© Profitability Engineers, 2009




                     10º Congresso da Manutenção
                        Associação Portuguesa de Manutenção Industrial
                                    Figueira da Foz, 19 e 20 de Novembro de 2009




Lean Manufacturing
 Qual o ‘papel’ da Manutenção ?
© Profitability Engineers, 2009
                                  Mark Yorkovich
                                                   2
Como a ‘Manutenção’ se vê...




© Profitability Engineers, 2009               3
Como a ‘Manutenção’ é vista, pela ‘Produção’...




© Profitability Engineers, 2009                 4
... mas na realidade...




© Profitability Engineers, 2009   5
Mâzukékéisso do “Lean”?




© Profitability Engineers, 2009   6
Definir
                                                 “valor”       Identificar
                                                                a cadeia
                                                                de valor

                                    Eliminar
                                  desperdícios
                                  até alcançar                       Criar
                                  a perfeição                        fluxo
                                                                       na
                                                                    cadeia
                                                                       de
                                                    Puxar a          valor
                                                   cadeia de
                                                     valor
© Profitability Engineers, 2009                                              7
“Uma filosofia de
  produção, que
  reduz o prazo
      entre a
 encomenda e a
    expedição,
     através da
    eliminação
  sistemática de
   desperdícios
(actividades sem
        valor
 acrescentado).”
                    Taiichi Ohno – Toyota
                    Taiichi Ohno – Toyota
Desperdícios?
                     Que desperdícios?

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Os 7 Desperdícios Mortais (na Produção)

                       Sobre-produção
                       Tempos de espera
                       Transporte
                       Processamento
                       Inventários
                       Movimentos
                       Defeitos
© Profitability Engineers, 2009            10
Valor, ou
                                  desperdício???
© Profitability Engineers, 2009                    11
Valor Adicionado...




    ...é tudo aquilo que
              o
          CLIENTE
       está disposto a
           pagar!
© Profitability Engineers, 2009
Para isso precisamos de um processo perfeito …
© Profitability Engineers, 2009                 13
Processo
                                  Perfeito

                                      ?
                                                     Flui         Puxa          Nivelado




                                   Adiciona Valor   É capaz   Está disponível




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Adiciona Valor?                   • Pergunta : “Se pudéssemos proporcionar o valor
                                    resultante deste processo, sem este passo, o cliente
                                    daria pela sua falta?”

                                  • Se a resposta for “Não”, temos uma de duas
                                    soluções:

                                    Desperdício Tipo 1:
                                    Passo que não acrescenta valor, mas é indispensável
                                    para a realização do processo.
                                    Começar a encontrar forma de eliminar ...

                                    Desperdício Tipo 2:
                                    Passo que não acrescenta valor, e não é indispensável
                                    para a realização do processo.
                                    Eliminar este passo do processo imediatamente !!!



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É capaz?
                                  • Este passo do processo pode ser feito,
                                    sempre da mesma forma, e sempre
                                    com o mesmo resultado?

                                  • O resultado é satisfatório, na óptica
                                    do cliente?

                                    (O ponto de partida para os
                                     métodos de resolução de
                                     problemas.)




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Está disponível?


                                  • Este passo do processo, funciona
                                    sempre que é necessário?

                                  • E no tempo de ciclo definido?

                                   (O ponto de partida para o TPM
                                    e o papel fundamental da
                                    manutenção)




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Entre cada passo …
                                   a ligação perfeita
© Profitability Engineers, 2009                         18
Processos que
               fluem


 • Os passos do processo ocorrem numa sequência apertada
   (idealmente, em fluxo contínuo) com pouca ou nenhuma
   espera, entre eles?

       (Uma das preocupações básicas do “Lean Production” e
       da manutenção)




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Sistemas que “puxam”



 • Cada um dos passos funciona, apenas, após ordem directa
   do passo seguinte, dentro do tempo disponível?
 • Por outras palavras, sempre que o cliente (próximo
   processo) “puxa”?

      (Outra das preocupações básicas do “Lean Production” e
       da manutenção)

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Processo nivelado



 • Os pedidos são nivelados a partir do último passo do
   processo, de forma que não haja “ruído” e variações
   desnecessárias, no fluxo de informação?


      (Mais outra das preocupações básicas do “Lean
       Production” e uma oportunidade para a “Manutenção”
       brilhar.)

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Resumindo …

             Cada passo




Entre passos




© Profitability Engineers, 2009   22
Ok, já chega...
              Vamos lá à Manutenção...
© Profitability Engineers, 2009          23
Exemplos de desperdícios nos equipamentos

                                  1
                                  1                            2
                                                               2                            3
                                                                                            3
                Manutenção
                Manutenção                 Setup/ Ajustes
                                           Setup/ Ajustes                   Arranques
                                                                            Arranques

   •Manutenção planeada               • Procurar ferramentas       • Pré-aquecimento
   •Manutenção não planeada           • Testes/ ensaios            • Arranque de produção
   •Inspecções periódicas             • Calibrações                • Falta de pessoal
                                      •Medir 1ª peça               • Mudança de turno
                                  4
                                  4                            5
                                                               5                            6
                                                                                            6
             Micro-paragens
             Micro-paragens                  Velocidade
                                             Velocidade                        Defeitos
                                                                               Defeitos

    • Falta material                  • Colaboradores em            • Peças defeituosas
                                      formação
    • Pequenas avarias                                              • Reparações
                                      • Prolongamento do ciclo
    • Falta de colaboradores          produtivo                     • Sucata
    • Defeitos encontrados            • Mau balanceamento
    • Problemas com                   • Layout mal planeado
    as ferramentas

© Profitability Engineers, 2009                                                             24
Por onde começamos?




                    Para saber o caminho
                precisamos, em primeiro lugar,
                   de saber onde estamos...
© Profitability Engineers, 2009                  25
O ponto de partida

  • Medir e registar os
    desperdícios dos
    equipamentos
  • Analisar os desperdícios e
    determinar o seu impacto
    no OEE
  • Determinar as causas dos
    problemas que afectam o
    OEE
© Profitability Engineers, 2009   26
“Os problemas que
  encontramos, hoje
  em dia, não podem
    ser resolvidos ao
         mesmo nível
      intelectual que
tínhamos, quando os
            criámos!”

“The problems we face today cannot be solved
at the same level of thinking we were at, when
we created them.”
Eficiência global do Equipamento (OEE)


                Disponibilidade x Velocidade x Qualidade

                                  Disponibilidade total de tempo menos o tempo de
            Disponibilidade       paragens planeadas e não planeadas
                                  (iguais ou superiores a 5 min)

                                  Total de peças produzidas em tempo disponível
                                  comparado com o tempo ideal de produção de
           Velocidade             peças
                                  (contabiliza perdas inferiores a 5 min)
                                  Quantidade processada menos a quantidade
                                  de peças com defeitos (todas as perdas
           Qualidade              referentes a problemas de qualidade)




© Profitability Engineers, 2009                                                     28
Os desperdícios dos equipamentos e o O.E.E.


  Tempo total disponível

                                           Paragens
  Tempo total de operação
                                           Planeadas

  Tempo de carga                                                 1
                                                                 1
                                                 Manutenção
                                                 Manutenção
                                                                 2
                                                                 2
  Tempo líquido de                              Setup/ Ajustes
                                                Setup/ Ajustes
  operação                                                       3
                                                                 3
                                                  Arranques
                                                  Arranques
  Tempo de operação com                                          4
                                                                 4
                                                Micro-paragens
                                                Micro-paragens
  valor acrescentado
                                                                 5
                                                                 5
                                                 Velocidade
                                                 Velocidade
                                                                 6
                                                                 6
                                                   Defeitos
                                                   Defeitos

© Profitability Engineers, 2009                                  29
O papel da manutenção nos processos

                                  • A manutenção é a espinha dorsal para
                                    manter o processo perfeito;
                                  • O objectivo é usar e manter os
                                    equipamentos de forma eficiente para
                                    suportar a produção e os processos;
                                  • Não queremos manter os equipamentos
                                    nem excessivamente, nem de forma
                                    deficiente.
                                  • É o “herói” invisível, na implementação
                                    do “Lean Production”!!!


© Profitability Engineers, 2009                                               30
Não há nada
   tão inútil
 como fazer
   de forma
  eficiente o
que não devia
  estar a ser
     feito!
“There is nothing so useless as doing
efficiently that which should not be done
at all” – P.Drucker.
Uma “palavrinha” sobre a Toyota???
 • É sabido o impacto devastador que os
   fabricantes da indústria automóvel sofreram…
 • …quase todos tiveram que “ir pedir
   batatinhas” aos respectivos governos…
 • …foram forçados a fechar fábricas e a despedir
   muitos milhares de pessoas…
 • Mas... A Toyota, apesar de também reportar
   prejuízos…
 • …anunciou lucros operacionais no 3º trimestre
   de 2009!!!
 • Podemos aprender muito com a Toyota…
 • …que já nos leva mais de 5 décadas de
   avanço, na descoberta de caminhos de
   melhoria contínua!


© Profitability Engineers, 2009                     32
Na Toyota...


                       DIZ QUE É UMA ESPÉCIE
                                 DE
                         MANUTENÇÃO
© Profitability Engineers, 2009                33
A manutenção na Toyota

 • O modelo de manutenção da Toyota tem
   5 vertentes fundamentais:
         1. BM “Breakdown Maintenance” – Manutenção das
            falhas
         2. CM “Corrective Maintenance” - Manutenção
            Correctiva
         3. DM “Daily Maintenance” – Manutenção Diária
         4. PM “Preventive Maintenance” – Manutenção
            Preventiva
         5. MP “Maintenance Improvement and Prevention” –
            Melhoria Contínua

© Profitability Engineers, 2009                             34
Manutenção de Falhas [Breakdown Maintenance]

•        O objectivo deste tipo de manutenção é minimizar a percentagem de
         tempo gasto em paragens devido a avarias.
•        A Toyota, adoptou a abordagem de utilizar os conceitos do SMED para
         efectuar reparações aos equipamentos.
•        Cada avaria simples deve ser “arranjada” em menos de 10 minutos.
         Chama-se a isto “Single Minute Maintenance”.




© Profitability Engineers, 2009                                                35
Manutenção preventiva [Preventive Maintenance]
•       Realização de intervenções para
        evitar avarias nos equipamentos.
•       Estas acções são cuidadosamente
        planeadas para também não se
        fazer manutenção excessiva.
•       Numa fase inicial a manutenção
        preventiva é feita com base nas
        informações do fornecedor…
•       ..e, naturalmente, depois começa-
        se a adquirir maior conhecimento
        sobre os detalhes do
        equipamento,
•       e começam a ser programadas
        outras intervenções que se
        considerem necessárias.

© Profitability Engineers, 2009                   36
Manutenção diária [Daily Maintenance]
•        Actividades, do dia a dia, que são
         executadas pelos operadores, tais
         como actividades simples de
         limpeza, verificação de níveis
         (refrigeração, óleo, etc…) ou
         lubrificações.
•        Os operadores têm também a
         responsabilidade de identificar
         pequenas falhas nos
         equipamentos, para estas serem
         corrigidas antes de originarem
         paragens.
•        Estamos a falar do TPM.




© Profitability Engineers, 2009               37
Manutenção Correctiva [Corrective Maintenance]

•        Inevitavelmente existe, por vezes, a
         necessidade de fazer intervenções
         correctivas nos equipamentos.
•        Após anos de uso é normal que
         surjam pontos fracos nos
         equipamentos.
•        A Toyota tem instaurada a boa
         prática de alterar os equipamentos
         para colmatar falhas que se revelem
         durante o seu tempo de vida.
•        Logicamente, estas alterações são
         efectuadas apenas quando o
         investimento se justifica, e quando a
         alteração não provoque uma
         degradação na qualidade.

© Profitability Engineers, 2009                   38
Manutenção de prevenção [Maintenance Prevention]

•       A Toyota utiliza a experiência do
        seu pessoal sénior da
        manutenção, antes de fazer a
        aquisição de qualquer
        equipamento, para planear muito
        bem como irá ser feita a
        manutenção do mesmo.
•       É importante examinar muito bem
        todas as características técnicas
        para poder fazer alterações logo
        à partida e minimizar a
        necessidade de futuras
        intervenções de manutenção.


© Profitability Engineers, 2009                     39
“Lean Production” – como implementar
                       Visão estratégica
       Qualidade        Custos     Vendas   Segurança               Plano estratégico
                          Custos




                          Lucros




   “Tenho uma visão”                                    “Tenho
                                                        um plano”
                                                          Plano de implementação




                                            “A minha equipa
                                             tem um plano”
© Profitability Engineers, 2009                                                         40
Objecções típicas para quem decide…
•   “É preciso demasiada disciplina!”
•   “Leva muito tempo a implementar!”
•   “Com esta crise? Tenha juízo!!!”
•   “O meu processo é muito complexo.
    Tem demasiadas variáveis incontroláveis:
    os pedidos dos clientes, as
    indisponibilidades, as mudanças de
    prioridades, os fornecedores….”
•   “Pois, mas isto não é lá como nos
    automóveis!”
•   “Isso não faz sentido nenhum, neste
    sector!”
•   “O nosso pessoal é muito
    fraaaaaaaquiiiiiiiiinho!”
•   “Não é clara, a forma como o ‘Lean
    Production’ se vai integrar com o meu
    sistema CRM/ SAP/ BAAN / ERP/ MRP…”
E-mail:   info @ profitability.pt
                                  Web:      www.produtividade.pt
                                            www.profitability.pt



© Profitability Engineers, 2009                                       42

Lean Manufacturing Intro (pt)

  • 1.
    © Profitability Engineers,2009 10º Congresso da Manutenção Associação Portuguesa de Manutenção Industrial Figueira da Foz, 19 e 20 de Novembro de 2009 Lean Manufacturing Qual o ‘papel’ da Manutenção ?
  • 2.
    © Profitability Engineers,2009 Mark Yorkovich 2
  • 3.
    Como a ‘Manutenção’se vê... © Profitability Engineers, 2009 3
  • 4.
    Como a ‘Manutenção’é vista, pela ‘Produção’... © Profitability Engineers, 2009 4
  • 5.
    ... mas narealidade... © Profitability Engineers, 2009 5
  • 6.
    Mâzukékéisso do “Lean”? ©Profitability Engineers, 2009 6
  • 7.
    Definir “valor” Identificar a cadeia de valor Eliminar desperdícios até alcançar Criar a perfeição fluxo na cadeia de Puxar a valor cadeia de valor © Profitability Engineers, 2009 7
  • 8.
    “Uma filosofia de produção, que reduz o prazo entre a encomenda e a expedição, através da eliminação sistemática de desperdícios (actividades sem valor acrescentado).” Taiichi Ohno – Toyota Taiichi Ohno – Toyota
  • 9.
    Desperdícios? Que desperdícios? © Profitability Engineers, 2009 9
  • 10.
    Os 7 DesperdíciosMortais (na Produção) Sobre-produção Tempos de espera Transporte Processamento Inventários Movimentos Defeitos © Profitability Engineers, 2009 10
  • 11.
    Valor, ou desperdício??? © Profitability Engineers, 2009 11
  • 12.
    Valor Adicionado... ...é tudo aquilo que o CLIENTE está disposto a pagar! © Profitability Engineers, 2009
  • 13.
    Para isso precisamosde um processo perfeito … © Profitability Engineers, 2009 13
  • 14.
    Processo Perfeito ? Flui Puxa Nivelado Adiciona Valor É capaz Está disponível © Profitability Engineers, 2009 14
  • 15.
    Adiciona Valor? • Pergunta : “Se pudéssemos proporcionar o valor resultante deste processo, sem este passo, o cliente daria pela sua falta?” • Se a resposta for “Não”, temos uma de duas soluções: Desperdício Tipo 1: Passo que não acrescenta valor, mas é indispensável para a realização do processo. Começar a encontrar forma de eliminar ... Desperdício Tipo 2: Passo que não acrescenta valor, e não é indispensável para a realização do processo. Eliminar este passo do processo imediatamente !!! © Profitability Engineers, 2009 15
  • 16.
    É capaz? • Este passo do processo pode ser feito, sempre da mesma forma, e sempre com o mesmo resultado? • O resultado é satisfatório, na óptica do cliente? (O ponto de partida para os métodos de resolução de problemas.) © Profitability Engineers, 2009 16
  • 17.
    Está disponível? • Este passo do processo, funciona sempre que é necessário? • E no tempo de ciclo definido? (O ponto de partida para o TPM e o papel fundamental da manutenção) © Profitability Engineers, 2009 17
  • 18.
    Entre cada passo… a ligação perfeita © Profitability Engineers, 2009 18
  • 19.
    Processos que fluem • Os passos do processo ocorrem numa sequência apertada (idealmente, em fluxo contínuo) com pouca ou nenhuma espera, entre eles? (Uma das preocupações básicas do “Lean Production” e da manutenção) © Profitability Engineers, 2009 19
  • 20.
    Sistemas que “puxam” • Cada um dos passos funciona, apenas, após ordem directa do passo seguinte, dentro do tempo disponível? • Por outras palavras, sempre que o cliente (próximo processo) “puxa”? (Outra das preocupações básicas do “Lean Production” e da manutenção) © Profitability Engineers, 2009 20
  • 21.
    Processo nivelado •Os pedidos são nivelados a partir do último passo do processo, de forma que não haja “ruído” e variações desnecessárias, no fluxo de informação? (Mais outra das preocupações básicas do “Lean Production” e uma oportunidade para a “Manutenção” brilhar.) © Profitability Engineers, 2009 21
  • 22.
    Resumindo … Cada passo Entre passos © Profitability Engineers, 2009 22
  • 23.
    Ok, já chega... Vamos lá à Manutenção... © Profitability Engineers, 2009 23
  • 24.
    Exemplos de desperdíciosnos equipamentos 1 1 2 2 3 3 Manutenção Manutenção Setup/ Ajustes Setup/ Ajustes Arranques Arranques •Manutenção planeada • Procurar ferramentas • Pré-aquecimento •Manutenção não planeada • Testes/ ensaios • Arranque de produção •Inspecções periódicas • Calibrações • Falta de pessoal •Medir 1ª peça • Mudança de turno 4 4 5 5 6 6 Micro-paragens Micro-paragens Velocidade Velocidade Defeitos Defeitos • Falta material • Colaboradores em • Peças defeituosas formação • Pequenas avarias • Reparações • Prolongamento do ciclo • Falta de colaboradores produtivo • Sucata • Defeitos encontrados • Mau balanceamento • Problemas com • Layout mal planeado as ferramentas © Profitability Engineers, 2009 24
  • 25.
    Por onde começamos? Para saber o caminho precisamos, em primeiro lugar, de saber onde estamos... © Profitability Engineers, 2009 25
  • 26.
    O ponto departida • Medir e registar os desperdícios dos equipamentos • Analisar os desperdícios e determinar o seu impacto no OEE • Determinar as causas dos problemas que afectam o OEE © Profitability Engineers, 2009 26
  • 27.
    “Os problemas que encontramos, hoje em dia, não podem ser resolvidos ao mesmo nível intelectual que tínhamos, quando os criámos!” “The problems we face today cannot be solved at the same level of thinking we were at, when we created them.”
  • 28.
    Eficiência global doEquipamento (OEE) Disponibilidade x Velocidade x Qualidade Disponibilidade total de tempo menos o tempo de Disponibilidade paragens planeadas e não planeadas (iguais ou superiores a 5 min) Total de peças produzidas em tempo disponível comparado com o tempo ideal de produção de Velocidade peças (contabiliza perdas inferiores a 5 min) Quantidade processada menos a quantidade de peças com defeitos (todas as perdas Qualidade referentes a problemas de qualidade) © Profitability Engineers, 2009 28
  • 29.
    Os desperdícios dosequipamentos e o O.E.E. Tempo total disponível Paragens Tempo total de operação Planeadas Tempo de carga 1 1 Manutenção Manutenção 2 2 Tempo líquido de Setup/ Ajustes Setup/ Ajustes operação 3 3 Arranques Arranques Tempo de operação com 4 4 Micro-paragens Micro-paragens valor acrescentado 5 5 Velocidade Velocidade 6 6 Defeitos Defeitos © Profitability Engineers, 2009 29
  • 30.
    O papel damanutenção nos processos • A manutenção é a espinha dorsal para manter o processo perfeito; • O objectivo é usar e manter os equipamentos de forma eficiente para suportar a produção e os processos; • Não queremos manter os equipamentos nem excessivamente, nem de forma deficiente. • É o “herói” invisível, na implementação do “Lean Production”!!! © Profitability Engineers, 2009 30
  • 31.
    Não há nada tão inútil como fazer de forma eficiente o que não devia estar a ser feito! “There is nothing so useless as doing efficiently that which should not be done at all” – P.Drucker.
  • 32.
    Uma “palavrinha” sobrea Toyota??? • É sabido o impacto devastador que os fabricantes da indústria automóvel sofreram… • …quase todos tiveram que “ir pedir batatinhas” aos respectivos governos… • …foram forçados a fechar fábricas e a despedir muitos milhares de pessoas… • Mas... A Toyota, apesar de também reportar prejuízos… • …anunciou lucros operacionais no 3º trimestre de 2009!!! • Podemos aprender muito com a Toyota… • …que já nos leva mais de 5 décadas de avanço, na descoberta de caminhos de melhoria contínua! © Profitability Engineers, 2009 32
  • 33.
    Na Toyota... DIZ QUE É UMA ESPÉCIE DE MANUTENÇÃO © Profitability Engineers, 2009 33
  • 34.
    A manutenção naToyota • O modelo de manutenção da Toyota tem 5 vertentes fundamentais: 1. BM “Breakdown Maintenance” – Manutenção das falhas 2. CM “Corrective Maintenance” - Manutenção Correctiva 3. DM “Daily Maintenance” – Manutenção Diária 4. PM “Preventive Maintenance” – Manutenção Preventiva 5. MP “Maintenance Improvement and Prevention” – Melhoria Contínua © Profitability Engineers, 2009 34
  • 35.
    Manutenção de Falhas[Breakdown Maintenance] • O objectivo deste tipo de manutenção é minimizar a percentagem de tempo gasto em paragens devido a avarias. • A Toyota, adoptou a abordagem de utilizar os conceitos do SMED para efectuar reparações aos equipamentos. • Cada avaria simples deve ser “arranjada” em menos de 10 minutos. Chama-se a isto “Single Minute Maintenance”. © Profitability Engineers, 2009 35
  • 36.
    Manutenção preventiva [PreventiveMaintenance] • Realização de intervenções para evitar avarias nos equipamentos. • Estas acções são cuidadosamente planeadas para também não se fazer manutenção excessiva. • Numa fase inicial a manutenção preventiva é feita com base nas informações do fornecedor… • ..e, naturalmente, depois começa- se a adquirir maior conhecimento sobre os detalhes do equipamento, • e começam a ser programadas outras intervenções que se considerem necessárias. © Profitability Engineers, 2009 36
  • 37.
    Manutenção diária [DailyMaintenance] • Actividades, do dia a dia, que são executadas pelos operadores, tais como actividades simples de limpeza, verificação de níveis (refrigeração, óleo, etc…) ou lubrificações. • Os operadores têm também a responsabilidade de identificar pequenas falhas nos equipamentos, para estas serem corrigidas antes de originarem paragens. • Estamos a falar do TPM. © Profitability Engineers, 2009 37
  • 38.
    Manutenção Correctiva [CorrectiveMaintenance] • Inevitavelmente existe, por vezes, a necessidade de fazer intervenções correctivas nos equipamentos. • Após anos de uso é normal que surjam pontos fracos nos equipamentos. • A Toyota tem instaurada a boa prática de alterar os equipamentos para colmatar falhas que se revelem durante o seu tempo de vida. • Logicamente, estas alterações são efectuadas apenas quando o investimento se justifica, e quando a alteração não provoque uma degradação na qualidade. © Profitability Engineers, 2009 38
  • 39.
    Manutenção de prevenção[Maintenance Prevention] • A Toyota utiliza a experiência do seu pessoal sénior da manutenção, antes de fazer a aquisição de qualquer equipamento, para planear muito bem como irá ser feita a manutenção do mesmo. • É importante examinar muito bem todas as características técnicas para poder fazer alterações logo à partida e minimizar a necessidade de futuras intervenções de manutenção. © Profitability Engineers, 2009 39
  • 40.
    “Lean Production” –como implementar Visão estratégica Qualidade Custos Vendas Segurança Plano estratégico Custos Lucros “Tenho uma visão” “Tenho um plano” Plano de implementação “A minha equipa tem um plano” © Profitability Engineers, 2009 40
  • 41.
    Objecções típicas paraquem decide… • “É preciso demasiada disciplina!” • “Leva muito tempo a implementar!” • “Com esta crise? Tenha juízo!!!” • “O meu processo é muito complexo. Tem demasiadas variáveis incontroláveis: os pedidos dos clientes, as indisponibilidades, as mudanças de prioridades, os fornecedores….” • “Pois, mas isto não é lá como nos automóveis!” • “Isso não faz sentido nenhum, neste sector!” • “O nosso pessoal é muito fraaaaaaaquiiiiiiiiinho!” • “Não é clara, a forma como o ‘Lean Production’ se vai integrar com o meu sistema CRM/ SAP/ BAAN / ERP/ MRP…”
  • 42.
    E-mail: info @ profitability.pt Web: www.produtividade.pt www.profitability.pt © Profitability Engineers, 2009 42