Curso de cirurgias urológicas por video Goiânia 2010 NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICA Tibério Moreno de Siqueira Jr. Membro titular;  SBU Doutor em urologia;  USP  Chefe do dept. nacional de laparoscopia, SBU Fellow em laparoscopia;  Endourological Society, Inc. Coordenador do grupo de laparoscopia, HGV, Recife,PE
Goiania 2003
Clayman et al. 1990 dC aC Nefrectomia laparoscópica
Nefrectomia radical laparoscópica Indicações: Tumores: T1-T3aN0M0 Ideal: até 10cm de tamanho Contra-indicações: Extensão tumoral extra-renal Invasão de VR e/ou VCI
Nefrectomia Laparoscópica Acesso:   Transperitoneal Retroperitoneal Método:   Pura Hand-assist Single Port Less
Nefrectomia radical laparoscópica pura transperitoneal
Nefrectomia radical laparoscópica Configuração dos trocartes Lado Esquerdo Lado Direito
 
 
Nefrectomia radical laparoscópica Técnica cirúrgica Liberação do cólon
Liberação da face anterior do rim Nefrectomia radical laparoscópica Técnica cirúrgica
Dissecção do ureter Nefrectomia radical laparoscópica Técnica cirúrgica
Dissecção do pedículo renal Nefrectomia radical laparoscópica Técnica cirúrgica
Controle e secção do pedículo renal Nefrectomia radical laparoscópica Técnica cirúrgica
Secção do ureter Nefrectomia radical laparoscópica Técnica cirúrgica
Liberação final do rim Nefrectomia radical laparoscópica Técnica cirúrgica
Nefrectomia radical laparoscópica
 
Nefrectomia radical laparoscópica Resultados Autor N º Tempo Cir. (h)  Sangr((ml) Peso (g) Estádio Internação (d) Recup (sem) Followup (m) Complic (</>) Implante Janetschek, 2000 31 2.4 - - T1/T2 2.9 - 18 0/0 - Ono,1999 91 4.9 300 289 T1/T2 - 3 22 11% - Barrett,1998 72 2.9 - 402 T1/T2 4.4 - 21 3%/8% 1 Dunn,2000 61 5.5 172 452 T1/T2/T3b 3.4 3.6 25 3%/34% - Gill,2001 100 2.8 212 403 T1/T2/ T3 1.6 4.2 16 3%/11% - Chan,2001 67 4.3 289 - T1/T2/ T3 3.8 - 36 15% - TOTAL 422 3.8 243 387 T1/T2/ T3a-b 3.2 3.6 23 Mortali dade 0.3% 0.3%
Sompol Permpongkosol et al. CANCER CONTROL OF LAPAROSCOPIC RADICAL NEPHRECTOMY WITH 10-YEAR SURVIVAL ANALYSIS. AUA 2005, Abstr. 843. (Johns Hopkins) 121 pacientes entre 1991-1999 ( 67 Nx lap e  54 Nx abertas ) T1/2 N0M0 Resultados: Sobrevida livre de doença:  5 anos: 94% vs 94% 10 anos: 87% vs 87% Sobrevida câncer específica: 5 anos: . 97% vs 97% 10 anos: 85% (Nxlap) vs 76% (Nxaberta) Conclusões: Nx Lap  = Nx aberta nos itens avaliados
Nefrectomia radical laparoscópica Morcelação vs retirada intacta Chung SY et al. Laparoscopic Urologic Oncology, Humana Press, 2004. Avaliação Morcelação Tamanho do tumor Impossível Invasão de VR  Impossível Margens cirúrgicas Histologia Impossível Possível Grau Possível Invasão vascular Difícil Invasão de gordura Difícil Invasão de cápsula Difícil Invasão de adrenal Difícil Invasão urotelial Difícil
OBRIGADO

Nefrectomia radical laparoscópica

  • 1.
    Curso de cirurgiasurológicas por video Goiânia 2010 NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICA Tibério Moreno de Siqueira Jr. Membro titular; SBU Doutor em urologia; USP Chefe do dept. nacional de laparoscopia, SBU Fellow em laparoscopia; Endourological Society, Inc. Coordenador do grupo de laparoscopia, HGV, Recife,PE
  • 2.
  • 3.
    Clayman et al.1990 dC aC Nefrectomia laparoscópica
  • 4.
    Nefrectomia radical laparoscópicaIndicações: Tumores: T1-T3aN0M0 Ideal: até 10cm de tamanho Contra-indicações: Extensão tumoral extra-renal Invasão de VR e/ou VCI
  • 5.
    Nefrectomia Laparoscópica Acesso: Transperitoneal Retroperitoneal Método: Pura Hand-assist Single Port Less
  • 6.
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    Nefrectomia radical laparoscópicaConfiguração dos trocartes Lado Esquerdo Lado Direito
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    Nefrectomia radical laparoscópicaTécnica cirúrgica Liberação do cólon
  • 11.
    Liberação da faceanterior do rim Nefrectomia radical laparoscópica Técnica cirúrgica
  • 12.
    Dissecção do ureterNefrectomia radical laparoscópica Técnica cirúrgica
  • 13.
    Dissecção do pedículorenal Nefrectomia radical laparoscópica Técnica cirúrgica
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    Controle e secçãodo pedículo renal Nefrectomia radical laparoscópica Técnica cirúrgica
  • 15.
    Secção do ureterNefrectomia radical laparoscópica Técnica cirúrgica
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    Liberação final dorim Nefrectomia radical laparoscópica Técnica cirúrgica
  • 17.
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    Nefrectomia radical laparoscópicaResultados Autor N º Tempo Cir. (h) Sangr((ml) Peso (g) Estádio Internação (d) Recup (sem) Followup (m) Complic (</>) Implante Janetschek, 2000 31 2.4 - - T1/T2 2.9 - 18 0/0 - Ono,1999 91 4.9 300 289 T1/T2 - 3 22 11% - Barrett,1998 72 2.9 - 402 T1/T2 4.4 - 21 3%/8% 1 Dunn,2000 61 5.5 172 452 T1/T2/T3b 3.4 3.6 25 3%/34% - Gill,2001 100 2.8 212 403 T1/T2/ T3 1.6 4.2 16 3%/11% - Chan,2001 67 4.3 289 - T1/T2/ T3 3.8 - 36 15% - TOTAL 422 3.8 243 387 T1/T2/ T3a-b 3.2 3.6 23 Mortali dade 0.3% 0.3%
  • 20.
    Sompol Permpongkosol etal. CANCER CONTROL OF LAPAROSCOPIC RADICAL NEPHRECTOMY WITH 10-YEAR SURVIVAL ANALYSIS. AUA 2005, Abstr. 843. (Johns Hopkins) 121 pacientes entre 1991-1999 ( 67 Nx lap e 54 Nx abertas ) T1/2 N0M0 Resultados: Sobrevida livre de doença: 5 anos: 94% vs 94% 10 anos: 87% vs 87% Sobrevida câncer específica: 5 anos: . 97% vs 97% 10 anos: 85% (Nxlap) vs 76% (Nxaberta) Conclusões: Nx Lap = Nx aberta nos itens avaliados
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    Nefrectomia radical laparoscópicaMorcelação vs retirada intacta Chung SY et al. Laparoscopic Urologic Oncology, Humana Press, 2004. Avaliação Morcelação Tamanho do tumor Impossível Invasão de VR Impossível Margens cirúrgicas Histologia Impossível Possível Grau Possível Invasão vascular Difícil Invasão de gordura Difícil Invasão de cápsula Difícil Invasão de adrenal Difícil Invasão urotelial Difícil
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Notas do Editor

  • #9 Todos os pontos de pressão dos membros superiores e inferiores, bem como do tronco, foram adequadamente protegidos com travesseiros ou coxins para se evitar lesões de contato ou por distensão dos plexos nervosos. O doador era fixado à mesa cirúrgica com duas faixas de esparadrapo de 10 centímetros de largura, posicionados ao nível de tórax e quadril, a fim de permitir livre rotação lateral e crânio-caudal da mesa durante o ato operatório. Cuidado era tomado para se evitar o posicionamento do esparadrapo do quadril acima da linha púbica, pois mais tarde, no final da cirurgia, uma incisão de Pfannenstiel seria feita para a retirada do rim da cavidade peritoneal.
  • #19 A parede músculo-aponeurótica abdominal foi fechada com fio de poliglactina 0 ( Vicryl ®) e a pele com mononáilon 4.0. Após o fechamento da parede abdominal, o pneumoperitônio foi recriado com uma pressão de 4mmHg e observada cuidadosamente a presença de algum ponto sangrante. Nenhum dreno foi deixado. A SNG era retirada imediatamente após o término da cirurgia e a SVD, retirada na manhã do primeiro DPO. Os pacientes eram medicados com dipirona e cloridrato de tramadol ( tramal ®), para o caso de dor leve a moderada ou forte, respectivamente.