DOENÇA PULMONAR
OBSTRUTIVA CRÔNICA
E1TI NÍCOLAS CARVALHO – CEPETI 2016
DEFINIÇÃO
Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é
uma doença comum, evitável e tratável,
caracterizada por obstrução persistente,
geralmente progressiva e associada a uma
elevação crônica da resposta inflamatória
nas vias aéreas e nos pulmões devido a
particulas ou gases nocivos.
Exacerbações e comorbidades contribuem
para a gravidade global individualmente.
© 2016 Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease, Inc
EPIDEMIOLOGIA
INTERNAÇÕES
EPIDEMIOLOGIA
ÓBITOS
EPIDEMIOLOGIA
TAXA DE MORTALIDADE
Geneticamente
susceptíveis
Geneticamente
protegidos
FATORES DE RISCO
TABAGISMO
EXPOSIÇÃO
AMBIENTAL
GENÉTICA
IDADE
CRESCIMENTO
PULMONAR
HIPER-REATIVIDADE
BRÔNQUICA OU ASMA
FISIOPATOLOGIA
FISIOPATOLOGIA
FISIOPATOLOGIA
• LIMITAÇÃO DO FLUXO AÉREO 
APRISIONAMENTO
• HIPERSECREÇÃO DE MUCO
• HIPÓXIA + HIPERCAPNIA
• HIPERTENSÃO PULMONAR 
COR PULMONALE
APRESENTAÇÃO CLÍNICA
 Dispneia
progressiva, piora ao exercício ou persistente – sibilos*
DIAGNÓSTICO
 Tosse crônica ou expectoração
tosse intermitente ou não produtiva
*asma, TB, bronquiectasias, ICC, doenças intersticiais,
alergias, DRGE, medicamentos (iECA)
 Exposição a fator de risco
 Espirometria
Considerar DPOC quando:
ESPIROMETRIA
- Limitação do fluxo – GOLD 3 ou 4
GRAVIDADE – RISCOS DE
EXACERBAÇÃO
- Limitação do fluxo – GOLD 3 ou 4
GRAVIDADE – RISCOS DE
EXACERBAÇÃO
- Dispneia
- Limitação do fluxo – GOLD 3 ou 4
GRAVIDADE – RISCOS DE
EXACERBAÇÃO
- Exacerbações prévias - >2 no ano
Hospitalização da exacerbação
- Comorbidades
 Sarcopenia (inatividade, dieta, hipóxia)
 Doença Cardiovascular
 Osteoporose, câncer de pulmão, depressão
- Dispneia
GRAVIDADE – RISCOS DE
EXACERBAÇÃO
INVESTIGAÇÃO ADICIONAL
INVESTIGAÇÃO ADICIONAL
INVESTIGAÇÃO ADICIONAL
- OXIMETRIA DE PULSO <92%
GASOMETRIA ARTERIAL
 HIPÓXIA  HP
 HIPERCAPNIA   HCO3
 pH compensado
HEMOGRAMA
 ERITROCITOSE
INVESTIGAÇÃO ADICIONAL
INVESTIGAÇÃO ADICIONAL
TRATAMENTO CRÔNICO
ABSTINÊNCIA DO TABAGISMO
mais efetivo na evolução natural
TRATAMENTO FARMACOLÓGICO
redução do sintomas e exacerbações, aumento da tolerância aos exercícios e
do status de saúde
VACINAÇÃO
influenza e pneumocócica
REABILITAÇÃO PULMONAR
exercícios, nutrição, motivação, educação
OXIGENIOTERAPIA
PaO2 <55mmHg ou spO2 <88%
PaO2 >55mmHg e < 60mmHg, ou spO2 <88% + HAP ou Ht >55
VNI - CPAP
SAOS – Hipercapnia associada
CIRURGIA
Redução do volume pulmonar, bulectomia, transplante pulmonar
TRATAMENTO CRÔNICO
GOLD A
Anti-colinérgico de curta ação
SOS OU
β2 agonista de curta ação
SOS
GOLD B
Anti-colinérgico de longa ação
OU
β2 agonista de longa ação
GOLD C
Corticóide inalatório +
Anti-colinérgico de longa ação
OU
β2 agonista de longa ação
GOLD D
Corticóide inalatório +
Anti-colinérgico de longa ação
E
β2 agonista de longa ação
TRATAMENTO CRÔNICO
METILXANTINAS
Alternativa, aumento de VEF1 associado a salmeterol, reduz
exacerbações
Faixa terapêutica e tóxica próximas
Aminofilina, teofilina, bamifilina
INIBIDORES DA FOSFODIESTERASE-4
Redução da inflamação – inibe a quebra do AMPc intracelular
Reduz exacerbações
Não associar com metilxantinas, menos efeitos colaterais
Roflumilast (Daxas ® 1x/dia)
CORTICÓIDES
Redução do n° de exacerbações, melhora dos sintomas e qualidade
de vida
Retirada pode causar exacerbações, porém retirada gradual em 3
meses pode ser seguro em pacientes de baixo risco
COMORBIDADES
DAC – IC – FA – HAS (BNP)
β1-bloqueador seletivo – bisoprolol, carvedilol
Seguro, benefício > risco
β2-agonista
Avaliar altas doses
OSTEOPOROSE - Comorbidade mais comum
Associado a piora do status de saúde e prognóstico
Baixo IMC (enfisema)
Corticóide inalatório – perda de massa óssea
EUROCOSP, TORCH (budesonida/fluticasona) - Seguro
CTC x fraturas – inalatório x sistêmico
exacerbações e GOLD
COMORBIDADES
DEPRESSÃO E ANSIEDADE
Reabilitação - Exercícios físicos
CÂNCER DE PULMÃO
Limitação do tratamento cirúrgico
DM – SÍNDROME METABÓLICA
Gold D – IMC >21
Corticóides sistêmicos – hiperglicêmias
DEMÊNCIA
Aumento significativo do risco de demência
COMORBIDADES
DRGE
Fator de risco independente para exacerbação
BRONQUIECTASIAS
ATB inalatório profilático – controverso
Exacerbações – ATB amplo espectro e prolongado
INFECÇÕES
Macrolídeos (azitro/claritromicina) -  teofilina
Antibioticoterapia frequente -  MR
PNM repetição – suspensão de corticóide inalatório
EXACERBAÇÃO
DEFINIÇÃO
Evento agudo, caracterizado
por um agravamento dos
sintomas respiratórios além
das variações normais diárias
e que conduz uma mudança na
medicação.
EXACERBAÇÃO
CONSEQUÊNCIAS
 Redução da qualidade de vida
 Sintomas e declínio da função pulmonar com
recuperação lenta
 Aumenta a taxa de declínio da função pulmonar
 Associado a mortalidade (internação)
10% hospitalar (hipercapnia + acidose),
40% em 1 ano (VNI/VM)
50% em 3 anos independentemente da causa
 Altos custos (ATB, oxigênio, internação)
EXACERBAÇÃO
CAUSAS
Infecção (viral ou bacteriana)
Broncoscopia – 50% bactérias
colonização
Pneumonia
TEP
ICC descompensada
Arritmias
Pneumotórax
Derrame pleural
EXACERBAÇÃO
DIAGNÓSTICO
CRITÉRIOS DE ANTHONISEN
PIORA
DISPNÉIA
AUMENTO DA
EXPECTORAÇÃO
ASPECTO
ESCARRO
EXACERBAÇÃO
AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE
 Uso de musculatura
acessória
 Movimento
paradoxal da parede
torácica
 Cianose ou piora da
cianose prévia
 Edema periférico
 Instabilidade
hemodinâmica
 Confusão mental
EXACERBAÇÃO
AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE
 Uso de musculatura
acessória
 Movimento
paradoxal da parede
torácica
 Cianose ou piora da
cianose prévia
 Edema periférico
 Instabilidade
hemodinâmica
 Confusão mental
 Oximetria de pulso +
gasometria arterial
PaO2 <60mmHg
PaCo2 >50mmHg
 Rx tórax – diag. dif.
 ECG
 Hemograma
(policitemia, anemia)
 Exames laboratoriais
Dist. hidroeletrolíticos e
hiperglicemia
 Espirometria
EXACERBAÇÃO
TRATAMENTO
 Avaliar gravidade - internamento, UTI
 ATB - Exacerbação grave, secreção purulenta ou 3 critérios
Procalcitonina
β-lactâmicos (c/ ou s/ clavulanato), macrolideos ou tetraciclina
EXACERBAÇÃO
TRATAMENTO
 Avaliar gravidade - internamento, UTI
 Broncodilatadores - β2 curta + anticolinérgico
Dose e frequência
 Corticóide sistêmico - VO ou EV
Prednisona 40mg – 5 dias
 ATB - Exacerbação grave, secreção purulenta ou 3 critérios
Procalcitonina
β-lactâmicos (c/ ou s/ clavulanato), macrolideos ou tetraciclina
 Cuidados gerais: monitorização, BH, nutrição,
profilaxia TEP, tratar comorbidades
 Aminofilina EV – 2° linha, casos refratários
EXACERBAÇÃO
SUPORTE VENTILATÓRIO
 VNI - pH <7,35 (7,25), pCO2 >45 (50) mmHg
- dispneia com sinais de fadiga da musculatura respiratória
 Oxigenioterapia - spO2 88-92% - GAAR se O2
EXACERBAÇÃO
SUPORTE VENTILATÓRIO
 VNI - pH <7,35 (7,25), pCO2 >45 (50) mmHg
- dispneia com sinais de fadiga da musculatura respiratória
 Oxigenioterapia - spO2 88-92% - GAAR se O2
Parâmetros de sucesso da VNI
- ↓FR
- Melhora do nível de consciência
- Redução do uso da musculatura acessória
- Melhora da oxigenação (PaO2 ou SpO2)
- Redução da pCO2
- Ausência de distensão abdominal significativa
EXACERBAÇÃO
SUPORTE VENTILATÓRIO
 VM invasiva – Falência VNI, RNC, broncoaspiração,
tosse ineficaz, instabilidade hemodinâmica, arritmias
ventriculares
 Repouso da
musculatura
respiratória
 Redução da
hiperinsuflação
EXACERBAÇÃO
SUPORTE VENTILATÓRIO
AJUSTES INICIAIS
 TOT > 8mmHg - redução da Raw, remoção de secreções
 FiO2 - SaO2 92-95% e PaO2 65-80 mmHg
 VC - 6ml/kg, PCV/PSV (excesso de volume)
 FR/VM - 8 – 12, normalizar pH (não PaCO2)
 Fluxo/ Rel. I:E
VCV: desacelerado, ~60 L/min, Ppico <50, Pplato <30 cmH20,
< 1:3,  t exp
PCV: menor valor de PS/DP / Tins  zerar o fluxo
 PEEP - Compensar auto-PEEP VCV: Pplato, PCV: VCe
Assistida: disparo a fluxo, PEEPe – PEEPi: <10-15 cmH20
EXACERBAÇÃO
SUPORTE VENTILATÓRIO
EXACERBAÇÃO
DESMAME DA VM
EXACERBAÇÃO
AEROSSOLTERAPIA
Otimização
- Aspirar vias aéreas
- Remover o trocador de calor e umidade
- Aquecer o dispositivo – Temperatura das mãos
- Adaptar no ramo inspiratório
- Coordenar com o fluxo inspiratório
- Realizar uma pausa inspiratória
- Aguardar 15 segundos entre os disparos
- Nebulizador à 45cm do Y – ramo inspiratório
- Completar ~5ml – Nebulizador
- Fluxo de 6 a 8 l/min – Nebulizador
- Ajustar o volume pressão – compensar o fluxo
EXACERBAÇÃO
AEROSSOLTERAPIA
EXACERBAÇÃO
AEROSSOLTERAPIA
EXACERBAÇÃO
AEROSSOLTERAPIA
cepeti-dpoc-2-9d3dc951.pptx

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  • 1.
    DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA E1TINÍCOLAS CARVALHO – CEPETI 2016
  • 2.
    DEFINIÇÃO Doença pulmonar obstrutivacrônica (DPOC) é uma doença comum, evitável e tratável, caracterizada por obstrução persistente, geralmente progressiva e associada a uma elevação crônica da resposta inflamatória nas vias aéreas e nos pulmões devido a particulas ou gases nocivos. Exacerbações e comorbidades contribuem para a gravidade global individualmente. © 2016 Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease, Inc
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
    FISIOPATOLOGIA • LIMITAÇÃO DOFLUXO AÉREO  APRISIONAMENTO • HIPERSECREÇÃO DE MUCO • HIPÓXIA + HIPERCAPNIA • HIPERTENSÃO PULMONAR  COR PULMONALE
  • 10.
  • 11.
     Dispneia progressiva, pioraao exercício ou persistente – sibilos* DIAGNÓSTICO  Tosse crônica ou expectoração tosse intermitente ou não produtiva *asma, TB, bronquiectasias, ICC, doenças intersticiais, alergias, DRGE, medicamentos (iECA)  Exposição a fator de risco  Espirometria Considerar DPOC quando:
  • 12.
  • 13.
    - Limitação dofluxo – GOLD 3 ou 4 GRAVIDADE – RISCOS DE EXACERBAÇÃO
  • 14.
    - Limitação dofluxo – GOLD 3 ou 4 GRAVIDADE – RISCOS DE EXACERBAÇÃO - Dispneia
  • 15.
    - Limitação dofluxo – GOLD 3 ou 4 GRAVIDADE – RISCOS DE EXACERBAÇÃO - Exacerbações prévias - >2 no ano Hospitalização da exacerbação - Comorbidades  Sarcopenia (inatividade, dieta, hipóxia)  Doença Cardiovascular  Osteoporose, câncer de pulmão, depressão - Dispneia
  • 16.
    GRAVIDADE – RISCOSDE EXACERBAÇÃO
  • 17.
  • 18.
  • 19.
    INVESTIGAÇÃO ADICIONAL - OXIMETRIADE PULSO <92% GASOMETRIA ARTERIAL  HIPÓXIA  HP  HIPERCAPNIA   HCO3  pH compensado HEMOGRAMA  ERITROCITOSE
  • 20.
  • 21.
  • 22.
    TRATAMENTO CRÔNICO ABSTINÊNCIA DOTABAGISMO mais efetivo na evolução natural TRATAMENTO FARMACOLÓGICO redução do sintomas e exacerbações, aumento da tolerância aos exercícios e do status de saúde VACINAÇÃO influenza e pneumocócica REABILITAÇÃO PULMONAR exercícios, nutrição, motivação, educação OXIGENIOTERAPIA PaO2 <55mmHg ou spO2 <88% PaO2 >55mmHg e < 60mmHg, ou spO2 <88% + HAP ou Ht >55 VNI - CPAP SAOS – Hipercapnia associada CIRURGIA Redução do volume pulmonar, bulectomia, transplante pulmonar
  • 23.
    TRATAMENTO CRÔNICO GOLD A Anti-colinérgicode curta ação SOS OU β2 agonista de curta ação SOS GOLD B Anti-colinérgico de longa ação OU β2 agonista de longa ação GOLD C Corticóide inalatório + Anti-colinérgico de longa ação OU β2 agonista de longa ação GOLD D Corticóide inalatório + Anti-colinérgico de longa ação E β2 agonista de longa ação
  • 24.
    TRATAMENTO CRÔNICO METILXANTINAS Alternativa, aumentode VEF1 associado a salmeterol, reduz exacerbações Faixa terapêutica e tóxica próximas Aminofilina, teofilina, bamifilina INIBIDORES DA FOSFODIESTERASE-4 Redução da inflamação – inibe a quebra do AMPc intracelular Reduz exacerbações Não associar com metilxantinas, menos efeitos colaterais Roflumilast (Daxas ® 1x/dia) CORTICÓIDES Redução do n° de exacerbações, melhora dos sintomas e qualidade de vida Retirada pode causar exacerbações, porém retirada gradual em 3 meses pode ser seguro em pacientes de baixo risco
  • 25.
    COMORBIDADES DAC – IC– FA – HAS (BNP) β1-bloqueador seletivo – bisoprolol, carvedilol Seguro, benefício > risco β2-agonista Avaliar altas doses OSTEOPOROSE - Comorbidade mais comum Associado a piora do status de saúde e prognóstico Baixo IMC (enfisema) Corticóide inalatório – perda de massa óssea EUROCOSP, TORCH (budesonida/fluticasona) - Seguro CTC x fraturas – inalatório x sistêmico exacerbações e GOLD
  • 26.
    COMORBIDADES DEPRESSÃO E ANSIEDADE Reabilitação- Exercícios físicos CÂNCER DE PULMÃO Limitação do tratamento cirúrgico DM – SÍNDROME METABÓLICA Gold D – IMC >21 Corticóides sistêmicos – hiperglicêmias DEMÊNCIA Aumento significativo do risco de demência
  • 27.
    COMORBIDADES DRGE Fator de riscoindependente para exacerbação BRONQUIECTASIAS ATB inalatório profilático – controverso Exacerbações – ATB amplo espectro e prolongado INFECÇÕES Macrolídeos (azitro/claritromicina) -  teofilina Antibioticoterapia frequente -  MR PNM repetição – suspensão de corticóide inalatório
  • 28.
    EXACERBAÇÃO DEFINIÇÃO Evento agudo, caracterizado porum agravamento dos sintomas respiratórios além das variações normais diárias e que conduz uma mudança na medicação.
  • 29.
    EXACERBAÇÃO CONSEQUÊNCIAS  Redução daqualidade de vida  Sintomas e declínio da função pulmonar com recuperação lenta  Aumenta a taxa de declínio da função pulmonar  Associado a mortalidade (internação) 10% hospitalar (hipercapnia + acidose), 40% em 1 ano (VNI/VM) 50% em 3 anos independentemente da causa  Altos custos (ATB, oxigênio, internação)
  • 30.
    EXACERBAÇÃO CAUSAS Infecção (viral oubacteriana) Broncoscopia – 50% bactérias colonização Pneumonia TEP ICC descompensada Arritmias Pneumotórax Derrame pleural
  • 31.
  • 32.
    EXACERBAÇÃO AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE Uso de musculatura acessória  Movimento paradoxal da parede torácica  Cianose ou piora da cianose prévia  Edema periférico  Instabilidade hemodinâmica  Confusão mental
  • 33.
    EXACERBAÇÃO AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE Uso de musculatura acessória  Movimento paradoxal da parede torácica  Cianose ou piora da cianose prévia  Edema periférico  Instabilidade hemodinâmica  Confusão mental  Oximetria de pulso + gasometria arterial PaO2 <60mmHg PaCo2 >50mmHg  Rx tórax – diag. dif.  ECG  Hemograma (policitemia, anemia)  Exames laboratoriais Dist. hidroeletrolíticos e hiperglicemia  Espirometria
  • 34.
    EXACERBAÇÃO TRATAMENTO  Avaliar gravidade- internamento, UTI  ATB - Exacerbação grave, secreção purulenta ou 3 critérios Procalcitonina β-lactâmicos (c/ ou s/ clavulanato), macrolideos ou tetraciclina
  • 35.
    EXACERBAÇÃO TRATAMENTO  Avaliar gravidade- internamento, UTI  Broncodilatadores - β2 curta + anticolinérgico Dose e frequência  Corticóide sistêmico - VO ou EV Prednisona 40mg – 5 dias  ATB - Exacerbação grave, secreção purulenta ou 3 critérios Procalcitonina β-lactâmicos (c/ ou s/ clavulanato), macrolideos ou tetraciclina  Cuidados gerais: monitorização, BH, nutrição, profilaxia TEP, tratar comorbidades  Aminofilina EV – 2° linha, casos refratários
  • 36.
    EXACERBAÇÃO SUPORTE VENTILATÓRIO  VNI- pH <7,35 (7,25), pCO2 >45 (50) mmHg - dispneia com sinais de fadiga da musculatura respiratória  Oxigenioterapia - spO2 88-92% - GAAR se O2
  • 37.
    EXACERBAÇÃO SUPORTE VENTILATÓRIO  VNI- pH <7,35 (7,25), pCO2 >45 (50) mmHg - dispneia com sinais de fadiga da musculatura respiratória  Oxigenioterapia - spO2 88-92% - GAAR se O2 Parâmetros de sucesso da VNI - ↓FR - Melhora do nível de consciência - Redução do uso da musculatura acessória - Melhora da oxigenação (PaO2 ou SpO2) - Redução da pCO2 - Ausência de distensão abdominal significativa
  • 38.
    EXACERBAÇÃO SUPORTE VENTILATÓRIO  VMinvasiva – Falência VNI, RNC, broncoaspiração, tosse ineficaz, instabilidade hemodinâmica, arritmias ventriculares  Repouso da musculatura respiratória  Redução da hiperinsuflação
  • 39.
    EXACERBAÇÃO SUPORTE VENTILATÓRIO AJUSTES INICIAIS TOT > 8mmHg - redução da Raw, remoção de secreções  FiO2 - SaO2 92-95% e PaO2 65-80 mmHg  VC - 6ml/kg, PCV/PSV (excesso de volume)  FR/VM - 8 – 12, normalizar pH (não PaCO2)  Fluxo/ Rel. I:E VCV: desacelerado, ~60 L/min, Ppico <50, Pplato <30 cmH20, < 1:3,  t exp PCV: menor valor de PS/DP / Tins  zerar o fluxo  PEEP - Compensar auto-PEEP VCV: Pplato, PCV: VCe Assistida: disparo a fluxo, PEEPe – PEEPi: <10-15 cmH20
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  • 42.
    EXACERBAÇÃO AEROSSOLTERAPIA Otimização - Aspirar viasaéreas - Remover o trocador de calor e umidade - Aquecer o dispositivo – Temperatura das mãos - Adaptar no ramo inspiratório - Coordenar com o fluxo inspiratório - Realizar uma pausa inspiratória - Aguardar 15 segundos entre os disparos - Nebulizador à 45cm do Y – ramo inspiratório - Completar ~5ml – Nebulizador - Fluxo de 6 a 8 l/min – Nebulizador - Ajustar o volume pressão – compensar o fluxo
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  • 44.
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