NEFRECTOMIA RETROPERITONEAL Gilvan Neiva Fonseca HC / FM / UFG Serviço de Urologia
VIII CURSO DE CIRURGIAS UROLÓGICAS POR VÍDEO Básico e Avançado 16 a 21 de julho de 2007 – Goiânia - GO Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina – UFG Departamento de Cirurgia – Serviço de Urologia Instruções didáticas Instrumentais de vídeo cirurgia Treinamento em caixa preta Vídeos comentados Laboratório experimental Cirurgias em animais “Hands-on” Cirurgias em humanos Avanços e novas tecnologias
HISTÓRICO Simpatectomia lombar -  Wittmoser   Alemanha / 1973 Ureterolitotomia -  Wickham    EUA / 1979 Trabalhos experimentais  década / 80  Retirada de corpo estranho -  Clayman   EUA / 1992 Retroperitoneoscopia -  Gaur    Índia / 1992 Nefrectomia retroperitoneoscópica -  Gaur    Índia / 1993
INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS Ótica de 30 ° / 10mm Trocater / balão de dissecção / (U.S. Surgical, Norwalk, CT) Trocater Bluntip (U.S. Surgical) Trocateres 10-12mm 2 Tesoura eletrocirurgica monopolar 5mm Hook 5mm Forceps atraumático 5mm Aplicador de endoclip / hem-o-lok Endo-GIA vascular (U.S. Surgical) Irrigador / aspirador Dissectores / afastadores / endocatch bag
RETROPERITONEOSCOPIA Criação do espaço retroperitoneal Espaço de trabalho limitado / referências Distância dos portais / normatizações Escape / Absorção de CO2 Luminosidade Embaçamento da ótica / utilização de energia Choque dos instrumentos
RETROPERITONEOSCOPIA Vantagens  Acesso direto ao hilo renal Controle vascular mais rápido Viável em pacientes com cirurgia abdominal prévia Menos lesões viscerais Menor íleo pós-operatório Menor tempo cirúrgico  Evitar o envelope peritôneal Familiaridade do urologista com o retroperitôneo Desvantagens Campo cirúrgico limitado Poucas referências anatômicas Choque entre instrumentos Embaçamento / névoa
 
 
 
 
 
ABORDAGEM CIRÚRGICA PASSO A PASSO Videocirurgia em urologia, Editora Roca, – cap 33 - Eduardo F.C., Maurício R. - 2007
 
ABORDAGEM CIRÚRGICA PASSO A PASSO Videocirurgia em urologia, Editora Roca, – cap 33 - Eduardo F.C., Maurício R. - 2007
Videocirurgia em urologia, Editora Roca, – cap 33 - Eduardo F.C., Maurício R. - 2007
RETROPERITONEOSCOPIA Referências identificáveis % Pulsação aórtica  90 Reflexão peritoneal lateral 83 Ureter / veia gonadal 61 Pulsação da artéria renal 56 Veia cava inferior 25 - 50 Sung GT, Gill IS. Anatomic landmarks and time management during retroperitoneoscopic radical nephectomy. J Endourol 1998; 16: 165-169
ABORDAGEM CIRÚRGICA PASSO A PASSO
ABORDAGEM CIRÚRGICA PASSO A PASSO
ABORDAGEM CIRÚRGICA PASSO A PASSO
 
 
 
 
NEFRECTOMIAS POR VÍDEO 51 19 32 2 132 (70-300) 282 (20-800) 10% 50 28 22 3 (1,4-7) 180 (45-345) 270,4 (40-1500) 12% 53 15 38 2,3 (1,1-5) 190,9 (90-320) 725 (20-1500) 32% 25 15 10 1,9 (1-5) 163,5 (90-300) 287 (20-800) 12% n Transperitoneal Retroperitoneal Tam. Tumor cm Tempo de operação Perda de sangue ml Complicações Jeschke 2001 Gill 2002 Rassweiler 2000 Janetscheck 2000 Autor
NEFRECTOMIA SIMPLES RETROPERITONEOSCÓPICA 2 12,5 8,3 100 130 42 Rodrigo  Quintela 2005 4,1 3 4,7 6 Hospitalização média / dias 7,2 6,2 3,4 7 Conversões %  7,4 12,2 3,4 9 Complicações %  88 65 98 - Perda sanguínea média / ml 125 98 114 160 Tempo operatório médio / min 544 351 88 65 N° pacientes Total Gupta e col 2004  Sebe e col 2003  Rassweiler e col 1998
NEFRECTOMIA RADICAL RETROPERITONEOSCÓPICA 186,5 160 150 174 132 290 Tempo op. médio / min - 1 5 2 3 200 T1/T2 16 Quintela  2005 220 580 484 110 289 Peso tumoral médio / g 0,5 0 2 (5) 0 0 Conversões % 5 (4) 3 (6) 8 (8) 8 (1) 1 (7) Complicações menores % 1 (0,7) 1 (2) 2 (5) 0 1 (7) Complicações maiores % 4,3 1,7 1,6 3 dias 11 dias Hospitalização dias 183 242 ml 128 ml 80 ml 285 ml Perda sanguínea média / ml - T1/T2 N0 M0 T1/T3a N0 M0 T1/T2 N0 M0 T1/T3 N0 M0 Estadio tumoral 142 52 47 13 14 n  pacientes Total Mihir Desai  2005 Inderbir  Gill  2000 Abbou  1999 Ono  1997
RETROPERITONEOSCOPIA Complicações Pós-operatórias   Enfisema subcutâneo  Equimose Pneumotórax / pneumomediastino Absorção de CO2 Parestesia Urinoma Hematoma retroperitoneal Implante tumoral
MENSAGENS Retroperitoneoscopia / curva de aprendizado Desenvolver o espaço retroperitoneal apropriado  Manter na mente / órgãos intraperitoneais Lembrar sempre / membrana peritoneal Minimizar chance de lesões de órgãos intraperitoneais Orientação constante / referências anatômicas Dissecção cuidadosa / controle do hilo renal Bom senso / segurança / reconhecer limites
OBRIGADO !

NEFRECTOMIA RETROPERITONEAL

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    NEFRECTOMIA RETROPERITONEAL GilvanNeiva Fonseca HC / FM / UFG Serviço de Urologia
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    VIII CURSO DECIRURGIAS UROLÓGICAS POR VÍDEO Básico e Avançado 16 a 21 de julho de 2007 – Goiânia - GO Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina – UFG Departamento de Cirurgia – Serviço de Urologia Instruções didáticas Instrumentais de vídeo cirurgia Treinamento em caixa preta Vídeos comentados Laboratório experimental Cirurgias em animais “Hands-on” Cirurgias em humanos Avanços e novas tecnologias
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    HISTÓRICO Simpatectomia lombar- Wittmoser Alemanha / 1973 Ureterolitotomia - Wickham EUA / 1979 Trabalhos experimentais década / 80 Retirada de corpo estranho - Clayman EUA / 1992 Retroperitoneoscopia - Gaur Índia / 1992 Nefrectomia retroperitoneoscópica - Gaur Índia / 1993
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    INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS Óticade 30 ° / 10mm Trocater / balão de dissecção / (U.S. Surgical, Norwalk, CT) Trocater Bluntip (U.S. Surgical) Trocateres 10-12mm 2 Tesoura eletrocirurgica monopolar 5mm Hook 5mm Forceps atraumático 5mm Aplicador de endoclip / hem-o-lok Endo-GIA vascular (U.S. Surgical) Irrigador / aspirador Dissectores / afastadores / endocatch bag
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    RETROPERITONEOSCOPIA Criação doespaço retroperitoneal Espaço de trabalho limitado / referências Distância dos portais / normatizações Escape / Absorção de CO2 Luminosidade Embaçamento da ótica / utilização de energia Choque dos instrumentos
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    RETROPERITONEOSCOPIA Vantagens Acesso direto ao hilo renal Controle vascular mais rápido Viável em pacientes com cirurgia abdominal prévia Menos lesões viscerais Menor íleo pós-operatório Menor tempo cirúrgico Evitar o envelope peritôneal Familiaridade do urologista com o retroperitôneo Desvantagens Campo cirúrgico limitado Poucas referências anatômicas Choque entre instrumentos Embaçamento / névoa
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    ABORDAGEM CIRÚRGICA PASSOA PASSO Videocirurgia em urologia, Editora Roca, – cap 33 - Eduardo F.C., Maurício R. - 2007
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    ABORDAGEM CIRÚRGICA PASSOA PASSO Videocirurgia em urologia, Editora Roca, – cap 33 - Eduardo F.C., Maurício R. - 2007
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    Videocirurgia em urologia,Editora Roca, – cap 33 - Eduardo F.C., Maurício R. - 2007
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    RETROPERITONEOSCOPIA Referências identificáveis% Pulsação aórtica 90 Reflexão peritoneal lateral 83 Ureter / veia gonadal 61 Pulsação da artéria renal 56 Veia cava inferior 25 - 50 Sung GT, Gill IS. Anatomic landmarks and time management during retroperitoneoscopic radical nephectomy. J Endourol 1998; 16: 165-169
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    NEFRECTOMIAS POR VÍDEO51 19 32 2 132 (70-300) 282 (20-800) 10% 50 28 22 3 (1,4-7) 180 (45-345) 270,4 (40-1500) 12% 53 15 38 2,3 (1,1-5) 190,9 (90-320) 725 (20-1500) 32% 25 15 10 1,9 (1-5) 163,5 (90-300) 287 (20-800) 12% n Transperitoneal Retroperitoneal Tam. Tumor cm Tempo de operação Perda de sangue ml Complicações Jeschke 2001 Gill 2002 Rassweiler 2000 Janetscheck 2000 Autor
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    NEFRECTOMIA SIMPLES RETROPERITONEOSCÓPICA2 12,5 8,3 100 130 42 Rodrigo Quintela 2005 4,1 3 4,7 6 Hospitalização média / dias 7,2 6,2 3,4 7 Conversões % 7,4 12,2 3,4 9 Complicações % 88 65 98 - Perda sanguínea média / ml 125 98 114 160 Tempo operatório médio / min 544 351 88 65 N° pacientes Total Gupta e col 2004 Sebe e col 2003 Rassweiler e col 1998
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    NEFRECTOMIA RADICAL RETROPERITONEOSCÓPICA186,5 160 150 174 132 290 Tempo op. médio / min - 1 5 2 3 200 T1/T2 16 Quintela 2005 220 580 484 110 289 Peso tumoral médio / g 0,5 0 2 (5) 0 0 Conversões % 5 (4) 3 (6) 8 (8) 8 (1) 1 (7) Complicações menores % 1 (0,7) 1 (2) 2 (5) 0 1 (7) Complicações maiores % 4,3 1,7 1,6 3 dias 11 dias Hospitalização dias 183 242 ml 128 ml 80 ml 285 ml Perda sanguínea média / ml - T1/T2 N0 M0 T1/T3a N0 M0 T1/T2 N0 M0 T1/T3 N0 M0 Estadio tumoral 142 52 47 13 14 n pacientes Total Mihir Desai 2005 Inderbir Gill 2000 Abbou 1999 Ono 1997
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    RETROPERITONEOSCOPIA Complicações Pós-operatórias Enfisema subcutâneo Equimose Pneumotórax / pneumomediastino Absorção de CO2 Parestesia Urinoma Hematoma retroperitoneal Implante tumoral
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    MENSAGENS Retroperitoneoscopia /curva de aprendizado Desenvolver o espaço retroperitoneal apropriado Manter na mente / órgãos intraperitoneais Lembrar sempre / membrana peritoneal Minimizar chance de lesões de órgãos intraperitoneais Orientação constante / referências anatômicas Dissecção cuidadosa / controle do hilo renal Bom senso / segurança / reconhecer limites
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