V Seminário Regional – Direito à Diversidade  Educação Inclusiva Formação de Gestores e Educadores 21 a 24 de junho de 2010
Ms. Sandra Isabel Chaves Instituto Consciência GO
Formação Continuada em Educação Especial e Tecnologias nas Áreas das Deficiências Auditiva, Física, Visual e Mental para Professores da Educação Básica do Estado do Paraná Dorisvaldo Rodrigues da Silva – UNIOESTE - Carlos Eduardo Albuquerque – UNIOESTE - Geysler Rogis Flor Bertolini – UNIOESTE-
pergunta de pesquisa: Como promover efetivamente e com qualidade o processo de aprendizagem do aluno com deficiência no ensino regular, sem propor um programa para capacitar o professor que irá atendê-lo? Cascavel / Paraná
A resposta à pergunta formulada foi o ponto de partida à apresentação do trabalho de conclusão do curso de especialização em Formulação e Gestão de Políticas Públicas da Escola de Governo, cuja proposta de projeto foi “A Formação Continuada em Educação Especial e Tecnologias nas Áreas das Deficiências Auditiva, Física, Visual e Mental para Professores da Educação Básica do Estado do Paraná”.
A legislação pertinente à educação especial regulamentada na Constituição Federal de 1988 (BRASIL,1988), com as recomendações feitas a diversos países do mundo pelas Conferências Mundiais de Jomtien – Tailândia, 1990 (BRASIL, 1990), Salamanca – Espanha, 1994 (BRASIL, 1997) além de decretos, portarias que tratam deste assunto quer seja em âmbito federal, estadual ou municipal, o processo de inclusão educacional da pessoa com deficiência não tem avançado de forma a atender a demanda existente dessa categoria de alunos.
De acordo com Silva (2000, p.31) ao centralizar a questão no indivíduo, tal política, torna-se contraditória e excludente em sua gênese, pois sonega as determinações e influências sociais que produzem as desigualdades, quer dizer, faz com que as condições para o  desenvolvimento das potencialidades individuais sejam diferenciadas, favorecendo as pessoas pertencentes às classes economicamente privilegiadas. Diante dessa constatação, torna-se necessário compreender a concepção de pessoa com deficiência para a qual estará dispensando recursos para promover o seu desenvolvimento cognitivo e educacional.
Em função dos dados apresentados, as escolas do Estado do Paraná precisam ampliar a capacidade de atendimento.  Segundo a Constituição Federal, cabe ao Estado garantir o acesso à educação, em atendimento ao princípio da dignidade humana e dos direitos sociais. Isto já é o suficiente para justificar a necessidade de implementar este programa de capacitação de docentes da rede estadual de ensino. Evidenciou-se, que o problema “falta de capacitação do professor” para atender a educação especial é uma questão muito presente na maioria das escolas públicas do Estado do Paraná.
Alguns aspectos históricos relacionados a pessoa com deficiência e a educação especial Ao analisar a trajetória histórica da educação especial, observa-se que o tratamento dispensado a pessoa com deficiência passou pelo ato de abandono, pela exterminação, pelo viés cristão - caracterizado pela expiação com a prática da caridade – pela segregação, do assistencialista para a integração e, finalmente, para uma proposta de inclusão educacional. Nesta última etapa, ampliando a possibilidade de desalienação social da pessoa com deficiência.
A educação pode ser vista como uma possibilidade de ampliar a condição de humanização do homem, no sentido de estar promovendo a oportunidade dele se apropriar dos conhecimentos e bens materiais historicamente produzidos. .... O  acesso ao uso do computador.
A inclusão educacional, os tipos de deficiência e o processo de mediação Define como pessoa com de deficiência auditiva Conceito de deficiência física A definição de deficiência mental (atualmente dita deficiência intelectual) Com relação à cegueira (Sistema Braille)
Os recursos de informática aplicados a educação especial
A pessoa com deficiência na concepção de Vygotsky Importância da concepção que o professor tem em relação ao desenvolvimento cognitivo da pessoa com deficiência. A abordagem histórico-cultural elaborada por Vygotsky (1995) apresenta como questões fundamentais os seguintes aspectos: a concepção da deficiência ou do defeito, o processo de compensação social e o processo educacional.
Nesta perspectiva teórica a concepção da deficiência é compreendida de duas maneiras: a) deficiência primária e, b) deficiência secundária.  A deficiência primária  está relacionada às suas limitações, podendo, dessa forma influir significativamente no seu desenvolvimento cognitivo ou de personalidade.  Pode ser identificada e diagnosticada por alterações de características físicas, sensoriais ou cognitivas, sendo constituída pelas deficiências: visual (cegueira ou baixa visão), auditiva, mental ou ainda física/motora.  A deficiência secundária se manifesta no âmbito das relações sociais que são estabelecidas no decorrer da história de vida da pessoa com deficiência primária. Assim, a deficiência secundária é compreendida como uma conseqüência social da deficiência primária.
Processo de compensação/supercompensação social, Vygotsky (1995) trabalha com o conteúdos de idéias dos autores W. Stern, de A. Adler e deT. Lipps. Aborda o processo de compensação, partindo da idéia de que “tudo o que não me destrói, me fortalece”.  Esta idéia expressa que quaisquer aspectos que possam estabelecer a deficiência ou a debilidade tornam-se, para o indivíduo, o elemento básico que irá desencadear o processo de surgimento de energia psíquica e manifestações de capacidades para vencer a limitação imposta pela deficiência.
Adler (citado por Vygotsky) afirma que o sentimento de inferioridade que surge no indivíduo pela existência do “defeito”  é manifestado pela percepção da valoração da posição do próprio sujeito no meio social, é que se converte em força motriz para o desenvolvimento da personalidade. Com este entendimento Adler afirma que “o defeito não é somente uma pobreza psíquica, como também uma fonte de riqueza, não é somente uma debilidade, senão também uma fonte de força”.
Ao fazer esta afirmação este autor coloca a deficiência sob a ótica  dialética, na qual se constituem dois momentos acerca do desenvolvimento psicológico: o caráter dialético do defeito e a base social da psicologia da personalidade.  Neste sentido a compensação ou supercompensação social do defeito aparece como resultado da contraposição entre deficiência orgânica primária e as tendências psicológicas, as quais são dirigidas para a superação da conseqüência social do defeito.
Na educação formal, Vygotsky (1995) destaca que o processo de ensino-aprendizagem na escola deve ter como parâmetro o nível de desenvolvimento real da criança. Entretanto, a escola deve dirigir toda a sua atuação e esforço para as etapas de desenvolvimento ainda não incorporadas pelos alunos. Trabalhar na esfera de desenvolvimento potencial da criança, caracterizada pela capacidade de desempenhar tarefas com a ajuda de adultos ou de companheiros mais capazes. Este ponto de desenvolvimento cognitivo, observado na criança, é denominado de zona de desenvolvimento próximo. Esse é o caminho que o indivíduo deverá percorrer para desenvolver as funções que estão em processo de amadurecimento e que, posteriormente, se transformarão em funções consolidadas em nível de desenvolvimento real.
Assim, para Vygotsky (1995) o ensino que poderá trazer melhores resultados é aquele que se adianta ao desenvolvimento da criança . Ao compreender o processo educacional com este enfoque, estabelece-se que o princípio de desenvolvimento cognitivo e da personalidade é o mesmo, quer seja ela uma criança com deficiência ou não.
Neste processo de interação dinâmico, contínuo, o homem compreende a sua relação com o mundo, internaliza os conceitos e os conhecimentos historicamente produzidos, humanizando-se.  O conjunto de relações sociais estabelecido na interação com outros homens, em função da necessidade de produzir a sua existência e produzir-se como ser humano, torna-se o elemento fundamental para o seu desenvolvimento cognitivo e o da sua personalidade.  Dentre as várias possibilidades de interações, uma das atividades sociais que, fundamentalmente promove o processo de desenvolvimento do homem é a educação formal.
A formação continuada de professor É de fundamental importância ter clareza que para concretizar o processo de inclusão no ensino regular, promover o desenvolvimento educacional das pessoas com deficiência ou não é necessário investir na formação continuada de professores para que possam, em suas atividades, propiciar as melhores condições possíveis no atendimento aos alunos.
A proposta do “Programa de Formação Continuada em Educação Especial e Tecnologias nas Áreas das Deficiências Auditiva, Física, Visual e Mental para Professores da Educação Básica do Estado do Paraná” Essa proposta tem como base organizacional e pedagógica os projetos de capacitação desenvolvidos pelo programa de educação especial da Unioeste. Ambos foram aprovados e financiados pelo MEC. por meio das Pró-Reitorias de Extensão. Apresentam a proposta....
Educação Especial na Perspectiva do AEE
Educação Especial na Perspectiva do AEE
EaD – Educação a Distância  POLÍTICA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM FORMAÇÃO DOCENTE PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA SURDOS Tempo de execução de cada curso  – aproximadamente 04 semanas. INVESTIMENTO: R$ 90,00
Sandra Isabel Chaves [email_address] Pedagoga, Especialista em Supervisão Escolar e Educação Ambiental. Mestra em Geografia pela Universidade Federal de Goiás. Acadêmica do Curso de Especialização Atendimento Educacional Especializado pela Universidade Federal do Ceará. Professora do Ensino Superior: Graduação e Pós - Graduação.  Diretora do Instituto Consciência GO.
www.institutoconscienciago.com.br

Formação Continuada em Educação Especial

  • 1.
    V Seminário Regional– Direito à Diversidade Educação Inclusiva Formação de Gestores e Educadores 21 a 24 de junho de 2010
  • 2.
    Ms. Sandra IsabelChaves Instituto Consciência GO
  • 3.
    Formação Continuada emEducação Especial e Tecnologias nas Áreas das Deficiências Auditiva, Física, Visual e Mental para Professores da Educação Básica do Estado do Paraná Dorisvaldo Rodrigues da Silva – UNIOESTE - Carlos Eduardo Albuquerque – UNIOESTE - Geysler Rogis Flor Bertolini – UNIOESTE-
  • 4.
    pergunta de pesquisa:Como promover efetivamente e com qualidade o processo de aprendizagem do aluno com deficiência no ensino regular, sem propor um programa para capacitar o professor que irá atendê-lo? Cascavel / Paraná
  • 5.
    A resposta àpergunta formulada foi o ponto de partida à apresentação do trabalho de conclusão do curso de especialização em Formulação e Gestão de Políticas Públicas da Escola de Governo, cuja proposta de projeto foi “A Formação Continuada em Educação Especial e Tecnologias nas Áreas das Deficiências Auditiva, Física, Visual e Mental para Professores da Educação Básica do Estado do Paraná”.
  • 6.
    A legislação pertinenteà educação especial regulamentada na Constituição Federal de 1988 (BRASIL,1988), com as recomendações feitas a diversos países do mundo pelas Conferências Mundiais de Jomtien – Tailândia, 1990 (BRASIL, 1990), Salamanca – Espanha, 1994 (BRASIL, 1997) além de decretos, portarias que tratam deste assunto quer seja em âmbito federal, estadual ou municipal, o processo de inclusão educacional da pessoa com deficiência não tem avançado de forma a atender a demanda existente dessa categoria de alunos.
  • 7.
    De acordo comSilva (2000, p.31) ao centralizar a questão no indivíduo, tal política, torna-se contraditória e excludente em sua gênese, pois sonega as determinações e influências sociais que produzem as desigualdades, quer dizer, faz com que as condições para o desenvolvimento das potencialidades individuais sejam diferenciadas, favorecendo as pessoas pertencentes às classes economicamente privilegiadas. Diante dessa constatação, torna-se necessário compreender a concepção de pessoa com deficiência para a qual estará dispensando recursos para promover o seu desenvolvimento cognitivo e educacional.
  • 8.
    Em função dosdados apresentados, as escolas do Estado do Paraná precisam ampliar a capacidade de atendimento. Segundo a Constituição Federal, cabe ao Estado garantir o acesso à educação, em atendimento ao princípio da dignidade humana e dos direitos sociais. Isto já é o suficiente para justificar a necessidade de implementar este programa de capacitação de docentes da rede estadual de ensino. Evidenciou-se, que o problema “falta de capacitação do professor” para atender a educação especial é uma questão muito presente na maioria das escolas públicas do Estado do Paraná.
  • 9.
    Alguns aspectos históricosrelacionados a pessoa com deficiência e a educação especial Ao analisar a trajetória histórica da educação especial, observa-se que o tratamento dispensado a pessoa com deficiência passou pelo ato de abandono, pela exterminação, pelo viés cristão - caracterizado pela expiação com a prática da caridade – pela segregação, do assistencialista para a integração e, finalmente, para uma proposta de inclusão educacional. Nesta última etapa, ampliando a possibilidade de desalienação social da pessoa com deficiência.
  • 10.
    A educação podeser vista como uma possibilidade de ampliar a condição de humanização do homem, no sentido de estar promovendo a oportunidade dele se apropriar dos conhecimentos e bens materiais historicamente produzidos. .... O acesso ao uso do computador.
  • 11.
    A inclusão educacional,os tipos de deficiência e o processo de mediação Define como pessoa com de deficiência auditiva Conceito de deficiência física A definição de deficiência mental (atualmente dita deficiência intelectual) Com relação à cegueira (Sistema Braille)
  • 12.
    Os recursos deinformática aplicados a educação especial
  • 13.
    A pessoa comdeficiência na concepção de Vygotsky Importância da concepção que o professor tem em relação ao desenvolvimento cognitivo da pessoa com deficiência. A abordagem histórico-cultural elaborada por Vygotsky (1995) apresenta como questões fundamentais os seguintes aspectos: a concepção da deficiência ou do defeito, o processo de compensação social e o processo educacional.
  • 14.
    Nesta perspectiva teóricaa concepção da deficiência é compreendida de duas maneiras: a) deficiência primária e, b) deficiência secundária. A deficiência primária está relacionada às suas limitações, podendo, dessa forma influir significativamente no seu desenvolvimento cognitivo ou de personalidade. Pode ser identificada e diagnosticada por alterações de características físicas, sensoriais ou cognitivas, sendo constituída pelas deficiências: visual (cegueira ou baixa visão), auditiva, mental ou ainda física/motora. A deficiência secundária se manifesta no âmbito das relações sociais que são estabelecidas no decorrer da história de vida da pessoa com deficiência primária. Assim, a deficiência secundária é compreendida como uma conseqüência social da deficiência primária.
  • 15.
    Processo de compensação/supercompensaçãosocial, Vygotsky (1995) trabalha com o conteúdos de idéias dos autores W. Stern, de A. Adler e deT. Lipps. Aborda o processo de compensação, partindo da idéia de que “tudo o que não me destrói, me fortalece”. Esta idéia expressa que quaisquer aspectos que possam estabelecer a deficiência ou a debilidade tornam-se, para o indivíduo, o elemento básico que irá desencadear o processo de surgimento de energia psíquica e manifestações de capacidades para vencer a limitação imposta pela deficiência.
  • 16.
    Adler (citado porVygotsky) afirma que o sentimento de inferioridade que surge no indivíduo pela existência do “defeito” é manifestado pela percepção da valoração da posição do próprio sujeito no meio social, é que se converte em força motriz para o desenvolvimento da personalidade. Com este entendimento Adler afirma que “o defeito não é somente uma pobreza psíquica, como também uma fonte de riqueza, não é somente uma debilidade, senão também uma fonte de força”.
  • 17.
    Ao fazer estaafirmação este autor coloca a deficiência sob a ótica dialética, na qual se constituem dois momentos acerca do desenvolvimento psicológico: o caráter dialético do defeito e a base social da psicologia da personalidade. Neste sentido a compensação ou supercompensação social do defeito aparece como resultado da contraposição entre deficiência orgânica primária e as tendências psicológicas, as quais são dirigidas para a superação da conseqüência social do defeito.
  • 18.
    Na educação formal,Vygotsky (1995) destaca que o processo de ensino-aprendizagem na escola deve ter como parâmetro o nível de desenvolvimento real da criança. Entretanto, a escola deve dirigir toda a sua atuação e esforço para as etapas de desenvolvimento ainda não incorporadas pelos alunos. Trabalhar na esfera de desenvolvimento potencial da criança, caracterizada pela capacidade de desempenhar tarefas com a ajuda de adultos ou de companheiros mais capazes. Este ponto de desenvolvimento cognitivo, observado na criança, é denominado de zona de desenvolvimento próximo. Esse é o caminho que o indivíduo deverá percorrer para desenvolver as funções que estão em processo de amadurecimento e que, posteriormente, se transformarão em funções consolidadas em nível de desenvolvimento real.
  • 19.
    Assim, para Vygotsky(1995) o ensino que poderá trazer melhores resultados é aquele que se adianta ao desenvolvimento da criança . Ao compreender o processo educacional com este enfoque, estabelece-se que o princípio de desenvolvimento cognitivo e da personalidade é o mesmo, quer seja ela uma criança com deficiência ou não.
  • 20.
    Neste processo deinteração dinâmico, contínuo, o homem compreende a sua relação com o mundo, internaliza os conceitos e os conhecimentos historicamente produzidos, humanizando-se. O conjunto de relações sociais estabelecido na interação com outros homens, em função da necessidade de produzir a sua existência e produzir-se como ser humano, torna-se o elemento fundamental para o seu desenvolvimento cognitivo e o da sua personalidade. Dentre as várias possibilidades de interações, uma das atividades sociais que, fundamentalmente promove o processo de desenvolvimento do homem é a educação formal.
  • 21.
    A formação continuadade professor É de fundamental importância ter clareza que para concretizar o processo de inclusão no ensino regular, promover o desenvolvimento educacional das pessoas com deficiência ou não é necessário investir na formação continuada de professores para que possam, em suas atividades, propiciar as melhores condições possíveis no atendimento aos alunos.
  • 22.
    A proposta do“Programa de Formação Continuada em Educação Especial e Tecnologias nas Áreas das Deficiências Auditiva, Física, Visual e Mental para Professores da Educação Básica do Estado do Paraná” Essa proposta tem como base organizacional e pedagógica os projetos de capacitação desenvolvidos pelo programa de educação especial da Unioeste. Ambos foram aprovados e financiados pelo MEC. por meio das Pró-Reitorias de Extensão. Apresentam a proposta....
  • 23.
    Educação Especial naPerspectiva do AEE
  • 24.
    Educação Especial naPerspectiva do AEE
  • 25.
    EaD – Educaçãoa Distância POLÍTICA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM FORMAÇÃO DOCENTE PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA SURDOS Tempo de execução de cada curso – aproximadamente 04 semanas. INVESTIMENTO: R$ 90,00
  • 26.
    Sandra Isabel Chaves[email_address] Pedagoga, Especialista em Supervisão Escolar e Educação Ambiental. Mestra em Geografia pela Universidade Federal de Goiás. Acadêmica do Curso de Especialização Atendimento Educacional Especializado pela Universidade Federal do Ceará. Professora do Ensino Superior: Graduação e Pós - Graduação. Diretora do Instituto Consciência GO.
  • 27.