atual
Lituânia.
O trabalho de Segall teve influências do
impressionismo, expressionismo e
modernismo.
Seus temas mais significativos foram
representações pictóricas do sofrimento
humano: a guerra e a perseguição.
MÁRIO DE ANDRADE, 1927 ENCONTRO, 1924
Bananal 1927
Interior de pobres II, 1921
APÓS A SEMANA DE ARTE MODERNA
A segunda geração de artistas
Alfredo Volpi
1896-1988
Itália
Foi um pintor ítalo-
brasileiro considerado
pela crítica como um dos
artistas mais importantes
da segunda geração do
modernismo. Uma das
características de suas
obras são as
bandeirinhas e os
casarios.
Portinari
1903-1962
Cândido Portinari foi um pintor brasileiro, nasceu em
Brodowski-sp um dos principais nomes do Modernismo
cujas obras alcançaram renome internacional, como o
painel Guerra e Paz, na sede da ONU em Nova Iorque e
a série, Emigrantes do acervo do Museu de Arte de São
Paulo (MASP).
Durante sua trajetória, ele estudou na Escola de Belas-
Artes do Rio de Janeiro; visitou muitos países, entre
eles, a Espanha, a França e a Itália, onde finalizou seus
estudos.
No ano de 1935 ele recebeu uma premiação em Nova
Iorque por sua obra "Café". Deste momento em diante,
sua obra passou a ser mundialmente conhecida.
A morte de Cândido Portinari teve como causa
aparente uma intoxicação causada por elementos
químicos presentes em certas tintas.
Casa Museu de Portinari
O Lavrador de café, 1934
Portinari retrata um trabalhador
negro na lavoura de café (século 20),
representa-o com os braços e pés
maiores que o resto do corpo
enfatizando assim, como elementos
de força do trabalhador como de
tração física animal, demonstra ao
mesmo tempo sua aproximação com
o Expressionismo alemão.
Essa deformação das figuras era traço
marcante do pintor, representava a
sua necessidade de valorizar o
trabalhador brasileiro e, ao mesmo
tempo, demonstrar a figura dramática
e comovente do negro, marcado pelo
sofrimento do trabalho duro nas
fazendas.
Café 1935
O Mestiço 1934
Palhacinhos na gangorra 1957
Meninos brincando
ESPANTAPÁJAROS 1959 FREVO 1956
Ronda Infantil 1932
Retirantes, de Potinari. 1944
Masp São Paulo
Os Retirantes, 1944
MURAL GUERRA E PAZ
Guerra e Paz são dois painéis de, aproximadamente, 14 x 10 m cada um
produzidos pelo pintor Cândido Portinari , entre 1952 e 1956 .
Os painéis foram encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede
da organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York , mas antes de partirem,
em 1956, foram expostos numa cerimônia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro
, que contou com a presença do então Presidente Juscelino Kubitschek.
Algumas
biografias
Oswald de Andrade
Oswald de Andrade (1890-1954) foi o mais transgressor e
experimental dos modernistas, autor de irônicos
discursos e artigos de ataque aos “passadistas”, nos
meses próximos à Semana de 1922, da qual foi um dos
idealizadores.
“A alegria é a prova dos nove”, declarou no “Manifesto
Antropófago” de 1928, que defendia de forma poética
uma língua brasileira e a metáfora do canibalismo do
índio que deglute o estrangeiro. Era a ideia de
antropofagia como caminho para a cultura brasileira,
reaproriada pela Tropicália nos anos 1960.
Mário de Andrade
 Um dos principais articuladores da Semana, Mário de
Andrade (1893-1945) foi um teórico central do
modernismo brasileiro.
 O prefácio de “Pauliceia desvairada”, publicado pouco
depois da Semana, inspirou a fase inicial do movimento.
 A pesquisa folclórica e a linguagem inventiva de
“Macunaíma” (1928) definiram o lugar que o
modernismo ocupa até hoje no imaginário nacional.
 Nas décadas seguintes, foi interlocutor de autores das
novas gerações, como Drummond e Sabino, e publicou
trabalhos importantes sobre música tradicional
brasileira.
Menotti Del Picchia
 Publicado em 1917, o poema “Juca Mulato”, de
Menotti del Picchia (1892-1988) chamou atenção
por mesclar formas clássicas, disposição gráfica
ousada e temas nacionais.
 Em 1922, teve atuação incendiária na Semana, com
uma palestra sobre estética modernista que recebeu
aplausos entusiasmados e vaias indignadas.
 Mais tarde, alinhou-se a um ramo nacionalista do
movimento, o “verde-amarelismo”, com Cassiano
Ricardo e Plinio Salgado (que também participou da
Semana e, em 1932, fundou a Ação Integralista
Brasileira, de extrema-direita).
Heitor Villa-LobosSe a Semana de 1922 foi um evento de São Paulo, sua
grande estrela foi um carioca. Convocado pelos
modernistas paulistas em viagem ao Rio, Heitor Villa-
Lobos (1887-1959) teve 20 composições interpretadas
nos três dias de programação, e um dia todo dedicado
a ele, único compositor brasileiro na Semana.
Foi aplaudido e também vaiado, pela estranheza
causada pelos tambores e instrumentos populares de
congado incorporados à orquestra.
Mais do que a participação intensiva na semana, a
importância do maestro para o modernismo brasileiro
está na criação de uma linguagem própria na música
nacional, unindo elementos de músicas folclóricas e
indígenas já no fim dos anos 1910.
Victor Brecheret
Nascido Vittorio em Farnese, na Itália, Victor Brecheret
(1894-1955) foi adotado pelo grupo modernista como o
“Rodin brasileiro”, o representante da escultura na
exposição da Semana de Arte Moderna de 1922.
Na década de 1910, Brecheret estudou artes no Liceu de
Artes e Ofícios, orgulho da São Paulo que se modernizava, e
depois em Roma.
De volta à capital paulista, o artista se destacou num
ambiente de poucas experimentações na escultura.
Em 1954, o desbravamento do país pelos bandeirantes, tão
valorizado pelos modernistas paulistas, foi retratado por
Brecheret na obra “Monumento às bandeiras”, no Parque
do Ibirapuera, nas comemorações dos 400 anos de São
Paulo.

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  • 2.
  • 3. SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922 Ocorreu na cidade de São Paulo entre os dias 11 e 18 de fevereiro de 1922. Tendo como palco o Teatro Municipal de São Paulo Marco inicial do modernismo no Brasil.
  • 4.
  • 5. A Semana de Arte Moderna de 1922 O que esses artistas pretendiam? CAPA DE DI CAVALCANTI PARA O CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO. Teve como principal propósito renovar, transformar o contexto artístico e cultural urbano. Tanto na literatura, quanto nas artes plásticas, na arquitetura e na música. Criar uma arte essencialmente brasileira , embora em sintonia com as novas tendências europeias: AS VANGUARDAS
  • 6. Quais são as influências? Vanguardas: movimento formado por grupos de pessoas, que por seus conhecimentos ou por uma tendência natural, são precursores , pioneiros em determinado movimento artístico ou científico. Cubismo: geometria Futurismo: um novo olhar Expressionismo: impacto Fauvismo: o poder das cores Dadaísmo: destruidor Surrealismo: o irreal
  • 7.  Durante uma semana a cidade entrou em plena ebulição cultural, sob a inspiração de novas linguagens, de experiências artísticas, de uma liberdade criadora sem igual, com o consequente rompimento com o passado. O que aconteceu lá?
  • 9. O catálogo da Semana apresenta nomes como os de:  Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Yan de Almeida Prado, John Graz, Oswaldo Goeldi, entre outros, na Pintura e no Desenho;  Victor Brecheret, Hildegardo Leão Velloso e Wilhelm Haarberg, na Escultura;  Antonio Garcia Moya e Georg Przyrembel, na Arquitetura.  Entre os escritores encontravam-se Mário e Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Sérgio Milliet, Plínio Salgado, e outros mais.  A música estava representada por autores consagrados, como Villa-Lobos, Guiomar Novais, Ernani Braga e Frutuoso Viana.
  • 10. O evento conferências dos artistas. recitais. exposições de arte. leitura. Convenções apresentação do novo projeto da arte.
  • 11. As críticas “ É preciso que se saiba que nos manicômios se produzem poemas, partituras, quadros e estátuas, e que essa arte de doidos tem o mesmo característico da arte dos futuristas e cubistas que andam soltos por aí ’’. Jornal do Comércio fevereiro de 1922
  • 12. Quais as ideias lançadas durante a semana de 22? REVISTAS DE ARTE:  KLAXON (SP)  A FESTA (RJ)  A REVISTA (BELO HORIZONTE) MANIFESTOS:  PAU-BRASIL  ANTROPÓFAGO OU ANTROPOFÁGICO  VERDE-AMARELO  ANTA  MOSTRAM AS IDEIAS E A NOVA FORMA DE PENSAR DOS ARTISTAS BRASILEIROS.
  • 13. Qual o legado deixado pela S.A.M?  O principal legado da Semana de Arte Moderna foi libertar a arte brasileira da reprodução nada criativa de padrões europeus, e dar início à construção de uma cultura essencialmente nacional.
  • 14. TARSILA DO AMARAL 1886-1973  Nasceu em1886, em Capivari, interior do Estado de São Paulo.  Passou a infância nas fazendas de seu pai.  Estudou em São Paulo e depois em Barcelona, na Espanha.  Iniciou nas artes aos 30 anos.  Em 1920, foi estudar em Paris, na Académie Julien.  Não participou da semana de arte moderna ,pois estava em Paris.  Voltou ao Brasil em junho de 1922 e entrou em contato com os modernistas.  Tarsila e Oswald casaram-se em 1926.  Tarsila faleceu em janeiro de 1973.
  • 15. Autorretratode Tarsila do Amaral de 1923 Quando voltou ao Brasil, Anita a introduziu no grupo modernista e Tarsila começou a namorar o escritor Oswald de Andrade. Formaram o grupo dos cinco: Tarsila, Anita, Oswald, e os escritores Mário de Andrade e Menotti Del Picchia. Agitaram culturalmente São Paulo com reuniões, festas, conferências.
  • 16. 1923 em Paris A NEGRA, 1923, TARSILA DO AMARAL  A figura da Negra tinha muita ligação com sua infância, pois essas negras eram geralmente filhas de escravos que tomavam conta das crianças e, algumas vezes, serviam até de amas de leite.  Com esta tela, Tarsila entrou para a história da arte moderna brasileira.
  • 17.  Ela estudou com o mestre cubista Fernand Léger.
  • 18. Fase : Pau Brasil O Mamoeiro (1925)  As cores tornaram-se uma das marcas da sua obra, assim como a temática brasileira, com as paisagens rurais e urbanas do nosso país, além da nossa fauna, flora, folclore e do nosso povo.  Além do tema e das cores, Tarsila trouxe a técnica do cubismo aprendida em Paris para os seus trabalhos.
  • 22. Fase: Antropofágica  Essa fase durou apenas de 1928 e 1929. de comer  Tarsila deu um presente de aniversário ao seu marido, Oswald de Andrade. Pintou o ‘Abaporu’. Quando Oswald viu, ficou impressionado e disse que era o melhor quadro que Tarsila já havia feito.  Batizou-se o quadro de Abaporu, que significa homem que come carne humana, o antropófago. 
  • 23. ABAPOROU 1928 A artista contou que o Abaporu era fruto de imagens do seu inconsciente, e tinha a ver com as histórias que as negras contavam para ela em sua infância. A figura do Abaporu simbolizou o Movimento que queria deglutir, engolir, a cultura européia, que era a cultura vigente na época, e transformá-la em algo bem brasileiro. Valorizando o nosso país.
  • 25. CARACTERÍSTICAS DA PINTURA ANTROPOFÁGICA  Gigantismo, violenta deformação, pureza cromática, redução da palheta a alguns tons essenciais, despojamento da composição por um lado e por outro apelo fantástico, ao mágico e ao onírico.  de um ser humano. Os povos que praticavam a antropofagia a faziam pensando que, assim, iriam adquirir as habilidades e força das pessoas que comiam e a sua virilidade.
  • 27. Sol Poente - 1927
  • 31. Fase Social  Em 1933 pintou a tela ‘Operários’, pioneira da temática social no Brasil. Desta fase, temos também a tela ‘Segunda Classe’ e outras que podemos atribuir ao social.
  • 34. Fase: NeoPau Brasil O PORTO, TARSILA DO AMARAL  Em 1950, ela voltou com a temática do Pau Brasil com a tela ‘Fazenda’. Outras telas desta fase são ‘Vilarejo com ponte e mamoeiro´, ´Povoação I´ e ´Porto ´.
  • 35. Vilarejo com Ponte e Mamoeiro. 1953
  • 37. 1917: EXPOSIÇÃO DE ANITA MALFATTI (1889-1957) São Paulo Causa o 1º confronto aberto entre o velho Monteiro Lobato e a artista, em um artigo para o jornal. Depois das críticas ela recuou do projeto ousado, ainda participou da semana de arte moderna, mas os modernistas foram se afastando dela. Anita Malfatti trazia da Europa,experiências vanguardistas que marcaram intensamente o trabalho desta jovem, que em 1917 realizou a que ficou conhecida como a primeira exposição do Modernismo brasileiro. A BOBA (1915-16)
  • 38. A estudante (1915-1916) O homem de sete cores (1915-16)
  • 39. AS OBRAS PROVOCARAM GRANDE IMPACTO "Mulher de Cabelos Verdes" (1915-16) O JAPONÊS
  • 40. Ismael Nery 1900-1934 MODERNISMO NO RIO O ENCONTRO 1928 Suas obras influenciaram Di Cavalcanti, precursor do surrealismo no Brasil.
  • 41.
  • 42.
  • 43. CÍCERO DIAS 1908-2003 É um dos mais significativos integrantes da primeira geração de artistas modernos. Foi amigo de Pablo Picasso. Residiu em Paris e interessou-se pelo surrealismo. A partir de 1945 pioneiro na arte abstrata no Brasil. Nos anos 1960, voltou á pintura figurativa. Residiu em Paris e interessou-se pelo surrealismo.
  • 44.
  • 45.
  • 46. OSWALDO GOELDI 1895-1961 Gravador e desenhista. Influenciado por Edward Munch, é considerado pioneiro do expressionismo no Brasil. A presença de Oswaldo Goeldi na semana foi anunciada em jornais, mas, ao que tudo indica, ele não participou. Goeldi representa uma outra vertente do modernismo brasileiro, de forte influência expressionista
  • 47.
  • 48.
  • 49. EMILIANO DI CAVALCANTI 1897-1976 Criou o cartaz e expôs 12 obras na semana de Arte Moderna. Depois de 1922 viajou para Europa e conviveu com artistas como Picasso, Lérger, Braque, Matisse, dentre outros. É dessa época o interesse pelas mulatas brasileiras, que marcariam sua obra.
  • 52.
  • 53. LASAR SEGALL 1891-1957 Foi um pintor, escultor e gravurista judeu nascido no território da atual Lituânia. O trabalho de Segall teve influências do impressionismo, expressionismo e modernismo. Seus temas mais significativos foram representações pictóricas do sofrimento humano: a guerra e a perseguição.
  • 54. MÁRIO DE ANDRADE, 1927 ENCONTRO, 1924
  • 56. Interior de pobres II, 1921
  • 57. APÓS A SEMANA DE ARTE MODERNA A segunda geração de artistas
  • 58. Alfredo Volpi 1896-1988 Itália Foi um pintor ítalo- brasileiro considerado pela crítica como um dos artistas mais importantes da segunda geração do modernismo. Uma das características de suas obras são as bandeirinhas e os casarios.
  • 59.
  • 60. Portinari 1903-1962 Cândido Portinari foi um pintor brasileiro, nasceu em Brodowski-sp um dos principais nomes do Modernismo cujas obras alcançaram renome internacional, como o painel Guerra e Paz, na sede da ONU em Nova Iorque e a série, Emigrantes do acervo do Museu de Arte de São Paulo (MASP). Durante sua trajetória, ele estudou na Escola de Belas- Artes do Rio de Janeiro; visitou muitos países, entre eles, a Espanha, a França e a Itália, onde finalizou seus estudos. No ano de 1935 ele recebeu uma premiação em Nova Iorque por sua obra "Café". Deste momento em diante, sua obra passou a ser mundialmente conhecida. A morte de Cândido Portinari teve como causa aparente uma intoxicação causada por elementos químicos presentes em certas tintas.
  • 61. Casa Museu de Portinari
  • 62.
  • 63. O Lavrador de café, 1934 Portinari retrata um trabalhador negro na lavoura de café (século 20), representa-o com os braços e pés maiores que o resto do corpo enfatizando assim, como elementos de força do trabalhador como de tração física animal, demonstra ao mesmo tempo sua aproximação com o Expressionismo alemão. Essa deformação das figuras era traço marcante do pintor, representava a sua necessidade de valorizar o trabalhador brasileiro e, ao mesmo tempo, demonstrar a figura dramática e comovente do negro, marcado pelo sofrimento do trabalho duro nas fazendas.
  • 70. Retirantes, de Potinari. 1944 Masp São Paulo
  • 73. Guerra e Paz são dois painéis de, aproximadamente, 14 x 10 m cada um produzidos pelo pintor Cândido Portinari , entre 1952 e 1956 . Os painéis foram encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede da organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York , mas antes de partirem, em 1956, foram expostos numa cerimônia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro , que contou com a presença do então Presidente Juscelino Kubitschek.
  • 74.
  • 75.
  • 76.
  • 77.
  • 79. Oswald de Andrade Oswald de Andrade (1890-1954) foi o mais transgressor e experimental dos modernistas, autor de irônicos discursos e artigos de ataque aos “passadistas”, nos meses próximos à Semana de 1922, da qual foi um dos idealizadores. “A alegria é a prova dos nove”, declarou no “Manifesto Antropófago” de 1928, que defendia de forma poética uma língua brasileira e a metáfora do canibalismo do índio que deglute o estrangeiro. Era a ideia de antropofagia como caminho para a cultura brasileira, reaproriada pela Tropicália nos anos 1960.
  • 80. Mário de Andrade  Um dos principais articuladores da Semana, Mário de Andrade (1893-1945) foi um teórico central do modernismo brasileiro.  O prefácio de “Pauliceia desvairada”, publicado pouco depois da Semana, inspirou a fase inicial do movimento.  A pesquisa folclórica e a linguagem inventiva de “Macunaíma” (1928) definiram o lugar que o modernismo ocupa até hoje no imaginário nacional.  Nas décadas seguintes, foi interlocutor de autores das novas gerações, como Drummond e Sabino, e publicou trabalhos importantes sobre música tradicional brasileira.
  • 81. Menotti Del Picchia  Publicado em 1917, o poema “Juca Mulato”, de Menotti del Picchia (1892-1988) chamou atenção por mesclar formas clássicas, disposição gráfica ousada e temas nacionais.  Em 1922, teve atuação incendiária na Semana, com uma palestra sobre estética modernista que recebeu aplausos entusiasmados e vaias indignadas.  Mais tarde, alinhou-se a um ramo nacionalista do movimento, o “verde-amarelismo”, com Cassiano Ricardo e Plinio Salgado (que também participou da Semana e, em 1932, fundou a Ação Integralista Brasileira, de extrema-direita).
  • 82. Heitor Villa-LobosSe a Semana de 1922 foi um evento de São Paulo, sua grande estrela foi um carioca. Convocado pelos modernistas paulistas em viagem ao Rio, Heitor Villa- Lobos (1887-1959) teve 20 composições interpretadas nos três dias de programação, e um dia todo dedicado a ele, único compositor brasileiro na Semana. Foi aplaudido e também vaiado, pela estranheza causada pelos tambores e instrumentos populares de congado incorporados à orquestra. Mais do que a participação intensiva na semana, a importância do maestro para o modernismo brasileiro está na criação de uma linguagem própria na música nacional, unindo elementos de músicas folclóricas e indígenas já no fim dos anos 1910.
  • 83. Victor Brecheret Nascido Vittorio em Farnese, na Itália, Victor Brecheret (1894-1955) foi adotado pelo grupo modernista como o “Rodin brasileiro”, o representante da escultura na exposição da Semana de Arte Moderna de 1922. Na década de 1910, Brecheret estudou artes no Liceu de Artes e Ofícios, orgulho da São Paulo que se modernizava, e depois em Roma. De volta à capital paulista, o artista se destacou num ambiente de poucas experimentações na escultura. Em 1954, o desbravamento do país pelos bandeirantes, tão valorizado pelos modernistas paulistas, foi retratado por Brecheret na obra “Monumento às bandeiras”, no Parque do Ibirapuera, nas comemorações dos 400 anos de São Paulo.