SlideShare uma empresa Scribd logo
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS
DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
DISCIPLINA DE PNEUMOLOGIA ETISIOLOGIA
 É a percepção do paciente da necessidade de
realizar esforços respiratórios maiores.
 Mecanismos:
▪ Estimulação dos receptores J nas paredes dos capilares
pulmonares
▪ Aumento do trabalho Respiratório
▪ Fadiga muscular
▪ Condições de hiperestimulo aos centros respiratórios do
SNC.
 O processo de transferência do ar do
ambiente até os alvéolos exige integridade
do aparelho respiratório como um todo
 SNC
 SN periférico
 Estruturas Musculares
 Caixa torácica
 Vias aéreas
 Parênquima Pulmonar
 A alteração da qualidade do ar ou de qualquer
componente leva a prejuízo da bomba
ventilatória podendo interferir nos seguintes
processos:
 Eliminação de CO2
 Captação de O2
TROCA GASOSA
 A condição clínica na qual os
pulmões encontram-se
incapazes de realizar a TROCA
GASOSA de forma adequada.
 Principal Padrão de respiração inadequada
 Aumento da taxa de ventilação alveolar.
 A eliminação de CO2 é diretamente proporcional
à ventilação alveolar.
 INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA
 Distúrbios Respiratórios relacionados ao meio
ambiente
 Insuficiência Ventilatória
 Distúrbios da Troca Gasosa:
▪ Ventilação perfusão
▪ Shunt
Distúrbios Respiratórios relacionados ao
meio ambiente
 Exposição ao ar rarefeito (Altas altitudes)
 Intoxicação pelo Monóxido de Carbono
 Aguda
▪ Crise Asmática
▪ Lesão Pulmonar Aguda
▪ Síndrome do Desconforto Respiratório do Adulto
▪ Bronquiolite viral aguda
 Crônica
▪ DPOC
▪ Fibroses Pulmonares
▪ Pneumopatias intersticiais
▪ Hipertensão Pulmonar
 A) Classificação:
 A1) IRA Hipoxêmica- PaO2<60 mmhg/SpO2
<90%
 A2) IRA Hipercápnica- PaCO2> 55 mmhg/pH
<7,3
Pao2 < 60 mmhg e/ou
Paco2>55 mmhg
 B) Causas de IRA
 Adulto – multifatoriais
 Distúrbios pulmonares
▪ Vias aéreas inferiores
▪ Parênquima pulmonar
 Distúrbios não pulmonares
▪ Anormalidades do SNC,
▪ Sistema neuromuscular,
▪ Vias Aéreas Superiores
▪ Sistema cardiovascular
▪ Alterações metabólicas (ex: cetoacidose diabética)
14
15
16
17
18
 Hipoxemia:
 Alterações V/Q
 Shunt
 Difusão diminuída de O2 através da membrana
alveolo-capilar
 Hipoventilação alveolar
 Altitudes elevadas
19
20FONTE: http://www.paramedicine.com/pmc/End_Tidal_CO2.html
 HIPERCAPNIA:
 Incapacidade de detectar PaCO2 elevada
 Incapacidade de resposta neurológica com
mecanismos efetores da ventilação
 Incapacidade resposta muscular
21
 Causas
 Captação anormal de oxigênio: Neoplasia
 Infecções : virais ,bacterianas ,fúngicas
 Trauma:contusão pulmonar,laceração
 Outros: broncoespasmo, ICC, SDRA, atelectasia,
embolia pulmonar.
22
 Causas
 Distúrbios associados com eliminação inadequada de CO2
▪ Drogas:opióides,benzodiazepínicos,venenos,barbituricos
▪ Metabólicos: hiponatremia,hipocalcemia,hiperglicemia, mixedema
,neoplasias.
▪ Infecção de SNC:meningite ,encefalite,poliomielite
23
 Causas
 Nervos e músculos:
▪ Trauma : medula espinhal,diafragma
▪ Drogas /toxinas: Benzodiazepínicos, aminoglicosídeos
 Metabólicos:
▪ hipocalemia ,hipercalemia , hipofosfatemia,hipomagnesemia
 Infecções:
▪ tétano, poliomielite
24
 Causas
 Vias aéreas superiores:
▪ Crescimento tissular:neoplasias malignas, pólipos,bócio
▪ Infecções : epiglotite,laringotraqueíte
 Trauma: Trauma de traquéiafratura de costela,contusão torácica
 Outras:paralisia bilateral de cordas vocais, edema de
laringe,traqueomalácia,
 Outras :
▪ miastemia gravis,esclerose múltipla, distrofia muscular, Guilhain-
barre
25
 Síndrome de insuficiência respiratória de
instalação aguda, caracterizada por:
 Infiltrado pulmonar bilateral à radiografia de tórax
 Hipoxemia grave (relação PaO2/FIO2 ≤ 200);
 Pressão de oclusão da artéria pulmonar ≤ 18
mmHg
▪ ou ausência de sinais clínicos ou ecocardiográficos de
hipertensão atrial esquerda;
 Presença de um fator de risco para lesão
pulmonar.
 Basta você dividir o valor obtido da PaO2 na
gasometria e dividir pela FiO2 que o paciente
estava no momento da coleta da gasometria.
 FiO2 significa fração inspirada de O2 ou
simplesmente, a percentagem de oxigênio
em uma mistura gasosa.
AR AMBIENTE
FiO2 =
0,21 (21%)
 Por exemplo:
 Paciente com crise asmática, 32 anos. Gasometria
arterial. PaO2 = 84 mmHg com gasometria
coletada em ar ambiente.
▪ Relação PaO2/FiO2 = Pao2 FiO2
▪ 84 dividido por 0,21 (FiO2 do ar ambiente) = 400
 Definição idêntica a da SDRA, porém com
PaO2/FiO2 entre 200 e 300
PEQUENO AUMENTO GRANDE AUMENTO
Dano Alveolar Difuso
 Pode ocorrer por condições que agridem os pulmões
diretamente, ou de condições de resposta inflamatória
sistêmica, que agridem os pulmões indiretamente.
 FASE EXSUDATIVA (Inicial)
 Edema rico em proteínas nas paredes e espaço
alveolar por quebra da integridade da barreira
alvéolo-capilar.
 A persistência do edema leva a formação da
membrana hialina.
 Infiltrado inflamatório neutrofílico
 Fase Proliferativa
 Organização do processo inflamatório
 Formação de fibrose
 Atelectasias
 Fase resolutiva
 Reabsorção do edema
 Controle do processo inflamatório
 Fibrose pode reverter por apoptose em alguns casos
 Estado mental alterado: agitação - sonolência
 Trabalho respiratório aumentado:
 batimento de asa de nariz,uso de musculatura
acessória,taquipnéia , hiperpnéia
 Bradipnéia
 Cianose de extremidades
 Diaforese ,taquicardia ,hipertensão.
40
 E) Testes laboratoriais :
 Gasometria arterial
 Radiografia de tórax em PA e perfil (se possível)
 Hemograma , eletrólitos etc
 Relação Pao2 / FiO2
 Ideal > 400
 Lesão pulmonar aguda : > 200 < 300
 SDRA: < 200
 SDRA grave : < 100
42
 Fornecimento de o2
-PAo2 aumenta com o
fornecimento de o2
suplementar,
melhorando Po2.
- Intervenção para
ganhar tempo.
44
 CÂNULA NASAL (cateter de
O2 tipo óculos)
▪ O2 fluxo baixo ( 0,5 – 5
lim/min)
 Dificuldades
▪ Resseca mucosa (fluxo alto)
podendo causar ferimentos
na mucosa
▪ Dificulta precisão da FiO2 que
está sendo ofertada.
45
 Estimativas de FiO2
 1 litro/minuto = 0,22 (22%)
 2 litros/minuto = 0,24 (24%)
 3 litros/minuto = 0,26 (26%)
 4 litros/minuto = 0,28 (28%)
 5 litros/minuto = 0,30 (30%)
 Máscara facial de entrada de ar
(máscara deVenturi)
 Liberam o2 através da de
jato de ar
 Fio2 0,24 – 0,60
 Alto fluxo controlado de o2
 Não disponível em todos os
serviços.
 Máscara de
Macronebulização
▪ O2 variável e fluxo
moderado
▪ Ar muito úmido
▪ Desconfortável
 Máscara facial com
reservatório
▪ Alto fluxo e alta
concentração
▪ Fio2 0,6 – 0,7
 Ventilação não Invasiva
com pressão positiva
(VNIPP)
 Assistência ventilatória
sem uma via aérea
definitiva
 Máscara nasal ou facial
conectadoVM
50
 Ventilação mecânica não
invasiva
 Objetivo:
▪ Melhorar trocas gasosas
▪ Aliviar trabalho respiratório
▪ Evitar Intubação orotraqueal
 Principais modalidades
▪ CPAP
▪ BiPAP
 Principais indicações da VNI
 Síndrome da Apnéia/Hipopnéia Obstrutiva do
Sono (SAHOS)
 Exacerbação de pacientes com Asma /Dpoc
 Edema agudo de pulmão hemodinamicamente
estáveis
 Insuficiência respiratória aguda por Pneumonia/
LPA/SDRA
 Doença Neuromuscular
52
 Contra-indicações ABSOLUTAS:
 Parada Cardiorrespiratória
 Pacientes com Trauma grave
 Redução do drive respiratório (ex: Narcose)
 Instabilidade hemodinâmica (Choque)
 Hemorragia digestiva alta
 Pós operatório recente de cirurgia facial /
esofágica ou gástrica.
53
 Contra-indicações RELATIVAS:
 Ansiedade
 Paciente não colaborativo
 SDRA
 Trauma / queimadura da face
 Alterações anatômicas faciais
 Obesidade mórbida
 Aumento de secreção
54
 Complicações :
 Ventilador: correção lenta da IRA , distensão
gástrica
 Máscara : vazamentos, irritação ocular , necrose
tecidual
 Perda da proteção das vias aéreas inferiores-
bronco-aspiração , aspiração mais dificil
55
 Ventilação
Mecânica Invasiva
 Via aérea definitiva
 Sedação
 Indicações
 Rebaixamento do
nível de consciência
(glasgow <8)
 Falência Respiratória
 PCR
 Hemoptise maciça
DISTENSÃODISTENSÃO
↓↓ VOL/PVOL/P
↑↑ VVD/D/VV11
↓↓ D.C.D.C.
SHUNTSHUNT→→
↑↑ VAZAMENTO DE ARVAZAMENTO DE AR
↓↓ VOL/PVOL/P
↑↑ VVD/D/VV11
D.C.D.C. →→
↓↓ ↓↓ SHUNTSHUNT
VAZAMENTO DE ARVAZAMENTO DE AR →→
RECRUTAMENTORECRUTAMENTO
PRESSÃO POSITIVAPRESSÃO POSITIVA
 Materiais disponíveis no site:
www.draflaviasalame.com
Sessão Espaço do Aluno

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

DPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva Cronica
DPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva CronicaDPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva Cronica
DPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva Cronica
Ana Hollanders
 
Monitorização do paciente na UTI
Monitorização do paciente na UTIMonitorização do paciente na UTI
Monitorização do paciente na UTI
Fábio Falcão
 
Ventilação Mecânica Básica
Ventilação Mecânica Básica Ventilação Mecânica Básica
Ventilação Mecânica Básica
Mariana Artuni Rossi
 
Gasometria arterial
Gasometria arterialGasometria arterial
Gasometria arterial
Fábio Falcão
 
Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo
Síndrome do Desconforto Respiratório AgudoSíndrome do Desconforto Respiratório Agudo
Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo
IAPES - Instituto Amazonense de Aprimoramento e Ensino em Saúde
 
Pneumonias Conceito Classificações Fisiopatologia Manifestações Clínicas Diag...
Pneumonias Conceito Classificações Fisiopatologia Manifestações Clínicas Diag...Pneumonias Conceito Classificações Fisiopatologia Manifestações Clínicas Diag...
Pneumonias Conceito Classificações Fisiopatologia Manifestações Clínicas Diag...
Alexandre Naime Barbosa
 
Gasometria Arterial
Gasometria ArterialGasometria Arterial
Gasometria Arterial
resenfe2013
 
Ventilação mecânica
Ventilação mecânicaVentilação mecânica
Ventilação mecânica
resenfe2013
 
Gasometria Arterial
Gasometria ArterialGasometria Arterial
Pneumonia
PneumoniaPneumonia
Choque
ChoqueChoque
Choque
dapab
 
Edema Agudo de Pulmão
Edema Agudo de PulmãoEdema Agudo de Pulmão
Edema Agudo de Pulmão
resenfe2013
 
Edema agudo de pulmão 1
Edema agudo de pulmão 1Edema agudo de pulmão 1
Edema agudo de pulmão 1
Tharles Müller
 
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOCDoença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC
Fernando Didier
 
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-baseGasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Flávia Salame
 
Fisioterapia no paciente crítico
Fisioterapia no paciente críticoFisioterapia no paciente crítico
Fisioterapia no paciente crítico
Fábio Falcão
 
Aula 04 de fisiologia ventilação-perfusão
Aula 04 de fisiologia   ventilação-perfusãoAula 04 de fisiologia   ventilação-perfusão
Aula 04 de fisiologia ventilação-perfusão
Flávia Salame
 
VMNI-Ventilação Mecânica Nao Invasiva
VMNI-Ventilação Mecânica Nao Invasiva VMNI-Ventilação Mecânica Nao Invasiva
VMNI-Ventilação Mecânica Nao Invasiva
Gilmar Roberto Batista
 
Insuficiência Cardíaca Congestiva - ICC
Insuficiência Cardíaca Congestiva - ICCInsuficiência Cardíaca Congestiva - ICC
Insuficiência Cardíaca Congestiva - ICC
Cíntia Costa
 
Doenças do sistema respiratório
Doenças do sistema respiratórioDoenças do sistema respiratório
Doenças do sistema respiratório
Aroldo Gavioli
 

Mais procurados (20)

DPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva Cronica
DPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva CronicaDPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva Cronica
DPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva Cronica
 
Monitorização do paciente na UTI
Monitorização do paciente na UTIMonitorização do paciente na UTI
Monitorização do paciente na UTI
 
Ventilação Mecânica Básica
Ventilação Mecânica Básica Ventilação Mecânica Básica
Ventilação Mecânica Básica
 
Gasometria arterial
Gasometria arterialGasometria arterial
Gasometria arterial
 
Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo
Síndrome do Desconforto Respiratório AgudoSíndrome do Desconforto Respiratório Agudo
Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo
 
Pneumonias Conceito Classificações Fisiopatologia Manifestações Clínicas Diag...
Pneumonias Conceito Classificações Fisiopatologia Manifestações Clínicas Diag...Pneumonias Conceito Classificações Fisiopatologia Manifestações Clínicas Diag...
Pneumonias Conceito Classificações Fisiopatologia Manifestações Clínicas Diag...
 
Gasometria Arterial
Gasometria ArterialGasometria Arterial
Gasometria Arterial
 
Ventilação mecânica
Ventilação mecânicaVentilação mecânica
Ventilação mecânica
 
Gasometria Arterial
Gasometria ArterialGasometria Arterial
Gasometria Arterial
 
Pneumonia
PneumoniaPneumonia
Pneumonia
 
Choque
ChoqueChoque
Choque
 
Edema Agudo de Pulmão
Edema Agudo de PulmãoEdema Agudo de Pulmão
Edema Agudo de Pulmão
 
Edema agudo de pulmão 1
Edema agudo de pulmão 1Edema agudo de pulmão 1
Edema agudo de pulmão 1
 
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOCDoença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC
 
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-baseGasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
 
Fisioterapia no paciente crítico
Fisioterapia no paciente críticoFisioterapia no paciente crítico
Fisioterapia no paciente crítico
 
Aula 04 de fisiologia ventilação-perfusão
Aula 04 de fisiologia   ventilação-perfusãoAula 04 de fisiologia   ventilação-perfusão
Aula 04 de fisiologia ventilação-perfusão
 
VMNI-Ventilação Mecânica Nao Invasiva
VMNI-Ventilação Mecânica Nao Invasiva VMNI-Ventilação Mecânica Nao Invasiva
VMNI-Ventilação Mecânica Nao Invasiva
 
Insuficiência Cardíaca Congestiva - ICC
Insuficiência Cardíaca Congestiva - ICCInsuficiência Cardíaca Congestiva - ICC
Insuficiência Cardíaca Congestiva - ICC
 
Doenças do sistema respiratório
Doenças do sistema respiratórioDoenças do sistema respiratório
Doenças do sistema respiratório
 

Destaque

Dpoc uea
Dpoc ueaDpoc uea
Dpoc uea
Flávia Salame
 
Aula de espirometria e revisão de fisiologia
Aula de espirometria e revisão de fisiologiaAula de espirometria e revisão de fisiologia
Aula de espirometria e revisão de fisiologia
Flávia Salame
 
Derrames Pleurais
Derrames PleuraisDerrames Pleurais
Derrames Pleurais
Flávia Salame
 
Pneumopatias Intersticiais
Pneumopatias IntersticiaisPneumopatias Intersticiais
Pneumopatias Intersticiais
Flávia Salame
 
TCAR de tórax: Princípios Básicos
TCAR de tórax: Princípios BásicosTCAR de tórax: Princípios Básicos
TCAR de tórax: Princípios Básicos
Flávia Salame
 
Doenças Ocupacionais Pulmonares
Doenças Ocupacionais PulmonaresDoenças Ocupacionais Pulmonares
Doenças Ocupacionais Pulmonares
Flávia Salame
 
TUBERCULOSE
TUBERCULOSETUBERCULOSE
TUBERCULOSE
Flávia Salame
 

Destaque (7)

Dpoc uea
Dpoc ueaDpoc uea
Dpoc uea
 
Aula de espirometria e revisão de fisiologia
Aula de espirometria e revisão de fisiologiaAula de espirometria e revisão de fisiologia
Aula de espirometria e revisão de fisiologia
 
Derrames Pleurais
Derrames PleuraisDerrames Pleurais
Derrames Pleurais
 
Pneumopatias Intersticiais
Pneumopatias IntersticiaisPneumopatias Intersticiais
Pneumopatias Intersticiais
 
TCAR de tórax: Princípios Básicos
TCAR de tórax: Princípios BásicosTCAR de tórax: Princípios Básicos
TCAR de tórax: Princípios Básicos
 
Doenças Ocupacionais Pulmonares
Doenças Ocupacionais PulmonaresDoenças Ocupacionais Pulmonares
Doenças Ocupacionais Pulmonares
 
TUBERCULOSE
TUBERCULOSETUBERCULOSE
TUBERCULOSE
 

Semelhante a Insuficiência Respiratória

INSUFICIENCIA RESPIRATÓRIA
INSUFICIENCIA RESPIRATÓRIAINSUFICIENCIA RESPIRATÓRIA
INSUFICIENCIA RESPIRATÓRIA
lukeni2015
 
12ª aula sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.) Silvio
12ª aula   sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.) Silvio12ª aula   sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.) Silvio
12ª aula sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.) Silvio
Prof Silvio Rosa
 
12ª aula sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.)
12ª aula   sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.)12ª aula   sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.)
12ª aula sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.)
Prof Silvio Rosa
 
Aula 1 pneumonias e DPOC.pptx
Aula 1 pneumonias e DPOC.pptxAula 1 pneumonias e DPOC.pptx
Aula 1 pneumonias e DPOC.pptx
NgelaNascimento11
 
Insuficiência Respiratória Aguda (IRPA).pptx
Insuficiência Respiratória Aguda (IRPA).pptxInsuficiência Respiratória Aguda (IRPA).pptx
Insuficiência Respiratória Aguda (IRPA).pptx
wenderpneumointensiv
 
SDRA .pdf
SDRA .pdfSDRA .pdf
cepeti-dpoc-2-9d3dc951.pptx
cepeti-dpoc-2-9d3dc951.pptxcepeti-dpoc-2-9d3dc951.pptx
cepeti-dpoc-2-9d3dc951.pptx
ssuser8fd26f
 
Doenca pulmonar obs_cronica_dpoc
Doenca pulmonar obs_cronica_dpocDoenca pulmonar obs_cronica_dpoc
Doenca pulmonar obs_cronica_dpoc
Jordan Gomes
 
OXIGENOTERAPIA.pptx
OXIGENOTERAPIA.pptxOXIGENOTERAPIA.pptx
OXIGENOTERAPIA.pptx
RayaneCristina40
 
4. Insuficiência Respiratória ALUNOS UTI.pptx
4. Insuficiência Respiratória ALUNOS UTI.pptx4. Insuficiência Respiratória ALUNOS UTI.pptx
4. Insuficiência Respiratória ALUNOS UTI.pptx
DouglasRodrigues823281
 
Insuficiencia respiratória na infancia
Insuficiencia respiratória na infanciaInsuficiencia respiratória na infancia
Insuficiencia respiratória na infancia
João Antônio Granzotti
 
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICAJoao.pptx
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICAJoao.pptxDOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICAJoao.pptx
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICAJoao.pptx
denZenilim
 
Aula de PID - UERJ
Aula de PID - UERJAula de PID - UERJ
Aula de PID - UERJ
Pneumologia-uerj
 
Doencas pulmonares difusas
Doencas pulmonares difusasDoencas pulmonares difusas
Doencas pulmonares difusas
Flávia Salame
 
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptx
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptxDOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptx
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptx
ssuser32f71c
 
Doença da Membrana Hialina
Doença da Membrana HialinaDoença da Membrana Hialina
Doença da Membrana Hialina
Priscilla Meira
 
Síndrome da Membrana hialina na neonatologia.pdf
Síndrome da Membrana hialina na neonatologia.pdfSíndrome da Membrana hialina na neonatologia.pdf
Síndrome da Membrana hialina na neonatologia.pdf
RodolfoFreitas21
 
Doença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpoc
Doença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpocDoença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpoc
Doença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpoc
saulo vinicius
 
ABSCESSO PULMONAR ORIGINAL CETEP
ABSCESSO PULMONAR ORIGINAL CETEPABSCESSO PULMONAR ORIGINAL CETEP
ABSCESSO PULMONAR ORIGINAL CETEP
victorinocachipa
 
DOENÇAS RESPIRATORIAS.pptx
DOENÇAS RESPIRATORIAS.pptxDOENÇAS RESPIRATORIAS.pptx
DOENÇAS RESPIRATORIAS.pptx
enfermeiraelainnechr
 

Semelhante a Insuficiência Respiratória (20)

INSUFICIENCIA RESPIRATÓRIA
INSUFICIENCIA RESPIRATÓRIAINSUFICIENCIA RESPIRATÓRIA
INSUFICIENCIA RESPIRATÓRIA
 
12ª aula sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.) Silvio
12ª aula   sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.) Silvio12ª aula   sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.) Silvio
12ª aula sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.) Silvio
 
12ª aula sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.)
12ª aula   sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.)12ª aula   sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.)
12ª aula sofrimento respiratório agudo (s.a.r.a.)
 
Aula 1 pneumonias e DPOC.pptx
Aula 1 pneumonias e DPOC.pptxAula 1 pneumonias e DPOC.pptx
Aula 1 pneumonias e DPOC.pptx
 
Insuficiência Respiratória Aguda (IRPA).pptx
Insuficiência Respiratória Aguda (IRPA).pptxInsuficiência Respiratória Aguda (IRPA).pptx
Insuficiência Respiratória Aguda (IRPA).pptx
 
SDRA .pdf
SDRA .pdfSDRA .pdf
SDRA .pdf
 
cepeti-dpoc-2-9d3dc951.pptx
cepeti-dpoc-2-9d3dc951.pptxcepeti-dpoc-2-9d3dc951.pptx
cepeti-dpoc-2-9d3dc951.pptx
 
Doenca pulmonar obs_cronica_dpoc
Doenca pulmonar obs_cronica_dpocDoenca pulmonar obs_cronica_dpoc
Doenca pulmonar obs_cronica_dpoc
 
OXIGENOTERAPIA.pptx
OXIGENOTERAPIA.pptxOXIGENOTERAPIA.pptx
OXIGENOTERAPIA.pptx
 
4. Insuficiência Respiratória ALUNOS UTI.pptx
4. Insuficiência Respiratória ALUNOS UTI.pptx4. Insuficiência Respiratória ALUNOS UTI.pptx
4. Insuficiência Respiratória ALUNOS UTI.pptx
 
Insuficiencia respiratória na infancia
Insuficiencia respiratória na infanciaInsuficiencia respiratória na infancia
Insuficiencia respiratória na infancia
 
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICAJoao.pptx
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICAJoao.pptxDOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICAJoao.pptx
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICAJoao.pptx
 
Aula de PID - UERJ
Aula de PID - UERJAula de PID - UERJ
Aula de PID - UERJ
 
Doencas pulmonares difusas
Doencas pulmonares difusasDoencas pulmonares difusas
Doencas pulmonares difusas
 
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptx
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptxDOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptx
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptx
 
Doença da Membrana Hialina
Doença da Membrana HialinaDoença da Membrana Hialina
Doença da Membrana Hialina
 
Síndrome da Membrana hialina na neonatologia.pdf
Síndrome da Membrana hialina na neonatologia.pdfSíndrome da Membrana hialina na neonatologia.pdf
Síndrome da Membrana hialina na neonatologia.pdf
 
Doença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpoc
Doença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpocDoença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpoc
Doença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpoc
 
ABSCESSO PULMONAR ORIGINAL CETEP
ABSCESSO PULMONAR ORIGINAL CETEPABSCESSO PULMONAR ORIGINAL CETEP
ABSCESSO PULMONAR ORIGINAL CETEP
 
DOENÇAS RESPIRATORIAS.pptx
DOENÇAS RESPIRATORIAS.pptxDOENÇAS RESPIRATORIAS.pptx
DOENÇAS RESPIRATORIAS.pptx
 

Mais de Flávia Salame

Silicose
SilicoseSilicose
Silicose
Flávia Salame
 
Asma ocupacional
Asma ocupacionalAsma ocupacional
Asma ocupacional
Flávia Salame
 
Asbestose
AsbestoseAsbestose
Asbestose
Flávia Salame
 
Lesão Cavitária Pulmonar em paciente SIDA
Lesão Cavitária Pulmonar em paciente SIDALesão Cavitária Pulmonar em paciente SIDA
Lesão Cavitária Pulmonar em paciente SIDA
Flávia Salame
 
Teste Xpert para diagnóstico da Tuberculose
Teste Xpert para diagnóstico da TuberculoseTeste Xpert para diagnóstico da Tuberculose
Teste Xpert para diagnóstico da Tuberculose
Flávia Salame
 
Distúrbios Respiratórios do Sono
Distúrbios Respiratórios do SonoDistúrbios Respiratórios do Sono
Distúrbios Respiratórios do Sono
Flávia Salame
 
Acido base pucsp
Acido base pucspAcido base pucsp
Acido base pucsp
Flávia Salame
 
Distúrbios do equilíbrio ácido-básico
Distúrbios do equilíbrio ácido-básicoDistúrbios do equilíbrio ácido-básico
Distúrbios do equilíbrio ácido-básico
Flávia Salame
 
Manual de Prescrição Médica
Manual de Prescrição MédicaManual de Prescrição Médica
Manual de Prescrição Médica
Flávia Salame
 
Guia Antimicrobianos do HUPE - EURJ - 2010
Guia Antimicrobianos do HUPE - EURJ - 2010Guia Antimicrobianos do HUPE - EURJ - 2010
Guia Antimicrobianos do HUPE - EURJ - 2010
Flávia Salame
 
Cronograma de aulas_teóricas-01-2014(2)-modificado
Cronograma de aulas_teóricas-01-2014(2)-modificadoCronograma de aulas_teóricas-01-2014(2)-modificado
Cronograma de aulas_teóricas-01-2014(2)-modificado
Flávia Salame
 
Micoses pulmonares uea
Micoses pulmonares ueaMicoses pulmonares uea
Micoses pulmonares uea
Flávia Salame
 
7 insuficiencia respiratoria
7 insuficiencia respiratoria7 insuficiencia respiratoria
7 insuficiencia respiratoria
Flávia Salame
 
Sdra consenso vm
Sdra consenso vmSdra consenso vm
Sdra consenso vm
Flávia Salame
 
Sdra fmrpusp
Sdra fmrpuspSdra fmrpusp
Sdra fmrpusp
Flávia Salame
 
Sdra unifesp
Sdra unifespSdra unifesp
Sdra unifesp
Flávia Salame
 
Insuficiencia Respiratoria
Insuficiencia RespiratoriaInsuficiencia Respiratoria
Insuficiencia Respiratoria
Flávia Salame
 
Sdra fmrpusp
Sdra fmrpuspSdra fmrpusp
Sdra fmrpusp
Flávia Salame
 
SDRA- Consenso de VM SBPT 2007
SDRA- Consenso de VM SBPT 2007SDRA- Consenso de VM SBPT 2007
SDRA- Consenso de VM SBPT 2007
Flávia Salame
 
Pbl dispneia na emergencia
Pbl dispneia na emergenciaPbl dispneia na emergencia
Pbl dispneia na emergencia
Flávia Salame
 

Mais de Flávia Salame (20)

Silicose
SilicoseSilicose
Silicose
 
Asma ocupacional
Asma ocupacionalAsma ocupacional
Asma ocupacional
 
Asbestose
AsbestoseAsbestose
Asbestose
 
Lesão Cavitária Pulmonar em paciente SIDA
Lesão Cavitária Pulmonar em paciente SIDALesão Cavitária Pulmonar em paciente SIDA
Lesão Cavitária Pulmonar em paciente SIDA
 
Teste Xpert para diagnóstico da Tuberculose
Teste Xpert para diagnóstico da TuberculoseTeste Xpert para diagnóstico da Tuberculose
Teste Xpert para diagnóstico da Tuberculose
 
Distúrbios Respiratórios do Sono
Distúrbios Respiratórios do SonoDistúrbios Respiratórios do Sono
Distúrbios Respiratórios do Sono
 
Acido base pucsp
Acido base pucspAcido base pucsp
Acido base pucsp
 
Distúrbios do equilíbrio ácido-básico
Distúrbios do equilíbrio ácido-básicoDistúrbios do equilíbrio ácido-básico
Distúrbios do equilíbrio ácido-básico
 
Manual de Prescrição Médica
Manual de Prescrição MédicaManual de Prescrição Médica
Manual de Prescrição Médica
 
Guia Antimicrobianos do HUPE - EURJ - 2010
Guia Antimicrobianos do HUPE - EURJ - 2010Guia Antimicrobianos do HUPE - EURJ - 2010
Guia Antimicrobianos do HUPE - EURJ - 2010
 
Cronograma de aulas_teóricas-01-2014(2)-modificado
Cronograma de aulas_teóricas-01-2014(2)-modificadoCronograma de aulas_teóricas-01-2014(2)-modificado
Cronograma de aulas_teóricas-01-2014(2)-modificado
 
Micoses pulmonares uea
Micoses pulmonares ueaMicoses pulmonares uea
Micoses pulmonares uea
 
7 insuficiencia respiratoria
7 insuficiencia respiratoria7 insuficiencia respiratoria
7 insuficiencia respiratoria
 
Sdra consenso vm
Sdra consenso vmSdra consenso vm
Sdra consenso vm
 
Sdra fmrpusp
Sdra fmrpuspSdra fmrpusp
Sdra fmrpusp
 
Sdra unifesp
Sdra unifespSdra unifesp
Sdra unifesp
 
Insuficiencia Respiratoria
Insuficiencia RespiratoriaInsuficiencia Respiratoria
Insuficiencia Respiratoria
 
Sdra fmrpusp
Sdra fmrpuspSdra fmrpusp
Sdra fmrpusp
 
SDRA- Consenso de VM SBPT 2007
SDRA- Consenso de VM SBPT 2007SDRA- Consenso de VM SBPT 2007
SDRA- Consenso de VM SBPT 2007
 
Pbl dispneia na emergencia
Pbl dispneia na emergenciaPbl dispneia na emergencia
Pbl dispneia na emergencia
 

Insuficiência Respiratória

  • 1. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA DISCIPLINA DE PNEUMOLOGIA ETISIOLOGIA
  • 2.  É a percepção do paciente da necessidade de realizar esforços respiratórios maiores.  Mecanismos: ▪ Estimulação dos receptores J nas paredes dos capilares pulmonares ▪ Aumento do trabalho Respiratório ▪ Fadiga muscular ▪ Condições de hiperestimulo aos centros respiratórios do SNC.
  • 3.  O processo de transferência do ar do ambiente até os alvéolos exige integridade do aparelho respiratório como um todo  SNC  SN periférico  Estruturas Musculares  Caixa torácica  Vias aéreas  Parênquima Pulmonar
  • 4.  A alteração da qualidade do ar ou de qualquer componente leva a prejuízo da bomba ventilatória podendo interferir nos seguintes processos:  Eliminação de CO2  Captação de O2 TROCA GASOSA
  • 5.  A condição clínica na qual os pulmões encontram-se incapazes de realizar a TROCA GASOSA de forma adequada.
  • 6.  Principal Padrão de respiração inadequada  Aumento da taxa de ventilação alveolar.  A eliminação de CO2 é diretamente proporcional à ventilação alveolar.
  • 7.  INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA  Distúrbios Respiratórios relacionados ao meio ambiente  Insuficiência Ventilatória  Distúrbios da Troca Gasosa: ▪ Ventilação perfusão ▪ Shunt
  • 8. Distúrbios Respiratórios relacionados ao meio ambiente  Exposição ao ar rarefeito (Altas altitudes)  Intoxicação pelo Monóxido de Carbono
  • 9.  Aguda ▪ Crise Asmática ▪ Lesão Pulmonar Aguda ▪ Síndrome do Desconforto Respiratório do Adulto ▪ Bronquiolite viral aguda  Crônica ▪ DPOC ▪ Fibroses Pulmonares ▪ Pneumopatias intersticiais ▪ Hipertensão Pulmonar
  • 10.  A) Classificação:  A1) IRA Hipoxêmica- PaO2<60 mmhg/SpO2 <90%  A2) IRA Hipercápnica- PaCO2> 55 mmhg/pH <7,3
  • 11. Pao2 < 60 mmhg e/ou Paco2>55 mmhg
  • 12.  B) Causas de IRA  Adulto – multifatoriais  Distúrbios pulmonares ▪ Vias aéreas inferiores ▪ Parênquima pulmonar  Distúrbios não pulmonares ▪ Anormalidades do SNC, ▪ Sistema neuromuscular, ▪ Vias Aéreas Superiores ▪ Sistema cardiovascular ▪ Alterações metabólicas (ex: cetoacidose diabética)
  • 13.
  • 14. 14
  • 15. 15
  • 16. 16
  • 17. 17
  • 18. 18
  • 19.  Hipoxemia:  Alterações V/Q  Shunt  Difusão diminuída de O2 através da membrana alveolo-capilar  Hipoventilação alveolar  Altitudes elevadas 19
  • 21.  HIPERCAPNIA:  Incapacidade de detectar PaCO2 elevada  Incapacidade de resposta neurológica com mecanismos efetores da ventilação  Incapacidade resposta muscular 21
  • 22.  Causas  Captação anormal de oxigênio: Neoplasia  Infecções : virais ,bacterianas ,fúngicas  Trauma:contusão pulmonar,laceração  Outros: broncoespasmo, ICC, SDRA, atelectasia, embolia pulmonar. 22
  • 23.  Causas  Distúrbios associados com eliminação inadequada de CO2 ▪ Drogas:opióides,benzodiazepínicos,venenos,barbituricos ▪ Metabólicos: hiponatremia,hipocalcemia,hiperglicemia, mixedema ,neoplasias. ▪ Infecção de SNC:meningite ,encefalite,poliomielite 23
  • 24.  Causas  Nervos e músculos: ▪ Trauma : medula espinhal,diafragma ▪ Drogas /toxinas: Benzodiazepínicos, aminoglicosídeos  Metabólicos: ▪ hipocalemia ,hipercalemia , hipofosfatemia,hipomagnesemia  Infecções: ▪ tétano, poliomielite 24
  • 25.  Causas  Vias aéreas superiores: ▪ Crescimento tissular:neoplasias malignas, pólipos,bócio ▪ Infecções : epiglotite,laringotraqueíte  Trauma: Trauma de traquéiafratura de costela,contusão torácica  Outras:paralisia bilateral de cordas vocais, edema de laringe,traqueomalácia,  Outras : ▪ miastemia gravis,esclerose múltipla, distrofia muscular, Guilhain- barre 25
  • 26.
  • 27.  Síndrome de insuficiência respiratória de instalação aguda, caracterizada por:  Infiltrado pulmonar bilateral à radiografia de tórax  Hipoxemia grave (relação PaO2/FIO2 ≤ 200);  Pressão de oclusão da artéria pulmonar ≤ 18 mmHg ▪ ou ausência de sinais clínicos ou ecocardiográficos de hipertensão atrial esquerda;  Presença de um fator de risco para lesão pulmonar.
  • 28.  Basta você dividir o valor obtido da PaO2 na gasometria e dividir pela FiO2 que o paciente estava no momento da coleta da gasometria.
  • 29.  FiO2 significa fração inspirada de O2 ou simplesmente, a percentagem de oxigênio em uma mistura gasosa. AR AMBIENTE FiO2 = 0,21 (21%)
  • 30.  Por exemplo:  Paciente com crise asmática, 32 anos. Gasometria arterial. PaO2 = 84 mmHg com gasometria coletada em ar ambiente. ▪ Relação PaO2/FiO2 = Pao2 FiO2 ▪ 84 dividido por 0,21 (FiO2 do ar ambiente) = 400
  • 31.
  • 32.  Definição idêntica a da SDRA, porém com PaO2/FiO2 entre 200 e 300
  • 33.
  • 34. PEQUENO AUMENTO GRANDE AUMENTO Dano Alveolar Difuso
  • 35.
  • 36.  Pode ocorrer por condições que agridem os pulmões diretamente, ou de condições de resposta inflamatória sistêmica, que agridem os pulmões indiretamente.
  • 37.  FASE EXSUDATIVA (Inicial)  Edema rico em proteínas nas paredes e espaço alveolar por quebra da integridade da barreira alvéolo-capilar.  A persistência do edema leva a formação da membrana hialina.  Infiltrado inflamatório neutrofílico
  • 38.  Fase Proliferativa  Organização do processo inflamatório  Formação de fibrose  Atelectasias  Fase resolutiva  Reabsorção do edema  Controle do processo inflamatório  Fibrose pode reverter por apoptose em alguns casos
  • 39.
  • 40.  Estado mental alterado: agitação - sonolência  Trabalho respiratório aumentado:  batimento de asa de nariz,uso de musculatura acessória,taquipnéia , hiperpnéia  Bradipnéia  Cianose de extremidades  Diaforese ,taquicardia ,hipertensão. 40
  • 41.
  • 42.  E) Testes laboratoriais :  Gasometria arterial  Radiografia de tórax em PA e perfil (se possível)  Hemograma , eletrólitos etc  Relação Pao2 / FiO2  Ideal > 400  Lesão pulmonar aguda : > 200 < 300  SDRA: < 200  SDRA grave : < 100 42
  • 43.
  • 44.  Fornecimento de o2 -PAo2 aumenta com o fornecimento de o2 suplementar, melhorando Po2. - Intervenção para ganhar tempo. 44
  • 45.  CÂNULA NASAL (cateter de O2 tipo óculos) ▪ O2 fluxo baixo ( 0,5 – 5 lim/min)  Dificuldades ▪ Resseca mucosa (fluxo alto) podendo causar ferimentos na mucosa ▪ Dificulta precisão da FiO2 que está sendo ofertada. 45
  • 46.  Estimativas de FiO2  1 litro/minuto = 0,22 (22%)  2 litros/minuto = 0,24 (24%)  3 litros/minuto = 0,26 (26%)  4 litros/minuto = 0,28 (28%)  5 litros/minuto = 0,30 (30%)
  • 47.  Máscara facial de entrada de ar (máscara deVenturi)  Liberam o2 através da de jato de ar  Fio2 0,24 – 0,60  Alto fluxo controlado de o2  Não disponível em todos os serviços.
  • 48.
  • 49.  Máscara de Macronebulização ▪ O2 variável e fluxo moderado ▪ Ar muito úmido ▪ Desconfortável  Máscara facial com reservatório ▪ Alto fluxo e alta concentração ▪ Fio2 0,6 – 0,7
  • 50.  Ventilação não Invasiva com pressão positiva (VNIPP)  Assistência ventilatória sem uma via aérea definitiva  Máscara nasal ou facial conectadoVM 50
  • 51.  Ventilação mecânica não invasiva  Objetivo: ▪ Melhorar trocas gasosas ▪ Aliviar trabalho respiratório ▪ Evitar Intubação orotraqueal  Principais modalidades ▪ CPAP ▪ BiPAP
  • 52.  Principais indicações da VNI  Síndrome da Apnéia/Hipopnéia Obstrutiva do Sono (SAHOS)  Exacerbação de pacientes com Asma /Dpoc  Edema agudo de pulmão hemodinamicamente estáveis  Insuficiência respiratória aguda por Pneumonia/ LPA/SDRA  Doença Neuromuscular 52
  • 53.  Contra-indicações ABSOLUTAS:  Parada Cardiorrespiratória  Pacientes com Trauma grave  Redução do drive respiratório (ex: Narcose)  Instabilidade hemodinâmica (Choque)  Hemorragia digestiva alta  Pós operatório recente de cirurgia facial / esofágica ou gástrica. 53
  • 54.  Contra-indicações RELATIVAS:  Ansiedade  Paciente não colaborativo  SDRA  Trauma / queimadura da face  Alterações anatômicas faciais  Obesidade mórbida  Aumento de secreção 54
  • 55.  Complicações :  Ventilador: correção lenta da IRA , distensão gástrica  Máscara : vazamentos, irritação ocular , necrose tecidual  Perda da proteção das vias aéreas inferiores- bronco-aspiração , aspiração mais dificil 55
  • 56.  Ventilação Mecânica Invasiva  Via aérea definitiva  Sedação  Indicações  Rebaixamento do nível de consciência (glasgow <8)  Falência Respiratória  PCR  Hemoptise maciça
  • 57.
  • 58. DISTENSÃODISTENSÃO ↓↓ VOL/PVOL/P ↑↑ VVD/D/VV11 ↓↓ D.C.D.C. SHUNTSHUNT→→ ↑↑ VAZAMENTO DE ARVAZAMENTO DE AR ↓↓ VOL/PVOL/P ↑↑ VVD/D/VV11 D.C.D.C. →→ ↓↓ ↓↓ SHUNTSHUNT VAZAMENTO DE ARVAZAMENTO DE AR →→ RECRUTAMENTORECRUTAMENTO PRESSÃO POSITIVAPRESSÃO POSITIVA
  • 59.
  • 60.  Materiais disponíveis no site: www.draflaviasalame.com Sessão Espaço do Aluno

Notas do Editor

  1. , ou seja, quanto maior o volume corrente e a frequencia respiratória (cujo produto corresponde ao volume-minuto), maior será a eliminação de CO2 e, portanto menor a PaCO2.
  2. Em pequeno aumento,  observam-se poucos alvéolos expandidos. Sua superfície está parcialmente revestida por membranas hialinas. O tecido pulmonar entre estes alvéolos é constituído por alvéolos atelectásicos, infiltrado inflamatório e septos interalveolares edemaciados.  Em grande aumento, Alvéolo revestido por membranas hialinas.  Notar que há grande semelhança do aspecto na SARA com a doença da membrana hilina do RN, embora os mecanismos sejam bem diferentes. Nesta, o mecanismo básico é falta de surfactante.