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Modernismo no Brasil
Aula 13 Profº Bim
ANTECEDENTES DA S.A.M
 1912: chegada de Oswald de
Andrade da europa com (ideias)
cubistas e futuristas.
 Afirmou: “ estamos atrasados 50
anos em cultura, chafurdados ainda em
pleno parnasianismo.”
 Nasce a ideia de Romper com a arte
formal,cheia de regras.
 Parnasianismo é uma escola literária
ou um movimento literário
essencialmente poético,
contemporâneo do Realismo-
Naturalismo. Um estilo de época
que se desenvolveu na poesia a partir
de 1850, na França, com o objetivo de
retomar a cultura clássica.
1913: EXPOSIÇÃO DE LASAR SEGALL.
LASAR SEGALL
 INTERIOR DE INDIGENTES  PERFIL DE ZULMIRA
1917: EXPOSIÇÃO DE
ANITA MALFATTI
 Causa o 1º confronto
aberto entre o velho
Monteiro Lobato e a
artista, em um artigo para o
jornal.
 Depois das críticas ela
recuou do projeto ousado,
ainda participou da semana
de arte moderna,mas os
modernistas foram se
afastando dela.
 A BOBA
A estudante
(1915-1916)
O homem de sete cores
(1915-16)
PROVOCARAM GRANDE IMPACTO
 "Mulher de CabelosVerdes" (1915-16)
 O JAPONÊS
 “Há duas espécies de artistas. Uma
composta dos que vêem
normalmente as coisas(..) A outra
espécie é formada pelos que vêem
anormalmente a natureza e
interpretam-na à luz de teorias
efêmeras, sob a sugestão estrábica
de escolas rebeldes, surgidas cá e lá
como furúnculos da cultura
excessiva. (...) Embora eles se dêem
como novos, precursores de uma
arte a vir, nada é mais velho do que
a arte anormal ou teratológica:
nasceu com a paranoia e com a
mistificação.(...) 
1920: EXIBIÇÃO DA MAQUETE DA
OBRA “MONUMENTO AS
BANDEIRAS” DE
VICTOR BRECHERET
SEMANA DE ARTE MODERNA
*onde foi?
 Ocorreu na cidade de São Paulo entre os dias 11 e 18 de
fevereiro de 1922. Tendo como palco o
 Teatro Municipal de São Paulo;
 Marco inicial do modernismo no Brasil.
A Semana de Arte Moderna de 1922,
*O que pretendiam?
Capa de
Di Cavalcanti
para o Catálogo da Exposição.
 Teve como principal propósito
renovar, transformar o contexto
artístico e cultural urbano, tanto na
literatura, quanto nas artes plásticas,
na arquitetura e na música.
 Criar uma arte essencialmente
brasileira , embora em sintonia com as
novas tendências européias;
 ( AS VANGUARDAS ) essa
era basicamente a intenção dos
modernistas.
 Durante uma semana a cidade
entrou em plena ebulição cultural,
sob a inspiração de novas
linguagens, de experiências
artísticas, de uma liberdade
criadora sem igual, com o
consequente rompimento com
o passado.
 Novos conceitos foram difundidos
e despontaram talentos como:
 Mário e Oswald de Andrade na
literatura.
  Víctor Brecheret na escultura.
 Anita Malfatti na pintura.
* O que aconteceu lá?
*Quem e Porquê ?
 A nova geração intelectual brasileira sentiu a necessidade de
transformar os antigos conceitos do século XIX.
 Embora o principal centro de insatisfação estética seja, nesta
época, a literatura, particularmente a poesia;
movimentos como:
Futurismo Cubismo Expressionismo
 Começavam a influenciar os artistas brasileiros.
Anita Malfatti trazia da Europa,experiências vanguardistas que
marcaram intensamente o trabalho desta jovem, que em 1917
realizou a que ficou conhecida como a primeira exposição do
Modernismo brasileiro.
*Qual o contexto ?
 O movimento modernista surgiu em um contexto repleto
de agitações políticas, sociais, econômicas e
culturais;
 Em meio a este redemoinho histórico surgiram as
vanguardas artísticas e linguagens liberadas de regras
e de disciplinas;
 A Semana, como toda inovação, não foi bem acolhida
pelos tradicionais paulistas, e a crítica não poupou
esforços para destruir suas ideias ;

 A elite, habituada aos modelos estéticos europeus
mais arcaicos, sentiu-se violentada em sua sensibilidade
e afrontada em suas preferências artísticas.
* E o contexto
histórico?
 Em plena vigência da República
Velha, encabeçada por oligarcas
do café e da política
conservadora que então
dominava o cenário brasileiro.
 Aumento do número de
imigrantes europeus,
principalmente os italianos.
 Surgimento da burguesia
industrial ,principalmente em São
Paulo e descontentamento desta
burguesia industrial com a política
voltada para a produção e a
exportação apenas do café,
(política do café com leite).
* Quais são as INFLUÊNCIAS ?
Vanguardas: movimento formado por grupos de pessoas,
que por seus conhecimentos ou por uma tendência natural,
são precursores,pioneiros em determinado movimento
artístico ou científico.
Cubismo: geometria
Futurismo: um novo olhar
Expressionismo: impacto
Fauvismo: o poder das cores
Dadaísmo: destruidor
Surrealismo: o irreal
* E os personagens ?
O catálogo da Semana apresenta nomes
como os de:
Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Yan de Almeida Prado, John
Graz, Oswaldo Goeldi, entre outros, na Pintura e no
Desenho;
Victor Brecheret, Hildegardo Leão Velloso e Wilhelm
Haarberg, na Escultura;
Antonio Garcia Moya e Georg Przyrembel, na
Arquitetura.
Entre os escritores encontravam-se Mário e Oswald de
Andrade, Menotti Del Picchia, Sérgio Milliet, Plínio Salgado,
e outros mais.
A música estava representada por autores consagrados,
como Villa-Lobos, Guiomar Novais, Ernani Braga e
Frutuoso Viana.
* O EVENTO...
 Graça Aranha aderiu ao
movimento e abre a semana
com um poema.
 conferências dos artistas.
 recitais.
 exposições de arte.
 leitura.
 Convenções
 apresentação do novo projeto
da arte.
* As críticas...
“ É preciso que se saiba
que nos manicômios
se produzem poemas,
partituras, quadros e
estátuas, e que essa
arte de doidos tem o
mesmo característico
da arte dos futuristas e
cubistas que andam
soltos por aí ’’.
Jornal do Comércio
fevereiro de 1922
“ Foi como se esperava, um notável fracasso a
récita de ontem na pomposa Semana de Arte
Moderna, que melhor e mais acertadamente
deveria chamar-se Semana de Mal – às artes’’.
Jornal Folha da Noite
fevereiro de 1922
“ As colunas da secção livre deste jornal estão à
disposição de todos aqueles que, atacando a
Semana de Arte Moderna, defendam o nosso
patrimônio artístico’’.
Jornal O Estado de São Paulo
fevereiro de 1922
* Quais as consequencias dessa nova forma de
pensar?
REVISTAS DE ARTE:
 KLAXON (SP)
 A FESTA (RJ)
 A REVISTA (BELO HORIZONTE)
MANIFESTOS:
 PAU-BRASIL
 ANTROPÓFAGO OU ANTROPOFÁGICO
 VERDE-AMARELO
 ANTA
 MOSTRAM AS IDEIAS E A NOVA FORMA DE PENSAR DOS
ARTISTAS BRASILEIROS.
IDEIAS LANÇADAS DURANTE A SEMANA DE 22
* Quais as características ?
 Desintegração do passado: que não importa mais.
 Atualização intelectual: Vanguardas
 Pesquisa: aprofundamento da nossa cultura.
 Criação estética: renovação,inovações e mistura.
 Consciência nacional: arte brasileira
*Qual o legado deixado pela S.A.M?
 O principal legado da
Semana de Arte
Moderna foi libertar a
arte brasileira da
reprodução nada
criativa de padrões
europeus, e dar início à
construção de uma
cultura essencialmente
nacional.
TARSILA DO AMARAL 1886-1973
Iniciou nas artes aos 30
anos.
Não participou da
semana de arte
moderna ,pois estava em
Paris.
Voltou ao Brasil em
junho de 1922, entrou
em contato com os
modernistas.
1ºfase: “Pau-Brasil”,
geometrização cubista.
Tarsila e Oswald
casaram-se em 1926.
Biografia
 Nasceu em1886, em Capivari, interior do Estado de São Paulo.
 Passou a infância nas fazendas de seu pai.
 Estudou em São Paulo e depois em Barcelona, na Espanha, onde fez
seu primeiro quadro, ‘Sagrado Coração de Jesus’, em 1904.
 Quando voltou, casou-se com André Teixeira Pinto, com quem teve
a única filha, Dulce.
 Separaram-se alguns anos depois e então iniciou seus estudos em
arte.
 Começou com escultura, com Zadig, passando a ter aulas de
desenho e pintura no ateliê de Pedro Alexandrino em 1918, onde
conheceu a pintora Anita Malfatti.
 Em 1920, foi estudar em Paris, na Académie Julien e com Émile
Renard.
 Ficou lá até junho de 1922 e soube da Semana de Arte Moderna
(que aconteceu em fevereiro de 1922) através das cartas da amiga
Anita Malfatti.
Autorretrato de Tarsila do
Amaral de 1923
 Quando voltou ao Brasil,
Anita a introduziu no grupo
modernista e Tarsila começou
a namorar o escritor Oswald
de Andrade.
 Formaram o grupo dos cinco:
Tarsila, Anita, Oswald, e os
escritores Mário de Andrade
e Menotti Del Picchia.
 Agitaram culturalmente São
Paulo com reuniões, festas,
conferências.
 Em dezembro de 22, ela
voltou a Paris e em seguida
Oswald foi encontrá-la.
1923... A Negra, 1923, Tarsila do Amaral
 Neste ano, Tarsila encontrava-se
em Paris acompanhada do seu
namorado Oswald de Andrade.
 Ela estudou com o mestre cubista
Fernand Léger.
 Tarsila mostrou a ele a tela ‘A
Negra’. Léger ficou entusiasmado
e até chamou os outros alunos
para ver o quadro.
 A figura da Negra tinha muita
ligação com sua infância, pois essas
negras eram geralmente filhas de
escravos que tomavam conta das
crianças e, algumas vezes, serviam
até de amas de leite.
 Com esta tela, Tarsila entrou para
a história da arte moderna
brasileira.
Pau Brasil
 O Mamoeiro (1925) 
 ‘Encontrei em Minas as cores que adorava
em criança. Ensinaram-me depois que
eram feias e caipiras. Mas depois vinguei-
me da opressão, passando-as para as
minhas telas: o azul puríssimo, rosa
violáceo, amarelo vivo, verde cantante, …’
 E essas cores tornaram-se uma das
marcas da sua obra, assim como a
temática brasileira, com as paisagens
rurais e urbanas do nosso país, além da
nossa fauna, flora, folclore e do nosso
povo.
 Além do tema e das cores, Tarsila trouxe a
técnica do cubismo aprendida em Paris
para os seus trabalhos.
 Esta fase da sua obra é chamada de Pau
Brasil, e temos quadros maravilhosos
como ‘Carnaval em Madureira’, ‘Morro da
Favela’, ‘O Mamoeiro’, ‘O Pescador’,
dentre outros.
Carnaval em
Madureira (1924)
 Em 1926, Tarsila fez sua
primeira Exposição individual
em Paris, com uma crítica
bem favorável. Neste mesmo
ano, ela casou-se com
Oswald.
 O casal passou longas
temporadas na fazenda de
Tarsila onde recebiam os
amigos modernista.
 Ainda desta viagem a artista
fez uma das suas melhores
séries de desenhos que
inspirou Oswald no livro de
poesias intitulado Pau-Brasil,
e Cendrars no livro Feuilles
de route – Le formose.
‘Morro da Favela’ 1924
O Pescador’
Antropofagia
‘A Lua’ 1928
 Em 1928, Tarsila deu um presente
de aniversário ao seu marido,
Oswald de Andrade. Pintou o
‘Abaporu’. Quando Oswald viu,
ficou impressionado e disse que era
o melhor quadro que Tarsila já
havia feito.
 Batizou-se o quadro de Abaporu,
que significa homem que come
carne humana, o antropófago.
 Oswald escreveu o Manifesto
Antropófago e fundaram o
Movimento Antropofágico.
 A figura do Abaporu simbolizou o
Movimento que queria deglutir,
engolir, a cultura européia, que
era a cultura vigente na época,
e transformá-la em algo bem
brasileiro. Valorizando o nosso
país.
ABAPOROU
1928
 Tarsila deu a Oswald
o Abaporou de
presente, que significa
em língua indígena,
“ANTROPÓFAGO”.
A artista contou que o Abaporu
era fruto de imagens do seu
inconsciente, e tinha a ver
com as histórias que as
negras contavam para ela em
sua infância.
CARACTERÍSTICAS DA PINTURA
ANTROPOFÁGICA
“Antropofagia 1929”
 Gigantismo, violenta deformação,
pureza cromática, redução da
palheta a alguns tons essenciais,
despojamento da composição por
um lado e por outro apelo
fantástico, ao mágico e ao onírico.
 Essa fase durou apenas de 1928 e
1929.
 Nos anos 30, ela pintou temas
sociais, como operários(1933).
 Antropofagia é um ato ritual de comer uma parte ou
várias partes de um ser humano. Os povos que
praticavam a antropofagia a faziam pensando que, assim,
iriam adquirir as habilidades e força das pessoas que
comiam e a sua virilidade. 
 Sol Poente - 1927 Outros exemplos de quadros desta fase
Antropofágica são: ‘Sol Poente’, ‘A
Lua’, ‘Cartão Postal’, ‘O Lago’,
‘Antropofagia’, etc.
 Nesta fase ela usou bichos e
paisagens imaginárias, além das cores
fortes.
 Em 1929 Tarsila fez sua primeira
Exposição Individual no Brasil, e a
crítica dividiu-se, pois ainda muitas
pessoas não entendiam sua arte.
 Neste ano de 1929, teve a crise da
bolsa de Nova Iorque e a crise do café
no Brasil, e assim a realidade de Tarsila
mudou.
 Seu pai perdeu muito dinheiro, teve as
fazendas hipotecadas e ela teve que
trabalhar.
 Separou-se de Oswald, pois este a traiu
com a estudante de 18 anos Patrícia
Galvão, conhecida como Pagu.
O Ovo (Urutu)1928
‘Cartão Postal’ 
O Lago 1928
Fase Social
 Segunda Classe 1933
 Em 1931, já com novo namorado, o médico
comunista Osório Cesar, Tarsila expôs em
Moscou. Lá, sensibilizou-se com a causa
operária,
 Na volta ao Brasil participou de reuniões no
Partido Comunista Brasileiro e foi presa por
um mês. Depois deste episódio, terminou o
namoro com Osório e nunca mais se
envolveu com política.
 Em 1933 pintou a tela ‘Operários’, pioneira
da temática social no Brasil. Desta fase,
temos também a tela ‘Segunda Classe’ e
outras que podemos atribuir ao social, mas
com menos destaque como ´Costureiras´ e
´Orfanato´.
 Em meados dos anos 30, Tarsila uniu-se
com o escritor Luís Martins, mais de vinte
anos mais novo que ela. O romance durou
18 anos.
 Trabalhou como colunista nos Diários
Associados do seu amigo Assis
Chateaubriand de 1936 até meados dos
anos 50.
OPERÁRIOS(1933)
NeoPau Brasil
O Porto, Tarsila do Amaral
 Em 1950, ela voltou com a temática do
Pau Brasil com a tela ‘Fazenda’. Outras
telas desta fase são ‘Vilarejo com ponte e
mamoeiro´, ´Povoação I´ e ´Porto ´.
 Em 1949, sua única neta Beatriz morreu
afogada, tentando salvar uma amiga em
um lago em Petrópolis. As duas meninas
faleceram.
 Tarsila participou da I Bienal de São
Paulo em 1951, teve sala especial na VII
Bienal de São Paulo, e participou da
Bienal de Veneza em 1964.
 Em 1969, a doutora e curadora Aracy
Amaral realizou a Exposição, ‘Tarsila 50
anos de pintura’. Sua filha faleceu antes
dela, em 1966.
 Tarsila faleceu em janeiro de 1973.
Vilarejo com Ponte e Mamoeiro. 1953
Pagu
( 1910-1962 )
 Escritora, jornalista e uma das grandes
mulheres do movimento modernista
brasileiro, essa foi Patrícia Rehder
Galvão. Ganhou do poeta  Raul Bopp  o
apelido Pagu,
 Apresentada aos artistas Oswald de Andrade
e Tarsila do Amaral, Pagu aos 18 anos se
integra ao movimento antropofágico, de
cunho modernista.
 Após 2 anos casa-se com Oswald e tem seu
primeiro filho, Rudá de Andrade.
 Jovem, bonita e burguesa, e então junto ao
seu marido inicia na vida política, tornando-
se militante do Partido Comunista.
 Em 1935 filiou-se ao PC na França, onde
também fez cursos na Sorbonne, em Paris, lá
é presa como comunista estrangeira,
com identidade falsa, ia ser deportada para a
Alemanha nazista, quando o embaixador
brasileiro Souza Dantas conseguiu mandá-la
de volta ao Brasil.
 Aos 20 anos incendiou o bairro do
Cambuci em protesto contra o governo
provisório.
 Comanda uma greve de estivadores em
Santos, e é presa pela primeira vez, das 23
que ainda iriam ocorrer, tornando-se a
primeira mulher presa no Brasil por
motivos políticos.
 Em 1933 publica o romance Parque
Industrial, sob o pseudônimo de Mara
Lobo, considerado o primeiro romance
proletário brasileiro.
 Nesse mesmo ano partiu para uma viagem
pelo mundo, quando estréia como
repórter, deixando no Brasil o marido
Oswald e seu filho.
 Separa-se de Oswald e então
retoma a atividade jornalística.
 É novamente presa e torturada
pelas forças da Ditadura, ficando
na cadeia por cinco anos.
 Desligou-se do PCB em 1940,
assim que saiu da prisão.
 Correspondente de vários
jornais, Pagu visitou os Estados
Unidos, o Japão e a China.
Entrevistou Sigmund Freud e
assistiu à coroação do último
imperador chinês.
 Foi por intermédio dele que
Pagu conseguiu sementes de
soja, enviadas ao Brasil e
introduzidas na economia
agrícola brasileira.
 Morre de câncer em 1962
 Na véspera de sua morte, um
último texto seu é publicado, o
poema "Nothing“.
“Nada mais do que nada
Porque vocês querem
que exista apenas o
nada
Pois existe o só nada”
Outros artistas
MODERNISMO NO RIO
 Ismael Nery 1900-1934, suas obras influenciaram Di Cavalcanti,
precurssor do surrealismo no Brasil. O ENCONTRO 1928
CÍCERO DIAS
1908-2003
 Residiu em Paris e
interessou-se pelo
surrealismo.
 Residiu em Paris e
interessou-se pelo
surrealismo.
 A partir de 1945
pioneiro na arte
abstrata no Brasil.
 Nos anos 1960, voltou á
pintura figurativa.
FLÁVIO DE CARVALHO(1899-1973)
 Flávio de Carvalho é o
nome artístico de Flavio
Rezende de Carvalho.
Flávio Carvalho foi um dos
grandes nomes da geração
modernista brasileira,
atuando como arquiteto,
engenheiro, cenógrafo,
teatrólogo, pintor,
desenhista, escritor,
filósofo, músico e outros
rótulos.
OSWALDO GOELDI
1895-1961
 Gravador e desenhista.
 Influenciado por Edward
Munch, é considerado
pioneiro do
expressionismo no Brasil.
 A presença de Oswaldo
Goeldi na semana foi
anunciada em jornais, mas,
ao que tudo indica, ele não
participou.
Goeldi representa uma
outra vertente do
modernismo brasileiro, de
forte influência
expressionista
EMILIANO DI CAVALCANTI 1897-1976
 Criou o cartaz e expôs 12
obras na semana de Arte
ModernS.
 Depois de 1922 viajou para
Europa e conviveu com
artistas como Picasso,
Lérger, Braque, Matisse,
dentre outros.
 É dessa época o interesse
pelas mulatas brasileiras,
que marcariam sua obra.
Cinco moças de Guaratingueta
1930
As mulatas
Di Cavalcanti
" Samba " 1925
LASAR SEGALL 1891-1957
Foi um pintor, escultor e
gravurista judeu nascido no
território da atual Lituânia.
O trabalho de Segall teve
influências do
impressionismo,
expressionismo e
modernismo.
Seus temas mais
significativos foram
representações pictóricas do
sofrimento humano: a guerra
e a perseguição.
Mário de Andrade, 1927 Encontro, 1924
Bananal 1927
FOTOGRAFIA
Pierre Verger 1902-1996
Autorretrato, 1952.
Livros  “Pauliceia desvairada” , entrou para a
História como o livro central da poesia
modernista, em que Mário de Andrade
defende a liberdade e a polifonia.


Três anos depois de “Pauliceia desvairada”,
Oswald de Andrade publicava “Pau-Brasil”.
O livro foi um desdobramento de seu
“Manifesto da Poesia Pau-Brasil”, que
chamava os modernistas à criação de uma
“poesia de exportação”, em 1924.
Macunaíma
 Seis anos depois, já a partir de suas
pesquisas sobre o folclore, Mário
escreve “Macunaíma, o herói sem
nenhum caráter”, em que a
polifonia se evidencia na linguagem
e na narrativa, na busca do que o
escritor denominava “entidade
nacional”.
 Nas leituras da obra ao longo dos
anos, o anti herói — interpretado
por Grande Otelo e Paulo José no
filme homônimo de Joaquim Pedro
de Andrade (1969) — se tornou, de
forma caricata, retrato do brasileiro
malandro. 
Um dos maiores sucessos de crítica e
público do Cinema Novo.
APÓS A SEMANA DE
ARTE MODERNA
MURALISMO NO MÉXICO: DIEGO RIVERA,OROZCO E DAVID
SIQUEIROS.
NO BRASIL INFLIÊNCIOU, DI CAVALCANTI E PORTINARI.
Muralismo
 O Muralismo é um movimento artístico que surgiu no
México, no início do século XX, criado por um grupo de
intelectuais pintores mexicanos, após a Revolução
Mexicana, reforçado pela grande depressão e pela
primeira guerra mundial.
Diego Rivera
David Alfaro Siqueiros
Portinari 1903-1962
 foi um pintor brasileiro, um dos
principais nomes do Modernismo
cujas obras alcançaram renome
internacional, como o painel Guerra e
Paz, na sede da ONU em Nova
Iorque e a série, Emigrantes do
acervo do Museu de Arte de São
Paulo (MASP).
 Durante sua trajetória, ele estudou na
Escola de Belas-Artes do Rio de
Janeiro; visitou muitos países, entre
eles, a Espanha, a França e a Itália,
onde finalizou seus estudos.
  
 No ano de 1935 ele
recebeu uma premiação
em Nova Iorque por sua
obra "Café". Deste
momento em diante, sua
obra passou a ser
mundialmente conhecida.
 A morte de Cândido
Portinari teve como causa
aparente uma intoxicação
causada por elementos
químicos presentes em
certas tintas.
  
Casa Museu de Portinari
Palhaçinhos na gangorra
Meninos brincando
Espantapájaros 1959 Frevo 1956
Ronda Infantil 1932
O Mestiço
Retirantes, de Potinari
Masp São Paulo
Café 1935
cândido portinari
CÂNDIDO PORTINARI
MURAL GUERRA E PAZ.
 Guerra e Paz são dois painéis de, aproximadamente,
14 x 10 m cada um produzidos pelo pintor brasileiro 
Cândido Portinari , entre 1952 e 1956 .
 Os painéis foram encomendados pelo governo
brasileiro  para presentear a sede da organização das
Nações Unidas (ONU) em  Nova York , mas antes de
partirem, em 1956, foram expostos numa cerimônia
no  Teatro Municipal do Rio de Janeiro , que contou
com a presença do então Presidente  Juscelino
Kubitschek.
Guerra e paz
portinari
Arquitetura modernista
 Em 1929 Le Corbusier (1887-1965) visitou pela 1º vez o Brasil onde conheceu
jovens arquitetos como:
 Lucio Costa (1902-1998)
 Oscar Niemeyer (1907-2012)
 O contato com Le Corbusier foi decisivo para o desenvolvimento da arquitetura
moderna no Brasil, de um lado as controvérsias em torno do projeto e o extremo
impacto obtido pelo resultado final serviram de plataforma para a divulgação de
ideias, formas e estéticas dessa nova arquitetura.
Características da
 arquitetura moderna.
 Se pudermos resumir em poucas palavras, a arquitetura
moderna privilegia a simplicidade, mas ao mesmo tempo
não é simplória.
 Ela prioriza formas simples e geométricas, livres de
muitas ornamentações. O concreto armado também é
uma das principais características desse estilo.
Ministério da Educação e Saúde (atual Palácio
Capanema), Rio de Janeiro. Lúcio Costa e equipe.
Ed. Bristol, Laranjeiras, projeto de Lucio Costa
Oscar Niemeyer Pampulha. Igreja de São Francisco de Assis
Belo Horizonte
Oscar Niemeyer Ed. Copan, São Paulo
Oscar Niemeyer / a construção de Brasilia
Plano Piloto de Brasília, projetado pelo
urbanista Lúcio Costa.
Arquitetura
 Arquiteta Modernista
ítalo-brasileira, Formou-
se em Roma , e é
conhecida por ter
projetado o MASP-
Museu de Arte de São
Paulo.
Lina Bo Bardi
(1914-1992)
Oswald de Andrade
 Oswald de Andrade (1890-1954) foi o mais
transgressor e experimental dos modernistas, autor
de irônicos discursos e artigos de ataque aos
“passadistas”, nos meses próximos à Semana de 1922,
da qual foi um dos idealizadores.
 “A alegria é a prova dos nove”, declarou no
“Manifesto Antropófago” de 1928, que defendia de
forma poética uma língua brasileira e a metáfora do
canibalismo do índio que deglute o estrangeiro. Era a
ideia de antropofagia como caminho para a cultura
brasileira, reaproriada pela Tropicália nos anos 1960.
Anita Malfatti
 Em 1917, depois de estudar pintura em Berlim —
onde teve contato com o expressionismo alemão —
e Nova York, Anita Malfatti (1889-1964) fez a
primeira exposição no país a se autodenominar
“moderna”.
 A mostra entrou para a História pela crítica feroz de
Monteiro Lobato, que condenou sua “arte
caricatural” tipicamente europeia, vinculando-a à
perturbação mental.
 Já para Oswald de Andrade, sua pintura causava
“impressão de originalidade e de diferente visão”.
Cinco anos depois, Anita foi uma das principais
atrações da exposição que abriu a Semana de Arte
Moderna, com telas como “O homem amarelo”, “A
estudante russa” e “A ventania”. A maior parte dessas
obras, no entanto, era de anos anteriores, porque em
1922 Anita já tinha voltado à pintar de forma mais
convencional.
Mário de Andrade
 Um dos principais articuladores da Semana,
Mário de Andrade (1893-1945) foi um
teórico central do modernismo brasileiro.
 O prefácio de “Pauliceia desvairada”,
publicado pouco depois da Semana, inspirou a
fase inicial do movimento.
 A pesquisa folclórica e a linguagem inventiva
de “Macunaíma” (1928) definiram o lugar que
o modernismo ocupa até hoje no imaginário
nacional.
 Nas décadas seguintes, foi interlocutor de
autores das novas gerações, como
Drummond e Sabino, e publicou trabalhos
importantes sobre música tradicional
brasileira.
Menotti Del Picchia
 Publicado em 1917, o poema “Juca
Mulato”, de Menotti del Picchia (1892-
1988) chamou atenção por mesclar formas
clássicas, disposição gráfica ousada e temas
nacionais.
 Em 1922, teve atuação incendiária na
Semana, com uma palestra sobre estética
modernista que recebeu aplausos
entusiasmados e vaias indignadas.
 Mais tarde, alinhou-se a um ramo
nacionalista do movimento, o “verde-
amarelismo”, com Cassiano Ricardo e
Plinio Salgado (que também participou da
Semana e, em 1932, fundou a Ação
Integralista Brasileira, de extrema-direita).
Heitor Villa-Lobos
 Se a Semana de 1922 foi um evento de São Paulo,
sua grande estrela foi um carioca. Convocado pelos
modernistas paulistas em viagem ao Rio, Heitor
Villa-Lobos (1887-1959) teve 20 composições
interpretadas nos três dias de programação, e um
dia todo dedicado a ele, único compositor
brasileiro na Semana.
 Foi aplaudido e também vaiado, pela estranheza
causada pelos tambores e instrumentos populares
de congado incorporados à orquestra.
 Mais do que a participação intensiva na semana, a
importância do maestro para o modernismo
brasileiro está na criação de uma linguagem própria
na música nacional, unindo elementos de músicas
folclóricas e indígenas já no fim dos anos 1910.
Victor Brecheret
 Nascido Vittorio em Farnese, na Itália, Victor Brecheret
(1894-1955) foi adotado pelo grupo modernista como o
“Rodin brasileiro”, o representante da escultura na
exposição da Semana de Arte Moderna de 1922.
 Na década de 1910, Brecheret estudou artes no Liceu
de Artes e Ofícios, orgulho da São Paulo que se
modernizava, e depois em Roma.
 De volta à capital paulista, o artista se destacou num
ambiente de poucas experimentações na escultura.
 Em 1954, o desbravamento do país pelos bandeirantes,
tão valorizado pelos modernistas paulistas, foi retratado
por Brecheret na obra “Monumento às bandeiras”, no
Parque do Ibirapuera, nas comemorações dos 400 anos
de São Paulo.
Di Cavalcanti
 Foi de Emiliano Di Cavalcanti (1897-1976) a ideia da
realização de uma Semana de Arte Moderna em São
Paulo — é o que conta a maior parte das versões de
uma história repleta delas.
 Naquele momento, ele era um artista diferente
daquele que se tornaria célebre com a pintura de
paisagens brasileiras, retratos de mulatas e
preocupação social.
 Di Cavalcanti apresentou sobretudo desenhos e pastéis
na exposição da Semana de 1922, além de ter sido o
autor de seu cartaz e da capa do catálogo com a
programação.
 Em seus anos mais experimentais, Di criou ilustrações
para revistas modernistas como a “Klaxon” e para
livros como “Carnaval”, obra de Manuel Bandeira cujo
poema “Os sapos” foi lido durante a Semana e chocou
parte da plateia.

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Modernismo2019

  • 2.
  • 3. ANTECEDENTES DA S.A.M  1912: chegada de Oswald de Andrade da europa com (ideias) cubistas e futuristas.  Afirmou: “ estamos atrasados 50 anos em cultura, chafurdados ainda em pleno parnasianismo.”  Nasce a ideia de Romper com a arte formal,cheia de regras.  Parnasianismo é uma escola literária ou um movimento literário essencialmente poético, contemporâneo do Realismo- Naturalismo. Um estilo de época que se desenvolveu na poesia a partir de 1850, na França, com o objetivo de retomar a cultura clássica.
  • 4. 1913: EXPOSIÇÃO DE LASAR SEGALL.
  • 5. LASAR SEGALL  INTERIOR DE INDIGENTES  PERFIL DE ZULMIRA
  • 6. 1917: EXPOSIÇÃO DE ANITA MALFATTI  Causa o 1º confronto aberto entre o velho Monteiro Lobato e a artista, em um artigo para o jornal.  Depois das críticas ela recuou do projeto ousado, ainda participou da semana de arte moderna,mas os modernistas foram se afastando dela.  A BOBA
  • 7. A estudante (1915-1916) O homem de sete cores (1915-16)
  • 8. PROVOCARAM GRANDE IMPACTO  "Mulher de CabelosVerdes" (1915-16)  O JAPONÊS
  • 9.  “Há duas espécies de artistas. Uma composta dos que vêem normalmente as coisas(..) A outra espécie é formada pelos que vêem anormalmente a natureza e interpretam-na à luz de teorias efêmeras, sob a sugestão estrábica de escolas rebeldes, surgidas cá e lá como furúnculos da cultura excessiva. (...) Embora eles se dêem como novos, precursores de uma arte a vir, nada é mais velho do que a arte anormal ou teratológica: nasceu com a paranoia e com a mistificação.(...) 
  • 10. 1920: EXIBIÇÃO DA MAQUETE DA OBRA “MONUMENTO AS BANDEIRAS” DE VICTOR BRECHERET
  • 11.
  • 12. SEMANA DE ARTE MODERNA *onde foi?  Ocorreu na cidade de São Paulo entre os dias 11 e 18 de fevereiro de 1922. Tendo como palco o  Teatro Municipal de São Paulo;  Marco inicial do modernismo no Brasil.
  • 13.
  • 14. A Semana de Arte Moderna de 1922, *O que pretendiam? Capa de Di Cavalcanti para o Catálogo da Exposição.  Teve como principal propósito renovar, transformar o contexto artístico e cultural urbano, tanto na literatura, quanto nas artes plásticas, na arquitetura e na música.  Criar uma arte essencialmente brasileira , embora em sintonia com as novas tendências européias;  ( AS VANGUARDAS ) essa era basicamente a intenção dos modernistas.
  • 15.  Durante uma semana a cidade entrou em plena ebulição cultural, sob a inspiração de novas linguagens, de experiências artísticas, de uma liberdade criadora sem igual, com o consequente rompimento com o passado.  Novos conceitos foram difundidos e despontaram talentos como:  Mário e Oswald de Andrade na literatura.   Víctor Brecheret na escultura.  Anita Malfatti na pintura. * O que aconteceu lá?
  • 16. *Quem e Porquê ?  A nova geração intelectual brasileira sentiu a necessidade de transformar os antigos conceitos do século XIX.  Embora o principal centro de insatisfação estética seja, nesta época, a literatura, particularmente a poesia; movimentos como: Futurismo Cubismo Expressionismo  Começavam a influenciar os artistas brasileiros. Anita Malfatti trazia da Europa,experiências vanguardistas que marcaram intensamente o trabalho desta jovem, que em 1917 realizou a que ficou conhecida como a primeira exposição do Modernismo brasileiro.
  • 17. *Qual o contexto ?  O movimento modernista surgiu em um contexto repleto de agitações políticas, sociais, econômicas e culturais;  Em meio a este redemoinho histórico surgiram as vanguardas artísticas e linguagens liberadas de regras e de disciplinas;  A Semana, como toda inovação, não foi bem acolhida pelos tradicionais paulistas, e a crítica não poupou esforços para destruir suas ideias ;   A elite, habituada aos modelos estéticos europeus mais arcaicos, sentiu-se violentada em sua sensibilidade e afrontada em suas preferências artísticas.
  • 18. * E o contexto histórico?  Em plena vigência da República Velha, encabeçada por oligarcas do café e da política conservadora que então dominava o cenário brasileiro.  Aumento do número de imigrantes europeus, principalmente os italianos.  Surgimento da burguesia industrial ,principalmente em São Paulo e descontentamento desta burguesia industrial com a política voltada para a produção e a exportação apenas do café, (política do café com leite).
  • 19. * Quais são as INFLUÊNCIAS ? Vanguardas: movimento formado por grupos de pessoas, que por seus conhecimentos ou por uma tendência natural, são precursores,pioneiros em determinado movimento artístico ou científico. Cubismo: geometria Futurismo: um novo olhar Expressionismo: impacto Fauvismo: o poder das cores Dadaísmo: destruidor Surrealismo: o irreal
  • 20. * E os personagens ?
  • 21. O catálogo da Semana apresenta nomes como os de: Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Yan de Almeida Prado, John Graz, Oswaldo Goeldi, entre outros, na Pintura e no Desenho; Victor Brecheret, Hildegardo Leão Velloso e Wilhelm Haarberg, na Escultura; Antonio Garcia Moya e Georg Przyrembel, na Arquitetura. Entre os escritores encontravam-se Mário e Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Sérgio Milliet, Plínio Salgado, e outros mais. A música estava representada por autores consagrados, como Villa-Lobos, Guiomar Novais, Ernani Braga e Frutuoso Viana.
  • 22. * O EVENTO...  Graça Aranha aderiu ao movimento e abre a semana com um poema.  conferências dos artistas.  recitais.  exposições de arte.  leitura.  Convenções  apresentação do novo projeto da arte.
  • 23. * As críticas... “ É preciso que se saiba que nos manicômios se produzem poemas, partituras, quadros e estátuas, e que essa arte de doidos tem o mesmo característico da arte dos futuristas e cubistas que andam soltos por aí ’’. Jornal do Comércio fevereiro de 1922
  • 24. “ Foi como se esperava, um notável fracasso a récita de ontem na pomposa Semana de Arte Moderna, que melhor e mais acertadamente deveria chamar-se Semana de Mal – às artes’’. Jornal Folha da Noite fevereiro de 1922 “ As colunas da secção livre deste jornal estão à disposição de todos aqueles que, atacando a Semana de Arte Moderna, defendam o nosso patrimônio artístico’’. Jornal O Estado de São Paulo fevereiro de 1922
  • 25. * Quais as consequencias dessa nova forma de pensar? REVISTAS DE ARTE:  KLAXON (SP)  A FESTA (RJ)  A REVISTA (BELO HORIZONTE) MANIFESTOS:  PAU-BRASIL  ANTROPÓFAGO OU ANTROPOFÁGICO  VERDE-AMARELO  ANTA  MOSTRAM AS IDEIAS E A NOVA FORMA DE PENSAR DOS ARTISTAS BRASILEIROS. IDEIAS LANÇADAS DURANTE A SEMANA DE 22
  • 26. * Quais as características ?  Desintegração do passado: que não importa mais.  Atualização intelectual: Vanguardas  Pesquisa: aprofundamento da nossa cultura.  Criação estética: renovação,inovações e mistura.  Consciência nacional: arte brasileira
  • 27. *Qual o legado deixado pela S.A.M?  O principal legado da Semana de Arte Moderna foi libertar a arte brasileira da reprodução nada criativa de padrões europeus, e dar início à construção de uma cultura essencialmente nacional.
  • 28. TARSILA DO AMARAL 1886-1973 Iniciou nas artes aos 30 anos. Não participou da semana de arte moderna ,pois estava em Paris. Voltou ao Brasil em junho de 1922, entrou em contato com os modernistas. 1ºfase: “Pau-Brasil”, geometrização cubista. Tarsila e Oswald casaram-se em 1926.
  • 29. Biografia  Nasceu em1886, em Capivari, interior do Estado de São Paulo.  Passou a infância nas fazendas de seu pai.  Estudou em São Paulo e depois em Barcelona, na Espanha, onde fez seu primeiro quadro, ‘Sagrado Coração de Jesus’, em 1904.  Quando voltou, casou-se com André Teixeira Pinto, com quem teve a única filha, Dulce.  Separaram-se alguns anos depois e então iniciou seus estudos em arte.  Começou com escultura, com Zadig, passando a ter aulas de desenho e pintura no ateliê de Pedro Alexandrino em 1918, onde conheceu a pintora Anita Malfatti.  Em 1920, foi estudar em Paris, na Académie Julien e com Émile Renard.  Ficou lá até junho de 1922 e soube da Semana de Arte Moderna (que aconteceu em fevereiro de 1922) através das cartas da amiga Anita Malfatti.
  • 30. Autorretrato de Tarsila do Amaral de 1923  Quando voltou ao Brasil, Anita a introduziu no grupo modernista e Tarsila começou a namorar o escritor Oswald de Andrade.  Formaram o grupo dos cinco: Tarsila, Anita, Oswald, e os escritores Mário de Andrade e Menotti Del Picchia.  Agitaram culturalmente São Paulo com reuniões, festas, conferências.  Em dezembro de 22, ela voltou a Paris e em seguida Oswald foi encontrá-la.
  • 31. 1923... A Negra, 1923, Tarsila do Amaral  Neste ano, Tarsila encontrava-se em Paris acompanhada do seu namorado Oswald de Andrade.  Ela estudou com o mestre cubista Fernand Léger.  Tarsila mostrou a ele a tela ‘A Negra’. Léger ficou entusiasmado e até chamou os outros alunos para ver o quadro.  A figura da Negra tinha muita ligação com sua infância, pois essas negras eram geralmente filhas de escravos que tomavam conta das crianças e, algumas vezes, serviam até de amas de leite.  Com esta tela, Tarsila entrou para a história da arte moderna brasileira.
  • 32. Pau Brasil  O Mamoeiro (1925)   ‘Encontrei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Mas depois vinguei- me da opressão, passando-as para as minhas telas: o azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, …’  E essas cores tornaram-se uma das marcas da sua obra, assim como a temática brasileira, com as paisagens rurais e urbanas do nosso país, além da nossa fauna, flora, folclore e do nosso povo.  Além do tema e das cores, Tarsila trouxe a técnica do cubismo aprendida em Paris para os seus trabalhos.  Esta fase da sua obra é chamada de Pau Brasil, e temos quadros maravilhosos como ‘Carnaval em Madureira’, ‘Morro da Favela’, ‘O Mamoeiro’, ‘O Pescador’, dentre outros.
  • 33. Carnaval em Madureira (1924)  Em 1926, Tarsila fez sua primeira Exposição individual em Paris, com uma crítica bem favorável. Neste mesmo ano, ela casou-se com Oswald.  O casal passou longas temporadas na fazenda de Tarsila onde recebiam os amigos modernista.  Ainda desta viagem a artista fez uma das suas melhores séries de desenhos que inspirou Oswald no livro de poesias intitulado Pau-Brasil, e Cendrars no livro Feuilles de route – Le formose.
  • 36. Antropofagia ‘A Lua’ 1928  Em 1928, Tarsila deu um presente de aniversário ao seu marido, Oswald de Andrade. Pintou o ‘Abaporu’. Quando Oswald viu, ficou impressionado e disse que era o melhor quadro que Tarsila já havia feito.  Batizou-se o quadro de Abaporu, que significa homem que come carne humana, o antropófago.  Oswald escreveu o Manifesto Antropófago e fundaram o Movimento Antropofágico.  A figura do Abaporu simbolizou o Movimento que queria deglutir, engolir, a cultura européia, que era a cultura vigente na época, e transformá-la em algo bem brasileiro. Valorizando o nosso país.
  • 37. ABAPOROU 1928  Tarsila deu a Oswald o Abaporou de presente, que significa em língua indígena, “ANTROPÓFAGO”. A artista contou que o Abaporu era fruto de imagens do seu inconsciente, e tinha a ver com as histórias que as negras contavam para ela em sua infância.
  • 38. CARACTERÍSTICAS DA PINTURA ANTROPOFÁGICA “Antropofagia 1929”  Gigantismo, violenta deformação, pureza cromática, redução da palheta a alguns tons essenciais, despojamento da composição por um lado e por outro apelo fantástico, ao mágico e ao onírico.  Essa fase durou apenas de 1928 e 1929.  Nos anos 30, ela pintou temas sociais, como operários(1933).  Antropofagia é um ato ritual de comer uma parte ou várias partes de um ser humano. Os povos que praticavam a antropofagia a faziam pensando que, assim, iriam adquirir as habilidades e força das pessoas que comiam e a sua virilidade. 
  • 39.  Sol Poente - 1927 Outros exemplos de quadros desta fase Antropofágica são: ‘Sol Poente’, ‘A Lua’, ‘Cartão Postal’, ‘O Lago’, ‘Antropofagia’, etc.  Nesta fase ela usou bichos e paisagens imaginárias, além das cores fortes.  Em 1929 Tarsila fez sua primeira Exposição Individual no Brasil, e a crítica dividiu-se, pois ainda muitas pessoas não entendiam sua arte.  Neste ano de 1929, teve a crise da bolsa de Nova Iorque e a crise do café no Brasil, e assim a realidade de Tarsila mudou.  Seu pai perdeu muito dinheiro, teve as fazendas hipotecadas e ela teve que trabalhar.  Separou-se de Oswald, pois este a traiu com a estudante de 18 anos Patrícia Galvão, conhecida como Pagu.
  • 43. Fase Social  Segunda Classe 1933  Em 1931, já com novo namorado, o médico comunista Osório Cesar, Tarsila expôs em Moscou. Lá, sensibilizou-se com a causa operária,  Na volta ao Brasil participou de reuniões no Partido Comunista Brasileiro e foi presa por um mês. Depois deste episódio, terminou o namoro com Osório e nunca mais se envolveu com política.  Em 1933 pintou a tela ‘Operários’, pioneira da temática social no Brasil. Desta fase, temos também a tela ‘Segunda Classe’ e outras que podemos atribuir ao social, mas com menos destaque como ´Costureiras´ e ´Orfanato´.  Em meados dos anos 30, Tarsila uniu-se com o escritor Luís Martins, mais de vinte anos mais novo que ela. O romance durou 18 anos.  Trabalhou como colunista nos Diários Associados do seu amigo Assis Chateaubriand de 1936 até meados dos anos 50.
  • 45. NeoPau Brasil O Porto, Tarsila do Amaral  Em 1950, ela voltou com a temática do Pau Brasil com a tela ‘Fazenda’. Outras telas desta fase são ‘Vilarejo com ponte e mamoeiro´, ´Povoação I´ e ´Porto ´.  Em 1949, sua única neta Beatriz morreu afogada, tentando salvar uma amiga em um lago em Petrópolis. As duas meninas faleceram.  Tarsila participou da I Bienal de São Paulo em 1951, teve sala especial na VII Bienal de São Paulo, e participou da Bienal de Veneza em 1964.  Em 1969, a doutora e curadora Aracy Amaral realizou a Exposição, ‘Tarsila 50 anos de pintura’. Sua filha faleceu antes dela, em 1966.  Tarsila faleceu em janeiro de 1973.
  • 46. Vilarejo com Ponte e Mamoeiro. 1953
  • 47. Pagu ( 1910-1962 )  Escritora, jornalista e uma das grandes mulheres do movimento modernista brasileiro, essa foi Patrícia Rehder Galvão. Ganhou do poeta  Raul Bopp  o apelido Pagu,  Apresentada aos artistas Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral, Pagu aos 18 anos se integra ao movimento antropofágico, de cunho modernista.  Após 2 anos casa-se com Oswald e tem seu primeiro filho, Rudá de Andrade.  Jovem, bonita e burguesa, e então junto ao seu marido inicia na vida política, tornando- se militante do Partido Comunista.  Em 1935 filiou-se ao PC na França, onde também fez cursos na Sorbonne, em Paris, lá é presa como comunista estrangeira, com identidade falsa, ia ser deportada para a Alemanha nazista, quando o embaixador brasileiro Souza Dantas conseguiu mandá-la de volta ao Brasil.
  • 48.  Aos 20 anos incendiou o bairro do Cambuci em protesto contra o governo provisório.  Comanda uma greve de estivadores em Santos, e é presa pela primeira vez, das 23 que ainda iriam ocorrer, tornando-se a primeira mulher presa no Brasil por motivos políticos.  Em 1933 publica o romance Parque Industrial, sob o pseudônimo de Mara Lobo, considerado o primeiro romance proletário brasileiro.  Nesse mesmo ano partiu para uma viagem pelo mundo, quando estréia como repórter, deixando no Brasil o marido Oswald e seu filho.
  • 49.  Separa-se de Oswald e então retoma a atividade jornalística.  É novamente presa e torturada pelas forças da Ditadura, ficando na cadeia por cinco anos.  Desligou-se do PCB em 1940, assim que saiu da prisão.  Correspondente de vários jornais, Pagu visitou os Estados Unidos, o Japão e a China. Entrevistou Sigmund Freud e assistiu à coroação do último imperador chinês.  Foi por intermédio dele que Pagu conseguiu sementes de soja, enviadas ao Brasil e introduzidas na economia agrícola brasileira.  Morre de câncer em 1962  Na véspera de sua morte, um último texto seu é publicado, o poema "Nothing“. “Nada mais do que nada Porque vocês querem que exista apenas o nada Pois existe o só nada”
  • 51. MODERNISMO NO RIO  Ismael Nery 1900-1934, suas obras influenciaram Di Cavalcanti, precurssor do surrealismo no Brasil. O ENCONTRO 1928
  • 52.
  • 53.
  • 54. CÍCERO DIAS 1908-2003  Residiu em Paris e interessou-se pelo surrealismo.
  • 55.  Residiu em Paris e interessou-se pelo surrealismo.  A partir de 1945 pioneiro na arte abstrata no Brasil.  Nos anos 1960, voltou á pintura figurativa.
  • 56.
  • 57. FLÁVIO DE CARVALHO(1899-1973)  Flávio de Carvalho é o nome artístico de Flavio Rezende de Carvalho. Flávio Carvalho foi um dos grandes nomes da geração modernista brasileira, atuando como arquiteto, engenheiro, cenógrafo, teatrólogo, pintor, desenhista, escritor, filósofo, músico e outros rótulos.
  • 58.
  • 59.
  • 60. OSWALDO GOELDI 1895-1961  Gravador e desenhista.  Influenciado por Edward Munch, é considerado pioneiro do expressionismo no Brasil.  A presença de Oswaldo Goeldi na semana foi anunciada em jornais, mas, ao que tudo indica, ele não participou. Goeldi representa uma outra vertente do modernismo brasileiro, de forte influência expressionista
  • 61.
  • 62.
  • 63.
  • 64. EMILIANO DI CAVALCANTI 1897-1976  Criou o cartaz e expôs 12 obras na semana de Arte ModernS.  Depois de 1922 viajou para Europa e conviveu com artistas como Picasso, Lérger, Braque, Matisse, dentre outros.  É dessa época o interesse pelas mulatas brasileiras, que marcariam sua obra.
  • 65. Cinco moças de Guaratingueta 1930
  • 67.
  • 68. LASAR SEGALL 1891-1957 Foi um pintor, escultor e gravurista judeu nascido no território da atual Lituânia. O trabalho de Segall teve influências do impressionismo, expressionismo e modernismo. Seus temas mais significativos foram representações pictóricas do sofrimento humano: a guerra e a perseguição.
  • 69. Mário de Andrade, 1927 Encontro, 1924
  • 71.
  • 73.
  • 74. Livros  “Pauliceia desvairada” , entrou para a História como o livro central da poesia modernista, em que Mário de Andrade defende a liberdade e a polifonia.   Três anos depois de “Pauliceia desvairada”, Oswald de Andrade publicava “Pau-Brasil”. O livro foi um desdobramento de seu “Manifesto da Poesia Pau-Brasil”, que chamava os modernistas à criação de uma “poesia de exportação”, em 1924.
  • 75. Macunaíma  Seis anos depois, já a partir de suas pesquisas sobre o folclore, Mário escreve “Macunaíma, o herói sem nenhum caráter”, em que a polifonia se evidencia na linguagem e na narrativa, na busca do que o escritor denominava “entidade nacional”.  Nas leituras da obra ao longo dos anos, o anti herói — interpretado por Grande Otelo e Paulo José no filme homônimo de Joaquim Pedro de Andrade (1969) — se tornou, de forma caricata, retrato do brasileiro malandro. 
  • 76. Um dos maiores sucessos de crítica e público do Cinema Novo.
  • 77. APÓS A SEMANA DE ARTE MODERNA
  • 78. MURALISMO NO MÉXICO: DIEGO RIVERA,OROZCO E DAVID SIQUEIROS. NO BRASIL INFLIÊNCIOU, DI CAVALCANTI E PORTINARI.
  • 79. Muralismo  O Muralismo é um movimento artístico que surgiu no México, no início do século XX, criado por um grupo de intelectuais pintores mexicanos, após a Revolução Mexicana, reforçado pela grande depressão e pela primeira guerra mundial.
  • 82. Portinari 1903-1962  foi um pintor brasileiro, um dos principais nomes do Modernismo cujas obras alcançaram renome internacional, como o painel Guerra e Paz, na sede da ONU em Nova Iorque e a série, Emigrantes do acervo do Museu de Arte de São Paulo (MASP).  Durante sua trajetória, ele estudou na Escola de Belas-Artes do Rio de Janeiro; visitou muitos países, entre eles, a Espanha, a França e a Itália, onde finalizou seus estudos.   
  • 83.  No ano de 1935 ele recebeu uma premiação em Nova Iorque por sua obra "Café". Deste momento em diante, sua obra passou a ser mundialmente conhecida.  A morte de Cândido Portinari teve como causa aparente uma intoxicação causada por elementos químicos presentes em certas tintas.   
  • 84. Casa Museu de Portinari
  • 85.
  • 94.
  • 95.  Guerra e Paz são dois painéis de, aproximadamente, 14 x 10 m cada um produzidos pelo pintor brasileiro  Cândido Portinari , entre 1952 e 1956 .  Os painéis foram encomendados pelo governo brasileiro  para presentear a sede da organização das Nações Unidas (ONU) em  Nova York , mas antes de partirem, em 1956, foram expostos numa cerimônia no  Teatro Municipal do Rio de Janeiro , que contou com a presença do então Presidente  Juscelino Kubitschek.
  • 96.
  • 98.
  • 99.
  • 100.
  • 101. Arquitetura modernista  Em 1929 Le Corbusier (1887-1965) visitou pela 1º vez o Brasil onde conheceu jovens arquitetos como:  Lucio Costa (1902-1998)  Oscar Niemeyer (1907-2012)  O contato com Le Corbusier foi decisivo para o desenvolvimento da arquitetura moderna no Brasil, de um lado as controvérsias em torno do projeto e o extremo impacto obtido pelo resultado final serviram de plataforma para a divulgação de ideias, formas e estéticas dessa nova arquitetura.
  • 102. Características da  arquitetura moderna.  Se pudermos resumir em poucas palavras, a arquitetura moderna privilegia a simplicidade, mas ao mesmo tempo não é simplória.  Ela prioriza formas simples e geométricas, livres de muitas ornamentações. O concreto armado também é uma das principais características desse estilo.
  • 103. Ministério da Educação e Saúde (atual Palácio Capanema), Rio de Janeiro. Lúcio Costa e equipe.
  • 104. Ed. Bristol, Laranjeiras, projeto de Lucio Costa
  • 105. Oscar Niemeyer Pampulha. Igreja de São Francisco de Assis Belo Horizonte
  • 106. Oscar Niemeyer Ed. Copan, São Paulo
  • 107. Oscar Niemeyer / a construção de Brasilia
  • 108. Plano Piloto de Brasília, projetado pelo urbanista Lúcio Costa.
  • 109.
  • 110.
  • 111. Arquitetura  Arquiteta Modernista ítalo-brasileira, Formou- se em Roma , e é conhecida por ter projetado o MASP- Museu de Arte de São Paulo. Lina Bo Bardi (1914-1992)
  • 112.
  • 113.
  • 114. Oswald de Andrade  Oswald de Andrade (1890-1954) foi o mais transgressor e experimental dos modernistas, autor de irônicos discursos e artigos de ataque aos “passadistas”, nos meses próximos à Semana de 1922, da qual foi um dos idealizadores.  “A alegria é a prova dos nove”, declarou no “Manifesto Antropófago” de 1928, que defendia de forma poética uma língua brasileira e a metáfora do canibalismo do índio que deglute o estrangeiro. Era a ideia de antropofagia como caminho para a cultura brasileira, reaproriada pela Tropicália nos anos 1960.
  • 115. Anita Malfatti  Em 1917, depois de estudar pintura em Berlim — onde teve contato com o expressionismo alemão — e Nova York, Anita Malfatti (1889-1964) fez a primeira exposição no país a se autodenominar “moderna”.  A mostra entrou para a História pela crítica feroz de Monteiro Lobato, que condenou sua “arte caricatural” tipicamente europeia, vinculando-a à perturbação mental.  Já para Oswald de Andrade, sua pintura causava “impressão de originalidade e de diferente visão”. Cinco anos depois, Anita foi uma das principais atrações da exposição que abriu a Semana de Arte Moderna, com telas como “O homem amarelo”, “A estudante russa” e “A ventania”. A maior parte dessas obras, no entanto, era de anos anteriores, porque em 1922 Anita já tinha voltado à pintar de forma mais convencional.
  • 116. Mário de Andrade  Um dos principais articuladores da Semana, Mário de Andrade (1893-1945) foi um teórico central do modernismo brasileiro.  O prefácio de “Pauliceia desvairada”, publicado pouco depois da Semana, inspirou a fase inicial do movimento.  A pesquisa folclórica e a linguagem inventiva de “Macunaíma” (1928) definiram o lugar que o modernismo ocupa até hoje no imaginário nacional.  Nas décadas seguintes, foi interlocutor de autores das novas gerações, como Drummond e Sabino, e publicou trabalhos importantes sobre música tradicional brasileira.
  • 117. Menotti Del Picchia  Publicado em 1917, o poema “Juca Mulato”, de Menotti del Picchia (1892- 1988) chamou atenção por mesclar formas clássicas, disposição gráfica ousada e temas nacionais.  Em 1922, teve atuação incendiária na Semana, com uma palestra sobre estética modernista que recebeu aplausos entusiasmados e vaias indignadas.  Mais tarde, alinhou-se a um ramo nacionalista do movimento, o “verde- amarelismo”, com Cassiano Ricardo e Plinio Salgado (que também participou da Semana e, em 1932, fundou a Ação Integralista Brasileira, de extrema-direita).
  • 118. Heitor Villa-Lobos  Se a Semana de 1922 foi um evento de São Paulo, sua grande estrela foi um carioca. Convocado pelos modernistas paulistas em viagem ao Rio, Heitor Villa-Lobos (1887-1959) teve 20 composições interpretadas nos três dias de programação, e um dia todo dedicado a ele, único compositor brasileiro na Semana.  Foi aplaudido e também vaiado, pela estranheza causada pelos tambores e instrumentos populares de congado incorporados à orquestra.  Mais do que a participação intensiva na semana, a importância do maestro para o modernismo brasileiro está na criação de uma linguagem própria na música nacional, unindo elementos de músicas folclóricas e indígenas já no fim dos anos 1910.
  • 119. Victor Brecheret  Nascido Vittorio em Farnese, na Itália, Victor Brecheret (1894-1955) foi adotado pelo grupo modernista como o “Rodin brasileiro”, o representante da escultura na exposição da Semana de Arte Moderna de 1922.  Na década de 1910, Brecheret estudou artes no Liceu de Artes e Ofícios, orgulho da São Paulo que se modernizava, e depois em Roma.  De volta à capital paulista, o artista se destacou num ambiente de poucas experimentações na escultura.  Em 1954, o desbravamento do país pelos bandeirantes, tão valorizado pelos modernistas paulistas, foi retratado por Brecheret na obra “Monumento às bandeiras”, no Parque do Ibirapuera, nas comemorações dos 400 anos de São Paulo.
  • 120. Di Cavalcanti  Foi de Emiliano Di Cavalcanti (1897-1976) a ideia da realização de uma Semana de Arte Moderna em São Paulo — é o que conta a maior parte das versões de uma história repleta delas.  Naquele momento, ele era um artista diferente daquele que se tornaria célebre com a pintura de paisagens brasileiras, retratos de mulatas e preocupação social.  Di Cavalcanti apresentou sobretudo desenhos e pastéis na exposição da Semana de 1922, além de ter sido o autor de seu cartaz e da capa do catálogo com a programação.  Em seus anos mais experimentais, Di criou ilustrações para revistas modernistas como a “Klaxon” e para livros como “Carnaval”, obra de Manuel Bandeira cujo poema “Os sapos” foi lido durante a Semana e chocou parte da plateia.