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8º Ano
O Barroco no
  Brasil
  Prof. Elisa Herrera

                        1
O Barroco brasileiro desenvolveu-

se do século XVII ao inicio do

século XIX, época em que na

Europa esse estilo já havia sido

abandonado.                     2
•Um só Brasil, “vários” Barrocos
O Barroco brasileiro varia de uma região para outra.
Nas regiões que enriqueceram com a mineração e o
comercio de açúcar – Minas Gerais, Rio de Janeiro,
Bahia e Pernambuco-, encontramos igrejas com talhas
douradas e esculturas refinadas, feitas por artistas de
renome. Já nas regiões onde não havia açúcar nem
ouro –como São Paulo-, as igrejas apresentam
trabalhos modestos de artistas menos experientes.
                                                          3
•Expressões do Barroco brasileiro

Profundamente ligado a religião católica, o Barroco
brasileiro está presente até hoje em inúmeras igrejas
construídas em todo o pais. Mas está também em muitas
outras construções, como prédios públicos , moradias,
chafarizes (são construções que fornecem água a
população ou servem de ornamento, fontes).
Exemplo, o chafariz no Largo de Marília em Ouro Preto.
                                                         4
5
6
Igreja de N. Senhora do Carmo- Recife-




                                         7
Antiga Casa da Câmara e Cadeia, Mariana, Minas Gerais   8
•A escultura complementando a arquitetura

As talhas –ornamentos esculpidos em madeira, mármore,
marfim ou pedra – são muito presentes nas igrejas
barrocas brasileiras. Aparecem em altares, arcos, tetos e
janelas, recobrindo praticamente todo o interior da
construção. Podem ter motivos florais, figuras de anjos,
espirais; enfim, formas que sugerem movimento e
quebram a monotonia das linhas retas. As de madeira
com varias cores, são chamadas policromadas.           9
As talhas mais vistosas , porem, são as douradas,
revestidas por uma fina película de ouro. Em algumas
igrejas, a talha se combina com a pintura, como na
Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto.        10
Igreja de
São Francisco de Assis
em Ouro Preto.




                         11
Altar-mor da Igreja de São Francisco de Assis –
           Obra do Mestre Aleijadinho - Ouro Preto
Altar-mor da Capela da Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto
                                                                  12
Igreja de São
Francisco de
Assis , Ouro
Preto




                13
•Azulejos, mais que decoração
No século XVIII eram comuns grandes painéis azuis
e brancos com cenas religiosas, figuras mitológicas,
ou ainda cenas históricas ou da literatura, formadas
pela junção de muitos azulejos. Mais que um
simples elemento decorativo, essa era uma forma
de a Igreja Católica, transmitir a população de
maioria analfabeta, mensagens religiosas e historias
bíblicas.                                         14
Azulejos do claustro da Ordem Terceira de São Francisco da Penitencia,
                           Salvador, Bahia                        15
16
17
18
O Barroco
em Pernambuco
                19
A partir de 1759 Recife teve grande crescimento
econômico. Entre suas construções barrocas mais
bem cuidadas está a Igreja de São Pedro dos
Clérigos. Esta igreja foi iniciada em 1728 segundo
projeto de Manuel Ferreira Jâcome, as obras
dessa igreja foram concluídas em 1782. Observe
a fachada barroca de pedra e a verticalidade do
edifício, incomum nas igrejas brasileiras do
século XVIII.                                    20
Igreja de
 São Pedro
dos Clérigos




               21
Interior
da Igreja
 de São
 Pedro
  dos
Clérigos



            22
23
24
O Barroco
da primeira capital
do pais: Salvador
                      25
Na segunda metade do século XVII, Salvador era
o centro econômico da região e também era a
capital do pais. Aí encontramos igrejas
riquíssimas como a de São Francisco.        26
A Igreja de São Francisco de Assis e a Igreja da Ordem
Terceira    de São Francisco formam o conjunto
arquitetônico barroco mais conhecido da cidade. No
frontão da igreja estão os aspectos mais significativos do
Barroco: as linhas curvas lembrando as linhas dos
elementos da natureza, como plantas e conchas.
Ordem Terceira= é uma ordem religiosa formada por
leigos, pessoas que, embora não sejam ordenadas
sacerdotes, vivem em comunidade e seguem as regras
de uma ordem religiosa ou convento.                     27
Igreja de são Francisco   28
29
30
Fachada da Igreja da
Terceira Ordem de São
  Francisco, Salvador
Observe nesta fachada,
as inúmeras figuras de
santos, anjos, atlantes e
motivos florais
esculpidos em pedra.
Note ainda os balcões,
pequenas sacadas
também em pedra.
                            31
Atlante, figura humana talhada em madeira
                                            32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
O barroco no
Rio de Janeiro
                 43
O Rio de Janeiro só viria a ter destaque econômico e cultural com a
extração do ouro em Minas Gerais, no século XVIII. Através do porto, a
cidade passou a centro de intercambio entre a região da mineração e
Portugal. Em 1763, tornou-se a nova capital do pais. A partir daí foram
erguidas muitas construções.
A escultura barroca do Rio de Janeiro contou com artistas portugueses
e em especial com o brasileiro: Mestre Valentim (1750-1813), tão
respeitado quanto Antonio Francisco Lisboa, nosso artista barroco
mais conhecido e admirado. Mestre Valentim também foi paisagista,
mas suas obras mais preservadas são as que fez para igrejas, como a
da Ordem Terceira do Carmo, a de São Francisco de Paula e de Santa
Cruz dos Milagres.                                                  44
Catedral do Rio de Janeiro ao fundo




O aqueduto da Carioca, esta obra é famosa por seus arcos superpostos,
conhecidos como Arcos da Lapa, localizado no bairro que leva seu
                                                                 45
nome.
Arcos da Lapa- Considerada como a obra arquitetônica de
maior porte empreendida no Brasil durante o período colonial, é,
hoje, um dos cartões postais da cidade, símbolo mais
representativo do Rio Antigo preservado na região boêmia da Lapa.




                                                               46
Passeio Público do Rio de Janeiro localizado no
atual Largo da Lapa.                       47
Chafariz dos Jacarés ou Fonte doa Amores -
              Passeio Público -




                                             48
49
Passeio Público
   do Rio de
 Janeiro: busto
   de Mestre
   Valentim,




                  50
Inspirado no Passeio Público de Lisboa, inaugurado
na década de 1760, Mestre Valentim, escultor
e arquiteto projetou o parque em estilo francês.     51
Igreja da Ordem Terceira de
São Francisco da Penitencia
                              52
São João Evangelista esculpido
por Mestre Valentim no século
XIX, esculpido em madeira por
Mestre Valentim, mede 1,88
pertence ao princípio do século
XIX, entre 1802 e 1812. A imagem
estava localizada em um dos
nichos da fachada da igreja de
Santa Cruz dos Militares, agora
está no Museu Histórico Nacional
na cidade do rio de Janeiro.
                                  53
Fachada da
 Igreja do
mosteiro de
São Bento,
   Rio de
  Janeiro




              54
Igreja do mosteiro de São Bento, Rio de Janeiro
                                                  55
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61
62
63
64
65
O Barroco de uma
  região pobre:
   São Paulo
                   66
A cidade de São Paulo foi fundada no século XVI
e seus arredores não tiveram o mesmo
desenvolvimento que outras regiões da época
colonial. No século XVII os paulistas organizaram
as bandeiras (expedições no séc. XVI e XVIII,
primeiro partindo de São Vicente, depois de São
Paulo, para, entre outros fins localizar metais e
pedras preciosas) e seguiram para Minas Gerais,
lançando-se às atividades de mineração.        67
Enquanto isso, São Paulo permaneceu estagnada durante
todo o século XVIII, e as ordens religiosas apenas ergueram
modestas igrejas barrocas. Hoje existem poucas construções
barrocas na cidade. Delas destacam-se o conjunto formado
pela igreja e pelo convento de Nossa Senhora da Luz.
As esculturas barrocas paulistas são muito simples: em razão
a pobreza da cidade, nenhum artista de renome ia para lá. Por
este motivo as imagens, são em geral, rústicas, primitivas,
feitas de barro cozido. A pintura barroca de São Paulo
apresenta a mesma simplicidade.
                                                        68
Igreja Nossa
 Senhora da
    Luz,
  São Paulo




               69
Interior da Igreja N. Sra. Da Luz
                                    70
Interior da Igreja N. Sra. Da Luz   71
A escultura no Barroco
            paulista
Para entender melhor como as
imagens produzidas em São Paulo
eram primitivas e rústicas,
compare com esta imagem da
Bahia, aproximadamente da
mesma época, possui movimento
e riqueza nos detalhes nas roupas
mais refinado que o trabalho dos    Santana Mestra , séc. XVIII, feita por
                                    um jesuíta para o Convento de Nossa
paulistas.                          Senhora das Mercês, Salvador.    72
Esculturas do
                                Barroco de São
                               Paulo, observe a
                               simplicidade que
                            foram produzidas em
                             comparação com a
                                 produção dos
                             artistas das regiões
                              ricas em minério e
                            cana de açúcar, onde
                              os artistas tinham
                            menos recursos para
                                 sua produção.




     Santo Dominicano                               Frei Agostinho da Piedade
("paulistinha"), Santa Isabel,                            (c. 1580-1661)
           séc. XIX                                   Santo Amaro, séc. XVII 73
Nossa Senhora Da Candelária, das Candáias, Purificação e
                                                           74
                  da Apresentação.
Teto da capela-mor da Igreja do Carmo em Itu, São Paulo pintado
                                                              75
              pelo frei Jesuino do Monte Carmelo
O Barroco mineiro:
      tem inicio uma
        arquitetura
         brasileira
•A arte barroca em Ouro Preto
•Antônio Francisco Lisboa (o Aleijadinho)
                                            76
Foram os bandeirantes paulistas que desbravaram as
terras mineiras, começaram a explorar ouro e pedras
preciosas e fundaram os primeiros arraiais da região de
Minas Gerais. Um desses bandeirantes foi Antônio
Dias, que em 1698, chegou a Vila Rica, hoje Ouro Preto.
Desde essa época, vilarejos como Mariana, Sabará,
Congonhas do Campo, São João del Rei, Caeté e Catas
Altas começaram a desenvolver-se e a construir seus
primeiros edifícios importantes.
                                                      77
•A arte barroca em Ouro Preto
A evolução da arquitetura mineira não foi muito rápida. Primeiro
tentou-se utilizar a técnica construtiva paulista da taipa de pilão
(técnica comum no Brasil colônia que consiste em erguer paredes
com blocos de barro comprimido dentro de uma forma de madeira
denominada taipal). Com o tempo, as diversas técnicas de
construção foram combinadas harmoniosamente com a rica
decoração interior. Essa integração teve seu auge em Minas Gerais,
com Antônio Francisco Lisboa (1730-1814). Na pintura do barroco
destaca-se Manuel da Costa Ataíde.
                                                                      78
Sua pintura nos forros das igrejas, revela excepcional

domínio da perspectiva. Mas seu talento também pode

ser visto nas telas e nos painéis pintados para as

sacristias e as paredes laterais. Ataíde fez pinturas para a

Igreja de Santo Antônio, em Santa Barbara, e para a

Igreja do Rosário, em Mariana, além da Igreja de São

Francisco em Ouro Preto.
                                                          79
Igreja de São Francisco em Ouro Preto.   80
81
Altar de São Francisco de Assis




                                  82
Este teto é, sem dúvida, a obra prima de Mestre Ataíde.

Utilizando a mesma técnica audaciosa usada pelo

italiano Andrea Pozzo, ele cria uma perspectiva em que

as colunas parecem avançar para o alto, sugerindo que o

teto se abre para o céu. Nele está Maria, com traços bem

brasileiros, cercada de anjos. Os tons vermelhos dão à

cena alegria e vivacidade.                                83
84
85
Andrea Pozzo   86
•Antônio Francisco Lisboa (o Aleijadinho): o
principal escultor do Barroco no Brasil

Além de arquiteto e decorador de igrejas , Aleijadinho foi escultor.
Existem inúmeras obras suas em museus e igrejas, principalmente
em Ouro Preto. Mas é a cidade de Congonhas do Campo que
abriga seu mais importante conjunto de esculturas. Na ladeira à
frente da igreja, foram construídas seis capelas, três de cada lado.
Em cada uma delas, um conjunto de estátuas de madeira em
tamanho natural, narra um passo da paixão de Cristo.

                                                                   87
Há ainda inúmeras obras de artistas anônimos

espalhados pelas diversas regiões do país. Isso

confirma a importância do Barroco em nossa história

como um marco do início de uma arte que procura

afirmar seu próprio valor.


                                                      88
•Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas do
                  Campo, Minas Gerais
Este santuário é construído por uma igreja em cujo adro,
estão esculturas em pedra sabão de doze profetas: Baruque,
Ezequiel, Daniel, Oséias, Jonas, Joel, Abdias, Habacuque,
Amós e Naum. Cada um deles esta numa posição
diferente,fazendo gestos que se coordenam. O resultado
disso é muito interessante, pois o observador tem a forte
impressão de que as figuras de pedra estão se movendo,
gesticulando e dirigindo-se a ouvintes.
                                                       89
90
91
O PROFETA HABACUQUE   O PROFETA OSEIAS   92
O Profeta Jeremias   93
94
Os 12 apóstolos talhados em madeira- Aleijadinho
                                                   95
Cristo na crucificação, Congonhas do Campo-




                                              96
97
Cristo carregando a cruz, detalhe da Flagelação,
      Congonhas do Campo, Minas Gerais
                                                   98
99
100
101
102
103
Nossa Senhora das Dores

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8o. Ano arte barroca no brasil

  • 1. 8º Ano O Barroco no Brasil Prof. Elisa Herrera 1
  • 2. O Barroco brasileiro desenvolveu- se do século XVII ao inicio do século XIX, época em que na Europa esse estilo já havia sido abandonado. 2
  • 3. •Um só Brasil, “vários” Barrocos O Barroco brasileiro varia de uma região para outra. Nas regiões que enriqueceram com a mineração e o comercio de açúcar – Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco-, encontramos igrejas com talhas douradas e esculturas refinadas, feitas por artistas de renome. Já nas regiões onde não havia açúcar nem ouro –como São Paulo-, as igrejas apresentam trabalhos modestos de artistas menos experientes. 3
  • 4. •Expressões do Barroco brasileiro Profundamente ligado a religião católica, o Barroco brasileiro está presente até hoje em inúmeras igrejas construídas em todo o pais. Mas está também em muitas outras construções, como prédios públicos , moradias, chafarizes (são construções que fornecem água a população ou servem de ornamento, fontes). Exemplo, o chafariz no Largo de Marília em Ouro Preto. 4
  • 5. 5
  • 6. 6
  • 7. Igreja de N. Senhora do Carmo- Recife- 7
  • 8. Antiga Casa da Câmara e Cadeia, Mariana, Minas Gerais 8
  • 9. •A escultura complementando a arquitetura As talhas –ornamentos esculpidos em madeira, mármore, marfim ou pedra – são muito presentes nas igrejas barrocas brasileiras. Aparecem em altares, arcos, tetos e janelas, recobrindo praticamente todo o interior da construção. Podem ter motivos florais, figuras de anjos, espirais; enfim, formas que sugerem movimento e quebram a monotonia das linhas retas. As de madeira com varias cores, são chamadas policromadas. 9
  • 10. As talhas mais vistosas , porem, são as douradas, revestidas por uma fina película de ouro. Em algumas igrejas, a talha se combina com a pintura, como na Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto. 10
  • 11. Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto. 11
  • 12. Altar-mor da Igreja de São Francisco de Assis – Obra do Mestre Aleijadinho - Ouro Preto Altar-mor da Capela da Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto 12
  • 13. Igreja de São Francisco de Assis , Ouro Preto 13
  • 14. •Azulejos, mais que decoração No século XVIII eram comuns grandes painéis azuis e brancos com cenas religiosas, figuras mitológicas, ou ainda cenas históricas ou da literatura, formadas pela junção de muitos azulejos. Mais que um simples elemento decorativo, essa era uma forma de a Igreja Católica, transmitir a população de maioria analfabeta, mensagens religiosas e historias bíblicas. 14
  • 15. Azulejos do claustro da Ordem Terceira de São Francisco da Penitencia, Salvador, Bahia 15
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  • 17. 17
  • 18. 18
  • 20. A partir de 1759 Recife teve grande crescimento econômico. Entre suas construções barrocas mais bem cuidadas está a Igreja de São Pedro dos Clérigos. Esta igreja foi iniciada em 1728 segundo projeto de Manuel Ferreira Jâcome, as obras dessa igreja foram concluídas em 1782. Observe a fachada barroca de pedra e a verticalidade do edifício, incomum nas igrejas brasileiras do século XVIII. 20
  • 21. Igreja de São Pedro dos Clérigos 21
  • 22. Interior da Igreja de São Pedro dos Clérigos 22
  • 23. 23
  • 24. 24
  • 25. O Barroco da primeira capital do pais: Salvador 25
  • 26. Na segunda metade do século XVII, Salvador era o centro econômico da região e também era a capital do pais. Aí encontramos igrejas riquíssimas como a de São Francisco. 26
  • 27. A Igreja de São Francisco de Assis e a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco formam o conjunto arquitetônico barroco mais conhecido da cidade. No frontão da igreja estão os aspectos mais significativos do Barroco: as linhas curvas lembrando as linhas dos elementos da natureza, como plantas e conchas. Ordem Terceira= é uma ordem religiosa formada por leigos, pessoas que, embora não sejam ordenadas sacerdotes, vivem em comunidade e seguem as regras de uma ordem religiosa ou convento. 27
  • 28. Igreja de são Francisco 28
  • 29. 29
  • 30. 30
  • 31. Fachada da Igreja da Terceira Ordem de São Francisco, Salvador Observe nesta fachada, as inúmeras figuras de santos, anjos, atlantes e motivos florais esculpidos em pedra. Note ainda os balcões, pequenas sacadas também em pedra. 31
  • 32. Atlante, figura humana talhada em madeira 32
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  • 41. 41
  • 42. 42
  • 43. O barroco no Rio de Janeiro 43
  • 44. O Rio de Janeiro só viria a ter destaque econômico e cultural com a extração do ouro em Minas Gerais, no século XVIII. Através do porto, a cidade passou a centro de intercambio entre a região da mineração e Portugal. Em 1763, tornou-se a nova capital do pais. A partir daí foram erguidas muitas construções. A escultura barroca do Rio de Janeiro contou com artistas portugueses e em especial com o brasileiro: Mestre Valentim (1750-1813), tão respeitado quanto Antonio Francisco Lisboa, nosso artista barroco mais conhecido e admirado. Mestre Valentim também foi paisagista, mas suas obras mais preservadas são as que fez para igrejas, como a da Ordem Terceira do Carmo, a de São Francisco de Paula e de Santa Cruz dos Milagres. 44
  • 45. Catedral do Rio de Janeiro ao fundo O aqueduto da Carioca, esta obra é famosa por seus arcos superpostos, conhecidos como Arcos da Lapa, localizado no bairro que leva seu 45 nome.
  • 46. Arcos da Lapa- Considerada como a obra arquitetônica de maior porte empreendida no Brasil durante o período colonial, é, hoje, um dos cartões postais da cidade, símbolo mais representativo do Rio Antigo preservado na região boêmia da Lapa. 46
  • 47. Passeio Público do Rio de Janeiro localizado no atual Largo da Lapa. 47
  • 48. Chafariz dos Jacarés ou Fonte doa Amores - Passeio Público - 48
  • 49. 49
  • 50. Passeio Público do Rio de Janeiro: busto de Mestre Valentim, 50
  • 51. Inspirado no Passeio Público de Lisboa, inaugurado na década de 1760, Mestre Valentim, escultor e arquiteto projetou o parque em estilo francês. 51
  • 52. Igreja da Ordem Terceira de São Francisco da Penitencia 52
  • 53. São João Evangelista esculpido por Mestre Valentim no século XIX, esculpido em madeira por Mestre Valentim, mede 1,88 pertence ao princípio do século XIX, entre 1802 e 1812. A imagem estava localizada em um dos nichos da fachada da igreja de Santa Cruz dos Militares, agora está no Museu Histórico Nacional na cidade do rio de Janeiro. 53
  • 54. Fachada da Igreja do mosteiro de São Bento, Rio de Janeiro 54
  • 55. Igreja do mosteiro de São Bento, Rio de Janeiro 55
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  • 65. 65
  • 66. O Barroco de uma região pobre: São Paulo 66
  • 67. A cidade de São Paulo foi fundada no século XVI e seus arredores não tiveram o mesmo desenvolvimento que outras regiões da época colonial. No século XVII os paulistas organizaram as bandeiras (expedições no séc. XVI e XVIII, primeiro partindo de São Vicente, depois de São Paulo, para, entre outros fins localizar metais e pedras preciosas) e seguiram para Minas Gerais, lançando-se às atividades de mineração. 67
  • 68. Enquanto isso, São Paulo permaneceu estagnada durante todo o século XVIII, e as ordens religiosas apenas ergueram modestas igrejas barrocas. Hoje existem poucas construções barrocas na cidade. Delas destacam-se o conjunto formado pela igreja e pelo convento de Nossa Senhora da Luz. As esculturas barrocas paulistas são muito simples: em razão a pobreza da cidade, nenhum artista de renome ia para lá. Por este motivo as imagens, são em geral, rústicas, primitivas, feitas de barro cozido. A pintura barroca de São Paulo apresenta a mesma simplicidade. 68
  • 69. Igreja Nossa Senhora da Luz, São Paulo 69
  • 70. Interior da Igreja N. Sra. Da Luz 70
  • 71. Interior da Igreja N. Sra. Da Luz 71
  • 72. A escultura no Barroco paulista Para entender melhor como as imagens produzidas em São Paulo eram primitivas e rústicas, compare com esta imagem da Bahia, aproximadamente da mesma época, possui movimento e riqueza nos detalhes nas roupas mais refinado que o trabalho dos Santana Mestra , séc. XVIII, feita por um jesuíta para o Convento de Nossa paulistas. Senhora das Mercês, Salvador. 72
  • 73. Esculturas do Barroco de São Paulo, observe a simplicidade que foram produzidas em comparação com a produção dos artistas das regiões ricas em minério e cana de açúcar, onde os artistas tinham menos recursos para sua produção. Santo Dominicano Frei Agostinho da Piedade ("paulistinha"), Santa Isabel, (c. 1580-1661) séc. XIX Santo Amaro, séc. XVII 73
  • 74. Nossa Senhora Da Candelária, das Candáias, Purificação e 74 da Apresentação.
  • 75. Teto da capela-mor da Igreja do Carmo em Itu, São Paulo pintado 75 pelo frei Jesuino do Monte Carmelo
  • 76. O Barroco mineiro: tem inicio uma arquitetura brasileira •A arte barroca em Ouro Preto •Antônio Francisco Lisboa (o Aleijadinho) 76
  • 77. Foram os bandeirantes paulistas que desbravaram as terras mineiras, começaram a explorar ouro e pedras preciosas e fundaram os primeiros arraiais da região de Minas Gerais. Um desses bandeirantes foi Antônio Dias, que em 1698, chegou a Vila Rica, hoje Ouro Preto. Desde essa época, vilarejos como Mariana, Sabará, Congonhas do Campo, São João del Rei, Caeté e Catas Altas começaram a desenvolver-se e a construir seus primeiros edifícios importantes. 77
  • 78. •A arte barroca em Ouro Preto A evolução da arquitetura mineira não foi muito rápida. Primeiro tentou-se utilizar a técnica construtiva paulista da taipa de pilão (técnica comum no Brasil colônia que consiste em erguer paredes com blocos de barro comprimido dentro de uma forma de madeira denominada taipal). Com o tempo, as diversas técnicas de construção foram combinadas harmoniosamente com a rica decoração interior. Essa integração teve seu auge em Minas Gerais, com Antônio Francisco Lisboa (1730-1814). Na pintura do barroco destaca-se Manuel da Costa Ataíde. 78
  • 79. Sua pintura nos forros das igrejas, revela excepcional domínio da perspectiva. Mas seu talento também pode ser visto nas telas e nos painéis pintados para as sacristias e as paredes laterais. Ataíde fez pinturas para a Igreja de Santo Antônio, em Santa Barbara, e para a Igreja do Rosário, em Mariana, além da Igreja de São Francisco em Ouro Preto. 79
  • 80. Igreja de São Francisco em Ouro Preto. 80
  • 81. 81
  • 82. Altar de São Francisco de Assis 82
  • 83. Este teto é, sem dúvida, a obra prima de Mestre Ataíde. Utilizando a mesma técnica audaciosa usada pelo italiano Andrea Pozzo, ele cria uma perspectiva em que as colunas parecem avançar para o alto, sugerindo que o teto se abre para o céu. Nele está Maria, com traços bem brasileiros, cercada de anjos. Os tons vermelhos dão à cena alegria e vivacidade. 83
  • 84. 84
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  • 87. •Antônio Francisco Lisboa (o Aleijadinho): o principal escultor do Barroco no Brasil Além de arquiteto e decorador de igrejas , Aleijadinho foi escultor. Existem inúmeras obras suas em museus e igrejas, principalmente em Ouro Preto. Mas é a cidade de Congonhas do Campo que abriga seu mais importante conjunto de esculturas. Na ladeira à frente da igreja, foram construídas seis capelas, três de cada lado. Em cada uma delas, um conjunto de estátuas de madeira em tamanho natural, narra um passo da paixão de Cristo. 87
  • 88. Há ainda inúmeras obras de artistas anônimos espalhados pelas diversas regiões do país. Isso confirma a importância do Barroco em nossa história como um marco do início de uma arte que procura afirmar seu próprio valor. 88
  • 89. •Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas do Campo, Minas Gerais Este santuário é construído por uma igreja em cujo adro, estão esculturas em pedra sabão de doze profetas: Baruque, Ezequiel, Daniel, Oséias, Jonas, Joel, Abdias, Habacuque, Amós e Naum. Cada um deles esta numa posição diferente,fazendo gestos que se coordenam. O resultado disso é muito interessante, pois o observador tem a forte impressão de que as figuras de pedra estão se movendo, gesticulando e dirigindo-se a ouvintes. 89
  • 90. 90
  • 91. 91
  • 92. O PROFETA HABACUQUE O PROFETA OSEIAS 92
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  • 95. Os 12 apóstolos talhados em madeira- Aleijadinho 95
  • 96. Cristo na crucificação, Congonhas do Campo- 96
  • 97. 97
  • 98. Cristo carregando a cruz, detalhe da Flagelação, Congonhas do Campo, Minas Gerais 98
  • 99. 99
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  • 101. 101
  • 102. 102