Laparoscopia em Urologia Guilherme Lima Fellow em Laparoscopia - Hospital Johns Hopkins  Coordenador da Especializacao em Endourologia - IMIP-PE Teresina-PI
Será que Devo Aprender Vídeo-laparoscopia ?
Clayman et al. 1990 Laparoscopia em Urologia Clayman  RV, Kavoussi LR,  Soper  NJ,  Dierks  SM,  Merety  KS, Darcy MD, Long SR,  Roemer  FD,  Pingleton  ED, Thomson PG. Laparoscopic nephrectomy. N Engl J Med. 1991 May 9;324(19):1370-1.  PMID: 1826761 [PubMed - indexed for MEDLINE]
Laparoscopia Historico 1990, Clayman RV, Kavoussi LR, et al: N Engl J Med.  Primeira nefrectomia radical laparoscopica. 1991 - Nefroureterectomia laparoscopica para TCC. 1991 - Linfadenectomias (Iliaca e retroperitoneal). 1992 - Primeira cirurgia laparoscopica retroperitoneal. 1992 - Adrenalectomia, prostatectomia, cistectomia. 1993 - Ureterolitotomia.
Cirurgias Ablativas Adrenalectomia Nefrectomia   -Nefrectomia Simples    -Nefrectomia Radical   -Nefrectomia Parcial   -Nefroureterectomia   -Nefrectomia para Trasnplante Linfadenectomia    -Pelvica   -Retroperitoneal Prostatectomia Radical / Simples Exerese de Cisto Renal Cistectomia   Procedimentos Urologicos Realizados Por Videolaparoscopia hoje. Cirurgias Reconstrutivas Tratamento de Criptorquidismo Nefropexia Pieloplastia Reimplante Ureteral Ureterolitotomia Correcao de Fistulas Urinarias
Tenho que Aprender Laparoscopia! Tendência atual = Endourologia / Laparoscopia. Tudo caminha para ser minimamente invasivo. Menor dor pós-operatória. Rápido retorno as atividades fisicas. Pequenas incisões. Melhores resultados estéticos. Preservando os resultados oncologicos e funcionais.
Guidelines on Laparoscopy Proposal for a "European Scoring System for Laparoscopic Operations in Urology". Eur Urol. 2001 Jul;40(1):2-6. Guilloneau B, Abbou CC, Doublet JD, et al.
Todo avanco tecnologico tem seu preco. Torre de Videolaparoscopia (monitor, insuflador, fonte de luz) Oticas de 0 o  e 30 o Cameras de 1 a 3CCD Instrumentos permamentes e descartaveis Bisturi Ultrassonico
Parte Cortante Superfície Convexa Superfície Côncava Ponta Cega Tesoura Curva 5mm
UltraCision  Expansão lateral nos tecidos UltraCision Eletrocautério 1 2 3 4 5 6 7 Tempo (segundos) Expansão   (mm) 1  2 3 4 5 6 7 8 9 10
Sem corrente elétrica para ou através do paciente Mínima lesão  térmica lateral  aos tecidos Efeitos sobre os tecidos a baixa temperatura Menos fumaça na cirurgia por vídeo Instrumentos Multifuncionais UltraCision Principais Vantagens
Nefrectomia Simples Nefrectomia Radical Nefrectomia Parcial Pieloplastia Reimplante Ureteral Exerese de Cisto Renal Prostatectomia Radical
Nefrectomias (total, parcial e radical): Exclusao renal funcional Cistos renais complexos (Bosniak III e IV); CA renal Nefroureterectomias para TCC. Nefrectomia para Tx renal. Nefrectomia Laparoscópica
Vias de Acesso Transperitoneal 1991, RV Clayman, J Urology Retroperitoneal 1992, DD Gaur, J Urology Nefrectomia Laparoscopica Metodo Laparoscopia Pura Hand-Assited
Laparoscopia assistida com a mão Dispositivos Pneumosleeve Hand port Intromit Omniport Gelport LapDisc
Nefrectomia Laparoscopica Retroperitoneal  X   Nefrectomia Laparoscopica Transperitoneal  X  Nefrectomia Aberta
Posicionamento do paciente para cirurgias  de rim e adrenal
Posicionamento para Nefrectomia Esquerda
Posicionamento para Nefrectomia Direita
Nefrectomia Laparoscópica
Nefrectomia Radical Laparoscópica Indicações: Tumores localizados T1 e T2 que nao tenham indicacao para cir parcial. Tamanho ideal?  Doenca avancada? Implante tumoral nos trocartes?
Casos publicados de implante tumoral nos locais dos trocartes Remoção sem saco Intacto Handport 9 3 T2N0 Chen YT et al Remoção sem saco Intacto, Retroperitoneal 39 2 T3N0 Iwamura et al Não Morcelado 12 2 T1N0 Castilho et al Ascite Morcelado 5 2 T1N0 Castilho et al Não Morcelado 25 4 T3N0 Fentie et al Fatores de risco Remoção Tempo (meses) Grau Estádio Referência
Dunn .J Urol  2000;164:1153. Resultados comparativos : nefrectomia radical  laparoscópica versus aberta 0,68 10 8,6  Recorrência (%) < 0,001 8,1 3,6 Média do tempo de retorno as  atividades normais ( semanas) < 0,001 451 172 Média de perda sanguínea (ml) < 0,001 59 18 Média de ingesta oral (horas) < 0,001 5,2 3,4 Média dias de internação < 0,001  78,3 28 Analgesia < 0,001 2,8 5,5 Tempo cirúrgico médio (horas) p  Aberta (33) Laparoscópica  (61)
Nefrectomia Parcial Laparoscopica A Nefrectomia parcial Laparoscópica não é recente... Winfield, et al , 1995 Gill, et al, 1995 McDougall, et al, 1998 Janetschek, et al, 2000 Harmon et al, 2000
Janetschek, et al Rassweiler, et al Abbou, et al Kavoussi, et al Gill, et al  (>500 casos)    Experiência mundial > 1500 casos Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Indicações: As mesmas da Nx parcial aberta Tumores localizados T1 e T2 Ideal: até 4cm de tamanho e exofíticos, anteriores e de polo inferior. Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Avaliação Preoperatória TC abdomen Anatomia da lesão Relação c/  hilo renal, sistema coletor Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Principios: (1)  Controle do hilo renal (2)  Sutura do parenquima renal  (3)  Sutura do sistema coletor quando indicado. “  Um pré requisito essencial para o sucesso da Nefrectomia parcial laparoscópica é um campo operatório com boa hemostasia”.  Nefrectomia Parcial Laparoscopica “ Laparoscopic partial nephrectomy for renal tumor: duplicating open surgical techniques ”  Gill IS et al, J Urol.  2002
Nefrectomia Parcial Laparoscopica Posição do paciente - Transperitoneal
Dissecção Hilar Criar “janelas” acima e abaixo do hilo para dominio do pediculo renal Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Mobilização do tumor Mobilizar tumor e parênquima adjacente Preservar gordura perinefrética Cuidado com os tumores císticos!! Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Ultrasom Intraoperatório  (?) 7.5 MHz probe Flexível, estéril Utilidade: Tamanho do tumor / Profundidade Proximidade c/ sistema coletor Relação c/ estrtuturas hilares – “Doppler” Marcar o plano de ressecção Custo... Nefrectomia Parcial Laparoscopica
A isquemia  - Demarcar o parênquima renal - Posicionamento dos “bosters” de surgicel e suturas previamente cortadas no campo Nefrectomia Parcial Laparoscopica
“ Isquemia quente”? Mínimas sequelas quando <  30 min A “Cr” não é alterada quando na presença de rim contralateral normal A Isquemia quente prolongada não é bem tolerada em rins deficientes Idade avançada e I. renal  pre-existente estão associados com > disfunção renal (especialmente quando  > 30 min) Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Clampeamento hilar Satinsky - “Em bloco” ou individualizado. Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Nefrectomia Parcial Laparoscopica LAPAROSCOPIC  BULLDOGS LAPAROSCOPIC  SATINSKY  CLAMPS
Exerese do tumor Utilizar o “hook” monopolar para a cápsula Tesoura “fria” para o parênquima “ A bit more is better than a bit less” Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Ressecção do Parênquima Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Visualização do sistema coletor Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Reparo do sistema coletor  Nefrectomia Parcial Laparoscopica 2-0 vicryl, Agulha CT-1  Sutura contínua
Reparo do sistema coletor   2-0 vicryl, Agulha CT-1 Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Sutura Hemostática do parênquima Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Sutura Hemostática do parênquima Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Cleveland Clinic Experience     Laparoscopy   Open   P-value   (N=100)   (N=100) Patient age (yrs)   65   59   <0.001 Tumor size (cm)   2.8   3.3    0.005 Central tumor  34   31   0.56 Solitary kidney   7    28   <0.001 J Urol , 2003 Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Cleveland Clinic Experience   Laparoscopy   Open   P-value   (N=100)   (N=100) O.R. time (hr)     3   3.8   <0.001 Warm Isch. (min)    28   18     <0.001 Pelvicalyceal repair   67   74   ns Blood loss (cc)  150   250   <0.001 Narcotics (mg)   20   274   <0.001 Hosp. stay  (d)    2   5   <0.001 Convalesc. (wk)  4   6   <0.001 Positive margins  3    0   0.8 Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  Clamping   No clamping   P-value   (N=12)   (N=16) Tumor size (cm)   2.5   1.9   n/a O.R. time (hr)   2   3   0.004 Warm Isch. (min)  27   zero    n/a Blood loss (cc)  270   708   0.01 Hosp. stay  (d)  4.7   4.7   n/a Complications (%)  3%   3%   n/a Guillonneau et al, J Urol169:483, 2003 Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Nefrectomia Parcial Laparoscopica
Exerese de cisto renal por laparoscopia Indicações: Cistos simples sintomaticos.(I e II) Cistos maiores 8/10cm. Cistos Bosniak IIF: o que fazer? Cistos complexos (Bosniack III/IV) Nefrectomia Parcial
Exerese de Cisto Renal
Ureterolitotomia laparoscópica Laparoscopia: Indicações Calculos Grandes Calculos refratarios a LECO Calculo em ureter medio (2,5cm)
Ureterolitotomia laparoscópica
Prostata Prostatectomia radical (CA próstata): TU localizado: T1b, T1c, T2a, T2b; Gleason ≤ 7; PSA ≤ 20
Prostatectomia radical 5 incisões:  3- 1 cm e 2- 0,5 cm
Prostatectomia radical laparoscópica
 
Transperitoneal Descendente Bordeaux:  Gaston  Transperitoneal Ascededente Montsouris: Guillonneau   Vallancien Prostatectomia Radical Laparoscópica  Técnica: Aborda as vesiculasseminais através do Douglas
Fáscia de Denonvillier : vesículas seminais
 
Prostatectomia radical
 
 
transperitoneal extraperitoneal Há alguma vantagem ? Abordagem:  trans  versus extra Prostatectomia Radical Laparoscópica  Técnica
Prostatectomia Radical Laparoscópica  Transperitoneal  vs. Extraperitoneal Cathelineau et al.  J Urol  2004;171:281 (abs. 1063)  Sem diferença: R + - n.s. 0 % 9 % 0 % 10 % Taxa de complicação maior menor n.s. 3 % 4 % Taxa de Transfusão n.s. 375 360 Perda sanguínea 0,003 163 173 Tempo operatótio P-valor Extra 100 Pts. Trans 100 Pts.
Prostatectomia Radical Laparoscópica  Preservacao da BNV Ascendente: Walsh:   Descendente: Laparoscopia:
MBM
 
 
 
 
Prostatectomia radical
 
 
MBM
Anastomose sutura contínua Sondagem por 8 dias
Resultados Morbidade Oncologia Continência Potência
Laparoscopia em Urologia Prostatectomia radical laparoscópica –  Enxerto nervo sural com DaVinci
Pieloplastia Laparoscópica
EVOLUÇÕES TERAPÊUTICAS HISTÓRICO 1903  Albarran  Incisões ureterais  1937  Folley  Plástica Y-V 1943  Davis  Incisões ureterais / cateter  1949  Anderson Hynes  Pieloplastia desmembrada 1980  Ramsey  Acesso percutâneo / End.P. 1982  Lenger Princípio Heineke-Mickulicz 1993  Clayman  Acucise / Applied urology  1993  Shuessler  videolaparoscópica
Pieloplastia laparoscópica Indicações e vantagens: As mesmas da cirurgia aberta, incluindo falha nas tecnicas endoscopicas. Objetiva duplicar os resultados da cirurgia aberta (90%) Superior as tecnicas endoscopicas.
Pieloplastia laparoscópica
Técnica de Anderson-Hynes Pieloplastia laparoscópica
Sutura com Endostitch Pieloplastia laparoscópica
Resultados 30 (8) 5 (1.3) 95.5 20.1  (1 - 72) 3.5 (1 - 14) 127 3.2  (1.5 - 8) (262) A. Hynes (116) Outras 376 Médias  gerais 13  (13) 0 (0) 96 26.4  (1 - 72) 3.3 (2 - 8) 181 4.4  (2 - 8)  Hynes (71) Y-V (20) Transp. 100 Jarrett  et al 1  (2) 0 (0) 98 23.2  (1-53) 3.7 (3 - 6) 2.7  (1. 5 - 4) A. Hynes Transp. 49 Turk  et al 7  (12.7) 3 (5.5) 87 14.4  (6-43.6) 4.5 (1 - 14) 60 3.1  (1.7 - 4.3) A. Hynes Fenger (7) Retro. 55 Soulie  et al 2  (4) 2 (4) 98 18.8  (3 - 72) 2.6 (2.7) 2.7  (2 - 4) A. Hynes Transp.  e retro. 50 Eden  et al 0 (0) 98 25  (4 - 60) 2.1 Y-V (4) Fenger (63) Rt.  65 Janetschek  et al 7  (12) 0 (0) 96 17.2  (1 - 37) 3.3 (2 - 6) 139  (20 - 800) 4.3  (2.3 - 8.0) Y-V (13)  A. Hynes (44) Transp. 57 Chen  et al Complic. % Conv. % Sucesso % F. Up Internação dias Perda sangüínea Tempo cirúrgico Técnica  Abord. N.  pacientes Referências
Estenose de JUP com vaso anomalo (achado transoperatorio)
Reimplante Ureteral
Mesmas indicacoes da cirurgia aberta. Poucas series publicadas na literatura Resultados preliminares semelhantes aos da cirurgia aberta. Reimplante Ureteral  Laparoscópico
Reimplante Ureteral  Laparoscópico Posicionamento dos Trocartes
Reimplante ureteral laparoscópico

Laparoscopia em Urologia

  • 1.
    Laparoscopia em UrologiaGuilherme Lima Fellow em Laparoscopia - Hospital Johns Hopkins Coordenador da Especializacao em Endourologia - IMIP-PE Teresina-PI
  • 2.
    Será que DevoAprender Vídeo-laparoscopia ?
  • 3.
    Clayman et al.1990 Laparoscopia em Urologia Clayman RV, Kavoussi LR, Soper NJ, Dierks SM, Merety KS, Darcy MD, Long SR, Roemer FD, Pingleton ED, Thomson PG. Laparoscopic nephrectomy. N Engl J Med. 1991 May 9;324(19):1370-1. PMID: 1826761 [PubMed - indexed for MEDLINE]
  • 4.
    Laparoscopia Historico 1990,Clayman RV, Kavoussi LR, et al: N Engl J Med. Primeira nefrectomia radical laparoscopica. 1991 - Nefroureterectomia laparoscopica para TCC. 1991 - Linfadenectomias (Iliaca e retroperitoneal). 1992 - Primeira cirurgia laparoscopica retroperitoneal. 1992 - Adrenalectomia, prostatectomia, cistectomia. 1993 - Ureterolitotomia.
  • 5.
    Cirurgias Ablativas AdrenalectomiaNefrectomia -Nefrectomia Simples -Nefrectomia Radical -Nefrectomia Parcial -Nefroureterectomia -Nefrectomia para Trasnplante Linfadenectomia -Pelvica -Retroperitoneal Prostatectomia Radical / Simples Exerese de Cisto Renal Cistectomia Procedimentos Urologicos Realizados Por Videolaparoscopia hoje. Cirurgias Reconstrutivas Tratamento de Criptorquidismo Nefropexia Pieloplastia Reimplante Ureteral Ureterolitotomia Correcao de Fistulas Urinarias
  • 6.
    Tenho que AprenderLaparoscopia! Tendência atual = Endourologia / Laparoscopia. Tudo caminha para ser minimamente invasivo. Menor dor pós-operatória. Rápido retorno as atividades fisicas. Pequenas incisões. Melhores resultados estéticos. Preservando os resultados oncologicos e funcionais.
  • 7.
    Guidelines on LaparoscopyProposal for a &quot;European Scoring System for Laparoscopic Operations in Urology&quot;. Eur Urol. 2001 Jul;40(1):2-6. Guilloneau B, Abbou CC, Doublet JD, et al.
  • 8.
    Todo avanco tecnologicotem seu preco. Torre de Videolaparoscopia (monitor, insuflador, fonte de luz) Oticas de 0 o e 30 o Cameras de 1 a 3CCD Instrumentos permamentes e descartaveis Bisturi Ultrassonico
  • 9.
    Parte Cortante SuperfícieConvexa Superfície Côncava Ponta Cega Tesoura Curva 5mm
  • 10.
    UltraCision Expansãolateral nos tecidos UltraCision Eletrocautério 1 2 3 4 5 6 7 Tempo (segundos) Expansão (mm) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
  • 11.
    Sem corrente elétricapara ou através do paciente Mínima lesão térmica lateral aos tecidos Efeitos sobre os tecidos a baixa temperatura Menos fumaça na cirurgia por vídeo Instrumentos Multifuncionais UltraCision Principais Vantagens
  • 12.
    Nefrectomia Simples NefrectomiaRadical Nefrectomia Parcial Pieloplastia Reimplante Ureteral Exerese de Cisto Renal Prostatectomia Radical
  • 13.
    Nefrectomias (total, parciale radical): Exclusao renal funcional Cistos renais complexos (Bosniak III e IV); CA renal Nefroureterectomias para TCC. Nefrectomia para Tx renal. Nefrectomia Laparoscópica
  • 14.
    Vias de AcessoTransperitoneal 1991, RV Clayman, J Urology Retroperitoneal 1992, DD Gaur, J Urology Nefrectomia Laparoscopica Metodo Laparoscopia Pura Hand-Assited
  • 15.
    Laparoscopia assistida coma mão Dispositivos Pneumosleeve Hand port Intromit Omniport Gelport LapDisc
  • 16.
    Nefrectomia Laparoscopica Retroperitoneal X Nefrectomia Laparoscopica Transperitoneal X Nefrectomia Aberta
  • 17.
    Posicionamento do pacientepara cirurgias de rim e adrenal
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
    Nefrectomia Radical LaparoscópicaIndicações: Tumores localizados T1 e T2 que nao tenham indicacao para cir parcial. Tamanho ideal? Doenca avancada? Implante tumoral nos trocartes?
  • 22.
    Casos publicados deimplante tumoral nos locais dos trocartes Remoção sem saco Intacto Handport 9 3 T2N0 Chen YT et al Remoção sem saco Intacto, Retroperitoneal 39 2 T3N0 Iwamura et al Não Morcelado 12 2 T1N0 Castilho et al Ascite Morcelado 5 2 T1N0 Castilho et al Não Morcelado 25 4 T3N0 Fentie et al Fatores de risco Remoção Tempo (meses) Grau Estádio Referência
  • 23.
    Dunn .J Urol 2000;164:1153. Resultados comparativos : nefrectomia radical laparoscópica versus aberta 0,68 10 8,6 Recorrência (%) < 0,001 8,1 3,6 Média do tempo de retorno as atividades normais ( semanas) < 0,001 451 172 Média de perda sanguínea (ml) < 0,001 59 18 Média de ingesta oral (horas) < 0,001 5,2 3,4 Média dias de internação < 0,001 78,3 28 Analgesia < 0,001 2,8 5,5 Tempo cirúrgico médio (horas) p Aberta (33) Laparoscópica (61)
  • 24.
    Nefrectomia Parcial LaparoscopicaA Nefrectomia parcial Laparoscópica não é recente... Winfield, et al , 1995 Gill, et al, 1995 McDougall, et al, 1998 Janetschek, et al, 2000 Harmon et al, 2000
  • 25.
    Janetschek, et alRassweiler, et al Abbou, et al Kavoussi, et al Gill, et al (>500 casos)  Experiência mundial > 1500 casos Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 26.
  • 27.
    Indicações: As mesmasda Nx parcial aberta Tumores localizados T1 e T2 Ideal: até 4cm de tamanho e exofíticos, anteriores e de polo inferior. Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 28.
    Avaliação Preoperatória TCabdomen Anatomia da lesão Relação c/ hilo renal, sistema coletor Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 29.
    Principios: (1) Controle do hilo renal (2) Sutura do parenquima renal (3) Sutura do sistema coletor quando indicado. “ Um pré requisito essencial para o sucesso da Nefrectomia parcial laparoscópica é um campo operatório com boa hemostasia”. Nefrectomia Parcial Laparoscopica “ Laparoscopic partial nephrectomy for renal tumor: duplicating open surgical techniques ” Gill IS et al, J Urol. 2002
  • 30.
    Nefrectomia Parcial LaparoscopicaPosição do paciente - Transperitoneal
  • 31.
    Dissecção Hilar Criar“janelas” acima e abaixo do hilo para dominio do pediculo renal Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 32.
    Mobilização do tumorMobilizar tumor e parênquima adjacente Preservar gordura perinefrética Cuidado com os tumores císticos!! Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 33.
    Ultrasom Intraoperatório (?) 7.5 MHz probe Flexível, estéril Utilidade: Tamanho do tumor / Profundidade Proximidade c/ sistema coletor Relação c/ estrtuturas hilares – “Doppler” Marcar o plano de ressecção Custo... Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 34.
    A isquemia - Demarcar o parênquima renal - Posicionamento dos “bosters” de surgicel e suturas previamente cortadas no campo Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 35.
    “ Isquemia quente”?Mínimas sequelas quando < 30 min A “Cr” não é alterada quando na presença de rim contralateral normal A Isquemia quente prolongada não é bem tolerada em rins deficientes Idade avançada e I. renal pre-existente estão associados com > disfunção renal (especialmente quando > 30 min) Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 36.
    Clampeamento hilar Satinsky- “Em bloco” ou individualizado. Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 37.
    Nefrectomia Parcial LaparoscopicaLAPAROSCOPIC BULLDOGS LAPAROSCOPIC SATINSKY CLAMPS
  • 38.
    Exerese do tumorUtilizar o “hook” monopolar para a cápsula Tesoura “fria” para o parênquima “ A bit more is better than a bit less” Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 39.
    Ressecção do ParênquimaNefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 40.
    Visualização do sistemacoletor Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 41.
    Reparo do sistemacoletor Nefrectomia Parcial Laparoscopica 2-0 vicryl, Agulha CT-1 Sutura contínua
  • 42.
    Reparo do sistemacoletor 2-0 vicryl, Agulha CT-1 Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 43.
    Sutura Hemostática doparênquima Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 44.
    Sutura Hemostática doparênquima Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 45.
    Cleveland Clinic Experience Laparoscopy Open P-value (N=100) (N=100) Patient age (yrs) 65 59 <0.001 Tumor size (cm) 2.8 3.3 0.005 Central tumor 34 31 0.56 Solitary kidney 7 28 <0.001 J Urol , 2003 Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 46.
    Cleveland Clinic Experience Laparoscopy Open P-value (N=100) (N=100) O.R. time (hr) 3 3.8 <0.001 Warm Isch. (min) 28 18 <0.001 Pelvicalyceal repair 67 74 ns Blood loss (cc) 150 250 <0.001 Narcotics (mg) 20 274 <0.001 Hosp. stay (d) 2 5 <0.001 Convalesc. (wk) 4 6 <0.001 Positive margins 3 0 0.8 Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 47.
    Clamping No clamping P-value (N=12) (N=16) Tumor size (cm) 2.5 1.9 n/a O.R. time (hr) 2 3 0.004 Warm Isch. (min) 27 zero n/a Blood loss (cc) 270 708 0.01 Hosp. stay (d) 4.7 4.7 n/a Complications (%) 3% 3% n/a Guillonneau et al, J Urol169:483, 2003 Nefrectomia Parcial Laparoscopica
  • 48.
  • 49.
    Exerese de cistorenal por laparoscopia Indicações: Cistos simples sintomaticos.(I e II) Cistos maiores 8/10cm. Cistos Bosniak IIF: o que fazer? Cistos complexos (Bosniack III/IV) Nefrectomia Parcial
  • 50.
  • 51.
    Ureterolitotomia laparoscópica Laparoscopia:Indicações Calculos Grandes Calculos refratarios a LECO Calculo em ureter medio (2,5cm)
  • 52.
  • 53.
    Prostata Prostatectomia radical(CA próstata): TU localizado: T1b, T1c, T2a, T2b; Gleason ≤ 7; PSA ≤ 20
  • 54.
    Prostatectomia radical 5incisões: 3- 1 cm e 2- 0,5 cm
  • 55.
  • 56.
  • 57.
    Transperitoneal Descendente Bordeaux: Gaston Transperitoneal Ascededente Montsouris: Guillonneau Vallancien Prostatectomia Radical Laparoscópica Técnica: Aborda as vesiculasseminais através do Douglas
  • 58.
    Fáscia de Denonvillier: vesículas seminais
  • 59.
  • 60.
  • 61.
  • 62.
  • 63.
    transperitoneal extraperitoneal Háalguma vantagem ? Abordagem: trans versus extra Prostatectomia Radical Laparoscópica Técnica
  • 64.
    Prostatectomia Radical Laparoscópica Transperitoneal vs. Extraperitoneal Cathelineau et al. J Urol 2004;171:281 (abs. 1063) Sem diferença: R + - n.s. 0 % 9 % 0 % 10 % Taxa de complicação maior menor n.s. 3 % 4 % Taxa de Transfusão n.s. 375 360 Perda sanguínea 0,003 163 173 Tempo operatótio P-valor Extra 100 Pts. Trans 100 Pts.
  • 65.
    Prostatectomia Radical Laparoscópica Preservacao da BNV Ascendente: Walsh: Descendente: Laparoscopia:
  • 66.
  • 67.
  • 68.
  • 69.
  • 70.
  • 71.
  • 72.
  • 73.
  • 74.
  • 75.
    Anastomose sutura contínuaSondagem por 8 dias
  • 76.
    Resultados Morbidade OncologiaContinência Potência
  • 77.
    Laparoscopia em UrologiaProstatectomia radical laparoscópica – Enxerto nervo sural com DaVinci
  • 78.
  • 79.
    EVOLUÇÕES TERAPÊUTICAS HISTÓRICO1903 Albarran Incisões ureterais 1937 Folley Plástica Y-V 1943 Davis Incisões ureterais / cateter 1949 Anderson Hynes Pieloplastia desmembrada 1980 Ramsey Acesso percutâneo / End.P. 1982 Lenger Princípio Heineke-Mickulicz 1993 Clayman Acucise / Applied urology 1993 Shuessler videolaparoscópica
  • 80.
    Pieloplastia laparoscópica Indicaçõese vantagens: As mesmas da cirurgia aberta, incluindo falha nas tecnicas endoscopicas. Objetiva duplicar os resultados da cirurgia aberta (90%) Superior as tecnicas endoscopicas.
  • 81.
  • 82.
    Técnica de Anderson-HynesPieloplastia laparoscópica
  • 83.
    Sutura com EndostitchPieloplastia laparoscópica
  • 84.
    Resultados 30 (8)5 (1.3) 95.5 20.1 (1 - 72) 3.5 (1 - 14) 127 3.2 (1.5 - 8) (262) A. Hynes (116) Outras 376 Médias gerais 13 (13) 0 (0) 96 26.4 (1 - 72) 3.3 (2 - 8) 181 4.4 (2 - 8) Hynes (71) Y-V (20) Transp. 100 Jarrett et al 1 (2) 0 (0) 98 23.2 (1-53) 3.7 (3 - 6) 2.7 (1. 5 - 4) A. Hynes Transp. 49 Turk et al 7 (12.7) 3 (5.5) 87 14.4 (6-43.6) 4.5 (1 - 14) 60 3.1 (1.7 - 4.3) A. Hynes Fenger (7) Retro. 55 Soulie et al 2 (4) 2 (4) 98 18.8 (3 - 72) 2.6 (2.7) 2.7 (2 - 4) A. Hynes Transp. e retro. 50 Eden et al 0 (0) 98 25 (4 - 60) 2.1 Y-V (4) Fenger (63) Rt. 65 Janetschek et al 7 (12) 0 (0) 96 17.2 (1 - 37) 3.3 (2 - 6) 139 (20 - 800) 4.3 (2.3 - 8.0) Y-V (13) A. Hynes (44) Transp. 57 Chen et al Complic. % Conv. % Sucesso % F. Up Internação dias Perda sangüínea Tempo cirúrgico Técnica Abord. N. pacientes Referências
  • 85.
    Estenose de JUPcom vaso anomalo (achado transoperatorio)
  • 86.
  • 87.
    Mesmas indicacoes dacirurgia aberta. Poucas series publicadas na literatura Resultados preliminares semelhantes aos da cirurgia aberta. Reimplante Ureteral Laparoscópico
  • 88.
    Reimplante Ureteral Laparoscópico Posicionamento dos Trocartes
  • 89.

Notas do Editor

  • #10 Highlight multifunctionality of curved shears configuration
  • #61 Placing the dorsal vein stitch and back bleeding stitch; the dotted line indicates the plane of dissection between the prostate base and the anterior bladder neck.   In the technique that does not spare the neurovascular bundle, the articulating endo GIA stapler is used to widely transect the lateral pedicle and neurovascular bundle en bloc.
  • #72 With the nerve-sparing technique, meticulous clip ligation and cold cutting is used immediately adjacent to the posterior lateral margin of the prostate, and no thermal energy is used.   The final stitch is made at the 12-o’clock position for the urethrovesical anastomosis with the interrupted technique.