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CINTILOGRAFIA ÓSSEA-
INSTRUMENTAÇÃO
Rodrigo Pina
Monitor de Medicina Nuclear e Imagem Molecular
Universidade Federal Fluminense
 Fundamentos do diagnóstico em Medicina
Nuclear
- Localização dos radionuclídeos
- Medida dos acúmulos dos radionuclídeos
 Para tal, são necessários:
- Radiofármaco com tropismo pelo órgão-alvo
- Sistema capaz de localizar e medir a radiação
 Na cintilografia óssea, os radiofármacos mais utilizados
são do tipo fosfonatos, marcados com tecnécio (99mTc)
- Principal representante: MDP
 A câmara de cintilação detecta as medidas absolutas e
relativas de radiação proveniente do acúmulo do
radiofármaco
 A integração da câmara de cintilação com computadores
permite:
- Produzir gráficos
- Construir imagens em 2 e 3 dimensões
- Gerar animações cinematográficas
 Animações cinematográficas
Gama Câmara
Compreende 3 componentes:
-Sonda de cintilação
-Maca
-Sistema de computação
Sonda de cintilação
Inclui:
Colimador: seleciona o feixe de radiação útil ao diagnóstico
Cristal: conversão da radiação em luz
Tubos fotomultiplicadores: conversão da luz em sinais elétricos
Conversão da Radiação em Imagem
Movimentos da Câmara
 Na aquisição das informações, a sonda pode:
- Permanecer imóvel
- Movimentar-se ao longo da maca
- Realizar movimento circular tendo a maca como
eixo
Câmara Estacionária
 A sonda pode ser colocada sobre a área de interesse,
permitindo a aquisição de imagens
- Anteriores
- Posteriores
- Perfil
- Oblíquas
 As imagens adquiridas podem ser estáticas ou dinâmicas
Câmara e Objeto parados
 Gera imagens estáticas
 Método utilizado para estudar detalhes de uma
lesão já identificada na cintilografia de varredura
de corpo inteiro
 Permite localizar a lesão com maior precisão,
desfazendo superposições entre lesões e entre
tecidos captantes adjacentes
Osteomielite do joelho esquerdo
Hipercaptação difusa em grau acentuado no terço distal do fêmur esquerdo
Câmara parada e Objeto em movimento
 Registro de imagens sequenciais em tempos
curtos de aquisição
- E.g. avaliação do fluxo sanguíneo
 Angiografia radioisotópica
 Gera imagens dinâmicas que podem ser
projetadas em sequência  efeito cinemático
 Curva de distribuição do radiotraçador
Câmara em Movimento Circular
 A sonda executa movimento circular em torno
do paciente
 O computador constrói imagens tomográficas
da região de interesse
 Tomografia radioisotópica ou SPECT
 Melhor sensibilidade, identifica pequenas lesões,
desfaz superposições e estabelece localização
mais precisa
Câmara ou Maca em Movimento de Varredura
 Aquisição de imagens de todo o esqueleto
 Varredura anterior e posterior
 A visão panorâmica é fundamental para:
- Classificação dos processos como
mono/poliostóticos
- Identificação precoce de lesões assintomáticas
Posições Adicionais para Cintilografia Óssea
 Imagens após urinar – eliminam a atividade na
bexiga que pode obscurecer os ossos da pelve
 Imagem Perineal ou de Cócoras – Examinar pelve
separadamente da bexiga
 Imagem Ortostática – A descida de órgãos e tecidos
ajuda na diferenciação de lesões ósseas das não
ósseas
 Gaze ou algodão entre os dedos – separá-los e
melhorar a visualização das falanges
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  • 1. CINTILOGRAFIA ÓSSEA- INSTRUMENTAÇÃO Rodrigo Pina Monitor de Medicina Nuclear e Imagem Molecular Universidade Federal Fluminense
  • 2.  Fundamentos do diagnóstico em Medicina Nuclear - Localização dos radionuclídeos - Medida dos acúmulos dos radionuclídeos  Para tal, são necessários: - Radiofármaco com tropismo pelo órgão-alvo - Sistema capaz de localizar e medir a radiação
  • 3.  Na cintilografia óssea, os radiofármacos mais utilizados são do tipo fosfonatos, marcados com tecnécio (99mTc) - Principal representante: MDP  A câmara de cintilação detecta as medidas absolutas e relativas de radiação proveniente do acúmulo do radiofármaco  A integração da câmara de cintilação com computadores permite: - Produzir gráficos - Construir imagens em 2 e 3 dimensões - Gerar animações cinematográficas
  • 5. Gama Câmara Compreende 3 componentes: -Sonda de cintilação -Maca -Sistema de computação
  • 6. Sonda de cintilação Inclui: Colimador: seleciona o feixe de radiação útil ao diagnóstico Cristal: conversão da radiação em luz Tubos fotomultiplicadores: conversão da luz em sinais elétricos
  • 8. Movimentos da Câmara  Na aquisição das informações, a sonda pode: - Permanecer imóvel - Movimentar-se ao longo da maca - Realizar movimento circular tendo a maca como eixo
  • 9. Câmara Estacionária  A sonda pode ser colocada sobre a área de interesse, permitindo a aquisição de imagens - Anteriores - Posteriores - Perfil - Oblíquas  As imagens adquiridas podem ser estáticas ou dinâmicas
  • 10. Câmara e Objeto parados  Gera imagens estáticas  Método utilizado para estudar detalhes de uma lesão já identificada na cintilografia de varredura de corpo inteiro  Permite localizar a lesão com maior precisão, desfazendo superposições entre lesões e entre tecidos captantes adjacentes
  • 11. Osteomielite do joelho esquerdo Hipercaptação difusa em grau acentuado no terço distal do fêmur esquerdo
  • 12. Câmara parada e Objeto em movimento  Registro de imagens sequenciais em tempos curtos de aquisição - E.g. avaliação do fluxo sanguíneo  Angiografia radioisotópica  Gera imagens dinâmicas que podem ser projetadas em sequência  efeito cinemático  Curva de distribuição do radiotraçador
  • 13.
  • 14.
  • 15. Câmara em Movimento Circular  A sonda executa movimento circular em torno do paciente  O computador constrói imagens tomográficas da região de interesse  Tomografia radioisotópica ou SPECT  Melhor sensibilidade, identifica pequenas lesões, desfaz superposições e estabelece localização mais precisa
  • 16.
  • 17. Câmara ou Maca em Movimento de Varredura  Aquisição de imagens de todo o esqueleto  Varredura anterior e posterior  A visão panorâmica é fundamental para: - Classificação dos processos como mono/poliostóticos - Identificação precoce de lesões assintomáticas
  • 18.
  • 19. Posições Adicionais para Cintilografia Óssea  Imagens após urinar – eliminam a atividade na bexiga que pode obscurecer os ossos da pelve  Imagem Perineal ou de Cócoras – Examinar pelve separadamente da bexiga  Imagem Ortostática – A descida de órgãos e tecidos ajuda na diferenciação de lesões ósseas das não ósseas  Gaze ou algodão entre os dedos – separá-los e melhorar a visualização das falanges
  • 20. Sarcoidose óssea. Cintilografia óssea com 99Tc mostrando hipercaptação em mãos