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Crioterapia no Tratamento do Câncer Renal Lucas Nogueira
TendênciasConteporâneas Aumento da incidência e mortalidade – 3-4% ano 60 a 70% sãoachadosincidentais Tamanhomédioaodiagnóstico – 3,5 cm Segurançaoncológica da nefrectomiaparcial Conscientização da importância da preservação da função renal Maiorutilização da nefrectomiaparcial e terapiasminimamenteinvasivas.
TécnicasMinimamenteInvasivas NefrectomiaParcialLaparoscópica NefrectomiaParcial “Hand-Assisted” TerapiasAblativas: Crioterapia Radio-frequência HIFU (High Intensity Focused Ultrasound) Micro-ondas
Terapias Ablativas no Câncer Renal Objetivos: Reprodução dos resultadosoncológicos da nefrectomiaparcial. Diminuição de complicações, hospitalização e convalescência Apenas dados de curto e médioprazo TerapiasAblativas: Crioterapia Radio-frequência HIFU (High Intensity Focused Ultrasound) Micro-ondas, Radio-cirurgia
Crioterapia É hoje a  terapiaablativamaisestudada,  clinicamentetestada, e com seguimentomaislongoempacientes com Câncer Renal Baseia-se nadestruição das célulaspelaação do frio. Hiperosmolaridade Desidratação Desnaturaçãoenzimática Disfução e rupturamembranacelular Dano vascular Sensibilizaçãoimunológica Chosy SG, Nakada SY, Lee FT Jr, et al. Monitoring renal cryosurgery: predictors of tissue necrosis in swine. J Urol 1998;159:1370.
AvançosnaTécnica Inserção de probe nalesãotumoral -Temperaturamínima: - 19.4 0 C 2 ciclos de congelamentorápido (nitrogênioouargôniolíquidos), seguido de  reaquecimento gradual (gáshélio) Áreacongeladadeveultrapassar as margenstumorais- 5 a 10 mm. Stephenson RA, King DK, Rohr LR. Renal cryoablation in a canine model. Urology 1996; 47:772. Campbell SC, Krishnamurthi V, Chow G, et al. Renal cryosurgery: experimental evaluation of treatment parameters. Urology 1998;52:29.
Vias de Acesso Aberta – procedimento abdominal concomitante Laparoscópica: Lesõesanteriores e antero-mediais Visualização e mobilização de estruturasadjacentes Visualizaçãoeacompanhamentoem tempo real da áreatratadaatravés de US Fácilhemostosia Percutânea: Lesõesposteriores TC ouRNM Procedimentomaisrápido e menorhospitalização Menoscomplicações e menorconvalescência Sterrett, Nakada,Wingo et al. Renal Thermal Ablative Therapy Urol Clin N Am 35 (2008) 397–414
Fundamentos Técnicos Imagem em tempo real Biopsia da lesão Inserção do probe perpendicularmente à lesão Criação de área de congelação (ice ball) 10 mm além da margem Hemostasia após remoção do probe Sterrett, Nakada,Wingo et al. Renal Thermal Ablative Therapy Urol Clin N Am 35 (2008) 397–414
Seguimento Métodosparaavaliação da eficácia imagem (TC, RNM) – 3 a 6 meses diminuição das área nãocaptação de contraste Biópsiapercutânea – 6 meses FN – 14%
Indicações Ainda sem concenso Fatores a se considerar Idade  - dados de seguimento apenas 5 anos Estado clínico do paciente Função renal Tamanho da lesão Principais : Idosos Comorbidade Lesões menores que 3cm Lesões múltiplas, bilaterais, função renal comprometida
ResultadosOncológicos Laparoscopia Davol PE, Fulmer BR, Rukstalis DB. Long-term results of cryoablation for renal cancer and complex renal masses. Urology 2006 Hegarty NJ, Kaouk JH, Remer EM, et al. Laparoscopic renal cryoablation: oncological outcomes at 5 years [abstract]. J Endourol 2006 Gill IS, Remer EM, Hasan WA, et al. Renal cryoablation: outcome at 3 years. J Urol 2005;173:1903.
ResultadosOncológicos Percutânea Finley, Beck,  Box,  Clayman et al. Percutaneous and Laparoscopic Cryoablation of Small Renal Masses. J Urol  180, 492-498, 2008 Charboneau et al. Percutaneous Renal Cryoablation: Experience Treating 115 Tumors J Urol  179, 2136-2141, 2008 Bandi G, Wen CC, Hedican SP, et al. Cryoablation of small renal masses: assessment of the outcome at one institution. BJU Int 2007
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Crioterapia Renal

  • 1. Crioterapia no Tratamento do Câncer Renal Lucas Nogueira
  • 2. TendênciasConteporâneas Aumento da incidência e mortalidade – 3-4% ano 60 a 70% sãoachadosincidentais Tamanhomédioaodiagnóstico – 3,5 cm Segurançaoncológica da nefrectomiaparcial Conscientização da importância da preservação da função renal Maiorutilização da nefrectomiaparcial e terapiasminimamenteinvasivas.
  • 3. TécnicasMinimamenteInvasivas NefrectomiaParcialLaparoscópica NefrectomiaParcial “Hand-Assisted” TerapiasAblativas: Crioterapia Radio-frequência HIFU (High Intensity Focused Ultrasound) Micro-ondas
  • 4.
  • 5. Terapias Ablativas no Câncer Renal Objetivos: Reprodução dos resultadosoncológicos da nefrectomiaparcial. Diminuição de complicações, hospitalização e convalescência Apenas dados de curto e médioprazo TerapiasAblativas: Crioterapia Radio-frequência HIFU (High Intensity Focused Ultrasound) Micro-ondas, Radio-cirurgia
  • 6. Crioterapia É hoje a terapiaablativamaisestudada, clinicamentetestada, e com seguimentomaislongoempacientes com Câncer Renal Baseia-se nadestruição das célulaspelaação do frio. Hiperosmolaridade Desidratação Desnaturaçãoenzimática Disfução e rupturamembranacelular Dano vascular Sensibilizaçãoimunológica Chosy SG, Nakada SY, Lee FT Jr, et al. Monitoring renal cryosurgery: predictors of tissue necrosis in swine. J Urol 1998;159:1370.
  • 7. AvançosnaTécnica Inserção de probe nalesãotumoral -Temperaturamínima: - 19.4 0 C 2 ciclos de congelamentorápido (nitrogênioouargôniolíquidos), seguido de reaquecimento gradual (gáshélio) Áreacongeladadeveultrapassar as margenstumorais- 5 a 10 mm. Stephenson RA, King DK, Rohr LR. Renal cryoablation in a canine model. Urology 1996; 47:772. Campbell SC, Krishnamurthi V, Chow G, et al. Renal cryosurgery: experimental evaluation of treatment parameters. Urology 1998;52:29.
  • 8. Vias de Acesso Aberta – procedimento abdominal concomitante Laparoscópica: Lesõesanteriores e antero-mediais Visualização e mobilização de estruturasadjacentes Visualizaçãoeacompanhamentoem tempo real da áreatratadaatravés de US Fácilhemostosia Percutânea: Lesõesposteriores TC ouRNM Procedimentomaisrápido e menorhospitalização Menoscomplicações e menorconvalescência Sterrett, Nakada,Wingo et al. Renal Thermal Ablative Therapy Urol Clin N Am 35 (2008) 397–414
  • 9. Fundamentos Técnicos Imagem em tempo real Biopsia da lesão Inserção do probe perpendicularmente à lesão Criação de área de congelação (ice ball) 10 mm além da margem Hemostasia após remoção do probe Sterrett, Nakada,Wingo et al. Renal Thermal Ablative Therapy Urol Clin N Am 35 (2008) 397–414
  • 10.
  • 11. Seguimento Métodosparaavaliação da eficácia imagem (TC, RNM) – 3 a 6 meses diminuição das área nãocaptação de contraste Biópsiapercutânea – 6 meses FN – 14%
  • 12. Indicações Ainda sem concenso Fatores a se considerar Idade - dados de seguimento apenas 5 anos Estado clínico do paciente Função renal Tamanho da lesão Principais : Idosos Comorbidade Lesões menores que 3cm Lesões múltiplas, bilaterais, função renal comprometida
  • 13. ResultadosOncológicos Laparoscopia Davol PE, Fulmer BR, Rukstalis DB. Long-term results of cryoablation for renal cancer and complex renal masses. Urology 2006 Hegarty NJ, Kaouk JH, Remer EM, et al. Laparoscopic renal cryoablation: oncological outcomes at 5 years [abstract]. J Endourol 2006 Gill IS, Remer EM, Hasan WA, et al. Renal cryoablation: outcome at 3 years. J Urol 2005;173:1903.
  • 14. ResultadosOncológicos Percutânea Finley, Beck, Box, Clayman et al. Percutaneous and Laparoscopic Cryoablation of Small Renal Masses. J Urol 180, 492-498, 2008 Charboneau et al. Percutaneous Renal Cryoablation: Experience Treating 115 Tumors J Urol 179, 2136-2141, 2008 Bandi G, Wen CC, Hedican SP, et al. Cryoablation of small renal masses: assessment of the outcome at one institution. BJU Int 2007
  • 16. Complicações Variação : 1 a 11% Baixa incidência de sangramento, fístula urinária Relacionadas a: Tamanho – 3 cm Acesso – percutânea
  • 17. Limitações Ausência de tecidoparadiagnósticohistológico Nãoextirpação da lesão Identificação de curabilidadebaseadaemmétodos de imagem Dados de seguimentoaindanãomaduros
  • 18. Tendências e Considerações Aumento da utilização – 13.8% (2005) Indicações ainda não bem definidas Lesão não retirada Seguimento somente 5 anos Bom resultado terapêutico e menor morbidade Representaumaalternativaem: Pacientesidososouqueapresentamcomorbidadesimportantes Rim únicoouinfuficiência renal Presença de tumoresmúltiplos Dados de seguimento a longoprazoirãodefinirseupapel no tratamento do câncer renal