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A história do cinema no
Brasil começa em julho de
1896, quando ocorre a primeira
exibição de cinema no país, na
cidade do Rio de Janeiro.
Um dos problemas iniciais da
produção do cinema no país era
a falta de eletricidade, que
somente foi resolvida em 1907
com a implantação da Usina
Ribeirão de Lages, no Rio de
Janeiro.
Após esse evento, os números
de salas cresceram
consideravelmente na cidade do
Rio de Janeiro, chegando a ter
cerca de 20 salas de exibição.
Fachada do Bijou Theatre, primeiro cinema
na cidade de São Paulo
SÉCULO XX E A EXPANSÃO DO CINEMA NO
BRASIL
 No início, os filmes eram de caráter documental.
Em 1908, o cineasta luso-brasileiro António Leal
apresenta sua película Os Estranguladores,
considerado o primeiro filme de ficção brasileiro,
com duração de 40 minutos.
 Entretanto, após a Primeira Guerra Mundial
(1914-1918), ocorre uma crise do cinema
brasileiro, o qual fora dominado por produções
estadunidenses (cinema de Hollywood),
enfraquecendo assim, o cinema nacional.
 Foi na década de 30 que foi criado o primeiro grande estúdio cinematográfico no
Brasil: a “Cinédia”.
 As produções mais importantes dessa época foram: Limite (1931), de Mario
Peixoto; A Voz do Carnaval (1933), de Ademar Gonzaga e Humberto Mauro
e Ganga Bruta (1933) de Humberto Mauro.
 Cena do filme Ganga Bruta (1933)
A ATLÂNTIDA E AS CHANCHADAS
 Na década de 40 surgem os gêneros das "chanchadas", filmes cômicos-musicais
de baixo orçamento.
A companhia de cinema Atlântida Cinematográfica, fundada em 18 de setembro
de 1941 no Rio de Janeiro.
Os principais atores da Atlântida foram Oscarito e Grande Otelo
OSCARITO (1906-
1970)
Oscarito, nome artístico de Oscar Lorenzo
Jacinto de la Inmaculada Concepción
Teresa Díaz, foi um ator espanhol,
naturalizado brasileiro. É considerado um
dos mais populares cômicos do Brasil,
ficando famoso pela dupla que fez com
Grande Otelo, em comédias dirigidas por
Carlos Manga e Watson Macedo.
GRANDE OTELO (1915-1993)
Grande Otelo,
pseudônimo de
Sebastião Bernardes
de Souza Prata foi um
ator, comediante,
cantor, produtor e
compositor brasileiro.
CENA DE MOLEQUE TIÃO, QUE TEVE COMO
PROTAGONISTA O
ATOR GRANDE OTELO
CARMEN MIRANDA (1909-
1955)
Carmen Miranda foi uma cantora,
dançarina, e atriz luso-brasileira.
Sua carreira artística transcorreu no
Brasil e Estados Unidos entre as
décadas de 1930 e 1950. Trabalhou
no rádio, no teatro de revista, no
cinema e na televisão.
CRIAÇÃO DA
VERA CRUZ
 Em 1949 foi criado o estúdio Vera Cruz,
baseado nos moldes do cinema americano,
em que os produtores buscavam realizar
produções mais sofisticadas. Mazzaropi
foi o artista de maior sucesso do estúdio.
CARTAZ E SINOPSE DE O
CANGACEIRO (1953), DE LIMA
BARRETO
MAZZAROPI
Amácio Mazzaropi (São Paulo, 9 de abril
de 1912 — São Paulo, 13 de junho de
1981) foi um ator, humorista, cantor e
cineasta brasileiro.
TV TUPI
Em 1950 foi criada a primeira emissora de televisão
do Brasil, a Tevê Tupi, e muitos atores da Vera Cruz
passaram a atuar na Tupi.
CINEMA NOVO
 De caráter revolucionário, o cinema novo se
consolidará nos anos 60, focado nas temáticas se
cunho social e político eram contra o predomínio
da produção industrial de filmes inspirados no
cinema estadunidense.
 Do cinema novo destacam-se as produções do
cineasta baiano Glauber Rocha: Deus e o Diabo
na Terra do Sol (1964) e O Dragão da Maldade
Contra o Santo Guerreiro (1968).
Foram inspirados no Neorrealismo
italiano, filmes de baixo custo pós guerra
mundial e abordavam de maneira crítica a
realidade social do país.
GLAUBER ROCHA
MACUNAÍMA 1969
As aventuras de Macunaíma, o anti-herói
preguiçoso e sem caráter. Ele nasce negro
no sertão, mas vira branco, vai para a
cidade com os irmãos.
O Macunaíma do filme representa o típico
brasileiro, que acaba sendo devorado pelo
sistema (à época, apesar do autoritarismo,
muitos brasileiros eram tragados pelas
"maravilhas" do milagre econômico).
 Grande Otelo (1915-1993)
CINEMA MARGINAL OU
"UDIGRUDI"
Mais tarde, em fins da década de 60 e início dos anos 70, surge o
cinema marginal denominado também de “Údigrudi” (1968-1970).
As maiores produtoras dessa vertente foram "Boca do Lixo", em SP
e "Belair Filmes", no RJ.
Essas produções estavam bastante alinhadas com o movimento de
contracultura, ideologias revolucionárias e também com o
tropicalismo, movimento musical que ocorria na mesma época.
Sofreu grande censura por parte do regime militar que se
instaurava no país.
Essa vertente foi baseada no cinema experimental de caráter
radical. Um filme de grande destaque foi O Bandido da Luz
Vermelha (1968), dirigido por Rogério Sganzerla.
CENA DE O BANDIDO DA LUZ
VERMELHA (1968)
CRIAÇÃO DA EMBRAFILME
Em 1969 é criada a Embrafilme (Empresa Brasileira de Filmes) que
permanece até 1982.
Fundada em pleno contexto da ditadura militar, o governo apoia a
ideia, com a finalidade usar o cinema como uma importante
ferramenta de controle estatal.
Nesse contexto, o Estado financia as produções cinematográficas,
dando espaço para as produções nacionais.
ZÉ DO CAIXÃO
José Mojica Marins (1936-2020) foi um cineasta, ator, roteirista de
cinema e televisão brasileiro mais conhecido como Zé do Caixão, seu
personagem mais famoso. É considerado o "pai" do terror nacional,
tendo sua obra grande importância para o gênero, influenciando
várias gerações.
CRISE DO CINEMA
BRASILEIRO
Com a chegada do videocassete nos anos 80, a proliferação de
locadoras marca essa década no país.
Nesse momento, o fim da ditadura e o despontar de uma crise
econômica, leva o cinema nacional a sofrer um grande declínio.
Assim, os produtores não tinham dinheiro para produzir seus
filmes, e os espectadores, da mesma forma, já não tinham
condições para assisti-los.
Na década de 80 merecem destaque O Homem que virou
suco (1980), de João Batista de Andrade, Jango(1984), de Sílvio
Tendler e Cabra marcado para morrer (1984), de Eduardo
Coutinho e Pixote, a lei do mais fraco (1980), de Hector Babenco
 Com a chegada de Fernando Collor no poder, a crise se agrava. Além das privatizações, o
novo presidente extingue o Ministério da Cultura, e acaba com a Embrafilme, o Concine e a
Fundação do Cinema Brasileiro.
Cinema de Retomada
 Assim, foi somente na segunda metade da década de 90 que o cinema ganha força, com a
produção de novos filmes. Esse período ficou conhecido como “Cinema de Retomada” depois
de anos imersos na crise.
 A partir disso, a produção de filmes cresce e são criados diversos festivais no país. É criada
também a Secretaria para o Desenvolvimento do Audiovisual, sendo implementada uma nova
legislação, a “Lei do Audiovisual”.
 A partir de 1995, o cinema brasileiro começa a sair da crise com a produção do filme Carlota
Joaquina, Princesa do Brazil (1994) de Carla Camurati, o primeiro realizado pela Lei do
Audiovisual.
 Nessa década, merecem destaques as produções O Quatrilho (1995), de Fábio Barreto e O
Que é Isso Companheiro? (1997), de Bruno Barreto.
SÉCULO XXI E A PÓS-RETOMADA DO
CINEMA
 No começo do século XXI, o cinema brasileiro
adquire novamente reconhecimento no cenário
mundial, com diversos filmes indicados para
festivais e Oscar.
 Como exemplo, temos:Cidade de Deus (2002) de
Fernando Meirelles; Carandiru (2003) de Hector
Babenco; Tropa de Elite (2007) de José Padilha;
e Enquanto a Noite Não Chega (2009), de Beto
Souza e Renato Falcão.
 Em 2015, a produção Que horas ela volta?, de
Anna Muylaert, também fez sucesso.
 Com a introdução de novas tecnologias (3D, por exemplo), as produções e
a quantidades de salas de cinema no país crescem cada vez mais.
 Alguns pesquisadores da área denominam o período como a pós retomada
do cinema brasileiro, em que a indústria cinematográfica do Brasil se
consolida.

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  • 2. A história do cinema no Brasil começa em julho de 1896, quando ocorre a primeira exibição de cinema no país, na cidade do Rio de Janeiro. Um dos problemas iniciais da produção do cinema no país era a falta de eletricidade, que somente foi resolvida em 1907 com a implantação da Usina Ribeirão de Lages, no Rio de Janeiro. Após esse evento, os números de salas cresceram consideravelmente na cidade do Rio de Janeiro, chegando a ter cerca de 20 salas de exibição. Fachada do Bijou Theatre, primeiro cinema na cidade de São Paulo
  • 3. SÉCULO XX E A EXPANSÃO DO CINEMA NO BRASIL  No início, os filmes eram de caráter documental. Em 1908, o cineasta luso-brasileiro António Leal apresenta sua película Os Estranguladores, considerado o primeiro filme de ficção brasileiro, com duração de 40 minutos.  Entretanto, após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), ocorre uma crise do cinema brasileiro, o qual fora dominado por produções estadunidenses (cinema de Hollywood), enfraquecendo assim, o cinema nacional.
  • 4.  Foi na década de 30 que foi criado o primeiro grande estúdio cinematográfico no Brasil: a “Cinédia”.  As produções mais importantes dessa época foram: Limite (1931), de Mario Peixoto; A Voz do Carnaval (1933), de Ademar Gonzaga e Humberto Mauro e Ganga Bruta (1933) de Humberto Mauro.  Cena do filme Ganga Bruta (1933)
  • 5. A ATLÂNTIDA E AS CHANCHADAS  Na década de 40 surgem os gêneros das "chanchadas", filmes cômicos-musicais de baixo orçamento. A companhia de cinema Atlântida Cinematográfica, fundada em 18 de setembro de 1941 no Rio de Janeiro. Os principais atores da Atlântida foram Oscarito e Grande Otelo
  • 6. OSCARITO (1906- 1970) Oscarito, nome artístico de Oscar Lorenzo Jacinto de la Inmaculada Concepción Teresa Díaz, foi um ator espanhol, naturalizado brasileiro. É considerado um dos mais populares cômicos do Brasil, ficando famoso pela dupla que fez com Grande Otelo, em comédias dirigidas por Carlos Manga e Watson Macedo.
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  • 9. GRANDE OTELO (1915-1993) Grande Otelo, pseudônimo de Sebastião Bernardes de Souza Prata foi um ator, comediante, cantor, produtor e compositor brasileiro.
  • 10. CENA DE MOLEQUE TIÃO, QUE TEVE COMO PROTAGONISTA O ATOR GRANDE OTELO
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  • 12. CARMEN MIRANDA (1909- 1955) Carmen Miranda foi uma cantora, dançarina, e atriz luso-brasileira. Sua carreira artística transcorreu no Brasil e Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1950. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão.
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  • 14. CRIAÇÃO DA VERA CRUZ  Em 1949 foi criado o estúdio Vera Cruz, baseado nos moldes do cinema americano, em que os produtores buscavam realizar produções mais sofisticadas. Mazzaropi foi o artista de maior sucesso do estúdio.
  • 15. CARTAZ E SINOPSE DE O CANGACEIRO (1953), DE LIMA BARRETO
  • 16. MAZZAROPI Amácio Mazzaropi (São Paulo, 9 de abril de 1912 — São Paulo, 13 de junho de 1981) foi um ator, humorista, cantor e cineasta brasileiro.
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  • 19. TV TUPI Em 1950 foi criada a primeira emissora de televisão do Brasil, a Tevê Tupi, e muitos atores da Vera Cruz passaram a atuar na Tupi.
  • 20. CINEMA NOVO  De caráter revolucionário, o cinema novo se consolidará nos anos 60, focado nas temáticas se cunho social e político eram contra o predomínio da produção industrial de filmes inspirados no cinema estadunidense.  Do cinema novo destacam-se as produções do cineasta baiano Glauber Rocha: Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964) e O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro (1968).
  • 21. Foram inspirados no Neorrealismo italiano, filmes de baixo custo pós guerra mundial e abordavam de maneira crítica a realidade social do país.
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  • 24. MACUNAÍMA 1969 As aventuras de Macunaíma, o anti-herói preguiçoso e sem caráter. Ele nasce negro no sertão, mas vira branco, vai para a cidade com os irmãos. O Macunaíma do filme representa o típico brasileiro, que acaba sendo devorado pelo sistema (à época, apesar do autoritarismo, muitos brasileiros eram tragados pelas "maravilhas" do milagre econômico).  Grande Otelo (1915-1993)
  • 25. CINEMA MARGINAL OU "UDIGRUDI" Mais tarde, em fins da década de 60 e início dos anos 70, surge o cinema marginal denominado também de “Údigrudi” (1968-1970). As maiores produtoras dessa vertente foram "Boca do Lixo", em SP e "Belair Filmes", no RJ. Essas produções estavam bastante alinhadas com o movimento de contracultura, ideologias revolucionárias e também com o tropicalismo, movimento musical que ocorria na mesma época. Sofreu grande censura por parte do regime militar que se instaurava no país. Essa vertente foi baseada no cinema experimental de caráter radical. Um filme de grande destaque foi O Bandido da Luz Vermelha (1968), dirigido por Rogério Sganzerla.
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  • 27. CENA DE O BANDIDO DA LUZ VERMELHA (1968)
  • 28. CRIAÇÃO DA EMBRAFILME Em 1969 é criada a Embrafilme (Empresa Brasileira de Filmes) que permanece até 1982. Fundada em pleno contexto da ditadura militar, o governo apoia a ideia, com a finalidade usar o cinema como uma importante ferramenta de controle estatal. Nesse contexto, o Estado financia as produções cinematográficas, dando espaço para as produções nacionais.
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  • 30. ZÉ DO CAIXÃO José Mojica Marins (1936-2020) foi um cineasta, ator, roteirista de cinema e televisão brasileiro mais conhecido como Zé do Caixão, seu personagem mais famoso. É considerado o "pai" do terror nacional, tendo sua obra grande importância para o gênero, influenciando várias gerações.
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  • 33. CRISE DO CINEMA BRASILEIRO Com a chegada do videocassete nos anos 80, a proliferação de locadoras marca essa década no país. Nesse momento, o fim da ditadura e o despontar de uma crise econômica, leva o cinema nacional a sofrer um grande declínio. Assim, os produtores não tinham dinheiro para produzir seus filmes, e os espectadores, da mesma forma, já não tinham condições para assisti-los. Na década de 80 merecem destaque O Homem que virou suco (1980), de João Batista de Andrade, Jango(1984), de Sílvio Tendler e Cabra marcado para morrer (1984), de Eduardo Coutinho e Pixote, a lei do mais fraco (1980), de Hector Babenco
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  • 36.  Com a chegada de Fernando Collor no poder, a crise se agrava. Além das privatizações, o novo presidente extingue o Ministério da Cultura, e acaba com a Embrafilme, o Concine e a Fundação do Cinema Brasileiro. Cinema de Retomada  Assim, foi somente na segunda metade da década de 90 que o cinema ganha força, com a produção de novos filmes. Esse período ficou conhecido como “Cinema de Retomada” depois de anos imersos na crise.  A partir disso, a produção de filmes cresce e são criados diversos festivais no país. É criada também a Secretaria para o Desenvolvimento do Audiovisual, sendo implementada uma nova legislação, a “Lei do Audiovisual”.  A partir de 1995, o cinema brasileiro começa a sair da crise com a produção do filme Carlota Joaquina, Princesa do Brazil (1994) de Carla Camurati, o primeiro realizado pela Lei do Audiovisual.  Nessa década, merecem destaques as produções O Quatrilho (1995), de Fábio Barreto e O Que é Isso Companheiro? (1997), de Bruno Barreto.
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  • 39. SÉCULO XXI E A PÓS-RETOMADA DO CINEMA  No começo do século XXI, o cinema brasileiro adquire novamente reconhecimento no cenário mundial, com diversos filmes indicados para festivais e Oscar.  Como exemplo, temos:Cidade de Deus (2002) de Fernando Meirelles; Carandiru (2003) de Hector Babenco; Tropa de Elite (2007) de José Padilha; e Enquanto a Noite Não Chega (2009), de Beto Souza e Renato Falcão.  Em 2015, a produção Que horas ela volta?, de Anna Muylaert, também fez sucesso.
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  • 41.  Com a introdução de novas tecnologias (3D, por exemplo), as produções e a quantidades de salas de cinema no país crescem cada vez mais.  Alguns pesquisadores da área denominam o período como a pós retomada do cinema brasileiro, em que a indústria cinematográfica do Brasil se consolida.